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WWW.TSTBIOSSEGURANCA.ES.T INTRODUÇÃO A EPIDEMIOLOGIA DR.JEFFERSON DE OLIVEIRA

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Educação para Saúde 3

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2. EPIDEMIOLOGIASOBRE POVO CONHECIMENTO 3. | LAST, 1995 - ESTUDO DA DISTRIBUIO E DOS DETERMINANTES DE ESTADOS OU EVENTOSRELACIONADOS SADE EM DETERMINADAS POPULAES E A APLICAO DESTE ESTUDO NOCONTROLE DE PROBLEMAS DE SADE.| LILIENFELD, 1994 - ESTUDO DOS PADRES DE OCORRNCIAS DE DOENAS NAS POPULAESHUMANAS E DOS FATORES QUE INFLUENCIAM ESTES PADRES.| ROUQUAYROL, 1994 - A CINCIA QUE ESTUDA O PROCESSO SADE-DOENA EMCOLETIVIDADES HUMANAS, ANALISANDO A DISTRIBUIO E OS FATORES DETERMINANTES DASENFERMIDADES, DANOS SADE E EVENTOS ASSOCIADOS SADE COLETIVA, PROPONDO MEDIDASESPECFICAS DE PREVENO, CONTROLE, OU ERRADICAO DE DOENAS, E FORNECENDOINDICADORES QUE SIRVAM DE SUPORTE AO PLANEJAMENTO, ADMINISTRAO E AVALIAO DASAES DE SADE.DEFINIES 4. | FORATTINI, 1992 - O RAMO DO ESTUDO CIENTFICO QUE TEM POR OBJETO OS EVENTOSCONCERNENTES SADE E QUALIDADE DE VIDA NA COMUNIDADE ANTRPICA, EM SEUS ASPECTOSCAUSAIS, CONDIES DETERMINANTES E DE DISTRIBUIO, OBJETIVANDO APLICAR OSCONHECIMENTOS AUFERIDOS PARA A SOLUO DOS PROBLEMAS A ELA RELACIONADOS| MACMAHON & PUGH, 1970 - A EPIDEMIOLOGIA O ESTUDO DA DISTRIBUIO E DOSDETERMINANTES DA FREQNCIA DE DOENAS NO HOMEM| PEREIRA, 1995 - RAMO DAS CINCIAS DA SADE QUE ESTUDA, NA POPULAO, A OCORRNCIA, ADISTRIBUIO E OS FATORES DETERMINANTES DOS EVENTOS RELACIONADOS COM A SADEDEFINIES 5. A IDENTIFICAO DO PADRO DE OCORRNCIA DE DOENAS NAS POPULAES HUMANASE DOS FATORES QUE INFLUENCIAM (DETERMINAM, CONDICIONAM) TEM SIDOREITERADAMENTE DEFINIDA COMO O OBJETO DE ESTUDO DA EPIDEMIOLOGIA.ALMEIDA FILHO, 1992 6. |CLNICA ABORDA A DOENA EM NVEL INDIVIDUAL|A EPIDEMIOLOGIA ABORDA O PROCESSO SADE-DOENA EM GRUPOS DE PESSOAS| VARIA DE PEQUENOS GRUPOS AT POPULAES INTEIRASINTRODUO 7. POR ALGUM TEMPO PREVALECEU A IDIA DE QUE A EPIDEMIOLOGIA RESTRINGIA-SE AO ESTUDO DE EPIDEMIASDE DOENAS TRANSMISSVEISHOJE, RECONHECIDO QUE A EPIDEMIOLOGIA TRATA DE QUALQUER EVENTO RELACIONADO SADE (OUDOENA) DA POPULAO.INTRODUO 8. |DESCRIO DAS CONDIES DE SADE DA POPULAO|INVESTIGAO DOS FATORES DETERMINANTES DE DOENAS|AVALIAO DO IMPACTO DAS AES PARA ALTERAR A SITUAO DE SADE|AVALIAO DA UTILIZAO DOS SERVIOS DE SADEPARTE DO CONHECIMENTO DOS FATORES QUE A DETERMINAM E PROVEM, SUBSDIOS PARA APREVENO DAS DOENAS.INTRODUO 9. SADE E DOENA 10. DOENAS OU EVENTOS NO OCORREM AO ACASO 11. |SADE E DOENA COMO UM PROCESSO BINRIO, OU SEJA, PRESENA/AUSNCIA, UMAFORMA SIMPLISTA PARA ALGO BEM MAIS COMPLEXO|O QUE SE ENCONTRA USUALMENTE, NA CLNICA DIRIA, UM PROCESSO EVOLUTIVO ENTRESADE E DOENA QUE, DEPENDENDO DE CADA PACIENTE, PODER SEGUIR CURSOS DIVERSOSSADE E DOENA 12. EVOLUO AGUDA E FATAL|EX.10% DOS PORTADORES DE TROMBOSE VENOSA PROFUNDA APRESENTAM UM EPISDIO DETROMBOEMBOLISMO PULMONAR, E QUE 10% DESSES VO AO BITO (MOSER, 1990)EVOLUO AGUDA, CLINICAMENTE EVIDENTE, COM RECUPERAO|EX. PACIENTE JOVEM, HGIDO, COM QUADRO VIRAL DE VIAS AREAS SUPERIORES, INICIA COMFEBRE, TOSSE PRODUTIVA COM EXPECTORAO PURULENTA, DOR VENTILATRIA DEPENDENTE ECONSOLIDAO NA RADIOGRAFIA DE TRAX|APS O DIAGNSTICO DE PNEUMONIA PNEUMOCCICA E TRATAMENTO COM BETA-LACTMICOS, O PACIENTE REPETE A RADIOGRAFIA E NO SE OBSERVA SEQELA ALGUMA DOPROCESSO INFLAMATRIO-INFECCIOSOSADE E DOENA 13. EVOLUO SUB-CLNICA| EX. HPV - EVOLUO SEM SINTOMASEVOLUO CRNICA PROGRESSIVA COM BITO EM LONGO OU CURTO PRAZO|EX. FIBROSE PULMONAR IDIOPTICA QUE GERALMENTE EVOLUINDO PARA O BITO POR INSUFICINCIARESPIRATRIA E HIPOXEMIA SEVERA. SOBREVIDA MDIA, APS O SURGIMENTO DOS PRIMEIROSSINTOMAS, INFERIOR A CINCO ANOS|EX. VCIO DO TABAGISMO.EVOLUO CRNICA COM PERODOS ASSINTOMTICOS E EXACERBAES|EX. A ASMA BRNQUICA UM DOS EXEMPLOS CLSSICOS, COM PERODOS DE EXACERBAO EPERODOS ASSINTOMTICOS.SADE E DOENA 14. HISTRIA NATURAL DAS DOENAS 15. |FASE INICIAL OU DE SUSCEPTIBILIDADE|FASE PATOLGICA PR-CLNICA|FASE CLNICA|FASE DE INCAPACIDADE RESIDUALSADE E DOENA 16. FASE INICIAL| AINDA NO H DOENA, MAS, SIM, CONDIES QUE A FAVOREAM. DEPENDENDO DAEXISTNCIA DE FATORES DE RISCO OU DE PROTEO, ALGUNS INDIVDUOS ESTARO MAIS OUMENOS PROPENSOS A DETERMINADAS DOENAS DO QUE OUTROS.CRIANAS QUE CONVIVEM COM MES FUMANTES ESTO EM MAIOR RISCO DE HOSPITALIZAES POR IRANO PRIMEIRO ANO DE VIDA, DO QUE FILHOS DE MES NO-FUMANTESSADE E DOENA 17. FASE PATOLGICA PR-CLNICA|A DOENA NO EVIDENTE, MAS J H ALTERAES PATOLGICAS,SADE E DOENACOMO ACONTECE NO MOVIMENTO CILIAR DA RVORE BRNQUICA REDUZIDO PELO FUMO ECONTRIBUINDO, POSTERIORMENTE, PARA O APARECIMENTO DA DPOC 18. FASE CLNICA|CORRESPONDE AO PERODO DA DOENA COM SINTOMAS.DPOC, A FASE CLNICA VARIA DESDE OS PRIMEIROS SINAIS DA BRONQUITE CRNICA . COMO AUMENTO DETOSSE E EXPECTORAO . AT O QUADRO DE COR PULMONALE CRNICO, NA FASE FINAL DA DOENA.SADE E DOENA 19. FASE DE INCAPACIDADE RESIDUALDPOC, EVOLUIU PARA A INSUFICINCIA RESPIRATRIA DEVIDO HIPOXEMIA E PASSAR AAPRESENTAR SEVERA LIMITAO FUNCIONALSADE E DOENA 20. PREVENO 21. AES PRIMRIASDIRIGEM-SE PREVENO DAS DOENASOU MANUTENO DA SADE.AES SECUNDRIASAPS A INSTALAO DO PERODO CLNICO OUPATOLGICO DAS DOENAS, VISAM A FAZ-LOREGREDIR (CURA), OU IMPEDIR A PROGRESSO PARAO BITO, OU EVITAR O SURGIMENTO DE SEQELASAES TERCIRIASPROCURA MINIMIZAR OS DANOS J OCORRIDOS COMA DOENA.PREVENO 22. CAUSALIDADE EM EPIDEMIOLOGIA 23. |A TEORIA DA MULTICAUSALIDADE OU MULTIFATORIALIDADE TEM HOJE SEU PAPEL DEFINIDONA GNESE DAS DOENAS, EM SUBSTITUIO TEORIA DA UNICAUSALIDADE QUE VIGOROUPOR MUITOS ANOS|A MAIORIA DAS DOENAS ADVM DE UMA COMBINAO DE FATORES QUE INTERAGEM ENTRESI E ACABAM DESEMPENHANDO IMPORTANTE PAPEL NA DETERMINAO DAS MESMASCAUSALIDADE EM EPIDEMIOLOGIA 24. |NEM TODO FUMANTE DESENVOLVE CNCER DE PULMO|OUTRAS CAUSAS CONTRIBUINDO PARA O APARECIMENTO DESSA DOENA.|DESCENDENTES DE PRIMEIRO GRAU DE FUMANTES COM CNCER DE PULMO TIVERAM 2A3 VEZES MAIORCHANCE DE TEREM A DOENA|INDICA QUE H UMA SUSCETIBILIDADE FAMILIAR AUMENTADA PARA O CNCER DE PULMOCAUSALIDADE EM EPIDEMIOLOGIA 25. DETERMINANTES DISTAISFATORES A DISTNCIA QUE, ATRAVS DE SUA ATUAO EM OUTROS FATORES, PODEM CONTRIBUIR PARA OAPARECIMENTO DA DOENADETERMINANTES INTERMEDIRIOSPODEM SOFRER TANTO A INFLUNCIA DOS DETERMINANTES DISTAIS COMO ESTAR AGINDO EM FATORESPRXIMOS DOENADETERMINANTES PROXIMAISFATORES QUE ESTO PRXIMOS DOENA .CAUSALIDADE EM EPIDEMIOLOGIA 26. CAUSALIDADE EM EPIDEMIOLOGIAFatoresBiolgicosFatoresHereditriosFatores Scio-econmicosFatoresNutricionaisInstruo deHigieneS. mutansSacaroseCRIE 27. CRITRIOS DE CAUSALIDADE DE HILLSOMENTE OS ESTUDOS EXPERIMENTAIS ESTABELECEM DEFINITIVAMENTE A CAUSALIDADE|FORA DA ASSOCIAO E MAGNITUDE: DIETA X CRIE|CONSISTNCIA DA ASSOCIAO: TABAGISMO X CNCER BUCAL|ESPECIFICIDADE|SEQNCIA CRONOLGICA (OU TEMPORALIDADE): A CAUSA PRECEDE O EFEITO?|EFEITO DOSE-RESPOSTA: O AUMENTO DA EXPOSIO CAUSA UM AUMENTO DO EFEITO? 28. |PLAUSIBILIDADE BIOLGICA: EX. DOENAS GENTICAS ( XX - XY)|COERNCIA: OS ACHADOS DEVEM SER COERENTES COM AS TENDNCIAS TEMPORAIS, PADRESGEOGRFICOS, DISTRIBUIO POR SEXO, ESTUDOS EM ANIMAIS ETC.|EVIDNCIAS EXPERIMENTAIS: MUDANAS NA EXPOSIO RESULTAM EM MUDANAS NA INCIDNCIA DEDOENA.EX.PLACA BACTERIANA X GENGIVITE|ANALOGIA: O OBSERVADO ANLOGO AO QUE SE SABE SOBRE OUTRA DOENA OU EXPOSIO.EX. IMUNOSSUPRESSO 29. A PERGUNTA-CHAVE:OS ACHADOS ENCONTRADOS INDICAM CAUSALIDADE OU APENAS ASSOCIAO?CAUSALIDADE EM EPIDEMIOLOGIA 30. MUITOS DELES MEDEM DOENAS, MORTES, GRAVIDADE DE DOENAS, O QUE DENOTASER MAIS FCIL, S VEZES, MEDIR DOENA DO QUE MEDIR SADEINDICADORES DE SADE 31. A PREVALNCIA MEDE O NMERO TOTAL DE CASOS, EPISDIOS OU EVENTOS EXISTENTES EM UM DETERMINADOPONTO NO TEMPORELAO ENTRE O NMERO DE CASOS EXISTENTES DE UMA DETERMINADA DOENA E O NMERO DE PESSOAS NAPOPULAO, EM UM DETERMINADO PERODOEX. 1.053 CRIANAS DA ZONA URBANA DE MARING, EM 1991, DETECTARAM-SE 135 CASOS DE BRONQUITECRNICA, PORTANTO, A PREVALNCIA DE BRONQUITE CRNICA, SEGUINDO A EQUAO ABAIXO, FOI DE12,8%PREVALNCIA 32. INCIDNCIA MEDE O NMERO DE CASOS NOVOS DE UMA DOENA, EPISDIOS OU EVENTOS NA POPULAO DENTRODE UM PERODO DEFINIDO DE TEMPO (DIA, SEMANA, MS, ANO) UM DOS MELHORES INDICADORES PARA AVALIAR SE UMA CONDIO EST DIMINUINDO, AUMENTANDO OUPERMANECENDO ESTVEL, POIS INDICA O NMERO DE PESSOAS DA POPULAO QUE PASSOU DE UM ESTADO DE NO-DOENTE PARA DOENTE.INCIDNCIA 33. PREVALNCIA MEDE O NMERO DE DOENTESNO PERODO E POPULAO ESTUDADAINCIDNCIAPREVALNCIAINCIDNCIA MEDE O NMERO DE NOVOS DOENTESNA MESMA REA, PERODO E POPULAO 34. REFERE-SE AO COMPORTAMENTO DAS DOENAS NUMA POPULAO EXPOSTA AOADOECIMENTO; SEUS NDICES PERMITEM CONHECER QUE DOENAS EXISTEMHABITUALMENTE.MORBIDADE 35. A QUANTIDADE DE CASOS TAMBM PERMITE ESTIMAR SUA IMPORTNCIA PARA AQUELAPOPULAO SURTO: O AUMENTO REPENTINO DO NMERO DE CASOS, DENTRO DE LIMITES RESTRITOS. ENDEMIA: A OCORRNCIA DE CERTO NUMERO DE CASSO CONTROLADOS EM DETERMINADAREGIO EPIDEMIA: A AUMENTO DO NUMERO DE CASOS DE DETERMINADA DOENA MUITO ACIMADO ESPERADO E NO DELIMITADA A UMA REGIO. PANDEMIA: COMPREENDE UM NMERO DE CASOS DE DOENAS ACIMA DO ESPERADO, SEMRESPEITAR LIMITES ENTRE PASES OU CONTINENTES. EX: AIDS E TUBERCULOSE.MORBIDADE 36. NMERO DE BITOS (ASSIM COMO O NMERO DE NASCIMENTOS) UMA IMPORTANTEFONTE PARA AVALIAR AS CONDIES DE SADE DA POPULAO REFERE-SE AO COMPORTAMENTO DAS DOENAS NUMA POPULAO EXPOSTA AOADOECIMENTO; SEUS NDICES PERMITEM CONHECER QUE DOENAS EXISTEMHABITUALMENTE.MORTALIDADE 37. | COEFICIENTE DE MORTALIDADE GERAL| COEFICIENTE DE MORTALIDADE INFANTIL| COEFICIENTE DE MORTALIDADE NEONATAL PRECOCE| COEFICIENTE DE MORTALIDADE NEONATAL TARDIA| COEFICIENTE DE MORTALIDADE PERINATAL| COEFICIENTE DE MORTALIDADE MATERNA| COEFICIENTE DE MORTALIDADE ESPECFICO POR DOENAMORTALIDADE 38. REFERE-SE INCIDNCIA DE MORTES ENTRE PORTADORES DE UMA DETERMINADA DOENA, EM UMCERTO PERODO DE TEMPO, DIVIDIDA PELA POPULAO DE DOENTES.GRIPE A X GRIPE CONVENCIONALLETALIDADE 39. TIPOLOGIA DOS ESTUDOS EPIDEMIOLGICOS 40. DESCRITIVOS ANALTICOSOBSERVACIONAISEXPERIMENTAISTRANSVERSAL COORTE CASO-CONTROLE ECOLGICOTIPOLOGIA DOS ESTUDOS EPIDEMIOLGICOS 41. | DESCRITIVOSOS ESTUDOS DESCRITIVOS GERALMENTE SE LIMITAM AO REGISTRO DA FREQNCIA DEEVENTOS OU AGRAVOS PATOLGICOS OBSERVANDO SUA VARIAO NO TEMPO E ESPAO| ANALTICOSENQUANTO QUE, OS ESTUDOS ANALTICOS TM COMO OBJETIVO EXPLICAR AS CARACTERSTICASDESSA FREQNCIA OU ASSOCIAES ENTRE ESTAS E OUTROS FATORES OBSERVADOSEPIDEMIOLOGIA 42. |INTERVENO (EXPERIMENTAL)ESTUDOS DE GERALMENTE SO ASSOCIADOS EPIDEMIOLOGIA CLNICA, DESTINADOS AVALIAODE DA EFICCIA DE MEDICAMENTOS, VACINAS, EXAMES E PROCEDIMENTOS MDICO - TERAPUTICOS|OBSERVACIONAL (NO-EXPERIMENTAL)GRANDE MAIORIA DOS ESTUDOS EPIDEMIOLGICOS REFEREM-SE PESQUISA DE SITUAES QUEOCORREM NATURALMENTE, A EXEMPLO NASCIMENTOS E BITOSEPIDEMIOLOGIA 43. |EXAMINA AS PESSOAS EM UM DETERMINADO MOMENTO, FORNECENDO DADOS DE PREVALNCIA|DOENAS COMUNS E DE DURAO RELATIVAMENTE LONGA|ENVOLVE UM GRUPO DE PESSOAS EXPOSTAS E NO EXPOSTAS A DETERMINADOS FATORES DE RISCO, SENDOQUE ALGUMAS DESSAS APRESENTARO O DESFECHO A SER ESTUDADO E OUTRAS NO.|PREVALNCIA DA DOENA DEVER SER MAIOR ENTRE OS EXPOSTOS DO QUE ENTRE OS NO-EXPOSTOS, SEFOR VERDADE QUE AQUELE FATOR DE RISCO CAUSA A DOENAESTUDO TRANSVERSAL (CROSS- SECTIONAL) 44. VANTAGENS|RAPIDEZ|BAIXO CUSTO|IDENTIFICAO DE CASOS|DETECO DE GRUPOS DE RISCODESVANTAGENS|EPISDIOS DE DOENA COM LONGA DURAOESTO SOBRE-REPRESENTADOS E DOENAS COMDURAO CURTA ESTO SUB-REPRESENTADAS|SE A PREVALNCIA DA DOENA A SER AVALIADAFOR MUITO BAIXA, O NMERO DE PESSOAS A SERESTUDADO PRECISAR SER GRANDEESTUDO TRANSVERSAL (CROSS- SECTIONAL) 45. |ESTUDO EM QUE UM GRUPO DE PESSOAS COM ALGUMA COISA EM COMUM (NASCIMENTO, EXPOSIO A UMAGENTE, TRABALHADORES DE UMA INDSTRIA ETC.) ACOMPANHADO AO LONGO DE UM PERODO DE TEMPO PARAOBSERVAR-SE A OCORRNCIA DE UM DESFECHO|UMA COORTE DE NASCIMENTOS PODE SER UM GRUPO DE PESSOAS QUE NASCERAM NO MESMO ANO, E, A PARTIRDA SO ACOMPANHADAS POR UM PERODO PARA AVALIAR-SE UM DESFECHO COMO A MORTALIDADE INFANTIL, ASHOSPITALIZAES NO PRIMEIRO ANO DE VIDA, A DURAO DA AMAMENTAO OU OUTRO DESFECHO QUALQUERESTUDO DE COORTE 46. O PRINCPIO LGICO DO ESTUDO DE COORTE A IDENTIFICAO DE PESSOAS SADIAS, A CLASSIFICAO DASMESMAS EM EXPOSTAS E NO-EXPOSTAS AO FATOR DE RISCO E O ACOMPANHAMENTO DESTES DOIS GRUPOS POR UMPERODO DE TEMPO SUFICIENTEMENTE LONGO PARA QUE HAJA O APARECIMENTO DA DOENAESTUDO DE COORTE 47. |COORTE PROSPECTIVAANLISE DO ESTUDO SER A COMPARAO DA INCIDNCIA DA DOENA EM ESTUDO ENTRE OS INDIVDUOSEXPOSTOS E ENTRE OS NO-EXPOSTOS|COORTE HISTRICA OU RETROSPECTIVA QUANDO A EXPOSIO MEDIDA ATRAVS DE INFORMAES COLHIDAS DO PASSADO E O DESFECHO MEDIDO DAQUELE MOMENTO EM DIANTEESTUDO DE COORTE 48. VANTAGENS|ESTUDOS DE COORTE SO EXCELENTES PARAAVALIAR VRIAS EXPOSIES E DOENAS AOMESMO TEMPO|INDICADOS PARA DOENAS FREQENTES EDOENAS QUE LEVAM SELEO DOS MAISSAUDVEISDESVANTAGENS|ESTUDOS CAROS E DEMORADOS, AS PERDASDE ACOMPANHAMENTO PODEM DISTORCER OESTUDO|NO SERVEM PARA DOENAS RARAS E ASASSOCIAES PODEM SER AFETADAS PORVARIVEIS DE CONFUSOESTUDO DE COORTE 49. ESTUDO CASO E CONTROLE 50. |O ESTUDO DE CASO E CONTROLE PARTE DO DESFECHO (DO EFEITO OU DA DOENA) PARA CHEGAR EXPOSIO|O GRUPO, TANTO DE CASOS QUANTO DE CONTROLES, NO PRECISA SER NECESSARIAMENTE REPRESENTATIVO DAPOPULAO EM GERAL|ATENDAM AOS CRITRIOS DE ELEGIBILIDADE PREVIAMENTE ESTABELECIDOS PELO PESQUISADORESTUDO CASO E CONTROLE 51. DEFINIO DOS CASOS|A DEFINIO DOS CASOS OU EVENTOS NECESSITA DE CRITRIOS OBJETIVOS|SE O PROJETO PRETENDE ESTUDAR CNCER DE PULMO, PRECISO QUE OS CASOS SEJAMCONFIRMADOS ATRAVS DE LAUDOS ANATOMOPATOLGICOS, E NO CASOS POSSVEIS OUPROVVEISESTUDO CASO E CONTROLE 52. FONTES DE BASE POPULACIONAL CHANCE VIS DE SELEO MENOR, POIS TEORICAMENTE TODOS OSCASOS PODEM SER INCLUDOS NO ESTUDO.|REGISTROS DE MORTALIDADE.|REGISTROS DE MORBIDADE . EXEMPLO: REGISTROS DE DOENAS INFECCIOSAS ETC..FONTES LIGADAS A SERVIOS MDICOS HOSPITAIS INCLUIR TODOS OS HOSPITAIS DO LOCAL.| CENTROS DE SADE.CRITRIOS DE INCLUSO E EXCLUSOOS MESMOS CRITRIOS DE INCLUSO E EXCLUSO PARA OS CASOS DEVEM SER APLICADOS AOS CONTROLESESTUDO CASO E CONTROLE 53. DEFINIO DOS CONTROLES|O PRINCPIO BSICO PARA A ESCOLHA DOS CONTROLES QUE A PROBABILIDADE DE INCLUIR UM CONTROLE NOPODE ESTAR ASSOCIADA COM O FATOR DE RISCO EM ESTUDO (A EXPOSIO), PARA NO OCORRER VIS DE SELEOESTUDO CASO E CONTROLE 54. FONTES DOS CONTROLESCONTROLES HOSPITALARES (OU DE SERVIOS DE SADE)|PESSOAS HOSPITALIZADAS NOS MESMOS HOSPITAIS DOS CASOS, MAS COM OUTROS DIAGNSTICOSCONTROLES COMUNITRIOS OU POPULACIONAIS:|AS PESSOAS SO SELECIONADAS DA MESMA COMUNIDADE DE ONDE SE ORIGINARAM OS CASOS, DEFORMA ALEATRIAESTUDO CASO E CONTROLE 55. VANTAGENS|ESTATISTICAMENTE EFICIENTES|PERMITEM TESTAR HIPTESES|PODEM SER RPIDOS E BARATOS|ESTUDAREM DOENAS RARAS E COMUNS|SE FOREM DE BASE POPULACIONAL PERMITIREMDESCREVER A INCIDNCIA E CARACTERSTICASDA DOENAA LGICA DO ESTUDO DE CASO-CONTROLE ESTABELECE QUE SE O FATOR DE RISCO CAUSAA DOENA EM ESTUDO, O ODDS (QUOCIENTE) DE EXPOSIO ENTRE OS CASOS SER MAIOR DO QUE ENTRE OSCONTROLES.ESTUDO CASO E CONTROLE 56. ESTUDOS ECOLGICOS: A UNIDADE DE OBSERVAO UM GRUPO DE PESSOAS, E NO O INDIVDUO, COMONOS OUTROS TIPOS DE ESTUDOS|ESSES GRUPOS PODEM SER TURMAS DE ALUNOS EM ESCOLAS, FBRICAS, CIDADES, PASES ETC.|O PRINCPIO DO ESTUDO O DE QUE, NAS POPULAES ONDE A EXPOSIO MAIS FREQENTE, AINCIDNCIA DAS DOENAS OU A MORTALIDADE SERO MAIORES.ESTUDOS ECOLGICOS 57. A APLICAO AO PLANEJAMENTO DE SERVIOS DE SADE TEM SIDO O MAIOR USO DAEPIDEMIOLOGIA EM FUNO DESSA APLICAO TEM-SE DESENVOLVIDA A LEGISLAO EESTRATGIA DA VIGILNCIA EPIDEMIOLGICA.DATASUS SISTEMA NACIONAL DE INFORMAES DE SADEVIGILNCIA EPIDEMIOLGICA