Adenda · Definição de pontos de corte da armadura..... 40 Armadura de vigas mistas ...

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Adenda Modificações 10.0 a 11.0 Rev 11.0.00 © Arktec, S.A. 2018
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Adenda

Modificaes 10.0 a 11.0 Rev 11.0.00 Arktec, S.A. 2018

ndice

ASPETOS GERAIS ............................................................................................................. 7

Novo menu estilo friso ou ribbon ............................................................................................... 7 Como ativar o novo friso de opes ..................................................................................... 8 Como ativar a antiga barra de menus .................................................................................. 8 Principais alteraes no novo friso ....................................................................................... 8

Menu Ficheiro .......................................................................................................... 8 Menu Edio ............................................................................................................ 9 Menu Resultados ..................................................................................................... 9

Barra de ferramentas de acesso rpido .............................................................................. 10 Novo Mdulo Tricalc 21: Vigas mistas de ao e beto ................................................................. 10

Configurao de mdulos do Tricalc .................................................................................. 10 Campo de aplicao .......................................................................................................... 11 Conceitos bsicos sobre vigas mistas ................................................................................. 11

Rigidez equivalente e eficcia da conexo de corte ..................................................... 11 Vigas mistas em flexo negativa ................................................................................ 12 Largura eficaz da cabea de beto ............................................................................. 12

Normas ............................................................................................................................ 12 Organizao das vigas mistas no programa ........................................................................ 12

JANELA-VISUALIZAO .................................................................................................. 13

Nmeros de ns secundrios .................................................................................................... 13 Etiquetas emergentes ............................................................................................................... 14

Filtros de visualizao para etiquetas emergentes ............................................................... 14 Etiquetas emergentes de aes ......................................................................................... 14 Etiquetas emergentes em paredes resistentes .................................................................... 15

Funo Orbitar ........................................................................................................................ 15

GEOMETRIA .................................................................................................................. 16

Seleo mltipla de barras ........................................................................................................ 16 Informao dos limites do Tricalc LT ......................................................................................... 16 Tamanho mnimo de aberturas em lajes .................................................................................... 17 Diafragma rgido e lajes unidirecionais ....................................................................................... 17 Conjuntos ................................................................................................................................ 17

Nova funcionalidade da caixa de conjuntos ........................................................................ 17 Fogo em conjuntos ........................................................................................................... 17

Verificao de Geometria .......................................................................................................... 17

AES ......................................................................................................................... 18

Aes ssmicas ......................................................................................................................... 18 Aes do terreno sobre paredes resistentes ............................................................................... 18 Aes superficiais em planos ..................................................................................................... 18

SEES E BASES DE DADOS ............................................................................................. 18

Simetria relativamente a Yp em vigas de laje ............................................................................. 18 Definio, modificao e eliminao de vigas mistas ................................................................... 18

Vigas mistas e lajes .......................................................................................................... 19 Consideraes adicionais e limitaes ................................................................................ 19

Caractersticas do beto das vigas mistas .................................................................................. 20 Fichas de lajes mistas de chapa ................................................................................................ 20

Bases de dados de parafusos, pernos de ancoragem e conetores de transverso ........................... 20 Bases de dados de conetores de transverso ........................................................................ 20 Bases de dados de pernos de ancoragem em placas ........................................................... 21

BIM ........................................................................................................................... 22

Exportao de nomes para IFC .................................................................................................. 22 Exportao livre de propriedades para IFC ................................................................................. 22

Propriedades gerais para todo o projeto ............................................................................. 22 Propriedades gerais para toda a estrutura .......................................................................... 23 Propriedades gerais para cada tipo de elemento ................................................................. 23 Propriedades particulares para cada elemento .................................................................... 24

Sapatas IfcFooting .................................................................................................................... 25 Exportao Ifc de bacos ressaltados ......................................................................................... 25 Cdigos de referncia e conjuntos nas propriedades Ifc .............................................................. 25

CLCULO ..................................................................................................................... 25

Clculo de esforos ................................................................................................................... 25 Renumerao automtica da estrutura ............................................................................... 25 Vigas mistas e vigas de laje metlicas debaixo da laje ......................................................... 25 Verificao das combinaes automticas ........................................................................... 26

Representao automtica de relatrio de erros de verificao .................................................... 26 Esperas de pilares sobre paredes resistentes .............................................................................. 26 Vigas Mistas ............................................................................................................................. 27

Prticos ............................................................................................................................ 27 Muitos dos clculos a serem feitos nas vigas mistas, particularmente o clculo do comprimento efetivo de uma cabea de beto, o grau mnimo de eficincia da conexo transversal a ser considerada e o dimensionamento dos conectores transversais, depende de uma correta identificao dos vos............................................... 27 Portanto, se uma viga principal localizada entre dois pilares dividida em sees para suportar vigas secundrias (algo muito comum nas lajes de chapa metlica), altamente recomendvel que essas vigas principais faam parte de um prtico de Tricalc. ............................................................................................................................. 27 Materiais .......................................................................................................................... 27 Opes de comprovao e dimensionamento ...................................................................... 28 Clculo flexo ................................................................................................................ 29 Clculo ao transverso e torso ........................................................................................... 30 Clculo ao esforo rasante: conetores de transverso ........................................................... 30 Clculo ao fogo ................................................................................................................. 30

Sees de ao, alumnio e madeira ............................................................................................ 31 Relatrio de deformaes entre 2 pontos definidos ............................................................. 31

Paredes resistentes ................................................................................................................... 31 Quantia mnima ................................................................................................................ 31

RESULTADOS LISTAGENS ............................................................................................. 32

Relatrios ................................................................................................................................. 32 Relatrio de barras de beto e mistas ................................................................................ 32

Descrio do relatrio de vigas mistas ........................................................................ 33 Dados iniciais ......................................................................................................... 33 Esforos normais .................................................................................................... 33 Esforos tangenciais ............................................................................................... 35 Conetores de transverso ......................................................................................... 35

Relatrio de fogo de vigas mistas ...................................................................................... 37 Listagem de Geometria / barras ................................................................................................ 38 Medies ................................................................................................................................. 38

Preo do ao estrutural ..................................................................................................... 38 Medio das vigas mistas .................................................................................................. 39 Relatrio de medies de paredes resistentes de beto ...................................................... 39

RESULTADOS PLANOS .................................................................................................. 39

Armadura de vigas de beto e mistas ........................................................................................ 39 Comprimento mximo de vares de armadura ................................................................... 39 Definio de pontos de corte da armadura ......................................................................... 40

Armadura de vigas mistas ......................................................................................................... 41 Retoque de armadura de vigas mistas ............................................................................... 41 Retoque dos conetores de transverso ................................................................................ 42

Desenhos................................................................................................................................. 42 Preenchimento de pilares .................................................................................................. 42 Alados de estruturas metlicas ........................................................................................ 43 Lajes fung. aligeiradas e lajes macias ............................................................................... 43

bacos ressaltados (capitis) ..................................................................................... 43 Desenho de armaduras de bacos ............................................................................. 43 Cotagem de bacos .................................................................................................. 44 Armadura de punoamento ....................................................................................... 44

Tabela de materiais de lajes unidirecionais ......................................................................... 44

VRIOS ....................................................................................................................... 45

Ordenao de desenhos ........................................................................................................... 45

Aspetos gerais

Novo menu estilo friso ou ribbon A verso 11.0 do Tricalc permite selecionar entre a tradicional barra de menus das verses anteriores, ou um novo friso com opes, conhecido como ribbon.

Na imagem seguinte apresenta-se a tradicional barra de menus:

Aqui podemos comparar com a nova aparncia em que se inclui o friso de opes:

Como ativar o novo friso de opes

Para mudar da antiga barra de menus para o novo friso, executa-se a funo Ajudas>Ver>Estilo de menu>Friso.

Seguidamente, o Tricalc encerra e abre com o novo estilo de menu.

Como ativar a antiga barra de menus

Para mudar do novo friso para a antiga barra de menus, pode utilizar-se, na esquina superior direita da janela do programa, a funo Estilo>Estilo de menu>Barra de menus.

Seguidamente, o Tricalc encerra e abre com o novo estilo de menu.

Principais alteraes no novo friso

A maioria das funes manteve o mesmo nome e a sua localizao no menu. No entanto, reorganizaram-se algumas funes:

Menu Ficheiro

O antigo menu Ficheiro encontra-se agora no cone situado na esquina superior esquerda da

janela do programa.

Menu Edio

O antigo menu Edio encontra-se agora no painel da zona direita do menu Geometria.

Menu Resultados

O antigo menu Resultados desdobra-se nos seguintes novos menus:

Listagens.- Inclui as funes dos antigos submens Resultados>Listagens, Resultados>Relatrios, Resultados>Medies e Resultados>Fabricao:

Grficos.- Inclui as funes do antigo submen Resultados>Grficos:

Desenhos.- Inclui as funes dos antigos submenus Resultados>Armaduras, Resultados>Ao, Resultados>Desenhos e Resultados>Composio entre outras:

Barra de ferramentas de acesso rpido

Na zona superior da janela do programa, junto ao cone , encontra-se a barra de ferramentas de

acesso rpido, que se pode personalizar, para ter nela as funes que mais se utilizem.

Ao instalar o programa, incluem-se nesta barra vrios cones teis (novo, abrir, guardar, etc.). Caso pretenda eliminar algum deles, pode faze-lo pressionando com o boto direito sobre o cone e selecionando Remover da barra de ferramentas de acesso rpido.

Caso pretenda adicionar novos cones nesta barra, basta localizar a funo pretendida no novo friso, pressionar com o boto direito do rato sobre ela e selecionar Adicionar barra de ferramentas de acesso rpido.

Tambm possvel modificar os cones includos na barra de ferramentas de acesso rpido, ou reorganiz-los pressionando sobre a barra com o boto direito e selecionando Personalizar a barra de ferramentas de acesso rpido. Mostra-se de seguida, uma caixa de dilogo como a da imagem seguinte, que permite adicionar cones, elimin-los ou reorganiz-los.

Novo Mdulo Tricalc 21: Vigas mistas de ao e beto Neste apartado descrevem-se as principais caractersticas deste mdulo. Ao longo dos restantes apartados desta Adenda especifica-se a funcionalidade (introduo, modificao, clculo e sadas de resultados) do programa com las vigas mistas de ao e beto. Em el manual de Normativas se especifica como calcula e dimensiona el programa estos elementos.

Configurao de mdulos do Tricalc

Para a utilizao do mdulo Tricalc 21 Vigas Mistas, necessrio que a configurao do programa Tricalc disponha tambm dos mdulos Tricalc.2 Dimensionamento de Barras de Beto e Tricalc.3 Comprovao de Barras de Ao.

Se as vigas mistas forem utilizadas como suporte para lajes de chapa perfilada (lajes mistas), tambm ser necessrio dispor do mdulo Tricalc.15 Lajes de Chapa Perfilada.

Na configurao do Tricalc LT, o mdulo Tricalc 21 est includo na configurao do Tricalc LT +.

Campo de aplicao

permite definir vigas mistas no embebidas em beto formadas por um perfil metlico debaixo de

uma cabea de beto, conectadas entre si atravs de conetores de transverso soldados ao banzo do perfil metlico.

O perfil metlico deve ser de ao estrutural, de seo constante, com forma em I ou H, de alma no aligeirada e com seu banzo superior em contacto com a cabea de beto.

A cabea de beto pode ser uma seo retangular, ou de uma determinada largura em uma laje macia de beto ou em uma laje de chapa (steel deck). A laje de chapa (steel deck) pode ter as suas nervuras paralelas viga ou perpendiculares mesma. Em casos intermdios, o programa considera que as nervuras da chapa so ortogonais viga mista.

Os conetores entre a viga metlica e a cabea de beto, sero do tipo pernos de transverso, de acordo com a norma EN ISO 13918 ou a AWS D1.1/D1.1M.

Conceitos bsicos sobre vigas mistas

Uma viga mista formada por dois materiais (ao estrutural e beto armado) que trabalham de forma mais ou menos conjunta, de maneira a que a rigidez (e a resistncia) da seo mista maior que a soma das rigidezes (ou resistncias) do perfil metlico e da cabea de beto armado.

Rigidez equivalente e eficcia da conexo de corte

No entanto, no se pode falar de uma seo composta perfeita, porque:

Sempre se produz um certo deslizamento entre o perfil metlico e a cabea de beto, devido, entre outras coisas, deformao dos conetores de transverso.

A fluncia e a retrao do beto fazem que, com o tempo, se produza uma certa redistribuio tensional na conexo entre ao e beto.

Para ter em considerao estes fenmenos, tanto as normas de clculo como o programa, estabelecem dois mecanismos:

Para o clculo de esforos, define-se um coeficiente redutor do mdulo de elasticidade do beto.

Para a anlise da seo mista, estabelece-se o grau de eficcia da conexo de corte

Para que se possa falar de comportamento misto, este grau de eficcia deve estar acima de um determinado mnimo, que os Eurocdigos Estruturais fixam em pelo menos 40% (ainda que possa ser maior em funo do comprimento da viga e de outros parmetros). A norma americana AISC 360-10 define um valor de 50%. Se a eficcia for de 100% temos ento uma conexo completa.

Quanto maior for o grau de conexo, maior ser a resistncia flexo da seo, ainda que seja a custa de aumentar o nmero ou dimetro dos conetores.

Sem conexo, com conexo parcial e com conexo completa

Por exemplo, as vigas de laje metlicas debaixo de uma laje macia que j era possvel definir desde a verso anterior, trabalham de forma separada da laje (sem conexo).

Vigas mistas em flexo negativa

Ainda que a disposio de um perfil metlico debaixo de uma cabea de beto possa fazer pensar que as vigas mistas s trabalham em flexo positiva e, portanto, devam utilizar-se unicamente em vos biapoiados, esse pensamento no correto: pode estabelecer-se um mecanismo resistente misto entre as armaduras tracionadas e o perfil metlico em flexo. Nesse caso, o programa dimensiona as armaduras de negativos necessrias.

Largura eficaz da cabea de beto

As normas estabelecem uma largura mxima eficaz da cabea de beto (constante ao longo do vo para umas normas, varivel para outras), de forma que no se deve contar para efeitos de resistncia, com o beto nem com as armaduras situadas fora dessa largura. No programa segue-se o seguinte critrio:

O utilizador define a largura nominal dessa cabea de beto. Essa largura a que se utiliza para definir a rea e inrcias da seo mista para o clculo de esforos.

No momento do dimensionamento da viga mista, o programa utiliza, para cada seo ao longo da viga, o menor valor entre essa largura nominal e a largura eficaz definida na norma selecionada. Esse dado fica referenciado no relatrio de barras de Beto e Mistas do programa.

No caso de vigas mistas paralelas, a largura eficaz no pode superar a linha situada a meia distncia entre ambas as vigas.

Normas

O programa calcula e dimensiona as vigas mistas de acordo com as seguintes normas:

Eurocdigo 4 (EN 1994-1-1:2004). Esta norma utiliza-se para as vigas mistas ao selecionar qualquer das normas da Europa implementadas no programa (qualquer das normas de Espanha, a norma portuguesa e os Eurocdigos Estruturais).

Captulo I da norma americana AISC 360-10. Esta norma utilizar-se- para as vigas mistas ao selecionar qualquer das normas americanas implementadas no programa (USA Internacional, Mxico D.F., Mxico-USA, Chile-USA, Brasil e Argentina-2005), salvo a norma da Argentina dos 80, na qual no abordado o clculo de vigas mistas.

Em situao de incndio, avalia-se a resistncia da seo tendo em considerao a perda de resistncia dos materiais (beto, ao estrutural e armaduras) devido temperatura alcanada em cada ponto da seo, de acordo com as seguintes normas:

EN 1991-1-2:2004 e EN 1994-1-2:2005 no caso das normas europeias.

ACI 216.1M-07 no caso das normas americanas.

Organizao das vigas mistas no programa

Dado que as vigas mistas possuem armadura na cabea de beto, unido ao facto de que num mesmo prtico e piso podem concorrer vigas mistas e vigas de beto armado, algumas das funes do programa so comuns a barras de beto armado e vigas mistas.

Para a utilizao do mdulo Tricalc 21 Vigas Mistas, necessrio que a configurao do programa Tricalc disponha tambm dos mdulos Tricalc.2 Dimensionamento de Barras de Beto e Tricalc.3 Comprovao de Barras de Ao.

Se as vigas mistas forem utilizadas como suporte para lajes de chapa perfilada (lajes mistas), tambm ser necessrio dispor do mdulo Tricalc.15 Lajes de Chapa Perfilada.

Na configurao do Tricalc LT, o mdulo Tricalc 21 est includo na configurao do Tricalc LT +.

As funes do programa que atuam ou se referem a este mdulo de vigas mistas so, de forma resumida:

Para definir uma viga como mista, atribui-se-lhe primeiro uma seo de ao estrutural em forma de I ou H e seguidamente utiliza-se a funo Sees e dados > Vigas Mistas > Introduzir. Junto a ela tem as funes Eliminar (para voltar a ser uma viga ou viga de laje metlica) e Modificar (para modificar os seus dados geomtricos).

Na funo Sees e dados > Vigas Mistas > Caractersticas, fixam-se as caratersticas do beto (mdulo de Young, coeficiente de Poisson) e o fator redutor do mdulo de Young do beto devido retrao, fluncia e eficcia da conexo de corte.

Na funo Clculo > Materiais, na ficha Conetores de Transverso, fixa-se o tipo de conetores de transverso a utilizar e o seu material.

Para calcular e armar as vigas mistas, existe um submenu Vigas Mistas dentro do menu de clculo. Em todo caso, se na estrutura existirem, tanto vigas mistas como barra de beto armado, sero calculadas conjuntamente ambos os tipos de elementos, independentemente de que se utilize a funo de clculo de armadura de barras ou clculo de vigas mistas. Salientar, no entanto, que cada elemento possui listagens e grficos de erros das barras de beto e das vigas mistas independentes.

As opes de clculo de vigas mistas e de barras de beto que se fixam no apartado Barras de Beto e Mistas, dentro do painel Opes de clculo.

O submenu Resultados > Listagens > Armadura de Barras passa a denominar-se Barras de Beto e Mistas e podem utilizar-se com ambos tipos de elementos.

Dentro de Resultados > Relatrio adicionou-se um novo relatrio de Beto e Mistas, que substitui e melhora a listagem de peritagem de barras de beto, e que pode aplicar-se tanto a barras de beto como a vigas mistas.

As funes de desenhos de armaduras (por barras ou prticos) aplicam-se tambm s vigas mistas. As funes de peritagem tambm permitem modificar os dados referentes aos conetores de transverso.

A medio das vigas mistas realiza-se por partes: a cabea de beto e as armaduras englobam-se dentro da medio de barras de beto armado, enquanto que a medio do perfil metlico e dos conetores engloba-se dentro da medio do ao laminado.

Na tabela global de fabricao, tambm aparece por separado o beto da cabea, as armaduras, o perfil metlico e os conetores de transverso.

Na vista em modo slido aparecem todos os elementos da viga mista: perfil metlico, cabea de beto, armaduras e conetores de transverso.

Na exportao para modelo BIM em formato ifc, aparecem tambm todos os elementos da viga mista: perfil metlico, cabea de beto, armaduras e conetores de transverso. Nas opes desta exportao, os conetores de transverso consideram-se dentro dos Elementos.

Janela-Visualizao

Nmeros de ns secundrios As barras situadas dentro uma parede resistente, as barras de inrcia varivel e as vigas de laje de uma laje reticular ou laje macia, geram ns interiores ao modelar a estrutura (que desaparecem quando se perde a modelao). A estes ns chamamos-lhe ns secundrios. Desde esta verso possvel indicar que se mostre o seu nmero (atravs da funo Geometria > N > Numerar Ns Secundrios) de forma independente da opo equivalente para o resto de ns (atravs da funo Geometria > N > Numerar Ns).

Tambm possvel ativar esta opo nos filtros de visualizao ou no apartado de Geometria da funo Ficheiro > Opes > Todas as Opes.

Etiquetas emergentes

Filtros de visualizao para etiquetas emergentes

Inclui-se uma nova e mais potente gesto das etiquetas emergentes entre os filtros de visualizao: Geometria, aes, deslocamentos, reaes, tenses

Etiquetas emergentes de aes

Nova opo de etiquetas emergentes que permite adicionar as aes da barra, n, laje reticular, laje macia ou parede resistente sobre o elemento em que colocarmos o cursor.

No caso das aes de um plano que tem lajes reticulares, lajes macias ou paredes resistentes, aparecem na etiqueta emergente 2 tabelas: a primeira mostra as aes atribudas diretamente laje ou parede; a segunda mostra as aes introduzidas no plano e no atribudas diretamente laje ou parede.

As opes de listagens de aes no afetam as aes que aparecem na etiqueta. Na etiqueta aparecem sempre todas as aes de todos os tipos, excetuando as aes do sismo de um determinado modo de vibrao. Limita-se a 64 o nmero mximo de aes que podem aparecer na etiqueta e so ordenadas pelo seu tipo de ao, em aes em barra ou em N.

Etiquetas emergentes em paredes resistentes

Ao situar o cursor sobre o nome de uma parede resistente aparece informao sobre a geometria da parede (e as aes da parede e as aes do plano caso se encontre ativada essa opo).

Funo Orbitar Na funo Ajudas > Preferncias ecr, existe uma nova opo para poder ativar ou desativar a funo Orbitar ao manter pressionado o boto principal do rato. Na verso anterior, esta funcionalidade estava sempre ativa.

Geometria

Seleo mltipla de barras Nas funes em que se selecionam vrias barras, enquanto se vo selecionando as barras estas vo aparecendo assinaladas em cor magenta. Dessa forma fcil comprovar quais so as barras j selecionadas.

Informao dos limites do Tricalc LT Na funo Propriedades, adicionou-se uma nova ficha que s aparece se a configurao do programa for o . Indica se a estrutura est dentro dos limites de tamanho do , mostrando os

valores mximos. Opcionalmente modela a estrutura para poder comprovar se o valor limite de nodos permitidos pelo foi alcanado.

Tamanho mnimo de aberturas em lajes Modificou-se o tamanho mnimo de cada abertura de lajes reticulares ou lajes macias, passando de 1 m2 para 0,5 m2.

Diafragma rgido e lajes unidirecionais Adicionou-se uma nova opo que permite utilizar as lajes unidirecionais horizontais s como diafragma rgido, ou seja, s para efeitos de definir um permetro indeformvel no seu plano, o que ir compatibilizar os deslocamentos horizontais e a rotao sobre um eixo vertical dos ns contidos no permetro de definio da laje.

Na caia de definio de lajes unidirecionais aparece a nova opo Utilizar unicamente como diafragma rgido. Neste caso no ser necessrio definir aes nem ficha de laje nem direo de vigotas. Os diafragmas rgidos s se podero introduzir em planos horizontais. Se ativar esta opo, necessrio ativar tambm a opo j existente em verses anteriores Indeformvel no seu plano; caso contrrio aparecer uma mensagem advertindo para essa necessidade.

Estes diafragmas so tidos em considerao na funo Resultados Grficos > Grupos, porm no aparecem nem os desenhos de planos nem na vista slido da estrutura.

Conjuntos

Nova funcionalidade da caixa de conjuntos

Ao selecionar um conjunto, faz-se duplo clique com o boto primrio do rato em cima da sua seo, ligao, opes de fogo, espessura ou cor, tem a mesma funcionalidade que pressionar sobre o correspondente cone para assim alterar essa propriedade do conjunto, porm de uma forma mais fcil e produtiva.

Fogo em conjuntos

Uma nova propriedade denominada Considerar ao Fogo e adicionada s propriedades de um conjunto. Serve para excluir da comprovao ao fogo as barras pertencentes aos conjuntos que tenham desativada esta opo. Um caso tpico excluir o conjunto formado pelas madres ou vigas secundrias de uma nave ou cobertura ligeira, que em algumas normas no necessita de comprovao ao fogo, enquanto que para os pilares, prticos ou vigas entre prticos pertencem ao mesmo recinto de incndio.

Aparecem dois novos botes na barra de ferramentas da caixa de conjuntos Considerar ao fogo e No considerar ao fogo e aparece uma nova coluna na lista desta mesma caixa. No relatrio de fogo aparecem indicados os conjuntos cujas barras ficam excludas da comprovao ao fogo.

Verificao de Geometria Comprova-se, desde esta verso, que as vigotas de uma laje unidirecional no apoiem numa viga de laje fictcia (de uma laje). Este erro considera-se severo: impede calcular os esforos da estrutura.

Aes

Aes ssmicas Ao calcular as aes ssmicas, se a massa ssmica participante menor que a indicada em opes de clculo ssmico, emite-se uma mensagem de aviso, inclusive no final do clculo automtico. Mantm-se a mensagem j existente no relatrio de sismo.

Aes do terreno sobre paredes resistentes Quando se introduz uma ao do terreno sobre uma parede resistente e a cota da rasante do terreno atualmente definida est abaixo da base da parede (com o que no teria nenhum efeito), aparece agora uma mensagem de advertncia avisando para este facto.

Aes superficiais em planos Alterou-se a cor de representao das aes superficiais no plano, passando de cor azul para cor dourada.

Sees e Bases de dados

Simetria relativamente a Yp em vigas de laje A partir desta verso, a funo Sees e Dados > Girar > Simetria relativamente a Yp tambm pode ser utilizada com vigas de laje. til no caso de vigas de laje metlicas em forma de C ou Z.

Definio, modificao e eliminao de vigas mistas Para definir uma viga como mista, atribui-se primeiro uma seo de ao estrutural em forma de I ou H e seguidamente utiliza-se a funo Sees e dados > Vigas Mistas > Introduzir para definir as caractersticas da cabea de beto, na seguinte caixa de dilogo:

Aqui se mostram as tipologias permitidas pelo programa. Em funo da situao da viga, esta ser de uma ou outra tipologia:

Viga mista com cabea retangular de beto no caso da viga ser uma viga metlica por debaixo de uma laje macia ou ser uma viga situada dentro de uma laje unidirecional (que no seja de chapa) ou ser uma viga isolada.

Viga mista com laje de chapa paralela quando a viga se situa numa laje unidirecional de chapa cujas nervuras sejam paralelas viga.

Viga mista com laje de chapa NO paralela quando a viga se situa numa laje unidirecional de chapa cujas nervuras no sejam paralelas viga. Nesse caso considera-se que as nervuras so ortogonais viga. No caso de ser uma viga de fronteira entre duas lajes de chapa, uma paralela e outra no, considera-se que a viga do caso NO paralela, que a situao mais desfavorvel.

Ser necessrio introduzir os seguintes parmetros:

Dado Descrio

Altura (h) A altura da cabea de beto ser em geral Automtico, para que coincida com a altura da laje em que se situa. No caso de a viga ser fronteira entre dois planos de lajes de diferente altura, o programa utilizar o maior valor de ambos.

Quando existam vigas isoladas, fora de qualquer laje unidirecional ou de laje, ser necessrio fixar a altura de forma explcita.

Largura (b) Pode definir-se a largura da cabea de beto igual ao banzo do perfil metlico ou ento indicar-se um valor. Ver o apartado Clculo de vigas mistas para mais informao sobre esta largura e a largura efetiva.

Separao (g) No caso de lajes de chapa com nervuras paralelas viga, pode fixar-se uma separao entre as chapas situadas em cada lado da viga, de forma a que se incremente a largura da nervura situada sobre el alma de a viga. De esta forma se facilita a colocao dos conetores de transverso.

Aps pressionar o boto Aceitar, selecione as vigas ou vigas de laje que pretende converter em vigas mistas. Caso selecione uma barra que seja um pilar, ou que no tem seo atribuda, ou uma seo que no de ao estrutural em forma de I ou H, no se ir criar a viga mista e aparecer uma mensagem indicando esse facto.

Na vista 3D da estrutura e em todas as listagens, todos os relatrios, etiquetas emergentes e desenhos em que aparea o nome da seo de uma viga mista, aparecer conjuntamente o nome da seo metlica com o da cabea de beto, por exemplo: IPE-300 + BET-60x16.

Para eliminar uma viga mista (e deix-la como uma viga metlica ou uma viga de laje metlica), utiliza-se a funo Sees e dados > Vigas Mistas > Eliminar

Para modificar uma viga mista, utiliza-se a funo Sees e dados > Vigas Mistas > Modificar. Ao selecionar seguidamente uma viga mista, aparece uma caixa de dilogo como a de Introduzir, porm s com aqueles dados (e desenho) que sejam aplicveis ao tipo de viga mista selecionado.

Vigas mistas e lajes

No caso de vigas mistas com lajes de chapa, a largura de apoio das chapas o banzo do seu perfil metlico, pelo que nos desenhos aparecer essa largura como a largura da viga.

No caso de lajes unidirecionais de vigotas ou lajes de painis alveolares, a largura do apoio das vigotas ou lajes de placas alveolares a largura da sua cabea de beto, pelo que nos desenhos aparecer essa largura como a largura da viga.

No caso de lajes macias, nos desenhos indica-se a largura da sua cabea de beto. Nessa largura, no se calcula armadura de reforos na laje, uma vez que a viga mista j tem a armadura que cobre os esforos dessa zona.

Consideraes adicionais e limitaes

A utilizao de vigas mistas em est sujeita s seguintes consideraes:

A alma da viga mista (eixo Yp) ser sempre perpendicular laje na qual se situa a sua cabea de beto. Na verificao de geometria verifica-se (e corrige-se) esta condio.

No se permite que o perfil metlico da viga mista seja de alma aligeirada (Boyd ou Cellular Beam), entre outros motivos porque no esto contempladas nas normas utilizadas (EN 1994-1-1 nem AISC 360-10) nem congruente com o modelo de vigas Vierendel comummente utilizado para estudar as vigas de alma aligeirada.

O programa no suporta vigas mistas de inrcia varivel.

No possvel realizar ligaes do em que intervenham vigas mistas.

No se permite que as lajes (unidirecionais ou macias) se apoiem na parte inferior de uma viga mista (laje suspensa), uma vez que implicaria inverter a viga mista (perfil metlico por cima e beto por baixo), algo no previsto neste tipo de elementos.

Podem existir conjuntos formados por vigas mistas. Nesse caso, todas as barras do conjunto tm a mesma seo de ao e a mesma cabea de beto.

Caso se altere o pr-dimensionamento de uma viga mista, esta perder a sua condio de viga mista, passando a ser uma viga metlica ou uma viga de laje metlica.

Caractersticas do beto das vigas mistas Atravs da funo Sees e dados > Vigas Mistas > Caractersticas pode-se definir as constantes mecnicas (mdulo de elasticidade ou de Young, coeficiente de Poisson e coeficiente de dilatao trmica) correspondentes cabea de beto das vigas mistas. Essas mesmas constantes, porm, para o perfil metlico da viga mista, obtm-se da base de dados de perfis.

O coeficiente redutor devido fluncia e retrao do beto e eficcia da conexo de corte, multiplica o mdulo de Young secante do beto, Ecm, para obter um mdulo de Young eficaz, Ec,eff. Um valor de 0,50 o valor pr-definido.

Como exemplo, para um coeficiente 0,50, a rigidez EIz de uma viga mista formada por: IPE 400 (E = 200 GPa, A = 84,5 cm2, Iz = 23.130 cm4)

Cabea de beto de 60x20 cm (Ecm = 27,26404 GPa, A = 1.200 cm2, Iz = 40.000 cm4)

:

Caso EI

Perfil metlico 46.260 kNm2

Cabea de Beto 10.906 kNm2

Viga Mista 126.524 kNm2

Fichas de lajes mistas de chapa Com o objetivo de poderem ser utilizadas adequadamente no mdulo de vigas mistas, adiciona-

se uma nova opo para descrever a posio dos conetores, indicando se a chapa tem um rigidificador longitudinal que impede a colocao dos conetores de transverso no eixo das nervuras.

Nesse caso, os conetores de transverso sero colocados em cada lado dessa nervura central de forma alternativa (em filas paralelas).

Bases de dados de parafusos, pernos de ancoragem e conetores de transverso

Bases de dados de conetores de transverso

A base de pernos de ancoragem da verso anterior passa a ser nesta verso a base de parafusos, pernos de ancoragem e conetores de transverso, para incluir estes ltimos, utilizados nas barras mistas.

S se incluem os conetores de transverso do tipo pernos lisos com cabea, que so soldados ao perfil metlico com parafusos com cabea e ponteiras de cermica das normas de produto EN ISO 13918 e a AWS D1.1/D1.1M.

O funcionamento da caixa de dilogo com estes elementos muito similar dos pernos de ancoragem, ainda que com as seguintes particularidades:

Existem trs famlias de conetores de transverso que sempre estaro presentes: Perno AWS D1.1 (sistema imperial de unidades), Perno AWS D1.1M (sistema mtrico ou SI de unidades) e Perno EN ISO 13918. Estas famlias podem modificar-se (exceto o seu nome) adicionando, modificando ou eliminando elementos ou materiais. Caso se elimine a famlia completa, o programa volta a cri-la com as suas caractersticas por pr-definidas ou definidas em normas de produto.

Podem adicionar-se novas famlias de conetores de transverso.

A cabea forma parte da prpria pea (no podem existir distintos tamanhos de cabea para um mesmo dimetro de haste) pelo que a ficha Cabea no se utiliza.

Para cada dimetro definem-se os seguintes dados:

Dado Descrio

Dimetro em mm Dimetro de clculo da haste, que sempre lisa.

Texto para caixas Texto identificativo do perno para as caixas de opes do programa.

Texto para desenhos Texto que aparecer nos desenhos de armadura

Dim. da cabea Define o dimetro da cabea, que sempre cilndrica.

Alt. da cabea Altura da cabea do perno.

Comp. mn. / mx. Fixa o comprimento de clculo mnimo e mximo de fabricao. Ainda que as normas de produto fixem estes parmetros, podem existir fabricantes com outros valores mnimos e mximos. Corresponde a l2 na

imagem.

Perda ao soldar a diminuio de comprimento do perno no processo de soldadura. Na imagem, corresponde a l1 l2.

Bases de dados de pernos de ancoragem em placas

Na base de pernos de ancoragem do tipo redondo nervurado, agora possvel indicar o tipo de ligao com a placa (com porcas, soldadura inferior ou soldadura superior). Em verses anteriores sempre se uniam com porcas.

Esta opo tem em considerao tanto os quadros de placas de ancoragem como na vista em modo slido a placa de ancoragem ou a listagem de fabricao.

BIM

Exportao de nomes para IFC Exportam-se para o formato Ifc os nomes das barras, lajes, muros, vigas de laje e sapatas, em uma nova propriedade criada com esse cometido e cujo nome TricalcName.

Exportao livre de propriedades para IFC Quando se exporta o modelo de Tricalc para IFC, atravs da funo Geometria>Modelo BIM>Criar modelo BIM, mostra-se a caixa de dilogo Opes de exportao para IFC. H que ter em considerao

que conta com novas opes que permitem incluir, no Ficheiro IFC exportado, novas propriedades que podem definir-se livremente.

Propriedades gerais para todo o projeto

A ficha Projeto permite definir propriedades livres que se iro incluir no nvel geral do projeto. A opo Exportar informao de projeto permite ativar ou desativar a exportao destas propriedades, que se incluiro num conjunto de propriedades com o nome que se indique na casa Nome do conjunto.

A lista de propriedades a incluir pode ser personalizada atravs dos botes Adicionar, Modificar e Eliminar.

Ao adicionar o modificar uma das propriedades, uma caixa de dilogo permite definir os seus dados: nome da propriedade, tipo de dado (texto, etiqueta, booleano, nmero inteiro, nmero real, URL ou data), nmero de decimais (para os nmeros reais) e valor da propriedade.

Propriedades gerais para toda a estrutura

A ficha Estrutura permite definir propriedades livres que se incluiro no nvel geral de a estrutura. A opo Exportar informao de estrutura permite ativar ou desativar a exportao destas propriedades, que se incluiro em um conjunto de propriedades com o nome que se indique na casa Nome do conjunto.

A lista de propriedades a incluir pode personalizar-se atravs dos botes Adicionar, Modificar e Eliminar, do mesmo modo descrito para as propriedades do projeto.

Propriedades gerais para cada tipo de elemento

A ficha Tipo Elemento permite definir propriedades livres que sero includas em cada um dos elementos de um determinado tipo (pilares, vigas, vigas equilbrio, sapatas, macios, etc.). A opo Exportar informao do tipo de elemento permite ativar ou desativar a exportao destas propriedades. Em cada um dos elementos, ir ser criado um conjunto de propriedades com o nome que se indique na casa Nome do conjunto.

A lista de propriedades a incluir pode personalizar-se atravs dos botes Adicionar, Modificar e Eliminar, do mesmo modo descrito para as propriedades de projeto.

A casa Cdigo de referncia permite indicar o cdigo do tipo de elemento que se pretende, segundo algum sistema de classificao standard (como Uniformat). O cdigo definido exporta-se na propriedade ItemReference, do grupo IfcClassificationReference.

Propriedades particulares para cada elemento

A ficha Elemento permite definir propriedades livres que sero includas em cada um dos elementos da estrutura (cada pilar, cada viga, cada laje, etc.). A opo Exportar informao do tipo de elemento permite ativar ou desativar a exportao destas propriedades. Em cada um dos elementos, ser criado um conjunto de propriedades com o nome que se indique na casa Nome do conjunto.

A lista de propriedades a incluir pode personalizar-se atravs dos botes Adicionar, Modificar e Eliminar, do mesmo modo descrito para as propriedades do projeto.

Ao adicionar ou modificar uma das propriedades, uma caixa de dilogo permite definir os seus dados: nome da propriedade e tipo de dado:

Nome de cada barra, sapata, laje, etc.

Material de cada elemento (beto, ao, etc.).

Pr-dimensionamento (srie e seo).

Nmero do elemento.

Sapatas IfcFooting Lem-se do Ficheiro Ifc as entidades do tipo IfcFooting, salvo as do tipo STRIP_FOOTING que correspondem a sapatas corridas e que alguns programas (por exemplo Autodesk Revit) utilizam para exportar as sapatas de muros. No se adicionam opes para a criao de sapatas assim importadas, porm adicionam-se opes no filtro de importao para criar ou no criar as sapatas e para v-las ou no.

Quando uma classe IfcFooting contenha um pilar que nasa dela, o n do pilar ser considerado como encastrado e definir-se- uma sapata nele. Se da classe IfcFooting nascem vrios pilares o programa criar uma laje de fundao em lugar de uma sapata.

Exportao Ifc de bacos ressaltados Incorporaram-se este tipo de elementos na exportao para o formato Ifc.

Cdigos de referncia e conjuntos nas propriedades Ifc Modificou-se a caixa de dilogo de opes de exportao para o formato Ifc. So quatro novas fichas: Projeto, Estrutura, Tipo de elemento e Elemento. Nelas o utilizador pode, opcionalmente, definir as propriedades e o cdigo de referncia que se adicionar aos elementos que se exportem para Ifc. As propriedades definidas no separador Projeto associam-se entidade IfcBuilding.

A propriedades definidas na ficha Estrutura sero associadas a todas as entidades que se exportem.

As propriedades da ficha Tipo de elemento sero associadas dependendo do tipo de elemento que se exporta.

As propriedades do ficheiro Elemento dependendo do elemento. O Cdigo de referncia dependen do tipo de elemento.

Clculo

Clculo de esforos

Renumerao automtica da estrutura

Se ao modelar ou calcular os esforos da estrutura, esta no estava renumerada, aparecia uma mensagem advertindo para esse facto. Desde esta verso, pode, opcionalmente, fazer com que o programa renumere nesse momento a estrutura e siga posteriormente com a modelao e o clculo que se estava realizando.

Vigas mistas e vigas de laje metlicas debaixo da laje

Ainda que visualmente ambos tipos de elementos so idnticos, seu comportamento estrutural e sua incidncia no clculo de esforos realizado pelo programa so muito diferentes. Podemos dizer que a viga de laje metlica um caso de viga mista em que a eficcia da conexo de corte nula, e portanto, beto e ao laminado deixam de trabalhar em conjunto.

Em ambos os casos, ao montar a matriz de rigidez da estrutura para o clculo de esforos, haver que somar os elementos finitos que modelam a laje (idnticos em ambos os casos) e os elementos de barra que modelam a viga de laje metlica ou a viga mista.

Se nos centramos na rigidez flexo, EIz, tomando como exemplo uma viga mista formada por:

IPE 400 (E = 200 GPa, A = 84,5 cm2, Iz = 23.130 cm4)

Cabea de beto de 60x20 cm (Ecm = 27,26404 GPa, A = 1.200 cm2, Iz = 40.000 cm4)

Temos (com um coeficiente de reduo por retrao, fluncia e eficcia da conexo igual a 0,50):

Caso EI

Perfil metlico 46.260 kNm2

Cabea de Beto 10.906 kNm2

Viga Mista 126.524 kNm2 Ou seja, tendo em considerao que a rigidez da laje j foi introduzida atravs dos elementos finitos, soma-se a seguinte rigidez:

Se a barra uma viga mista, soma-se a rigidez 126.524 kNm2 10.906 kNm2 = 115.618 kNm2

Se a barra uma viga de laje metlica, soma-se a rigidez do IPE, 46.260 kNm2

Quando se consultam os resultados da anlise (listagem de solicitaes ou grfico de momentos, por exemplo) h que ter as seguintes consideraes:

No caso de vigas de laje metlicas, ao no ter um trabalho conjunto entre beto e ao laminado, os resultados de cada material so independentes: os das funes de listagem de esforos e os diagramas de esforos da barra so os utilizados para o seu dimensionamento, enquanto que as tenses da laje se utilizam para a sua armadura.

No caso de vigas mistas, os resultados das listagens de esforos ou diagrama de esforos da barra so s uma parte das solicitaes de dimensionamento da viga mista: falta adicionar a parte correspondente s tenses da zona da laje correspondente cabea de beto. Pode consultar-se essa soma no relatrio de Beto e Mistas uma vez calculadas e armadas as vigas de beto e mistas.

Tambm existem diferenas substanciais no clculo da prpria laje macia de beto.

No caso de vigas de laje metlicas, estas no aparecem refletidas nos desenhos, e o programa calcula a armadura de reforo na zona da laje situada sobre a viga de laje, a partir dos esforos da laje.

No caso de vigas mistas, estas aparecem refletidas nos desenhos com a largura da sua cabea de beto, e o programa no calcula a armadura de reforo na zona da laje situada nessa largura, porque a armadura de uma viga mista j tem em considerao os esforos da laje nessa zona.

Verificao das combinaes automticas

Aps o clculo de esforos, comprova-se se existem combinaes vlidas para os materiais e estados da estrutura atual. Evita-se que todos os coeficientes de majorao estejam a zero por um erro, por exemplo. Em caso de se detetar algum problema, mostra-se uma mensagem descrevendo o problema.

Representao automtica de relatrio de erros de verificao Aps finalizar as funes de verificao ou armadura dos elementos, representa-se a relao de erros, sem necessidade de solicitar a funo que mostra esses erros. Esta funcionalidade aplicvel a todas as funes de dimensionamento, verificao e comprovao de barras, lajes, paredes, fundaes, ligaes

Caso se calculem vrios tipos de elementos em uma s vez (por exemplo, ao calcular o dimensionamento de barras tambm se calculam as vigas mistas, ou ao calcular as sapatas tambm se calculam os macios), s aparecer o relatrio de erros de um deles.

Esperas de pilares sobre paredes resistentes Desde esta verso, calculam-se as esperas de pilares de beto que nascem na parte superior de uma parede resistente de beto. As esperas ancoram-se na parede em prolongamento reto, sem colocar dobras.

Para que estas esperas se possam calcular:

No deve existir pilar debaixo (no interior da parede), nem sequer fictcio.

A seo do pilar no pode sobressair espessura da parede (nesse caso, o lgico que exista um pilar debaixo a modo de pilastra)

Se existe uma viga no coroamento da parede, as esperas do pilar realizam-se nessa viga, no na parede.

Vigas Mistas Para detalhes especficos do clculo de vigas mistas referentes normativa utilizada, ver o Manual de Normas.

Dado que as vigas mistas contam com armadura na cabea de beto, unido ao facto de em um mesmo prtico e planta poderem concorrer vigas mistas e vigas de beto armado, algumas das funes de clculo de vigas mistas do programa so comuns s das barras de beto armado. Ainda assim, caso disponha deste mdulo , necessrio dispor do mdulo de barras de beto armado.

Para calcular e armar as vigas mistas, existe um submenu Vigas Mistas dentro do menu de clculo. Em todo o caso, se na estrutura existirem vigas mistas e barras de beto armado, estas sero calculadas conjuntamente, independentemente de se utilizar a funo de clculo de armadura de barras ou a de clculo de vigas mistas. Este facto fica assinalado com a seguinte mensagem:

No entanto, so independentes as listagens e grficos de erros das barras de beto e das vigas mistas.

Prticos

Muitos dos clculos a serem feitos nas vigas mistas, particularmente o clculo do comprimento efetivo de uma cabea de beto, o grau mnimo de eficincia da conexo transversal a ser considerada e o dimensionamento dos conectores transversais, depende de uma correta identificao dos vos.

Portanto, se uma viga principal localizada entre dois pilares dividida em sees para suportar vigas secundrias (algo muito comum nas lajes de chapa metlica), altamente recomendvel que essas vigas principais faam parte de um prtico de Tricalc.

Materiais

As vigas mistas utilizam os materiais definidos na funo Clculo> Materiais ..., pelo que:

O beto e as armaduras so os definidos para vigas e diagonais na ficha Beto Armado.

O ao estrutural do perfil metlico definido para barras na ficha Ao Estrutural. No se pode definir um tipo de ao diferente deste, algo que pode ser feito em barras de ao no mistas atravs das opes particulares de comprovao de sees.

O tipo, a famlia e o material dos conectores transversais so definidos na ficha conectores transversais.

Os dados a serem definidos para os conectores transversais, oriundos da base de dados descrita no apartado Base de Dados de Conetores de transverso, so:

Dado Descrio

Tipo de conetor Atualmente, com base em dados de conectores transversais, apenas se incluem pernos do tipo liso (espargos) com cabea, os quais so soldados ao perfil metlico com pinos de cermica (pinos roscados e terminais de cermica).

Famlia Permite selecionar qualquer uma das famlias de conectores transversais armazenados na base de dados. O programa fornecido com as normas de produto correspondentes EN ISO 13918, AWS D1.1 e AWS D1.1M.

Tipo de ao Permite selecionar qualquer um dos tipos includos na base de dados correspondente famlia selecionada. O limite elstico e a resistncia trao do tipo selecionado so mostrados na caixa.

Segurana Permite definir o coeficiente parcial de segurana ao esforo rasante. Na norma europeia EN 1994-1-1 , por predefinio, V = 1,25. Na norma

americana AISC 360-10 , por predefinio, v = 0,65.

Opes de comprovao e dimensionamento

As opes de dimensionamento de barras em verses anteriores passam a denominar-se Barras de Beto e Mistas e passam a ser comuns para os dois tipos de elementos

.

As opes referentes parte de beto armado so as mesmas que as das vigas de beto, tendo em considerao que:

As vigas mistas com cabea de beto formada por uma laje de chapa, s tem armadura longitudinal superior: no tm nem armadura inferior nem estribos.

A fissurao s se estuda na face superior.

Adicionou-se a ficha Vigas mistas, onde se englobam as opes referentes a estes elementos que no tm aplicao nas barras de beto armado.

Dado Descrio

Eficcia da conexo Fixa a percentagem de eficincia de uma conexo transversal entre beto e ao estrutural. As normas estabelecem um mnimo para uma viga ser considerada como mista. Esse mnimo considerado pelo programa ao calcular a viga mista e vem refletido no relatrio de barras de Beto e Mistas correspondente. Tambm possvel definir uma conexo de corte como completa, o que equivale a uma percentagem de eficcia 100%.

Soldadura No caso de vigas mistas com lajes de chapa, necessrio definir como os conectores so soldados ao perfil de metal: seja atravs da chapa (somente possvel com espessuras no muito grandes) ou diretamente no banzo do perfil (porque a chapa tem perfuraes que permitem coloc-la aps a soldagem dos conectores)

Dimetro min / mx Define o dimetro mnimo e mximo da haste dos conectores a serem usados. A lista de dimetros preenchida a partir da famlia de conectores atualmente selecionados em Clculo> Materiais, ficha Conectores Transverso.

Mdulo altura Fixa o mdulo de altura para os conetores de transverso.

Mdulo separao Fixa o mdulo da separao longitudinal entre eixos de conetores de transverso, exceto no caso de vigas mistas com laje de chapa metlica ortogonal, em cujo caso, o mdulo de separaes ser a distncia entre eixos das nervuras da chapa metlica.

Nmero por fila Permite indicar o nmero mximo de conetores por fila. No caso de lajes de chapa paralela viga, s se permite um conetor por fila.

Minimizar nmero Permite priorizar a utilizao de menos conetores mas de dimetro maior face utilizao de mais conetores mas de menor dimetro

Viga apoiada Permite indicar se a viga (ou a laje) fica apoiada em prumos at ao endurecimento do beto (e portanto at que a viga trabalhe como mista). Esta opo tem incidncia no clculo da flecha da viga mista.

Clculo flexo

O clculo dos momentos resistentes da seo mista, tanto em flexo positiva como em flexo negativa, baseia-se no programa no comportamento plstico da seo, no qual os materiais trabalham seguinte tenso (ver mais detalhes no Manual de Normas):

O beto comprimido trabalha com tenso 0,85fcd (0,85fc em norma americana)

O beto em trao desprezado

O ao estrutural, em trao ou compresso, trabalham com tenso fyd (Fy na norma americana)

As armaduras, em trao ou compresso, trabalham com tenso fsd (Fsr na norma americana). S se considera a armadura em compresso se estiver confinada atravs de estribos.

A chapa das lajes de chapa despreza-se no programa.

Para que essa assuno seja correta, as normas utilizadas no programa exigem o cumprimento de alguns requisitos (para mais informao, ver o Manual de Normas):

O perfil metlico deve permitir a sua comprovao, a nvel de seo, com uma distribuio plstica de tenses. Nos Eurocdigos Estruturais implica que a seo seja de classe 1 ou 2, enquanto que na norma AISC 360-10 implica que a seo seja compacta o no esbelta.

A armadura deve ter suficiente ductilidade. Nos Eurocdigos Estruturais implica que tenham de ser da classe B ou C; na EHE ou EHE-08 implica que sejam do tipo SD.

Para ter em considerao o grau de eficcia da conexo de corte, limita-se a profundidade da cabea de compresso de beto ou a trao nas armaduras.

Clculo ao transverso e torso

Em geral, a resistncia ao transverso e torso das vigas mistas, de acordo com as normas utilizadas, so resistidos pelo perfil de ao estrutural, de acordo com o estabelecido na EN 1993 ou na AISC 360.

Unicamente, no caso da cabea de beto poder ter estribos (o que no programa ocorre quando a laje no uma laje de chapa), a torso reparte-se entre o perfil metlico e a cabea de beto em funo da sua rigidez relativa torso.

Clculo ao esforo rasante: conetores de transverso

Os conetores de transverso so os encarregados de transmitir o esforo rasante (transverso horizontal paralelo viga) entre a cabea de beto e o perfil metlico. Portanto, so imprescindveis para poder considerar uma ao mista da seo.

Para determinar a resistncia de um conetor segue-se o indicado nas normas utilizadas, que a calculam como o mnimo entre a resistncia do ao do conetor e a resistncia por plastificao no beto.

A distribuio dos conetores ao longo da viga realiza-se com base nos seguintes pressupostos:

As normas permitem uma repartio uniforme dos conetores ao longo de cada tramo de viga em estudo, para o que necessrio que a conexo seja dctil. Este o critrio adotado pelo programa, para verificar que a conexo possa ser dctil.

Os tramos em estudo estabelecem-se entre as sees crticas estabelecidas nas normas: sees de momento mximo (positivo ou negativo), extremos da barra e sees em que deixe de ter momento positivo ou negativo.

De acordo com as normas, o esforo rasante total a transmitir calcula-se com critrios de capacidade, ou seja, em base da mxima compresso ou trao resistente da cabea de beto, tendo em considerao o grau de eficcia da conexo de corte estabelecida. Este critrio certamente muito conservador, porque independente dos esforos aos que est submetida a viga.

No relatrio de barras de beto e mistas detalha-se, em cada seo, o esforo rasante de clculo estabelecido com estes critrios e o esforo rasante resistente aportado pelos conetores atualmente colocados.

Devido a que a largura eficaz da cabea de beto ser maior que a zona de ao dos conetores, as normas europeias estabelecem a necessidade de uma armadura horizontal e perpendicular viga que absorva esse transverso.

No caso da cabea de beto ter estribos (ou seja, quando no se trata de uma laje de chapa), so os ramos horizontais desses estribos os encarregues de resistir a esse transverso.

No caso de lajes de chapa, o programa no coloca nenhuma armadura especfica. O habitual resolver com a armadura de distribuio da laje de chapa, com base na quantia (em cm2/ml) que se indica no Relatrio de barras de beto e mistas.

Clculo ao fogo

Em situao de incndio, avalia-se a resistncia da seo tendo em considerao a perda de resistncia dos materiais (beto, ao estrutural, armaduras e conetores de transverso) devido temperatura alcanada em cada ponto da seo.

As opes relativas ao fogo das vigas mistas, estabelecem-se de acordo com o seguinte critrio:

A opo de Clculo ao fogo ativado e o tempo em minutos a resistir em situao de incndio, indicam-se na ficha Vigas.

O isolamento da parte de ao estrutural indica-se no apartado de vigas de ao, com a salvaguarda de que, em vigas mistas, se assume sempre que a opo S trs faces expostas est ativada.

O isolamento da cabea inferior, estabelece-se na ficha Lajes no caso da viga mista ser do tipo Cabea retangular de beto, e da ficha Lajes de chapa no caso de vigas mistas desse tipo.

A armadura e conetores resultantes do clculo sero os mximos entre a situao normal e a situao com fogo. No relatrio de barras de beto e mistas detalha-se a quantia de armadura e conetores necessrios em ambas as situaes.

Ver o Manual de Normas para mais informao.

Mtodos de Clculo Manuais e Automatizados

O mtodo de clculo utilizado em Tricalc.21 no se encontra limitado habitual situao de obrigatoriamente ter de considerar as vigas mistas como bi-apoiadas. Esse processo habitual em clculos manuais ou em programas antigos e em folhas de clculo pois simplificam imenso o clculo mas limitam fortemente as opes do projetista (somente vigas mistas bi-apoiadas). Com Tricalc.21 o projetista tem a liberdade de optar por outras solues estruturais, pois Tricalc ir calcular e dimensionar as armaduras necessrias para as vigas mistas poderem trabalhar com momentos fletores negativos. Permite-se assim modelar e dimensionar vigas mistas para grandes superfcies industrias ou comerciais e para projetos de reabilitao.

Sees de ao, alumnio e madeira

Relatrio de deformaes entre 2 pontos definidos

Na caixa de dilogo da funo Resultados > Listagens > Ao ou Alumnio ou Madeira > Flecha entre 2 pontos aparece um novo boto Elaborar Relatrio que permite enviar para um Ficheiro em formato .docx ou .pdf o contedo da caixa de dilogo.

Paredes resistentes

Quantia mnima

A quantia mecnica mnima de trao simples ou composta das normas espanholas EHE e EHE-08 s se aplicar, desde esta verso, se o axial de trao de clculo maior do que a resistncia trao do beto, Acfct,d. O resto das normas suportadas pelo programa no aplicvel uma vez que no se exige uma quantia mecnica mnima em el caso trao simples ou composta.

Em todo caso, sempre respeitada da quantia geomtrica mnima estabelecida em todas as normas.

Resultados Listagens

Relatrios

Relatrio de barras de beto e mistas

Nesta verso cria-se um novo relatrio de Barras de Beto e Mistas, que amplia as capacidades da listagem de Peritagem de Barras para as vigas e pilares de beto armado (que se mantm no programa) alm de incluir a informao referente s vigas mistas. No caso de solicitar uma listagem de peritagem de uma viga mista, aparece na prpria listagem uma mensagem indicando que no est disponvel para as vigas mistas e que se solicita o relatrio em seu lugar.

Ao solicitar o relatrio aparece uma caixa de dilogo idntica de outros relatrios:

Como particularidade deste relatrio (e que no tem a listagem de peritagem), a informao do formato Resumido diferente da dos formatos completos:

No caso de pilares de beto armado, no formato resumido s aparece a informao referente combinao mais desfavorvel (combinao pssima), enquanto que nos relatrios completos, aparece tambm a informao das combinaes de mxima compresso, mxima trao e mxima flexo em cada eixo e um grfico com as superfcies de interao N My Mz.

No caso de vigas mistas, nos formatos completos aparecem grficos com o diagrama de traes e compresses da seo e, em caso de incndio, grficos da temperatura e coeficiente redutor da resistncia ao longo da seo.

(147,68; 2,95; 9,52)

(86,62; 1,73; 5,58)

My

N+

N-

Mz

(147,68; 2,95; 9,52)

(86,62; 1,73; 5,58)

My

N+

N-

Mz

(147,68; 2,95; 9,52)

(86,62; 1,73; 5,58)

My

N+

N-Mz

(147,68; 2,95; 9,52)(86,62; 1,73; 5,58)

MyN+N-

Mz

Descrio do relatrio de vigas mistas

Dados iniciais

Os exemplos mostrados de seguida correspondem aos Eurocdigos Estruturais. No caso de utilizar a norma americana AISC 360-10 altera-se ligeiramente a nomenclatura, porm os dados mostrados so essencialmente os mesmos.

Na parte inicial do relatrio de uma viga, indica-se a sua seo (tanto do perfil metlico como da cabea de beto) e, caso se tenha comprovado ao fogo, o tipo e as espessuras de isolamento tanto do perfil metlico como da cabea de beto.

Seguidamente indicam-se alguns parmetros globais da viga mista:

Na norma europeia, o coeficiente de eficcia da conexo de corte, a largura eficaz da cabea de beto, limitam-se com base no comprimento entre pontos de momento nulo, Le, que o programa calcula a partir do diagrama de momentos do vo. Na norma americana, a largura eficaz da cabea de beto, limita-se com base no comprimento total do vo, L.

Mostra a classe da seo de ao, e caso cumpra as limitaes impostas ao modelo de clculo utilizado.

Na norma europeia limita-se a um mximo de 2,5 a relao entre o momento plstico positivo resistente da seo mista e o momento plstico resistente da seo metlica isolada. No relatrio mostra-se essa relao e se cumpre essa limitao.

Esforos normais

Nesta parte do relatrio estuda-se a resistncia a esforos normais (axial e momento), tanto em flexo positiva como negativa e, se o fogo est ativo, em situao normal e de incndio.

Nas vigas mistas, as armaduras superiores e inferiores estaro normalmente tracionadas no caso de flexo negativa. No caso de flexo positiva, se o tipo de viga mista permite a colocao de estribos, estas armaduras estaro comprimidas e calcular-se- a armadura de compresso necessria. Porm, se o tipo de viga mista no permite colocar estribos, no se ter em considerao a armadura comprimida nem se calcular essa armadura.

Se o relatrio for completo, tambm aparecer uma imagem com a fora de trao (em vermelho) ou compresso (em azul) por unidade de altura na seo de momento mximo (negativo ou positivo). De referir que em flexo positiva, ainda que toda a parte de beto se situe por cima da fibra neutra, s se considera a compresso de uma parte do mesmo, para ter em considerao o coeficiente de eficcia da conexo de corte. Se a conexo de corte fosse completa, ter-se-ia em considerao a compresso em todo o beto situado acima da fibra neutra.

Na comprovao com fogo, adiciona-se uma tabela com a temperatura alcanada em zonas significativas da seo e com o coeficiente redutor da resistncia em funo dessa temperatura e material.

Se o relatrio for completo, tambm aparecer uma imagem com a fora de trao (em vermelho) ou compresso (em azul) por unidade de altura na seo de momento mximo (negativo ou positivo) afetada do coeficiente de reduo por ao da temperatura. Tambm aparece a temperatura alcanada em cada ponto da seo, e o coeficiente redutor da resistncia em funo dessa temperatura.

Fora por unidade de altura

Eixo neutro plstico

Fora por unidade de altura

Eixo neutro plstico

Fora por unidade de altura

Eixo neutro plstico

Esforos tangenciais

Nesta parte do relatrio indica-se a comprovao ao transverso vertical, torso e aos efeitos combinados de transverso e torso, tanto em situao normal como com fogo.

Conetores de transverso

Nesta parte do relatrio estuda-se a comprovao ao esforo rasante entre perfil metlico e cabea de beto, que devem proporcionar os conetores de transverso, tanto em situao normal como de incndio.

Na primeira tabela indica-se a resistncia de cada conetor isolado, devido resistncia do prprio conetor como por plastificao do beto, e tendo em considerao os diferentes coeficientes redutores dependentes de cada norma e situao geomtrica.

Em caso de incndio adiciona-se a temperatura alcanada nos conetores e no beto situado junto a eles, e os correspondentes coeficientes redutores da sua resistncia, tendo em considerao que nos conetores, este fator ku, = fu. / fy. cujo valor mximo 1,25.

Seguidamente realiza-se a comprovao ao longo da viga do:

Esforo rasante horizontal, a ser resistido pelos conetores, tanto em situao normal como com fogo

Esforo rasante transversal (somente no caso da norma europeia) a ser resistido pelos estribos, em situao normal. Em caso de vigas mistas com lajes de chapa, no existem estribos, pelo que

Fora por unidade de altura Temperatura Fator redutor k,teta

Eixo neutro plstico

Fora por unidade de altura Temperatura Fator redutor k,teta

Eixo neutro plstico

unicamente se indica a armadura horizontal e perpendicular da viga necessria (normalmente assumida pela armadura de distribuio da laje de chapa).

Utilizao de outros tipos de conetores de corte

Nos casos em que se pretendam utilizar outros tipos de conetores de casas comerciais, pode utilizar-se o valor da rasante de clculo por metro de viga, VEd, para definir os novos conetores. Para ese efeito, basta dividir este valor pela resistncia unitria de um conetor (PRd para EN 1994 ou Qn para AISC 360) para obter o nmero de conetores por metro necessrios.

Na Europa, estes conetores devem vir certificados por um Documento de Idoneidade Tcnica Europeu (DITE), em ingls European Technical Approval (ETA), expedido pela European Organisation for Technical Approvals (EOTA), onde se especificam, entre outras informaes, os requisitos geomtricos que devem cumprir-se.

Exemplo de obteno do valor do PRd e requisitos geomtricos

Relatrio de fogo de vigas mistas

No relatrio de Fogo j existente, adiciona-se a informao referente comprovao ao fogo das vigas mistas. Nas opes deste relatrio, adicionou-se, no apartado de vigas, uma opo para ativar ou desativar a parte do relatrio referente a vigas mistas.

No relatrio completo, alm de indicar as caractersticas dos isolantes definidas tanto para o perfil metlico como para a cabea de beto (que pode ser diferente se esta retangular ou em uma laje de chapa), para cada barra indica-se:

A espessura e superfcie de isolamento a colocar tanto no perfil metlico como na cabea de beto.

A temperatura alcanada no perfil metlico, a face inferior do beto e as armaduras.

Se cumpre ou no.

Listagem de Geometria / barras Nesta verso incrementou-se a informao desta listagem quando solicitada em formato Completo. Alm disso informao que aparece no formato Resumido (que no muda relativamente a verses anteriores), adiciona-se o pr-dimensionamento e o GUID (identificador nico global, utilizado para identificar univocamente um elemento em um modelo BIM).

Medies

Preo do ao estrutural

Na caixa de dilogo de Preos introduz-se agora o preo do ao estrutural de vigas, pilares e diagonais.

Este valor utiliza-se na seo de Ao laminado do relatrio de Medies, onde agora, alm dos kg de ao, aparece o seu valor.

Medio das vigas mistas

O beto e armaduras das vigas mistas sero medidas conjuntamente com a medio do resto das barras de beto.

O ao estrutural mede-se exatamente da mesma forma que qualquer outra barra de ao estrutural.

Na medio do ao estrutural (tanto na listagem como no relatrio) aparece uma nova tabela Conetores de transverso para a medio dos mesmos. Para poder medir os conetores de transverso ser necessrio que esteja calculada a tabela global de fabricao. Se no estiver calculada aparecer uma advertncia.

Relatrio de medies de paredes resistentes de beto

Na parte de paredes resistentes de beto, incluem-se ttulos de novos captulo que identificam o plano, parede ou sapata a que corresponde cada apartado do relatrio de medio.

Ainda assim, se o relatrio do tipo Completo, separa-se em tabelas independentes a medio da armadura base da parede (horizontal, vertical, estribos e reforos do contorno) da medio das armaduras de reforo (reforos superiores, inferiores e laterais, no caso em que existam na parede).

Resultados Planos

Armadura de vigas de beto e mistas

Comprimento mximo de vares de armadura

Quando em Resultados Desenhos > Armaduras > Opes, selecionamos Aplicar tambm montagem, desde esta verso realiza-se a ligao dos vares de montagem em casos em que anteriormente no era possvel:

Quando uma das barras tenha erros de armadura e a outra no.

Quando as barras tenham distinta armadura de pele.

Une-se a armadura de montagem superior de duas barras ainda que a armadura inferior seja distinta ou o dimetro dos vares seja diferente. Como consequncia, pode suceder que a mesma armadura de montagem superior cubra vrias barras enquanto que nesse mesmo tramo, existam vrias armaduras de montagem inferiores. Esta situao obriga a que, neste caso, o retoque das armaduras de montagem tenha de ser feito por separado para a armadura superior e inferior.

Neste exemplo, a armadura superior cobre duas barras (barras 1 e 2 - viga V1))

Definio de pontos de corte da armadura

Atravs da nova funo Resultados Desenhos / Armaduras / Retocar / Vigas: Pontos de corte de armaduras, podem-se definir pontos nos quais se poder emendar a armadura no caso em que supere o comprimento mximo estabelecido nas opes. Os pontos assim definidos sero utilizados pelo programa se, com os pontos em que at agora se cortava a armadura, no for suficiente para que os vares no superem o comprimento mximo permitido.

Durante o processo de definio destes pontos de corte, os j definidos desenham-se em ecr atravs de umas tesouras de cor vermelha:

Para definir um ponto, selecione a opo pretendida e pressione o boto Introduzir >>. Seguidamente pressione com o boto primrio do rato encima do varo de montagem ou reforo a cortar. Os pontos a definir podem ser:

No eixo do pilar. Pode-se definir uma distncia (positiva para a direita, negativa para a esquerda) para deslocar esse ponto relativamente ao eixo do pilar.

No centro do vo

Na origem ou final do vo. Pode-se definir uma distncia (positiva) para deslocar esse ponto para o interior do vo.

Atravs do boto Eliminar >> pode-se eliminar um determinado ponto de corte.

Atravs do boto Eliminar todos, eliminam-se todos os pontos de corte definidos em TODA a estrutura.

Ter em considerao que os pontos de corte definidos so permanentes: no se perdem ainda que se volte a calcular a armadura da estrutura ou ainda que se modifique a sua geometria.

Armadura de vigas mistas As armaduras das vigas mistas obtm-se de forma conjunta ao do resto das barras de beto. A nica diferena est em que aparece uma nova linha sobre a viga a indicar os conetores de transverso dispostos.

Para esse efeito, em Resultados Desenhos > Armaduras > Opes, define-se na nova opo Texto identificativo para conetores de transverso em vigas mistas, a letra que os designa, que um T por predefinio.

Acresce, que no quadro de materiais se acrescenta tambm a famlia e material dos pernos de transverso.

Retoque de armadura de vigas mistas

Tanto a montagem como os reforos ou estribos das vigas mistas retocam-se de igual forma que nas vigas de beto armado, com as seguintes particularidades:

As vigas mistas com lajes de chapa no deveriam possuir armadura inferior (nem montagem nem reforos) nem estribos, ainda que o programa no impea a sua colocao atravs as funes de retoque.

As vigas mistas com cabea retangular de beto, calculam-se sempre com armadura de montagem superior e inferior e com estribos, porm as funes de retoque no impedem a eliminao da montagem inferior e dos estribos.

Retoque dos conetores de transverso

Dentro das funes de retoque, adiciona-se uma para a edio dos conetores das vigas mistas. Ao selecion-la, aparecer a seguinte caixa de dilogo:

Atravs dela, pode-se modificar:

Dado Descrio

N Conetores Fixa o nmero de conetores por fila, que sero 1 ou 2, exceto no caso de lajes de chapa com nervuras paralelas viga mista, em cujo caso s se permite um conetor por fila.

Sep. Transversal Quando se fixam dois conetores por fila (ou quando a laje de chapa com nervuras paralelas viga mista nos quais existe um rigidificador que obriga a colocar os conetores lado a lado), define a distncia entre eixos de colunas de conetores.

Dimetro Define o dimetro nominal dos conetores.

Altura Define a altura de clculo do conetor (desde o banzo da viga at parte superior da sua cabea)

Sep. Longitudinal Fixa as separaes entre filas de conetores nos trs tramos permitidos em uma viga.

Comprim. tramo Fixa os comprimentos de at trs tramos em que se pode dividir a viga. A soma dos comprimentos deve coincidir com o comprimento total da

viga, que fica indicada na parte superior da caixa.

Desenhos

Preenchimento de pilares

Na caixa de opes de desenhos adicionou-se a opo Desenhar legenda explicativa dos pilares (associada j existente Preencher elementos seccionados diante). Quando se ativa, aparece nos desenhos uma legenda com o significado do tipo de preenchimento realizado.

Existem dois modelos de preenchimentos / sombreados (A ou B). Seleciona-se o pretendido na lista situada direita da opo anterior. Junto lista existe um boto () que mostra ambos os modelos.

Em verses anteriores utilizava-se sempre o modelo A. Se pretende alterar um modelo em um determinado desenho, deve-se selecionar o modelo pretendido e seguidamente recalcular o desenho.

Alados de estruturas metlicas

No clculo dos desenhos com pilares metlicos, uma nova opo Pilares metlicas que atravessam alados, permite que o desenho seja calculado seguindo este critrio, interrompendo o desenho das vigas.

Lajes fung. aligeiradas e lajes macias

bacos ressaltados (capitis)

Nos desenhos, representa-se o valor da altura dos bacos ressaltados (H:45cm) desenhando-se dentro do capitel, em vez de por debaixo, como se fazia at agora.

Desenho de armaduras de bacos

Ao desenhar as lajes fung. aligeiradas e lajes macias, situa-se o desenho da armadura dos bacos longe do pilar, tentando evitar que se sobreponha a armadura do baco com a armadura de punoamento.

A funo Resultados Desenhos > Desenhos > Fung. Alig.-Macia > Mover armadura permite agora mover tambm a posio em que se desenham os vares dos bacos.

Cotagem de bacos

Na caixa de dilogo Resultados Desenhos > Desenhos > Opes > Fung.Alig.-Macia adiciona-se nesta verso a opo Desenhar cotagem de bacos. Com esta opo ativada desenham-se as dimenses dos bacos e cota-se o baco ao centro do pilar inferior, ou se no existir pilar inferior, ao superior. Quando o baco se tenha situado entre duas ou mais lajes com direes de armadura distintas, os lados do baco no sero todos paralelos ou perpendiculares entre si, pelo que no se desenham as cotas.

Armadura de punoamento

No desenho da armadura de punoamento dos bacos e lajes, quando dois ramos longitudinais sejam colineares e a sua armadura seja idntica, unem-se as armaduras longitudinais em uma s para os dois ramos.

O desenho da seo dos ramos pode-se mudar de posio nesta verso, utilizando a funo Resultados Desenhos > Desenhos > Mover seo.

Tabela de materiais de lajes unidirecionais

Na tabela de lajes unidirecionais e de chapa que se representam nos desenhos, adicionam-se trs novas linhas com a informao relativa aos materiais das lajes unidirecionais e lajes de chapa: agora indica-se o tipo de ao das lajes de chapa, o tipo de beto in situ e o tipo de ao das armaduras colocadas in situ.

Esta nova informao tambm se adiciona, nesta verso, ao relatrio de dados de clculo, no apartado de materiais de lajes unidirecionais.

Vrios

Ordenao de desenhos Nas funes em que aparece uma lista de desenhos para selecionar (por exemplo, na listagem de aes em plano), os planos apareciam at agora pela ordem em que foram criados. Desde esta verso aparecem primeiro os planos cota dada (da menor para a maior cota) e logo o resto, em ordem alfabtica.

Aspetos geraisNovo menu estilo friso ou ribbonComo ativar o novo friso de opesComo ativar a antiga barra de menusPrincipais alteraes no novo frisoMenu FicheiroMenu EdioMenu Resultados

Barra de ferramentas de acesso rpido

Novo Mdulo Tricalc 21: Vigas mistas de ao e betoConfigurao de mdulos do TricalcCampo de aplicaoConceitos bsicos sobre vigas mistasRigidez equivalente e eficcia da conexo de corteVigas mistas em flexo negativaLargura eficaz da cabea de beto

NormasOrganizao das vigas mistas no programa

Janela-VisualizaoNmeros de ns secundriosEtiquetas emergentesFiltros de visualizao para etiquetas emergentesEtiquetas emergentes de aesEtiquetas emergentes em paredes resistentes

Funo Orbitar

GeometriaSeleo mltipla de barrasInformao dos limites do Tricalc LTTamanho mnimo de aberturas em lajesDiafragma rgido e lajes unidirecionaisConjuntosNova funcionalidade da caixa de conjuntosFogo em conjuntos

Verificao de Geometria

AesAes ssmicasAes do terreno sobre paredes resistentesAes superficiais em planos

Sees e Bases de dadosSimetria relativamente a Yp em vigas de lajeDefinio, modificao e eliminao de vigas mistasVigas mistas e lajesConsideraes adicionais e limitaes

Caractersticas do beto das vigas mistasFichas de lajes mistas de chapaBases de dados de parafusos, pernos de ancoragem e conetores de transversoBases de dados de conetores de transversoBases de dados de pernos de ancoragem em placas

BIMExportao de nomes para IFCExportao livre de propriedades para IFCPropriedades gerais para todo o projetoPropriedades gerais para toda a estruturaPropriedades gerais para cada tipo de elementoPropriedades particulares para cada elemento

Sapatas IfcFootingExportao Ifc de bacos ressaltadosCdigos de referncia e conjuntos nas propriedades Ifc

ClculoClculo de esforosRenumerao automtica da estruturaVigas mistas e vigas de laje metlicas debaixo da lajeVerificao das combinaes automticas

Representao automtica de relatrio de erros de verificaoEsperas de pilares sobre paredes resistentesVigas MistasPrticosMuitos dos clculos a serem feitos nas vigas mistas, particularmente o clculo do comprimento efetivo de uma cabea de beto, o grau mnimo de eficincia da conexo transversal a ser considerada e o dimensionamento dos conectores transversais, depende...Portanto, se uma viga principal localizada entre dois pilares dividida em sees para suportar vigas secundrias (algo muito comum nas lajes de chapa metlica), altamente recomendvel que essas vigas principais faam parte de um prtico de Tricalc.MateriaisOpes de comprovao e dimensionamentoClculo flexoClculo ao transverso e torsoClculo ao esforo rasante: conetores de transversoClculo ao fogoMtodos de Clculo Manuais e Automatizados

Sees de ao, alumnio e madeiraRelatrio de deformaes entre 2 pontos definidos

Paredes resistentesQuantia mnima

Resultados ListagensRelatriosRelatrio de barras de beto e mistasDescrio do relatrio de vigas mistasDados iniciaisEsforos normaisEsforos tangenciaisConetores de transversoUtilizao de outros tipos de conetores de corte

Relatrio de fogo de vigas mistas

Listagem de Geometria / barrasMediesPreo do ao estruturalMedio das vigas mistasRelatrio de medies de paredes resistentes de beto

Resultados PlanosArmadura de vigas de beto e mistasComprimento mximo de vares de armaduraDefinio de pontos de corte da armadura

Armadura de vigas mistasRetoque de armadura de vigas mistasRetoque dos conetores de transverso

DesenhosPreenchimento de pilaresAlados de estruturas metlicasLajes fung. aligeiradas e lajes maciasbacos ressaltados (capitis)Desenho de armaduras de bacosCotagem de bacosArmadura de punoamento

Tabela de materiais de lajes unidirecionais

VriosOrdenao de desenhos