08. sentimento cristão

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    09-Jul-2015
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    Spiritual

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  • 1 | A p o s t i l a S e n t i m e n t o C r i s t o

    SENTIMENTO CRISTO

    Joo White disse: "Ellen, estou profundamente triste por ver-te to fraca. Uma experincia probante se acha diante de ti nos servios fnebres de amanh. Deus te ajude, minha querida irm, Deus te ajude nessa ocasio." Disse eu: "Irmo Joo, tu no me conheces. Quanto mais difcil a situao, tanto maior a fortaleza que possuo. No me entregarei a manifestaes de pesar, se o meu corao se romper. Sirvo a Deus, no impulsivamente, mas inteligentemente. Ele espera de mim implcita e constante submisso. Exagerado pesar desagradvel a Deus. Tomo a cruz que me foi designada e seguirei inteiramente ao Senhor. No me entregarei a excessos de pesar. No transigirei com doentio e melanclico estado emocional. No me queixarei nem murmurarei da providncia de Deus. Jesus meu Salvador. Ele vive. Nunca me abandonar nem me desamparar." (MM, Este Dia com Deus, 300)

    Qualquer direo que vos enfraquea a fora fsica ou mental, incapacita-vos para o servio de vosso Criador. Cumpre-nos amar a Deus de todo o corao e, se olharmos unicamente a Sua glria, comeremos, beberemos e nos vestiremos segundo Sua divina vontade. Todo aquele que possui certo senso de compreenso do que significa ser cristo, purificar-se- de tudo quanto enfraquece e contamina. Todos os hbitos de sua vida sero colocados em harmonia com as reivindicaes da Palavra da verdade, e ele no somente crer, mas realizar sua salvao com temor e tremor, enquanto se submete ao processo de aperfeioamento pelo Esprito Santo. Review and Herald, 6 de maro de 1888. (Cuidado de Deus, 143)

    H trabalho importante diante de cada um de ns. Pensamentos corretos, e propsitos puros e santos, no nos vm espontaneamente. Temos que lutar por eles. Os puros e santos princpios devem lanar razes em todas as nossas instituies, nossas casas publicadoras, colgios e hospitais. Se as nossas instituies forem o que Deus deseja que elas sejam, os que com elas esto associados no se moldaro s instituies mundanas. Elas permanecero peculiares, governadas e controladas pelas normas bblicas. No se harmonizaro com os princpios do mundo para conseguir apoio. Motivo algum ter suficiente fora para mov-las dos retos caminhos do dever. Os que esto sob o controle do Esprito de Deus no buscaro o seu prazer ou divertimento. Se Cristo reinar no corao dos membros de Sua igreja, eles atendero ao apelo: "Sa do meio deles, e apartai-vos". II Cor. 6:17. "No sejas participante dos seus pecados." Apoc. 18:4. (FEC, 502)

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    Grande a responsabilidade que sobrevm aos que so batizados em nome do Pai, do Filho e do Esprito Santo. Esforai-vos por compreender a significao das palavras: "Estais mortos, e a vossa vida est escondida com Cristo em Deus." Col. 3:3. Na nova vida que iniciastes, estais comprometidos a representar a vida de Cristo. Havendo-se revestido do novo homem "que se renova para o conhecimento, segundo a imagem dAquele que o criou" (Col. 3:10), "revesti-vos... como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericrdia, de benignidade, humildade, mansido, longanimidade, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vs tambm. E, sobre tudo isto, revesti-vos de caridade, que o vnculo da perfeio. E a paz de Deus, para a qual tambm fostes chamados em um corpo, domine em vossos coraes; e sede agradecidos." Col. 3:12-15.

    E vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem (MM, Maravilhosa Graa, 244)

    Aqueles que verdadeiramente crem em Cristo sentam-se com Ele nos lugares celestiais. Aceitemos o emblema do cristianismo. Esse no um sinal exterior, no a exibio de uma cruz ou uma coroa, mas algo que revela a unio do homem com Deus. Dispamo-nos "do velho homem com os seus feitos e" revistamo-nos "do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem dAquele que o criou". Col. 3:9 e 10. A beleza da santidade revelada quando os cristos se aproximam uns dos outros, unindo-se em amor, igual ao de Cristo. (MM, Cuidado de Deus, 308)

    Os cristos devem ser portadores de luz no mundo, resplandecendo em meio s trevas do pecado e do crime. No reino deste mundo, os principados e poderes que tm a Satans como seu lder devem ser constantemente enfrentados. Seguir o exemplo de Cristo em suportar a cruz e revelar negao prpria transforma em filhos de Deus aqueles que recebem a Cristo. "Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crem no Seu nome." Joo 1:12. So vencedores na batalha da vida; pois foram revestidos pelo novo homem. "Que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem dAquele que o criou." Col. 3:10. Manuscrito 30, 1902. (MM, Olhando Para o Alto, 69)

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    Necessitamos de ter um constante sentimento do poder enobrecedor dos pensamentos puros. nos bons pensamentos que reside a nica segurana para cada alma. O homem, "como imaginou na sua alma, assim ". Prov. 23:7. A faculdade de se dominar desenvolve-se pelo exerccio. O que a princpio parecia difcil torna-se fcil pela repetio constante, at que os retos pensamentos e aes acabam por ser habituais. Se quisermos, podemos afastar-nos de tudo o que baixo e inferior, e elevar-nos para uma alta norma; podemos ser respeitados pelos homens e amados por Deus. (CBV, 491)

    Os servos de Deus no devem ser "vagarosos no cuidado", mas "fervorosos no esprito, servindo ao Senhor". Rom. 12:11. Indiferena e ineficincia no so piedade. Quando sentirmos que estamos trabalhando para Deus, teremos um mais elevado senso do que nunca, da santidade do servio espiritual. Este sentimento por vida, vigilncia e perseverante energia no desempenho de cada dever. A religio pura, a imaculada religio, intensamente prtica. Nada mais que atuao fervorosa, de todo o corao prevalecer na salvao de almas. Devemos tornar nossos deveres dirios atos de devoo, crescendo constantemente em utilidade, porque vemos nossa obra do ponto de vista eterno. Carta 43, 1902. (C, Evangelista, 77)

    O amor de Cristo no um sentimento volvel, mas um princpio vivo, o qual se manifesta como um poder permanente no corao. Se o carter e a conduta do pastor so um exemplo da verdade que advoga, o Senhor por em sua obra o selo de Sua aprovao. O pastor e o rebanho sero um, unidos pela comum esperana em Cristo. (AA, 516)

    Os membros da igreja estavam unidos em sentimento e ao. O amor a Cristo era a cadeia de ouro que os unia. Prosseguiram em conhecer o Senhor mais e mais perfeitamente, e a vida deles revelava o jbilo e a paz de Cristo. Visitavam os rfos e as vivas em suas aflies, e guardavam-se imaculados do mundo, sentindo que deixar de fazer isto seria uma contradio de sua f e uma negao de seu Redentor. (AA, 574)

    A religio pura e imaculada no um sentimento, mas a prtica de obras de misericrdia e amor. Essa religio necessria sade e felicidade. Penetra no poludo templo da alma, expulsando, com um aoite, o pecado intruso. Tomando o trono, tudo consagra pela sua presena, iluminando o corao com os brilhantes raios do Sol da Justia. Abre as janelas da alma em direo ao Cu, dando entrada luz do amor de Deus. Com ela sobrevm a serenidade e o domnio prprio.

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    Aumenta a resistncia fsica, mental e moral em virtude da atmosfera do Cu, medida que um vivo e ativo poder enche a alma. Cristo formado em vs, a esperana da glria. Review and Herald, 15 de outubro de 1901. (BS, 38)

    Necessitamos mais da simpatia natural de Cristo; no somente simpatia pelos que se nos apresentam irrepreensveis, mas pelas pobres almas sofredoras, em luta, que so muitas vezes achadas em falta, pecando e se arrependendo, sendo tentadas e vencidas de desnimo. Devemos dirigir-nos a nossos semelhantes tocados - como nosso misericordioso Sumo Sacerdote - pelo sentimento de suas enfermidades. A Cincia do Bom Viver, pg. 164. (BS, 88)

    Nosso Salvador era profundamente srio e intensamente zeloso, mas nunca sombrio ou enfadado. A vida dos que O imitam revestir-se- toda de fervorosos propsitos; experimentaro um profundo sentimento de sua responsabilidade. (Caminho a Cristo, 120 e 121)

    o amor um dom precioso, que recebemos de Jesus. A afeio pura e santa no sentimento, mas princpio. Os que so movidos pelo amor verdadeiro no so irrazoveis nem cegos. A Cincia do Bom Viver, pg. 358.

    As boas aes so bnos duplas, beneficiando tanto o que pratica como o que objeto da bondade. A conscincia de proceder bem um dos melhores medicamentos para corpos e mentes enfermos. Quando a mente est livre e satisfeita por um sentimento de dever cumprido e o prazer de proporcionar felicidade a outros, a animadora influncia traz vida nova a todo o ser. (CBV, 257)

    Cada raio de luz lanado sobre outros refletir-se- em nosso prprio corao. Toda palavra bondosa e de simpatia dita ao aflito, todo ato para aliviar o oprimido, e toda ddiva feita para suprir as necessidades dos nossos semelhantes, dados ou feitos visando a glria de Deus, resultaro em bnos para o doador. Os que assim esto trabalhando, obedecem lei do Cu, e recebero a aprovao de Deus. O prazer de fazer o bem aos outros comunica ao sentimento um brilho que irradia pelos nervos, apressa a circulao do sangue, e produz sade mental e fsica. Testimonies, vol. 4, pg. 56.

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    Meu irmo, levantai-vos, eu vos rogo, e deixai que a obra do Esprito de Deus se aprofunde alm da superfcie; que ela atinja as profundezas da fonte de cada ao. O que se deseja princpio, princpio firme e vigor de ao, tanto nas coisas espirituais como nas temporais. Falta fervor a vossos esforos.