1 FUNDAÇÕES II Prof. Msc. Silvio Edmundo Pilz EMENTA Dimensionamento estrutural de fundações...

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1 FUNDAÇÕES II FUNDAÇÕES II Prof. Msc. Silvio Edmundo Pilz EMENTA EMENTA Dimensionamento estrutural de fundações diretas. Blocos de apoio. Sapatas isoladas, sapatas com vigas de equilíbrio. Blocos de coroamento de estacas. Dimensionamento estrutural de estacas e tubulões. Radier. Execução de fundações.
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  • *FUNDAES IIProf. Msc. Silvio Edmundo PilzEMENTA

    Dimensionamento estrutural de fundaes diretas. Blocos de apoio. Sapatas isoladas, sapatas com vigas de equilbrio. Blocos de coroamento de estacas. Dimensionamento estrutural de estacas e tubules. Radier. Execuo de fundaes.

  • *FUNDAES IIProf. Msc. Silvio Edmundo PilzMATERIAL DE APOIOAPOSTILA

    LIVROSHachich, Waldemar e outros. Fundaes Teoria e Prtica. 1 ed. So Paulo; Ed. Pini, 1996.

    BIBLIA (SEM ESTRUTURAS)

  • *FUNDAES IIProf. Msc. Silvio Edmundo PilzMATERIAL DE APOIOAPOSTILA

    LIVROSVelloso, D.; Lopes, F.R. Fundaes Volume I Critrios de Projeto Investigao do Subsolo Fundaes Superficiais. So Paulo: Oficina de Textos, 2004ESSENCIAL E (QUASE) COMPLETO

    Velloso, D.; Lopes, F.R. Fundaes Volume II - Fundaes Profundas. So Paulo: Oficina de Textos, 2010.

  • *FUNDAES IIProf. Msc. Silvio Edmundo PilzMATERIAL DE APOIOAPOSTILA

    LIVROSRebello, Yopanan C.P. Fundaes: Guia Prtico de Projeto, Execuo e Dimensionamento. So Paulo: Zigurate, 2008.SIMPLES E PRTICO

  • *FUNDAES IIProf. Msc. Silvio Edmundo PilzMATERIAL DE APOIOAPOSTILA

    LIVROS

    Joppert Jr., Ivan. Fundaes e Contenes de Edificios Qualidade Total na Gesto do Projeto e Execuo. So Paulo: Pini, 2007.

    PARA QUEM FAZ OBRA

  • *FUNDAES IIProf. Msc. Silvio Edmundo PilzMATERIAL DE APOIOAPOSTILA

    LIVROSCLSSICOS E VALEM A PENAE TEM ESTRUTURA DE FUNDAESRodrigues, Alonso U. Dimensionamento de Fundaes Profundas. So Paulo: Ed. Edgard Blucher, 1989.

    Rodrigues, Alonso U. Exerccios de Fundaes. So Paulo: Ed. Edgard Blucher, 1982.

    Rodrigues, Alonso U. Previso e Controle das Fundaes. So Paulo: Ed. Edgard Blucher, 1990.

  • *FUNDAES IIProf. Msc. Silvio Edmundo PilzMATERIAL DE APOIOAPOSTILA

    LIVROSMilititsky, J.; Schaid, F.; Consoli, N.C. Patologia das Fundaes. So Paulo: Oficina de Textos, 2005TIMO E MOSTRA BEM OS PROBLEMAS DE FUNDAES

  • *FUNDAES IIProf. Msc. Silvio Edmundo PilzMUITO BOMMATERIAL DE APOIOAPOSTILA

    LIVROSCintra, J.C.A.; Aoki, N.. Projeto de Fundaes em Solos Colapsveis. So Carlos: EDUSP, 2009

  • *FUNDAES IIProf. Msc. Silvio Edmundo PilzINTERESSANTEBOM ESTUDO DE CASOMilititsky, J.; Schaid, F.; Nacci, D. Aeroporto Internacional Salgado Filho. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 2001MATERIAL DE APOIOAPOSTILA

    LIVROS

  • *FUNDAES IIProf. Msc. Silvio Edmundo PilzPARA OSCURIOSOSBotelho, M.H.C.; Carvalho, L.F.M. Quatro Edificios, Cinco Locais de implantao, Vinte solues de Fundaes. So Paulo: Editora Blucher, 2007MATERIAL DE APOIOAPOSTILA

    LIVROS

  • *FUNDAES IIProf. Msc. Silvio Edmundo PilzVALE A PENA OLHARMATERIAL DE APOIOAPOSTILA

    LIVROSSchnaid, Fernando. Ensaios de Campo e suas Aplicaes Engenharia de Fundaes. So Paulo: Oficina de Textos, 2000.

  • *FUNDAES IIProf. Msc. Silvio Edmundo PilzPARA ENTENDER MELHOR OS SOLOSMATERIAL DE APOIOAPOSTILA

    LIVROSCintra, J.C.A.; AOKI, N.; ALBIERO, J.H. Tenso admissvel em fundaes diretas. So Carlos: Rima, 2003.

  • *FUNDAES IIProf. Msc. Silvio Edmundo PilzO MELHOR EM ESTRUTURADE FUNDAESMATERIAL DE APOIOAPOSTILA

    LIVROSMoraes, M.C. Estruturas de Fundaes. So Paulo: Mc-Graw-Hill, 1977.

  • *FUNDAES IIProf. Msc. Silvio Edmundo PilzMATERIAL DE APOIOREFERNCIASASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS. NBR 8681 /84 Aes e Segurana nas Estruturas , Rio de Janeiro: RJ, [s.n.], 1984.___. NBR 6122 /96 Projeto e Execuo de Fundaes , Rio de Janeiro: RJ, [s.n.], 1996.___. NBR 6489 /84 Prova de Carga Direta Sobre Terreno de Fundao , Rio de Janeiro: RJ, [s.n.], 1992.Botelho, M.H.C.; Carvalho, L.F.M. Quatro Edificios, Cinco Locais de implantao, Vinte solues de Fundaes. So Paulo: Editora Blucher, 2007Bueno, Benedito de Souza e outros. Capacidade de Carga de Fundaes Rasas. Viosa: Imprensa Universitria da UFV, 1985.Caputo, Homero P. Mecnica dos Solos e suas Aplicaes. 4 vols. 6 ed. So Paulo: LTC Ed. S.A., 1987. Cintra, J.C.A.; AOKI, N.; ALBIERO, J.H. Tenso admissvel em fundaes diretas. So Carlos: Rima, 2003.Cintra, J.C.A.; AOKI, N. Carga admissvel em fundaes profundas. So Carlos: EESC-USP, 1999.DECEC Notas de Aula. Dimensionamento Estrutural de Fundaes. Porto Alegre: UFGRS, 1996

  • *FUNDAES IIProf. Msc. Silvio Edmundo PilzMATERIAL DE APOIOREFERNCIASFusco, Pricles B. Tcnicas de Armar as Estruturas de Concreto. So Paulo: Pini, 1995.Hachich, Waldemar e outros. Fundaes Teoria e Prtica. 1 ed. So Paulo; Ed. Pini, 1996.Joppert Jr., Ivan. Fundaes e Contenes de Edificios Qualidade Total na Gesto do Projeto e Execuo. So Paulo: Pini, 2007.Magnani, Roberto. Clculo e Desenho de Concreto Armado. 1 ed. Araraquara: Ed. ERM, 1999.Milititsky, J.; Schaid, F.; Consoli, N.C. Patologia das Fundaes. So Paulo: Oficina de Textos, 2005Moraes, Marcello da Cunha. Estrutura de Fundaes, So Paulo: Ed. Mc Graw-Hill, 1976 Rebello, Yopanan C.P. Fundaes: Guia Prtico de Projeto, Execuo e Dimensionamento. So Paulo: Zigurate, 2008.Rodrigues, Alonso U. Dimensionamento de Fundaes Profundas. So Paulo: Ed. Edgard Blucher, 1989.___. Exerccios de Fundaes. So Paulo: Ed. Edgard Blucher, 1982.___. Previso e Controle das Fundaes. So Paulo: Ed. Edgard Blucher, 1990.Rogrio, Paulo R. Clculo de Fundaes. 1 ed.. So Paulo: Ed. EPUSP, 1984

  • *FUNDAES IIProf. Msc. Silvio Edmundo PilzMATERIAL DE APOIOREFERNCIASSaes, Jos L. Cruz, Paulo T. bacos para Clculo de Fundaes. 2 ed. So Paulo: EDUSP, 1979Schnaid F. , Consoli Nilo C. Notas de Aula. Fundaes I e II. UFRGS, 1996Schnaid, Fernando. Ensaios de Campo e suas Aplicaes Engenharia de Fundaes. So Paulo: Oficina de Textos, 2000.Simons, Noel E. e Menzies, K.E.. Introduo a Engenharia de Fundaes. 1 ed. Rio de Janeiro: Ed. Intercincia, 1981.TCHNE. So Paulo: Ed. Pini, 1992.Vargas, Milton. Introduo a Mecnica dos Solos. So Paulo: Ed. McGraw-Hill, 1977Velloso, D.; Lopes, F.R. Fundaes Volume I Critrios de Projeto Investigao do Subsolo Fundaes Superficiais. So Paulo: Oficina de Textos, 2004. Velloso, D.; Lopes, F.R. Fundaes Volume II - Fundaes Profundas. So Paulo: Oficina de Textos, 2010.

  • *FUNDAES IIProf. Msc. Silvio Edmundo PilzAVALIAESDUAS PROVAS DE G1

    G2

    RECUPERAO

    G3

    Sem consulta Cola autorizada folha A4 frente e verso, prprio punho

  • *ANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASAS (diretas, superficiais)Prof. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *Fundaes rasas ou diretas ou superficiais so assim denominadas por se apoiarem sobre o solo a uma pequena profundidade, em relao ao solo circundante. De acordo com essa definio, uma fundao direta para um prdio com dois subsolos ser considerada rasa, mesmo se apoiando a 7,0 m abaixo do nvel da rua.ANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzDo ponto de vista estrutural as fundaes diretas dividem-se em blocos, sapatas e radier.dimensionamento em planta

    tenso admissvel adm do solo.

  • *Bloco de fundao concreto simples e caracterizados por uma altura relativamente grande, necessria para que trabalhem essencialmente compresso.ANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzA altura H ngulo adequado

  • *Sapatas menor altura que os blocos armaduraANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz Retangular quadrada corrida (L > 5B)Sapata associada Sapata associada de divisa

  • *Sapatas de divisaANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzPor vezes as sapatas de divisa necessitaro de um elemento estrutural complementar para que possam suportar adequadamente as cargas impostas. Este elemento a viga de equilbrio

  • *Radier todos os pilares (ou toda uma estrutura) transmitirem as cargas ao solo atravs de uma nica sapata.ANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *Radier todos os pilares (ou toda uma estrutura) transmitirem as cargas ao solo atravs de uma nica sapata.ANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *Radier todos os pilares (ou toda uma estrutura) transmitirem as cargas ao solo atravs de uma nica sapata.ANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *Radier todos os pilares (ou toda uma estrutura) transmitirem as cargas ao solo atravs de uma nica sapata.ANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *Radier Em funo da grande rea da fundao, por vezes, usa-se protender a fundao radier protendidoANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *Radier Em funo da grande rea da fundao, por vezes, usa-se protender a fundao radier protendidoANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *Radier protendido estaqueadoANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *Radier estaqueadoANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzConsiste essencialmente em fazer com que as sapatas sejam apoiadas sobre o solo previsto em projetoadm do solo. Tambm deve ser efetuada a locao correta das sapatas, devendo ser utilizado o projeto de locao de pilares e de sapatas

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *ANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *ANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzNas escavaes, sempre conveniente que a escavao das sapatas se inicie nas imediaes de uma sondagem permitir a comparao in loco do previsto com o real.Nesta fase inicial se esclarecer tambm eventual variabilidade nas caractersticas do solo de apoio, visando estabelecer nveis que permitam o escalonamento entre sapatas apoiadas em cotas diferentes

  • *ANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzA sapata situada no nvel inferior deve ser executada antes da sapata situada em nvel superior. Porm deve se ter cuidado, para que a distribuio de tenses da sapata ao solo (bulbo de tenses) no fique muito prximo de talude.CONTROLE DE EXECUO

  • *ANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas assentes em cotas diferentes a minimo de 30o (rochas) e 60 nos demais solos bulbos de tenses no interfiram um no outroCONTROLE DE EXECUO

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzDurante a escavao segurana dos funcionrios desmoronamentos de taludes medidas de conteno do solo

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzCuidado com edificaes vizinhas

    realizar contenes se necessrio

    Conveniente fazer vistoria prvia das edificaes vizinha laudo documentado, com fotografias evitar ajuizamentos

    Procurar deste o principio poltica de boa vizinhana canteiros, grama, arbustos, muros dos vizinhos repor.

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzEscavada as sapatas solo previsto inspeo de cada uma penetrmetro

    Em algumas delas, escavar um pouco mais inspeo visual do solo abaixo

    Se na rocha furos com rompedor integridade da rocha se houver inclinao requer chumbamento.

    Solo no previsto consultar projetista aprofundar mais, se possvel

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzCuidados outros:

    Eventual ocorrncia de fossas antigas, poos, formigueiros.

    Nvel de gua prever poos de rebaixamento bombas e bomba de reserva

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzAprovado o solo de apoio, a sapata ser limpa para receber o lastro de concreto magro

    No usar brita usar concreto magro

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzLastro de concreto magro 5 a 10 cm rea levemente superior a da sapara

    Formas de conteno

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzArmaduras

    Fazer gabarito para esperas de ferragem dos pilares

    P de galinha nas esperas?Somente aps ancoragem

  • *CONTROLE DE EXECUO sapatinha bsicaANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *CONTROLE DE EXECUO sapatinha bsicaANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *CONTROLE DE EXECUO sapatinha bsicaANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo Pilz

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapata associada

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzConcretagem e cura

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapata corrida

    procedimentos so idnticos

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapata corrida

    procedimentos so idnticos

  • *CONTROLE DE EXECUOANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapata corrida

    procedimentos so idnticos

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzO dimensionamento geomtrico de fundaes diretas e seu posicionamento em planta primeira etapa de um projeto

    para uma tenso admissvel adm

    As dimenses das superfcies em contato com o solo no so escolhidas arbitrariamente dimensionamento estrutural econmico

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas isoladas

    Seja um pilar retangular, de dimenses l x b e carga P.

    A rea necessria da sapata ser: A = P/adm = B . L

    Dimensionamento:

    Atravs das duas equaes podemos determinar os lados L e B

    A = P/adm = B . L

    L B = l bmesa

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas isoladas

    Dimensionamento economico momentos aproximadamente iguais nas duas abas, em relao mesa da sapata balanos d iguais

    Medidas finais arredondadas em mltiplos de 5 ou 10 cm

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzExemplo:

    Dados Pilar com 110 x 25 cm e carga P = 3800 kN = 380 tf adm = 350 kN/m2 = 3,5 kgf/cm2

    Resoluo A = 3800 kN / 350 kN/m2 = 10,86 m2 = B . L

    l b = 1,10 0,25 = 0,85 m = L B L = 3,75 m e B = 2,90 m

    Dimenses mnimas:

    No caso de pilares de edifcios, a dimenso mnima da ordem de 80 cm.

    Para sapatas corridas, adota-se um mnimo de 60 cm de largura.

    Para residncias usual uma sapata com uma dimenso mnima de 60 cm.

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzNo caso de pilares em L ou outra geometria sapata centrada no centro de gravidade do pilar balanos iguais sero procurados em relao mesa retangular do topo da sapata

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas associadasQuando as cargas estruturais forem muito altas em relao tenso admissvel no ser possvel projetar-se sapatas isoladas para cada pilar sobreposio de sapatasnecessrio o emprego de uma sapata nica para dois ou mais pilares ou chamada de sapata associada NO CONFUNDIR COM

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas associadasNeste caso a sapata ser centrada no centro de cargas dos pilares

    obter um equilbrio entre as propores da viga de rigidez e os balanos da laje.

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas associadasNo caso ao lado temos:

    A = P1 + P2 /adm

    A = B . L

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas associadasA sapata associada ser evitada, sempre que for possvel usar uma soluo com sapatas isoladas, mesmo a custo de se distorcer o formato lgico das sapatas

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzExemplo:

    Dados Pilar P1 com 30 x 50 cm e carga P = 3800 kNPilar P2 com 20 x 50 cm e carga P = 3000 kNadm = 1200 kN/m2 = 12,0 kgf/cm2

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzTraar a linha entre o CC dos pilares e achar sua distncia

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzAchar o CC entre as duas sapatas

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzAchar a rea da sapataA = 6800 kN / 1200 kN/m2A = 5,67 m2 Achar geometrias possveisQue dem esta reaA = 2,70 x 2,1 m = 5,67 m2 A = 2,85 x 2,0 m = 5,70 m2 A = 3,00 x 1,9 m = 5,70 m2

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzLembrar da viga de rigidez quepegue os dois pilares.balanos iguais

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas de divisaPilares junto aos limites do lote no possvel projetar-se uma sapata centrada necessrio o emprego de uma viga de equilbrio absorver o momento gerado pela excentricidade da sapata

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas de divisaPilares junto aos limites do lote no possvel projetar-se uma sapata centrada necessrio o emprego de uma viga de equilbrio absorver o momento gerado pela excentricidade da sapata

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas de divisaA sapata de divisa, pilar PA, ser dimensionada para a reao RA, a qual, por sua vez, no conhecida de incio, pois depende da largura da sapata. O problema resolvido por tentativas, considerando-se a sugesto adicional de que a sapata de divisa tenha uma relao L/B em torno de 2

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas de divisaSeqncia de clculo:

    1) Na figura ao lado tomando-se momentos em relao a B (CG da sapata de centro)

    2) Adota-se um valor para R1 = R > P1, pois ser sempre maior que 1.B3) Para o valor de R, adotam-se as dimenses da sapata de divisa:

    A = R/adm = B1 L1

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas de divisa4) Para o valor de B1 adotado calcula-se a excentricidade (e) a reao RA1.5) Se RA1 R adotada, refaz-se o clculo mantendo-se a mesma largura da sapata para no alterar a excentricidade e, consequentemente, a reao RA1.

    6) Para A = RA1/adm , B = B1 adotado

    L 1 = A/B1 adotado

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas de divisa7) Se os valores de B1 e L1 encontrados forem aceitveis (L/B em torno de 2), as dimenses so aceitas.

    Uma vez dimensionada a sapata de divisa, procede-se ao dimensionamento da sapata interna.Verifica-se que a viga alavanca tender a levantar o pilar PB, reduzindo a carga aplicada ao solo de um valor dP = RA PAPA = P1RA = R1PB = P2RB = R2

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas de divisaNa prtica, esse alvio na carga do pilar no adotado integralmente no dimensionamento da sapata interna, sendo comum a adoo da metade do alvio.

    Assim, a sapata interna ser dimensionada para A reduo no valor do alvio atribuda ao fato de a alavanca no ser rgida (alavancas longas), alm de as cargas de projeto incorporarem sobrecargas, que nem sempre atuam integralmente (cargas acidentais), o que causaria um alvio hipottico

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas de divisaNo caso de obras em que a carga acidental o principal carga atuante, deve-se calcular as sapatas para o caso de cargas atuantes totais e cargas atuantes sem considerao das cargas acidentaisNo caso de a alavanca no ser ligada a um pilar interno, mas sim a um contrapeso ou um elemento trabalhando a trao (estaca ou tubulo), o alvio aplicado integralmente, a favor da segurana.

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas de divisa - exemploP1 = 100 x 22 cm carga 1400 kNP2 = 70 x 70 cm carga 1900 kNDistancia entre eixos de pilares l = 5,50 madm = 250 kN/m2adotando R = 1500 kN A = 1500 kN / 250 kN/m2 = 6,0 m2

    adotando B1 = 1,80 m L1 = 6,0 / 1,80 = 3,33 m

    e = (1,80 / 2) (0,22 / 2) = 0,79 m RA1 = 1.635 kNDica adotar 1,05 x P1 R 1,2 P1

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas de divisa - exemplo

    como RA1 R redimensionar, mantendo-se B1, pois assim no muda e

    Nova A = 1.635 kN / 250 kN/m2 = 6,54 m2

    L = 6,54 / 1,80 = 3,63 m L/B 2 (OK !)

    Adotar para sapata de divisa 1,80 m x 3,65 m

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas de divisa - exemplo

    Sapata interna (do P2)

    dP = R1 P1 = 1.635 1.400 = 235 kN

    R2 = P2 dP/2 = 1.900 235/2 = 1.783 kN

    A = 1783 / 250 = 7,13 m2 L2 = B2 = 2,67 m

    Pilar quadrado Sapata quadrada

    Adotar sapata interna 2,70 m x 2,70 m

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas de divisa Viga de equilibrioAs vigas de equilbrio so projetadas com base nas seguintes hipteses: A viga deve ser rgida momento de inrcia Iv de 2 a 4 vezes maior que o momento de inrcia Is da sapata e altura h maior, no mnimo igual a l/5 da distncia l entre pilares.

    As sapatas devem ser dimensionadas para aproximadamente a mesma presso e devem ser evitadas grandes diferenas entre as suas larguras b, no mximo 60 cm, para reduzir o recalque diferencial.

    A viga de equilbrio, entre os bordos das sapatas, apenas uma pea fletida e no deve absorver reaes do solo que modifiquem as hipteses de clculo. Para que isto ocorra, a camada de solo subjacente ao fundo da viga deve ser afrouxada ou retirada antes de sua execuo.

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas de divisa Viga de equilibrioAdmitindo alvio terico integral do pilar central ( R2 = P2 - )r1r2

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas de divisa Viga de equilibrio reaes do terreno por unidade de comprimento da vigaDiagramas de corte

    V1 = - P1 + r1 b01 V2 = V3 = - P1 + R1 = P2 R2

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas de divisa Viga de equilibrio Diagramas de momento

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas de divisa Viga de transioUma outra hiptese, bastante utilizada para resolver o problema de sapata de divisa o uso de viga de transio. Neste caso a sapata no de divisa, mas o pilar de divisa nasce sobre uma viga de transioViga de transio clculo convencional de uma viga deve ter uma grande rigidez deformao na viga restante da obra.

    Cuidado especial tenses tangenciais grandes no balano

    As sapatas so calculadas como centradas.

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas Sujeitas a Carga Vertical e Momento

    Em muitos casos prticos, alm da carga vertical, atua tambm um momento na fundao.

    Esse momento cargas aplicadas excentricamente ao eixo da sapata, por cargas horizontais aplicadas estrutura (empuxos de terra em muro de arrimo, vento, frenagem etc.).

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas Sujeitas a Carga Vertical e Momento

    Sapata com momento (a) e os efeitos causados (b).

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas Sujeitas a Carga Vertical e Momento

    As tenses aplicadas ao solo no sero uniformes, variando ao longo da base da sapata.

    No caso de a carga P estar dentro do ncleo central da base, as tenses aplicadas sero obtidas considerando-se a superposio dos efeitos de uma carga centrada mais um momento

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas Sujeitas a Carga Vertical e Momento - Exemplo

    Sendo pilar de 20 x 80 cm

    Solo com adm = 3,5 kgf/cm2,

    P = 100 tf e M = 15 tfm e o momento atuando no sentido de L (lado maior) da sapata, ache as dimenses da sapata no momento mais solicitado as tenses entre solo e estrutura sejam menores que as admissveis e no haja trao entre sapata e solo.

    Admite-se preciso no ponto mximo da tenso entre 3,4 e 3,6 kgf/cm2

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas Sujeitas a Carga Vertical e Momento - Exemplo

    Inicialmente podemos achar a rea da sapata

    A = P / adm = 28.571 cm2 ou 2,85 m2mantendo o hometetismo das faces, obtemos os lados das sapatas L - B = 80 20 = 60 cm = 0,6 m e L . B = 2,85 m2B = 1,45 m (arredond.) L = 2,02 m L = 2,00 m

    Dimenses 2,00 x 1,45 m

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas Sujeitas a Carga Vertical e Momento - Exemplo

    W = B. L2 /6 = 0,97 m3

    e calculamos as tenses mximas e mnimas.max = 3,44 + 1,55 = 4,99 kgf/cm2 > adm (no passou)min = 3,44 - 1,55 =1,89 kgf/cm2 < adm (OK!)O passo seguinte calcularmos novas dimenses da sapata

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas Sujeitas a Carga Vertical e Momento - Exemplo

    2 tentativa

    Com B = 160 cm e L = 220 cmmax = 2,84 + 1,16 = 4,00 kgf/cm2 > adm

    (no passou de novo)

    min = 2,84 - 1,16 =1,68 kgf/cm2 < adm (OK!)

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas Sujeitas a Carga Vertical e Momento - Exemplo

    3 tentativa

    Com B = 170 cm e L = 230 cmmax = 2,55 + 1,00 = 3,55 kgf/cm2 adm (OK!)

    min = 2,55 - 1,00 =1,55 kgf/cm2 < adm (OK!)Ento a sapata ter 170 x 230 cm.

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas Sujeitas a Carga Vertical e duplo Momento

    No caso de dupla excentricidade com a carga ainda dentro do ncleo central da sapata, o momento resultante ser decomposto em relao aos dois eixos da sapata e seus efeitos somadosMX= P. eY MY= P. eX

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas Sujeitas a Carga Vertical e duplo Momento

    Esta condio de clculo para dupla excentricidade vlida somente para pequenas excentricidades e

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas Sujeitas a Carga Vertical e duplo Momento

    No caso de sapatas com simples ou dupla excentricidade, onde podem ocorrer tenses de trao entre a sapata e o solo,

    Pela complexidade da soluo de um problema de interao solo-estrutura com tenses de trao, o profissional dever inicialmente buscar uma configurao de projeto de fundao em que no ocorra tenses de trao entre o solo e a sapata,

    seja atravs inicialmente atravs de vigas de equilbrio ou atravs de outros mecanismos

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas Sujeitas a cargas acidentais considerveis

    Anteriomente discutiu-se o dimensionamento de fundaes diretas, sem nenhuma referncia natureza do carregamento Em inmeros casos de interesse prtico, alm de carga morta (carga permanente) e de sobrecargas efetivas, atuam tambm esforos acidentais de pequena durao e/ou pequena probabilidade de ocorrncia simultnea.

    Nestes casos, a tenso admissvel costuma ser majorada quando da verificao das tenses decorrentes da somatria das cargas acidentais.

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas Sujeitas a cargas acidentais considerveis

    A NBR 6122/94, pargrafo 5.5.3 estipula a este propsito: Quando forem levadas em considerao todas as combinaes possveis entre os diversos tipos de carregamento previstos pelas normas estruturais, inclusive ao do vento, pode-se, na combinao mais desfavorvel, majorar 30% os valores admissveis das tenses no terreno, e das cargas admissveis em estacas e tubules. Entretanto, esses valores admissveis no podem ser ultrapassados quando consideradas as cargas permanentes e acidentais.adm pode ser majorado em 30 %.

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas Sujeitas a cargas acidentais considerveis

    Exemplos de casos de sapatas sujeitas a cargas acidentais:

    Painis publicitrios de grande altura e pequeno peso prprioCaixas dgua altas e esbeltas, chaminsGalpes industriais em estrutura metlica com fechamentos leves (pequeno peso prprio, grande efeito de vento)Idem com pontes rolantes a gerarem mais momentos acidentais na fundao.Pontes rodoferrovirias (esforos longitudinais e transversais de vento, frenagem, temperatura, multido etc.)Casos particulares

  • *DIMENSIONAMENTO DE FUNDAES DIRETASANLISE, PROJETO E EXECUO DE FUNDAES RASASProf. Msc. Silvio Edmundo PilzSapatas Sujeitas a cargas acidentais considerveis

    Como por exemplo dessas estruturas pode-se citar os tanques de armazenamento de combustveis e os silos de armazenagem de gros.

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