ALERTA SÚMULA

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  • ALERTA Pelo Esprito JOANNA DE NGELIS

    DIVALDO P. FRANCO l.a edio

    Do l. ao 15. milheiro

    Copyright 1981 by

    SMULA Pg.

    Alerta . .. . . . . . . . . . . . . . . . . .

    Alerta Emmanuel . . . . . . . 13

    1. O perdo das ofensas 15

    2. Morrer para viver m ... S - 17

    3. Sempre com Deus ................... 20

    4. Obsesso e Jesus .......* 23

    5. Conceito de irmo .................. 26

    6. Almas-problema .i.. 29

    7. Tcnicas de vida 32

    8. Tua cooperao 35

    9. Palavra e Jesus 38

    10. Gneses de suicdios ., 41

    11. Pacincia e caridade ..! 44

    12. Desafio caridade 46

    13. Aprimoramento ntimo 49

    14. Compromisso fraternal ........ 51

    15. Cristo e Csar 53

    16. Investimento nobre 55

    17. Tarefa libertadora .i.. 57

    18. Hbito da solidariedade 59

    19. Posio correta 61

    20. Inconformismo e revolta 64

    1. Com f e perseverana 67

    2. Aborto . 1

    3. Brilhe tua luz . . .

    4. Reao pacfica 76

    5. Palavras de estmulo 79

    6. Violncia e Jesus 81

    7. Nem todos consolados 84

  • 28 . Suicidas tambm 86

    29. Sob limites . .i. 88

    30. Iniciao medinica 90

    31 . Influncias espirituais 93

    32. Na conjuntura difcil . . . 96

    33. Testemunhos e provaes 98

    34. Questo de emergncia 100

    35. Apatia i. . . 102

    36. Perseverana com alegria 105

    37. Estmulos indiretos 107

    38. O melhor .............. 110

    39. Amor vida 113

    40. Problema de conscincia 115

    41. Tem coragem ... .i. .|. .... 117

    42. Na lavoura medinica 120

    43. Angstia e paz 123

    44. O bem em ao . .i. fJ. , 125

    45. Festival de bnos 128

    46. Alternativas 130

    47. Viso da vida . 133

    48. Dinmica da palavra 135

    49. Tentao do repouso . . . .. 137

    50. Renovao ntima 139

    51. Pontos vulnerveis 142

    52. Ante o mundo e Jesus 145

    53. A serenidade da f 147

    Pg.

    54. Balano e oramento 149

    55. Gozo e felicidade .......i 152

    56. O amor-prprio 155

    57. Pra e age 157

    58. Humildade sempre . .j 160

    59. Veculo da vida ;........ .. 163

    60. Triunfador perene 166

  • ALERTA O imperativo da vigilncia constitui mtodo preventivo eficiente contra males inumerveis.

    Hoje, mais do que ontem, a vaga da alucinao faz soobrar, na Terra, o cdigo de tica sobre o qual se

    mantinham as diretrizes do equilbrio e da paz da criatura humana.

    Cresce, a cada momento, a onda gigantesca arrastando verdadeira mole de pessoas desassisadas,

    arrebentando construes morais respeitveis e atingindo muitos discpulos do Evangelho, que se deixam colher,

    imprevidentes.

    Os fatores dissolventes, que so recebidos com entusiasmo neste perodo de aflies, repletam Sanatrios,

    Clnicas psiquitricas, Hospitais de vrias especialidades, no se considerando o crescente nmero dos enfermos

    que deambulam a esmo pelas ruas das megalpoles regorgitantes, ou nas praas dos pequenos conglomerados do

    interior, ou surgem nos campos, lentamente despovoados...

    Enfermidades de etiologia desconhecida grassam, exigindo redobrados sacrifcios de cientistas dedicados,

    nos laboratrios de investigao e nas demoradas pesquisas que lhes absorvem as horas, tentando encontrar-lhes

    as causas.

    Certamente, este um estado de emergncia, que se vive na Terra, alis, anunciado pelo Senhor, quando, se

    referindo aos tempos chegados, descreveu os sinais caractersticos ora evidentes. A violncia urbana, a agressividade mental, moral e fsica, a volpia dos prazeres exacerbados, a

    insatisfao dos sentidos em desgoverno, as ambies desmedidas pelo poder, as providncias criminosas em

    favor do aborto, a escassez de po, a indiferena ctfetiva so apenas alguns dos muitos males que se multiplicam

    no organismo enfermio da sociedade que torna o homem alienado, empurrando-o para a loucura desabrida, o

    suicdio nefando.

    Momento de alerta que concita a uma reviso de conceitos, meditao, programao de comportamentos

    novos, a fim de superar-se as circunstncias difceis, sobrepor-se situao dolorosa.

    O Evangelho de Jesus, entretanto, constitui terapia preventiva quanto curadora, sendo a nica diretriz de

    segurana para o homem moderno repletado de favores tecnolgicos, mas esvaziado de paz interior.

    Atualizando o pensamento de Jesus Cristo, o Espiritismo surge, hora predita, auxiliando o homem com as

    armas da razo e dos fatos, para que ele possa enfrentar as dificuldades e asperezas a que faz jus, em razo dos

    descalabros e arbitrariedades do passado...

    Vigiai e orai proclamou o Mestre, em vigorosa advertncia, concitando os discpulos valorizao das horas mediante o seu aproveitamento salutar.

    Diante das contingncias da atualidade, em que o homem lamenta a escassez de tempo para orar e meditar,

    no se pode, no entanto, isentar do imposi- tivo da vigilncia.

    Assim pensando, ao largo dos meses, escrevemos as pginas que constituem este livro de alerta, oferecendo

    temas breves, com respostas evanglicas e espritas aos muitos problemas que aturdem e desconsertam as

    pessoas.

    Sugerimos algumas reflexes para antes das decises a que todos somos chamados a cada instante, no

    dia-a-dia do processo evolutivo.

    So pensamentos simples e rpidos para os problemas de emergncia e os procedimentos de difcil acerto.

    Esperamos, desse modo, que os nossos eventuais leitores, antes de assumirem posies radicais ou tomarem

    decises irreversveis, parem um pouco, alerta contra o mal, leiam uma pgina, um conceito ao menos e orem,

    marchando, depois, na direo do dever. Todavia, se j foi assumida a responsabilidade pela ao realizada e

    considerando-a precipitada ou desastrosa, infeliz ou prejudicial, antes de fazerem um mecanismo neurtico,

    tormentoso> pedimos compulsem esta Obra e reflexionem em algum captulo, renovando-se e reunindo foras

    para se recuperarem, desculparem, deterem as consequncias do gesto impensado, prosseguindo de nimo

    robusto, estrada a frente, na marcha ascensional.

    Aguardando sensibilizar algum em aflio, facultando-lhe uma viso positiva e otimista da vida,

    agradecida pela oportunidade de servio, rogamos ao Senhor de todos ns que nos abenoe e nos guarde na Sua

    paz.

    Joanna de ngelis Salvador, 1 de julho de 1981

    1 O PERDO DAS OFENAS O teu agressor, talvez, noutra circunstncia, levantar a voz em tua defesa.

    O teu adversrio, possivelmente, em situao diferente, ser o amigo que te distender a mo em socorro.

    O teu caluniador, qui, em posio diversa, vir em teu auxlio.

    O teu inimigo, certamente, passada a injuno de agora, ser-te- devotado benfeitor.

  • O teu acusador, superado o transe que o amargura, far-se- o companheiro gentil da tua jornada.

    Perdoa-os, portanto, hoje que se voltaram contra tua pessoa, levantando dificuldades no caminho pelo qual

    avanas.

    Perdoa as suas ofensas sem impores quaisquer condies, sequer aclarando incompreenses e dirimindo

    equvocos.

    O perdo deve assentar-se no esquecimento da ofensa, no repdio total ao mal, sem exigncias.

    No sabes como se encontra aquele que se ergue para ferir-te, acusar-te.

    Ignoras como vive intimamente quem se fez inimigo revel.

    Desconheces a trama em que tombou o companheiro, a ponto de voltar-se contra ti.

    Ainda no experimentaste a dolorosa aflio que padece o outro -o que est contrrio a ti e te flecha com

    petardos venenosos, amargurando-te as horas. . .

    certo que nada justifica a atitude inimiga, a posio agressiva, a situao adversria.

    No entanto, se fosses ele, talvez agisses da mesma forma ou pior.

    Para evitar que isso te acontea, exercita ' perdo, preparando-te para no tombares na rampa por onde

    outros escorregaram. . .

    *

    Quem perdoa ofensas adquire paz e propicia paz.

    Quem esquece o mal de que foi vtima, vitaliza o bem de que necessita.

    Nunca te faas inimigo de ningum, nem aceites o desafio dos que se te fazem inimigos, sintonizando na faixa

    deles.

    Se no conseguires superar a injuno penosa, que os teus inimigos criam, ora por eles e pensa neles com paz

    no corao.

    O inimigo algum que enfermou. ..

    Recorda de Jesus que, mesmo vtima indbita, perdoando, rogou ao Pai que a todos perdoasse, porque eles

    no sabiam o que estavam a fazer.

    2 MORRER PARA VIVER Aquele que cr em mim, j passou da morte para a Vida

    Jesus

    conjuntura dolorosa da morte, sombreada por aflies que transitam entre as cortinas das lgrimas

    contnuas, pospe a realidade da vida, que prossegue, exuberante, quando se interrompem os envoltrios

    materiais.

    A morte desvela a vida, que se apresenta em plenitude, quando se ultrapassam as barreiras vibratrias de que

    o cor