2014 set out

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    14-Jul-2015
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<ul><li><p>2014 - 5/6 - n 111</p></li><li><p>Ns protegemos osrecursos naturais.E voc?</p><p>Cuidar do Planeta responsabilidade de todos. </p><p>Conte com a nossa parceria!</p><p>Ao realizar a coleta e o rerre no do leo lubri cante usado* dos veculos e indstrias </p><p>em todo pas, transformando o leo usado em leo novo, a Lwart Lubri cantes </p><p>assume sua responsabilidade na preservao do meio ambiente, evitando a emisso </p><p>de gases de efeito estufa e a contaminao do solo e dos mananciais.</p><p>O leo lubrifi cante usado s tem um destino legal e ecologicamente correto:</p><p>a coleta e o rerrefino</p><p>Solicite a Coleta</p><p>pelo site: www.lwartlubrifi cantes.com.brou Disque Coleta: 0800 701 0088</p><p>*Todo leo lubrifi cante usado ou contaminado deve ter o rerrefi no como destinao fi nal segundo resoluo Conama 362/2005.</p><p>avan</p><p>ticom</p></li><li><p>Ns protegemos osrecursos naturais.E voc?</p><p>Cuidar do Planeta responsabilidade de todos. </p><p>Conte com a nossa parceria!</p><p>Ao realizar a coleta e o rerre no do leo lubri cante usado* dos veculos e indstrias </p><p>em todo pas, transformando o leo usado em leo novo, a Lwart Lubri cantes </p><p>assume sua responsabilidade na preservao do meio ambiente, evitando a emisso </p><p>de gases de efeito estufa e a contaminao do solo e dos mananciais.</p><p>O leo lubrifi cante usado s tem um destino legal e ecologicamente correto:</p><p>a coleta e o rerrefino</p><p>Solicite a Coleta</p><p>pelo site: www.lwartlubrifi cantes.com.brou Disque Coleta: 0800 701 0088</p><p>*Todo leo lubrifi cante usado ou contaminado deve ter o rerrefi no como destinao fi nal segundo resoluo Conama 362/2005.</p><p>avan</p><p>ticom</p><p>ndice 05 Sindilub em AoO poder da comunicao06 Meio AmbienteCriatividade a servio do meio ambiente</p><p>08 LegislaoContribuio Sindical Patronal, obrigatria por Lei</p><p>09 Sindilub em AoNegociaes Coletivas de Trabalho SP 2014/2015</p><p>10 MercadoMercado de aditivos aftermarket</p><p>12 CapaSindilub em Minas Gerais</p><p>16 Varejoleo Certo orienta consumidor </p><p>17 EventoLanamento do Plano de Resduos Slidos de SP</p><p>18 ProdutoO meio ambiente agradece</p><p>19 Meio AmbienteParaba assina Termo de Compromisso para coleta e reciclagem de OLUC</p><p>20 EntrevistaEvoluo do sistema de lubrificao</p><p>21 Fique por DentroEleio na CNC</p><p>22 EventoCombustveis mais eficientes e menos emisses: o papel dos lubrificantes</p><p>23 AgendaSimepetro realizar Feilub</p><p>24 Entrevista Preveno de incndio</p><p>26 Sindilub em AoPara curtir o Sindilub no Facebook</p><p>facebook.com/sindilub</p><p>3sindilub2014</p></li><li><p> Texto: Renato Vaisbih </p><p>Presidente: Laercio dos Santos KalauskasVice-Presidente: Lucio Seccato FilhoDiretor Secretrio: Fabiano GrassiDiretor Tesoureiro: Paulo Roberto N. CarvalhoDiretor Social: Antonio da Silva DouradoDiretor Executivo: Ruy RicciCoordenadora: Ana Leme (11) 3644-3440Jornalista Responsvel: Ana Azevedo MTB 22.242</p><p>Editorao: iPressnet www.ipressnet.com.brImpresso: Hawaii Grfica e EditoraCapa: Shutterstock2014 - 5/6 - n 111Rua Tripoli, 92 Conjunto 82V. Leopoldina So Paulo SP 05303-020Fone/Fax: (11) 3644-3440 / 3645-2640www.sindilub.org.br / sindilub@sindilub.org.br</p><p>Foto</p><p>: Div</p><p>ulga</p><p>o</p><p>ExpedienteAs matrias so de responsabilidade de seus autores e no representam necessariamente opinio da revista. No nos responsabilizamos pelos contedos dos anncios publicados. proibida reproduo de qual-quer matria e imagem sem nossa prvia autorizao. </p><p>rgo de divulgao do Sindicato Interestadual do Comrcio de Lubrificantes SINDILUB</p><p>Caros leitores,A associao sindical de formao espontnea. Nasce, por assim dizer, diretamente dos fatos.</p><p>Os que exercem a mesma empresa, ou trabalham sob condies idnticas, vem-se semelhantes no espelho da atividade ou profisso. Juntam-se, ganham homogeneidade e somam-se, associando-se.</p><p>O direito, rpido, cumpre sua misso de alfaiataria, compondo roupa capaz </p><p>de vestir para reconhecer e, no essencial, disciplinar o fato da unio dos semelhantes ou assemelhados ditada pela fora de atrao do interesse comum.</p><p>No princpio, alfaiataria de primeiro grau, em nvel de lei ordinria e at de provimentos de menor hierarquia.</p><p>Mais tarde, quando o sindicalismo alcana posio estrelar, a Lei Maior d-lhe acolhida. </p><p>Inicio este singelo editorial transcrevendo comentrios de um pequeno no tamanho grande no contedo livro emprestado pelo consultor jurdico do Sindilub, sobre o sistema sindical brasileiro, de autoria de seu mentor intelectual, o Professor Jos Washington Coelho.E porque fiz isso? Porque este ensinamento tem tudo a ver com a nossa luta para buscar cada vez mais reconhecimento da revenda atacadista de lubrificantes no cenrio nacional, seja no Sistema Confederativo da Representao Sindical, na Agncia Reguladora ou perante os rgos Fazendrios e de Meio Ambiente.</p><p>E foi com essa vontade, com esse esprito que realizamos em novembro importante reunio dos Revendedores Atacadistas de Lubrificantes do Estado de Minas Gerais, e que vocs podero ter mais detalhes lendo a matria publicada nesta edio.O autor do livro inicia o pargrafo transcrito com uma frase simples, mas de efeito, insofismvel: A associao sindical de formao espontnea. Nasce, por assim dizer, diretamente dos fatos. </p><p>Exatamente o que ocorreu. Os Revendedores Atacadistas de Lubrificantes de Minas Gerais sentiram a necessidade de se unirem para discutir e buscar solues para problemas comuns, e para tanto necessitavam de um guarda-chuva, de um elemento agregador para a partir deste elemento, exercerem uma representao legtima. E da o convite ao Sindilub, que tambm, para crescer e lutar em prol da categoria econmica que representa, necessita da associao de mais e mais Revendedores Atacadistas de lubrificantes.</p><p>E ainda valendo-me da lio do citado Professor, Cada trabalhador ou empresrio, isoladamente, pode muito pouco ou nada na luta para defesa de seus interesses. Associam-se visando a ganhar e ter poder de fogo. O produto da unio a entidade sindical, que ser to mais legtima quanto mais se justapuzer, de corpo e alma, categoria representada. </p><p>A semente foi lanada, semeada no solo mineiro, e por certo dar bons frutos.O final do ano caminha a passos largos, e algumas das matrias desta edio relacionadas ao trabalho do Sindilub ao longo de 2014 demonstram que nosso esforo foi grande para alcanarmos as metas que buscamos, e quando pensamos que alcanamos, surgem novos desafios.</p><p>Nessa toada, encerro por aqui este singelo editorial, e como nos veremos somente em 2015, desejo a todos muita felicidade, sade e paz nas festas de final de ano, e no prximo ano que se avizinha. Recarreguem as baterias, e muita coragem.Muito obrigado. E boa leitura.</p><p>Laercio KalauskasPresidente do Sindilub</p></li><li><p> Texto: Renato Vaisbih </p><p> S indilub em Ao</p><p>Cumprindo sua parte nos acordos firmados com o Po-der Pblico e um conjunto de diversas instituies, o Sindilub faz uma intensa divulgao dos programas de coleta de embalagem plstica usada e oluc, com men-sagens exclusivas aos associados, campanhas na internet, participao em debates sobre o tema e reportagens publicadas na revista Sindilub Press.</p><p>O resultado do trabalho de conscientizao feito pelo sin-dicato mais do que positivo. Nmeros revelados pelo pro-grama Jogue Limpo, do Sindicom, que faz o recolhimento de embalagens plsticas usadas de lubrificantes, apontam um aumento de 158,3% no volume coleta na comparao do total de 2013 at outubro de 2014 nas empresas do segmento atacadista.</p><p>No ano passado inteiro, foram entregues ao Jogue Limpo 37.417,7 Kg, enquanto em 2014, at outubro, haviam sido recolhidos 96.662,4 Kg. </p><p>O nmero de empresas classificadas pelo programa como revendedor atacadista tambm teve um aumento consi-dervel, de 84%, passando de 94 em 2013 para 179 neste ano, em todo o Brasil.</p><p>A maior abrangncia territorial do Jogue Limpo tambm contribuiu para os bons resultados. Em 2013, a coleta foi realizada em atacadistas do Distrito Federal e mais sete Estados: Esprito Santo, Minas Gerais, Paran, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e So Paulo. Neste ano, entraram na lista Alagoas, Bahia e Pernambuco.</p><p>Trabalho de conscientizao feito pelo Sindilub aumenta em quase 160% o volume de embalagens usadas entregues </p><p>ao programa Jogue Limpo</p><p>O poder da comunicao</p><p>No balano de 2014, Minas Gerais o Estado com o maior nmero de revendedores atacadistas que fizeram a entrega de embalagens usadas para reci-clagem, com 55 empresas. No ano passado, apenas dez atacadistas mineiros apareciam no levantamento.</p><p>O segundo lugar, em nmero de atacadistas que participam do Jogue Limpo, ocupado pelo Estado de So Paulo, com 37 empresas. Em 2013, eram 26 empresas. </p><p>De acordo com o diretor executivo do Sindilub, Ruy Ricci, esses nmeros fazem parte de um relatrio que ser encaminhado ao Ministrio do Meio Am-biente, como previsto no Acordo Setorial de Logstica Reversa de Embalagens de Lubrificantes, e revelam que o trabalho de conscientizao junto segmento do comrcio atacadista est surtindo efeito. S</p><p>5sindilub2014</p></li><li><p> m eio Ambiente</p><p> Texto: Renato Vaisbih </p><p>Especialistas do Reino Unido realizam workshop sobre economia circular e </p><p>como o design pode contribuir para a </p><p>reduo da gerao de resduos </p><p>e reuso de materiais</p><p>Criatividade a servio do Meio Ambiente</p><p>A sede da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de So Paulo foi palco de um workshop no incio de novembro com o tema Economia Circular &amp; Ecodesign, realizado em parceria pela anfitri do encontro, a Companhia Ambiental do Estado de So Paulo (CETESB), o Consulado Geral do Reino Unido em So Paulo e o United Kingdom Trade &amp; Investiment (UKTI).</p><p>A iniciativa fruto de um acordo entre o governo britnico e a admi-nistrao estadual paulista para a troca de experincias e cooperao em diversas reas, inclusive as polticas pblicas para a gesto de recursos naturais.</p><p>Nesse sentido, a economia circular, um dos mais recentes termos tcnicos relacionados sustentabilidade, engloba prticas j utilizadas no Brasil nos programas e acordos de logstica reversa de embalagens plsticas de leos lubrificantes e tambm do oluc, dos quais o Sindilub signatrio e possui uma intensa participao. </p><p>A ideia central da economia circular viabilizar a reduo da gerao de resduos e o reuso de materiais utilizados nos processos industriais. A proposta sugere mudanas no modelo linear tradicional, onde as em-presas utilizam recursos naturais como matria prima para utiliz-los na confeco de produtos manufaturados com os resduos, posterior-mente, sendo descartados muitas vezes sem qualquer planejamento. A diferena da economia circular que as empresas buscam fechar o ciclo, como o caso da logstica reversa.</p><p>O conceito de economia circular e algumas experincias bem-sucedi-das na Europa foram apresentados no workshop por Mervyn Jones, chefe de Programas Colaborativos do WRAP, entidade criada em 2000 pelo governo do Reino Unido com o objetivo de auxiliar na difuso da reciclagem, criar um mercado para os produtos reciclados e promover a eficincia e gesto de recursos e produtos sustentveis.</p><p>Para colocar tudo isso em prtica, uma das estratgias foi reforar o ecodesign, com aes para incentivar a perspectiva ambiental na elaborao de novos produtos, selecionando matrias primas de fontes renovveis, ampliando o tempo de vida til dos produtos ou elaborando projetos que facilitem o conserto ou a reciclagem de materiais.</p><p>O papel do design na economia circular foi abordado por Dan Epstein, que foi chefe de Desenvolvimento Sustentvel e de Regenerao da Autoridade Olmpica de Londres 2012 e fundador da empresa que concebeu o The Great Recovery, um programa que utiliza a criao coletiva para buscar solues destinao de resduos, especialmente do lixo eletrnico. A busca por respostas criativas envolve designers, cientistas, especialistas em diversos tipos de matria prima, fabricantes e recicladoras. S</p><p>6 sindilub 2014</p></li><li><p> l egiSlAo</p><p> Texto: Ana Azevedo </p><p>Os proprietrios de revendas atacadistas devem fazer o paga-mento da contribuio sindical patronal at o dia 31 de janeiro de 2015. Os recursos arrecadados so uma das principais receitas do Sindilub e auxiliam na manuteno da estrutura do sindicato para atuar junto aos diver-sos setores da sociedade em prol dos interesses de seus filiados.</p><p>A contribuio sindical est prevista nos artigos 578 a 591 da CLT. Possui natureza tributria e recolhida COM-PULSORIAMENTE pelas empresas do comrcio de lubrificantes a este Sindi-cato que o nico representante da categoria econmica do comrcio de lubrificantes. Portanto, desconsidere quaisquer guias para o recolhimento da contribuio sindical porventura enviadas por outros Sindicatos.</p><p>Recolhimento essencial e indispensvel:O pagamento da contribuio sindical obrigatrio a partir do registro da empresa e a cada ano no ms de ja-neiro. devida por todas as empresas, independentemente de serem ou no associados a um sindicato. A Nota tcnica SRT/TEM n 202/2009 deixa clara que na concesso de alvar, per-misses ou licenas de funcionamen-to, renovaes e nas participaes de concorrncias pblicas, ser exigida a prova de quitao do recolhimento da contribuio sindical ao sindicato da categoria a que pertence e exibio perante a Fiscalizao da Delegacia Regional do Trabalho.</p><p>Contribuio Sindical Patronal, obrigatria por Lei</p><p>Responsabilidade solidria do contador:Tratando-se de um tributo, conforme o Cdigo Civil em vigncia desde 11 de janeiro de 2003, o CONTADOR assume a responsabilidade solidria junto ao seu cliente, pela orientao correta do recolhimento da contribuio sindical ao sindicato representante da categoria econmica correta, neste caso a do comrcio de lubrificantes.</p><p>Sobre o recolhimento:O recolhimento feito somente uma vez a cada ano e para o exerccio de 2014 o prazo expira em 31 de janeiro. Tem o seu valor fixado em funo do capital social da empresa, nos termos da legislao em vigor. </p><p>Recolhimento fora do prazo:Ser acrescido das penalidades previstas no artigo 600 da CLT. Aps o vencimento, incidncia de multa de 10% (dez por cento) nos primeiros trinta dias, mais 2% por ms subsequente de atraso, alm de 1% de juros de mora ao ms.</p><p>Guia de recolhimento:As empresas estaro recebendo a Guia de Recolhimento da Contribuio Sindical (GRCS) via correio, at o dia 10 de janeiro de 2015. Caso no receba acesse o site do Sindilub: www.sindilub.org.br ou entre em contato com a secretaria no fones (11) 3644-3440 / 3645-2640.</p><p>Para as empresas constitudas aps o dia 31 de janeiro, a Contribuio Sin-dical dever ser recolhida quando do registro da mesma na Junta Comercial.</p><p>Passo a passo para emisso da GRCS: Acessar o site da Federao www.fecombustiveis.org.br;</p><p> Clicar no banner n 1 emita a guia;</p><p> Clicar no link Emisso de Guia;</p><p> Preencher o CNPJ (formato - 00.000.000/0000-00);</p><p> Verificar o exerccio (ano) da Guia que ser recolhida;</p><p> Em SINDICATO, na barra de rolagem - Escolha NA RELAO ABAIXO O SINDICATO QUE REPRESENTA SUA CATEGORIA - Sindicato Interestadual do Comrcio de Lubrificantes - SINDILUB;</p><p> Clicar em Emitir Guia;</p><p> Preencha os dados solicitados, e em seguida imprima a guia;</p><p> Ateno: aps o vencimento, multa de 10% + 1% de juros p/ms de atraso.</p><p> Texto: Thiago Castilha </p><p>8 sindilub 2014</p></li><li><p>O Sindilub concluiu as Negociaes Coletivas de Trabalho com os Sindicatos dos Trabalha-dores no Comrcio de Minrios e Derivados de Petrleo no Estado de So Paulo, de Santo Andr e Mau, de So Jos dos C...</p></li></ul>