Resumo unifacex - gestão de riscos - erika zuza

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Gestão de riscos @ERIKA_ZUZA

Conceito de Governança Conjunto de diretrizes, estruturas organizacionais, processos e mecanismos de controle que visam assegurar que as decisões e ações relativas à gestão e ao uso dos recursos da organização, estejam alinhadas às necessidades institucionais e contribuam para o alcance das metas organizacionais. (TCU)

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Gestão Administração executiva

Gestão Tática

Gestão Operacional

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Conceito de Risco A possibilidade de que um evento ocorra e afete negativamente a realização dos objetivos. (COSO)

Efeito da incerteza nos objetivos – um efeito é um desvio em relação ao esperado – positivo e/ou negativo. (ISO 31000)

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Elementos associados ao risco Objetivos: quem não sabe para onde vai não tem como conhecer os riscos do caminho;

Evento: algo que pode acontecer ou deixar de acontecer (é diferente de vulnerabilidade);

Incerteza: a mensuração da probabilidade e do impacto nunca é exata;

Impacto (ou consequência): se o evento é incapaz de provocar impacto, não há risco.

Auditor Marcelo Eira

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Big smoke – Nevoeiro Londres – 1952

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Quando a previsão virou realidade 4 dias de céu encoberto e baixíssima visibilidade

mais de 4.000 óbitos foram registrados - a maioria de crianças e idosos, por problemas cardíacos ou respiratórios –

caos nos serviços de transporte urbano

aumento alarmante dos índices de criminalidade

cancelamento de espetáculos e eventos esportivos, como concertos de ópera, partidas de futebol e de rugby.

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Outras consequências diante da gravidade da situação, o governo criou o Clean Air Act, que passou a vigorar em 1956, instituindo, entre outras medidas, as chamadas "áreas de controle de fumaça", o deslocamento das centrais elétricas para regiões fora do perímetro urbano e até mesmo o aumento da altura das chaminés das fábrica.

http://geografiaetal.blogspot.com.br/2014/09/o-grande-nevoeiro-de-londres.html

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Dica de série: The Crown

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Luiza Trajano – Magazine Luiza

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Quando a crise vira oportunidade

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Controles internos Conjunto de regras, procedimentos, diretrizes, protocolos, rotinas de sistemas informatizados, conferências e trâmites de documentos e informações, entre outros... (IN/CGU)

Os controles internos abrangem atividades, planos, ações, políticas, sistemas, recursos e esforços de todos que trabalhem na organização, sendo projetados para fornecer segurança razoável de que a organização atingirá seus objetivos e missão. (Marcelo Eira)

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15 Princípios de controles internos Caráter preventivo;

Voltados para correção de desvios;

Instrumentos auxiliares de gestão;

Atendimento a todos os níveis hierárquicos;

Mapeamento das vulnerabilidades (SWOT);

Utilização de informação relevante e de qualidade para apoiar o funcionamento dos controles internos.

(IN / CGU)

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Sobre prevenção e correção de desvios

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Pirâmide de COSO 1 para controle interno

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Informação e comunicação Identificação, captura e troca de informações sob forma e em época tais que permitam que as pessoas cumpram suas responsabilidades;

Comunicação efetiva deve fluir para baixo, horizontalmente e para cima através de todos os componentes da estrutura inteira;

Todo o pessoal deve receber uma mensagem clara da gerência superior no sentido de que as responsabilidades de controle devem ser cumpridas com seriedade. Cada um deve entender seu próprio papel no sistema de controle interno.

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Tomada de decisões Como o risco afeta a tomada de decisões?

Fatores que influenciam:◦ Consciência sobre os riscos

◦ Perfil

◦ Situação

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Riscos que afetam as organizações Estratégicos

Imagem

Operacionais

Financeiros

Tis

Regulação

Ambientais

Pessoas

Informações

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Classificação de riscos Impacto Probabilidade Risco

I Insignificante A Extremamente remota 1 Desprezível

II Secundário B Remota 2 Menor

III Moderado C Improvável 3 Moderado

IV Muito Grave D Provável 4 Sério

V Catastrófico E Frequente 5 Crítico

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Exemplo – em hospitais

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Cultura: Aversão ao risco Estabilidade, experiência e conhecimento sobre o passado são os atributos mais valorizados;

Reatividade ao que acontece;

Hierarquia e decisões top – down;

Poucas mudanças ocorrem;

Erros são personalizados e temidos.

Griffits, 2010. (Marcelo Eira)

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Cultura: Inovação Inovação e motivação são valores importantes;

Foco externo (ambiente);

Mudanças na estratégia e organizacionais são frequentes;

Erros não são condenados (failfast);

Encobrir os erros é falta grave.

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Risco não significa problema

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Síntese de resposta ao risco

http://www.natura.com.br/sites/default/files/static/relatorio/6_1_1_riscos.html

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Obrigada! @Erika_Zuza

erikazuzajornalista@gmail.com

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