Adriano Valenga Arruda BRASIL IMPERIAL PROF: ADRIANO CAJU.

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Segundo reinadoRECUPERAÇÃO DA ECONOMIA PORTUGUESA
RETORNO DO BRASIL À CONDIÇÃO DE COLÔNIA
GRUPO CONSERVADOR
POLÍTICA EXTERNA
MANUTENÇÃO DOS VÍNCULOS COM O ESTADO PORTUGUÊS
CAMADAS URBANAS
Adriano Valenga Arruda
DO FICO (9 DE JANEIRO 1822) A INDEPENDÊNCIA (7 DE SETEMBRO)
Constante pressão portuguesa pela recolonização do Brasil
Articulação política para a emancipação do país
Destaque do processo de independência: José Bonifácio de Andrada
Proclamação da independência por d. Pedro: 7 de setembro de 1822
Conflitos locais contra Portugal (exemplo: Bahia e sul do Brasil)
Portugal reconhece a independência do Brasil mediante o pagamento
de 2 milhões de libras esterlinas
O rompimento com Portugal
CONSTITUIÇÃO DE 1824:
Constituição da mandioca
Submissão da Igreja ao Estado: PADROADO
Centralização política
CARACTERÍSTICAS
FUZILAMENTO DE FREI CANECA
Uruguai (Banda Oriental ou Cisplatina): região estratégica da bacia platina
Região anexada por d. João VI, em 1816
Insatisfação com o governo brasileiro levou à luta pela emancipação
Apoio da Argentina aos uruguaios (interesses comerciais)
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Morte de d. João VI: trono português vago
Disputa entre d. Pedro e d. Miguel, seu irmão
Agravamento da crise econômica (mais dívidas)
Morte do jornalista Líbero Badaró
(suposto envolvimento de d. Pedro)
Noite das Garrafadas (povo contra d. Pedro)
Situação política e econômica insustentável para o
imperador
d. Pedro na luta pelo trono português.
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GUERRA DA CISPLATINA (1825 – 1828)
D. PEDRO ENTRE DOIS REINOS
Em Portugal, o monarca sagrou-se d. Pedro IV e ficou apenas alguns meses no poder.
Solução dramática para a crise do Primeiro Reinado:
Abdicação (renúncia) de d. Pedro I do
governo brasileiro
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CRISE ECONÔMICA
Período peculiar da história brasileira:
agitações, rebeliões e instabilidade;
D. Pedro II, com apenas seis anos de idade, herdou a Coroa brasileira.
Temores da elite: perda dos privilégios
e fragmentação política do Brasil.
O PERÍODO REGENCIAL
Composição social: aristocracia rural.
Objetivos: manutenção da monarquia, da escravidão e da estrutura agrária.
Fim do Senado vitalício e adoção do federalismo.
Restauradores
Caramurus
Composição social: velha aristocracia, comerciantes portugueses e antigos funcionários da Coroa.
Objetivos: retorno de
Liberais exaltados
Composição social: aristocracia rural e camadas médias urbanas.
Objetivos: descentralização política, republicanismo, extinção do poder moderador e do Conselho de Estado
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MOMENTOS POLÍTICOS
Assembleia geral de férias: criação de uma regência trina provisória (abril a julho de 1831);
Liberais moderados no poder central: maior autonomia dada às províncias;
Na regência trina permanente, várias leis que alteravam a Constituição foram aprovadas;
Aprovação do Código do Processo Criminal e do Ato Adicional de 1834;
Assembleias legislativas provinciais conquistaram grande autonomia;
Descentralização política e surgimento da Guarda Nacional (milícia formada pela elite);
Instituição de eleições para o próximo regente (único, ao invés de três figuras políticas).
As regências trinas “provisória” (1831) e “permanente” (1831–1834)
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O ministro da Justiça era Padre Diogo Feijó;
Feijó criou a Guarda Nacional
Deu à elite agrária mais poder;
Deu maior autonomia às províncias; 
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Deu poder aos latifundiários de criarem suas próprias milícias.
Foi feito para descentralizar o poder, é mais forte que a centralização;
Criou as Assembléias Provinciais- decisões regionais;
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Anistia aos presos políticos;
Proibição dos ajuntamentos noturnos em praça pública;
Eleição, em Assembléia Geral, a Regência Trina Permanente.
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(1835–1837)
(liberal moderado), antigo ministro da Justiça;
Excessiva descentralização política criou grande
instabilidade social;
Surgimento de numerosas rebeliões por todo o país;
Mistura de interesses das elites locais com a insatisfação do povo;
Perigo de desintegração territorial do Brasil.
Retrato do padre paulista Antônio Feijó
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MOMENTOS POLÍTICOS
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Novo governante: Araújo Lima (fazendeiro pernambucano e conservador);
Renúncia de Antônio Feijó à regência (grave instabilidade devido às rebeliões);
Aprovação da Lei interpretativa do Ato Adicional de 1834 (fim da descentralização política);
Surgimento de novos partidos: Liberal e Conservador;
A instabilidade do país continuava; possível causa: caráter transitório das regências;
Período de centralização do poder e redução das liberdades concedidas à população;
Solução encontrada: coroação antecipada de d. Pedro II, então com 15 anos, em 1840
(movimento político conhecido como golpe da maioridade).
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Período: 1833-1837; região: província do Grão-Pará;
Disputas de poder entre a elite de comerciantes portugueses, a população local e o governo central;
Estopim: nomeação de um novo governador para a região por parte da regência;
Radicalização do movimento: cabanos tomam o poder em Belém;
Governo central enviou grande quantidade de soldados para a região;
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GUARDA NACIONAL
Desejo de criação de um governo muçulmano no Brasil (teocracia);
A rebelião foi rapidamente reprimida pelas tropas do governo;
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REBELIÃO DOS MALÊS 1835 - SALVADOR
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Período: 1837–1838; região: Salvador (Bahia) e entorno da cidade;
Liderança: médico e jornalista Francisco Sabino Barroso;
Apoio da população popular e de parte da classe média de Salvador;
Difusão de ideias separatistas e republicanas;
Enfraquecimento gradual do movimento;
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SABINADA 1837- 1838 - SALVADOR
CAUSAS: Oposição ao centralismo;renuncia de Feijó e eleição de Araújo Silva.
OBJETIVO: Falta de propostas concretas.
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Descontentamento da classe média.
Agitação começou com disputas de poder local que abriram caminho
para a revolta popular;
Rebelião com diversos grupos, que defendiam propostas distintas;
Lideranças populares: Manuel F. dos Anjos (o “balaio”) e Preto Cosme;
Falta de unidade e clareza contribuiu para enfraquecer o movimento;
Repressão liderada pelo futuro duque de Caxias.
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CAUSAS: crise econômica do algodão e divergências entre grupos locais
OBJETIVO:
Legalistas: Barão de Caxias.
Estátua, em Caxias, de Manuel Francisco dos Anjos.
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FARROUPILHA OU REVOLUÇÃO DOS FARRAPOS
Período: 1835–1845; regiões: Rio Grande do Sul e Santa Catarina;
Insatisfação devida aos altos impostos sobre o charque do sul;
Articulação das elites contra o governo central (líder: Bento Gonçalves);
Proclamação da República de Piratini (RS) e da República Juliana (SC);
Dificuldade de pacificação da rebelião (existiam diferentes revoltas na
mesma época em outras regiões do Brasil);
Lideranças populares: Giuseppe Garibaldi (origem italiana) e sua
mulher, Anita Garibaldi;
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RIO GRANDE DO SUL E SANTA CATARINA
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LÍDERES:
Legalista: Duque de Caxias
- CAUSAS:
impostos
OBJETIVOS: Autonomia provincial;
formação de uma República independente.
TERMINOU: após 10 anos de
guerra,assinada a Paz de Ponche Verde; anistia aos culpados e incorporação dos
farrapos às tropas do governo.
E AS PROMESSAS DE LIBERDADE PARA OS ESCRAVOS?
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GOLPE DA MAIORIDADE- 1840
Desde 1835, a idéia de antecipar a maioridade já havia surgido no cenário político da Corte.
Proprietários de escravos e de terras estavam assustados com a experiência de descentralização ocorrida durante o Período Regencial, que resultara em tantas revoltas sociais.
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Viva a Maioridade
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GOLPE DA MAIORIDADE- 1840
Esse golpe teve como principal objetivo dar o poder para Dom Pedro II para que esse, inexperiente (14 anos e 7 meses), atendesse aos interesses liberais.
COMEÇA O 2º REINADO.