08-03-2010 - Cópia - Cópia

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Fundado em 25 de janeiro de 2010 O time do técnico Adilson Batista e do meia gilberto lidera o estadual com 18 pontos Lateral é ovacionado depois de marcar o gol do triunfo Vale do Aço, segunda-feira, 8 de março de 2010 – Ano I, número 5 – R$ 0,70 Pág. 4 Vipcomm O Tempo Tim Soares

Transcript of 08-03-2010 - Cópia - Cópia

  • Fundado em 25 de janeiro de 2010 Vale do Ao, segunda-feira, 8 de maro de 2010 Ano I, nmero 5 R$ 0,70

    Rian Pereira sonha em alavancar a carreira

    Pg. 4

    Cruzeiro perde em Juiz de Fora, mas ainda o lder

    O Tupi derrotou o Cruzeiro por 3 a 2 neste domingo, em Juiz de Fora, na partida de en-cerramento da oitava rodada da fase de clas-sificao do Campeonato Mineiro. Com o re-sultado, o Galo Carij confirmou a sua fora e manteve a campanha com 100% de aprovei-tamento no Estdio Radialista Mrio Helnio.Depois de um empate por 1 a 1 no primeiro tempo, com gols de Anderson Lessa e Ade-

    mlson, o Tupi surpreendeu o Cruzeiro na eta-pa final com gols de Fabrcio Soares e Gede-on. Pedro Ken descontou nos acrscimos. A vitria confirma o Tupi em quarto no Estadu-al, com 15 pontos. J o Cruzeiro se mantm na ponta, com 18. No prximo domingo, o time Celeste far o clssico com o Amrica, no Mi-neiro. Por sua vez, o Tupi visitar o Amrica-TO, em Tefilo Otoni. PgINA 11

    Jnior d a vitria ao contestado Atltico

    Com um gol do lateral-esquerdo Jnior, o Atltico derrotou o Democrata-GV por 1 a 0, sbado, no Mi-neiro, pela oitava roda-da do Campeonato Minei-ro e chegou aos 12 pontos. Com dificuldades impos-tas pela forte marcao da Pantera, os comandados de Vanderlei Luxemburgo apresentaram os mesmos erros de lentido e marca-o das partidas anterio-res. O Galo volta a campo nesta quarta-feira (10), s 19h30, em Tefilo Otoni, para jogar os 20 minutos restantes da partida contra o time do Vale do Mucu-ri. O jogo foi interrompido pela chuva quando o pla-car estava 2 a 2, na ltima quarta-feira. PgINA 9Lateral ovacionado depois de marcar o gol do triunfo

    O time do tcnico Adilson Batista e do meia gilberto lidera o estadual com 18 pontos

    Ipatinga se mantm em segundo

    O Ipatinga perdeu uma in-vencibilidade de seis jogos ao ser derrotado pelo Uberaba por 2 a 0, sbado, no Trin-gulo Mineiro, pela oitava ro-dada do estadual. Os gols dos donos da casa foram marca-dos no segundo tempo. Thia-go Marin, cobrando pnalti, abriu o placar aos 18 minu-tos. Nos acrscimos, Edinei Baiano selou a vitria. Mes-mo com a derrota, o Ipatinga segue em segundo lugar, com 16 pontos. PgINA 8

    Memria do futebol romnticoAos 75 anos, o desportista Firmo Lott ainda guarda na memria vrios momentos que marcaram sua extensa carreira dedicada ao futebol amador e profissional nos chamados tempos romnticos. Natural de Aucena, seu Firmo comeou a carreira aos 15 anos de idade como goleiro do Srgio de So Joo do Oriente em 1950. Pouco depois, passou a atuar no meio-de-campo e jogou em vrias equipes amadoras at tornar-se profissional em Gois. Em 1959 veio para Ipatinga e retomou a carreira no futebol amador. PgINA 3

    Vipcomm

    Tim Soares

    O Tempo

  • Vale do Ao, segunda-feira, 8 de maro de 20102 -

    dIRETOR RESPONSVELFernando Benedito Jr.

    JORNaLISTa RESPONSVELAnna Sylvia Rodrigues e Silva(MG 12319 JP)

    EdITORTim SoaresO jornal Ol uma publicao da A Gazeta Metropolitana Editora e Grfica LTDA.CNPJ 07.366.171/0001-88

    FaLE CONOSCO

    Telefone: 3827-0369.

    [email protected] ou

    [email protected]

    admINISTRaO E REdaO

    Avenida JK, 1290, bairro Jardim

    Panorama, CEP 35.164-245.

    OFICINa

    Rua Anpolis, 55, Veneza II, Ipatinga.

    ExpEdiEntE

    EDITORIAL T AQUI O MEU CARTO

    RESULTADOS DO REGIONALMASTER DE IPATINGA

    So Francisco 3 X 5 PanoramaItamaraty 4 X 2 BugreEsperana 3 X 1 Rio BrancoJuventus 8 X 0 Vila CelesteIdeal 1 X 1 IpabaVila News 1 X 0 HolandaParaso 4 X 1 SenegalBeira-Rio 2 X 0 ForquilhaMesquita 3 X 1 TiradentesVeneziano 2 X 0 JabaquaraNovo Cruzeiro 3 X 3 IndustrialFlamengo 4 X 3 Londrina

    AMISTOSOS MASTERCorreios 1 X 3 CaratinguensePolcia Civil 5 X 2 Bole gole

    AMISTOSO AMADORPanorama E.C 1 X 1 Caravelas

    O folclrico lateral Orly Berger, gozador de mo cheia, sempre se vangloriou por nunca ter cometido um pnalti em sua extensa carreira futebolstica. E pe extensa nisso!Com muitos anos de bolas e bo-ladas e milhares de quilmetros rodados, Orly era o centro das atenes nos campos de vrzea do Leste Mineiro, seja em Imb, Monlevade, Serraria, Bugre, Coroaci ou Galilia. Esse sempre foi um motivo de orgulho para Orly.

    Um dia, faturando alguns trocados vendendo e consumindo cerveja e pinga da boa, ele assumiu o compromisso de defender as cores do Tabajara de Galilia, no aclamado Torneio do Asfalto, que con-tava ainda com outras equipes de peso como o Na-cional de Resplendor.

    O Nacional, por sinal, mostrou-se um osso duro de roer quando enfrentou o Tabajara. A partida en-tre eles seguia eletrizante e o time adversrio levava perigo a cada descida. E numa bola alada na rea do Tabajara, eis que acontece um fato que mudaria a histria daquele jogo.

    O lateral Orly, com muita tranqilidade, domina a bola no peito dentro da pequena rea e, para espan-to de seus companheiros e torcedores presentes no estdio, d um pipilote na bola, que estava colado no seu peito. O rbitro no teve dvidas e marcou o p-nalti que decretou a vitria dos visitantes.

    Aps a partida, os colegas de equipe, diretores, torcedores e principalmente os reprteres que co-briam a partida, lhe perguntaram o motivo daque-le ato. O lateral, na maior simplicidade, respondeu: Assim que dominei a bola, ela teimava em no sair do meu peito. Ento, resolvi dar nela um pipilote. Mas infelizmente o juiz viu e decidiu me punir por ex-cesso de categoria.

    Frase de Boleiro: Minhoca que se preza no atravessa galinheiro.

    Orly Berger e Netinho

    O primeiro e nico pnalti!

    O Ipatinga ainda tem possi-bilidades de terminar a fase de classificao do Campeonato Mineiro na liderana. Mas no d pra negar que a derrota para o Uberaba foi um pssimo re-sultado olhando por essa tica. Afinal o time do Vale do Ao tinha tudo para assumir nova-mente a ponta com a derrota do Cruzeiro para o Tupi, em Juiz de Fora.

    Por outro lado, mesmo com o tropeo, o Tigre segue na se-gunda posio, com grande chances de permanecer onde est e assim iniciar a fase ma-

    ta-mata com vantagem em re-lao ao seu futuro adversrio. Espera-se que a equipe supere essa derrota para o Zebu e volte a entrar nos trilhos o mais rpi-do possvel se no quiser ver a segunda posio ameaada.

    A prxima misso tentar superar o Ituiutaba, que se en-contra em momento bastante adverso, assim como a Calden-se, adversrio da penltima ro-dada da fase de classificao. A situao adversa far com que os rivais corram dobrado. Mas para azar deles, o Tigre tambm briga por algo importante.

    Como torcedor do Ipatin-ga, s tenho a louvar a reati-vao (a idia foi originada e implementada pelo ento pre-sidente da USIMINAS, Rinal-do Campos Soares em 2007) da idia da parceria do clube com empresas. Porm, como cidado de Ipatinga, questio-no a legalidade do Sr. Itair ma-chado, presidente do Ipatinga, oferecer como vantagem ca-deiras cativas (divulgada em

    um rgo de imprensa da re-gio) em um estdio que um patrimnio do municpio e no particular. No sou letra-do em leis, mais imagino que esta iniciativa somente pode-ria partir do poder pblico, mesmo assim aps criao de lei com tal finalidade.

    Atenciosamente,Jos Geraldo de Assis(31)88512738

    Quando a TV chegou ao futebol, a torcida j estava l!

    Por Fernando Silva (*)Dizem que sem a verba da televiso, o fute-

    bol no sobrevive. uma nova ameaa que pai-ra sobre esse esporte, que o fascnio dos brasi-leiros; cultura do povo. O argumento supe que, se o canal de TV, que hoje detm os direitos, deixar de patrocinar os clubes, o futebol acaba. Isso no verdade.Em primeiro lugar, o argu-mento desconsidera que, quando a televiso chegou, a torcida j estava l, isto , foi a prpria TV que afastou o pblico dos estdios.

    Todavia, no destruiu a paixo da torcida. Se a TV sair, evidente, a torcida volta. Alm disso, a sada de um canal no significa a retirada de toda a mdia. H outros canais que almejam a vaga. E, sem dvida, muitos outros empresrios aguardam a vez. E agora, quem sabe, esses novos canais e grandes empresas tero mais respeito com a vida, o tra-balho, a segurana e tambm a paixo da grande torcida. Isso j virou novela. No se deixe enganar. novela, e de verdade...

    Fica claro, como a luz, que o povo no tem mais nenhuma impor-tncia para o espetculo, a no ser como ndice de audincia da TV. Pa-rece que, nisso, melhor seria, at, que ningum fosse ao estdio. isso o que eles querem? Como seria o futebol sem platia? O espetculo do silncio?... Sem o alarde e o colorido da torcida, que tanta beleza traz ao espetculo!... Nunca mais o pai torcedor levaria o filho para o estdio.

    Em So Paulo, j tiraram os reprteres de campo, agora pretendem afastar o povo todo. Ser que a televiso continuar contra o torcedor, que o seu grande pblico? Futebol ser apenas um programa de TV. A grade continuar inalterada. O estdio ser um estdio.

    Privilgios Adriano sumiu e o Flamengo avisou que isso aconteceu por proble-

    mas notrios e conhecidos. Mais uma vez, o clube aceitou a indisciplina do atleta, fato consentido para quem tem muito futebol nos ps e a ca-bea nem sempre no lugar. Os privilgios de Adriano tambm so not-rios e conhecidos, mas agora chegam a extrapolar. Que ele no aparea num treino ou outro ainda vai, porm, desta vez, o atacante prejudica-r a equipe em dois jogos.

    Contra o Resende, no ltimo sbado, no fez tanta falta assim, mas no jogo da Libertadores seria importante a presena do Imperador na capital venezuelana, que possui o mesmo nome do adversrio rubro-ne-gro. Era jogo para arrebentar. Adriano poderia fazer muitos gols e colo-car o Flamengo mais prximo da classificao.

    Quando a atitude de fora do campo comea a interferir na escala-o, o problema cresce muito e se esparrama pelo elenco. Aqueles que so menos privilegiados comeam a cobrar o tcnico e os demais com-panheiros. Por que ele pode e ns no podemos? pergunta natural para situaes do tipo.

    Andrade ficou irritado com a deciso da diretoria de liberar Adria-no dos dois jogos. No foi consultado e, pelo jeito, se fosse, no aceita-ria. Mas Adriano no treinou nos ltimos dias, embora tenha tido tem-po para fazer festa e se desentender mais uma vez com a sua namorada, ou noiva, sei l...

    Se foi apenas uma festa e um desentendimento de casal, dava para superar e com a condio fsica que supostamente tem, poderia jogar normalmente. A no ser que haja mais coisa nesse caso. Algo que v alm dos privilgios de um atacante importante.

    Tal situao me remete a outro fato. Um dos motivos pelos quais imagina-se que Ronaldinho Gacho no voltou Seleo Brasileira o seu permanente envolvimento em farras e baladas recentes na Itlia. Imagina-se... E o Adriano, hein?!... Por que ento ele continua sistema-ticamente convocado pelo professor Dunga? Privilgios ao Impera-dor extrapolam tambm na Seleo?... Em 2006, na Copa, tambm no foi assim?

    Adriano parece, com seus problemas extra-campo, que sequer co-nhece suas prprias dimenses enquanto jogador do Flamengo e da Se-leo Brasileira. Um dia quer a Europa, outro dia, quer o Rio, quando na verdade, no sabe bem o que quer...

    (*) Fernando Silva jornalista e amanteda interminvel histria do futebol

    CARTA REDAO

    Ipatingo: patrimnio pblico

    Liderana ainda possvel

  • Vale do Ao, segunda-feira, 8 de maro de 20103 -

    Lenda viva do futebol ipatinguenseNatural de Aucena e ipatinguense desde 1959, Firmo Lott conta um pouco de sua trajetria no

    futebol amador e profissionalFirmo Lott iniciou a carreira no Srgio de So Joo do Oriente, atuou como profissional no futebol goiano e fez sucesso atuando em vrias equipes do Vale do ao

    O desportista Firmo Lott pode se considerar um privi-legiado. Afinal ao longo da carreira como jogador e tc-nico de futebol muitas equi-pes tiveram o prazer de contar com seus servios, prestados, diga-se de passagem, com muita dedicao e amor em uma poca em que os sal-rios astronmicos eram ape-nas um sonho distante.

    Firmo Lott, hoje com 75 anos, ainda guarda na mem-ria momentos marcantes vi-vidos dentro e fora das quatro linhas. Natural de Aucena, seu Firmo comeou a carreira aos 15 anos de idade defen-dendo as cores do Srgio de So Joo do Oriente, cidade onde viveu boa parte da in-fncia e juventude. Dessa equipe, alm de mim, somen-te outros trs ainda se encon-tram vivos para contar hist-ria. O Marinho, o Ado e o Oswaldo, revela.

    O ano era 1950. O mes-mo ano em que o futebol bra-sileiro viveu sua maior tra-

    gdia em todos os tempos ao ser derrotado pelo Uruguai por 2 a 1, no Maracan, na deciso da Copa do Mundo de 1950. Lembro at hoje dessa decepo. Como ain-da no havia televiso, fica-mos colocados no rdio e no conseguamos acreditar no que havia acabado de aconte-cer. Os locutores diziam que o goleiro (Barbosa) e um dos defensores (Bigode) haviam falhado no segundo gol deles e que o estdio parecia um cemitrio depois do ocorri-do, recorda.

    Incentivado pelo pai, Fir-mo Lott, primeiro, tentou a sorte como goleiro. Porm, devido a alguns problemas no ombro, ele abandonou as luvas e foi atuar como volan-te em um perodo em que o setor ofensivo contava com quatro ou cinco jogadores. Naquela poca as equipes privilegiavam o gol. Por isso era normal ter mais atacantes no time. Mas mesmo sendo responsvel pela marcao,

    a maioria dos volantes tinha habilidade para sair jogan-do, afirma.

    Fase profissionalDepois de atuar em outros

    times do Vale do Ao, Firmo Lott, j com 21 anos, se aven-turou no futebol goiano entre aos anos de 1956 e 1959. Pe-rodo em que aderiu ao profis-sionalismo. Atuou no Anapo-lina, da cidade de Anpolis, e chegou a vestir por seis me-ses a camisa do Gois, prin-cipal representante do futebol na regio Centro-Oeste.

    E foi durante esse per-odo, que ele diz ter vivido a maior emoo de sua vida como atleta profissional. Jo-gando pela Anapolina, Firmo Lott teve a chance de enfren-tar um dos principais times do Brasil na poca: o Bangu. O time era considerado uma das principais foras do fute-bol carioca (principal campe-onato do pas) e tinha em seu elenco, atletas atuavam na se-leo brasileira. Um deles, o

    zagueiro Zzimo campeo e titular na Copa do Mundo de 1962, no Chile. Eles tinham muitos jogadores de quali-dade. Alm do Zzimo, eles contavam com outros atletas de renome como o goleiro Ubirajara, Mrio Tito, Paulo Bia, Bianchini, Parada, Ala-dim e por a vai.

    De acordo com seu Fir-mo, a partida ocorrida em 1956 foi um marco na cidade de Anapolina. Ainda mais que o time da casa conseguiu a proeza de empatar com umas das maiores foras do futebol brasileiro. O jogo terminou 1 a 1. O Paulo Chco fez o gol do nosso time e o Para-da fez o gol do Bangu. O es-tdio Manoel Demstenes es-tava lotado. Antes, durante e depois desse jogo, o evento continuava a ser o principal assunto na cidade, confessa.

    De volta aoVale do ao

    Aps trs temporadas atu-ando em equipes profissio-

    nais, Firmo Lott ainda passou por outros times do futebol amador em Gois e no Mato Grosso, at decidir retornar para o Vale do Ao em 1959. Desta vez, o local escolhido para recomear a carreira foi cidade de Ipatinga, onde re-side at hoje.

    No municpio, ele defen-deu as cores do Bom Jardim, Industrial e Jabaquara (Bom Retiro), Vila Celeste, Usipa, entre outros. Jogou ainda no Avante, de Coronel Fabri-ciano, e no Vila Nova e Cru-zeirinho, de Timteo. Mas a conta no para por a. De-pois que eu voltei para a re-gio atuei tambm em times de outras cidades como Tup (Governador Valadares), Ju-ventus (Dom Cavati) e Faixa Azul (Inhapim) entre tantos outros.

    TtulosOs ttulos tambm foram

    um marco na carreira de Fir-mo Lott. Ganhou vrios por onde passou, porm, ainda

    mantm vivo na memria o do Campeonato Ipatinguen-se de 1961, vestindo a camisa do Industrial do bairro Bom Retiro. O estdio da Usipa estava lotado para ver a de-ciso entre o nosso time e o Ipanimas. Vencemos o jogo final por 1 a 0, gol do Dilber-to, e posso dizer que foi um dos mais emocionantes que j vivenciei, disse.

    J como treinador do In-dustrial, seu Firmo sentiu a mesma emoo quando con-quistou o ttulo Ipatinguen-se de juniores em 1987. Ain-da mais tendo seu filho Assis como o arqueiro do time. Esse momento to foi emo-cionante para mim que at hoje guardo a faixa de cam-peo. O Assis foi importante nessa conquista. Fiquei muito orgulhoso dele e dos outros garotos, conta Firmo Lott, que ainda comandou outras equipes da regio com o mes-mo orgulho de quem esteve dentro das quatro linhas, se-gundo o mesmo.

  • Vale do Ao, segunda-feira, 8 de maro de 20104 -

    Orgulho de Nova Era!Atual campeo da Copa Vale do Ao de Kart, Rian Pereira projeta em breve disputar as principias competies nacionais e internacionais

    O piloto de Nova Era, Rian Pereira, comea a colher os fru-tos de seu talento e tem tudo para construir uma carreira de sucesso se tiver o devido apoio, tanto fi-nanceiro como psicolgico. Afi-nal no fcil para um adolescen-te de apenas 11 anos, em qualquer circunstncia, ter que lidar com o sucesso e, principalmente, com as cobranas por resultados ime-diatos. Nas pistas do Vale do Ao, Rian j reconhecido como o grande nome na categoria Cadete (pilotos de 9 a 12 anos com mo-tor 4 tempos, marca Honda 160). Atual campeo da Copa Vale do Ao de Kart, ele parece disposto a no dar chances para a concor-rncia em 2010.

    Na primeira etapa do torneio, realizado no dia 28 de fevereiro, Rian superou seu nico advers-rio- o ipatinguense Luigi Batista-, de forma incontestvel, vencen-do a corrida de ponta a ponta. At o final do ano, o novaerense ter mais sete etapas- a prxima no dia 27 deste ms-, e novos con-

    correntes dispostos a acabar com seu reinado.

    Mas no que depende dele, o esforo dos outros pilotos ter que ser dobrado. Respeito meus adversrios, mas quando entro no carro, procuro dar o meu melhor para vencer. Claro que nem sem-pre possvel. Mas o pensamento tem que ser esse: buscar sempre a vitria, revela.

    No dia 14 de maro, Rian ter um importante desafio pela fren-te. Ele participa, em Vespasiano, regio metropolitana de Belo Ho-rizonte, de uma etapa do GP Bra-sil. Oportunidade para saber se est em condies de competir de igual pra igual com os melho-res pilotos da categoria no pas. Com certeza ser muito vlido. Terei nesta competio a chance de saber em que grau de competi-tividade eu me encontro, ressal-ta o piloto, que treina pelo menos uma vez por semana.

    EliteInspirado e incentivado pelo

    pai, Rian comeou a dar os pri-meiros passos no Kart aos oito anos. E como qualquer garoto de sua idade, ele sonha um dia estar na elite do automobilismo mundial, de preferncia pilotan-do uma McLaren, e disputando o ttulo da Frmula 1. Mas antes de tornar o sonho realidade, o mi-neirinho pretende participar das principais competies nas cate-gorias inferiores a nvel nacional e mundial. S assim irei adqui-rir a experincia necessria. Mas para disputar as principais com-peties, irei necessitar de um pa-trocnio maior, j que os gastos so muito altos, observa.

    Rian demonstra certa admi-rao por Lewis Hamilton. Para ele, o ingls da McLaren o pi-loto mais arrojado e com maior possibilidade de conquistar o t-tulo da Frmula 1 nesta tempora-da. Ele bastante tcnico e tem uma maneira prpria de pilotar. Para mim, ele o grande nome do automobilismo atualmente, opina Rian.

    Na primeira etapa do torneio de 2010, Rian Pereira ( dir.) superou o colega e rival Luigi Batista, na categoria Cadete

    CRNICA

    Dirceu Lopes: um dia, um gol, uma saudade...

    O estado de Minas no deu ao Brasil apenas o leite. Daqui surgiram poetas, como Carlos Drum-mond de Andrade e Roberto Drummond. Tambm exportamos lderes polticos histricos, como Juscelino Kubtschek e Tancredo Neves. Do inte-rior mineiro nasceu o melhor de todos, um tal d-son Arantes do Nascimento, universalmente co-nhecido como Pel...

    Na bola, outros grandes nomes, desde Reinal-do, inutilizado em campo e depois na vida, quase jogada fora. Vieram do futebol mineiro outras es-trelas jamais ofuscadas, como Tosto, Piazza, Pa-lhinha, Tel, Paulo Isidoro, Toninho Cerezo, Lui-zinho, der, Fred, e os adotados, Raul, Nelinho e Ronaldo.

    Guardei todos esses nomes, e agora, incluo um jogador de fino trato. Craque na acepo do termo, a quem a estrada da bola no lhe propor-cionou status de maior superioridade: Dirceu Lo-pes Mendes, gnio!... Nome j consumado e aga-salhado pelo manto do Cruzeiro Esporte Clube. O Prncipe, como era conhecido, colecionou, nos anos 60 e 70, ttulos, gols, premiaes, grandes atuaes e, principalmente, fs, de todas as ida-des e cores...

    Baixinho, o lendrio camisa dez tinha nos

    ps e cabea a mente avanada nos campos. Ha-bilidoso, inteligente e veloz! Como caracterstica, arrancava do meio-campo com a bola dominada, e em sucesso de dribles desconcertantes e tabe-las envolventes, vencia seus marcadores. Depois de desarrumar a defesa adversria, Dirceu abria o leque para quem ocupasse a grande rea. Poderia chutar, pois o fazia com eficincia, ou ento, dava de bandeja para outro atacante.

    Diante do Santos de Pel, em 1966, na pi-ca conquista da Taa Brasil pelo Cruzeiro, Dir-ceu Lopes foi o autor da maior atuao individual da histria do Mineiro. Na goleada por 6 a 2, o emblemtico narrador esportivo Fiori Gigliotti o definiu em sua transmisso radiofnica de forma objetiva e resumida: Torcida brasileira, no h palavras para descrever a atuao de Dirceu Lo-pes hoje!!!...

    Uma desiluso na vida do craque ocor-reu quatro anos mais tarde, quando seu nome se-ria indicado para o selecionado brasileiro na Copa do Mundo do Mxico, conforme prometia o ento tcnico, Joo Saldanha. Uma declarada influncia ditatorial fez com que a CBF trocasse o comando, e o novo treinador, Zagallo, o deixou de fora, pois o Velho Lobo entendia que o escrete canarinho

    j possua muitos jogadores para a posio. Dizem que o sol nasceu pra todos...

    Para Dirceu, o sol que iluminou sua cabe-a coroada e o suor derramado em seu ros-to, no lhe valeram participao em Copas do Mundo. Dirceu Lopes ainda passou por equipes como Fluminense e Democrata de Governador Valadares.

    A profisso de jogador de futebol, para alguns, sorri, mesmo aos que no merecem, e outros, com todos os ingredientes do jogo, acabam preteridos. Mesmo com as conquis-tas, Dirceu Lopes foi um deles! Sua presena em campo era garantia de espetculo. Dirceu sempre teve fama de calado, introvertido, mas nunca o foi... Conversava apenas com a bola, sua amiga ntima, com quem, nos lan-ces geniais, trocava confidncias...

    Na tentativa de fazer justia a um gnio, no tempo da memria e em vida, neste espa-o dedicamos a Dirceu Lopes: Um dia, um gol, uma saudade...

    Fernando Silva - colaborao para o OLdirceu Lopes desfilando pelos gramados do Brasil

  • Vale do Ao, segunda-feira, 8 de maro de 20105 -

    Todos contra o Mangueiras

    Cana estria com empate no Campeonato Mineiro

    Flamenguistas do Vale do Ao tero evento exclusivo em abril

    Time do bairro mangueiras tentar manter a hegemonia pelo quarto ano consecutivo

    Nove equipes iniciam a disputa do Campeona-to Fabricianense, a partir do prximo final de sema-na, dispostas a impedir outra conquista do Mangueiras. O time do bairro Mangueiras foi o dono da festa nos lti-mos trs anos e pelo inves-timento que a diretoria vem fazendo neste ano, a inten-o manter a hegemonia.

    Para isso, o presidente Marquinhos manteve a par-ceria com o diretor Alson Gilberto e renovou com a base campeo em 2009. En-tre eles os goleiros Maro e Patrick, os laterais Z Carlos e Samir, os zagueiros Serjo e Kiel, os volantes Stefer-son, Jean, Samis e Gleick, os armadores Jakson, Caboio e Sandro Carioca, alm dos atacantes Washington, Ne-nm, Lili, Yuri e Tuca.

    Jakson e Washigton, in-clusive, j defenderam as co-res do Social e outras equi-pes do futebol profissional. Mas, mesmo com tantas op-es e jogadores de qualida-de, Alson garante que ainda haver novas contrataes. O grupo ainda no est fe-chado, estamos em busca de mais opes, comentou.

    O Mangueiras est na chave B ao lado de Ponte Nova, Flamenguinho, Vala-tran e Bandeirantes. O gru-po A composto por Avan-te, Campinense, Santa Cruz, Real Madri e CAF.

    No primeiro turno, as equipes das duas chaves jo-gam entre si- dentro dos res-pectivos grupos-, classifi-cando-se os dois primeiros colocados. Neste caso, De-pois haver um cruzamen-to entre primeiro do grupo

    A contra segundo do B e vi-ce-versa. A semifinal e final do primeiro turno ser defi-nida em jogos de ida e volta. O vencedor do turno garante automaticamente presena na grande final.

    J no segundo turno os times da chave A jogam contra as equipes do grupo B, classificando novamen-te os dois primeiros de cada grupo. O campeo do retur-no ser conhecido d mes-ma forma que no primeiro turno.

    DecisoO campeo do primeiro

    e do segundo turno decidem o campeonato em duas par-tidas. Mas, caso uma mes-ma equipe vena os dois tur-nos, a mesma ser declarado campe sem a necessidade dos dois jogos finais

    FABRICIANENSE

    CATEGORIAS DE BASE

    ENCONTRO DE TORCIDAS

    Em 2008, o magueiras sagrou-se campeo derrotando o avante na deciso

    O Cana ficou no empa-te em 2 a 2 com o Metaluzina de Baro de Cocais, na roda-da de abertura do Campeonato Mineiro da categoria Juniores (Sub-20). A partida disputada no sbado (7), no campo do estdio Jos Incio (bairro Ca-na), foi marcada pelo equil-brio.

    Os donos da casa abriram o placar aos 40 minutos de jogo em cobrana de pnal-ti efetuada pelo atacante Sr-gio. O adversrio empatou o duelo aos 13 minutos da eta-

    pa complementar. Tales mar-cou o gol. Romrio, que havia entrado no lugar de Fabrcio, colocou a equipe ipatinguense novamente em vantagem 10 minutos depois. Michel voltou a deixar tudo igual aos 38 mi-nutos.

    Agora, o Cana sai pra en-frentar o Vila do Carmo em Barbacena, pela segunda ro-dada da primeira fase, en-quanto o Metaluzina recebe o Belo Horizonte, em Baro de Cocais. O grupo D conta ain-da com Valrio (Itabira), Pro-

    gresso (Cachoeiro do Campo) e Unio (Itabirito).

    O regulamento do estadual informa que os dois primeiros colocados das chaves A, B e C (que contam com seis equi-pes) e os trs primeiros do gru-po D (sete equipes) avanam fase seguinte, juntado-se a ou-tras sete equipes. Nesta fase, as 18 equipes sero divididas em trs chaves classificando-se para o hexagonal final da competio os dois primeiros colocados. O Cruzeiro o atu-al campeo da categoria.

    Acontece no dia 10 abril, na Aciaria Hall (Cariru), o 1 En-contro de Flamenguistas do Vale do Ao. O evento ter inicio s 10 horas da manh e ir ate s 16 horas. De acordo com o organi-zador Digenes Cruz, para par-ticipar da confraternizao bas-ta adquirir a camisa do encontro, no valor de R$ 25, que dar di-reito a um almoo com churras-

    co e bebidas. O objetivo segundo ele

    formar uma equipe para inter-mediar eventos relacionados ao clube. O encontro sem fins lu-crativos. Nosso objetivo iniciar a unio dos flamenguistas da re-gio. Iremos formar uma direto-ria, montar uma associao com estatuto e regulamento para or-ganizarmos outros eventos e ex-

    curses para jogos. Quem sabe no futuro, at uma escolhinha de futebol, comentou Digenes.

    Os interessados em partici-par do 1 Encontro de Flamen-guistas precisam reservar as camisas. As entradas sero limi-tadas para apenas 220 torcedo-res. Informaes pelos telefones 8831-7795 (Digenes) e 8455-6990 (Hebert).

    Usipa seleciona atletas para a categoria sub-14

    No dia 27 de fevereiro, 112 atle-tas compareceram ao Estdio Lana-ri Jr. para a primeira avaliao tc-nica do Departamento de Futebol da Usipa. Nesta avaliao, os can-didatos concorreram s vagas dis-ponveis na equipe sub-14 coman-dada pelo tcnico Anselmo Junior. Inicialmente 42 atletas foram pr-aprovados. Estes, por sua vez, par-ticiparam de outra etapa de seleo onde foram escolhidos apenas 25 jogadores para treinar gratuitamen-te no clube durante um ms. Nes-te perodo, o Departamento de Fu-tebol do clube buscar trabalhar a tcnica, ttica e fsica de cada atle-ta. Aqueles que se destacarem, in-tegraro a equipe Sub-14 do clube, e disputaro Campeonato Regional defendendo as cores usipenses.

    Confira a lista dos25 atletas selecionados:

    BRYAN KURT SILVA CHRISTOPHE HARRISON FERREIRA CRUZ MAXWELL DUARTE DIAS MARCELO HENRIQUE DOS SANTOS ALVES PEDRO HENRIQUE SILVA PENA MATHEUS VINICIUS PONCIANO LIMA ARTUR ARAUJO HOOPER PEDRO OLIVEIRA ALVES REIS DIEGO HENRIQUE ALVES MARIANO MARRISON LEUNMAE OLIVEIRA DO CARMO NATANAEL CARVALHO ABELHA SILVA VINICIUS ASSIS FERREIRA ICARO COSTA SILVA JOO PAULO DA SILVA ROCHA RAFAEL SANTOS OLIVEIRA VITOR GABRIEL SOUZA TIBURSIO WENDREL RAMOS ILARIO MARCOS PAULO SANTOS MARTINS MAXWEL NUNES LIMA PATRICK DOS SANTOS OLIVEIRA DANIEL VICTOR GOMES DE MEDEIROS ELTON SANTOS RIOS ARIELTON ALIESTER ROCHA MARTINS FILIPE DE OLIVEIRA SILVA IGOR GABRIEL DRUMOND RIBEIRO

  • Vale do Ao, segunda-feira, 8 de maro de 20106 -

    VENDO LAN hOUSEVendo urgente uma lan

    house completa.Tratar fones:

    3826-0310 ou 8818-3622

    Lder apesar da derrotaSada Cruzeiro perde para o Pinheiros por 3 a 1, em So Paulo, e v Cimed encostar novamente

    SUPERLIGA

    A equipe feminina do Usiminas-Minas voltou a vencer na Superliga ao derrotar o So Bernardo por 3 sets a 0, sbado (7), na Arena Vivo, em Belo Ho-rizonte. Vlido pela oitava rodada do se-gundo turno da competio, o jogo teve parciais de 25/18, 25/17 e 25/20.Com o resultado, o Minas manteve a terceira colocao, com 34 pontos. A equipe mi-neira volta quadra na quinta-feira (11), quando enfrenta o Sport-Banco BMG, em Recife.

    O Praia Clube, de Uberlndia, tam-bm fez bonito e mesmo atuando fora de casa, no tomou conhecimento do So Jos, de Santa Catarina. O time do Trian-gulo Mineiro venceu o duelo com por 3 sets a 0 com parciais de 25/21, 25/20 e 25/23. Na quinta-feira, as mineiras vol-tam quadra para enfrentar o Unilever-RJ, do tcnico Bernadinho, em casa.

    O Mackenzie- Newton Paiva, por sua vez, continua em 11 lugar, com 23 pontos. Tambm no sbado, a equipe da capital mineira no conseguiu pas-sar pelo Blausiegel-So Caetano e mes-mo jogando em casa perdeu por 3 sets a 1, com parciais de 31/29, 19/25, 9/25 e 18/25. Na prxima rodada, o Mackenzie joga com o So Bernardo, fora de casa.

    Montes Claros passa pelo lanterna e foca o Cimed

    Usiminas/Minas e Praia Clube vence e Mackenzie perde

    O Montes Claros-Funadem venceu com facilidade o lanterninha lvares-Vi-tria por 3 sets a 0, em casa, e continua no quinto lugar, com 42 pontos. As par-ciais do duelo de sbado (6), disputado no ginsio Tancredo Neves, em Montes Claros, foram de 25 /17, 25/16 e 25 /19. Porm, nesta segunda-feira (8), a mis-so do time do Norte de Minas no ser das mais fceis. Derrotar o vice-lder da competio Cimed-SC, em Santa Catari-na. A partida entre eles comea s 18h30 e ter transmisso do canal SportTV.

    SUPERLIGA FEMININA

    O Sada Cruzeiro perdeu a chan-ce de se isolar na liderana da Su-perliga Masculina, ao levar a virada, por 3 sets a 1, para o Pinheiros-Sky (SP), sbado (7), em So Paulo, pela 10 rodada do segundo turno. As parciais foram 23/25, 25/19, 25/20 e 26/24. Com o resultado, o Sada per-manece na liderana, com 47 pon-tos, graas ao saldo de sets. Em se-gundo lugar aparece o Cimed (SC) e, em terceiro, o Pinheiros-Sky.

    A equipe paulista interrompeu uma seqncia de quatro jogos in-victos do time mineiro, com boas atuaes de Giba e Roca. J a du-pla de ataque do Sada, formada por Wallace e Bruno Zanuto, foi bem anulada pelo bloqueio paulista. O Cruzeiro errou muitos saques.

    O primeiro set foi marcado pe-las falhas das equipes. O Sada Cru-zeiro, no entanto, era mais forte no ataque e no bloqueio. Com um erro de saque do ponteiro Pablo, o Cru-zeiro venceu o primeiro set por 23 a 25.

    No segundo, a equipe paulista deu o troco, com boas atuaes de Giba, no ataque, e Rodrigo, no blo-queio. Com mais um erro de saque

    Vivo/Minas leva a pior diante do Sesi-SP

    No sbado (7), o Vivo-Minas no resistiu ao maior volume de jogo do Se-si-SP e acabou derrotado por 3 sets a 0, em partida vlida pela dcima rodada do segundo turno da Superliga Mascu-lina. Disputado no ginsio Sesi Vila Le-opoldina (SP), o jogo teve parciais de 20/25, 17/25 e 21/25. Principal atacan-te da equipe paulista, Murilo foi o gran-de nome da partida ao marcar 16 pon-tos- 12 de ataque e quatro de bloqueio. Pelo Vivo/Minas, o ponteiro Maurcio marcou oito vezes e foi o atacante mais eficiente.

    Com 41 pontos somados, o Minas ocupa a stima posio na tabela e vol-ta a jogar no sbado (13) contra o F-

    tima-Medqumica-UCS. J o time pau-lista reabilitou-se na Superliga depois de perder uma invencibilidade de nove jogos na rodada anterior. Com a vitria sobre os mineiros, o Sesi foi a 45 pon-tos e enfrentar o Santo Andr (SP), nesta quinta-feira (11), no ginsio Pedro DellAntonia, em Santo Andr (SP).

    SESI-SP: Jotinha, Lo, Murilo, Fi-lipe, Thiago e Sido. Lbero: Jeffe. En-traram depois: Daniel e Anderson. Tc-nico: Giovane Gavio

    VIVO/mINaS: Rafa, Andr Nas-cimento, Maurcio, Salmon, Henrique e Andr Heller. Lbero Serginho. Entra-ram depois: Luizinho, Wanderson, Mi-nuzzi e Igor. Tcnico: Marcos MirandaCom 41 pontos, o minas ocupa a stima posio na tabela de classificao

    do Sada, o Pinheiros fechou o set em 25 a 19.

    A equipe mineira continuou pe-cando nos fundamentos no tercei-ro set, principalmente o saque, e o Pinheiros-Sky virou o jogo (2 a 1), marcando 25 a 20. No quarto set, o equilbrio entre as equipes foi man-tido at os ltimos pontos. Mas os

    paulistas forma mais regulares e fe-charam o jogo com um ataque de Giba: 26 a 24.

    A equipe mineira joga em casa na prxima quinta-feira (11). En-frenta os gachos do Ftima/Med-qumica-UCS, em Itabira.

    PINHEIROS/SKY: Marceli-nho, Lo, Giba, Roca, Gustavo e

    Rodrigo. Lbero: Felipe. Entraram depois: Joel, Dirceu, Aureliano e Pablo. Tcnico: Cebola

    Sada CRUZEIRO: Sandro, Wallace, Bruno Zanuto, Bob, Dou-glas Cordeiro e Renato Felizardo. Lbero: Polaco. Entraram depois: Luciano, Samuel, Murilo e Vinicius. Tcnico: Marcelo Mndez

    a equipe mineira volta quadra dia 11, para enfrentar os gachos do Ftima/medqumica-UCS, em Itabira

    Fotos: OTempo

  • Vale do Ao, segunda-feira, 8 de maro de 20107 -

    Artilheiro volta a sorrirAlessandro recupera a alegria no Ipatinga, depois de passagens frustrantes por Cruzeiro e Atltico

    IPATINGA

    Alessandro e Ipatinga parecem ter sido feitos um para o outro. Em 2007, o atacante foi um dos princi-pais nomes do Tigre na dis-puta do Campeonato Bra-sileiro da Srie B. Com gols e grandes atuaes, ele acabou se transforman-do na referncia da equipe e lembrado como jogador smbolo da campanha que garantiu ao Ipatinga, a in-dita classificao para a eli-te do futebol brasileiro em 2008.

    Nesta campanha, o faro de artilheiro apareceu logo em sua partida de estria com a camisa quadricolor no dia 27 de maio de 2007. O adversrio era a Portu-guesa, no Ipatingo, pela terceira rodada da Srie B, e o time comandado na po-ca pelo atual tcnico Gilson Kleina acabou levando os trs pontos graas ao opor-tunismo de Alessandro.

    Depois desta partida, foi uma questo de tempo para que ele casse nos braos da torcida. Suas atuaes con-tinuaram rendendo bons fru-tos para o time ipatinguen-se e melhoraram ainda mais com a chegada do tcnico Emerson vila e o armador

    Grson Magro, hoje no D-namo de Kiev, da Ucrnia.

    E o resultado da parce-ria, todos j sabem. Ales-sandro terminou a competi-o como artilheiro com 25 gols e o Ipatinga garantido pela primeira vez entre os melhores times do pas.

    PropostaAps o termino da tem-

    porada, Alessandro decidiu que era hora de seguir ou-tros rumos e assinou contra-to com o Alberix Nigata do Japo. A ida para o exterior impediu que o artilheiro dis-putasse o Campeonato Bra-sileiro pelo time do Vale do Ao.

    Sem Alessandro, o Ipa-tinga perdeu sua referncia no ataque e acabou pagan-do caro no Campeonato Mi-neiro, sendo rebaixado para o Mdulo II, no primeiro se-mestre. O mesmo aconte-cendo na disputa do Brasi-leiro.

    PesadeloDepois de um ano no fu-

    tebol japons, Alessandro recebe uma proposta para vestir a camisa do Cruzeiro e decide aceit-la. No clu-be Celeste ele teria a chance

    de disputar a Taa Liberta-dores, sonho de consumo de todo jogador. Porm, com a forte concorrncia no ata-que cruzeirense- que conta-va com Kleber, Wellington Paulista e Thiago Ribeiro-, ele foi, aos poucos, perden-do espao no elenco at ser preterido de vez pelo tcni-co Adilson Batista.

    Ida para o rival A falta de oportunida-

    des no Cruzeiro levou Ales-sandro a tomar uma deciso ousada e assinar com o rival Atltico. Motivado na nova casa, o atacante teve parti-cipao destacada no cls-sico contra o Cruzeiro (que atuou com um time mis-to), pelo primeiro turno do Campeonato Brasileiro do ano passado, fazendo o se-gundo gol de seu time na vi-tria por 3 a 0.

    A boa atuao neste jogo, porm, no lhe rendeu uma posio no time titular. E com a chegada do tcni-co Vanderlei Luxembur-go neste ano, suas chances de obter uma vaga entre os 11 diminuram ainda mais quando o treinador exigiu a contratao de Obina e Mu-riqui. A soluo foi pedir o

    rompimento de contrato. A diretoria atleticana atendeu a sua solicitao e dias de-pois Alessandro dava as ca-ras no Ipatinga.

    Nova faseO recomeo no Tigre

    no poderia ser melhor. Com dois gols em quatro partidas, o atacante reencontrou no-vamente a alegria de jogar futebol. E o Ipatinga apro-veita a nova fase de Alessan-dro para continuar somando pontos e brigando pelas pri-meiras posies no Cam-peonato Mineiro.Procuro fazer o melhor. Desde que eu cheguei estou me senti-do satisfeito e feliz por est ajudando o time a conquis-tar os resultados, revela.

    Ciente do longo cami-nho que o time ainda ter pela frente, o atacante es-pera que o grupo tenha pa-cincia para seguir no rumo das vitrias. O primeiro objetivo nosso classifi-car, se possvel entre os pri-meiros. Estamos trabalhan-do sempre com humildade, mantendo os ps no cho, sabendo que a caminhada longa. Por isso focar um jogo de cada vez, destaca Alessandro.

    Parceria de sucessoO Ipatinga se prepara

    para disputar a Seletiva do Campeonato Mineiro infantil e juvenil. Aps um perodo de frias, a comisso tcni-ca das categorias de base do Ipatinga voltou aos trabalhos e j est planejando o ano de 2010. Os garotos comeam a treinar nesta semana e ficaro alojados no CT do Tigre.

    Neste ano de 2010, o Ipa-tinga dar continuidade a parceria com a Trio Espor-tes, iniciada em 2009. A con-tinuidade desta parceria se deve ao sucesso obtido no ano anterior, quando alguns jogadores se destacaram na

    base do Tigre e foram trans-feridos para grandes clubes do Brasil.

    A Trio Esportes um grupo de investimento do segmento esportivo, dirigi-do por Renato Salvador. No Ipatinga, Everton de Olivei-ra (foto) ser o Coordena-dor Tcnico das categorias de base e o elo entre a Trio Esportes e o Ipatinga duran-te a parceria. De acordo com Everton, o objetivo do Ipa-tinga e da Trio Esportes fa-zer que com essa parceria se fortalea cada vez mais e em breve implantar a categoria Junior, no Ipatinga.

    Alessandro tornou-se a referncia do Ipatinga no ano em que o clube garantiu o acesso elite do futebol brasileiro

  • Vale do Ao, segunda-feira, 8 de maro de 20108 -

    Tigre derrapa no Tringulo MineiroIpatinga leva dois gols de bola parada, perde para o Uberaba e v liderana escapar

    FICHA TCNICAUberAbA 2x0 IpATINgA

    escalaoFernando, Ivonaldo, Ed-nei Baiano, Rogrio e Fa-biano; Balduno, Valtinho (Z Maria, aos 351T), Gustavo e Rafael Ipu; Andr Nascimento (Da-vid Pezo, aos 351T), e Thiago Marin. Tcnico: Marcos Birigui

    Douglas; Silvio, Max (Danilo Dias, aos 212T) e Thiago Matias; Afonso (Leanderson, no inter-valo), Marinho Donizete, Max Carrasco,Jailton e Reina; Amilton (Jaja, aos 102T) e Alessandro. Tcnico: Gilson Kleina

    GolThiago Marin, aos 182T e Ednei Baiano, aos 452T

    Cartes amarelosRogrio, Balduno, Fa-biano, Thiago Marin e David Pezo

    Afonso, Max, Thiago Matias, Jailton e Lean-derson

    Local: estdio Uberabo, Uberaba-MGData e Horrio: 06/03/20010 s 19h30Pblico: 1.849 pagantes / Renda: R$ 14.525,00rbitro: Joel Tolentino Damata JniorAssistentes: Celso Luiz da Silva e Pablo Almeida Costa (FMF)

    A arma utilizada pelo Ipatinga na vitria sobre o Amrica de Tefilo Otoni foi mesma que proporcio-nou ao Uberaba conquistar os trs pontos na partida de sbado (6) contra o prprio Ipatinga, no Tringulo Mi-neiro. Ou seja, a bola pa-rada. Com este artifcio, o Zebu venceu o jogo, vlido pela oitava rodada do esta-dual, por 2 a 0 e interrom-peu uma seqncia de qua-tro vitrias seguidas e seis jogos de invencibilidade do time do Vale do Ao na competio.

    Os gols do adversrio foram marcados no segun-do tempo. Thiago Marin, cobrando pnalti, abriu o placar aos 18 minutos. Nos acrscimos, Edinei Baiano aproveitou uma cobrana de falta vindo da esquerda e selou a vitria dos donos da casa com um gol de ca-bea.

    O prejuzo s no foi maior pelo fato do Demo-crata-GV tambm ter perdi-do o duelo contra o Atltico, no Mineiro. Ambos perma-necem com os mesmos 16 pontos, mas o Ipatinga leva vantagem no saldo de gols. Critrio que lhe proporcio-na seguir na vice-liderana. No prximo sbado (13), s 19h30, o time do Vale do Ao enfrenta o Ituiuta-

    O Ipatinga tinha a chance de abrir ainda mais vantagem para seus perseguidores e at mesmo terminar a oitava roda-da novamente na liderana do Campeonato Mineiro. Necessi-tava, no entanto, d vitria so-bre o Uberaba, o que acabou no acontecendo. Porm, os jo-gadores e o tcnico Gilson Klei-na ainda acreditam nessa possi-bilidade e dizem que faro de tudo para, na pior das hipteses, manter o time entre os quatro primeiros. No tenho dvidas de que continuamos brigando pela liderana. Ficou mais dif-cil, claro, com essa derrota para o Uberaba. Porm, ainda have-r trs rodadas at o trmino da primeira fase. E temos que se-guir cumprindo o nosso papel e voltar a vencer j na prxi-ma rodada, afirma o zagueiro Thiago Mathias.

    O meia-atacante Danilo Dias, que entrou no decorrer da partida de sbado, tambm acre-dita em dias melhores. Mesmo com a derrota continuamos bem na tabela. E como existe a pos-sibilidade de ainda chegarmos em primeiro, vamos continuar lutando. Ele disse que a equipe

    merecia melhor sorte diante de seu ex-clube. Acho que o em-pate seria justo, pelo que ns fi-zemos no primeiro tempo. Mas tomamos dois por falta de aten-o e acabamos pagando caro por isso, destacou.

    No prximo sbado, s 19h30, o Ipatinga joga nova-mente no Tringulo Mineiro. O adversrio da vez ser o Ituiuta-ba, no estdio da Fazendinha. O Boa se encontra na parte de bai-xo da tabela e pode aproximar-se ainda mais da segundona em caso de derrota para o Tigre. Si-tuao que ir exigir maior aten-o da equipe ipatinguense, se-gundo o tcnico Gilson Kleina. O Ituiutaba jogar a partida da vida deles. Mas por mais que o momento deles seja delica-do, temos que pensar em pontu-ar para nos manter entre os pri-meiros colocados. E isso requer uma maior ateno e entrega de nossa parte, ressaltou Kleina.

    Depois de enfrentar o Boa, o Ipatinga encerra sua partici-pao na fase de classificao diante da Caldense e do Villa Nova. Ambas as partidas sero no Ipatingo, que ainda passa pelos ltimos retoques.

    ba, novamente no Tringulo Mineiro.

    O Zebu, por sua vez, foi a 12 pontos e aumentou ainda mais suas chances de clas-sificao para a fase mata-mata do Mineiro. A vitria sobre o Ipatinga certamen-te servir como combust-vel para a difcil misso no prximo domingo: encarar o Democrata em Governador Valadares.

    O Ipatinga at que come-ou bem distribudo em cam-po, marcando sob presso e tentando sair rpido quando tinha a posse de bola. Po-rm, as poucas chances de gol no foram aproveitadas pelo time do Vale do Ao, que buscava sua quinta vito-ria consecutiva.

    Com dificuldades de pe-netrar na defesa do Tigre, os jogadores do Uberaba pas-saram a apostar nos chutes

    de longa distncia. Diante da falta de ambio da equi-pe, o tcnico Marcos Biri-gui promoveu duas altera-es com apenas 35 minutos de partida. Sacou o volante Valtinho e o atacante Andr Nascimento para as entradas de Z Maria e David Pezo. Mas nos primeiros 45 minu-tos o resultado permaneceu inalterado.

    Na etapa complemen-tar o volante ipatinguense Leanderson assumiu a late-ral-direita com a sada de Afonso. Pouco depois, Jaj entrou no lugar de Amlton. As mexidas, porm, no surtiram o efeito esperado e o Tigre acabou sendo casti-gado com um gol de pnalti aos 20 minutos. No lance, o zagueiro Thiago Matias der-rubou Rafael Ipu dentro da rea. O defensor do Tigre acabou levando carto ama-

    relo no lance, assim como o volante Jalton que recla-mou da marcao do rbi-tro Joel Tolentino de forma acintosa. Na cobrana, Tia-go Marim bateu com perfei-o no canto direito do go-leiro Douglas.

    Em desvantagem no pla-car, o Ipatinga se abriu ain-da mais para tentar o empate quando Gilson Kleina sacou o zagueiro Max, e promoveu a entrada do meia-atacante Danilo Dias, velho conheci-do da torcida adversria.

    O Uberaba, por outro lado, passou a explorar os espaos na defesa do Tigre e acabou premiado com o segundo gol j nos acrs-cimos. Novamente em um lance de bola parada. Tia-go Marim cobrou falta pela esquerda e o zagueiro Ed-nei Baiano de cabea selou a sorte do jogo.

    Ipatinga ainda foca a liderana

    O zagueiro Thiago matias no conseguiu ajudar o Ipatinga a obter a quinta vitria seguida no estadual

    Foto: OTempo

  • Vale do Ao, segunda-feira, 8 de maro de 20109 -

    Galo joga pro gastoe vence a Pantera

    Atltico derrota time valadarense por diferena mnima e vai a 12 pontos na tabelaSe a atuao no conven-

    ceu em alguns momentos, o objetivo pelo menos foi con-quistado: somar trs pontos e melhorar a posio no Cam-peonato Mineiro. Com um gol solitrio de Jnior, o Atltico, desfalcado de trs titulares - Leandro, Correa e Diego Tar-delli - venceu o Democrata de Governador Valadares, sba-do (7), no Mineiro, pela oita-va rodada. Agora, o Galo, que soma 12 pontos, volta a pen-sar no polmico jogo contra o Amrica de Tefilo Otoni. A Federao Mineira de Futebol marcou para esta quarta-feira a continuidade da partida, sus-pensa na quarta-feira passada, quando estava empatada por 2 a 2, por causa da forte chuva que alagou o gramado. Res-tam 25 minutos a serem dis-putados.

    A escalao do time uma dor de cabea para o tcnico Vanderlei Luxemburgo, devi-do s leses de Tardelli e Cor-rea. Como o lateral-esquerdo Leandro foi expulso e j fo-ram feitas duas substituies, o Atltico entrar em campo diante do Drago com apenas nove jogadores. O Democra-ta, por sua vez, segue com 16 pontos, na terceira colocao.

    Sem o astro da equipe, Diego Tardelli, e tambm des-falcado de Leandro e Corra, o jeito era apostar na boa fase de Obina e na experincia de Jnior e Ricardinho. O trio, acompanhado por Renan Oli-veira, criou as melhores joga-das, e o time da capital domi-nou os primeiros 45 minutos, com boa movimentao do meio-campo e do ataque. Mas a m concluso e a boa mar-cao do Democrata contribu-ram para que o primeiro tem-po ficasse no 0 a 0 e a torcida

    ensaiasse algumas vaias no in-tervalo.

    O incio parecia promis-sor. Aos quatro minutos, Obi-na deu dois dribles seguidos no zagueiro Lcio e centrou, da linha de fundo, na medida para Renan Oliveira. Mas o camisa 10 do Galo bateu fra-co, para fora. No minuto se-guinte, Obina chegou atrasado para cabecear centro de Muri-qui pela direita.

    O time tocava rpido a bola no meio-campo. Ricardi-nho bancava o maestro e vira-va as jogadas, principalmente para a esquerda. Obina parecia inspirado. Aos nove, ele pas-sou entre Alex Santos e Lcio e s no arrancou mais em di-reo ao gol porque o lateral-direito o puxou e recebeu car-to amarelo pela falta.

    Bem fechadinho, o Demo-crata s conseguiu respirar um pouco a partir dos 12. E quan-do o time valadarense ataca-va a defesa do Galo se sobres-

    saia. Cceres e Jairo Campos dominavam a maioria das jo-gadas, e Jonlson protegia bem a zaga. Mas o volante arrumou tempo tambm para ir frente surpreender, como aos 20 minutos, quando arran-cou pela esquerda e bateu de fora da rea, direita de Vi-lar, com perigo. Obina repetiu a dose por ali mesmo, aos 25, mas arriscou fraco, e Vilar s encaixou.

    Segundo tempoCom Carlos Alberto no lu-

    gar do aptico Fabiano, Van-derlei Luxemburgo mandou o Galo mais para o ataque a se-gunda etapa. Com isso, o jogo ficou mais equilibrado. O De-mocrata assustou em jogada area aos quatro, quando Ara-nha e Jairo Campos se enrola-ram aps cruzamento de Beto, mas Obina afastou o perigo. Mas foi um lance aos 13 mi-nutos que deu incio mudan-a do Galo na partida. Come-

    ou com Muriqui, que cruzou para Obina. A bola sobrou para Renan Oliveira, que de frente para o gol, bateu em cima de Lcio, que, como se fosse um zagueiro de futebol de boto, salvou o gol.

    Marques entrae Jnior marca

    A torcida se irritou, e, coincidncia ou no, Luxem-burgo mexeu em seguida no time. Renan Oliveira saiu para a entrada de Marques, e logo depois Ricardinho deu vez a Evandro. Aos 20 minutos, o xod da torcida iniciou a jo-gada do gol atleticano. Ele ar-rancou pela esquerda e fez o cruzamento. O goleiro Vilar contribuiu ao soltar a bola, que Muriqui tocou para Jnior. O lateral cortou Matheus e bateu de canhota, esquerda do ar-queiro, sem defesa: 1 a 0.

    O Democrata teve at sua chance de empate nos ps de Ely Thadeu, aps sada errada

    FICHA TCNICAATLTICO-Mg 1 x 0 DeMOCrATA-gV

    escalaoAranha; Coelho, Jairo Campos, Cceres e J-nior; Jonlson, Fabiano (Carlos Alberto, Ricar-dinho e Renan Oliveira; Muriqui e Obina .Tcnico: Vanderlei Lu-xemburgo.

    Vilar; Alex Santos, L-cio, Matheus e Magal; Dudu Arax (Joo Vic-tor), Beto , Saulo e Mar-cel (Sandro Manoel); Ely Thadeu (Rafael Lopes) e Eraldo.Tcnico: Moacir Jnior.

    GolJnior, aos 20 minutos do segundo tempo.

    Cartes amarelosFabiano, Renan Oliveira, Obina e Jairo Campos

    Alex, Lcio, Saulo, Dudu Arax e Rafael Lopes

    Estdio: Mineiro. Data: 06/03/2010. Pblico: 11.548 pagantesAndr Luiz Martins Dias Lopes. Auxiliares: Mrcio Eustquio Santiago e Flamarion Scrates da Silva.

    de Aranha. O tcnico Moacir Jnior ainda mexeu no time, trocando Dudu Arax, Marcel e Ely Thadeu por Joo Victor,

    Sandro Manoel e Rafael Lo-pes. O time ensaiou uma re-ao que no aconteceu. Me-lhor para a Massa.

    O veterano Marques iniciou a jogada que terminou no gol de Jnior

    Fotos: OTempo

  • Vale do Ao, segunda-feira, 8 de maro de 201010 -

    Dia de glriaDe volta ao time titular contra o Democrata-GV, nosbado, o lateral-esquerdo Jnior acabou sendo

    decisivo, marcando o gol do triunfo atleticano

    Sem Leandro suspenso , J-nior foi o titular da lateral esquerda do Atltico na partida de sbado (7) con-tra o Democrata-GV. Capito da equi-pe, o jogador marcou o nico gol do jogo e garantiu a vitria ao Galo por 1 a 0. Jnior afirmou que, apesar de ser reserva, est sempre pronto para jo-gar. como o Vanderlei sempre fala. Voc tem que estar preparado para as ocasies que surgem. Hoje surgiu a oportunidade de jogar de titular, mas aqui no temos onze jogadores, mas um grupo forte. Temos que estar sem-

    pre preparados e hoje eu estava.O gol de Jnior saiu aos 20 minu-

    tos do segundo tempo. Marques cru-zou para a rea, o goleiro espalmou e a bola sobrou para Muriqui, que rolou para Jnior emendar no canto esquer-do do goleiro. O lateral-esquerdo des-tacou a felicidade de poder jogar os 90 minutos e ainda marcar o nico gol da partida.Fico feliz de voltar a vestir essa camisa to honrada e de jogar o tempo todo, alm de fazer o gol.

    O tcnico Vanderlei Luxemburgo elogiou a atuao do lateral. O J-

    nior um jogador que eu gosto mui-to. Eu o levei do Vitria para o Pal-meiras. Disputou e ganhou a Copa do Mundo. Tem muita experincia. E treinou bastante, pois s com nome no vai jogar.

    O ltimo gol marcado por Jnior em jogos oficiais tinha sido no dia 16 de setembro de 2009, no empate em 1 a 1 com o Gois, no segundo jogo da Copa Sul-Americana. Nesta temporada, o lateral balanou as re-des no amistoso contra o Arax Es-porte (3 a 1).

    Jnior foi cumprimentado pelos companheiros aps marcar o gol da vitria

    Caula vence pelaprimeira vez no estadual

    A vitria magra do Atltico sobre o Democrata-GV gerou certa frustrao na torcida atle-ticana no Mineiro. A expectati-va dos quase 12 mil pagantes era ver um resultado mais convin-cente. Entretanto, o tcnico Van-derlei Luxemburgo e os jogado-res preferiram exaltar o triunfo. Analisando a partida no geral, Vanderlei Luxemburgo foi bre-ve em sua descrio. O Atlti-co no foi brilhante, mas foi in-teligente e paciente.

    O tcnico credita a dificul-dade encontrada pelo Atltico boa formao do time de Gover-nador Valadares. A proposta do Democrata foi bem inteligente. Jogou marcando homem a ho-mem no Ricardinho e no Renan. Prendeu o Coelho e Jnior e dei-xou s nossos volantes para co-mearem o jogo.

    O atacante Marques, que iniciou a jogada do gol, tambm ressaltou as dificuldades encon-tradas e os trs pontos conquis-tados. Jamais a gente pode sair de um jogo desse desvalorizando o adversrio. O adversrio sem-pre fez uma boa partida, marcou muito forte, marcou bem e difi-cultou para ns. De repente em um jogo desses, 1 a 0 impor-

    Luxa e jogadores valorizam os trs pontos

    tante. A gente no quer saber se o placar foi magro, a gente compu-ta os trs pontos na conta, disse Marques.

    Na opinio de Obina, a frus-trao da torcida seria justificvel caso o Atltico tivesse amargado mais um empate no Mineiro. O atacante saiu de campo com a sensao de dever cumprido aps o triunfo. Conseguimos a vitria em um gol importante do Jnior. A gente tem que valorizar tambm a qualidade da equipe do Democrata para poder defen-der. Defendeu muito bem. E ns, na oportunidade que tivemos, fi-zemos o gol, que foi o mais im-portante, comentou.

    Companheiro de ataque de Obina neste sbado, Muriqui reconheceu que o Atltico teve poucas chances claras de mar-car contra o Democrata, at em funo da qualidade do bloqueio visitante. O ponto positivo, se-gundo ele, foi que o Galo fez o gol quando o adversrio vaci-lou. A gente trabalhou muita a bola, mas no conseguiu con-cluir a gol. Na primeira oportu-nidade clara que a gente teve, a gente conseguiu fazer o gol com o Jnior. Mas foi bom pela vi-tria. Agora vamos ter, na quar-ta-feira, 25 minutos para vencer o jogo contra o Amrica-TO, lembrou o atacante.

    Obina disse que saiu de campo com a sensao de dever cumprido

    Fotos: OTempo

    Pedidos por Renan Ribeiro irritam treinador atleticano

    A camisa 1 do Atltico con-tinua rendendo. Neste sbado, durante o jogo contra o Demo-crata-GV, a torcida aproveitou o momento em que Aranha, o atual titular, caiu no gramado machucado e gritou o nome do reserva Renan Ribeiro. Aranha se recuperou e seguiu em cam-po.

    A atitude do torcedor no foi aprovada pelo tcnico Van-derlei Luxemburgo.J est de-cidido por mim que o Aranha vai jogar. Achei muito incmo-do, dentro do jogo, na sua casa,

    a torcida gritar o nome do outro achando que vai, com isso, me fazer mudar. No vou mudar. No adianta a torcida ficar pe-dindo para eu colocar o Renan. Eu no vou colocar. Ele pode vaiar ou aplaudir minha equi-pe, mas quem determina quem vai jogar sou eu, disse.

    Desde o comeo do ano, o titular da meta alvinegra no agrada ao torcedor. O uruguaio Carini foi o escolhido por Lu-xemburgo para comear a tem-porada no time. Falhou e perdeu a vaga para Aranha. Atualmen-

    te Carini est lesionado. Aranha tambm cometeu

    erros que aumentaram as des-confiana da torcida e fizeram com que o coro por Renan Ri-beiro, jogador revelado pelo clube, ganhasse fora entre os atleticanos.O Renan vai jogar o dia em que eu entender que ele merea comear jogando. Temos que dar prestgio para o Aranha. Caso contrrio, vaiam o Aranha, vaiam o Carini, ama-nh vo vaiar o Renan e eu te-rei de ir para o gol, disse Lu-xemburgo.

    O dia 7 de fevereiro de 2010 ficar marca-do para sempre na histria do Amrica de Tefi-lo Otoni. Jogadores e torcedores lembraram que neste dia de domingo, a equipe do Vale do Mu-curi conquistou sua primeira vitria na elite do Campeonato Mineiro. E que a vtima foi o Uber-lndia, no estdio Nassri Mattar, em jogo vlido pela oitava rodada do Campeonato Mineiro. Os gols da proeza foram marcados por Chrys, aos 34 minutos do primeiro tempo e Anderson Toto,

    aos 35 do segundo. Com o resultado, o Amrica-TO foi a seis

    pontos e aliviou momentaneamente sua situao na tabela. O Drago o nono colocado. Nesta quarta-feira, o Amrica jogar os 20 minutos restantes da partida contra o Atltico. O Uber-lndia, por sua vez, segue com os mesmos qua-tro pontos e cada vez mais ameaado pelo des-censo. No prximo domingo, s 10h30, o Verdo recebe o Villa Nova.

  • Vale do Ao, segunda-feira, 8 de maro de 201011 -

    Tupi derruba o Cruzeiro em casa

    O Tupi confirmou a sua for-a jogando em Juiz de Fora nes-te Campeonato Mineiro e man-teve a sua campanha com 100% de aproveitamento no Estdio Radialista Mrio Helnio ao derrotar lder Cruzeiro por 3 a 2, neste domingo (7), pela 8 ro-dada. Depois de um empate por 1 a 1 no primeiro tempo, com gols de Anderson Lessa (Cru-zeiro) e Ademlson (Tupi), o Tupi surpreendeu o Cruzeiro na etapa final com gols de Fabrcio Soares, logo aos dois minutos, e Gedeon. Pedro Ken descontou nos acrscimos.

    A vitria confirma o Tupi em quarto no Estadual, com 15 pontos. J o Cruzeiro se mantm na ponta, com 18.O Cruzeiro colheu sua primeira derrota no interior, aps vencer

    Caldense e Ituiutaba. O time da capital vinha de cinco vitrias. No prximo domingo, o Cruzei-ro far o clssico com o Amri-ca, no Mineiro. Por sua vez, o Tupi visitar o Amrica-TO, em Tefilo Otoni.

    Os momentos de maior emoo no primeiro tempo fica-ram reservados para os minutos finais, quando o Cruzeiro abriu o placar, com Anderson Lessa, e o Tupi empatou, com um go-lao de Ademlson. De resto, as equipes fizeram uma parti-da montona, com cinco finali-zaes para cada lado, e muita marcao no meio.

    No gol do Cruzeiro Ander-son Lessa recebeu passe lon-go de Gilberto, girou diante de dois adversrios na entrada da rea e disparou um forte chute

    Vitria por 3 a 2, manteve time juizforano com 100% de aproveitamento em casa; Raposa ainda segue na liderana

    Roger foi substitudo por marquinhos Paran no segundo tempo

    FICHA TCNICATUpI 3 x 2 CrUZeIrO

    escalaoJferson; Henrique, Adal-berto, Fabrcio Soares e Mi-chel (Michel); Felipe Santos (Darlan), Leo Salino, Gede-on e Chiquinho; Ademlson e Rbson (Paulo Roberto)Tcnico: Leonardo Cond

    Fbio; Jonathan, Gil, Clu-dio Caapa e Gilberto; Fabi-nho (Thiago Ribeiro), Pedro Ken, Camilo e Roger (Mar-quinhos Paran); Eliandro e Anderson Lessa (Bernardo) Tcnico: Adlson Batista

    GolAdemlson, 45min 1TFabrcio Soares, 2min 2TGedeon, 35min 2T

    And. Lessa, 40min 1TPedro Ken, 46min 2T

    Cartes amarelosFelipe Santos, Leo Salino, Gedeon, Fabrcio Soares

    Jonathan, Camilo, Cludio Caapa, Marquinhos Paran

    Cartes vermelhoLeo SalinoLocal: Estdio Radialista Mrio Helnio, em Juiz de ForaData e Horrio: Dia 7 de maro, domingo, s 17h Pblico pagante: 7.844 / Renda: R$ 67.050,00rbitro: Alcio Pena Jnior (CBF/FMF) Auxiliares: Helbert C. Andrade(CBF/MG) e Marcelo F. dos Reis (FMF)

    de perna canhota no canto es-querdo do goleiro Jferson: 1 a 0. O empate do Tupi saiu aos 45 minutos. O artilheiro Ademl-son arriscou chute de longe, do bico esquerdo da rea, e acertou o ngulo esquerdo de Fbio. O goleiro cruzeirense confiou no

    golpe de vista, acreditando que a bola sairia, e sequer sal-tou: 1 a 1.

    O Tupi conseguiu a virada logo aos dois minutos do segun-do tempo. Depois de cobrana de falta de Gedeon, pela direita, o goleiro Fbio rebateu chute de

    Henrique na rea. Na sobra, o zagueiro Fabrcio Soares ficou livre para tocar no canto e colocar 2 a 1 no placar. Aos 35, o meio-cam-pista Gedeon aumentou a vantagem dos donos da casa. Ele recebeu passe longo de Yan no meio da zaga, penetrou e tocou no canto es-querdo de Fbio: Tupi 3 a 1.

    Sob forte chuva, Pedro Ken diminuiu aos 46 minutos, em chute da entrada da rea. A bola entrou no canto esquerdo de Jferson: 3 a 2. J aos 48, Jonathan cruzou com perfeio da direita e Bernar-do cabeceou sozinho na pequena rea. A bola saiu direita da meta, para alvio do Tupi, que chegou sua quarta vitria em casa.

    Caldense goleia o Villa e deixa a zona de perigoA Caldense reagiu no

    Campeonato Mineiro e go-leou o Villa Nova por 4 a 0, neste domingo (7), em Po-os de Caldas, pela oitava ro-dada. Foi a primeira vitria da Veterena na competio. A Veterana foi a seis pontos

    e deixou a zona de rebaixa-mento. Agora a 10 colo-cada. O Villa segue com 11 pontos, em oitavo lugar.

    A Caldense abriu o placar com Bortolato, logo aos dois minutos do primeiro tempo. Valderi, aos dois e aos 21 mi-

    nutos da etapa final, e Renal-do, aos 26, completaram o placar. No prximo sbado, a Caldense encara o Atltico, no Mineiro. J o Leo do Bonfim vai ao Tringulo Mi-neiro, no prximo domingo, enfrentar o Uberlndia.

    CLASSIFICAO DO MINEIRO 2010TIME PG J V E D GP GC S1) Cruzeiro 18 8 6 0 2 23 9 142) Ipatinga 16 8 5 1 2 14 8 63) Democrata-GV 16 8 5 1 2 13 11 24) Tupi 15 8 5 0 3 17 11 65) Atltico 12 7 3 3 1 14 11 36) Uberaba 12 8 3 3 2 11 13 -27) Amrica 11 8 3 2 3 14 9 58) Villa Nova 11 8 3 2 3 7 11 -49) Amrica-TO 6 7 1 3 3 6 7 -110) Caldense 6 7 1 3 3 6 12 -611) Uberlndia 4 8 1 1 6 11 23 -1212) Ituiutaba 1 7 0 1 6 2 13 -11

  • Vale do Ao, segunda-feira, 8 de maro de 201012 -

    Confiana para seguir vencendo

    Depois de duas vitrias se-guidas no Campeonato Minei-ro, ambas no Mineiro, contra os ltimos colocados Calden-se (4 a 0) e Ituiutaba (3 a 1) , o Amrica finalmente adquire confiana e tranquilidade para buscar a classificao segunda fase. Alm de descartar de vez o rebaixamento ao Mdulo II, a sequncia de resultados positi-vos ajudou o time a amenizar a insatisfao da torcida, que cri-ticou muito o desempenho dos atletas nas derrotas para Tupi (1 a 0), Ipatinga (3 a 2) e Villa Nova (2 a 1).

    Apesar do ambiente favo-rvel, o tcnico Mauro Fernan-des demonstrou muita preocu-pao com a condio fsica precria e com a falta de ritmo de alguns jogadores. Com lon-go tempo para aprimorar alguns fundamentos, pois o prximo compromisso da equipe ser o clssico contra o Cruzeiro, no prximo domingo, no Mineiro, a tendncia que ele d nfase preparao fsica do grupo.

    O treinador ficou preocupa-do com o rendimento do Coe-lho diante do Boa, na quinta-fei-ra (3), pois alguns atletas, como Irnio e Luciano, alegaram can-sao ainda no fim do primeiro tempo, e tiveram de ser substi-tudos. Privilegiado pelo trmi-no da Srie C do Campeonato Brasileiro, ainda em setembro do ano passado, o time do Horto teve frias em novembro e co-meou a pr-temporada no ms seguinte.

    A expectativa da comisso tcnica era de que os atletas ti-vessem melhor condio fsica do que os adversrios mais for-tes do Estadual, como Cruzei-ro, Atltico e Ipatinga, que ini-ciaram as atividades a partir de janeiro, o que acabou no ocor-rendo.

    Sabendo das dificuldades, Mauro Fernandes promete mui-to trabalho: Senti que o time es-tava lento, muito preso e pesado diante do Ituiutaba. Temos dfi-cit na parte fsica e vamos pro-curar melhorar. Teremos uma

    semana importante de treina-mentos. Sabemos que a partida contra o Cruzeiro fundamen-tal, pois os trs pontos podero nos garantir na prxima fase.

    dEFESaMesmo com a ausncia do

    capito Wellington Paulo, que ficar dois meses afastado por causa de ruptura nos ligamen-tos do joelho esquerdo, o trei-nador no abre mo do esquema com trs zagueiros. Como Preto e Mico so titulares, a tercei-ra vaga deve ser disputada por Fabrcio, que estava no Brasi-liense, e Otvio. J Gabriel San-tos, que chegou ao Coelho em janeiro, vindo do Hapoel Tel-Aviv, de Israel, ainda no teve a documentao regularizada na CBF. Preto destaca o novo esp-rito dos jogadores: Consegui-mos duas vitrias importantes. A equipe est motivada nova-mente e buscar outro resultado positivo diante do Cruzeiro. Es-taremos preparados para encar-lo em p de igualdade.