A BIBLIA EM ESBOÇOS - Harold Willmington.docx

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Oesboo mais abrangente da Bblia j feito.Captulo por captulo, versculo por versculo.t>haonosOGrande PanoramaEsta coleo de esboos cobrindo cada versculo da Bblia organiza todos os tpicos e subtpicos bblicos, tomando-os fceis de usar e memorizar. Voc se deleitar com a apresentao simples e ao mesmo tempo erudita, com as frases criativas e os resumos concisos.A

Segue um exemplo de 1 Reis com relao ao desafio de Elias no Monte Carmelo:

II. ELIAS NO TOPO DE UM MONTE (18.17-46)A. Elias e Acabe (18.17-19): Elias desafia Acabe e seus 850 profetas pagos a se encontrar com ele no monte Carmelo.B. Elias e o povo (18.20-24)1. O castigo (18.20-21): Elias repreende o povo de Israel por ficar indeciso entre adorar ao Senhor ou a Baal.2. A competio (18.22-24): Elias prope uma competio entre ele e os profetas de Baal.Uma Poderosa Ferramenta para PregadoresEsteja voc preparando uma lio de Escola Dominical ou um sermo para o domingo, A Bblia em Esboos indispensvel. Ela proporciona aos leitores uma maneira agradvel de ater-se aos fatos principais de qualquer passagem bblica.Uma Grande Ajuda para as Outras PessoasEsta utilssima companheira da Bblia ajuda voc a "ir direto ao assunto", seja qual for a passagem bblica que voc esteja lendo, emprestando a ela um recurso memorvel para enxergar e compreender o panorama completo.Resumindo: A Bblia em Esboos ajudar a lembrar o que voc estudou.1SHN Xf>-SX234-2[footnoteRef:1]J-7 [1: -47 if!CI)I)-220.7frilie cs par.i c.illogo sislemlio:Hbli.i I slioos : 220.7]

1999 by Harold L. Willmington Publicado pelaTyndale House Publishers, Inc. Ttulo original The Outline BibleTraduaoEros Paquini Jnior RevisoEdna Guimares CapaNext NoveauDiagramao Daniel M. Dantas

1a edio - novembro de 2001 1a reimpresso - janeiro de 2002 7a reimpresso - outubro de 2006 8a reimpresso - agosto de 2008 9a reimpresso - maio de 2011Coordenador de produo Mauro W. TerrenguiImpresso e acabamento Imprensa da FTodos os direitos reservados para:Editora Hagnos Ltda Av. Jacinto Jlio, 2704815-1 60- So Paulo - SP - Tel (11 >5668-5668 [email protected] - www.hagnos.com.br

Dados Internacionais de Catalogao na Publicao (CIP) (Cmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)Sumrio

Introduo vi7PA R TE UMPENTATEUCOGnesis 3 xodo,Levtico,Nmeros,Deuteronmio 25PARTE DOISHISTRIAJosu 63 Juizes 73 Rute 89I Samuel 93II Samuel 7 1 7I Reis 125II Reis 143I Crnicas 161II Crnicas 169 Esdras 189 Neemias 195 Ester 203PARTE TRSPOESIAJ 209 Salmos 22 7 Provrbios 299 Eclesiastes 317 Cntico dos Cnticos 325PARTE QUATROPROFETASIsaas 331 Jeremias 363 Lamentaes 387 Ezequiel 391 Daniel 409 Osias 421 Joel 425 Ams 427 Obadias 433 Jonas 435 Miquias 437 Naum 441 Habacuque 443 Sofonias 445 Ageu 447 Zacarias 449 Malaquias 453PARTE CINCOEVANGELHOSMateus 457 Marcos 497 Lucas 521 Joo 561PARTE SEISATOSAtos 591PARTE SETECARTASRomanos 625I Corntios 643II Corntios 659 Clatas 669 Efsios 675 Filipenses 68 7 Colossenses 6 85I Tessalonicenses 689 II Tessalonicenses 693I Timteo 697II Timteo 703 Tito 707 Filemon 77 7 Hebreus 773 Tiago 725I Pedro 73 7II Pedro 735I Joo 739II Joo 743III Joo 745 Judas 747PARTE OITOAPOCALIPSEApocalipse 751Parte IentateucoGnesisPARTE UM: OS PRIMRDIOS (1-11)Esta primeira parte de Gnesis descreve quatro grandes acontecimentos: a criao do universo, a queda da humanidade, o Dilvio universal e a Torre de Babel.ESBOO DA SEO UM (GNESIS 1 -2)Esta seo descreve a criao de todas as coisas.I. O Plano de Trabalho de Deus (1.1 -2.19)A. Primeiro dia: criao da luz (1.3-5): "Disse Deus: Haja luz. E houve luz". Ento ele faz a separao entre a luz e as trevas.B. Segundo dia: criao do firmamento e das guas (1.6-8):Deus separa as guas sobre o firmamento, as guas da atmosfera, as guas terrenas e as que esto debaixo do firmamento.C. Terceiro dia: criao da flora (1.9-13):Primeiro, ele separa as guas da poro seca. A terra, ento, produz a relva, as ervas, as rvores e a vegetao de toda a espcie.D. Quarto dia: criao do sol, da lua e das estrelas (1.14-19)E. Quinto dia: criao dos peixes e da aves (1.20-23)F. Sexto dia: criao dos animais terrestres e das pessoas (1.24-31; 2.7-20)1. As criaturas brutas: animais domsticos e selvagens (1.24-25)2. A criatura abenoada, a quem foram dadas duas coisas:a. A imagem de Deus (1.26-27)b. As instrues de Deus (1.26-31; 2.15-19)(1) As pessoas devem reinar sobre toda a natureza (1.26, 28),(2) encher a terra, conforme sua espcie (1.28), __(3) cultivar e cuidar de seu lindo lar, o Jardim do den (2.15),(4) comer o fruto de qualquer rvore, exceto da rvore do conhecimento do bem e do mal (2.16-1 7)(5) e dar nomes a todas as demais criaturas (2.19-20).G. Stimo dia: Deus descansa (2.1-6): Sua obra de criao est completa e declarada boa. Deus abenoa e santifica o stimo dia.II. O Plano de Casamento Elaborado por Deus (2.20-25)A. A criao de Eva (2.20-22): Eva, a primeira mulher, formada a partir da carne e da costela de Ado.B. O casamento de Eva (2.23-25): Eva apresentada a Ado. "Portanto, deixar o homem a seu pai e a sua me, e unir-se- sua mulher, e sero uma s carne." Este evento marca o primeiro casamento da histria.ESBOO DA SEO DOIS (GNESIS 3-5)Esta seo descreve a corrupo de todas as coisas.I. A Transgresso de Ado (3.1-24)A. A desobedincia de Ado (3.1-6)1. /\ traio (3.1-5)a. Satans comea lanando dvida sobre a Palavra de Deus (3.13): " assim que Deus disse: No comereis de toda rvore do jardim?".b. Satans conclui rejeitando a Palavra de Deus (3.4-5): "Disse a serpente mulher: Certamente no morrereis (...) sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal".2. /\ tragdia (3.6): Tanto Eva quanto Ado desobedecem a Deus e comem da rvore proibida.B. O engano de Ado (3.7-8): Ele procura cobrir a sua nudez, fazendo cintas de folhas de figueira; esconde-se entre as rvores.C. O desespero de Ado (3.9-11): Ele reconhece seu medo e sua nudez diante de Deus.D. A defesa de Ado (3.12-19): Ado culpa Eva, mas ela coloca a culpa na serpente.E. A disciplina imposta a Ado (3.14-19): Deus monta seu tribunal divino no den e impe as seguintes penas:1. serpente (3.14-15): ser maldita entre os animais e rastejar sobre seu ventre, comendo p. Sua cabea tambm ser ferida pelo descendente da mulher.2. A mulher (3.16): dar luz em meio a dores e ser governada por seu marido.3. Ao homem (3.1 7-19): arcar com o trabalho rduo de cultivar alimento a partir de um solo improdutivo e finalmente morrer, no sentido fsico.4. /4 natureza (3.18): ser tomada por cardos e abrolhos.F. A libertao de Ado (3.15, 20-21)1. A promessa (3.15): Algum dia, um Salvador derrotar Salans, a serpente!2. A proviso (3.20-21): Depois que Ado d nome mu mulher, Deus os vesle com peles de .inim.iis.(I. A expulso de Ado (3.22-24)1. /\ graa (.5.22-23): Deus os remove do jardim para que no comam da rvore da vida e vivam eternamente em seu pecado.2. Os guardas (3.24): Deus coloca seres angelicais com espadas refulgentes entrada oriental do den para manter Ado e Eva fora dali.II. O Testemunho de Abel (4.1-26)A. Abel, o filho piedoso (4.1-2, 4): Ele um pastor que, de forma obediente, oferece um animal como sacrifcio a Deus.B. Caim, o filho mpio (4.3-26)1. O apstata (4.3): Ele oferece a Deus um sacrifcio desprovido de sangue.2. O irado (4.5-7): Deus recusa o sacrifcio de Caim, mas insta com ele para que oferea sacrifcio aceitvel.3. O assassino (4.8-16)a. O crime de Caim (4.8): Num repente de raiva e inveja, Caim mata Abel.b. A maldio de Caim (4.9-12): Ele se torna um fugitivo e errante pela terra.c. A reclamao de Caim (4.13-16): Ele teme que quem o encontre o mate! Para evitar isto, Deus coloca um sinal de advertncia aos que poderiam tentar mat-lo. A, Caim casa-se com uma mulher que, provavelmente, uma de suas irms.4. O arquiteto (4.1 7-24)a. A engenhosa sociedade fundada por Caim (4.1 7-22): Caim edifica a primeira cidade da histria. Seus descendentes so os primeiros a habitar em tendas e a possuir gado. So tambm os primeiros msicos e artfices de metais.b. A traioeira sociedade fundada por Caim (4.23-24): Eles praticam a poligamia e se entregam violncia.C. Sete, o filho concedido (4.25-26): Eva d luz um terceiro filho, Sete, a quem Deus permite que ocupe o lugar de Abel, que fora assassinado.III. A Trasladao de Enoque (5.1-32)A. Os primeiros patriarcas que viveram antes do Dilvio (5.1-1 7): H seis, de Ado a Jarede, cada um vivendo mais que 900 anos.B. Um patriarca privilegiado que viveu antes do Dilvio (5.18-24): Enoque1. O relacionamento de Enoque com Deus (5.18-22): Ele anda com Deus.2. A remoo de Enoque, efetuada por Deus (5.23-24): Ele levado para o cu sem passar pela morte.C. Os ltimos patriarcas que viveram antes do Dilvio (5.25-32): H quatro deles, de Enoque a No. Um deles, Matusalm, vive 969 anos, tornando-se o recordista de idade de toda a raa humana. Outro, No, tem trs filhos: Sem, Co e Jaf.ESBOO DA SEO TRS (GNESIS 6-10)Esta seo descreve a condenao de todasas coisas.I. A Preparao para o Dilvio (6.1-22)A. O desgosto de Deus (6.1-7): Ele no v nada alm de perversidade humana de todo o tipo, em todo o lugar, a toda hora.B. A graa de Deus (6.8-10): No, por causa do seu viver reto, encontra graa diante do Senhor.C. A orientao de Deus (6.11-22)1. Destruio (o que Deus far) (6.11-13): Deus destruir todo o tipo de vida na terra exceto No e sua famlia atravs do Dilvio.2. Construo (o que No far) (6.14-22): No deve construir um barco de madeira de 300 cvados de comprimento (135 m),50 cvados de largura (22,5 m) e 30cvados dealtura(13,5m).Quando terminar a construo, Nodever trazer suafamlia e,pelo menos, um macho e uma fmea de cada animal para dentro da arca.II. A Proteo durante o Dilvio (7.1-24)A. Os ocupantes da arca (7.1-9, 13-16): Incluem No, sua esposa, seus trs filhos e esposas, junto com um casal de cada animal e sete casais de animais limpos.B. A provao dentro da arca (7.10-1 2, 1 7-24): A gua vinda de baixo sobe. A chuva torrencial cai dos cus por 40 dias, cobrindo as maiores montanhas e afogando toda a vida humana e animal.III. As Particularidades aps o Dilvio (8.1 -10.32)A. A segurana de No (8.1-5): "Lembrou-se Deus de No".B. A busca de No (8.6-12)1. A tentativa malsucedida, atravs do corvo (8.6-7): Ele no encontra terra seca.2. tentativa bem-sucedida, atravs da pomba (8.8-12): Aps uma tentativa anterior, a pomba encontra terra seca e retorna com uma folha nova de oliveira em seu bico.C. A vistoria de No (8.13-14): No remove a cobertura da arca e observa o novo mundo aps o Dilvio.D. A convocao de No (8.1 5-19): Deus d ordens a No, a sua famlia e a todos os animais que saiam da arca.E. O sacrifcio de No (8.20-22): No edifica um altar e sacrifica nele animais aprovados por Deus para aquela finalidade.F. O sinal de No (vindo de Deus) (9.1-1 7)1. Com relao aos animais da terra (9.1-10): Eles temero as pessoas e provero alimento para elas, mas o sangue dos animais no dever ser consumido.2. Com relao ao arco-ris rio cu ().1 1-1 7): Servir,i como sin.il d.ipromessa do c|iit' Deus jam.iis drslmir.i .i Icn.i nov.imcnlr < um gua.C. A vergonha de No (9. 18-2'))1. a Falha (9.18-24): No fica bbado com vinho e se expe (fica nu).2. A predio (9.25-29): No amaldioa Cana e seus descendentes, e abenoa Sem e Jaf e seus descendentes.H. Os filhos de No (10.1-32)1. jaf (10.2-5): Uma lista de seus descendentes, incluindo Comer, Magogue, Tubal e Meseque.2. Co (10.6-20): Uma lista de seus descendentes, incluindo Cana e Ninrode.3. Sem (10.21-32): Uma lista de seus descendentes, incluindo Pelegue (que pode ter vivido durante a disperso da Torre de Babel). Ele foi o ancestral de Ter (pai de Abro) e de Abro e Sarai.ESBOO DA SEO QUATRO (GNESIS 11.1-32)Esta seo descreve a confuso de todas as coisas.I. O Pecado (11.1-4): Todos os seres humanos tentam unificar-se para a sua prpria glria.II. A Condenao (11.5-9): Deus os dispersa, confundindo suas lnguas na Torre de Babel.III. O Povoamento (11.10-32): Relato da histria dos descendentes de Sem, que o ancestral de Abrao.PARTE DOIS: OS PATRIARCAS (12-50)Esta segunda parte de Gnesis descreve quatro grandes heris: Abrao, Isaque, Jac e Jos.ESBOO DA SEO CINCO (GNESIS 12.1-25.18)Esta seo cobre a vida de Abrao.II. A Cana de Abro (12.6-9)A. Abro em Siqum (12.6-7): O Senhor promete dai ( anaa a Abro, e Abro edifica um altar naquele local.B. Abro em Betei (12.8-9): Abro edifica oulio .ill.ii,III. A Carnalidade de Abro (Primeira Ocorri n< ia) (I 2.10-20)A. A fome (12.10): Abro vai de Cana p.ua o I gito para fugir da fome.B. A falsidade (12.11-13): Temendo por su.i vida, Abro pede que Sarai passe por sua irm.C. O favor (12.14-16): Fara rec ompensa Abro com riquezas por causa de Sarai, provavelmente pretendendo casar-se com ela.I). A frustrao (1 2.1 7): Deus envia pragas a Fara e a toda a sua casa por causa do seu plano de ( asar se com Sarai.H. A fria (12.18-20): Fara repreende Abro por sua mentira e manda Abro e Sarai embora.I\ < > Ki comeo de Abro (13.1-18)A. A chegada (13.1-4): Abro (hega a Betei e novamente adora a Deus.II, A disputa (13.5-7): Os pastores do gado de Abro e L (seu sobrinho) disputam os pastos. O acordo (1 3.8-13)I (>s termos (13.8-9): Abro permite que L escolha sua prpria leira.\ tragdia (13.10-13): L escolhe a terra prxima cidademoralmente pervertida de Sodoma.I). A promessa (13.14-18): Aps a sada de L, Deus novamente piomete fazer de Abro uma nao numerosa, como os gros di' .iieia da terra, e promete dar-lhe a terra de Cana.V. A ( i hm.im de Abro (14.1-16)A. ()s viloes (14.1-11)I irln'lio (14.1-4): Cinco cidades-estados cananias rebelam-se < onlia Quedorlaomer de Elo.2. A i('inrslia (14.5-11): Quedorlaomer e seus aliados derrotam os exeu itos das cinco cidades-estados, saqueiam suas cidades e levam muitas pessoas como escravas.B. A vtima (14.12): L, agora vivendo em Sodoma, levado como escravo.C. A vitria (14.13-1 6)1. O exrcito de Abro (14.13-14): Sabendo da captura de L, Abro e seus 3 18 servos treinados vo ao resgate de L.2. O ataque de Abro (14.15): Abro divide seus homens e inicia um ataque-surpresa noite.3. As conquistas de Abro (14.16): Quedorlaomer derrotado, e I resgatado.VI. A ( < iMUNi ia( ) Dl Aikao (I 4.1 7-24)A. O roi de Salm, piedoso e sacerdote (14.1 7-20): Ao retornar sua i asa (>in I lebrom, Abro encontra Melquisedeque, que o abenoa. Abro oferece um dcimo de todos os bens obtidos em Quedorlaomer.B. O mpio e pervertido rei de Sodoma (14.21-24): Em forte contraste, Abro recusa-se a ter qualquer comunho com Bera, rei da mpia Sodoma.VII. A Aliana com Abro (15.1-21)A. A pressuposio errada de Abro (15.1-3): Abro reclama que, aps sua morte, todos os seus bens sero passados a Elizer, um dos seus servos de Damasco. Elizer, ento, se tornar o herdeiro da aliana.B. A promessa fidedigna de Deus (15.4-21)1. A revelao (15.4-5): Deus diz a Abro que o herdeiro prometido ser o prprio filho de Abro, e que seus descendentes sero numerosos como as estrelas do cu.2. A reao (15.6): "E creu Abro no Senhor, e o Senhor imputou- lhe isto como justia".3. A ratificao (1 5.7-1 7)a. Os detalhes (15.7-11): Deus ratifica sua promessa a Abro com uma aliana selada com sangue.b. O sonho (15.12): Ao pr-do-sol, Abro cai em sono profundo e tem vises aterrorizantes.c. O destino (de Israel) (15.1 3-16): Deus fala a Abro em sonho, dizendo que seus descendentes sero escravos por 400 anos. Tambm diz que os opressores sero punidos e que os descendentes de Abro sero libertados e sairo com muitas riquezas.d. A descida (do prprio Deus) (15.17): Um fogareiro fumegante e uma tocha de fogo, provavelmente simbolizando o prprio Deus, passa por entre os animais mortos da aliana de sangue.4. As terras (15.18-21): Deus revela a Abro as fronteiras da Terra Prometida, desde a divisa do Egito at o rio Eufrates.VIII. O Comprometimento de Abro (16.1-16)A. O fundamento lgico para seu comprometimento (16.1-3)1. O problema (16.1): Sarai ainda incapaz de ter um filho.2. O plano (16.1-3): Sarai convence Abro a casar-se com Agar, sua serva, para ter um filho por intermdio dela.B. Os resultados do seu comprometimento (16.4-16)1. O casamento de Agar com Abro (16.4): Depois de Agar dar luz, comea a desprezar Sarai.2. Os maus-tratos de Agar por parte de Sarai (16.5-6): Aps sofrer maus-tratos da frustrada Sarai, Agar foge para o deserto.3. O encontro de Agar com o Senhor (16.7-14)a. O Senhor a adverte (16.7-9): O anjo do Senhor a encontra num poo e diz: "Torna-te para a tua senhora e, humilha-te debaixo das suas mos".b. O Senhor a tranqiliza (16.10-14): O anjo do Senhor diz a Agar que ela ter descendentes incontveis atravs de seu filho ainda por nascer, que ser chamado Ismael ("o Senhor ouve").4. Nasce Ismael (16.15-16): Agar d luz Ismael quando Abro est com 86 anos de idade.IX. A Circunciso de Abrao (1 7.1-27)A. Deus e Abro (1 7.1-14)1. O novo nome de Abro (1 7.1-8): Deus muda o nome de Abro ("pai exaltado") para Abrao ("pai de uma multido").2. O novo encargo de Abrao (1 7.9-14)a. As particularidades (17.9-13): Como sinal de aliana, ele dever circuncidar-se, e fazer o mesmo com todos os homens de sua casa e todos os meninos que completarem oito dias de vida.b. A penalidade (17.14): Aqueles que se recusarem a fazer a circunciso sero excludos dentre os israelitas.B. Deus e Sarai (1 7.15-19)1. Amudana de nome de Sarai (1 7.15): Deus muda o nome de Sarai para Sara ("princesa").2. A nova promessa a Sara (1 7.16-19): Deus promete que esta mulher estril ir, de fato, tornar-se me de naes.C. Deus e Ismael (1 7.20-27)1. Revelando o futuro de Israel (1 7.20-22): Deus diz a Abrao que Ismael se tornar o ancestral de 12 prncipes e de uma grande nao.2. Removendo a carne de Ismael (1 7.23-27): Aos 99 anos, Abrao circuncida-se, e faz o mesmo com o garoto Ismael, que est com 13 anos, e com todos os homens de sua casa.X. A Compaixo de Abrao (18.1 -19.38)A. As notcias maravilhosas (18.1-1 5)1. A recepo por parte de Abrao (18.1-8)a. Encontrando-se com seus visitantes celestiais (18.1-3): O prprio Deus e dois anjos visitam Abrao, perto de Hebrom.b. Servindo seus visitantes celestiais (18.4-8): Abrao prepara uma refeio com vitela, coalhada, leite e po para seus visitantes.2. A reao de Sara (18.9-1 5)a. Os detalhes (18.9-10): Em sua tenda, Sara escuta a promessa de Deus com relao ao nascimento de Isaque.b. As dvidas (18.11-12): Sara ri por no acreditar.c. A declarao (18.13-14): "H, porventura, alguma coisa difcil ao Senhor!1 (...) e Sar.i ter um filho".d. A n(gi(,): Krc cos.i, S.iu que riu por iiu rrdulidado.H. As pssimas notcias (18.1 fa-1 9.38)1. A acusao contra Sodoma (18.16-22)a. A fidelidade de Abrao (18.16-19): Deus decide contar aAbrao seu plano para a cidade de Sodoma, uma vez queAbrao havia sido escolhido para ser o pai dos justos.b. A imoralidade de Sodoma (18.20-22): O Senhor fala a Abraosobre a impiedade de Sodoma.2. A intercesso por Sodoma (18.23-33)a. Intercedendo por 50 (18.23-26): Abrao pede que o Senhorpoupe a cidade por amor de 50 justos que l existam. O Senhorresponde que o far.b. Intercedendo por 45 (18.27-28): Por 45? Sim.c. Intercedendopor 40(18.29):Por40?Sim.d. Intercedendopor 30(18.30):Por30?Sim.e. Intercedendopor 20(18.31):Por20?Sim.f. Intercedendopor dez (18.32-33):Pordez? Sim.3. A destruio de Sodoma (19.1-38)a. Eventos pr-destruio (19.1-14)(7) L e os anjos (19.1-3): Dois anjos visitam L, que os convida a passar a noite em sua casa.(2) L e os sodomitas (19.4-11): Os habitantes de Sodoma pedem que L lhes entregue os dois homens para que eles possam molest-los sexualmente.(3) L e sua famlia (19.12-14): Em vo, L adverte os noivos de suas filhas para que fujam da cidade.b. Os eventos da destruio (19.15-29)(7) A firmeza (19.15-1 7): Relutantes em ir embora, L e sua famlia so conduzidos para fora da cidade pelos anjos.(2) O medo (19.18-22): L implora para que possa morar em Zoar, uma pequena vila perto de Sodoma.(3) A fria (19.23-25): A fria abrasadora de Deus derramada sobre Sodoma e outras cidades mpias da plancie.(4) A fatalidade (19.26): Ao olhar para trs em direo cidade Sodoma em chamas, a mulher de L torna-se uma esttua de sal.(5) A chuva de fogo (19.27-29): De uma distncia superior a30 km, Abrao enxerga a fumaa da destruio de Sodoma e Gomorra.c. Eventos ps-destruio (19.30-38)(7) A suposio das duas irms (19.30-31): As filhas de L temem nunca mais casar e ter filhos.(2) Os pecados das duas irms (19.32-36): Elas embebedam o pai, deitam-se com ele e ficam grvidas.(3) Os filhos das duas irms (19.37-38): Moabe, pai dos moabitas, nasce da filha mais velha de L; Ben-Ami, pai dos filhos de Amom, da filha mais nova de L.XI. A CARNALIDADE DE ABRAO (SEGUNDA OCORRNCIA) (20.1-18)A. Abrao e Abimeleque: primeiro ciclo engano (20.1-8)1. A fraude (20.1-2): Novamente, temendo por sua vida, Abrao apresenta Sara como sua irm.2. O sonho (20.3-8)a. Deus informa Abimeleque (20.3-6): Em sonho, Deus adverte Abimeleque que Sara casada.b. Deus instrui Abimeleque (20.7-8): Deus diz a Abimeleque que devolva Sara a Abrao e promete que o patriarca orar por ele.B. Abrao e Abimeleque: segundo ciclo defesa (20.9-13)1. A pergunta dolorosa (feita acerca de Abrao) (20.9-10): "Que que nos fizeste?"2. A resposta lastimvel (dada por Abrao) (20.11-13): Abrao diz ter temido que Abimeleque o matasse para casar com Sara.C. Abrao e Abimeleque: terceiro ciclo libertao (20.14-18): Abimeleque devolve Sara a Abrao e o recompensa pelo ocorrido. Abrao ora por Abimeleque e Deus retira a maldio que colocara sobre a casa de Abimeleque.XII. A Celebrao de Abrao (21.1-21; 25.12-18)A. O cumprimento da promessa (21.1-7)1. A natureza do cumprimento (21.1-2): Sara d luz o herdeiro da aliana.2. O nome para o cumprimento (21.3-7): Ele chamado Isaque, que significa "riso", pois todos os que ouvirem isto se riro.B. A festa (21.8): O propsito celebrar o desmame de Isaque.C. A zombaria (21.9): Sara v Ismael zombando de Isaque.D. A fria (21.10-11): Sara pede para Abrao ordenar que Agar e Ismael deixem o acampamento.E. A despedida (21.12-14): Depois de ser assegurado que Agar ser sustentada pelo Senhor, Abrao a despede com gua e comida.F. O medo (21.15-16): No deserto, Agar teme que ambos morram logo por causa da exposio ao sol.G. A fidelidade (21.17-21; 25.12-18)1. A libertao e o crescimento de Ismael (21.17-21): Deus prov gua e comida para Ismael e posteriormente o conduz maturidade.2. Os descendentes de Ismael (25.12-18): Assim como Deus havia predito, Ismael torna-se pai de 12 filhos.XIII. A Aliana de Abrao (21.22-34)A. As pessoas (21.22): Abimeleque e seu comandante, Ficol, fazem aliana com Abrao.B. O plano (21.23-24): Nem Abimeleque nem Abrao faro mal um ao outro.C. O problema (21.25-26): Abrao reclama que os servos de Abime- leque havi.im tomado um de seus poos. AbimHoqur (li/ que nada s.ibi.i.

l I I !* I 111D. O pacto (2 1.27-30): Unia aliana de paz especial entre os dois ratificada quando Abrao d a Abimeleque algumas ovelhas e gado.I

E. O lugar (21.31-34): Isso acontece em Berseba ("fonte de juramento").XIV. A Ordem a Abrao (22.1-24)A. A dor de Abrao (22.1-8)1. A ordem (22.1-2): Deus ordena que Abrao sacrifique seu filho Isaque como holocausto.2. A obedincia (22.3): Junto com Isaque e dois servos, Abrao segue em direo terra de Mori.3. A provao (22.4-8)a. A pergunta de Isaque (22.7): "Meu pai! (...) onde est o cordeiro para o holocausto?"b. A resposta de Abrao (22.8): "Deus prover para si o cordeiro para o holocausto, meu filho".B. A submisso de Isaque (22.9-10): Ele permite que Abrao o amarre sobre o altar.C. O substituto de Deus (22.11-24)1. A natureza da oferta de Abrao (22.11-13): ordenado que ele oferea um carneiro em lugar de Isaque.2. O nome do Deus de Abrao (22.14): Abrao chama aquele lugar Jeov-Jir (Yahweh Yir'eh) ("o Senhor prover").3. O nmero dos descendentes de Abrao (22.15-19): O anjo do Senhor novamente promete a Abrao que seus descendentes sero numerosos como as estrelas dos cus e os gros de areia do mar.4. As notcias sobre a famlia de Abrao (22.20-24): Abrao fica sabendo que seu irmo Naor tem oito filhos. Um deles Betuel, que se tornar pai de Rebeca (mulher de Isaque).XV. A Caverna de Abrao (23.1-20)A. As lgrimas de Abrao (23.1-2): Abrao lamenta e chora por Sara, que morre aos 127 anos.B. O testemunho de Abrao (23.3-13): Ele se descreve como sendo um estrangeiro e pede a Efrom, o hitita, permisso para comprar a caverna de Macpela, onde deseja enterrar Sara.C. A transao de Abrao (23.14-20)1. O preo (23.14-16): 400 ciclos de prata.2. O lugar (23.1 7-20): a caverna de Macpela, localizada em Hebrom.XVI. O Comissionamento de Abrao (24.1-67)A. O plano (24.1-4): Abrao instrui a seu servo (provavelmente Elizer)a procurar uma esposa para Isaque em sua terra natal, a Mesopotmia.B. O problema (24.5-6): Mesmo que o servo no encontre uma jovem disposta a se casar, ele no deve levar Isaque para viver l.

C. As promessas (24.7-9)1. A promessa de Deus a Abrao (24.7-8): Abrao lembra-se da promessa de Deus com relao terra de Cana.2. A promessa do servo a Abrao (24.9): O servo far exatamente conforme Abrao o instruiu.D. A preparao (24.10): O servo carrega dez camelos com presentes e parte em busca de esposa para Isaque.E. A orao (24.11-21)1. O pedido (24.11 -14): O servo pede a Deus que faa com que a escolhida para ser a esposa de Isaque se oferea para dar gua a ele e a seus camelos.2. O resultado (24.15-21): Estando o servo ainda a orar, Rebeca aparece e cumpre o sinal.F. Os presentes (24.22-33)1. Rebeca e o servo (24.22-28): O servo d a Rebeca um pendente de ouro.2. Labo e o servo (24.29-33): O irmo de Rebeca convida o servo a entrar em sua casa.G. A proposta (24.34-58)1. O panorama relatado pelo servo (24.34-48)a. A conversa do servo com Abrao (24.34-41): O servo revela a Labo a misso que Abrao lhe havia conferido.b. A conversa do servo com Deus (24.42-44): O servo conta como Deus respondeu sua orao.c. A conversa do servo com Rebeca (24.45-48): O servo relata seu encontro inicial com Rebeca.2. A oferta do servo (24.49-56): Ele d a Rebeca mais jias e vestidos e a convida a acompanh-lo de volta a Cana a fim de casar-se com Isaque.H. A persuaso (24.57-60): "Irs tu com este homem?" E Rebeca responde: "Irei".I. A peregrinao (24.61): O servo de Abrao, Rebeca e seus servos deixam a Mesopotmia rumo a Cana.J. A apresentao (24.62-67): Isaque est andando no campo quando encontra sua nova noiva. Eles se casam e do amor e bem-estar um ao outro.XVII. Os Anos Finais de Abrao (25.1-11)A. A famlia de Abrao (25.1-4)1. A ltima esposa de Abrao (25.1): Abrao casa-se com sua terceira esposa, Quetura.2. Os ltimos filhos de Abrao (25.2-4): Quetura tem seis filhos, entre eles, Midi.B. A fortuna de Abrao (25.5-6): Ele passa todas as suas riquezas p.ira seus filhos, dando a maior parlo a Isaquo.C. A despedida de Abrao (2 5,7 1 i): I lo morro aos I 75 anos.ISBOO DA SEO SEIS (GNESIS 25.19-28.9; 36.1-43)Esta seo cobre a vida de Isaque.I. Isaque e Reueca (25.19-26.16)A. A devoo de Isaque a Rebeca (25.20-34)1. O pedido (25.19-22): Ele ora para que Rebeca tenha um filho.2. Os resultados (25.23-34): Deus responde orao de Isaque em dobro!a. O nascimento dos gmeos (25.24-26): Esa nasce primeiro, seguido imediatamente por Jac.b. O direito de primogenitura e os gmeos (25.27-34): Ao tornar- se adulto, Esa vende seu direito de primogenitura por um prato de guisado.B. O engodo de Isaque com relao a Rebeca (26.1-16)1. A direo de Deus (26.1-5): Durante a fome, Deus probe Isaque de ir ao Egito, mas permite que v terra dos filisteus.2. O engano de Isaque (26.6-7): Assim como seu pai havia feito, Isaque mente a Abimeleque (o rei dos filisteus) acerca de sua esposa, afirmando ser ela sua irm.3. A percepo de Abimeleque (26.8-16): Vendo Isaque acariciar Rebeca, Abimeleque reprova Isaque por engan-lo. Ainda assim, Deus continua a abenoar Isaque.II. Isaque e o Povo de Gerar (26.1 7-22): Surge uma discusso acerca da posse de alguns poos.III. Isaque e Deus (26.23-25): Em sonho, o Senhor aparece a Isaque e confirma a aliana feita entre ele e Abrao, pai de Isaque.IV. Isaque e TrsIderes Filisteus (26.26-33): Percebendo a bno de Deus sobre Isaque, os filisteus propem um tratado de paz com ele. Isaque aceita e celebra com grande festa.V. Isaque e Seus Filhos (26.34-28.9; 36.1-43)A. A dor (26.34-35): Esa casa-se com duas mulheres hititas, que tornam a vida de Isaque e Rebeca um tormento.B. Os preparativos (27.1-4): Crendo na proximidade de sua morte, Isaque instrui Esa a caar um animal selvagem e a preparar para ele uma refeio. Isaque promete abeno-lo aps a refeio.C. A conspirao (27.5-29)1. Maquinada por Rebeca (27.5-1 7): Escutando essa conversa, Rebeca prepara uma refeio parecida, disfara Jac para que se parea com Esa [Isaque estava praticamente cego] e o envia a Isaque.2. Executada por jac (27.18-29)a. A relutncia de Isaque (27.18-23): De incio, Isaque fica confuso,dizendo: "A voz a voz de Jac, porm as mos so as mos de Esa".b. A confirmao de Jac (27.24-29): Jac convence Isaque de que realmente Esa, e recebe a bno do pai.D. A perplexidade (27.30-33): Assim que Jac sai, Esa entra, pronto para ser abenoado.E. A splica (27.34-38): Lamentando em meio a intensa raiva e frustrao, Esa diz: "Abenoa-me tambm a mim, meu pai!"F. A profecia (27.39-40): Isaque prediz que Esa e seus descendentes vivero pela espada e serviro a seu irmo por um perodo de tempo.G. O prejuzo (27.41): Esa jura matar Jac aps a morte de seu pai.H. A partida (27.42-28.5)1. As palavras de Rebeca a jac (27.42-46): Ela ordena que Jac fuja da ira de Esa, indo para sua cidade natal de Har,xna Mesopotmia.2. As palavras de Isaque a jac (28.1-5): Isaque diz para Jac ir a Har escolher uma noiva dentre a parentela de sua me.I. A percepo (de Esa) (28.6-9): Percebendo que as esposas canani- as eram a fonte da dor de seus pais, Esa se casa com Maalate, filha de Ismael (filho de Abrao com Agar).J. O povo (de Esa) (36.1-43): Este captulo uma lista dos descendentes de Esa.ESBOO DA SEO SETE (GNESIS 28.10-35, 37-38)Esta seo cobre a vida de Jac.I. O Viajante (28.10-22)A. A viso de Jac (28.10-15)1. Ele v os anjos de Deus (28.10-12): Durante um sonho em Betei, Jac v anjos subindo e descendo uma escada que ia da terra at os cus.2. Ele v o Deus dos anjos (28.13-15): O Senhor est no topo da escada e confirma a aliana feita entre ele e Abrao.B. O juramento (28.16-22): J acordado, Jac promete servir a Deus, mas somente se Deus o proteger e prover.II. O Amante (29.1-30)A. O amor de Jac por Raquel (29.1-1 7)1. O primeiro encontro com Raquel (29.1-12): Jac encontra Raquel num poo e remove uma grande pedra para que ela possa dar de beber ao rebanho de seu pai, Labo, tio de Jac.2. O primeiro encontro com Labo (29.13-1 7): Jac e Labo encontram-se e resolvem que Jac trabalhar para o tio.B. O trabalho de Jac por Raquel (29.18-30)I. A diligncia /c l.w (29. IH-2I): j.u pede R.iquel em casamento, (Mil lioi .1 dc si'li' ,mos de li.ib.ilho p.ii.i I ,il>,i.2. A I Mi//risI \ 1 I I I | v I I t ** "* I !\ * ' -*i'IIlegpcia .los israelitas. Deus ouve seu clamor e lembra de sua aliana \ i niii Abrao.B. O mistrio de Moiss (xodo 3.1-3): Ele v uma sara ardente, mas da no consumida pelo fogo.C. A mensagem de Deus (xodo 3.4-10)I .Tira os sapatos dos ps (xodo 3.4-9)a. O motivo disso (Exodo 3.5): "O lugar em que tu ests terra santa".b. A questo (xodo 3.7-8): O Senhor declara ter ouvido o choro dos israelitas e ir libert-los.2. Eu te enviarei! (xodo 3.10): O Senhor diz a Moiss que o escolheu para libertar seu povo.III. Os Receios de Moiss (xodo 3.11 -4.23)A. Os protestos (xodo 3.11-1 5; 4.10-1 7)1. Primeira objeo (xodo 3.11-12)a. Moiss diz no ser importante o suficiente para aparecer diante do Fara.b. O Senhor diz a Moiss que estar com ele e o trar de volta ao monte Sinai.2. Segunda objeo (xodo 3.13-15)a. Moiss se queixa de no ter autoridade.b. O Senhor diz a Moiss que ele, o EU SOU O QUE SOU, sua autoridade. ^3. Terceira objeo (xodo 4.1-5)a. Moiss insiste que o povo no acreditar nele.b. O Senhor transforma o cajado de Moiss em uma serpente e diz que o povo crer nele quando vir isto.4. Quarta objeo (xodo 4.10-1 7)a. Moiss queixa-se de no ser eloqente.b. O Senhor diz a Moiss que Aro, seu irmo, falar por ele.B. As profecias (xodo 3.16-22)^1. Israel sair do Egito em direo a Cana (xodo 3.16-1 7).2. Os lderes de Israel crero em Moiss (xodo 3.18).3. O Fara se opor a Moiss (xodo 3.19).4. O Egito sofrer o juzo de Deus (xodo 3.20).5. Israel receber riquezas do Egito (xodo 3.21-22).C. As provas (xodo 4.2-9)1. Primeira prova (xodo 4.2-5): O cajado de Moiss transforma-se numa serpente.^2. Segunda prova (xodo 4.6-8): A mo de Moiss fica leprosa.3. Terceira prova (Exodo 4.9): A gua do rio Nilo mais tarde se transformar em sangue.D. A permisso (xodo 4.10-18): Deus permite que o irmo mais velho de Moiss, Aro, acompanhe Moiss, falando por ele. Moiss recebe autorizao de seu sogro para partir.E. A preparao (xodo 4.19-20): Moiss despede-se de seu sogro.F. O plano (xodo 4.21-23): Deus ajudar a mo de Moiss (na operao de milagres), mas endurecer o corao do Fara.IV. O Engano de Moiss (xodo 4.24-26): Por alguma razo, Moiss negligencia - ou talvez mesmo se recuse a fazer - a circunciso de seu primognito, Grson.A. A ira de Deus (xodo 4.24): Essa falta de cuidado quase custa a vidade Moiss.^B. A ao de Zpora (xodo 4.25-26): Percebendo o perigo, Zpora rapidamente circuncida o filho do casal.V. Os Encontros de Moiss (xodo 4.27-31)A. Moiss encontra seu irmo Aro (xodo 4.27-28): Moiss agora conta a Aro os detalhes de sua misso.^B. Moiss encontra-se com os ancios de Israel (xodo 4.29-31): Ao ouvir a mensagem de Aro e ver os milagres operados por Moiss, os ancios crem neles e adoram a Deus.ESBOO DA SEO QUATRO (XODO 5-17)Esta seo detalha o papel de Moiss e suas experincias comoxlegislador de Israel.k. Os preliminares (xodo 7.-1.1): Quando Moiss e Aro confrontam I ara novamente, o soberano ordena que seja demonstrado o poder do Deus deles. Aro atira sua vara no cho e ela vira uma serpente. Os magos do Fara fazem o mesmo, mas a serpente de Aro engole as deles.F. As pragas (xodo 7.14-10.29; 11.1, 4-10): J que Fara se recusou a ouvir, o Senhor d incio a uma srie de dez pragas no Egito. Aps cada praga, Senhor concede a Fara a oportunidade de mudar de idia, mas ele se recusa continuamente a faz-lo.1. Sangue (xodo 7.14-25): Moiss volta sua vara em direo ao Nilo e as guas se transformam em sangue. Logo, toda a gua do Egito fica poluda de forma semelhante.2. Rs (xodo 8.1-15): Uma praga de rs cobre a terra. Fara pede que Moiss as remova, e ento ele permitir a libertao do povo, mas quando as rs so retiradas Fara volta atrs.3. Piolhos (xodo 8.16-19): Aro fere o p e, de repente, piolhos infestam toda a nao. Os magos do Fara o aconselham a libertar Israel, mas ele se recusa.4. Moscas (xodo 8.20-32): O Egito tomado por enxames de moscas, mas nenhuma aparece na terra de Gsen, onde vivem os israelitas. Novamente, Fara promete libert-los, mas, assim que as moscas vo embora, ele se recusa a faz-lo.5. Peste nos animais (xodo 9.1-7): Todos os animais egpcios ficam doentes e comeam a morrer, mas nenhum animal israelita atingido.6. lceras (xodo 9.8-12): Depois que Moiss atira brasas de uma fornalha ao ar, lceras infecciosas surgem nas pessoas e nos animais.7. Chuva de pedras (xodo 9.13-35): Antes da prxima praga, Deus revela a Moiss e a Fara o propsito daquelas pragas: "Para que saibas que no h nenhum outro como eu em toda a terra". Alguns egpcios do ouvido ao alerta de Deus e retiram seus animais do campo para proteg-los da chuva de pedras. Fara diz que libertaropovo, mas muda de idia assim que a praga cessa.8. Gafanhotos (xodo 10.1-20): Fara permite apenas que os homens de Israel partam para adorar ao Senhor. Moiss rejeita sua oferta, e o Senhor envia um forte vento ocidental que sopra a pior praga de gafanhotos da histria do Egito. Fara arrepende-se, Deus remove os gafanhotos, porm Fara muda de idia mais uma vezx9. Trevas (xodo 10.21-29): Deus envia profundas e aterrorizantes trevas sobre todo o Egito durante trs dias. Fara concorda em libertar os israelitas, mas os rebanhos tm de ficar. Moiss recusa.10. A morte dos primognitos (xodo 11.1, 4-10): O Senhor diz a Moiss que esta praga resultar na libertao de Israel.G. A preparao (xodo 12.1-11, 14-28): Cada famlia israelita instruda a matar um cordeiro no dia 14 do primeiro ms do calendrio hebraico (na primavera). O sangue desse cordeiro deve ser aspergido nas ombreiras e na verga das portas.H. A proteo (xodo 12.12-13): O Senhor avisa ao povo: "Ferirei todos os primognitos na terra do Egito, tanto dos homens como dos animais". Mas ele assegura que, "vendo eu o sangue, passarei por cima de vs", poupando o primognito da casa, para que no morra.I. O pnico (xodo 12.29-33): Em seguida morte de seu primognito, no dia 14 do ms, Fara intima Moiss e ordena que ele conduza Israel para fora do Egito.J. Os presentes (xodo 11.2-3; 12.34-36): Os egpcios, apavorados, do aos israelitas de partida roupas e presentes caros de prata e ouro. ^K. A partida (xodo 12.37-39): Por volta de 600 mil homens (alguns deles no israelitas), junto com suas mulheres e seus filhos, deixam o Egito noite.L. O perodo de tempo (xodo 12.40-41): Israel permaneceu no Egito durante 430 anos.M. A festa da Pscoa (xodo 12.41-5lf: Os estrangeiros s^o proibidos de comer o cordeiro pascal, a menos que sejam circuncidados. Nenhum osso do cordeiro deve ser quebrado.N. Os pais e os filhos (xodo 13.1-16): Todos os primognitos israelitas devem ser consagrados a Deus. Ao chegar Terra Prometida, os israelitas devem observar a festa da Pscoa anualmente, e os pais devem contar aos filhos da fidelidade de Deus ao livr-los do Egito.^O.A nuvem e a coluna de fogo (xodo 1 3.1 7-22): Deus guia seu povo Terra Prometida num longo trajeto atravs do deserto e do mar Vermelho. Uma nuvem os guia durante o dia,e uma coluna de fogo, durante a noite.II. Liderando o Povo de Deus do Egito ao Monte Sinai (xodo 14.1 -1 7.1 6)A. Fase um: Israel no mar Vermelho (xodo 14.1-18)1. A deciso do Fara: Persigam-nos! (xodo 14.1-9): Arrependendo-sede sua deciso de libertar Israel, Fara ordena que o exrcito egpcio, incluindo 600 carros, capture os israelitas no mar Vermelho.2. O desespero do povo: Desistamos! (xodo 14.10-12): Em grande temor e raiva, os israelitas clamam a Moiss: "Melhor nos fora servir aos egpcios, do que morrermos no deserto!"3. A declarao de Moiss: Ergam os olhos! (xodo 14.13-14): Moissos tranqiliza: "No temais; estai quietos, e vede o livramento do Senhor".^4. A ordem de Deus: Levantem-se! (xodo 14.15-18): Moiss instrudo a erguer sua vara sobre o mar Vermelho, dividindo as guas e permitindo que Israel o atravesse NIIMI Ktis Ml II I I K ( ) N I I M | i ircsulUindo cm trevas para os egpcios, mas em luz gloriosa para os israelitas.2. A diviso (xodo 14.21-22): Um forte vento ocidental sopra e divide o mar Vermelho, formando muros de gua em cada lado.3. A morte (xodo 14.23-31): Tentando perseguir os israelitas pela trilha seca, os egpcios afogam-se quando Moiss ergue a mo, fazendo com que as guas se fechem novamente.4. O louvor (xodo 15.1-21): Intensa celebrao acontece no lado oriental do mar Vermelho. Moiss e sua irm, Miri, lideram a nao com canes, msicas e danas.C. Fase trs: Israel em Mara (xodo 15.22-26)1. O problema (xodo 15.22-24): Aps viajar trs dias sem encontrar gua, o povo descobre o osis em Mara, que oferece gua, mas amarga e no potvel.2. A purificao (Exodo 15.25): O Senhor ordena que Moiss lance uma rvore na gua, e esta se torna pura e doce.3. A promessa (xodo 15.26): A obedincia a Deus resulta numa proteo divina contra as doenas enviadas aos egpcios.D. Fase quatro: Israel em Elim (xodo 15.27): Este osis continha 12 fontes de gua e 70 palmeiras.^E. Fase cinco: Israel no deserto de Sim (xodo 16.1-36)1. Uma dieta especial (xodo 16.1-22, 31-36): A despeito da murmurao constante dos israelitas, Deus envia codornizes para servirem de alimento pela manh e prov um suprimento dirio de po (man) dos cus.2. Um dia especial (xodo 16.23-30): Moiss instrui o povo a guardarosbado, um dia semanal de descanso.F. Fase seis: Israel em Refidim (xodo 1 7.1-16)1. A rocha ferida por Moiss (xodo 1 7.1-7): Em um lugar chamado Refidim, os israelitas, sedentos e rebeldes, contendem com Moiss. Ao comando de Deus, Moiss fere a rocha que, de modo sobrenatural, jorra gua limpa e potvel.2. O inimigo ferido por Moiss (xodo 1 7.8-16): Josu lidera o exrcito israelita vitria sobre as foras amalequitas, enquanto Moiss ora por eles em um monte prximo. Aro e Hur o ajudam a manter a vara erguida durante a batalha.ESBOO DA SEO CINCO (XODO 18.1- NMEROS 10.10)A nao viaja para o monte Sinai e permanece por l durante onze meses e cinco dias. Trs importantes eventos acontecem durante este perodo: a constituio de Israel, a prostituio de Israel e a restituio de Israel.1. A recepo de Moiss (xodo 18.1-12): Moiss encontra-secom sua mulher, Zpora, seus filhos, Grson e Elizer, e seu sogro, Jetro. Ele relata como Deus conduziu o povo para fora do Egito.^2. A sabedoria de Jetro (xodo 18.13-27): Jetro sugere que Moiss designe homens hbeis para atuarem como juizes, uma vez que surgem vrias contendas entre o povo.3. As maravilhas de Deus (xodo 19.1-25)a. As palavras de Deus no monte Sinai (xodo 19.1-15): Enquanto Israel est acampado aos ps do monte Sinai, Moiss sobe ao monte e instrudo a informar o povo de que o prprio Deus os visitar na forma de uma nuvem escura ao fim de trs dias. Por isso, todo o povo deve purificar-se para este encontro.b. Os feitos de Deus no monte Sinai (xodo 19.16-25): O Senhor aparece, acompanhado de troves, relmpagos e fot?te clangor de trombetas. O monte Sinai logo coberto por uma fumaa. Moiss e Aro sobem o monte para se encontrar com Deus.B. O contedo da constituio (xodo 20.1- Levtico 20.27)1. O cdigo moral: Os Dez Mandamentos (xodo 20.1 -26; 24.1 -18; 31.18)a. Os requisitos (xodo 20.1-1 7; 31.18)(1) "No ters outros deuses diante de mim" (20.3).(2) "No fars para ti imagem esculpida" (20.4).(3) "No tomars o nome do Senhor teu Deus em vo" (20.7).(4) "Lembra-te do dia de sbado, para o santificar" (20.8).(5) "Honra a teu pai e a tua me" (20.12).(6) "No matars" (20.13).(7) "No adulterars" (20.14).(8) "No furtars" (20.15).(9) "No dirs falso testemunho" (20.16).(10) "No cobiars" (20.1 7).b. A reao (xodo 20.18-23): Moiss confirma ao povo atemorizado que o propsito de Deus ao aparecer mostrar a eles seu imenso poder.c. A ratificao (xodo 20.24-26; 24.1-8): Conforme instrudo, Moiss edifica um altar com 12 pilares, representando as 12 tribos. Ento ratifica a aliana de Deus com Israel, espalhando o sangue de animal pelo altar.d. O esplendor (xodo 24.9-18): Moiss, Aro, Nadabe e Abi (filhos de Aro) e mais 70 ancios do Israel tm a permisso para contemplar a Deus no monte Sinai. "I debaixo dos seus ps havia como que lima calada de pedia de salira, que se p.ne< i.i com o c u na sua puie/a."l Vpois dislo, Moises solte ,i iiionl.i ilha so/iiiho, onde passa os pioMiuos IO dias( S l I I H I i I V I I I l l i 4 1 1 f\ i | n i i i2. () ndigo soiijl (leis comuns): A seguir, uma lista dos tpicos a N < > M I < i.i. Separao (lo gado, s('nu'nles e leddos (Levtico 19.19): Os israelitas no devem misturar dois tipos dessas coisas. No devem arar a terra com dois tipos de animais, plantar duas sementes no mesmo campo ou usar dois tipos de pano entretecido em uma pea de roupa, bb. Fluxo seminal e menstruao (Levtico 15.1-33): So dadas instrues com respeito ao fluxo seminal do homem e ao fluxo menstrual da mulher, cc. Impurezas sexuais: So impostas punies por vrios pecados sexuais.(1) Adultrio (Levtico 18.20; 19.20-22; 20.10, 14)(2) Bestialidade (xodo 22.19; Levtico 18.23; 20.15-16)(3) Homossexualidade (Levtico 18.22; 20.13)(4) Incesto (Levtico 18.1-18; 20.11-12, 17, 19-21)(5) Prostituio (Levtico 19.29)(6) Relaes durante a menstruao (Levtico 18.19; 20.18) dd. Roubo (xodo 23.8; Levtico 19.13): Todos os tipos de rouboso proibidos, incluindo o furto, a aceitao de suborno e a trapaa no ganho do salrio, ee. Dzimo (xodo 22.29-30; 23.19; Levtico 27.30-34): Dez por cento da colheita de Israel e dos animais devem ser dedicados a Deus. ff. Tratamento dos estrangeiros (xodo 23.9; 19.33-34): Os israelitas no devem oprimir nem tirar proveito dos estrangeiros. Devem am-los como a si prprios, gg. Bruxaria (xodo 22.1 8; Levtico 1 8.21; 1 9.31; 20.6, 27): Os feiticeiros devem ser mortos.3. O cdigo espiritual (leis acerca da adorao, das festas, dos sacrifcios, do sacerdcio etc.) Para uma discusso completa sobre o cdigo espiritual, veja a seo no tpico C, "A Restituio de Israel (Moiss e o Tabernculo)".II. A Prostituio de Israel (Moiss e o Bezerro de Ouro): a destruio da comunho (xodo 32.1-35; 33.1-23; 34.1-35)A. A dor (xodo 32.1-35; 33.1-6)1. A perverso Israel (xodo 32.1-8): Enquanto Moiss estava nomonte Sinai, o povo pressionou Aro a fazer a imagem de um bezerro de ouro. Ento eles a adoraram e permitiram-se um culto pago.2. As oraes Israel (xodo 32.9-14, 30-34): Moiss suplica pelo povo diante de Deus, fazendo-o lembrar sua aliana com Abrao. Assim Deus no destri Israel.3. A punio Israel (xodo 32.15-29, 35): Moiss desce do monte e v a idolatria e a imoralidade entre os israelitas. Ele quebra as tbuas que continham os Dez Mandamentos, derrete o bezerro de ouro e o reduz a p, mistura com gua e fora o povo a beber dele. Moiss repreende Aro e ordena que os levitas matem os 3 mil principais causadores do problema.4. A promessa Israel (xodo 33.1-6): Deus enviar um anjo para derrotar os inimigos de Israel, mas no ir com eles.B. A glria (xodo 33.7-23; 34.1-35)1. A graa de Deus (xodo 33.7-17): O prprio Deus encontra-se com Moiss na entrada da Tenda da Congregao e fala a ele como a um amigo. Ao pedido de Moiss, Deus concorda em continuar com Israel em sua jornada.2. A grandeza de Deus (xodo 33.18-23; 34.5-9, 18.35): Moiss tem permisso de ver a glria de Deus enquanto est na fenda da penha, e isto faz com que o rosto de Moiss resplandea.3. A garantia de Deus (Exodo 34.1-4, 10-1 7): Deus escreve os Dez Mandamentos em duas tbuas e promete expulsar os inimigos de Israel da terra de Cana.III. A restituio de Israel (Moiss e o Tabernculo): o restaurar da comunhoA. As estatsticas acerca do Tabernculo (xodo 25.9; 26.30): Deus d a Moiss os detalhes exatos para a construo do Tabernculo1. As ddivas (xodo 25.1-8; 35.4-29; 36.5-7; Nmeros 7.1-89):Deus d a Moiss uma lista de ddivas aceitveis para o Tabernculo: ouro, prata, linho fino etc. Ele tambm descreve o perfil correto do contribuinte: "todo homem cujo corao se mover voluntariamente". Nmeros 7 descreve as ddivas apresentadas pelos12 lderes das tribos durante um perodo de 12 dias.2. Os materiais (xodo 26.1; 27.10; 30.18; 35.7): O Tabernculo deve ser construdo de prata, bronze, linho fino e peles de animais.3. Os artesos (xodo 31.1-11; 35.30-35; 36.1-4): Bezaleel, da tribo de Jud, e Aoliabe, da tribo de D, so designados para supervisionar a construo do Tabernculo.4. O trio (xodo 27.9-15, 18; 38.9-1 7): A rea do Tabernculo deve ter aproximadamente 50 m de comprimento, 25 m de largura e 2,5 m de altura (muros).5. A entrada (xodo 27.16-19; 38.18-20): O Tabernculo deve ser coberto por uma cortina de 10 m de largura.6. As cortinas (xodo 26.1-13; 36.8-18)a. Cortinas de linho (xodo 26.1-6; 36-8.1 3)b. Cortinas de plos de cabra (xodo 26.7-13; 36.14-18)7. A coberta de pele de carneiro (xodo 26.14; 36.19)8. As tbuas e encaixes (xodo 26.15-29; 36.20-34): Deve haver 48 tbuas para a prpria tenda, cada uma com cerca de 5 m de altura por quase 80 cm de largura. ^9. O incenso e os leos perfumados (xodo 30.22-29, 34-38; 37.29): Incenso e leos perfumados para o Tabernculo so feilos a parlir de uma mistura de incenso puro, mirra lquida, c anela e leo de oliva.10. O altar de hron/c (I x I I \ I I I I N I 'M I 1/ * S I) I I M I t< ' IN 1MI2. Sua punio (Nmeros 25.7-8, 10-13, 16-18): Em meio a justa indignaro, Finias, filho de Eleazar, entra na tenda onde est o casal e os mata, atravessando ambos com uma lana.IVIII. As Tahulaes (Segundo Censo) (Nmeros 26.1-65): "Tomai a soma de toda a congregao dos filhos de Israel, da idade de vinte anos para cima, segundo as casas de seus pais, todos os que em Israel podem sair guerra".A. O motivo do censo (Nmeros 26.52-56): A poro de terra distribuda determinada pelo tamanho da tribo.B. Os resultados do censo (Nmeros 26.5-51, 57-62)1. Rben (Nmeros 26.5-1 1): 43.7302. Simeo (Nmeros 26.12-14): 22.2003. Cade (Nmeros 26.15-18): 40.5004. lud (Nmeros 26.19-22): 76.5005. Issacar (Nmeros 26.23-25): 64.3006. Zebulom (Nmeros 26.26-27): 60.5007. Manasses (Nmeros 26.28-34): 52.7008. Efraim (Nmeros 26.35-37): 32.5009. Benjamim (Nmeros 26.38-41): 45.60010. D (Nmeros 26.42-43): 64.40011. Aser (Nmeros 26.44-47): 53.40012. Naftali (Nmeros 26.48-50): 45.4001 3. Levi (Nmeros 26.57-62): 23.00014. Total (no incluindo a tribo de Levi) (Nmeros 26.51): 601.730IX. As Viagens (Nmeros 21.10-20; 33.1-49)A. Uma lista parcial das paradas de Israel (Nmeros 21.10-20): Nove paradas so registradas. Durante uma das paradas, Israel canta louvores a Deus por lhes prover gua.B. Uma lista completa das paradas de Israel (Nmeros 33.1-49):Muitos locais geogrficos so relatados, comeando com Ramesss, no Egito, at as plancies de Moabe ao leste do rio Jordo.X. Os Tipos (Nmeros 17.1-13; 19.1-22; 21.4-9; 32.1-42; 35.6-34): Muitos estudiosos vem representaes simblicas, ou tipos, em vrias das imagens encontradas no livro de Nmeros.A. Tipos de Cristo (Nmeros 1 7.1-13; 19.1-22; 21.5-9; 35.6-34)1 . A morte de Cristo (Nmeros 19.1-22; 21.5-9)a. A novilha vermelha (Nmeros 19.1-22): Uma novilha vermelha sem defeito morta, e o sangue aspergido sete vezes na frente do Tabernculo. A carcaa ento queimada, misturada com pau de cedro, hissopo e estofo carmesim. As cinzas devem ser usadas para a purificao.b. A serpente de bronze (Nmeros 21.5-9): Serpentes venenosas so enviadas para punir os israelitas rebeldes. Em resposta orao do povo por perdo, Deus instrui Moiss: "Faze uma serpente de bronze, e pe-na sobre uma haste; e ser que todo mordido que olhar para ela viver".2. A ressurreio de Cristo (Nmeros 17.1-13): A vara de Aro tambm tem sido vista como um tipo da ressurreio de Cristo.a. A mensagem de Deus (Nmeros 1 7.1-5): Respondendo a um desafio feito liderana de Aro, Deus ordena que Aro e cada um dos lderes tribais de Israel coloquem suas varas no Tabernculo.b. O milagre de Deus (Nmeros 17.6-13): No dia seguinte, somente a vara de Aro germina, floresce e d amndoas.3. A segurana em Cristo (Nmeros 35.6-34): Seis cidades, trs a oeste do rio Jordo e trs a leste, so designadas como refgio para quem quer que tenha assassinado algum acidentalmente. Essas pessoas podem entrar com segurana e se proteger de qualquer parente da vtima que procure vingana.B. Um tipo do crente mundano (Nmeros 32.1-42): As trs tribos a leste do rio Jordo tm sido comparadas aos crentes mundanos de hoje.1. O pedido (Nmeros 32.1-5): As tribos de Rben, Gade e metade da tribo de Manasss pedem permisso a Moiss para viver no lado oriental do rio Jordo.2. A reprimenda (Nmeros 32.6-15): Moiss pergunta: "Iro vossos irmos peleja, e ficareis vs sentados aqui? Por que, pois, desanimais o corao dos filhos de Israel, para eles no passarem terra que o Senhor lhes deu?"3. A reafirmao (Nmeros 32.16-32): As duas tribos e meia prometem apoiar as outras nove tribos e meia na conquista de Cana.4. O resultado (Nmeros 32.33-42): Moiss atende ao pedido deles.XI. O Territrio (Nmeros 33.50-35.5)A. Tomando posse da terra (Nmeros 33.50-56): Israel recebe ordem de invadir Cana, expulsar seus habitantes, destruir seus dolos e se estabelecer na terra.B. Repartindo a terra (Nmeros 34.1-35.5)1. reas designadas para as tribos convencionais (Nmeros 34.1-29):Os limites da Terra Prometida so Cades-Barnia ao sul, o mar Mediterrneo a oeste, o monte Hor ao norte e o rio Jordo a leste. As duas tribos e meia vivero a leste do rio Jordo.2. reas designadas para as tribos religiosas (Nmeros 35.1-5): tribo de Levi devem ser dadas 48 cidades espalhadas pela terra.XII. A Tenacidade (Nmeros 27.1-11 ; 36.1-13)A. O pedido (Nmeros 27.1-11): Visto que seu pai morto no tinha filhos, as cinco filhas de Zelofeade pedem permisso para herdar sua terra. Deus instrui Moiss a atender ao pedido delas, mas com uma restrio.B. A restrio (Nmeros 36.1-13): Para poder herdar a leira, .is lilh.is devem casar-se com homens ( > Primi 11) Ai AMiAMi Nic) (4.19): O primeiro acampamento dos israelitas em Cana Gilgal, prximo a Jeric.VI. A Promoo de Josu (4.14): Deus exalta Josu na frente dos israelitas, como havia prometido.VII. O Mido dos Pagos (5.1): Os amorreus e os cananeus ficam paralisados de medo ao saber da travessia do Jordo!VIII. A Purificao do Povo (5.2-9): Deus instrui a circunciso de todos os homens da populao.IX. A Pscoa do Cordeiro (5.10): Israel observa a Pscoa pela primeira vez na Terra Prometida.X. As Provises da Terra (5.11-12): O man parece cessar, mas Israel capaz de viver das abundantes colheitas de Cana.XI. A Presena do Senhor (5.13-15): Josu confrontado pelo comandante do exrcito do Senhor. Muitos estudiosos crem tratar-se do Cristo pr-encarnado.ESBOO DA SEO TRS (JOSU 6-8)Nesta campanha central, Josu lidera o povo vitria sobre Jeric, mas ele derrotado em Ai antes de o pecado de Ac ser descoberto e removido. Aps serem lidas as bnos e as maldies da lei, conforme ordenou Moiss (Deuteronmio 27.2-8), a parte central da terra assegurada.I. As Duas Cidades (6.1 -8.29): Os israelitas atacam duas cidades, Jeric e Ai, durante a campanha central.A. Jeric (6.1-27): Esta cidade fortemente protegida o primeiroconfronto militar dos israelitas em Cana.1. /\s ordens (6.1-11). Aos israelitas so dadas diretrizes especficas para conquistar Jeric.a. Ao durante os seis primeiros dias (6.1-4): Por seis dias, os israelitas devem andar ao redor da cidade uma vez por dia, liderados por sete sacerdotes que tocam trombetas de chifre de carneiro.b. Ao durante o ltimo dia (6.4-11): No stimo dia, os israelitas devem circundar a cidade sete vezes; ao sinal, devem soltar um forte grito. Os muros ento cairo.2. conquista (6.12-21): Os israelitas seguem as orientaes de Deus, e os muros desabam, o que lhes permite tomar a cidade.3. A clemncia (6.22-25): Conforme estabelecido previamente, Raabe e toda a sua famlia so poupadas.4. A maldio (6.26-27): Josu coloca uma maldio em qualquer um que tentar reconstruir Jeric. Morrero tanto o filho mais velho do construtor, quando a fundao for erguida, quanto o filho mais novo, quando os portes forem colocados.B. Ai (7.1-8.29)1. Ai derrota Israel (7.1-26): O segundo confronto militar dos israelitas em Cana com o povo de Ai.a. O pecado (7.1): Ac desobedece ordem de Deus e toma para si alguns dos despojos de Jeric.b. O revs (7.2-5): Israel totalmente massacrada em sua tentativa de capturar Ai.c. A splica (7.6-9): Em meio a grande angstia, Josu reclama ao Senhor pela derrota de Israel.d. A soluo (7.10-15): O Senhor responde a Josu dizendo duas coisas acerca da derrota.(1) 0motivo (7.10-12): Algum no acampamento roubou e mentiu.(2) A soluo (7.13-1 5): O Senhor instrui Josu a encontrar o pecador e a destru-lo.e. A procura (7.16-23): O Senhor d a Josu instrues especficas para determinar quem o culpado.(1) 0mtodo (7.16-1 7): O Senhor aponta a tribo qual essa pessoa pertence; depois aponta o cl, a famlia e, finalmente, a prpria pessoa.(2) O homem (7.18-23): Ac apontado como o responsvel.f. O apedrejamento (7.24-26): Ac e os membros de sua famlia culpados so apedrejados e seus corpos so queimados.2. Israel derrota Ai (8.1-29)a. O incentivo (8.1-2): O Senhor, a esta altura, d a Josu um novo plano para derrotar Ai. Ele o instrui a montar uma emboscada por trs da cidade.b. A execuo (8.3-29): Josu obedece s ordens do Senhor e toma Ai.(1) monta uma emboscada (8.3-9, 12);(2) simula um ataque (8.10-11, 13-14);(3) finge bater em retirada (8.15-1 7);(4) sinaliza para os homens da emboscada (8.18-20);(5) captura a cidade (8.21-29).II. As Duas Montanhas (8.30-35): Aps conquistar Jeric e Ai, Josu obedece s instrues finais de Moiss.A. O altar (8.30-32): Josu edifica um altar no monte Ebal e copia a lei de Deus nas pedras.B. O anncio (8.33-35): Ao p do monte Ebal, melado dos israelitas l as bnos decorrentes da obedincia lei, e ao p do monk'Gerizim a ou Ira metade l as maldies d enganado pelos gibeonitas. Israel derrota cinco reis logo depois (|iio o ScMiiior, de forma miraculosa, prolonga a durao do dia da batalha. I nlo eles derrotam o resto das cidades do sul e se dirigem ao norte para dei rolar as cidades de l e assegurar as duas regies.I. A Campanha do Sul (9.1-10.43)A. O engodo (9.1-27): Israel enganado ao fazer uma aliana com os gibeonitas.1. As personagens (9.1-13): Enquanto os israelitas acampam em Gilgal, alguns embaixadores gibeonitas vizinhos chegam, usando roupas esfarrapadas e alegando pertencerem a uma cidade distante.2. O motivo (9.14-15): Por no consultarem ao Senhor e no perceberem que essas pessoas moravam perto dali, os israelitas so enganados e assinam um tratado de paz com os gibeonitas.3. As conseqncias (9.16-27): Ao saber da verdade, os israelitas foram os gibeonitas a trabalhar cortando lenha e carregando gua, em vez de libert-los, conforme ordenado por Deus.B. A destruio (10.1-39): Deus capacita Israel para sete batalhas bem- sucedidas, e o controle do sul de Cana reassumido.1. As batalhas contra os inimigos de Gibeo (10.1-14)a. Os pagos (10.1-5): Adoni-Zedeque, rei de Jerusalm, e outros quatro reis resolvem atacar os gibeonitas por assinar um tratado de paz com Israel.b. A splica (10.6-7): Os gibeonitas apelam a Josu por ajuda militar.c. A promessa (10.8): O Senhor garante a vitria a Josu.d. A proviso (10.9-14): O Senhor da vitria aosisraelitasaoenviar uma chuva de pedras sobreseusinimigos.Eletambmaumenta a extenso do dia para garantir uma vitria cabal.2. A batalha contra Maqueda (10.15-28).3. A batalha contra Libna (10.29-30).4. A batalha contra Laquis (10.31-33).5. A batalha contra Eglom (10.34-35).6. A batalha contra Hebrom (10.36-37).7. A batalha contra Debir (10.38-39).C. As dimenses (10.40-43): O tamanho total das vitrias de Josu na regio sul relatado em mincias.II. A Campanha do Norte (11.1-15)A. Os cabeas do movimento de oposio (11.1-5): O rei Jabim, de Hazor, soma foras com outros reis do norte de Cana para lutar contra os israelitas.B. A confirmao (11.6): O Senhor volta a garantir a Josu que ele no precisa preocupar-se, pois no dia seguinte todos os inimigos estaro mortos.C. A expulso (11.7-8): Josu devasta completamente todos aqueles reis.D. A devastao (11.9-15): Josu arrasa as cidades inimigas, matando as pessoas e levando seus bens.III. Panorama de Todas as Campanhas (11.16-12.24)A. A terra inimiga ocupada (11.16-23).B. Os lderes inimigos derrotados (12.1-24).ESBOO DA SEO CINCO (JOSU 13-17)A terra dividida entre as tribos. A terra a leste dada a Rben, a Gade e meia tribo de Manasss. A terra a oeste dividida entre as nove tribos e meia restantes.I. A Promessa (13.1-7): O Senhor promete expulsar os povos que ainda ficaram em Cana. Ele diz para Josu dividir a terra entre as tribos.II. As Decises Anteriores (13.8-33): Algumas tribos j tinham sua herana definida sob a liderana de Moiss e agora retornam sua terra.A. Rben (13.1 5-23): Possui a terra a leste do Jordo e ao norte de Moabe.B. Gade (1 3.24-28): Possui a terra a leste do Jordo e ao norte de Rben.C. Manasss oriental (13.29-31): Esta metade da tribo possui a terra a leste do Jordo e ao norte de Gade.D. Levi (13.14, 32-33): Nenhuma terra dada tribo de Levi, pois o prprio Deus sua herana.III. A Partilha (14.1 -1 7.18): Josu divide a terra ocidental entre as nove tribos e meia remanescentesA. A distribuio (14.1-5): As reas da terra so distribudas por sorteio, supervisionado por Josu e pelo sumo sacerdote Eleazar.B. O pedido (14.6-12): Calebe pede que parte da terra seja concedida sua famlia.1. O lembrete de Calebe (14.6-11)a. Sua fidelidade ao Senhor (14.6-9): Calebe recapitula o que aconteceu com os espias em Cades-Barnia.b. A fidelidade de Deus para com ele (14.10-11): Aos 85 anos, Calebe est mais cheio de vigor do que nunca.2. O pedido de Calebe (14.12-15): Calebe pede a Josu que lhe conceda a poro dos vales onde os gigantes esto, para que ele possa expuls-los. Josu assim o faz.C. A rea (1 5.1 -1 7.13): Os limites das reas que pertencem a Jud, Efraim e Manasss oriental so descritos.1 Jud (15.1-63)a. Terra dada ao povo (1 5.1-1 2, 20-63)(1) Seu territrio (15.1-12)(2) Suas cidades (1 5.20-63)b. Terra dada pessoa (Calebe) (15. l i l()): ('onlorme promelido, josu d a Ccilebi' ,i p.ulr inont.inl ios,i de I Icbiom.(1) 1alelx, o lul.uloi (15.1 1-15): Lie tem sucesso ao expulsar os giganlos (l(> sua lerra.(2) Calebe, o pai (15.16-19): Como recompensa por capturar Debir (ou Quiriate-Sefer), Calebe d sua filha Acsa por esposa ao primo dela, Otniel, e entrega a ela algumas fontes de gua.2. Jraim (16.5-10)a. Seu'territrio (16.5-8)b. Suas cidades (16.9-10)3. Manasss oriental (16.1-4; 17.1-13)a. Seus dez lotes (1 7.1-6): A filha de Zelofeade lembra Josu da promessa do Senhor de dar uma poro da terra a seu pai. Como resultado, meia tribo de Manasss recebe dez lotes da terra (uma para cada filho de Manasss e uma para cada filha de Zelofeade), alm das regies de Gileade e Bas.b. Seu territrio (1 7.7-10)c. Suas cidades (1 7.11-13)D. O apelo (17.14-18)1. O protesto (17.7-14): A meia tribo de Jos (Efraim e Manasss) reclama precisar de mais terra devido sua populao.2. A proposta (17.15-18): Josu aumenta suas fronteiras e lhes diz que expulsem os cananeus prximos para ocupar sua terra.ESBOO DA SEO SEIS (JOSU 18-19)Quando o Tabernculo movido de Gilgal a Sil, Josu percebe que sete Iribos ainda no tomaram posse de sua terra demarcada. Ento envia agentes para mapear a terra.I. O Atraso (18.1-3): Depois que os israelitas erguem o Tabernculo em Sil, Josu pergunta por que as sete tribos de Israel parecem relutantes em possuir a terra.II. O Envio (18.4-10): Josu envia agentes para mapear as terras, de modo que possam ser possudas pelas tribos remanescentes.III. A Nova Partilha (18.10-19.51): As sortes so novamente lanadas para que se determine qual tribo tomar posse de qual poro de terra.A. Benjamim (18.11-28)1. Seu territrio (18.11-20)2. Suas cidades (18.21-28)B. Simeo (19.1-9)1. Seu territrio (19.1, 9)2. Suas cidades (19.2-8)C. Zebulom (19.10-16)1. Seu territrio (19.10-14)2. Suas cidades (19.15-16)D. Issacar (19.17-23)1. Seu territrio (19.1 7)2. Suas cidades (19.18-23)E. Aser( 19.24-31)1. Seu territrio (19.24)2. Suas cidades (19.25-31)F. Naftali (19.32-39)1. Seu territrio (1 9.32-34)2. Suas cidades (19.35-39)G. D (19.40-48)1. Seu territrio (19.40, 47-48)2. Suas cidades (19.41-46)H. Josu (19.49-50): Os israelitas do a Josu um pedao de terra especial: a cidade que ele quiser. Ele escolhe Timnate-Sera, de Efraim.ESBOO DA SEO SETE (JOSU 20-22)As seis cidades de refgio so designadas, e os levitas escolhem suas cidades. Josu emite um chamado de f para as cidades orientais. O conflito sobre o altar erigido pelas cidades orientais resolvido.I. As Cidades Designadas (20.1 -21.45)A. As seis cidades de refgio (20.1-9)1. Por que elas existem (20.1-6): Para proteger qualquer um que matar algum no intencionalmente.2. Onde elas se localizam (20.7-9): H trs cidades a leste do Jordo e trs a oeste do rio.B. As 48 cidades levticas (21.1-45)1. Onde elas se localizam (21.1-8): As cidades levitas esto distribudas entre as tribos de Israel, por sorteio.a. Treze cidades esto localizadas nas tribos de Jud, Simeo e Benjamim (21.4).b. Dez cidades esto localizadas nas tribos de Efraim, D e meia tribo oriental de Manasss (21.5).c. Treze cidades esto localizadas nas tribos de Issacar, Aser, Naftali e meia tribo ocidental de Manasss (21.6).d. Doze cidades esto localizadas nas tribos de Rben, Gade e Zebulom (21.7).2. Quais so elas (21.9-45): Uma lista de todas as cidades levitas fornecida pelo texto.II. O Altar Divisivo (22.1-34): Agora que -1 8): Ao com.indo de (iide.io, os homens devem loc.il .is Irombel.is e ^lil.u: "lelo Senhor e poi ( iide.io!"H. Durante a batalha (7.19-25)1.0 som da vilria (7.19-22): Os soldados sopram suas trombetas; os inimigos entram em pnico e lutam entre si.2. A (xmvocao vitria (7.23-25): Gideo chama outras tribos para perseguir os midianitas que fogem.C. Aps a batalha (8.1-21)1. A critica a Gideo (8.1-4): Os homens invejosos de Efraim reclamam no terem sido chamados para lutar antes.2. O desprezo por Gideo (8.5-9): As cidades de Sucote e Peniel recusam-se a prover alimento para as tropas famintas de Gideo.3. A captura feita por Gideo (8.10-12, 18-21): Gideo captura dois lderes inimigos, Zeb e Zalmuna.a. Sua derrota (8.10-12)b. Suas mortes (8.18-21)4. O castigo da parte de Gideo (8.13-1 7): As cidades de Sucote e Peniel so severamente punidas por recusarem ajuda s tropas de Gideo.III. A Apostasia (8.22-33): Novamente Israel desvia-se de seguir o Senhor.A. A recusa da majestade (8.22-23): Os israelitas, agradecidos, pedem que Gideo seja seu rei, mas ele no aceita.B. O retorno idolatria (8.24-27, 33-35): Os israelitas pegam algumas das argolas de ouro dos midianitas e fazem uma estola sagrada, que se torna um dolo para Gideo e para o resto dos israelitas.C. O restante da vida de Gideo (8.28-32): A terra fica em paz pelo restante da vida de Gideo (cerca de 40 anos). Gideo tem vrias esposas e uma concubina. Ele se torna pai de vrios filhos antes de morrer e ser enterrado em Ofra.ESBOO DA SEO CINCO (JUZES 9-12)Esta parte cobre o reino sanguinrio e a morte de Abimeleque, filho de Gideo. Tola e Jair governam Israel como juizes. Israel peca novamente eoSenhor recusa-se a levantar novo juiz. Os eventos da vida e o juzo de Jeft so relatados, bem como os juzos de Ibz, Elom e Abdom.I. O Sucessor Apstata de Gideo (9.1-57): Logo aps a morte de Gideo, seu filho Abimeleque tenta tornar-se rei de Siqum.A. A destruio de Abimeleque (9.1-6): Para assegurar seu reino, Abimeleque assassina todos (menos um) de seus meios-irmos.B. A denncia de Abimeleque (9.7-21)1. O escrnio (9.7-15): Joto, nico sobrevivente dos meios-irmos, ridiculariza Abimeleque, contando a parbola das rvores que queriam um rei. Nesta histria, Abimeleque retratado como um espinheiro sem valor.2. A repreenso (9.16-21): Joto denuncia os israelitas que escolheram Abimeleque para govern-los.C. As dificuldades de Abimeleque (9.22-41)1. Causadas por Deus (9.22-25): Aps trs anos, Deus provoca problemas entre Abimeleque e o povo de Siqum, que, sem sucesso, tenta embosc-lo.2. Causadas por Gaal (9.26-41): Gaal, cidado lder em Siqum, organiza uma revolta contra Abimeleque.D. A depravao de Abimeleque (9.42-49): Abimeleque e seus homens matam implacavelmente o povo de Siqum por se rebelar contra ele.E. A morte de Abimeleque (9.50-57): Abimeleque e seus homens atacam Tebez e prendem algumas pessoas em uma torre. Mas uma mulher solta uma pedra de moinho sobre a cabea de Abimeleque e quebra seu crnio. Ele pede a seu escudeiro que o mate para que no seja destrudo por uma mulher.II. Os Sucessores Ungidos de Gideo (10-12): Aps a morte de Abimeleque,oSenhor levanta vrios juizes para liderar Israel.A. Tola, o sexto libertador (10.1-2): Durante 23 anos, Tola, um homem da tribo de Issacar, reina como juiz de Israel.B. Jair, o stimo libertador (10.3-5): Tola morre e um homem da tribo de Gileade torna-se juiz de Israel durante 22 anos. Seus 30 filhos andam em 30 mulas e possuem 30 cidades em Gileade.C. Jeft, o oitavo libertador (10.6-12.7)1. O estabelecimento das tarefas de Jeft (10.6-18)a. O pecado de Israel (10.6): Mais uma vez, a nao volta-se contra Deus, para a idolatria.b. A servido de Israel (10.7-9): Por causa do pecado de Israel, o Senhor permite que os filisteus e os filhos de Amom os oprimam por 18 anos.c. A splica de Israel (10.10-18)(1) A repreenso (10.10-14): O Senhor diz ao povo: "Vs me deixastes a mim e servistes a outros deuses, pelo que no vos livrarei mais. Ide e clamai aos deuses que escolhestes; eles que vos livrem no tempo da vossa angstia".(2) O reavivamento (10.15-16): Os israelitas arrependem-se de seu pecado e prometem servir somente ao Senhor.(3) A deciso (10.17-18): O povo determina coroar como rei qualquer um que os salve do exrcito amonita que se prepara para atacar.2. A histria dos feitos de jeft (11.1 -12.7)a. Seu desagravo (11.1-29)(!) Jeft, o desprezado (1 1.1-3): N.isoido de um.i proslilut.i, |efl menospre/.ido o expulso de siu (id.ide em (lile.ide por seus meios irm.ios. I le lorm.i um ^i.mde Kiupo de lebeldes.IIII / I s(2) Icllr, o almejado (I 1.4-11): Quando Gileade ameaada pelos filhos de Amom, o povo pede a Jeft que seja seu comandante e governador, e ele aceita.(A) jeft, o estadista (11.12-28)(a) O problema (11.12-13): Jeft descobre que os filhos de Amom esto zangados porque acham que Israel tomou terras deles.(b) A tentativa de paz (11.14-28): Para evitar a guerra, Jeft tenta explicar como os israelitas conseguiram a terra.Os filhos de Amom, entretanto, no ficam satisfeitos.(4) Jeft, o soldado (11.29): O Esprito do Senhor vem sobre Jeft, e guia um exrcito contra os Amonitas.b. Seu voto (11.30-31): Jeft faz um voto de que, se o Senhor lhe der vitria sobre os filhos de Amom, no retorno, ele sacrificar como holocausto a primeira coisa que vier sald-lo, vinda de sua casa.c. Sua vitria (1 1.32-33): jeft e seus homens destroem completamente os filhos de Amom.d. Seu aborrecimento (11.34-40)(1) A angstia do pai (11.34-35): A nica filha de Jeft a primeira a vir saud-lo. Jeft rasga suas vestes em angstia.(2) A filha concorda (11.36-38): A filha de Jeft diz ao pai que ele deve manter seu voto, mas pede dois meses para ela lamentar o fato de que jamais se casar.(3) O evento anual de Israel (11.39-40): Jeft mantm seu voto. Esta tragdia torna-se uma lembrana anual entre as jovens israelitas.e. Sua vingana (12.1-7)(1) A repreenso contra Jeft (12.1-4): O povo de Efraim ameaa Jeft por no permitir que eles comemorem sua vitria contra os filhos de Amom. Embora Jeft explique que os havia convidado, eles comeam a insultar o povo de Gileade.(2) A retaliao de Jeft (12.4-7): Jeft est zangado pelos insultos do povo de Efraim e os ataca.(a) Seu triunfo (12.4): Jeft derrota o povo de Efraim.(b) Seu teste (12.5-7): Para identificar os fugitivos de Efraim, Jeft toma os vaus do Jordo e fora todos que passam a dizer: "Chibolete". Se a pessoa no conseguir pronunciar a palavra de forma correta, os homens de Jeft sabero que efraimita e a mataro.D. Ibz, o nono libertador (12.8-10): Jeft morre e Ibz torna-se lder de Israel durante sete anos. Ele tem 30 filhos e 30 filhas.E. Elom, o dcimo libertador (12.11-12): Aps a morte de Ibz, Elom, um homem de Zebulom, torna-se juiz de Israel durante 10 anos.F. Abdom, o dcimo primeiro libertador (12.13-15): Elom morre e Abdom torna-se libertador de Israel durante oito anos. Ele tem 40 filhos e 30 netos.ESBOO DA SEAO SEIS (JUIZES 13-16)Deus levanta Sanso para resgatar Israel do domnio filisteu. Os feitos de Sanso incluem matar 30 filisteus para pagar uma aposta feita com relao a um enigma, matar mil filisteus com uma queixada de jumento, arrancar os portes da cidade de Gaza, ser capturado e enganado por uma mulher chamada Dalila e matar milhares de filisteus ao derrubar o templo deles de Dagom.I. A Misso de Sanso (13.1-25): Aps os israelitas pecarem novamente e serem oprimidos pelos filisteus, o anjo do Senhor promete um filho a Mano e sua esposa. Ele logo livrar Israel da mo dos filisteus.A. Primeira visita do anjo do Senhor (13.1-8)1. A revelao (13.1-5): O anjo do Senhor aparece esposa de Mano, que estril, com essa mensagem.a. Seu primognito (13.1-3): A esposa de Mano recebe a notcia que dar luz um filho.b. Seu futuro (13.4-5): A criana ser criada como um nazireu: deve ser dedicada ao Senhor e abster-se de lcool e qualquer comida proibida. Ela libertar Israel dos filisteus, que vem oprimindo Israel durante 40 anos.2. A conversa (13.6-7): A esposa de Mano lhe conta sobre a visita do anjo.3. A splica (13.8): Mano ora para que o anjo retorne e lhe d mais instrues acerca da criana.B. A segunda visita do anjo do Senhor (13.9-25)1. A repetio (13.9-14): O anjo aparece novamente esposa de Mano, que corre e pede a presena de seu marido ali. O anjo repete suas instrues de criar a criana como um nazireu.2. A realizao (13.15-25): Mano e sua esposa desejam honrar o anjo aps sua segunda vinda.a. O sacrifcio ao Senhor (13.15-16): Mano oferece um jovem cabrito ao anjo, que o instrui a oferec-lo ao Senhor.b. O segredo do Senhor (13.1 7-18): O anjo se recusa a dizer a Mano seu nome.c. O sinal do Senhor (13.19-23): Enquanto Mano sacrifica, o anjo ascende no fogo que sobe do altar. Mano se d conta de que era o anjo do Senhor.d. O filho dado pelo Senhor (13.24-25): Sanso nasce. Logo ele experimenta as bnos e a uno do Esprito do Senhor.II. O Casamento de Sanso (14.1-4)A. O pedido de Sanso (14.1-2): Sanso observa uma mulher filislia em Timnato e pede que seus pais faam os airanjos para seu ( asa menlo com ela.H. A objeo dos pais (14. 3): Os pais de Sanso tentam convenc-lo a (asai com uma mulher de Israel. Sanso no aceita.C. . A ordem do Senhor (14.4): Este casamento parte do plano do Senhor para livrar Israel da opresso dos filisteus.III. Os (rani)ES Feitos de Sanso (14.5-16.3)A. A destruio do leo (14.5-19): Quando Sanso viaja para Timnate, um leo o ataca, mas ele o mata com suas prprias mos. Mais tarde, Sanso passa pela carcaa do leo e repara que abelhas fizeram mel nela.B. O enigma do mel (14.10-20)1. O propsito (14.10-14): Sanso usa sua experincia com o leo para propor um enigma antes do dia de seu casamento.a. As companhias (14.10-11): Antes do casamento, Sanso d um banquete para 30 homens de Timnate.b. O desafio (14.14): Durante a festa, Sanso prope aos homens um enigma: "Do que come saiu comida, e do forte saiu doura".c. As conseqncias (14.12-13): Sanso promete dar camisas eroupas de festa se eles conseguirem decifrar o enigma dentro de sete dias. Caso contrrio, eles devem dar o mesmo a ele.2. A presso (14.15-18)a. Sobre a esposa de Sanso (14.15): Um homem de Timnate ameaa matar a esposa de Sanso e seu pai caso ela no lhe revele a resposta do enigma.b. Sobre Sanso (14.16-18): A esposa de Sanso pede que ele lhe d a resposta. Ao fim, Sanso a d, e sua esposa a revela aos homens de Timnate.3. O pagamento (14.19): Para pagar sua aposta, Sanso mata 30 homens de Asquelom, toma suas vestes e as d aos homens de Timnate.4. A separao (14.20): Sanso fica furioso com sua esposa por ela t-lofeito perder a aposta, e volta para casa para viver com seus pais. O pai da noiva a entrega ao homem que havia sido padrinho de Sanso.C. A destruio da seara (15.1-8)1. As raposas (15.1-4): Descobrindo que sua esposa havia sido entregue a outro homem, Sanso pega 300 raposas, amarra suas caudas em pares e coloca fogo nelas.2. O campo em brasas (15.5): As raposas correm pelos campos dos filisteus, queimando gro por gro.3. A fria (15.6): Os filisteus reagem, matando a mulher dada em casamento e a seu pai.D. A ira de Sanso (15.7-8): Em represlia morte de sua esposa e de seu sogro, Sanso mata muitos filisteus.E. O ataque repentino dos filisteus (15.9-20): Continuando o ciclo de retribuies, os filisteus atacam repentinamente a cidade de Lei, em Jud.1. Sanso amarrado (15.9-13): Trs mil homens de Jud chegam para amarrar Sanso e entreg-lo aos filisteus, e ele lhes permite agir dessa forma.2. A carnificina de Sanso (15.14-20)a. Seu poder vindo de Deus (15.14-1 7): Quando os filisteus chegam para levar Sanso, o Esprito do Senhor desce sobre ele, fazendo com que facilmente arrebente as amarras. Usando uma queixada de jumento, ele mata mil filisteus.b. Sua orao a Deus (15.18-20): Com terrvel sede, Sanso clama ao Senhor por gua, que Deus faz brotar do solo.F. A remoo dos portes (16.1-3)1. A prostituta (16.1): Sanso visita uma prostituta na cidade de Gaza.2. A trama (16.2): Quando ficam sabendo que Sanso est ali, os homens de Gaza planejam mat-lo assim que ele atravessar os portes, ao amanhecer.3. As ombreiras (16.3): Entretanto, Sanso sai meia-noite, levantando as folhas da porta da cidade, junto com suas ombreiras, e carregando-as ao cume de um monte, quilmetros frente.IV. O Amor de Sanso (16.4-19): Mais tarde, Sanso apaixona-se por uma mulher chamada Dalila.A. O suborno (16.4-5): Os filisteus oferecem a Dalila grande quantidade de prata para que ela descubra o segredo da fora de Sanso.B. A traio (16.6-19)1. A fico sobre sua grande fora (16.6-15): Em trs ocasies, Sanso mente a Dalila acerca da fonte de sua fora.2. Os fatos sobre sua fora (16.16-19): Finalmente, aps vrias tentativas de Dalila, Sanso confessa ser um nazireu e que, se o seu cabelo for cortado, ele perder sua fora. Ento Dalila o faz dormir em seu colo e chama algum para raspar seu cabelo.V. A Decadncia de Sanso (16.20-22): Os filisteus capturam Sanso, vazam seus olhos, amarram-no com correntes e foram-no a fazer girar o moinho do crcere. Mas logo seu cabelo comea a crescer.VI. O (Auto-imposto) Martrio de Sanso (16.23-31)A. O escrnio dos filisteus (16.23-28)1. A zombaria quanto a Sanso (16.23-25): Sanso trazido durante uma celebrao pblica deusa Dagom, dos filisteus.2. O pedido de Sanso (16.26-28): Sanso pede ao Senhor fora para poder punir os filisteus pela ltima vez por t-lo cegado.B. A destruio dos filisteus (16.29-31): Sanso empurra as duas colunas centrais do templo, fazendo com que a construo desmorone. San- so mata mais filisteus nesta proo/a do que* cm lod.is ,is anteriores juntas, mas lambem mone.I MiOO IM SEC, AO Stlt (JUI/.LS 17-2 1)A idol.ilri.i comea cm D i)i Saui (I 1.1 -2 I 2): Abi.ilar li.i/ ,i eslol.i s,u (Tdol.il ,i Davi, ( (>!(' (lese obic que o povo de Qucil.i pl.incj.i Icv.i I" .i S.uil.IV. I )avi na Kk ,iA( > M< iNiANi K ISA i H /w i (21.1.1-2.1): Antes que o povo de (.iieila possa entrega lo .10 in S.uil, .1 ).ivi e seus homens partem para a legio monlanhos.i de ZileA. A perseguio (23.1 5-15): Saul continua sua perseguio de morte a I )c. I 9): I )'tvi l.imlkmii enu>nlra algumas pessoas enquanto loge de Ahs.il.io,A. Husai (I 5.30-37; I C.. 15 l))1. I lusai e Davi (I 5.30-37): Um amigo fiel chamado Husai est espera de Davi no monte das Oliveiras. Davi o instrui a retornar a Jerusalm e a se oferecer a Absalo como conselheiro, fingindo terse voltado contra Davi, para que possa dar a Absalo conselhos enganosos acerca de como conduzir a rebelio.2. Husai e Absalo (16.15-19): Husai e Aitofel, o conselheiro anterior de Davi que se voltou contra ele, finalmente encontram Absalo. Aps Husai explicar que se voltou contra Davi, Absalo aparentemente o aceita como seu conselheiro.H. Ziba (16.1-4): Davi encontra-se com Ziba, servo de Mefibosete, que relata que seu mestre tambm se voltou contra Davi. A Davi concede a Ziba tudo o que concedera anteriormente a Mefibosete.C. Simei (16.5-14): Davi encontra-se com Simei, membro da famlia de Saul.1. O insulto (16.5-8): Simei amaldioa Davi e joga pedras nele, chamando-o de assassino e dizendo que o Senhor lhe est dando a paga por haver roubado o trono de Saul.2. O controle (16.9-14): Davi probe os soldados de machucar Simei, dizendo que suas atitudes so compreensveis, uma vez que ele parente de Saul.IV. A Profanao Adotada (16.20-23): Aconselhado por Aitofel, Absalo arma uma tenda no telhado do palcio e se deita com as concubinas de Davi, insultando-o publicamente.ESBOO DA SEO NOVE (II SAMUEL 17-18)Husai d maus conselhos militares a Absalo e alerta Davi a fugir. Absalo persegue Davi no lado oriental do Jordo, mas os homens de Davi derrotam os de Absalo. Vinte mil homens morrem nesta batalha, incluindo Absalo. Davi lamenta a morte de Absalo.I. O Ardil (17.1-14, 23): Aitofel e Husai oferecem conselhos conflitantes aAbsalo.A. O conselho correto de Aitofel (17.1-4): Aitofel instiga Absalo a atacar as tropas de Davi imediatamente, enquanto Davi ainda est cansado e fraco.B. O conselho matreiro de Husai (17.5-14, 23): Husai aconselha um atraso no ataque para que um grande nmero de homens por toda a terra possa ser reunido. Ento, o prprio Absalo deve lider-los na guerra. O plano de Husai aceito, o que leva Aitofel a voltar para casa e enforcar-se.II. O Recado (1 7.1 5-23): Husai envia notcias sobre o plano de Absalo a Davi, que agora tem tempo para mobilizar seu exrcito.III. A Substituio (1 7.24-26): Absalo designa Amasa para comandar o exrcito israelita, no lugar de Joabe.IV. O Encontro (1 7.27-29): Trs amigos de Davi Sobi, Maquir e Barzilai trazem comida a ele e a seus soldados no deserto.V. A Recusa (18.1-4): A tropa de Davi insta com ele a no lider-los na batalha, dizendo que sua vida vale 10 mil das deles.VI. O Pedido (18.5): Pouco antes da batalha, Davi instrui Joabe, Abisai e Itai a serem gentis com Absalo.VII. A Derrota (18.6-8): As tropas de Davi derrotam o exrcito de Absalo no bosque de Efraim.VIII. A Retaliao (18.9-18)A. O indefeso Absalo (18.9-10): Quando Absalo foge da batalha em seu jumento, seus cabelos se prendem aos espessos ramos de um carvalho. Absalo fica pendurado, indefeso.B. O impiedoso Joabe (18.11-18): Desprezando as ordens de Davi, Joabe traspassa o corao de Absalo com trs dardos.IX. O Relato (18.19-32): Davi espera ansiosamente por notcias da batalha e do destino de Absalo. Finalmente, um mensageiro traz a notcia de que o inimigo foi derrotado e que Absalo est morto.X. O Remorso (18.33): Chorando, Davi diz que preferia ter morrido no lugar de seu filho.ESBOO DA SEO DEZ (II SAMUEL 19)Oreinado de Davi restabelecido em Jerusalm. Davi recusa-se a vingar- se de Simei, cuida de Mefibosete e tenta recompensar Barzilai por sua bondade para com ele. A tribo de Jud escolta Davi de volta a Jerusalm, gerando inveja nas outras tribos.I. As Lgrimas de Davi (1 9.1-7)A. A angstia de Davi (19.1-4): O rei continua a prantear a morte de Absalo.B. A ira de Joabe (19.5-7): Joabe repreende severamenle Davi, alegando que Davi ama os que o odeiam e odeia aqueles que o amam.Ele alerta Davi que suas tropas o deixaro se ele no as parabenizai por sua viloria.II A-. Viauns i)i Davi (19.8-1 i )i (ii'!A/ dedica o Templo.I. As Convocaes (8.1-11)A. A Arca da Aliana (8.1-9): Salomo rene todos os lderes de Israel para testemunhar a instalao da Arca da Aliana.B. A glria de Deus (8.10-11): Quando os sacerdotes se retiram do santurio, a gloriosa presena de Deus enche o Templo.II. O Sermo (8.12-21): Salomo abenoa o povo e profere uma mensagem.A. Acerca do povo que construiu o Templo (8.12-19): Davi quis construir um templo para o Senhor, mas Salomo foi escolhido para faz-lo.B. Acerca do propsito da construo do Templo (8.20-21)1. Honrar o nome de Deus (8.20)2. Abrigar a Arca de Deus (8.21)III. A Splica (8.22-53): Salomo ora, pedindo vrias coisas ao Senhor.A. Bno contnua sobre a dinastia de Davi (8.25-26)B. Ateno s suas oraes (8.27-30)C. Justia para o inocente (8.31-32)D. Perdo para o penitente (8.33-40)E. Ateno s oraes dos estrangeiros que visitam o Templo (8.41-43)F. Vitria em tempo de guerra (8.44-45)G. Restaurao aps o cativeiro (8.46-53)IV. O Som do Louvor (8.54-61): Com os braos estendidos, Salomo louvaoSenhor e abenoa o povo, pedindo a Deus para ajud-los a obedecer s suas leis.V. Os Sacrifcios (8.62-66): Salomo e o povo completam a dedicao do Templo, sacrificando 22 mil bois e 120 mil ovelhas. Depois, celebraram a Festa dos Tabernculos.ESBOO DA SEO SEIS (I REIS 9-10)OSenhor responde orao de Salomo. Hiro no est contente com as cidades que Salomo deu a ele em pagamento pelo material do Templo. Os triunfos e o tesouro de Salomo so descritos. A rainha de Sab admira-se com a riqueza, a sabedoria e a fama de Salomo.I. O Alerta a Salomo (9.1-9)A. A glria da obedincia (9.1-5): Se Salomo continuar a obedecer ao Senhor, ele firmar sua dinastia, assim como foi prometido a Davi.B. O desgosto da desobedincia (9.6-9): Se o povo desobedecer e abandonar ao Senhor, ele enviar duas punies:1. A disperso do povo2. A destruio do TemploII. Os Proietos de Construo de Salomo (9.10-19)A. A reclamao (9.10-14): O rei Hiro est descontente com as 20 cidades da Galilia que Salomo deu a ele em pagamento por cedro, cipreste e ouro.B. A construo (9.1 5-19): Os vrios projetos de construo de Salomo incluem o Templo, o palcio real, o Milo, o muro de Jerusalm, as cidades de Hazor, Megido e Gezer e vrias cidades para estocar gro e equipamentos militares.III. A Fora de Trabalho de Salomo (9.20-24): Salomo recruta foras de trabalho dos sobreviventes das naes conquistadas por ele.IV. A Adorao de Salomo (9.25): Trs vezes ao ano, Salomo oferecia holocaustos e ofertas pacficas no Templo.V. A Sabedoria de Salomo (10.1-9): A maravilhosa ddiva divina de sabedoria a Salomo testemunhada pela rainha de Sab durante sua visita a Jerusalm.A. Salomo responde rainha (10.1-3): A rainha est determinada a Ics tar a famosa sabedoria de Salomo, fazendo-lhe vrias pergunlas dili ceis. Salomo responde sabiamente a Iodas as perguntas.B. Salomo impressiona a rainha (IO.4-9): A rainha li< a deslumbrada com a incrvel sabedoria de Salomao a gloria de seu irino.VI A Kit,)i ii/a i >i Sai < jmac > (9.2(> 28; 10.10 2'))A. As fontes (9.26-28; 10.10-12, M IS, 22-25): A vasta riqueza de Salo- m.io vem do vrias fonlos, incluindo:1. /\ rainha de Sab (10.10)2. l.slrangeiros visitantes (10.23-25){. Impostos (10.14-15)4. Navios mercantes (9.26-28; 10.11-12, 22)H. O esplendor (10.13, 16-21, 26-29): medida que os tesouros chegam aos cofres reais, o reino de Salomo reflete sua grande riqueza.1. O presente rainha de Sab (10.13)2. Os 300 escudos de ouro (10.16-1 7)3. O trono de marfim coberto com ouro puro (10.18-20)4. As taas de ouro e os outros utenslios (10.21)5. Os milhares de carros e cavalos (10.26-29)I SBOO DA SEO SETE (I REIS 11)S.ilomo permite que suas muitas esposas e concubinas o conduzam idolatria. O Senhor levanta inimigos contra Salomo. Um profeta diz a Je- loboo, um dos filhos de Salomo, que dez tribos do norte sero tomadas do Salomo e dadas a ele. Salomo morre e enterrado.I. A Desobedincia de Salomo (11.1-40)A. As causas (11.1-8)1. Poligamia (11.1-3): Contrariando o que afirmam os mandamentos de Deus (Deuteronmio 17.1 7), Salomo tem 700 esposas e 300 concubinas.2. Paganismo (11.3-8): As esposas pags de Salomo o levam a desviar-se do Senhor, e ele adora os dolos delas.B. As conseqncias (11.9-40)1. Guerra civil vindoura (1 1.9-13, 26-40): O Senhor se ira e promete tirar o reino de Salomo e dar a um de seus servos. Mas, por causa de Davi, o Senhor guarda a punio para depois da morte de Salomo. Ainda assim, seu filho reinar sobre uma tribo.a. Jeroboo e Salomo (11.26-28): Antes de sua rebelio, Jeroboo um efraimita capaz, atuando como um dos lderes da fora de trabalho de Salomo.b. Jeroboo e Aias (11.29-40): Um profeta chamado Aias diz a Jeroboo que o reino ser tirado de Salomo e dado a ele.(1) A ilustrao de Aias (1 1.29-30): Um dia, quando Jeroboo deixa Jerusalm, Aias pega uma capa nova e a rasga em 12 pedaos, dando dez a Jeroboo.(2) A interpretao de Aias (11.31-40): O profeta diz a Jeroboo que o Senhor logo o far governante sobre dez das tribos de Israel por causa dos muitos pecados de Salomo. Jeroboo foge para o Egito para escapar da ira de Salomo.2. Inimigos estrangeiros (11.14-25): O Senhor tambm permite que inimigos estrangeiros atormentem o reino de Salomo.a. Hadade (11.14-22): Este edomita busca asilo no Egito depois que os homens de Davi matam a maioria dos homens de Edom. Durante o reinado de Salomo, ele retorna do Egito e se torna uma ameaa.b. Rezom (1 1.23-25): Como Hadade, Rezom foge de Davi e se torna inimigo ferrenho de Israel. Durante o reinado de Salomo, Rezom governa em Damasco e causa problemas a Salomo.II. A Morte de Salomo (11.41-43): Depois de reinar durante 40 anos, Salomo morre e sucedido por seu filho Roboo.ESBOO DA SEO OITO (I REIS 12-13)Roboo sucede seu pai, Salomo, como rei. Depois de Roboo tomar uma deciso ruim de governar com aspereza, Jeroboo rebela-se contra Roboo e governa as dez tribos do norte. Uma guerra imediata entre os dois reinos evitada. Jeroboo institui a adorao a dolos em D e Betei.I. Roboo (12.1-24): Aps a morte de Salomo, Roboo o novo rei de Israel.A. A arrogncia (12.1-20)1. O pedido dos lderes de Israel (12.1-11)a. As condies (12.1-5): Antes de sua coroao, Roboo incitado pelos lderes das dez tribos de Israel a reduzir o sofrimento causado a eles pelo rei Salomo.b. O conselho (12.6-11)(1) As palavras sbias dos idosos (12.6-7): Os conselheiros mais velhos de Roboo, que haviam aconselhado Salomo, recomendam que ele assegure s tribos que haver uma mudana para melhor.(2) Os conselhos mpios dos jovens (12.8-11): Os jovens e inexperientes amigos de infncia de Roboo o incitam a ameaar as tribos com um governo ainda mais spero.2. A rejeio (12.12-15): Roboo rejeita o conselho dos homens ido sos e segue o conselho de seus amigos.3. A reao (12.16-20): As dez tribos rejeitam Roboo e formam su.i prpria nao, tendo Jeroboo como seu rei.B. O ataque abortado (12.21-24): Roboo rene um exrcito de I 80 mil soldados par.i esmagar .i rebelio, m.is um prolel.i de nome Sem,ms o .ileil.i viknamii ui Iskaii (I 5.25-28): C) rei Nadabe t oinclc os mesmos |)cc .idns de idolatria que Jeroboo cometeu.I ('pois de dois anos, N.id.ilu' v assassinado por Baasa, um de seus i om.indantes militares.I Haasa, o Tlrceiro Governante de Israel (15.29-34): Baasa mata Nadabe e iodos os descendentes de Jeroboo, cumprindo a profecia de Aias. Ele vive (Mn guerra constante com o rei Asa, de Jud.SHOO DA SEAO DEZ (I REIS 16-17)1 irinados dos reis do norte Baasa, El, Zinri, Onri e Acabe so registra- li i- I li.is fala a Acabe de uma seca futura. Elias foge para o Oriente e .li'.tentado por corvos; depois, por uma viva em Sarepta. Ele ressuscita o illio da viva.I Cinco Potentados mpios (16.1-34)A. Baasa, o terceiro governante de Israel (16.1-7)1. O mensageiro fiel (16.1): O Senhor entrega uma mensagem a Baasa atravs do profeta Je.2. A mensagem temvel (16.2-7): Je diz a Baasa que ele e todos os seus descendentes sero destrudos por causa da sua impiedade.B. El, o quarto governante de Israel (16.8-10): Aps a morte de Baasa,seu filho El reina, mas morto no segundo ano