A Menina Que Roubava Livros

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Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Departamento de Geografia Disciplina de História do Pensamento Geográfico LIVRO: A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS MARKUS ZUSAK EQUIPE: ANA BEATRIZ CLÁUDIO LUIS JÉSSICA FREITAS LOUIZE KARINE
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    03-Jul-2015
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Trabalho requisitado para expor a visão geográfica de cada livro escolhido. No caso, A menina que roubava livros - Markus Zusak.

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  • 1. Universidade Federal do Cear Centro de Cincias Departamento de Geografia Disciplina de Histria do Pensamento GeogrficoLIVRO: A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS MARKUS ZUSAKEQUIPE: ANA BEATRIZ CLUDIO LUIS JSSICA FREITAS LOUIZE KARINE

2. BIOGRAFIA DO AUTOR Mais novo de quatro filhos de um austraco e uma alem, Markus cresceu ouvindo histrias a respeito da Alemanha Nazista, sobre o bombardeio de Munique e sobre judeus marchando pela pequena cidade alem de sua me. Ele sempre soube que essa era uma histria que ele queria contar. "Ns temos essas imagens das marchas em fila de garotos e dos 'Heil Hitlers' e essa ideia de que todos na Alemanha estavam nisso juntos. Mas ainda haviam crianas rebeldes e pessoas que no seguiam as regras e pessoas que esconderam judeus e outras pessoas em suas casas. Ento eis outro lado da Alemanha Nazista", disse Zusak numa entrevista com o The Sydney Morning Herald. Aos 30 anos, Zusak j se firmou como um dos mais inovadores e poticos romancistas dos dias de hoje. Com a publicao de "A Menina que Roubava Livros", ele foi batizado como um "fenmeno literrio" por crticos australianos e norteamericanos. 3. RESUMO Primeiro, as cores. Depois, os humanos. Em geral, assim que vejo as coisas. Ou, pelo menos, o que tento. A quarta capa do livro diz que quando a morte conta uma histria, voc deve parar para ler. A histria se passa nos anos entre 1939 e 1943, na poca do Holocausto. Liesel Meminger encontrou a Morte neste perodo por trs vezes e saiu viva das trs ocasies. A Morte, de to impressionada, decidiu contar a histria de Liesel e nos presenteou com esse livro mgico e encantador. Desde o incio da vida de Liesel, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de viver. Assistiu seu irmo morrer no colo da me e foi largada pela mesma aos cuidados de pessoas estranhas: Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Trazia escondido em sua mala, um livro: O Manual do Coveiro. O rapaz que enterrara seu irmo deixara o livro cair na neve por distrao e este foi o primeiro dos vrios livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.E foi essa paixo pelos livros que salvaram a vida de Liesel naquele tempo de horror, quando a Alemanha estava sendo transformada diariamente pela guerra. O gosto por roubar os livros e a sede por conhecimento foram o sentido que ela precisava dar a sua vida. Alm claro do amor de Hans que se mostrou imensamente amvel com ela e seu grande amigo Rudy, o namorado que nunca teve. E sempre ao seu lado, como testemunha de todo o sofrimento e poesia, estava a Morte, a narradora desta histria. 4. PARA SEGUIR O CONTEXTO DO LIVRO ... Primeira Guerra Mundial Consequncias desastrosas para a Alemanha: Perda de colnias na frica, entrega da regio da Alscia- Lorena Frana, limitao do exrcito alemo, pagamento deindenizao pelas perdas provocadas aos aliados. E o Tratado de Versalhes ... 5. A IDEOLOGIA DO ESPAO VITAL O descontentamento do povo alemo aps a derrota na Primeira Guerra Mundial tomou forma e vulto com a ao dos nazistas, que empreenderam um movimento para anular as imposies feitas em Versalhes. Hitler difundia a ideia de que a Alemanha havia sido derrotada na Primeira Guerra Mundial devido a traies internas e acusava os judeus. A conquista do poder poltico foi o primeiro passo para a realizao de seus objetivos. O prximo passo, no plano externo, seria a tomada de novos territrios. Difundindo a ideia de "espao vital", Hitler uniu a parte significativa dos alemes ao seu redor. De acordo com a doutrina do espao vital, as foras nazistas afirmavam que era preciso integrar as comunidades alems dispersas na Europa (ustria, Sudetos - regio da ento Tchecoslovquia - e Dantzig - enclave alemo em territrio polons) e conquistar a Polnia e a Ucrnia, consideradas regies "vitais" para o povo alemo. A Ucrnia, por exemplo, vasta e frtil regio pertencente Unio Sovitica, produzia trigo, minrios e outras matriasprimas. 6. PENSAMENTO NACIONALISTA - HITLER Braunau am InnConsidero hoje como uma feliz determinao da sorte, que Braunau am Inn tenha sido destinada para lugar do meu nascimento. Essa cidadezinha est situada nos limites dos dois pases alemes cuja volta unidade antiga vista, pelo menos por ns jovens, como uma questode vida e de morte.Mapa do Imprio Alemo (1871-1918)O problema da "nacionalizao" de um povo deve comear pela criao de condies sociais sadias como fundamento de uma possibilidade de educao do indivduo. Somente quem, pela educao e pela escola, aprende a conhecer as grandes alturas, econmicas e, sobretudo, polticas da prpria Ptria, pode adquirir e adquirir, certamente, aquele orgulho ntimo de pertencer a um tal povo. S se pode lutar pelo que se ama, s se pode amar o que se respeita e respeitar o que pelo menos se conhece. 7. A Alemanha tornou-se fraca, no porque lhe faltassem armas, mas porque lhe faltou o nimo de manej-las para a conservao nacional. O futuro do movimento depende do fanatismo, mesmo da intolerncia, com a qual seus adeptos o defenderem como a nica causa justa e defenderem-na em oposio a quaisquer outros esquemas de carter semelhante. evidente que o novo movimento s poderia ter a devida importncia, a fora necessria para essa luta gigantesca, se conseguisse despertar, no corao de seus correligionrios, desde os primeiros dias, a convico religiosa de que, para ele, a vida poltica deveria ser, no uma simples senha eleitoral, mas uma nova concepo do mundo de significao doutrinria.Repblica de Weimar (1919-1933) 8. SUBJUGAO DAS RAAS O conceito de Raa ArianaTeve seu auge do sculo XIX at aprimeira metade do sculo XX, uma noo inspirada pela descoberta da famlia de lnguas indo-europeias. nfase com o Partido Nacional-Socialista Alemo. Estes, associaram o conceito deidentidade nacional raa ariana do povo germnico, atravs do princpio da unidade tnica, com a finalidade de elevar o moral e orgulho nacionais do povo alemo, destroados pela derrota na Primeira Guerra Mundial e das condies consideradas humilhantes da rendio, impostas pelo Tratado de Versalhes. Darwinismo social- Lei do mais forte".PARTE DO LIVRO QUE FALA SOBRE ISSO: O INCIDENTE DE JESSE OWENS 9. HomossexualismoEra condenado j que no permitia a reproduo, necessria para perpetuar a raa superior. A masturbao era considerada perniciosa pelo Reich. Antissemitismodio aos judeus como nao. Esse dio foi gerado de muito tempo, e foi reforado com teorias biolgicas. Foram tidos como a causa de todo o impasse vivido pela Alemanha.PARTE DO LIVRO QUE CITA SOBRE ISSO: O ANIVERSRIO DE HITLER, 1940 10. VISO DO ESPAO MORTE 11. Campos de ConcentraoQuando seus corpos acabavam de vasculhar a porta em busca de frestas, as almas subiam. Depois de suas unhas arranharem a madeira e, em alguns casos, ficarem cravadas nela, pela pura fora do desespero, seus espritos vinham em minha direo, para meus braos, e galgvamos as instalaes daqueles chuveiros, escalvamos o telhado e subamos para a largueza segura da eternidade. E continuavam a me alimentar. Minuto aps minuto. Chuveiro aps chuveiro. Nunca me esquecerei do primeiro dia em Auschwitz, da primeira vez em Mauthausen. - Morte 12. A globalizao um dos processos de aprofundamento da integrao econmica, social, cultural, poltica, que teria sido impulsionado pelo barateamento dos meios de transporte e comunicao dos pases. O processo de Globalizao diz respeito forma como os pases interagem e aproximam pessoas, ou seja, interliga o mundo, levando em considerao aspectos econmicos, sociais, culturais e polticos. 13. VISO DO ESPAO A MENINA(LIESEL) 14. O LUGAR DA MENINA