Ácido acetilsalicílico

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Ácido acetilsalicílico Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ácido acetilsalicílico Alerta sobre risco à saúde Nome IUPAC 2-acetoxybenzoic acid Outros nomes aspirina Identificadores Número CAS 50-78-2 PubChem 2244 Número EINECS 200-064-1 ChemSpider 2157 KEGG C01405

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cido acetilsaliclicoOrigem: Wikipdia, a enciclopdia livre.cido acetilsaliclicoAlerta sobre risco sade

Nome IUPAC2-acetoxybenzoic acid

Outros nomesaspirina

Identificadores

Nmero CAS50-78-2

PubChem2244

Nmero EINECS200-064-1

ChemSpider2157

KEGGC01405

MeSHAcetard

ChEBICHEBI:13719

Cdigo ATCA01AD05,B01AC06,N02BA01

SMILES[Expandir]

InChIInChI=InChI=1S/C9H8O4/c1-6(10)13-8-5-3-2-4-7(8)9(11)12/h2-5H,1H3,(H,11,12)

DCB n00089

Primeiro nome comercial ou derefernciaAspirina, Aspirina Buffered,Aspirina Prevent e Aspirina Cardio

Propriedades

Frmula qumicaC9H8O4

Massa molar180.14 g mol-1

Densidade1,39 g/cm3

Ponto de fuso135C

Ponto de ebulio140C

Farmacologia

Biodisponibilidaderpida e completa

Via(s) de administraovia oraleretal

Metabolismoheptico

Meia-vida biolgica300650 mg dose: 3.13.2 h1 g dose: 5 h2 g dose: 9 h

Ligao plasmtica99,5%

Excreorenal

Riscos associados

LD50400 mg/kg-1estimado em humanos1

Compostos relacionados

Sais relacionadosAcetilsalicilato de clcioAspirinato de cobre

Compostos relacionadoscido saliclico(cido 2-hidroxibenzoico)

Excepto onde denotado, os dados referem-se amateriais sobcondies PTNReferncias e avisos gerais sobre esta caixa.Alerta sobre risco sade.

Ocido acetilsaliclico umfrmaco caracteristico do grupo dosanti-inflamatrios no-esteroides, utilizado comoanti-inflamatrio,antipirtico,analgsicoe antiplaquetar.Em estado puro, sua caracterisca fsica se destaca por ser um p de cristalino branco, pouco solvel na gua, facilmente solvel nolcool.Pelas suas diversas finalidades, nos tempos atuais , esse principio ativo usado em diversos medicamentos,sendo um deles a Aspirina

Nome comercial registrado, propriedade dos laboratrios farmacuticos daBayerpara o composto cido acetilsaliclico.

]DescobertaNosculo V a.C.,Hipcrates, mdico grego e pai da medicina cientfica, escreveu que o p cido da casca dosalgueiroou choro (que contm salicilatos mas potencialmente txico) aliviava dores e diminua a febre. Esse remdio tambm mencionado em textos das civilizaes antigas doMdio Oriente,Sumria,EgitoeAssria. Os nativos americanos usavam-no tambm para dores de cabea, febre, reumatismo e tremores.O reverendoEdmund Stone, deChipping Nortonno condado deOxford,Reino Unido, redescobriu em1763as propriedades antipirticas da casca doSalgueiroe as descreveu de forma cientfica.O princpio activo da casca, a salicina oucido saliclico(do nome latino do salgueiroSalix alba) foi isolado na sua forma cristalina em1828pelo farmacutico francsHenri Leroux, eRaffaele Piria, qumico italiano.Em1897, o laboratrio farmacutico alemoBayer, conjugou quimicamente o cido saliclico comacetato, criando o cido acetilsaliclico (Aspirina), que descobriram ser menos txico. O cido acetilsaliclico foi o primeiro frmaco a ser sintetizado na histria dafarmciae no recolhido na sua forma final da natureza. Foi a primeira criao da indstria farmacutica. Foi tambm o primeiro frmaco vendido em tabletes.E em julho de1899, aBayercomeou a comercializar a aspirina, obtendo sucesso imediato.

Salgueiro ou ChoroPersistem dvidas se foiFelix Hoffmann(como afirma a Bayer) ouArthur Eichengrun(de acordo com vrios peritos) que inventou o mtodo que criou o cido acetilsaliclico.A Bayer perdeu a marca registadaAspirinaem muitos pases aps aPrimeira Guerra Mundial, como reparao de guerra aos pases aliados.John Vane, do Royal College of Surgeons, demonstrou pela primeira vez o mecanismo de ao do cido acetilsaliclico, em Londres,1971. Ele viria a receber oPrmio Nobelda Medicina e Fisiologia pela sua descoberta em 1982.[editar]Sntese do cido acetilsaliclicoO processo de sntese consiste em tratar ocido saliclicocomanidrido actico, em presena de um pouco decido sulfrico, que atua comocatalisador. Tcnicas como filtrao a vcuo e recristalizao podem ser empregadas.No procedimento em escala laboratorial, percola-se, numerlenmeyerde 125 mL, 2,5 g de cido saliclico, 6 mL de anidrido actico e algumas gotas de cido sulfrico concentrado. Agita-se e aquece-se a mistura embanho-mariadurante 10 minutos. Resfria-se e adiciona-se 10 a 15 mL degua destiladagelada para decompor o excesso de anidrido actico. Resfria-se at que a cristalizao esteja completa. Filtra-se emfunil de Bchnerlavando com pequena quantidade de gua destilada gelada.Purifica-se o cido acetilsaliclico porrecristalizao. Dissolve-se o produto em 10 mL deetanolnumbquerde 100 mL e aquece-se em banho-maria. Adiciona-se 25 mL de gua aquecida. Se houver precipitao, dissolve-se por aquecimento sob refluxo, banho-maria. Cobre-se o recipiente e deixa-se em repouso para resfriar. Separam-se os cristais obtidos por filtrao.Secam-se e pesam-se o cristais. Depois determina-se o ponto de fuso do cido acetilsaliclico e compara-se ao valor tabelado.

Sntese do cido acetilsaliclico[editar]Mecanismo de ao

Estrutura da COX-2 inativada pelo cido acetilsaliclico.O cido acetilsaliclico , como todos osAINEs, um inibidor inespecfico da enzimaciclooxigenase(COX).5Ele acetila irreversivelmente essa enzima. As COX so enzimas fulcrais dacascata do cido araquidnico, pela qual estecido araquidnico, umlipdiopresente nas membranas das clulas, transformado em mediadores prostanoides. H dois tipos, aCOX-1, presente em quase todos os tecidos; e aCOX-2induzida localmente porcitocinasproduzidas porleuccitosem resposta a danos ou invaso microbiana. A COX-2 tem papel importante na gerao dainflamao. Ela produz os mediadores prostanides pr-inflamatrios, como algumasprostaglandinaseleucotrienos. A inibio dessas enzimas pelo cido acetilsaliclico constitui o mecanismo principal dos seus efeitos. A inibio da COX-1 a responsvel por muitos efeitos indesejados.A reduo dafebreou efeitoantipirtico causada pela inibio da formao de protaglandina E2 pelas COX. Esta prostaglandina um mediador importante para a activao do centro nervoso (nohipotlamo), regulador da temperatura corporal. Altos nveis de prostaglandina E2 em estados inflamatrios (como infeces) elevam a temperatura. Alm disso, a inibio da resposta inflamatria diminui a quantidade decitocinasproduzidas pelosleuccitos, algumas das quais, como aIL-1actuam no centro nervoso da temperatura, produzindo febre. A ao central pode envolver a inibio da sntese de prostaglandinas no hipotlamo; contudo, h alguma evidncia de que as febres causadas por pirognios endgenos que no agem atravs do mecanismo das prostaglandinas podem tambm responder terapia com salicilatos.O efeito analgsico devido inibio da produo local de prostaglandinas quando da inflamao. Estas prostaglandinas, se forem produzidas, sensibilizaro asterminaes nervosaslocais dador, que sero iniciadas por outros mediadores inflamatrios como abradicinina. Oparacetamolactua de modo semelhante ao cido acetilsaliclico enquanto analgsico perifrico, e prefervel para esta funo, se outros efeitos no so desejados. O paracetamol no anti-inflamatrio, nem antiplaquetar.Os efeitos anti-inflamatrios tambm so largamente dependentes da inibio da produo deprostanoides, j que estes mediadores so importantes em quase todos os fenmenos associados inflamao, comovasodilatao, dor e atrao de mais leuccitos ao local. Alm disso, ossalicilatosso eficazes em neutralizar osradicais livres, molculas produzidas nainflamaoe altamente nocivas para os tecidos.Asplaquetassanguneas so activadas e se agregam em resposta libertao detromboxanoA2, presente em seus grnulos. O cido acetilsaliclico particularmente eficaz em inibir a produo de tromboxano A2, resultando na diminuio da tendncia de agregao plaquetar. Esse o primeiro passo na formao de trombos arteriais; logo, o cido acetilsaliclico a diminui esses eventos. O efeito antiagregante plaquetrio do cido acetilsaleclico est relacionado com a capacidade do composto agir como um dador de acetil membrana da plaqueta. O cido acetilsaleclico afecta a funo das plaquetas inibindo a COX e impedindo desse modo a formao do tromboxano A2 (agente agregante). Esta ao irreversvel e os efeitos persistem durante a vida das plaquetas expostas. O cido acetilsaliclico pode tambm inibir a formao de prostaciclinas (prostaglandina I2), que so inibidores da agregao plaquetria nos vasos sanguneos esta ao, no entanto, reversvel. Estas aes podem ser dose-dependentes; contudo, h evidncias de que doses inferiores a 100mg por dia podem no inibir a sntese de prostaciclinas.O efeito antirreumtico semelhante ao mecanismo analgsico e anti-inflamatrio; os efeitos teraputicos no se devem estimulao do eixo pituitria-adrenal.O principalefeito adversodo cido acetilsaliclico deve-se inibio da COX-1 noestmago. Os prostanoides so importantes mediadores na proteo damucosacontra o cido eenzimaspresentes nosuco gstrico. Eles aumentam a produo demuco.[editar]Farmacocintica[editar]Absoro A absoro geralmente rpida e completa aps administrao oral mas pode variar de acordo com o salicilato usado, a dosagem, e outros factores, tais como, a taxa da dissoluo do comprimido e o pH gstrico ou intraluminal. O cido acetilsaliclico absorvido em parte pelo estmago, e na sua maioria pelos segmentos proximais do intestino delgado. Os alimentos diminuem a taxa, mas no a extenso da absoro. A absoro das formulaes gastrorresistentes normalmente atrasada. A absoro dos comprimidos mastigveis de cido acetilsaliclico incompleta em comparao absoro dos comprimidos orais. Aps a administrao rectal, a absoro ser atrasada e incompleta em comparao com a absoro aps a administrao oral de doses iguais. A absoro de cido acetilsaliclico defeituosa durante o estgio febril adiantado da doena de Kawasaki, posteriormente aumenta para o normal no estgio de convalescena..[editar]DistribuioTanto o cido acetilsaliclico como o cido saliclico ligam-se amplamente s protenas plasmticas e so rapidamente distribudos a todas as partes do organismo. O salicilato distribudo para a maioria dos tecidos do corpo e para quase todos os lquidos transcelulares; atravessa facilmente a barreira placentria. O volume de distribuio das doses habituais de cido acetilsaliclico em indivduos normais em mdia cerca de 170 mL/kg de peso corporal. O cido acetilsaliclico , basicamente, absorvido como tal, mas parte dele atinge a circulao sistmica sob a forma de cido saliclico em virtude da hidrlise pelas esterases da mucosa gastrointestinal e do fgado. Nas concentraes encontradas na prtica clnica, 8090% dos salicilatos ligam-se s protenas plasmticas, principalmente albumina. A ligao dos salicilatos albumina vai diminuindo medida que a concentrao de salicilato plasmtica aumenta, com a reduo da concentrao de albumina no plasma ou disfuno renal, e durante a gravidez. No leite materno: concentraes mximas de salicilato de 173-483 mcg/mL foram medidas 5-8h aps a ingesto materna de uma dose nica de 650mg.[editar]BiotransformaoOs salicilatos so mormente hidrolisados a salicilato no tracto gastrointestinal, no fgado, e no sangue, e posteriormente metabolizados no fgado.O cido acetilsaliclico sofre metabolizao por esterases da mucosa digestiva que o hidrolizam a cido saliclico e por estearases hepticas que do origem a vrios metablitos inactivos.Metabolismo Digestivo e plasmtico: rpida desacetilao originando cido actico + cido saliclicoMetabolismo Heptico: reaes de fase I:oxidao pelo cit.P-450 originando cidos hidroxibenzoicos reaes de fase II:conjugao com glicina originando o cido salicilrico e conjugao com cido glucurnico originando salicilacil-glucurnico e salicilfenil-glucurnicoO tempo de semi-vida do cido acetilsaliclico de 15 a 20 minutos; sendo rapidamente hidrolisado a cido saliclico. No leite materno (como salicilato) o tempo de semi-vida aproximadamente 3,812,5h (mdia de 7,1h) aps uma dose nica 650mg de cido acetilsaliclico. A molcula de cido saliclico, dependendo da dose e pH urinrio, tem um tempo de semi-vida de aproximadamente 2-3h com doses baixas ou nicas, e 20h ou mais com doses muito elevadas; com doses repetidas usadas como anti-reumticas, pode variar de 5-18h.[editar]EliminaoA cintica da eliminao do cido saliclico depende da dose, uma vez que o metabolismo limitado pela capacidade das enzimas hepticas. uma cintica de 1. ordem.Quando, no organismo, esto presentes doses teraputicas, o cido saliclico metabolizado no fgado e eliminado em 2-3h. A eliminao essencialmente renal (90%), principalmente como cido saliclico livre e metablitos conjugados: 75% na forma de cido salicilrico; 15% na forma de glucurnicos; 10% na forma de cido saliclico.A excreo de salicilato livre extremamente varivel e depende da dose e do pH urinrio. Na urina alcalina, mais de 30% do frmaco ingerido pode ser eliminado como salicilato livre, enquanto que na urina cida essa porcentagem pode ser de apenas 2%.[editar]AdministraoVia oral, comprimidos a cada 4, 6 ou 8 horas. Algumas formas mais caras so encapsuladas para prevenir efeitos adversos sobre amucosadoestmago.Dosagens que so comumente utilizadas: 50 a 325mg via oral para a preveno de trombose e doenas cardacas (dose diria) 500mg via oral para tratamento da dor (a cada 4 horas) 1000mg via oral para tratamento da dor e da inflamao (a cada 4, 6 ou 8 horas) rapidamente absorvida e parcialmente hidrolizada no corpo humano em salicilato (funes semelhantes) e acetato. A sua aco mxima ocorre 1-2 horas aps a administrao.[editar]Indicaes

Aspirina: nome comercial mais popular do cido acetilsalictico4.So consideradas indicaes do uso de cido acetilsaliclico: Sndrome coronariana aguda Infarto agudo do miocrdiocom elevao de segmento ST ou no-Q Preveno dotromboembolismocerebral ou de ataques isqumicos transitrios Trombosecerebral Dismenorreia Febre(contraindicada em crianas, especialmente em quadros virais, pelo risco deSndrome de Reye) Dor de cabea Preveno primria ou secundria doinfartomiocrdico, incluindo preveno psangioplastia Osteoartrite Dor Outras indicaes de inibio da agregao plaquetria Tratamento daartrite reumatoide,artrite juvenil,osteoartriteouartrose Febre reumtica Tratamento dadoena de Kawasaki Aterosclerose Profilaxia dademnciamulti-infarto Tratamento dadiabetes[editar]Contraindicaes e precauesExceto em circunstncias especiais, esta medicao no deve ser usada quando os seguintes problemas mdicos existem: totalmente contra-indicado em casos de suspeita dedenguepois pode levar ao quadro dehemorragiafatal. lcerapptica activa; Estados hemorrgicos; Hemofiliaou outros problemas com hemorragias, incluindo perturbaes na coagulao ou na funo plaquetria; Angioedema,anafilaxia, histria de qualquer outra reaco severa de sensibilidade induzida pela cido acetilsaliclico ou outros AINEs; Plipos nasais associados comasma, induzida ou exacerbada pelo cido acetilsaliclico; Trombocitopenia(devido ao risco aumentado dehemorragia). Aspirinanuncapode ser ministrada em casos dedengue.O risco-benefcio deve ser considerado quando os seguintes problemas mdicos existem: Anemia(pode ser exacerbada pela perda sangunea gastrointestinal; a vasodilatao perifrica induzida pelos salicilatos pode tambm conduzir a uma pseudoanemia); Circunstncias que predispem reteno de fluidos, como o comprometimento da funo cardaca ouhipertenso; Gastriteerosiva; lcerapptica; Gota(pode aumentar as concentraes sanguneas decido ricoe pode interferir com a eficcia dos medicamentos uricosricos); Deficincias na funo heptica (salicilatos so metabolizados a nvel heptico; assim, os pacientes comcirrosepodem ser mais susceptveis aos efeitos adversos a nvel renal; na falha heptica grave, a inibio da funo das plaquetas pelo cido acetilsaliclico pode aumentar o risco do hemorragias); Deficincia devitamina Kouhipoprotrombinemia(risco aumentado de hemorragias devido aco antiplaquetria e ao efeito hipoprotrombinemico de doses elevadas dos salicilatos); Deficincias na funo renal (a eliminao dos salicilatos pode estar reduzida, levando a um aumento do risco de efeitos adversos renais); Lpuseritomatoso (nestes pacientes existe o risco de uma filtrao glomerular diminuda); Tirotoxicose(pode ser exacerbada por doses elevadas); Asma(risco aumentado de reaco de sensibilidade broncoespstica); Deficincia emGlucose-6-fosfato desidrogenase- G6PD ( risco de causaranemiahemoltica, ainda que raramente); Nos imunodeprimidos (pode mascarar os sintomas de uma infeco); Nas crianas com menos de 12 anos e no aleitamento deve ser evitado o uso de cido acetilsaliclico (devido ao risco desndrome de Reye).Nas formulaes que contmcafena: Doena cardaca severa (doses elevadas de cafena podem aumentar o risco detaquicardiaou extra-sstole, que pode conduzir a falha cardaca); Histria anterior de sensibilidade cafena.[editar]Efeitos adversos[editar]Mais frequentes Dor abdominalcom clicas Irritao gastrointestinal Dor precordial Condies hipersecretrias Nuseasevmitos[editar]Raros Reaesalrgicas, incluindodermatiteeanafilaxia Anemiapor sangramento gastrointestinal crnico ou hemlise pordeficincia de G6PDou de piruvato quinase Angioedema Anorexia Broncoespasmo Hepatite txica Hemorragiagastrointestinal porgastropatia medicamentosaoulcerasgastrointestinais Trombocitopenia Sndrome de Reye, uma doena rara, porm grave e rapidamente progressiva, caracterizada poresteatosemicrovesicular eencefalopatiametablica. Pode ocorrer em crianas de qualquer idade com quadro viral (geralmenteinfluenzaouvaricela) associada ao uso de cido acetilsaliclico. Por esse motivo, estcontraindicada em crianas com quadro viral ou febre.[editar]Resistncia ao cido acetilsaliclicoA resistncia ao cido acetilsaliclico a incapacidade do cido acetilsaliclico reduzir a produo plaquetria do tromboxano A2 e desse modo, a activao e a agregao dasplaquetas. Os graus crescentes de resistncia ao cido acetilsaliclico podem correlacionar-se independentemente com o aumento do risco de eventos cardiovasculares. A resistncia ao cido acetilsaliclico pode ser detectada por testes laboratoriais de produo do tromboxano A2 das plaquetas ou da funo das plaquetas, que dependem da produo plaquetria do tromboxano. As potenciais causas da resistncia ao cido acetilsaliclico incluem: dose inadequada, interaces medicamentosas, polimorfismos genticos da COX-1 e de outros genes envolvidos na biossntese do tromboxano,feedbackpositivo de fontes no plaquetrias de biossntese do tromboxano, e aumento doturnoverdas plaquetas. A resistncia ao cido acetilsaliclico pode ser superada tratando a causa ou as causas, e ser reduzida minimizando a produo e a actividade do tromboxano, ou ainda bloqueando outras vias de activao das plaquetas.[editar]InteracesO cido acetilsaliclico pode interagir com outras drogas. Alguns exemplos: Paracetamol lcool AINEs Anticonvulsivantesfenitonaecido valproico Agentes antidiabticos (insulina,sulfonilureias) Antiemticos, incluindoanti-histamnicosefenotiazinas CorticosteroidesouCorticotropina(ACTH), uso teraputico crnico(drugs,lara) Zidovudina Inibidores da enzima conversora deangiotensina(ECA) Furosemida Laxativos, contendocelulose Metotrexato Medicamentos ototxicos, especialmenteVancomicina ProbenecidaouSulfinpirazona Niacina Vitamina KDeve tambm ser considerada a possibilidade de efeitos aditivos ou mltiplos que conduzem a danos na formao de cogulos sanguneos e/ou que o risco aumentado de sangramento podem ocorrer se um salicilato, especialmente cido acetilsaliclico, for usado simultaneamente com qualquer medicamento que possua um potencial significativo para causarhipoprotrombinemia,trombocitopenia, ou ulcerao ouhemorragiagastrointestinal.[editar]Intoxicao (Overdose)[editar]Vias de entrada OralA ingesto de comprimidos de cido acetilsaliclico a causa mais frequente de envenenamento com salicilatos; Nos neonatos e nas crianas outras causas menos comuns incluem a aplicao de geles nos dentes, transferncia placentria e amamentao. InalaoConcentrao atmosfrica mxima permitida de 5mg/m Cutnea Parenteral Outras (administrao rectal)A exposio ocupacional pode ocorrer por contacto drmico ou inalao nos lugares onde o cido acetilsaliclico produzido ou usado.[editar]Sintomas Salicismocaracterizado por: zumbido (silvo na audio) e outros distrbios auditivos; vmitos; vertigens. Revertvel se a dose for reduzida. Hiperpneia: respirao acelerada. Acidose: o cido acetilsaliclico um cido e altas doses podem causaralcaloseseguida por acidose metablica, com respirao muito rpida, confuso mental. Raramente: cardiotoxicidade e intolerncia glicose(diabetestipo 2);hepatite, sangramento, eritemas, reaces alrgicas potencialmente graves.[editar]Toxicidade Em adultos:Toxicidade suave a moderada _______________ 150-300mg/kgToxicidade severa _________________________ 300-500mg/kgPotencialmente letal _______________________ >500mg/kg Em crianas:Numa criana, a ingesto de 240mg/kg causar envenenamento moderado a severo, mas as mortes raramente ocorrem quando menos de 480mg/kg foram tomados. O envenenamento com salicilatos em crianas pequenas (