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2008/2013 Agrupamento Vertical Fernando Casimiro Pereira da Silva REGULAMENTO INTERNO
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2008/2013

Agrupamento Vertical Fernando

Casimiro Pereira da Silva

REGULAMENTO INTERNO

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno ii

NDICE

INTRODUO ......................................................................................................................... 1

I. FINALIDADES ....................................................................................................................... 1

II. PRINCPIOS ORIENTADORES ............................................................................................ 2

III. CONSTITUIO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ....................................................... 2

CAPTULO I OBJETO E MBITO DE APLICAO DO REGULAMENTO INTERNO ............. 3

CAPTULO II ORGANIZAO FUNCIONAL DO AGRUPAMENTO ...................................... 3 Artigo 1- Calendrio Escolar .................................................................................................... 3 Artigo 2 - Horrios de funcionamento ....................................................................................... 3 Artigo 3 - Oferta Educativa ....................................................................................................... 3 Artigo 4 - Regime de Frequncia .............................................................................................. 6 Artigo 5 - Regime de Faltas...................................................................................................... 7 Artigo 6 - Avaliao ................................................................................................................ 12 Artigo 7 - Organizao das atividades no Agrupamento ......................................................... 13 Artigo 8 - Acesso, circulao e postura no recinto escolar ...................................................... 14 Artigo 9 - Servios de Administrao Escolar ......................................................................... 15 Artigo 10 - Servios de Ao Social Escolar ........................................................................... 16 Artigo 11 - Refeitrio .............................................................................................................. 19 Artigo 12 - Bufete ................................................................................................................... 20 Artigo 13 - Papelaria .............................................................................................................. 21 Artigo 14 - OTL ...................................................................................................................... 22 Artigo 15 - Reprografia ........................................................................................................... 22 Artigo 16 - Requisio de material didtico e audiovisual ....................................................... 23 Artigo 17 - Servio de primeiros socorros ............................................................................... 24 Artigo 18 - Normas/Plano de Segurana ................................................................................ 24 Artigo 19 - Salas/Espaos especficos ................................................................................... 25 Artigo 20 - Constituio de Turmas ........................................................................................ 25 Artigo 21 - Elaborao de horrios ......................................................................................... 26 Artigo 22 - Exames e Provas de Aferio ............................................................................... 26 Artigo 23 - Seguro Escolar ..................................................................................................... 26 Artigo 24 - Caderneta Escolar ................................................................................................ 27 Artigo 25 - Permuta/Compensao de aulas .......................................................................... 28 Artigo 26 - Cedncia de instalaes comunidade ................................................................ 28 Artigo 27 - Reunies .............................................................................................................. 29 Artigo 28 - Atas ...................................................................................................................... 30 Artigo 29 - Inventrios ............................................................................................................ 31 Artigo 30 - Aulas no exterior do espao escolar ...................................................................... 31 Artigo 31 - Visitas de Estudo .................................................................................................. 32

CAPTULO III RGOS DE ADMINISTRAO E GESTO ............................................... 34 Artigo 32 - rgos de Direo, Administrao e Gesto ......................................................... 34 Artigo 33 - Eleio de cargos ................................................................................................. 34

SECO I Conselho Geral .................................................................................................. 34 Artigo 34 - Definio .............................................................................................................. 34 Artigo 35 - Composio......................................................................................................... 34 Artigo 36 - Competncias ....................................................................................................... 35 Artigo 37 - Funcionamento ..................................................................................................... 35 Artigo 38 - Designao de Representantes ............................................................................ 35

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno iii

Artigo 39 - Processo Eleitoral ................................................................................................. 35 Artigo 40 - Eleio dos Representantes do Pessoal Docente ................................................. 36 Artigo 41 - Eleio dos Representantes do Pessoal no Docente .......................................... 37 Artigo 42 - Casos Especiais ................................................................................................... 37 Artigo 43 - Condies de Candidatura.................................................................................... 37 Artigo 44 - Mandato ............................................................................................................... 37

SECO II - Diretor ................................................................................................................ 38 Artigo 45 - Definio .............................................................................................................. 38 Artigo 46 - Coadjuvao......................................................................................................... 38 Artigo 46- Competncias ....................................................................................................... 38 Artigo 47 - Exerccio de funes............................................................................................. 38 Artigo 48 - Recrutamento ....................................................................................................... 38 Artigo 49 - Procedimento concursal ....................................................................................... 39 Artigo 50 - Provimento ........................................................................................................... 39 Artigo 51 - Mandato ............................................................................................................... 39 Artigo 52 - Assessoria do Diretor ............................................................................................ 39

SECO III - Conselho Pedaggico ....................................................................................... 39 Artigo 53 - Definio .............................................................................................................. 39 Artigo 54 - Composio ......................................................................................................... 40 Artigo 55 - Competncias ...................................................................................................... 40 Artigo 56 - Competncias do Presidente do Conselho Pedaggico ........................................ 40 Artigo 57 - Funcionamento ..................................................................................................... 41 Artigo 58 - Mandato ............................................................................................................... 41 Artigo 59 - Designao de Representantes ............................................................................ 42 Artigo 59 - Redues/Critrios de atribuio de tempos no letivos........................................ 42

SECO IV - Conselho Administrativo .................................................................................... 42 Artigo 60- Definio ............................................................................................................... 42 Artigo 61 - Composio ......................................................................................................... 42 Artigo 62 - Competncias ................................................................................................................ 42 Artigo 63 - Funcionamento ..................................................................................................... 42

CAPTULO IV ESTRUTURAS DE GESTO / ORIENTAO EDUCATIVA E SUPERVISO PEDAGGICA ....................................................................................................................... 43

SECO I - Objetivo ............................................................................................................... 43 Artigo 64 - Competncias ...................................................................................................... 43 Artigo 65 - Estruturas de coordenao ................................................................................... 44

SECO II - Departamento da Educao Pr-Escolar e Departamento do 1 Ciclo do Ensino Bsico ..................................................................................................................................... 44 Artigo 66 - Composio ......................................................................................................... 44 Artigo 67 - Competncias ...................................................................................................... 44 Artigo 68 - Funcionamento ..................................................................................................... 46 Artigo 69- Mandato ................................................................................................................ 46 Artigo 70 - Coordenador do Departamento da Educao Pr-Escolar e Coordenador do Departamento do 1 Ciclo ....................................................................................................... 46 Artigo 71 - Coordenador da Educao Pr-Escolar e Coordenador do conselho de docentes do 1 Ciclo ................................................................................................................................... 47

SECO III - Departamentos Curriculares .............................................................................. 47 Artigo 72 - Definio .............................................................................................................. 47 Artigo 73 - Composio ................................................................................................................... 47 Artigo 74 - Competncias do Departamento Curricular ........................................................... 48 Artigo 75 - Coordenador de Departamento ............................................................................. 49 Artigo 76 - Mandato ............................................................................................................... 49 Artigo 77 - Competncias do Coordenador ............................................................................ 49 Artigo 78 - Funcionamento dos Departamentos ............................................................................ 50

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno iv

SECO IV - Conselhos de Diretores de Turma dos 2 e 3 Ciclos do Ensino Bsico ............. 50 Artigo 79 - Definio .............................................................................................................. 50 Artigo 80 - Composio ......................................................................................................... 50 Artigo 81 - Competncias ...................................................................................................... 50 Artigo 82 - Funcionamento ..................................................................................................... 50 Artigo 83 - Coordenador de Diretores de Turma ..................................................................... 51 Artigo 84 - Mandato ............................................................................................................... 51

SECO IV - Conselhos de Turma ......................................................................................... 51 Artigo 85 - Definio .............................................................................................................. 51 Artigo 86 - Composio ......................................................................................................... 51 Artigo 87 - Competncias ....................................................................................................... 52 Artigo 88 - Funcionamento ..................................................................................................... 53 Artigo 89 - Definio de Diretor de Turma .............................................................................. 53 Artigo 90 - Competncias do Diretor de Turma/Professor Titular ............................................ 54

SECO V - Subdepartamento .............................................................................................. 56 Artigo 91- Definio ............................................................................................................... 56 Artigo 92 - Composio ......................................................................................................... 56 Artigo 93- Competncias ....................................................................................................... 57 Artigo 94- Funcionamento ...................................................................................................... 57 Artigo 95- Competncias do Coordenador de Subdepartamento ............................................ 57 Artigo 96 - Nomeao ............................................................................................................ 58 Artigo 97 - Mandato ............................................................................................................... 58

SECO VII - Coordenao do Plano de Atividades ............................................................... 58 Artigo 98 - Composio ......................................................................................................... 58 Artigo 99 - Competncias ...................................................................................................... 58

SECO VI - Coordenao de Estabelecimento ..................................................................... 59 Artigo 100- Coordenador ....................................................................................................... 59 Artigo 101 - Competncias..................................................................................................... 59 Artigo 102 - Designao do Gestor de Instalaes Especficas .............................................. 59 Artigo 103 - Mandato ............................................................................................................. 60 Artigo 104 - Competncias..................................................................................................... 60

CAPTULO VII BIBLIOTECA ESCOLAR ............................................................................. 60

CAPTULO VIII - COORDENAO DO PROJETO TECNOLGICO DA EDUCAO .......... 61 Artigo 105 - Natureza e Constituio das Equipas PTE .......................................................... 61 Artigo 106 - Funes.............................................................................................................. 61 As equipas PTE exercem as funes indicadas no art. 18 do Despacho n.700/2009 (2. srie). ..................................................................................................................................... 61 Artigo 107 - Composio........................................................................................................ 61 c) O coordenador da biblioteca escolar. .................................................................................. 62

CAPTULO IX COMISSO DE COORDENAO DA AVALIAO DE DESEMPENHO .... 62 Artigo 108 - Composio........................................................................................................ 62 Artigo 109 - Competncias ..................................................................................................... 62

CAPTULO X - COORDENAO DAS NOVAS OPORTUNIDADES ...................................... 62 Artigo 110 - Coordenador ....................................................................................................... 62

CAPTULO XI APOIOS ESPECIALIZADOS ........................................................................ 63 Artigo 111 - Definio/Identificao ........................................................................................ 63 Artigo 112 - Composio/Atribuies e competncias ............................................................ 63 Artigo 113 - Articulao .......................................................................................................... 65

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno v

Artigo 114 - Direitos ............................................................................................................... 66 Artigo 115 - Deveres .............................................................................................................. 66 Artigo 116 - Funcionamento ................................................................................................... 67

CAPTULO XII COMUNIDADE ESCOLAR .......................................................................... 67

SECO I - Direitos e Deveres Gerais dos Membros da Comunidade Escolar ........................ 67 Artigo 117- Direitos ................................................................................................................ 67 Artigo 118 - Deveres .............................................................................................................. 68

SECO II - Alunos: direitos e deveres .................................................................................. 68 Artigo 119- Valores nacionais e cultura de cidadania ............................................................. 68 Artigo 120 - Direitos ............................................................................................................... 69 Artigo 121 - Processo Individual do Aluno .............................................................................. 71 Artigo 122 - Deveres .............................................................................................................. 71 Artigo 123 - Faltas por Ordem de Sada ................................................................................. 73 Artigo 124 - Medidas Corretivas e Disciplinares Sancionatrias ............................................. 74 Artigo 125 - Atividades de Integrao na Escola .................................................................... 74 Artigo 126 - Procedimento Disciplinar .................................................................................... 75 Artigo 127 - Responsabilidade civil e criminal......................................................................... 75

SECO III Professores ...................................................................................................... 75 Artigo 128 - Direitos Gerais .................................................................................................... 75 Artigo 129 - Direitos Especficos ............................................................................................ 75 Artigo 130 - Outros Direitos .................................................................................................... 75 Artigo 131 - Deveres Gerais ................................................................................................... 76 Artigo 132- Deveres Especficos do Pessoal Docente ............................................................ 76 Artigo 133 - Outros Deveres .................................................................................................. 76 Artigo 134 - Avaliao dos Professores .................................................................................. 77

SECO IV - Direitos e Deveres do Pessoal No Docente ..................................................... 77 Artigo 135 - Direitos Gerais do Pessoal no Docente ............................................................. 77 Artigo 136 - Deveres Gerais do Pessoal no Docente ............................................................ 78 Artigo 137 - Deveres do Pessoal Auxiliar de Ao Educativa ................................................. 79 Artigo 138 - Competncias do Encarregado de Coordenao do Pessoal Auxiliar de Ao Educativa ................................................................................................................................ 80 Artigo 139 - Deveres do Pessoal Administrativo ..................................................................... 80 Artigo 140 - Competncias do Chefe de Servios de Administrao Escolar .......................... 81

SECO V - Direitos e Deveres dos Pais e Encarregados de Educao ................................ 81 Artigo 141 - Direitos Gerais dos Pais e Encarregados de Educao ....................................... 81 Artigo 142 - Deveres Gerais dos Pais e Encarregados de Educao ...................................... 82

SECO VI - Autarquia .......................................................................................................... 83 Artigo 143 - Autarquia ............................................................................................................ 83

CAPTULO XIII - DISPOSIES FINAIS ................................................................................ 83 Artigo 144 - Omisses ........................................................................................................... 83 Artigo 145 - Divulgao.......................................................................................................... 83 Artigo 146 - Reviso do Regulamento Interno ........................................................................ 84

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno 1

REGULAMENTO INTERNO DO AGRUPAMENTO

VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA

SILVA, DE RIO MAIOR

Introduo

A autonomia das escolas e a descentralizao constituem aspetos fundamentais para

uma nova organizao de todo o sistema educativo.

As escolas, como centros de polticas educativas, tm de construir a sua prpria

autonomia a partir da comunidade onde se encontram inseridas, dos seus problemas

e das suas potencialidades, sempre numa perspetiva de se encontrar a melhor

resposta face aos novos desafios.

O agrupamento de escolas uma unidade organizacional, dotada de rgos prprios

de administrao e gesto, com um projeto educativo comum, que pretende favorecer

um percurso sequencial e articulado dos alunos; superar situaes de isolamento de

estabelecimentos e prevenir a excluso social; reforar a capacidade pedaggica dos

estabelecimentos que o integram e o aproveitamento racional dos recursos; garantir a

aplicao de um regime de autonomia, de administrao e gesto; valorizar e

enquadrar experincias em curso.

Neste contexto e dando cumprimento legislao em vigor, Decreto-Lei n. 137/12,

de 2 de julho, criou-se o Regulamento Interno do Agrupamento Vertical Fernando

Casimiro Pereira da Silva, de Rio Maior, que abrange as escolas e jardins-de-infncia

das freguesias Sul e Este do Concelho de Rio Maior: So Sebastio, Frguas, Rio

Maior e So Joo da Ribeira.

O lema do Projeto Educativo, Articular para o sucesso, clarifica os propsitos

educativos do Agrupamento. Porm, tais propsitos s sero tornados realidades

quando toda a comunidade educativa se fizer reger por regras e condutas de ao

que primem pelo respeito mtuo e igualdade de direitos. O presente documento

pretende clarificar tais regras e procedimentos permitindo assim, que o Projeto

Educativo se materialize.

I. Finalidades

1. Favorecer um percurso sequencial e articulado dos alunos do Agrupamento

desde a Educao pr-escolar at ao 9 ano.

2. Reforar a capacidade e a relao pedaggica dos estabelecimentos que o

integram e o aproveitamento racional dos recursos disponveis comunidade.

3. Garantir a autonomia da administrao e gesto em proveito da comunidade

escolar.

4. Incentivar, promover, valorizar e enquadrar o aparecimento de novos projetos.

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno 2

5. Responsabilizar todos os intervenientes da comunidade no processo educativo.

6. Criar condies favorveis formao contnua de docentes e no docentes.

7. Promover a articulao entre todos os setores de ensino e escolas/jardins-de-

infncia do Agrupamento.

II. Princpios Orientadores

1. Democraticidade e participao de todos os intervenientes no processo educativo.

2. Primado de critrios de natureza pedaggica e cientfica sobre critrios de

natureza administrativa.

3. Representatividade dos rgos de administrao e gesto do agrupamento,

garantida pela eleio democrtica de representantes da comunidade educativa.

4. Responsabilizao do Estado e dos diversos intervenientes no processo

educativo.

5. Estabilidade e eficincia da gesto escolar, garantindo a existncia de

mecanismos de comunicao e informao.

6. Transparncia dos atos de administrao e gesto.

III. Constituio do Agrupamento de Escolas

1. Educao Pr-Escolar:

Disponvel em quatro estabelecimentos:

- Jardim de Infncia de Frguas;

- Centro Escolar n 2; (Rio Maior)

- Centro Escolar Poeta Ruy Belo; (S. Joo da Ribeira)

- Jardim de Infncia de S. Sebastio.

2. 1 Ciclo do Ensino Bsico:

Disponvel em cinco estabelecimentos:

- Escola Bsica do 1 Ciclo de Cabos / S. Sebastio;

- Escola Bsica do 1 Ciclo de Frguas;

- Centro Escolar n 2; (Rio Maior)

- Centro Escolar Poeta Ruy Belo; (S. Joo da Ribeira)

- Escola Bsica Integrada Fernando Casimiro Pereira da Silva Rio Maior.

3. 2 Ciclo do Ensino Bsico:

- Escola Bsica Integrada Fernando Casimiro Pereira da Silva Rio Maior.

4. 3 Ciclo do Ensino Bsico:

- Escola Bsica Integrada Fernando Casimiro Pereira da Silva Rio Maior.

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno 3

CAPTULO I OBJETO E MBITO DE APLICAO DO

REGULAMENTO INTERNO

1. O presente regulamento aplica-se a toda a comunidade escolar, entendendo-se

esta na perspetiva globalizante do espao onde decorra toda e qualquer atividade

da responsabilidade do Agrupamento Vertical Fernando Casimiro Pereira da

Silva.

2. As normas contidas neste regulamento devem ser interpretadas de acordo com

as disposies legais vigentes que lhe serviram de base.

CAPTULO II ORGANIZAO FUNCIONAL DO AGRUPAMENTO

Artigo 1- Calendrio Escolar

O calendrio escolar definido pelo Ministrio da Educao, cabendo ao Diretor

pronunciar-se sobre as datas de incio e fim do ano letivo, de acordo com os termos

da lei e ouvido o Conselho Pedaggico.

Artigo 2 - Horrios de funcionamento

1. Educao Pr-Escolar e 1 Ciclo de Ensino Bsico

O horrio fixado pelo Diretor, sob proposta dos Conselhos de Docentes e ouvidos os

Pais/Encarregados de Educao.

2. 2 e 3 Ciclos do Ensino Bsico

a) O horrio letivo e intervalos entre as aulas sero fixados no incio de cada ano

letivo pelo Diretor, ouvido o parecer do Conselho Pedaggico.

b) Alunos e professores devero dirigir-se para a sala de aula hora definida

nos seus horrios. A tolerncia de 10 minutos no primeiro tempo de cada

turno. O professor deve escrever no livro de registos, o nmero da lio, o

sumrio e marcar as faltas aos alunos que no comparecerem.

Artigo 3 - Oferta Educativa

No Agrupamento Vertical Fernando Casimiro Pereira da Silva funcionam o

pr-escolar, o primeiro, segundo e terceiro ciclos do ensino bsico, em regime diurno,

e ainda o Programa Novas Oportunidades em regime diurno, nomeadamente nos

Estabelecimentos Prisionais de Alcoentre e Vale de Judeus. A oferta educativa est

distribuda da seguinte forma:

1. Oferta Curricular

Pr-Escolar

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno 4

O desenho curricular que constitui as referncias gerais consideradas no

planeamento e avaliao das situaes e oportunidades de aprendizagem no pr-

escolar so as seguintes:

rea de formao pessoal e social;

rea de expresso/comunicao:

a) Domnio das expresses com diferentes vertentes - expresso motora,

expresso dramtica, expresso plstica e expresso musical;

b) Domnio da linguagem, abordagem da escrita e novas tecnologias;

c) Domnio da matemtica;

rea de conhecimento do mundo.

Ensino Bsico 1. Ciclo e 2./3. Ciclos do Ensino Regular e Novas

Oportunidades

Os planos curriculares do Ensino Bsico Regular so regidos pelo Decreto-Lei no

139/2012.

Os planos curriculares do programa Novas Oportunidades do Ensino Bsico so

regidos pelo Despacho 7794/2007 e pela Portaria n 817/2007.

Visando assegurar o cumprimento da escolaridade obrigatria e combater a

excluso, a escola-sede do agrupamento proporciona, em consonncia com o seu

projeto educativo, cursos de Educao e Formao e turmas de Percurso

Curricular Alternativo.

Os alunos abrangidos pela alnea e), do n 2, do art 16, do Decreto-Lei n 3/08,

que tenham currculo especfico individual, devero beneficiar das alteraes do

currculo comum que os preparem para a transio para a vida ps-escolar.

2. Atividades de Enriquecimento Curricular

a) 1 Ciclo - Paralelamente s atividades de Enriquecimento Curricular, a

Cmara Municipal de Rio Maior, em parceria com o Agrupamento oferece as

atividades de Expresses, Ingls e Desporto aos alunos do 1 ciclo do

Agrupamento. Estas atividades devem estar organizadas por faixas etrias

semelhantes, principalmente nas Escolas fora da sede do Agrupamento.

b) Considerando que o currculo no se manifesta apenas na sua vertente

explcita, a escola organiza-se no sentido de fazer emergir o currculo oculto,

dando resposta aos interesses e necessidades dos alunos numa perspetiva

de constante enriquecimento com a criao de vrios clubes temticos. As

atividades desenvolvidas pelos referidos clubes devero integrar o plano de

ocupao de tempos livres e o plano de atividades do agrupamento. Os

docentes responsveis por cada um dos clubes devero apresentar ao

coordenador do plano de atividades, trimestralmente, um relatrio de

avaliao.

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno 5

3. Modalidades de Apoio s Atividades Escolares

3.1. Centro de Recursos Educativos/ Biblioteca Escolar do Agrupamento

a) O Centro de Recursos Educativos pe disposio dos alunos,

recursos bibliogrficos, informticos, audiovisuais (material udio,

vdeo e fotogrfico), mapas e outros documentos.

b) O centro de recurso de acesso livre a toda a comunidade escolar,

de acordo com as normas e horrios em vigor.

c) As normas e horrios referidos na alnea anterior so definidos nos

respetivos regimentos internos.

3.2. Apoio Pedaggico Personalizado

Nos casos em que, ao abrigo da alnea a), do n 2, do art. 16, do

Decreto-Lei n 3/08, o aluno seja proposto pelo Departamento de

Educao Especial, aps ter sido sinalizado pelo Conselho de Turma ou

pelo professor titular de turma, para Apoio Pedaggico Personalizado, de

acordo com o seu Programa Educativo Individual ou Plano Individual de

Transio, o mesmo beneficiar desse apoio individualmente ou em

pequeno grupo igualmente abrangido pelo mesmo decreto, tendo em

conta os recursos humanos existentes.

3.3. Tutorias

O aluno beneficiar de uma tutoria (modalidade de apoio a estratgias de

estudo, orientao e aconselhamento) quando esta for proposta pela

educao especial, no caso de alunos abrangidos pelo Decreto-Lei n

3/08, ou pelo Conselho de Turma, no mbito dos Planos de Recuperao,

de Acompanhamento ou Desenvolvimento, tendo em conta os recursos

humanos existentes. A organizao das tutorias ser da responsabilidade

conjunta do Diretor e do Gabinete de Apoio ao Aluno.

3.4. Atividades de Compensao Educativa

No caso de os alunos manifestarem dificuldades na aquisio de

contedos fundamentais em qualquer disciplina, podero ser

encaminhados pelos respetivos professores curriculares, e em sede de

Conselho de Turma, para Atividades de Compensao Educativa, num

mximo de oito alunos por turma.

3.4.1. Estas atividades podero ter carter temporrio, estando os

alunos obrigados sua frequncia no perodo indicado pelo

professor. Aps trs faltas injustificadas o aluno perder o direito

a esta modalidade de apoio. As referidas atividades devero ser

sumariadas no livro de registos da turma, assim como, o registo

de faltas.

3.5. Aulas de Recuperao

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno 6

Quando a ausncia prolongada de um professor penalize as

aprendizagens dos alunos ou se verifique o insucesso generalizado de

uma turma, podero, caso os recursos humanos existentes o permitam,

ser lecionadas aulas de recuperao.

3.6. Ensino do Portugus como Lngua No Materna

O Coordenador de Portugus Lngua No Materna (PLNM) designado

pelo Diretor. Sero proporcionadas atividades especficas para a

aprendizagem da Lngua Portuguesa como lngua no materna aos

alunos cuja lngua materna no seja o portugus.

3.7. Sala de Estudo

A Sala de Estudo funciona em espao prprio em horrio adequado ao

dos alunos e em alternativa/complemento ao Centro de Recursos

Educativos, de forma a proporcionar-lhes acompanhamento/ orientao

em trabalhos, pesquisa, projetos, etc., nas diversas reas.

3.8. Atividades Educativas

As atividades educativas so de frequncia obrigatria e destinadas a

assegurar a ocupao dos alunos em caso de ausncia imprevista do

professor curricular. O docente dever registar, no livro de ponto, o

sumrio e as faltas dos alunos. Porm no dever numerar a lio.

Artigo 4 - Regime de Frequncia

1. Pr-Escolar

1.1. Admisso

a) Tm prioridade de admisso as crianas mais velhas inscritas dentro

do prazo definido na alnea b), contando a idade para o efeito em

anos, meses e dias, conforme o normativo legal;

b) O perodo de inscries decorre entre 1 de janeiro e 20 de junho de

cada ano;

1.2. Frequncia

A frequncia feita em regime de salas de atividades, estando as

crianas integradas em grupos, constitudos por um mximo de 25, de

acordo com a legislao em vigor.

2. Primeiro Ciclo do Ensino Bsico

2.1. Admisso

a) As matrculas, para o 1 ano de escolaridade, decorrem entre 15 de

abril e 15 de junho, do ano letivo anterior quele a que a matrcula

respeita, no agrupamento de escolas;

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno 7

b) Cabe aos Servios Administrativos da Escola Sede do Agrupamento

assegurar o servio de matrculas, tendo em conta a alnea anterior;

c) A renovao de matrcula feita pelo professor titular de turma, no

final de cada ano letivo.

2.2. Frequncia

Os alunos esto integrados em turmas, constitudas respeitando a

legislao em vigor e de acordo com o seguinte procedimento:

No 1 ano e sempre que se constitua mais do que uma turma,

colocam-se por ordem alfabtica todos os inscritos, sendo, os

mesmos, distribudos alternadamente por cada turma.

Nos 2, 3 e 4 anos dever ser respeitada a continuidade

pedaggica.

3. 2 e 3 Ciclos do Ensino Bsico:

3.1. Admisso:

a) No final de cada ano letivo efetuar-se- uma reunio dos

Conselhos de Diretores de Turma onde se estabelecero as

diretrizes para o servio de matrculas e sero designados os

docentes que o iro prestar;

b) O Diretor elaborar, de acordo com as outras escolas da rea

pedaggica, o calendrio das matrculas, dentro dos limites

fixados pelos servios regionais e centrais do Ministrio da

Educao;

c) Compete ao Diretor autorizar a transferncia do aluno, com o

respetivo processo individual e a anulao das matrculas.

3.2. Frequncia

3.2.1. Nos 2. e 3. ciclos do ensino regular a frequncia feita em regime

de classe, estando os alunos integrados em turmas, constitudas de

acordo com a legislao em vigor e os critrios definidos em Conselho

Pedaggico.

Artigo 5 - Regime de Faltas

1.1. Assiduidade Pr-Escolar

Caso a criana falte a quinze dias teis consecutivos, sem justificao, a sua inscrio

ser considerada anulada

1.2. Assiduidade 1 Ciclo

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno 8

1.2.1. Qualquer falta dever ser justificada, ao professor titular de

turma, por escrito e pelo Encarregado de Educao, no prazo

de trs dias teis.

1.2.2. As faltas parciais que sejam justificadas devero ser

registadas como um dia de falta justificada, na data que

perfaam cinco horas.

1.2.3. As faltas parciais no justificadas devero ser registadas

como um dia de falta injustificada, na data que perfaam cinco

horas.

1.2.4. As faltas so registadas pelo professor, no livro de sumrios.

1.2.5. Cabe ao Professor titular, dependendo dos motivos

apresentados e da situao em causa, decidir da aceitao da

justificao da respetiva falta.

1.2.6. Em caso de doena que ultrapasse os trs dias teis de

ausncia, as faltas s podero ser justificadas mediante

apresentao de um atestado ou declarao mdica.

1.2.7. A falta de assiduidade um fator de ponderao na avaliao

dos alunos, podendo conduzir reteno, quando inviabilizar

a respetiva avaliao sumativa no final do ano letivo.

1.2.8. As faltas injustificadas no podem exceder, em cada ano

letivo, as duas semanas e ser fator de ponderao na

avaliao dos alunos.

1.2.9. A ausncia injustificada dos alunos s atividades de

enriquecimento curricular, correspondente ao triplo do nmero

de tempos letivos de cada uma delas, resultar na cessao

de frequncia quela onde se registou a falta de assiduidade.

2.1. Assiduidade 2 e 3 Ciclos

2.1.1. Para alm do dever de frequncia da escolaridade obrigatria,

nos termos da lei, os alunos so responsveis pelo

cumprimento do dever de assiduidade, sendo os pais e

encarregados de educao dos alunos menores de idade

responsveis conjuntamente com estes pelos deveres

referidos.

2.1.2. Faltas

2.1.2.1. A no-comparncia do aluno a uma aula ou a outra

atividade escolar de frequncia obrigatria, de

durao igual a quarenta e cinco minutos,

corresponde a uma falta.

2.1.2.2. ordem de sada da sala de aula, imposta ao aluno

pelo professor, pode corresponder a uma falta de

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno 9

presena e, nessa circunstncia, dever ser registada

com um crculo envolvendo o nmero do aluno. Em

caso de sada o aluno dever ser encaminhado,

atravs de uma auxiliar, para a zona de estudo

acompanhado de uma tarefa ou para o Gabinete de

Apoio ao Aluno. O registo descritivo da ocorrncia

deve ser entregue, por escrito, ao Diretor de Turma

num prazo de quarenta e oito horas.

2.1.2.3. As faltas sero registadas:

a) Pelo professor, no livro de registos da turma;

b) Pelo Diretor de Turma, nos suportes

administrativos adequados ao efeito.

2.1.3. Faltas Justificadas

Consideram-se justificadas as faltas dadas pelos motivos

identificados no art. 16, da Lei n 51/2012, de 5 de setembro.

2.1.4. Justificao de faltas

2.1.4.1. As faltas de comparncia devem ser justificadas pelo

encarregado de educao, ou pelo prprio quando

maior de idade.

2.1.4.2. A justificao apresentada por escrito,

designadamente na caderneta escolar ou impresso

prprio, com indicao do(s) dia(s), aula(s) ou

atividade(s) letiva(s) em que a no comparncia se

verificou e dos motivos justificativos.

2.1.5. Momento de Justificao

2.1.5.1. A justificao dever ser apresentada:

a) Previamente, se o motivo for previsvel;

b) At ao terceiro dia til subsequente falta, nos

demais casos.

2.1.5.2. Sempre que, aps o decurso de prazo referido no

nmero anterior, a falta de frequncia no seja

adequadamente justificada, compete ao professor

titular de turma no 1 ciclo, e ao diretor de turma, nos

2 e 3 ciclos, dar conhecimento dela ao encarregado

de educao, ou ao prprio quando maior de idade,

solicitando resposta, nos trs dias teis subsequentes.

2.1.6. Comprovao

Os diretores de turma ou professores titulares podem solicitar

aos encarregados de educao os comprovativos que

entenderem necessrios plena justificao das faltas.

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno 10

2.1.7. Medidas de recuperao ausncia justificada:

Apoio pedaggico na aula, frequncia de Apoio ao Estudo,

realizao de atividades especficas em contexto extraescolar.

2.1.8. Faltas injustificadas

So faltas injustificadas as que no se encontrem

compreendidas no n 1 artigo 16 da Lei n 51/2012, bem

como aquelas para as quais no tenha sido apresentada, a

tempo, a respetiva justificao ou no tenha sido aceite, ou

quando a marcao tenha decorrido da ordem de sada da

sala de aula.

2.1.9. Comunicao aos Encarregados de Educao

2.1.9.1. Os professores, no 1 ciclo, e os diretores de turma,

nos 2, 3 ciclos, informaro o encarregado de

educao ou o prprio, quando maior de idade,

atravs da caderneta escolar ou de outros meios

considerados convenientes, das faltas dadas pelo

aluno.

2.1.9.2. A informao sobre as faltas injustificadas dos alunos

ser prestada, pelo diretor de turma ou pelo professor

titular da turma, quando solicitada pelo Encarregado

de Educao ou em situaes previstas por Lei.

2.1.10. Limite de faltas injustificadas

O limite de faltas injustificadas est definido no art. 18, da Lei

n 51/2012, de 5 de setembro.

2.1.11. Efeitos da ultrapassagem do limite de faltas injustificadas

Os efeitos da ultrapassagem do limite de faltas injustificadas

esto definidos no art. 19, da Lei n 51/2012.

2.1.12. Medidas de recuperao de atrasos na aprendizagem:

- Realizao de atividades escolares especficas, em horrio prprio, e com acompanhamento de docente (Apoio ao Estudo, Sala de Estudo); Realizao de: trabalho de casa, problemas, resumo, esquema, trabalho de projeto e/ou de investigao; Resoluo de fichas para integrao e consolidao de conhecimentos;

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Regulamento Interno 11

Programa de tutoria (atividades de socializao/integrao; estudo dirigido; organizao do caderno dirio e material necessrio; realizao de fichas de trabalho); Realizao de atividades pontuais programadas pelo professor (ficha de avaliao, fichas de trabalho, exposio oral);

2.1.13. Faltas de material

2.1.13.1. Falta de Material no apresentar o material

necessrio e em condies ao acompanhamento

das aulas.

2.1.13.2. Compete ao professor da disciplina informar por

escrito, na caderneta do aluno ou caderno dirio, o

Encarregado de Educao da ocorrncia.

2.1.13.3. Sero toleradas as trs primeiras Faltas de Material

do ano letivo, em cada disciplina, sendo, cada uma

das seguintes, correspondente a uma falta

injustificada no livro de registos da turma, assinalada

com a indicao FM, a lpis, a seguir ao nmero

do aluno.

2.1.13.4. A justificao da falta de material obedece ao

definido nos nmeros 2 a 5 do artigo referido no

ponto anterior. So consideradas justificadas as

faltas de material dadas por motivo impeditivo da

posse do mesmo, desde que, comprovadamente,

no seja imputvel ao aluno ou seja justificadamente

considerado atendvel pelo professor.

3. Assiduidade Alunos dos Cursos de Educao e Formao:

O limiar de assiduidade dos alunos relativamente s disciplinas dos Cursos de

Educao e Formao o seguinte:

3.1. 90% da carga horria da disciplina ou domnio, admitindo-se um limite de 10% de

faltas, independentemente da natureza das mesmas e sem prejuzo do disposto no

nmero seguinte;

3.2. 93% da carga horria da disciplina ou domnio, admitindo-se um limite de 7% de

faltas exclusivamente injustificadas;

3.3. Ultrapassando o limiar de assiduidade dos alunos, nas condies enunciadas nos

nmeros anteriores, haver lugar realizao, logo que avaliados os efeitos da

aplicao das medidas corretivas, de uma prova de recuperao, nos termos

previstos pelo Conselho Pedaggico.

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Regulamento Interno 12

3.4. As consequncias associadas realizao da prova de recuperao so as

seguintes:

a)- caso o aluno no obtenha aprovao na prova, cabe ao conselho de turma optar

entre:

i)- um cumprimento de plano de acompanhamento especial e a consequente

realizao de uma nova prova;

ii)- a reteno do aluno, quando o mesmo esteja inserido no mbito da escolaridade

obrigatria ou a frequentar o ensino bsico, com a sua manuteno, no ano letivo

seguinte, no mesmo ano de escolaridade que est a frequentar.

iii) a excluso do aluno que se encontra fora da escolaridade obrigatria, com a

impossibilidade do mesmo frequentar, at final do ano letivo em curso, a disciplina ou

disciplinas em relao s quais no obteve aprovao na referida prova, sem prejuzo

do disposto na subalnea anterior.

b)- Caso o aluno obtenha aprovao na prova, retoma o seu percurso escolar normal.

Artigo 6 - Avaliao

1. Avaliao Pr-Escolar

Atendendo s orientaes curriculares da Educao Pr-Escolar, as

crianas, com idades compreendidas entre os trs e os cinco anos, sero

avaliadas nas reas descritas no art. 3. do presente regulamento.

A avaliao de natureza qualitativa e tem como terminologia:

a) A Desempenho Adequado;

b) B Precisa Desenvolver Mais;

c) C Revela Muitas Dificuldades.

2. Avaliao 1 Ciclo

2.1. O processo de avaliao das aprendizagens dos alunos de mbito

qualitativo com carter descritivo, conduzido pelo Professor Titular da Turma;

no 4 ano, a avaliao das disciplinas de Portugus e de Matemtica,

expressa-se numa escala de 1 a 5.

3. Avaliao 2 e 3 Ciclos

3.1.1. No que respeita avaliao das aprendizagens no mbito das disciplinas,

e respeitando os princpios do Despacho Normativo n 24-A/2012, ela

revestir-se- de trs aspetos distintos mas consequentes: avaliao

diagnstica, avaliao formativa e avaliao sumativa. Para que a

avaliao se revista do maior rigor e preciso, e se insira nos mais

sagrados princpios de justia, ela dever ser implementada atravs de

uma gama, o mais diversificada possvel, de modos e instrumentos de

avaliao, os quais devero estar de acordo com a natureza das

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno 13

aprendizagens e os contextos espcio-temporais em que elas ocorrem.

Nesta sequncia, o Conselho Pedaggico aprovou como critrios de

avaliao trs domnios: Domnio do Saber (conhecimentos); Domnio do

Saber Fazer (capacidades e aptides); Domnio do Saber Estar/Ser

(atitudes e valores). Ainda no mbito da avaliao, adotou a seguinte

terminologia a utilizar nos testes e outros trabalhos passveis de avaliao

sumativa e/ou formativa: Fraco, No Satisfaz, Satisfaz Pouco, Satisfaz,

Satisfaz Bastante, Excelente.

3.1.2. Deciso de progresso

O n 2 do artigo 12. do Despacho Normativo n 24-A/2012, de 6 de dezembro,

estabelece que a deciso de progresso do aluno ao ano de escolaridade

seguinte uma deciso pedaggica que dever ser tomada pelo Conselho de

Turma quando este considere que:

a) Nos anos terminais de ciclo, que o aluno adquiriu os conhecimentos e

desenvolveu as capacidades necessrias para progredir com sucesso os

seus estudos no ciclo subsequente, sem prejuzo do disposto no n 11 do

art. 9 e no art. 13 do presente despacho;

b) Nos anos no terminais de ciclo, que o aluno demonstra ter adquirido os

conhecimentos e desenvolvido as capacidades essenciais para transitar

para o ano de escolaridade seguinte.

Artigo 7 - Organizao das atividades no Agrupamento

1. Plano Anual de Atividades

No final de cada ano letivo, ouvidos os Departamentos Curriculares e os

Conselhos de Docentes, o Conselho Pedaggico far a avaliao das atividades

desse ano e elaborar uma proposta de Plano Anual de Atividades a desenvolver no

ano letivo seguinte, de acordo com os objetivos e finalidades enunciados no Projeto

Educativo do Agrupamento.

Esta proposta assumir verso definitiva no incio do ano letivo seguinte,

identificando os objetivos especficos, os intervenientes e destinatrios bem como os

encargos e os locais de realizao de cada uma delas.

O Plano Anual de Atividades deve assumir-se como documento orientador das

atividades do Agrupamento de Escolas, mas tambm como um documento "aberto".

Assim, ao longo do ano, podero nele ser inscritas atividades no previstas e cuja

realizao seja considerada de interesse para o desenvolvimento do Projeto

Educativo e dos Projetos Curriculares de Turma/Planos de Turma, pela sua atualidade

ou oportunidade, desde que aprovadas pelo Conselho Pedaggico e autorizadas pelo

Diretor.

No Plano Anual de Atividades as atividades desenvolvidas pelo primeiro ciclo,

contemplam a comemorao de efemrides nacionais e regionais, bem como,

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Regulamento Interno 14

dinmicas de escola/sala de aula em parceria com outras entidades, nomeadamente

a articulao com o Jardim de Infncia prximo. Este, pode sofrer alteraes,

consoante as solicitaes e propostas que forem feitas s Escolas.

Artigo 8 - Acesso, circulao e postura no recinto escolar

1. Normas diversas

So deveres especficos dos alunos do Agrupamento:

a) Comportar-se corretamente no Refeitrio e no Bufete: respeitar a sua

vez, evitar todo o tipo de brincadeiras e deixar o espao limpo;

b) Fazer-se sempre acompanhar da Caderneta e do carto eletrnico de

identificao do aluno;

c) Levar para a aula todo o material necessrio s atividades letivas;

d) Desligar o telemvel durante as atividades letivas e na Biblioteca/Centro

de Recursos;

e) No utilizar o telemvel, ou qualquer outro tipo de equipamento

tecnolgico, como meio de divulgao de imagens e/ou sons de

membros da comunidade escolar, sem qualquer tipo de autorizao;

estes equipamentos devem estar desligados e guardados nas

mochilas/pastas;

f) No utilizar qualquer material suscetvel de perturbar o normal

funcionamento das aulas;

g) No mascar pastilhas elsticas nem ingerir alimentos durante as aulas;

h) Apresentar-se com aspeto adequado ao ambiente escolar;

i) No usar bon na sala de aula, Refeitrio e Biblioteca/Centro de

Recursos;

j) Utilizar linguagem adequada ao meio escolar.

k) A entrada de veculos na escola tem de ser acompanhada de um auxiliar

de ao educativa e sempre efetuada a velocidade reduzida;

2. Acesso, circulao e postura no recinto escolar

2.1. Normas gerais a) O acesso Escola feito, obrigatoriamente, atravs da passagem do

carto eletrnico de identificao no leitor de proximidade instalado na

Portaria (cf. Regulamento de utilizao do GIAE em Anexo).

b) Todos os alunos so obrigados a aproximar o carto eletrnico de

identificao junto aos leitores existentes, de forma a indicar a sua entrada

ou sada do recinto escolar.

c) Qualquer professor ou funcionrio, desde que previamente identificado, e

sempre que necessrio, pode exigir a identificao de alunos e de outras

pessoas que estejam no recinto escolar.

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Regulamento Interno 15

d) No permitida a permanncia dos alunos nas salas de aulas na ausncia

do professor, exceto nas aulas de quarenta e cinco minutos (meio bloco),

nos 2. e 3. ciclos, quando h mudana de disciplina ou de atividade

educativa.

e) No permitida a permanncia no espao da escola a pessoas estranhas

ou a Pais/Encarregados de Educao sem motivo devidamente justificado.

f) Quando qualquer professor ou funcionrio detetar que os alunos utilizam

indevidamente objetos que ponham em perigo a integridade fsica de

outros, deve proceder sua identificao, confiscao do objeto e ainda

comunicar por escrito a ocorrncia ao Diretor de Turma/Professor Titular ou,

na sua ausncia, ao Diretor.

g) expressamente proibido fumar e consumir bebidas alcolicas ou

substncias ilcitas no espao escolar.

2.2. Normas especficas para alunos

a) Aceder ou sair dos espaos interiores da escola pelas entradas laterais;

b) Circular nas zonas da secretaria, sala de professores, sala de diretores de

turma e gabinete do Diretor, apenas para acesso a esses servios e com

autorizao de um funcionrio;

c) Circular ordeiramente nos corredores, escadas e ptios junto s salas de

aula, no permanecendo a durante o funcionamento das aulas;

d) Aceder Biblioteca Escolar/Centro de Recursos apenas com autorizao

de um funcionrio;

e) Aguardar, calmamente e em silncio, a chegada do professor ou as

indicaes dos funcionrios;

f) Sair da sala de aula sem atropelos, deixando-a convenientemente

arrumada e limpa;

g) Utilizar o telemvel apenas na sala de convvio dos alunos ou no espao

no coberto do recinto escolar;

Artigo 9 - Servios de Administrao Escolar

1.1. Servios de Administrao Escolar

1.1.1. Ao pessoal administrativo compete assegurar a execuo do

expediente, manter em dia os diferentes registos e livros,

passar certides e outros documentos, nos termos

regulamentares, bem como o servio relativo contabilidade.

1.1.2. O Agrupamento dispe de uma secretaria na sede E.B.I.

Fernando Casimiro Pereira da Silva.

1.1.3. Horrio de Funcionamento / Atendimento

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno 16

O horrio de atendimento / funcionamento dever estar exposto

em local visvel, junto das instalaes e da responsabilidade

do Diretor, tendo em conta as necessidades da comunidade

escolar.

1.1.4. Regimento Interno

1.1.3.1. O Regimento Interno dos Servios de Administrao

Escolar ser elaborado ou revisto por estes nos

primeiros trinta dias do incio do ano letivo ou sempre

que se justifique e ser registado no dossi

designado para o efeito.

1.1.3.2. No Regimento Interno devero constar regras de

organizao, funcionamento, delegao de

competncias e funes atribudas de acordo com a

legislao em vigor.

Artigo 10 - Servios de Ao Social Escolar

1.1. Servios de Ao Social Escolar ( ASE )

Os Servios de Ao Social Escolar, instalados na Escola sede do Agrupamento,

intervm nas seguintes reas:

a) Auxlios econmicos diretos;

b) Papelaria;

c) Bufete;

d) Refeitrio;

e) Transportes escolares;

f) Seguro escolar.

1.1.1. Compete aos Servios de Ao Social Escolar:

a) Participar em servios ou programas organizados pela escola

que visem prevenir a excluso escolar dos alunos.

b) Organizar e assegurar a informao dos apoios

complementares aos alunos e encarregados de educao,

professores, associao de pais e autarquias.

c) Participar na organizao e superviso tcnica dos servios

do refeitrio, do bufete, da papelaria e orientar o respetivo

pessoal.

d) Organizar os processos individuais dos alunos que se

candidatem a subsdios ou bolsas de estudo.

e) Participar na organizao, em colaborao com as autarquias,

dos transportes escolares.

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno 17

f) Desenvolver as aes que garantam as condies

necessrias de preveno do risco, proceder ao

encaminhamento dos alunos, em caso de acidente, e

organizar os respetivos processos.

g) Elaborar toda a contabilidade em livros auxiliares referentes

aos setores.

h) Organizar o processo de distribuio do leite escolar.

1.1.2. Horrio de Funcionamento / Atendimento

Horrio de atendimento / funcionamento dever estar exposto em

local visvel, junto das instalaes e da responsabilidade do

Diretor, tendo em conta as necessidades da Comunidade Escolar.

1.1.3. Regimento

O Regimento Interno dos Servios de Ao Social Escolar ser

elaborado ou revisto por estes nos primeiros 30 dias do incio do

ano letivo ou sempre que se justifique e ser registado no livro

das atas / dossi designado para o efeito. Neste Regimento

devero constar regras de organizao, funcionamento,

delegao de competncias e funes atribudas de acordo com

a legislao em vigor.

1.1.4. Componente de Apoio Social Famlia (Educao Pr-Escolar)

1.1.4.1. A Componente de Apoio Social Famlia constituda

pelas atividades de almoo e de prolongamento de

horrio.

1.1.4.2. Podero beneficiar da componente de apoio social

famlia as crianas cujos encarregados de educao

apresentem o respetivo processo de candidatura.

1.1.4.3. As Atividades de Animao Socioeducativa sero

dinamizadas em espao prprio pela(s) animadora(s)

colocada(s) pela Cmara Municipal.

1.1.4.4. O horrio de funcionamento destas atividades ser

ajustado consoante o calendrio escolar e as ausncias

das Educadoras de Infncia, de forma a dar resposta s

solicitaes dos encarregados de educao.

1.1.4.5. A gesto das verbas bem como o processo de capitao

da competncia da Cmara Municipal de Rio Maior.

1.1.4.6. A Coordenao Pedaggica da responsabilidade das

Educadoras de Infncia.

1.1.4.7. As Educadoras e o rgo de gesto renem com a

Autarquia e a(s) animadora(s), no incio de setembro

para organizao do ano letivo, ao longo do ano sempre

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno 18

que se justifique e no final do ano letivo para avaliao e

reformulao das atividades.

1.1.4.8. As auxiliares de ao educativa, colocadas nos Jardins-

de-Infncia do Agrupamento, colaboram nas Atividades

de Animao Socioeducativas, apenas nas interrupes

letivas e nas ausncias de curta durao das

Educadoras.

2 - Regulamento da bolsa de manuais escolares 1- E criada na escola, uma bolsa de manuais escolares destinada a apoiar os alunos

que, nos termos da legislao em vigor, sejam considerados carenciados. O apoio a

conceder para manuais escolares sempre feito a ttulo de emprstimo, ocorrendo a

comparticipao para a aquisio de novos manuais s depois de esgotado o recurso

supracitada bolsa.

2 - Esta bolsa constituda pelos manuais escolares devolvidos, pelos alunos que

deles foram beneficirios e que se encontrem em estado de conservao adequado

sua reutilizao, de acordo com as especificidades das disciplinas a que respeitam e

o tipo de utilizao para que foram concebidos, bem como por aqueles que sejam

doados escola, designadamente por outros alunos, por intercmbio entre escolas ou

sejam adquiridos com verbas prprias ou, para o efeito, postas sua disposio por

quaisquer entidades pblicas ou privadas.

3 - Os alunos beneficirios de apoio em manuais escolares, bem como o encarregado

de educao do aluno menor, obrigam-se a conserv-los em bom estado,

responsabilizando-se pelo seu eventual extravio ou deteriorao, ressalvado o

desgaste proveniente do seu uso normal, prudente e adequado, face ao tipo de uso e

disciplinas para que foram concebidos e do decurso do tempo, obrigando-se ainda a

devolv-los escola ou agrupamento.

4 - Devoluo - A devoluo escola ou agrupamento dos manuais escolares postos

disposio do aluno ou cuja aquisio foi comparticipada pela ao social escolar

ocorre no final do ciclo de estudos, relativamente a todos os manuais escolares

correspondentes aos anos de escolaridade do ciclo em que o aluno beneficiou do

apoio.

a) O dever de restituio recai sobre o encarregado de educao ou no aluno,

quando maior, e ocorre nos oito dias teis subsequentes ao da afixao das

pautas de avaliao do ano e ciclo de escolaridade frequentado pelo aluno, s

sendo exigvel queles que concluram os 2. e 3. ciclos do ensino bsico,

relativamente aos manuais escolares cujo nvel de atualizao possibilite a

respetiva reutilizao, na mesma ou em qualquer outra escola ou agrupamento.

AGRUPAMENTO VERTICAL FERNANDO CASIMIRO PEREIRA DA SILVA 2008/2013

Regulamento Interno 19

b) Sempre que se verifique a reteno do aluno beneficirio no ensino bsico,

mantm -se o direito a conservar na sua posse os manuais escolares relativos

ao ciclo at respetiva concluso.

c) A no restituio dos manuais escolares, nos termos das alneas anteriores, ou

a sua devoluo em estado de conservao que, por causa imputvel ao aluno,

impossibilite a sua reutilizao, implicam a impossibilidade de atribuio deste

tipo de apoio no ano letivo seguinte.

d) No ato da receo dos manuais escolares emitido pela escola ou

agrupamento o correspondente recibo de quitao, com o averbamento sobre o

estado de conservao dos mesmos, o qual, em caso de mudana de escola,

deve ser exibido no novo estabelecimento de ensino, para os efeitos previstos

na alnea anterior.

Artigo 11 - Refeitrio

1.1. Refeitrio

Existe um refeitrio na sede do agrupamento. Este refeitrio serve refeies

comunidade escolar do agrupamento.

1.1.1. O horrio de funcionamento do refeitrio deve estar exposto em

local visvel, junto s instalaes e da responsabilidade do

Diretor.

1.1.2. O refeitrio funciona em sistema de semi "self-service".

1.1.3. Tm acesso ao servio de refeies os alunos, pessoal docente

e pessoal no docente.

1.1.4. A utilizao dos servios de refeitrio est condicionada

aquisio de refeies no quiosque, ou online, no site do GIAE

Online e apresentao do carto eletrnico de identificao

(cf. Regulamento de utilizao do GIAE em Anexo).

1.1.5. O utente dever passar o carto eletrnico de identificao no

leitor disponvel no refeitrio, e aps a indicao da luz verde,

sinal que a refeio foi devidamente encomendada, pode

prosseguir e levantar a sua refeio.

1.1.6. As refeies devem ser compradas at ao dia til anterior ao

que se pretende almoar, mediante disponibilizao das

ementas no programa informtico. No entanto, as refeies

podero ser adquiridas no prprio dia, at s dez horas e dez

minutos, mediante o pagamento de uma taxa adicional.

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Regulamento Interno 20

1.1.7. O comportamento no refeitrio deve pautar-se pelo respeito

mtuo.

1.1.8. A entrada feita por ordem de chegada dando primazia aos

alunos do 1 ciclo. Os utentes devero aguardar a sua vez em

ordem, junto porta do refeitrio e devem passar o carto

eletrnico de identificao antes da refeio.

1.1.9. Aps a refeio, os utentes devero levar o tabuleiro para o

local devido e s depois podero abandonar o refeitrio.

1.1.10. A ementa de cada semana deve ser exposta e disponibilizada

no quiosque e no GIAE online.

1.1.11. Cada utilizador do refeitrio tem direito a sopa, prato principal,

po, gua e sobremesa.

1.1.12. O pessoal do setor tem de utilizar roupa e calado segundo as

normas de Autocontrolo da Segurana Alimentar.

Artigo 12 - Bufete

1.1. Bufete

O bufete, localizado na Escola sede do Agrupamento, constitui-se como

servio complementar de alimentao escolar e pode ser usado por qualquer

pessoa da comunidade escolar ou visitantes identificados.

1.1.1. O horrio de funcionamento deve ser exposto em local visvel,

assim como, a tabela com os preos dos produtos.

1.1.2. A aquisio dos produtos faz-se, diretamente no servio, com

recurso ao carto eletrnico de identificao.

1.1.3. O utente entrega o seu carto eletrnico de identificao

funcionria de servio ao bar de alunos/professores, e solicita o

pretendido. A funcionria de servio procede ao pagamento dos

produtos solicitados.

1.1.4. No so permitidas aquisies a crdito.

1.1.5. Os visitantes, sem carto, procedem aquisio de produtos

conforme o estipulado no regulamento de utilizao do GIAE.

1.1.6. Os utentes so responsveis pelos prejuzos causados e

devem ajudar a manter as condies de higiene da sala do

bufete.

1.1.7. O pessoal do setor tem de utilizar roupa e calado segundo as

normas de Autocontrolo da Segurana Alimentar.

1.1.8. O responsvel pelo bufete deve:

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Regulamento Interno 21

a) Zelar para que os produtos se encontrem em bom estado

de conservao;

b) Informar o Diretor quando os produtos no se encontrem

em condies de serem consumidos, a fim de serem

substitudos;

c) Fazer a requisio dos produtos necessrios e garantir que

no se esgotem;

d) Inventariar necessidades em termos de aquisio,

reparao ou conservao dos equipamentos;

e) Manter o inventrio atualizado, tanto dos produtos

consumveis como dos equipamentos a seu cargo.

Artigo 13 - Papelaria

1.1. Papelaria

A papelaria o local de aquisio de material escolar assim como de

carregamento de cartes eletrnicos mediante a apresentao do numerrio.

1.1.1. O horrio de funcionamento deve ser exposto em local visvel,

assim como a tabela de preos dos produtos.

1.1.2. Os utentes da papelaria so os alunos, professores,

funcionrios e encarregados de educao.

1.1.3. A aquisio de material de papelaria feita com recurso ao

carto electrnico. No so permitidas aquisies a crdito.

1.1.4. O utente entrega o seu carto eletrnico de identificao

funcionria de servio e solicita o produto que quer adquirir; a

funcionria procede ao pagamento dos produtos solicitados.

1.1.5. Ao responsvel pela papelaria compete:

a) Vender os artigos de papelaria, assim como, proceder ao

carregamento dos cartes eletrnicos;

b) Garantir que os produtos armazenados e expostos

estejam em bom estado de conservao;

c) Devolver ou inutilizar, informando o Diretor, os produtos

que no se apresentem em boas condies;

d) Requisitar os produtos necessrios ao funcionamento do

seu setor;

e) Manter o inventrio atualizado, tanto dos produtos como

dos equipamentos a seu cargo.

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Regulamento Interno 22

Artigo 14 - OTL

1.1. Ocupao de Tempos Livres (OTL)

A escola sede do Agrupamento tem em funcionamento o OTL da responsabilidade da

Associao de Pais e Encarregados de Educao, possuindo um regulamento

prprio.

Artigo 15 - Reprografia

1.1. Reprografia da EBI Fernando Casimiro Pereira da Silva

1.1.1. O servio de reprografia ser da responsabilidade de uma

funcionria nomeada pelo Diretor.

1.1.2. O horrio de funcionamento da reprografia deve ser exposto em

local visvel, junto das instalaes e definido pelo Diretor.

1.1.3. O preo dos servios prestados/produtos deve ser fixado em

local visvel no interior da reprografia. Compete ao Diretor

estabelecer os respetivos preos, que no devem ter como

objetivo a obteno de lucro.

1.1.4. Tm acesso reprografia, docentes, alunos, funcionrios e

outras entidades autorizadas pelo rgo de administrao e

gesto do agrupamento de escolas.

1.1.5. O acesso aos servios da Reprografia feito exclusivamente

atravs do carto eletrnico de identificao.

1.1.6. O utente entrega o seu carto eletrnico de identificao

funcionria de servio e solicita o trabalho que pretende

realizar; a funcionria procede ao pagamento dos trabalhos

solicitados.

1.1.7. Os originais devem ser entregues com quarenta e oito horas de

antecedncia, acompanhados do preenchimento da requisio

elaborada para esse efeito.

1.1.8. So gratuitas:

a) As reprodues destinadas a avaliar os alunos (fichas de

avaliao sumativa, diagnostico, informativa e de trabalho);

b) As reprodues de programas de disciplina (em situaes

excecionais);

c) Outras reprodues e produtos destinados ao

funcionamento dos servios e comunicao escola/

comunidade local, desde que autorizadas pelo Diretor.

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Regulamento Interno 23

d) Todas as aquisies gratuitas so registadas no carto do

utente, mediante crdito a definir pela direo do

agrupamento.

1.1.9. da competncia do responsvel pela reprografia:

a) Passar recibo das importncias recebidas;

b) Entregar, quinzenalmente, o numerrio recebido nos

Servios de Administrao Escolar;

b) Requisitar os materiais necessrios ao funcionamento do

seu setor;

c) Inventariar as necessidades em termos de aquisio,

reparao ou conservao dos equipamentos;

d) Manter o inventrio do seu setor atualizado;

e) Manter sempre atualizado o nmero de cpias executadas

em cada equipamento;

f) Manter pelo perodo de um ano um arquivo de todas as

requisies.

Artigo 16 - Requisio de material didtico e audiovisual

1.1. Material Didtico e Audiovisual

1.1.1. Para a sua utilizao necessrio preencher uma requisio, a

fornecer pelo agrupamento.

1.1.2. Compete ao(s) responsvel(veis) pelo setor:

a) Colocar o material requisitado no local solicitado;

b) Requisitar os produtos necessrios para manter funcionais

os equipamentos e inventariar as necessidades de

reparao dos mesmos;

c) Informar o Diretor das anomalias verificadas;

d) Manter um arquivo com a durao de um ano letivo, das

requisies efetuadas;

e) Manter atualizado o inventrio dos equipamentos.

1.2. Processo de requisio de materiais

1.2.1. A requisio de material da competncia dos responsveis de

cada setor, disciplina ou atividade e efetuada atravs de

impressos prprios a fornecer pelos servios de

administrao escolar.

1.2.2. A anlise e despacho da requisio da competncia do

Conselho Administrativo.

1.2.3. No sendo autorizada a aquisio ou sendo-o apenas em parte,

deve tal facto ser comunicado ao requisitante.

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Regulamento Interno 24

1.2.4. da competncia dos servios de administrao escolar a

aquisio do material requisitado, tendo em conta a

legislao vigente e a relao preo/qualidade.

Artigo 17 - Servio de primeiros socorros

1.1. Servio de Primeiros Socorros

1.1.1. Os diferentes Estabelecimentos de Educao /Ensino devem

dispor de um armrio com material que se destine a prestar

os primeiros socorros comunidade educativa.

1.1.2. A manuteno desse material est a cargo de um funcionrio,

que deve manter o inventrio atualizado e renovado, tanto

dos produtos como dos equipamentos e elaborar registo de

entradas e sadas.

1.1.3. Deve ser elaborada uma listagem de materiais e medicamentos

obrigatrios.

1.1.4. Qualquer ocorrncia deve ficar registada, numa ficha destina ao

efeito, que dever ser entregue no ASE.

Artigo 18 - Normas/Plano de Segurana

1.1. Segurana do Agrupamento

A Escola sede deve dispor de um docente responsvel pela Segurana, o

delegado de segurana. Esse docente ser um membro do rgo de

administrao e gesto do agrupamento. O mandato ser de quatro anos, caso

o professor se mantenha no Agrupamento. Pode cessar a todo o momento por

determinao do Diretor ou a pedido do interessado. O referido docente ser

responsvel pela constituio de uma equipa multidisciplinar que se ocupar

das questes relativas segurana.

1.1.1. O Plano de Segurana deve visar a sistematizao de um

conjunto de normas e regras de procedimento, destinadas a

minimizar os efeitos das catstrofes e outros incidentes que se

prev possam vir a ocorrer em determinadas reas, gerindo, de

uma forma otimizada, os recursos disponveis. O referido plano

constitui um instrumento preventivo e de gesto operacional.

Deve ser um plano flexvel, simples, dinmico, adequado e

preciso.

1.1.2. Compete ao responsvel pela organizao de segurana fazer

a preparao interna para a atuao na emergncia que visa a

tomada de medidas necessrias preservao da vida e dos

bens, tendo em conta:

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Regulamento Interno 25

a) Dotar as escolas de um nvel de segurana eficaz,

nomeadamente com a elaborao de um plano de

emergncia na escola sede e de um plano de preveno

nos outros estabelecimentos do agrupamento;

b) Limitar as consequncias de um acidente:

c) Sensibilizar para a necessidade de conhecer e rotinar

procedimentos de autoproteo a adotar, por parte de

professores, de funcionrios e de alunos em caso de

acidente;

d) Corresponsabilizar toda a populao escolar no

cumprimento de normas de segurana;

e) Preparar e organizar os meios humanos e materiais

existentes, para garantir a salvaguarda de pessoas e bens

no caso da ocorrncia de uma situao perigosa;

f) Conhecer de forma pormenorizada as condies de

segurana dos estabelecimentos do agrupamento;

g) Promover a correo das carncias e situaes

disfuncionais detetadas.

Artigo 19 - Salas/Espaos especficos

1. Normas gerais de funcionamento das instalaes

1.1. A comunidade escolar deve zelar pelo bom funcionamento e correta

utilizao das instalaes.

1.2. Os horrios de funcionamento dos diferentes servios devem ser

respeitados e colocados junto s respetivas entradas, sendo da

competncia do Diretor.

1.3. O material especfico das diferentes instalaes s poder sair mediante a

autorizao do Gestor de Instalaes ou do Diretor.

1.4. Para alm das normas referidas anteriormente, o regimento interno das

instalaes estabelece as normas de acesso, funcionamento, organizao

e deve ser elaborado ou revisto nos primeiros trinta dias do incio do ano

letivo, pelos responsveis das mesmas, nomeadamente os Gestores de

Instalaes e/ou Coordenadores de Subdepartamento.

Artigo 20 - Constituio de Turmas

1. Atos Pedaggicos e Administrativos

1.1. Constituio de Turmas

Compete ao Diretor:

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Regulamento Interno 26

a) Tomar conhecimento, verificar e aprovar os mapas de reajustamento

do Pr-Escolar e do 1 Ciclo, preenchidos nos respetivos

estabelecimentos de ensino, tendo em conta o nmero de alunos

matriculados e a sua distribuio por turmas e lugares docentes, de

acordo com o definido nos termos da lei em vigor e com os critrios

especficos estipulados em Conselho de Docentes;

b) Nos 2 e 3 Ciclos do Ensino Bsico, no final de cada ano letivo,

sero formadas equipas de docentes para elaborarem as turmas:

uma por ciclo de ensino. A formao das turmas deve obedecer aos

critrios da lei geral e aos que ficarem estabelecidos, anualmente, em

Conselho Pedaggico e a organizao da responsabilidade do

Diretor e dos Coordenadores de Diretores de Turma.

Artigo 21 - Elaborao de horrios

1.1. Elaborao de horrios das turmas do 2 e 3 ciclos

Compete ao Diretor:

a) Nomear a equipa de professores encarregada da elaborao dos

horrios;

b) Ter em considerao os critrios definidos, anualmente, em Conselho

Pedaggico;

c) Fornecer a legislao e as orientaes necessrias para uma boa

consecuo do trabalho de equipa.

Artigo 22 - Exames e Testes Intermdios

1.1. Servio de Exames

Compete ao Diretor, implementar a concretizao do servio de exames, de

acordo com o previsto nas normas legais, relativa s instrues para a

realizao, classificao, reapreciao e reclamao das provas.

1.2. Testes Intermdios

Compete ao Diretor, aps consulta do conselho pedaggico, a escolha dos

testes a realizar.

Artigo 23 - Seguro Escolar

1.1. Seguro Escolar

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Regulamento Interno 27

1.1.1. O seguro escolar consiste num mecanismo de apoio a prestar

aos alunos do agrupamento, em caso de acidente.

1.1.2. So objeto de cobertura, pelo seguro escolar, os danos sofridos

pelos alunos em consequncia de acidente escolar.

1.1.3. Considera-se acidente escolar o sinistro ocorrido no percurso

casa/escola e vice-versa, conforme definido em normativo legal,

no recinto escolar e em qualquer local, desde que em atividades

programadas pelos rgos de gesto e coordenao do

agrupamento.

1.1.4. Para assegurar os apoios previstos no mbito do seguro

escolar, devem os responsveis pelo planeamento e realizao

das diferentes atividades escolares, a ocorrer no exterior da

escola, informar o Diretor com uma antecedncia mnima de dez

dias.

1.1.5. Compete aos professores das diferentes escolas do

agrupamento preencher o boletim de participao relativo ao

acidente e fornecer todos os elementos e esclarecimentos

necessrios ao aluno e encarregado de educao.

1.1.6. Em caso de acidente compete a cada estabelecimento de

ensino enviar o aluno sinistrado para o estabelecimento de sade

acompanhado de um auxiliar de ao educativa e informar de

imediato o encarregado de educao.

1.1.6.1. No caso particular das Escolas do 1 Ciclo do

Agrupamento, que no possuam auxiliares de ao

educativa, acompanhar o aluno sinistrado, quando o

encarregado de educao no o poder fazer, um dos

docentes, ficando o outro responsvel pelas turmas.

1.1.6.2. No caso particular das Escolas Unitrias do 1 Ciclo do

Agrupamento, que no possuam auxiliares de ao

educativa, acompanhar o aluno sinistrado, quando o

encarregado de educao ou outro familiar,

devidamente identificado, no o possam fazer, o

auxiliar da ambulncia que o transporte, devendo o

docente informar, de imediato, o Diretor.

Artigo 24 - Caderneta Escolar

1.1. Caderneta Escolar

1.1.1. A caderneta escolar :

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Regulamento Interno 28

a) Um documento de utilizao obrigatria;

b) Uma parte integrante da documentao individual dos alunos

do ensino bsico;

c) Um importante instrumento de informao acerca do

comportamento, do aproveitamento e das atitudes dos

alunos;

d) Um veculo de comunicao entre alunos, professores, pais e

encarregados de educao.

1.1.2. Todos os professores devem encarar a caderneta escolar como

um meio de compilar de forma sucinta, objetiva e clara todos os

elementos que considerem relevantes para uma correta

informao aos pais/encarregados de educao e um adequado

acompanhamento das diferentes etapas da vida escolar do aluno.

Artigo 25 - Permuta/Compensao de aulas

1. permitida a permuta de aulas pelos professores desde que cumpram o seguinte procedimento:

a) Preencham o formulrio existente para o efeito com pelo menos 48 horas de antecedncia;

b) Aps preenchido, devolver funcionria responsvel pela marcao de faltas

dos docentes;

c) Aguardar deferimento por parte do Diretor ou outro elemento do rgo de gesto.

2. permitida a compensao de aulas pelos professores desde que cumpram o seguinte procedimento:

a) Preencham o formulrio existente para o efeito com pelo menos 72 horas de

antecedncia;

b) Aps preenchido, devolver funcionria responsvel pela marcao de faltas dos docentes;

c) Aguardar deferimento por parte do Diretor ou outro elemento do rgo de

gesto;

d) Enviar aviso, atravs de Caderneta, aos Encarregados de Educao, com pelo menos 48 horas de antecedncia.

Artigo 26 - Cedncia de instalaes comunidade

1.1. Cedncia de Instalaes Comunidade

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Regulamento Interno 29

1.1.1. S podem ser cedidas instalaes que no ponham em causa o

normal funcionamento das atividades curriculares,

extracurriculares, outras atividades programadas; e que no

limitem o acesso e circulao dos intervenientes no processo

educativo, durante o seu horrio habitual.

1.1.2. Os pedidos para cedncia de instalaes sero efetuados em

impresso prprio, a fornecer pelo Diretor do agrupamento, que

incluir nomeadamente:

a) Identificao civil e fiscal da entidade solicitadora;

b) Instalaes que pretende utilizarem;

c) Objetivo do pedido;

d) Incio (hora e dia) e fim (hora e dia) da ocupao;

e) Nome e concordncia do funcionrio de apoio;

f) Assinatura da entidade solicitadora.

1.1.3. Depois de devidamente autorizada a cedncia de instalaes,

entre o agrupamento e a entidade solicitadora, ser estabelecido

um compromisso escrito que inclua, nomeadamente:

a) A responsabilidade dos utilizadores pela conservao das

instalaes e equipamentos utilizados;

b) A verba devida ao agrupamento e forma de pagamento

nos termos da lei;

c) No caso de necessidade das instalaes cedidas para

concretizao da sua atividade, ou por deciso superior, o

agrupamento pode denunciar, com um prazo mnimo de 48

horas, o acordo celebrado.

1.1.4. Compete ao Diretor estabelecer protocolos neste captulo.

Artigo 27 - Reunies

1.1. Reunies

1.1.1. A divulgao das reunies feita atravs de convocatria

afixada em expositores destinados para esse efeito, de fcil

acesso e visibilidade para os destinatrios.

1.1.2. A convocatria deve conter:

a) Identificao de quem convoca;

b) Suporte legal para a sua realizao;

c) Destinatrios;

d) Local, data e hora da reunio;

e) Assuntos a tratar, devidamente especificados em Ordem de

Trabalhos;

f) Assinatura de quem convoca e do Diretor ou Subdiretor;

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Regulamento Interno 30

g) Data da convocatria.

1.1.3. Para as reunies ordinrias as convocatrias devem afixar-se

com 48 horas de antecedncia em todos os estabelecimentos

onde existam elementos a convocar.

1.1.4. Para as reunies de avaliao sumativa a calendarizao deve

ser divulgada com seis dias teis de antecedncia.

1.1.5. No permitida a realizao de reunies ordinrias com

prejuzo das atividades letivas.

1.1.6. S em casos excecionais, e dentro do esprito da lei, se

realizaro reunies extraordinrias com prejuzo das atividades

letivas.

1.1.7. As convocatrias de reunies extraordinrias que pela sua

urgncia, no possam respeitar o estipulado para as reunies

ordinrias, devero ser feitas individualmente de forma a

assegurar a tomada de conhecimento por parte de todos os

elementos.

1.1.8. Das reunies lavrar-se- ata em documento prprio.

1.1.9. No prazo de dois dias teis a seguir data de realizao da

reunio dever ser entregue, nos Servios Administrativos, um

registo de presenas.

Artigo 28 - Atas

1.1. Atas

1.1.1. As atas sero efetuadas em registo informtico, do qual se

passar a suporte de escrito.

1.1.2. As atas sero redigidas em Times New Roman, tamanho de

letra 12 e espaamento entre linhas 1.5; as folhas de rosto

devero ser predefinidas.

1.1.3. As atas devero ser devidamente datadas e numeradas de

forma sequencial desde o incio do ano letivo, rubricadas, para

autenticao, pgina a pgina, pelo Presidente e pelo

Secretrio de cada reunio.

1.1.4. Os suportes de escrito devero ser entregues ao rg