ANEXO I · • Limpeza de ruas e coleta de lixo; ... • Noções de gasometria. ... (POP),...

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    ANEXO I

    ELEMENTAR PROGRAMA: LNGUA PORTUGUESA

    Vogais e consoantes. Ordem alfabtica. Encontros de Vogais. Encontros de Consonantais. Diviso Silbica. Nmero de Slabas. Slaba forte. Posio da slaba forte. Ortografia. Acentuao grfica. Pontuao. Masculino e feminino. Singular e plural. Coletivos. Aumentativo e diminutivo. Significado igual. Significado contrrio. Nome prprio. Nome simples. Nome composto. Verbos (palavras de ao). Sujeitos (pessoas de uma ao).

    MATEMTICA

    Noes de conjuntos. Nmero e Numeral. Sistema de numerao decimal. Nmeros ordinais. Nmeros pares e nmeros impares. Unidade, dezena, centena. Dzia. Dobro, triplo. Ordem crescente e decrescente. Operaes fundamentais: adio, subtrao, diviso e multiplicao. Sistema monetrio brasileiro. Frao. Sistema de numerao romano. Sistema de medidas: metro, litro, quilo e tempo. Noes sobre figuras geomtricas: quadrado, crculo, tringulo, retngulo.

    CONHECIMENTOS GERAIS

    Meios de Transporte e Meios de Comunicao. Datas Comemorativas da Ptria. Smbolos da Ptria. O Meio Ambiente. Nosso Municpio: histria, datas comemorativas, festas cvicas e religiosas, fontes de renda, relevo,

    hidrografia, vegetao e clima. Atualidades Municipais, Estaduais, Brasileiras e Mundiais.

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    CONHECIMENTOS ESPECFICOS: AUXILIAR DE SERVIOS GERAIS

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: Limpeza de pisos, tapetes, mveis e objetos diversos; Limpeza de paredes, tetos, portas, rodaps, luminrias, vidraas e persianas; Limpeza de ralos, caixa de gordura, vasos e pias; Polimento de objetos, peas e placas de metal; Transporte de mveis, mquinas e utenslios; Uso e cuidados com materiais de limpeza e higiene, detergente, desinfetante e defensivo; Limpeza de ruas e coleta de lixo; Preveno de acidentes; Vigilncia do patrimnio; Manuteno de pequenos reparos em instalaes prediais; Regras bsicas de comportamento profissional para o trato dirio com o pblico interno e externo e

    colegas de trabalho;

    MDIO

    PROGRAMA: LNGUA PORTUGUESA 1. Leitura e interpretao de textos. 2. Literatura. 3. Conhecimentos Lingusticos:

    Fontica: Fonemas: encontros voclicos, classificao das vogais, encontros consonantais, dgrafos. Slaba: classificao, diviso silbica, acentuao tnica, classificao quanto ao acento tnico. Ortografia: alfabeto, acentuao grfica, emprego do hfen; apstrofo, pontuao.

    Morfologia: Estrutura das palavras: raiz, radical, tema, afixos, desinncias, vogal temtica, vogais e consoantes de

    ligao, palavras primitivas e derivadas, palavras simples e compostas. Formao das palavras: derivao, composio, reduo e hibridismo. Prefixos Sufixos Classificao das Palavras:

    Substantivo Artigo Adjetivo Numeral Pronome Verbo Advrbio Preposio: emprego da crase. Conjuno Interjeio

    Formas variantes Semntica:

    Significao das Palavras: sinnimos, antnimos, homnimos e parnimos. Sintaxe:

    Anlise sinttica: frase, orao, ncleo de um termo, perodo.

  • 14

    Termos essenciais da orao: sujeito, tipos de predicado, predicao verbal e sua classificao, predicativo.

    Termos integrantes da orao: objeto direto, objeto indireto, agente da passiva. Termos acessrios da orao: adjunto adnominal, adjunto adverbial, aposto, vocativo. Perodo composto; oraes coordenadas; oraes principais e subordinadas; oraes subordinadas

    substantivas, adjetivas, adverbiais; oraes reduzidas. Sintaxe de Concordncia: concordncia nominal e concordncia verbal. Sintaxe de Regncia: regncia verbal e regncia nominal. Sintaxe de Colocao: prclise, mesclise, nclise.

    Estilstica: Figuras de Linguagem:

    Figuras de palavras: metfora, metonmia, perfrase. Figuras de construo: pleonasmo, inverso, onomatopia, polissndeto, elipse. Figuras de pensamentos: eufemismo, ironia, personificao, apstrofe, hiprbole.

    Vcios de linguagem MATEMTICA

    lgebra: Conjuntos: Noes, representao, unitrios, vazio, iguais, universo, smbolos, operaes, elementos,

    intervalos; Funes: Par ordenado, produto cartesiano, linguagem, domnio de uma funo real de varivel real,

    grfico, anlise de grficos, bijetora, inversa e compostas; Funo do 1 Grau: Constante, sinal, inequaes do 1 grau; Funo do 2 Grau: Grfico, vrtice da parbola, razes, sinal, inequaes do 2 Grau; Funo Modular: Equaes, inequaes; Funo Exponencial: Conceito, grfico, equaes e inequaes; Funo Logartmica: Definio, propriedades, sistemas, propriedades dos logaritmos de mesma base,

    mudana de base, funo, inequaes; Noes sobre Matemtica Financeira: Porcentagem, juros simples e composto; Progresses aritmticas; Progresses geomtricas; Matrizes: Representao algbrica, matriz quadrada, diagonal principal e secundria, matriz unidade

    ou identidade, transposta, igualdade, operaes e inversa; Determinantes; Equaes Lineares: Sistemas, matrizes de um sistema linear, regra de Cramer e classificao de um

    sistema linear; Binmio de Newton: Fatorial; Anlise Combinatria; Teoria das Probabilidades: Espao amostral, eventos, unio de dois eventos, condicional, evento

    complementar; Limites; Derivadas; Nmeros Complexos.

    Geometria: Geometria Plana; rea das Figuras Geomtricas; Os Slidos Geomtricos; Estudo do Prisma; Estudo da Pirmide; Estudo do Cilindro; Estudo do Cone; Estudo da Esfera.

    Geometria Analtica Plana: Introduo: Sistema cartesiano ortogonal, distncia entre dois pontos no plano, ponto mdio de um

    segmento; Estudo da Reta: Condio de alinhamento de trs pontos, inclinao e coeficiente angular de uma reta,

    equao da reta, paralelismo, interseco, perpendicularismo; Estudo da Circunferncia.

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    CONHECIMENTOS GERAIS

    Noes de Informtica; Nosso Municpio: Aspectos polticos, sociais, econmicos, histricos e culturais; Atualidades e Histria sobre o Municpio, o Estado de Minas Gerais, o Brasil e o Mundo.

    CONHECIMENTOS ESPECFICOS

    Os temas a serem desenvolvidos na prova de Conhecimentos Especficos so aqueles inerentes ao cargo a que concorre o candidato e/ou curso necessrio ao exerccio da profisso.

    CONHECIMENTOS ESPECFICOS: AGENTE DE FISCALIZAO SANITRIA

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: Noes bsicas de informtica: Editores de textos e planilhas eletrnicas, conceitos bsicos de operao

    com arquivos em ambiente Windows, conhecimentos bsicos de Desktop (rea de Trabalho), conhecimentos bsicos de arquivos e pastas (diretrios), utilizao do Windows Explorer: (copiar, mover arquivo, criar diretrios), conhecimentos bsicos de Internet.

    Noes de Direito Municipal; Controle de servios e materiais; Vistoria em unidades do sistema de gua, e inspeo de seus equipamentos; Vistoria em unidades do sistema de esgoto, e inspeo de seus equipamentos; Acompanhamento de atividades de limpeza e manuteno das unidades dos sistemas de gua e de

    esgoto; Medio de vazes.

    SUGESTO BIBLIOGRFICA:

    Constituio Federal; PORTARIA 699/GM DE 30.03.2006-Regulamenta as Diretrizes Operacionais dos Pactos Pela Vida e de

    Gesto; PORTARIA 1.172/GM de 15.06.2004 Regulamenta a NOB SUS 01/96 no que se refere s competncias

    da Unio, Estado, Municpios e Distrito Federal na rea de Vigilncia em Sade define a sistemtica de financiamento e da outras providncias;

    Demais legislaes Especficas do Ministrio da Sade, em especial do Servio de Vigilncia Sanitria, Municipal, Estadual e Federal;

    Direito Municipal Brasileiro Hely Lopes Meirelles. CONHECIMENTOS ESPECFICOS: AUXILIAR ADMINISTRATIVO

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: Noes bsicas de informtica: Editores de textos e planilhas eletrnicas, conceitos bsicos de operao

    com arquivos em ambiente Windows, conhecimentos bsicos de Desktop (rea de Trabalho), conhecimentos bsicos de arquivos e pastas (diretrios), utilizao do Windows Explore: (copiar, mover arquivo, criar diretrios), conhecimentos bsicos de Internet.

    SUGESTO BIBLIOGRFICA:

    NORTON, P. Introduo Informtica. So Paulo: Makron Books, 1997. VELLOSO, Fernando de Castro. Informtica: conceitos bsicos. 7. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004. MONTEIRO, Mrio. Introduo organizao de computadores. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. WIRTH, Almir. Utilizando na prtica: Internet e redes de computadores. Rio de Janeiro: Alta Books, 2002. SILVA, Mario Gomes da. Informtica Terminologia bsica - Windows XP, Word XP, Excel XP, Access

    XP, PowerPoint XP. So Paulo: rica, 2006.

  • 16

    CONHECIMENTOS ESPECFICOS: AUXILIAR DE LABORATRIO

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: Noes bsicas de informtica: Editores de textos e planilhas eletrnicas, conceitos bsicos de operao

    com arquivos em ambiente Windows, conhecimentos bsicos de Desktop (rea de Trabalho), conhecimentos bsicos de arquivos e pastas (diretrios), utilizao do Windows Explorer: (copiar, mover arquivo, criar diretrios), conhecimentos bsicos de Internet.

    Fundamentos de laboratrio: conceito de soluo, solvente e soluto, molaridade e normalidade; preparo de solues.

    Amostras biolgicas destinadas anlise: procedimentos adequados de coleta, conservao, transporte, processamento e descarte.

    Mtodos qumicos e fsicos de desinfeco e esterilizao utilizados em laboratrios clnicos. Aparelhos: centrfugas, balanas, estufas, microscpios, espectrofotmetros e autoclaves - funo e

    conservao. Mtodos instrumentais: fotometria de chama, espectrofotometria e eletroforese. Lei de Lambert-Beer. Bioqumica: fundamento, valores de referncia e principais mtodos utilizados nas anlises bioqumicas

    de enzimas, carboidratos, nitrogenados no-proticos, protenas, lipdeos, eletrlitos e compostos inorgnicos (clcio, fsforo, magnsio, ltio, cloretos, ferro, sdio e potssio).

    Noes bsicas de eletroforese de lipoprotenas. Bioqumica do lquor. Noes de gasometria. Parasitologia: morfologia, ciclo biolgico e diagnstico laboratorial dos protozorios e helmintos de

    importncia mdica. Diagnstico laboratorial dos parasitos emergentes e oportunistas. Microbiologia: caractersticas morfo-tintoriais do principais grupos de bactrias. Mtodos de colorao. Meios de cultura: classificao e funes. Hemocultura, coprocultura e urinocultura. Provas para identificao dos principais grupos de bactrias causadoras de infeces humanas. Teste de sensibilidade aos antimicrobianos. Bacteriologia do lquor. Hematologia: hematopoiese; distribuio celular no sangue perifrico; contagem de clulas: hemcias,

    leuccitos, plaquetas e reticulcitos. Determinao do hematcrito, hemoglobina e dos ndices hematimtricos. VHS. Valores normais em hematologia. Anticoagulantes; preparo e colorao de esfregaos sangneos. Teste de avaliao da coagulao sangnea: coagulograma. Fatores plasmticos da coagulao. Determinao do grupo sangneo e fator Rh; sistema ABO, sistema Rh e Duffy. Uroanlise: procedimentos e cuidados para coleta e conservao da urina destinada a diferentes anlises. Reaes bioqumicas para identificao dos elementos anormais. Exame fsico e qumico. Exame microscpico do sedimento urinrio. Imunologia: noes sobre anticorpos, antgenos, complemento e resposta imune. Fundamentos e aplicao dos mtodos imunolgicos empregados no diagnstico das doenas

    infecciosas, parasitrias e auto-imunes: aglutinao, precipitao, fixao do complemento, imunofluorescncia.

    Biossegurana e Boas Prticas no Laboratrio Clnico: equipamentos de proteo individual e de proteo coletiva; preveno a acidentes de laboratrio.

    Noes sobre gerenciamento de Resduos: manuseio, transporte e descarte. Procedimentos operacionais padro (POP), controle de qualidade interno e externo. Noes sobre o Regulamento tcnico para funcionamento de laboratrios clnicos.

    SUGESTO BIBLIOGRFICA:

    AMABIS, Jos Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Fundamentos da Biologia moderna: volume nico. 3. ed. So Paulo: Moderno, 2005. 550 p.

    NEVES, David Pereira. Parasitologia Humana. 12 edio, Editora Atheneu, SP. 2009. REY, Lus. Parasitologia, 4 edio, Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, RJ 2006. CIMERMAN & CIMERMAN. , Parasitologia Humana e Seus Fundamentos Gerais. 2.edio, Editora

    Atheneu, 2005. CHEIDA, Luiz Eduardo. Biologia integrada: volume nico. So Paulo: FTD, 2003. 565 p.

  • 17

    Manual do Laboratorista PROFERT-MG, 2005. MICHAEL J. PELCZAR JR; E.C.S. CHAN; NOEL R. Krieg. Microbiologia: Conceitos e Aplicaes. V1.

    2 Edio. So Paulo. MICHAEL J. PELCZAR JR; E.C.S. CHAN; NOEL R. KRIEG. Microbiologia: Conceitos e Aplicaes. V2.

    2 Edio. So Paulo. MORANDINI, Clzio; BELINELLO; Lus Carlos. Biologia: volume nico. 2.ed. So Paulo: Atual, 2003.

    522 p. RIBEIRO, M. C. Microbiologia Pratica Roteiro e Manual. Editora: Atheneu. Rio de Janeiro. VERMELHO, A.B.; PEREIRA, A. F.; COELHO, R.R.R. Prticas de Microbiologia. Editora: Guanabara

    Koogan, So Paulo 2006, 256p. CONHECIMENTOS ESPECFICOS: AUXILIAR DE VIGILNCIA EPIDEMIOLGICA

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: BRASIL. Constituio Federal. Artigos 196, 197, 198, 199 e 200. BRASIL. Lei n 8.142, de 28 de Dezembro de 1990. BRASIL. Lei n 8.080, de 19 de Setembro de 1990. PORTARIA N 699/GM de 30 de Maro de 2006 - Regulamenta as Diretrizes Operacionais dos Pactos

    Pela Vida e de Gesto. PORTARIA N 1.172/GM de 15 de Junho de 2.004 - Regulamenta a NOB SUS 01/96 no que se refere

    as competncias da Unio, Estado, Municpios e Distrito Federal na rea de Vigilncia em Sade. CONHECIMENTOS ESPECFICOS: TCNICO EM INFORMTICA

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: Hardware de computadores pessoais, padro IBM/PC: processadores, memria primria, memria

    secundrias, dispositivos de entrada e sada, barramentos, montagem, configurao; Noes de lgica digital: sistemas de numerao, notao binria, expresses booleanas, blocos lgicos,

    registradores, contadores; Noes de sistemas operacionais: caractersticas, configurao de mquinas com os sistemas

    operacionais Windows 98/NT/2000/XP e Linux; Noes de redes de comunicao de dados: modelo TCP/IP, topologias de rede, tipos de rede, problemas

    tpicos, configurao, segurana; Anlise de circuitos CA: parmetros de forma de onda, valor mdio, valor eficaz, potncia, lei Ohm,

    princpio de funcionamento de transformadores; Noes de funcionamento de circuitos eletrnicos: fontes de tenso e corrente, noes de funcionamento

    de semicondutores, transistor bipolar, polarizao, circuitos simples a transistores, amplificadores, MOSFET, noes de resposta em freqncia de filtros RLC.

    SUGESTO BIBLIOGRFICA:

    Marimoto, C. E. Hardware PC guia de aprendizagem rpida configurao montagem e suporte. 2 ed. Rio de Janeiro: Book Express, 2001;

    Marimoto, C. E. Upgrade e manuteno de hardware Windows e Linux. Rio de Janeiro: Book Express, 2001;

    Torres, G. Hardware curso completo. 3 ed. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil Editora, 1999. Cutler, P. Anlise de circuitos CA. So Paulo: MacGraw-Hill do Brasil, 1976;

    Shay, W. A. Sistemas operacionais. So Paulo: Makron Books, 1996. Stallings, W. Arquitetura e organizao de computadores: projeto para o desenvolvimento. So Paulo: Prentice-Hall, 2002

    CONHECIMENTOS ESPECFICOS: TCNICO EM MEIO AMBIENTE

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: Proteo e preservao ambientais; Recuperao de reas erodidas, de matas ciliares, de nascentes; Preveno e combate a incndios florestais; Reflorestamento e paisagismo; Produo de mudas poder de germinao; Controle e manejo de fauna silvestre; Qualidade da gua;

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    Monitoramento de recurso hdricos; Estudo de Solos.

    SUGESTO BIBLIOGRFICA:

    AGRA FILHO, Severino Soares. Os estudos de impactos ambientais no Brasil: uma anlise de sua efetividade. 1993. 95 p.

    CUNHA, Sandra Baptista da; GUERRA, Antnio Jos Teixeira. Avaliao e percia ambiental. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. 261p.

    DIAS, Edna Cardozo. Manual de Crimes Ambientais. Belo Horizonte: Melhoramentos, 1999. FASCCULOS DA EMATER E EMBRAPA IEF. LISTA VERMELHA DAS ESPCIES AMEAADAS DE EXTINO DA FLORA DE MINAS

    GERAIS. Fundao Biodiversitas Fundao Zo Botnica de Belo Horizonte, Belo Horizonte, 2000. SILVA, Lauro Leal da. Ecologia: Manejo de reas silvestres. Santa Maria: MMA, FUMA, FATEC, 1996. TAUK, Samia Maria; GOBBI, Nivar; FOWLER, Harold Gordon. Anlise ambietal: uma viso

    multidisciplinar. 2 ed. Rer. e Ampl. So Paulo: UNESP, 1995. 206 p. TAUK - TORNISIELO, Smia Maria. Anlise ambiental: estratgias e aes. So Paulo: T. A. Queiroz,

    1995. 381p. VERNIER, Jacques. O Meio Ambiente. 4 edio, So Paulo: Papirus, 2000.

    MDIO - MAGISTRIO

    PROGRAMA: LNGUA PORTUGUESA 1. Leitura e interpretao de textos. 2. Literatura. 3. Conhecimentos Lingusticos:

    Fontica: Fonemas: encontros voclicos, classificao das vogais, encontros consonantais, dgrafos. Slaba: classificao, diviso silbica, acentuao tnica, classificao quanto ao acento tnico. Ortografia: alfabeto, acentuao grfica, emprego do hfen; apstrofo, pontuao.

    Morfologia: Estrutura das palavras: raiz, radical, tema, afixos, desinncias, vogal temtica, vogais e consoantes de

    ligao, palavras primitivas e derivadas, palavras simples e compostas. Formao das palavras: derivao, composio, reduo e hibridismo. Prefixos Sufixos Classificao das Palavras:

    Substantivo Artigo Adjetivo Numeral Pronome Verbo Advrbio Preposio: emprego da crase. Conjuno

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    Interjeio Formas variantes

    Semntica: Significao das Palavras: sinnimos, antnimos, homnimos e parnimos.

    Sintaxe: Anlise sinttica: frase, orao, ncleo de um termo, perodo. Termos essenciais da orao: sujeito, tipos de predicado, predicao verbal e sua classificao,

    predicativo. Termos integrantes da orao: objeto direto, objeto indireto, agente da passiva. Termos acessrios da orao: adjunto adnominal, adjunto adverbial, aposto, vocativo. Perodo composto; oraes coordenadas; oraes principais e subordinadas; oraes subordinadas

    substantivas, adjetivas, adverbiais; oraes reduzidas. Sintaxe de Concordncia: concordncia nominal e concordncia verbal. Sintaxe de Regncia: regncia verbal e regncia nominal. Sintaxe de Colocao: prclise, mesclise, nclise.

    Estilstica: Figuras de Linguagem:

    Figuras de palavras: metfora, metonmia, perfrase. Figuras de construo: pleonasmo, inverso, onomatopia, polissndeto, elipse. Figuras de pensamentos: eufemismo, ironia, personificao, apstrofe, hiprbole.

    Vcios de linguagem MATEMTICA

    Nmeros Naturais:

    Sistema de Numerao Operaes com Nmeros Naturais: propriedades da adio e da multiplicao com nmeros naturais. Nmeros Primos e Nmeros Compostos. Mltiplos e Divisores. MMC e MDC

    Nmeros Inteiros:

    Operaes com Nmeros Inteiros: propriedades da adio e da multiplicao com nmeros inteiros. Nmeros Fracionrios:

    Operaes com Nmeros Fracionrios: propriedades da adio e da multiplicao com nmeros fracionrios.

    A Frao Decimal: o nmero decimal. lgebra:

    Conjuntos: Noes, representao, unitrios, vazio, iguais, universo, smbolos, operaes, elementos, intervalos.

    Funes: Par ordenado, produto cartesiano, linguagem, domnio de uma funo real de varivel real, grfico, anlise de grficos, bijetora, inversas e compostas.

    Funo do 1 Grau: Constante, sinal, inequaes do 1 grau. Funo do 2 Grau: Grfico, vrtice da parbola, razes, sinal, inequaes do 2 Grau. Funo Modular: Equaes, inequaes. Funo Exponencial: Conceito, grfico, equaes e inequaes. Funo Logartmica: Definio, propriedades, sistemas, propriedades dos logaritmos de mesma base,

    mudana de base, funo, inequaes. Noes sobre Matemtica Financeira: Porcentagem, juros simples e composto. Progresses aritmticas. Progresses geomtricas. Matrizes: Representao algbrica, matriz quadrada, diagonal principal e secundria, matriz unidade

    ou identidade, transposta, igualdade, operaes e inversa. Determinantes. Anlise Combinatria. Teoria das Probabilidades: Espao amostral, eventos, unio de dois eventos, condicional, evento

    complementar. Limites. Derivadas. Nmeros Complexos.

    Geometria: Geometria Plana.

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    rea das Figuras Geomtricas. Os Slidos Geomtricos.

    Geometria Analtica Plana: Introduo: Sistema cartesiano ortogonal, distncia entre dois pontos no plano, ponto mdio de um

    segmento. Estudo da Reta: Condio de alinhamento de trs pontos, inclinao e coeficiente angular de uma reta,

    equao da reta, paralelismo, interseco, perpendicularismo. Estudo da Circunferncia.

    CONHECIMENTOS GERAIS

    Nosso Municpio: Aspectos polticos, sociais, econmicos, histricos e culturais. Atualidades Brasileiras. Atualidades Mundiais. Bibliografia: Imprensa escrita, falada e televisiva.

    CONHECIMENTOS ESPECFICOS: PROFESSOR DE 1 AO 5 ANO

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: Leitura, Escrita e Processos de Aprendizagem na Alfabetizao (Diferentes concepes de alfabetizao,

    Relao entre alfabetizao e Letramento, Analfabetismo funcional, ndices de analfabetismo no Brasil e no mundo, Importncia da alfabetizao e do sucesso escolar na vida das pessoas, Estratgias de leitura, Procedimentos que os no alfabetizados utilizam para Ler/aprender a ler, Procedimentos que os no-alfabetizados utilizam para interpretar a prpria escrita, Evoluo das idias dos no leitores sobre a leitura, Evoluo das hipteses sobre a escrita alfabtica, Papel da memria na aprendizagem de um contedo conceitual complexo como o sistema alfabtico de escrita);

    A Educao Pblica como instrumento de incluso social; Os Colegiados Escolares (composio, atribuies e participao dos segmentos); O Projeto Poltico Pedaggico da Escola (caracterizao, elaborao e execuo); O Trabalho Escolar e o Processo Educacional: o desenvolvimento da aprendizagem enquanto

    instrumento de incluso; A Organizao Curricular compromissada com a aquisio de competncias e habilidades; A Interdisciplinaridade e Contextualizao dos Currculos; Os Processos de Avaliao da Aprendizagem; A Organizao dos Tempos e dos Espaos Escolares; A relao da escola com a famlia (a transformao na estrutura familiar e suas repercusses no processo

    educativo e nas funes da escola e a articulao escola/famlia no processo educativo); As Diretrizes e Bases da Educao Nacional (Lei n 9394/96 - anlise do seu significado para a

    educao brasileira). SUGESTO BIBLIOGRFICA:

    PCN (Parmetros Curriculares Nacionais) do Ensino Fundamental (1 4) Braslia - MEC/SEF. 1977; LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional - Lei n 9394/96; Estatuto da Criana e do Adolescente. Captulo IV do Direito Educao, Cultura, ao Esporte e o Lazer.

    II; Referencial Curricular Nacional para a Educao Infantil. Braslia - MEC/SEF. 1988; MEC/FUNDESCOLA. Guia do Professor: PROFORMAO. 2 edio - Braslia 2001. Mdulo II - Unidade: 01 - Contextualizao a Psicologia / Profissionalizao e Construo da Identidade de

    Professor, Mdulo III - Unidade: 02 - Viver o xito na Escola / Prticas Pedaggicas na Escola e Processo Psicolgico

    no Desenvolvimento e na Aprendizagem / Aspectos scio-culturais no Contexto Escolar / Projetos Escolares;

    PROFA (Programa de Formao de Professores Alfabetizadores) - MEC/SEF. 2001; HOFFMANN, Jussara. Avaliao mediadora: uma prtica em construo da pr-escola universidade. Ed.

    Mediao, Porto Alegre 1993; PERRENOUUD, Philippe. Dez Novas Competncias para Ensinar, Ed. Artmed; SOARES, Magda. Linguagem e Escola: uma perspectiva social. Ed. tica - So Paulo, 1986; GANDIN, Danilo. A Prtica do Planejamento Participativo, Ed. Vozes, Petrpolis, 1994; Livros e revistas atualizadas relativos ao ensino dos contedos especficos das sries iniciais do Ensino

    Fundamental relacionados no programa deste concurso.

  • 21

    SUPERIOR

    PROGRAMA: LNGUA PORTUGUESA 1. Leitura e interpretao de textos; 2. Literatura; 3. Conhecimento Gramatical:

    Fontica: Slaba: diviso silbica, acentuao tnica; Ortopia: prosdia; Ortografia: acentuao grfica, emprego do hfen, pontuao.

    Morfologia: Estrutura das palavras: raiz, radical, tema, afixos, desinncias, vogal temtica, vogais e consoantes de

    ligao, palavras primitivas e derivadas, palavras simples e compostas. Formao das palavras: derivao, composio, reduo e hibridismo. Prefixos Sufixos Classificao das Palavras:

    Substantivo Artigo Adjetivo Numeral Pronome Verbo Advrbio Preposio: emprego da crase. Conjuno Interjeio

    Formas variantes Semntica:

    Significao das Palavras: sinnimos, antnimos, homnimos e parnimos. Sintaxe:

    Anlise sinttica: frase, orao, ncleo de um termo, perodo. Termos essenciais da orao: sujeito, tipos de predicado, predicao verbal e sua classificao,

    predicativo. Termos integrantes da orao: objeto direto, objeto indireto, agente da passiva. Termos acessrios da orao: adjunto adnominal, adjunto adverbial, aposto, vocativo. Perodo composto; oraes coordenadas; oraes principais e subordinadas; oraes subordinadas

    substantivas, adjetivas, adverbiais; oraes reduzidas. Sintaxe de Concordncia: concordncia nominal e concordncia verbal. Sintaxe de Regncia: regncia verbal e regncia nominal. Sintaxe de Colocao: prclise, mesclise, nclise.

    Estilstica: Figuras de Linguagem:

    Figuras de palavras: metfora, metonmia, perfrase. Figuras de construo: pleonasmo, inverso, onomatopia, polissndeto, elipse. Figuras de pensamentos: eufemismo, ironia, personificao, apstrofe, hiprbole.

    Vcios de linguagem

    CONHECIMENTOS GERAIS

    Nosso Municpio: Aspectos polticos, sociais, econmicos, histricos e culturais; Atualidades e Histria Brasileira; Atualidades e Histria Mundiais.

  • 22

    CONHECIMENTOS ESPECFICOS

    Os temas a serem desenvolvidos na prova de Conhecimentos Especficos so aqueles inerentes ao curso que possui o candidato e necessrio ao exerccio da profisso.

    CONHECIMENTOS ESPECFICOS: ASSISTENTE SOCIAL

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: A profisso do Servio Social e sua insero no processo de produo e reproduo das relaes sociais; O debate Terico-Metodolgico do Servio Social; O desenvolvimento de comunidade e o Servio Social: prticas e processos comunitrios; A poltica de sade no Brasil e as organizaes de servios; O Servio Social e a Reforma Sanitria; A pesquisa qualitativa em sade; Estado e sociedade civil: o ECA e a LOAS; Descentralizao, municipalizao: a discusso contempornea; Controle Social: o papel dos Conselhos.

    SUGESTO BIBLIOGRFICA:

    RAICHELES, Raquel. Esfera Pblica e Conselhos de Assistncia Social: Caminhos da Construo

    Democrtica - So Paulo: Cortez. 1998; RIACHELIS, R. Assistncia Social e Esfera Pblica: Os Conselhos no Exerccio do Controle Social In

    Revista Servio Social e Sociedade, N 56, Pg. 77 a 97. So Paulo. Cortez, 1.998; IAMAMOTO, Marilda Vilela e CARVALHO Raul de. Relaes Sociais e Servio Social no Brasil: Esboo

    de uma Interpretao histrico-metodolgica 5 edio - So Paulo.Cortez; CELATS, 1986; BEHRING, Eliane Rossetti e BOSCHETTI, Ivanete. Poltica Social: Fundamentos e Histria - So Paulo:

    Cortez, 2006.; WANDERLEY, M.B. Metamorfoses do Desenvolvimento de Comunidade e Suas Relaes com o Servio

    Social- So Paulo, Cortez, 1993. Cap. III, pg. 125 a 149; MINAYO. M.C. de Souza O Desafio do Conhecimento: Pesquisa Qualitativa em Sade- So Paulo/Rio

    de Janeiro, HUCITEC/ABRASCO, 1.993. Cap. I, Pg. 19 a 89; Conh, A. e Elias P. E. Sade no Brasil: Polticas e Organizaes de Servios - So Paulo, Cortez, 1.996;

    BRAVO, M.I.S.: Servio Social e Reforma Sanitria: Lutas Sociais e Prticas Profissionais- So Paulo, Cortez, 1.996. Cap. I Pg. 25 a 118;

    Caderno ABESS n 3, So Paulo, Cortez, 1.989, 2 Parte, Pg. 99 a 162; SILVA, I.M.F.; Os Conselhos de Sade no Contexto da Transio Democrtica: Um Estudo de Caso In

    Revista Servio Social e Sociedade N 55, Pg. 156 a 174, So Paulo, Cortez, 1.997; VIEIRA, E. O Estado e a Sociedade Civil Perante o ECA e a LOAS In Revista servio Social e Sociedade

    N 56, Pg. 9 a 23. So Paulo, Cortez, 1.998; JOVHELOVITCH, M. O Processo de Descentralizao e Municipalizao no Brasil In Servio Social e

    Sociedade, N 56. Pg. 39 a 50, So Paulo, Cortez, 1.998. PORTARIA 648/GM de 28.03.2006. Aprova a poltica Nacional de Ateno Bsica, estabelecendo a

    reviso de diretrizes e normas para organizao da Ateno Bsica para o Programa de Sade da famlia (PSF) e os Programas Agentes Comunitrios de Sade (PACS);

    PORTARIA 699 de 30.03.2006 Regulamenta a Diretrizes Operacionais dos Pactos Pela Vida e de Gesto. BRASIL Constituio Federal. Artigos 196, 197, 198, 199, 200;

    BRASIL. Constituio Federal. Artigos 196, 197, 198, 199 e 200; BRASIL. Lei n 8.080 de 19.09.1990; BRASIL. Lei n 8.142 de 19.09.1990.

    CONHECIMENTOS ESPECFICOS: ENFERMEIRO

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: Modelos assistenciais em sade; vigilncia em sade, vigilncia sanitria; vigilncia epidemiolgica,

    vigilncia ambiental. Doenas transmissveis e no transmissveis: doenas de interesse para a sade pblica. Fundamentos de Biotica / Cdigo de tica de Enfermagem / Lei do Exerccio Profissional de

    Enfermagem. Gerenciamento da assistncia de enfermagem / Gerenciamento dos servios de sade. Programas de ateno a sade da criana, do adolescente, da mulher, do adulto / idoso / trabalhador,

    sade mental.

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    Programa Nacional de Imunizao: esquema vacinal do Ministrio da Sade; rede de frio. Sistematizao da assistncia em enfermagem. Segurana no ambiente de trabalho. Educao em Sade. Cuidado de enfermagem ao paciente crtico em situaes de urgncia e emergncia. Norma Operacional Bsica do Sistema nico de Sade NOB-SUS/96, podendo ser acessada atravs

    do link: HTTP://siops.datasus.gov.br/Documentacao/NOB%2096.pdf Portaria N 648/GM de 28 de Maro de 2006, podendo ser acessada atravs do link:

    http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2006/GM/GM-648.htm Portaria N 399/GM de 22 de fevereiro de 2006, podendo ser acessada atravs do link:

    http://dtr2001.saude.gov.br/ss/PORTARIAS/Port2006/GM/GM-399.htm Lei 8080 de 19/09/1990, podendo ser acessada atravs do link:

    HTTPS://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8080.htm Lei n 8.142 de 28/12/1990, podendo ser acessada atravs do link:

    HTTPS://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8142.htm Portaria n 154 de 24/01/2008, podendo ser acessada atravs do link:

    http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2008/GM/GM-154.htm Poltica Nacional de Humanizao, podendo ser acessada atravs do link:

    http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/doc_base.pdf SUGESTO BIBLIOGRFICA

    BRASIL. Lei 8080, de 19 desetembrode1990. Dispe sobre as condies para a promoo, proteo e recuperao da sade,organizao e o funcionamento dos servios correspondentes e d providncias. Dirio Oficial Repblica Federativa do Brasil, Braslia, DF, 20 deset. 1990. Seo 1.

    BRASIL. Lei 8142, de 28 de dezembro de 1990. Dispe sobre a participao popular no Sistema nico de Sade e sobre as transferncias intergovernamentais de recursos financeiros na rea da sade e d outras providncias. Dirio Oficial Repblica Federativa do Brasil, Braslia, DF,31 de dez. 1990.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Portaria n 399, de 22 de fevereiro de 2006. Divulga o Pacto pela Sade 2006 - Consolidao do SUS e aprova as Diretrizes Operacionais do Referido Pacto. Dirio Oficial da Unio, Braslia, DF, 23 fev. 2006. Disponvel em: http://dtr2001.saude.gov.br /sas/ PORTARIAS/Port2006/GM/GM-399.htm

    BRASIL. Ministrio da Sade. Manual de Procedimentos para Vacinao. Braslia: Fundao Nacional de Sade. 2001.

    BRASIL. Ministrio da Sade. Manual de Rede de Frio. Braslia, SVS, 2007. BRASIL. Fundao Nacional de Sade. Guia de vigilncia epidemiolgica / Fundao Nacional de Sade.

    5. ed. Braslia : FUNASA, 2007. BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Polticas de Sade. Departamento de Ateno Bsica.

    Cadernos de Ateno Bsica. Diabetes e Hipertenso Arterial. Braslia: MS, 2006. Disponvel em: http://dtr2004.saude.gov.br/dab/docs/publicacoes/cadernos_ab/abcad16.pdf

    BRASIL. Ministrio da Sade. Estatuto da Criana e do Adolescente. Ministrio da Sade. 3. ed. Braslia: Editora do Ministrio da Sade, 2008. 96 p. (Serie E. Legislao de Sade). Disponvel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/estatuto_crianca_adolescente_3 ed.pdf

    BRASIL. Lei n 7.498, de 25 de junho de 1986. Dispe sobre a regulamentao do exerccio da Enfermagem e d outras providncias.

    CASSIANI, S.H.B. Administrao de medicamentos. So Paulo: EPU, 2000. COFEN Resoluo no 240/2000.Aprova o Cdigo de tica dos Profissionais de Enfermagem. JARVIS, C. Exame Fsico e Avaliao de Sade. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. HORTA, Wanda de Aguiar. Processo de enfermagem. So Paulo: EPU, 2006. KUGART, P. Gerenciamento em Enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 2005. MORAES, Mrcia Vilma G. Enfermagem do Trabalho - Programas, procedimentos e tcnicas. Editora

    Itria, 2007. NANDA International. Diagnsticos de enfermagem da NANDA: definies e classificaes. 2007-2008.

    Porto Alegre, Artmed, 2007. PEREIRA, M. G. Epidemiologia: teoria e prtica. Rio de Janeiro, Guanabara-Koogan, 2006. 651 p. PIANUCCI, Ana. Saber cuidar: procedimentos bsicos em enfermagem. 10 ed. So Paulo: SENAC, 2007. POTTER, P.A.; PERRY, A.G. Fundamentos de Enfermagem. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2004. SILVA, L.D. Assistncia ao Paciente Crtico Fundamentos para a Enfermagem, Rio de Janeiro: Cultura

    Mdica, 2001. STARFIELD, B. Ateno Primria: equilbrio entre necessidades de sade, servios e tecnologia. Braslia:

    UNESCO, Ministrio da Sade, 2002.

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    CONHECIMENTOS ESPECFICOS: ESPECIALISATA DA EDUCAO

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: Proposta Pedaggica: da elaborao avaliao; Gesto democrtica da escola pblica; Teorias do currculo; Conselho de classe; Parmetros curriculares nacionais. Princpios e fins da educao nacional; A LDB Lei N. 9.394/96 e a organizao da educao brasileira; Recursos financeiros; Direitos da criao e adolescentes; O papel do pedagogo na escola.

    SUGESTO BIBLIOGRFICA:

    VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Escola: espao do projeto poltico: 6 Ed. So Paulo. Papirus; SILVA, Toms Tadeu da. Documentos de Identidade: uma introduo s teorias do currculo. Belo

    Horizonte: Autntica, 1999; BRASIL, Ministrio da Educao e do Desporto. Parmetros curriculares nacionais: introduo aos

    parmetros curriculares nacionais. Braslia: Secretaria de Ensino Fundamental, 1997; LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional - Lei n 9394/96;

    CONHECIMENTOS ESPECFICOS: FARMACUTICO/BIOQUMICO

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: Conceito, objetivos e atribuies da Farmcia Hospitalar e Drogaria; Requisitos tcnico e exigncias legais para instalao, licenciamento e funcionamento da Farmcia

    Hospitalar e Drogaria ; Seleo e padronizao de medicamentos e correlatos; Gesto de estoque Curva ABC Parmetros de identificao dos medicamentos para o controle de

    estoque; Armazenamento de medicamentos e correlatos exigncias legais, normas tcnicas e funcionais.

    Sistemas de dispensao de medicamentos; Farmcia hospitalar e controle de infeces hospitalares; Germicidas de uso hospitalar: formulaes, preparo e emprego; Atuao da farmcia hospitalar no suporte nutricional; Manuseio, preparo e dispensao de medicamentos cisttticos; Qumica farmacutica: volumetria de neutralizao e de oxi-reduo Clculos para determinao de concentrao em preparao farmacuticas; Conhecimento quanto origem, qumica, atividade farmacolgica, aos mecanismos de ao, ao

    emprego teraputico e toxidade dos medicamentos, necessria ao desenvolvimento da assistncia farmacutica;

    Farmacologia da dor e da inflamao; Farmacologia do sistema respiratrio; Farmacologias do sistema digestivo; Farmacologia da Reproduo; Farmacologia dos processos infecciosos; Controle de qualidade de medicamentos Ensaios fsico-qumico, biolgicos e microbiolgicos.

    Interpretao de certificados de anlise de controle de qualidade de medicamentos; Estabilidade de medicamentos; Farmacotcnica das preparaes slidas e lquidas, para uso oral e para uso externo; Formas farmacuticas slidas, lquidas, cremes, pomadas e preparaes estreis: conceito, importncia,

    fabricao e acondicionamento; Farmacologia; Frmacos que atuam no sistema nervoso autnomo, central e perifrico; Frmacos que atuam no sistema cardiovascular antimicrobianos interaes medicamentosas; Hematologia Clnica: Tcnicas Gerais; Obtena e preparo das amostras; Controle de qualidade em

    hematologia; Tcnicas/interpretaes bsicas de exames de srie vermelha: Eritograma; Tcnicas/interpretaes bsicas de exames de srie branca: Leucograma; Tcnicas e interpretaes bsicas de exames de coagulograma;

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    Bioqumica clnica: Tcnicas gerais; Obteno e preparo das amostras; Fundamentos bsicos de fotometria; Controle de qualidade em hematologia;

    Carboidratos: mtodos laboratoriais e interpretao clnica; Nitrogenados no proticos: mtodos laboratoriais e interpretao clnica; Lpides: mtodos laboratoriais e interpretao clnica; Uroanlise; Fisiologia Renal: Obteno de amostras; Exame Fsico, qumico e microscpico; controle de qualidade

    em uroanlise; Fludo Cerebrospinal (lquido): Formao e fisiologia; Colheita da amostra; Lqua no setor de

    hematologia; Lqua no setor de bioqumica; Lqua no setor de microbiologia; Lqua no setor de sorologia;

    Imunologia Clnica: Tcnicas bsicas e interpretao de exames imunohematolgicos:ABO, RH, DY, Coombs direto e indireto; tcnicas bsicas e interpretao de exames sorolgicos: AED, PCR, Fator Reumatide, VDRH. Tcnicas imunolgicas especiais, Imunofluerescncia, Radio-imunoensaio, Elisa;

    Parasitologia Clnica: Patogenia, sintomatologia, epidemiologia e profilaxia das parasitoses humanas (ascaridase, tenase, cisticercose, amebase, estrogilodase, ancelostomose, enterobiose, malria, toxoplasmose, leishmaniose e doenas de Chagas); Fundamento e interpretao das tcnicas utilizadas no diagnstico das parasitoses humanas relacionadas no item anterior;

    Bacteriologia clnica: Esterilizao e desinfeco; Obteno de amostras; corantes e mtodos de colorao; Bacteriologia do sist. Respiratrio (pneumonias, difteria, tuberculose); Bacteriologia das doenas venreas; Bacteriologia das meningites; Bacteriologia do sistema urinrio (infeces urinrias); Hemocultura; Coprocultura; Atuao do laboratrio no controle da infeco hospitalar;

    Polticas de Sade no Brasil: Histria e Organizao Atual. SUGESTO BIBLIOGRFICA:

    CARVALHO, E.B. de . Manual de suporte nutricional; Farmacopia Brasileira. 3 ed., Organizao Andrei Editora; Farmacopia Brasileira. 4 ed., So Paulo: Ateneu; GOODMAN, L.S. & GILMAN A.G. AS bases farmacolgicas da teraputica. Rio de Janeiro: Guanabara

    Koogan; HANSTEN,P.D. Interaes medicamentosas. Rio de Janeiro; Ateneu; Informacio de Medicamentos OMS USP DI,Vol. I e II; KATZUNG, B.G. Farmacologia Bsica & Clnica. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998; KOROLKOVAS. A qumica farmacutica. Rio de Janeiro: Guanabara Dois; MANUAL DE INFECES HOSPITALARES: PREVENO E CONTROLE. Comisso de Controle

    Hospitalar do Hosptal das Clnicas da UFMG; PRISTA, L.N. Tecnologia farmacutica e farmcia galnica; Legislao: Lei 5.991, de 17/12/73; Resoluo 288/96 Conselho Federal de Farmcia; Resoluo 290/96, de 26/04/96 Conselho Federal de Farmcia Aprova o Cdigo de tica Farmacutica. Portaria 272, de 08/04/98 Secretaria de Vigilncia Sanitria do Ministrio da Sade; Portaria 2.616 de 12/05/98 Ministrio da Sade. Portaria 344 de 12/05/98 Agncia Nacional de

    Vigilncia Sanitria. Decreto 3.181 de 23/09/99. Resoluo 391, de 09/08/99 Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria

    CONHECIMENTOS ESPECFICOS: FISIOTERAPEUTA

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: Mtodos e tcnicas de avaliao, tratamento e procedimentos em fisioterapia; Provas de funo muscular; Cinesiologia e Biomecnica; Anlise da marcha; Exerccios teraputicos e treinamento funcional, Indicao, contra-indicao, tcnicas e eitos fisiolgicos

    da hidroterapia, massoterapia, mecanoterapia, crioterapia, eletroterapia, termoterapia superficial e profunda;

    Prescrio e treinamento de rteses e prteses; Anatomia, fisiologia, fisiologia do exerccio e fisiopatologia, semiologia e procedimentos fisioterpicos

    nas reas: neurolgicas e neuropeditricas; ortopedia e traumatologia; cardiologia; pneumologia; ginecologia e obstetrcia;

    Geriatria: fisioterapia preventiva, curativa e reabilitadora.

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    SUGESTO BIBLIOGRFICA:

    DOWNIE, Patrcia A CASH Neurologia para Fisioteraputicas. 4 Ed., So Paulo, 1987, Editorial Mdica Panamericana;

    KAPANDJI, I. A Fisiologia Articular. 4 Ed., So Paulo, 1980, ed. Manole; KISNER, Carolyn. Exerccios Teraputicos, Fundamentos e Tcnicas. 1 Ed., So Paulo, 1987. Ed. Manole; LEHMANN, STILLWELL, KOTTKE. Krusen Tratado de Medicina Fsica e Reabilitao. 3 Ed., So

    Paulo, 1984. Ed. Manole; LEHMKUHL, L. Don, Cinesiologia Clnica de Brunnstrom, 4 Ed., So Paulo, 1987. Ed. Manole; MACHADO, ngelo. Neuroanatomia Funcional. Rio-So Paulo, 1981. Livraria Atheneu; OSULLIVAN, Susan b. Fisioterapia. Tratamento, Procedimentos e Avaliao. 1 Ed., So Paulo, 1993. Ed.

    Manole; PALMER, TOMS. Treinamento Funcional dos Deficientes Fsicos. 2 Ed., So Paulo, 1988. Ed. Manole; WEST, John B. Fisiologia Respiratria Moderna. So Paulo, 1986. Ed. Manole. LIANZA, Srgio, Medicina de Reabilitao. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1985. AZEREDO, Carlos Alberto. Fisioterapia Respiratria. So Paulo, Panamedi. 1984. COTTA, H. Heitertz, W. e Teirich Leubre. Tratado de Reabilitacion. 3 Ed., Barcelona, Labar, 1977.

    Fisioterapia Neurolgica. Darcy ann Umphred. 2 Ed. 1994. Editora Manole; PATRCIA, Davies Passos a Seguir. Manual para o tratamento da Hemiplegia no Adulto. 1996. Editora

    Manole. PETER, Duus Diagnstico Topogrfico em Neurologia. 4 Ed. 1989. Editora Cultura Mdica; BLAUDINE, Calais, Germain, Andr Lamotte Anatomia para o Movimento. Volume 1 e 2. 1992. Editora

    Manole; MARICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Manual para Teste de Esforo e Prescrio de Exerccio.

    4 ed. Rio de Janeiro. RJ: Editora Revinter Ltda., 1995. CONHECIMENTOS ESPECFICOS: MDICO CLNICO GERAL

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: Propedutica cardiolgica; insuficincia cardaca congestiva; valvopatias; Febre reumtica; Arritmias cardacas; Insuficincia respiratria; pneumonias; supuraes pulmonares; Doenas da pleura; Asma; Diabetes mellitus; Dislipidemias; Erros inatos do metabolismo; Glomerulopatias; Diarrias agudas; Hepatites virais; Cirrose; Pancreatite; Parasitoses intestinais, Sndrome de m absoro; Hrnia de hiato; Abdmen agudo; Artrite reumatide; Gota; Esclerodermia; Traumatismo crnio enceflico; Distrbios extrapiramidais; Leso de nervos cranianos; Sndrome de compresso medular; sndrome de desmielinizao; Alcoolismo; Hipertenso intracraniana; Doenas sexualmente transmissveis; Doenas exantemticas; neuroviroses; Toxoplasmose; Caxumba; Difteria; Clera; Antimicrobianos;

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    Imunizaes; Vigilncia epidemiolgica; Psitacose; piodermites; Hansenase; Dermatoviroses; Micoses; Psorase, doena do soro; Rinite alrgica; Urticria; Choque anafiltico; Avitaminoses; Afogamentos; Intoxicaes, Overdose; Leses por eletricidade; Plaquetoses; Embolia area; Hemetopoiese; Acidentes ofdicos; Hipercalcemia; Doena hipertensiva especfica da gravidez. SADE PBLICA seus conceitos e normas.

    SUGESTO BIBLIOGRFICA:

    BRASIL- Constituio federal. Artigos 196, 197, 198, 199 e 200; BRASIL- Lei 8142, de 28 de dezembro de l990; BRASIL- Lei 8080, de 19 de setembro de 1990; PORTARIA 648/GM de 28 de maro de 2006. Aprova a Poltica Nacional de Ateno Bsica,

    estabelecendo a reviso de diretrizes e normas para a organizao da Ateno Bsica para o programa de Sade da Famlia (PSF) e o Programa Agentes Comunitrios de Sade (PACS)

    PORTARIA 699/GM de 30 de Maro de 2006 Regulamenta as Diretrizes Operacionais dos Pactos Pela Vida e de Gesto;

    MINISTRIO DA SADE Manual de Norma de Vacinao -; MENDES, Eugenio Vilaa. Uma Agenda para Sade. So Paulo. Editora Hucitec; DUNCAN, Bruce B. et. Al. Medicina Ambulatorial: Condutas Clnicas em Ateno Primria. Porto Alegre Editora Artes Mdicas. Bibliografia prpria de cada especialidade.

    CONHECIMENTOS ESPECFICOS: NUTRICIONISTA

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso:

    Nutrio bsica: propriedade dos compostos orgnicos; composio, funo, digesto, absoro, metabolismo, eliminao, fontes, recomendaes, problemas relacionados carncia e ao excesso dos nutrientes; carboidratos; lipdios; protenas; vitaminas; minerais; gua, eletrlitos e equilbrio cido-base; sistema disgestrio, excretor, circulatrio, nervoso, respiratrio; energia para manuteno dos processo vitais;

    Nutrio e diettica: nutrio nas diversas faixas etrias: pr-escolar, escolar, adolescncia, na idade adulta e velhice; interao: drogas x nutrientes; biodisponibilidade de nutrientes;

    Planejamento de refeies: previso, aquisio e armazenamento de alimentos; objetivo do planejamento, fatores que afetam o planejamento e pores de alimentos; tipos de refeies; planejamento e execuo de cardpios; hbitos alimentares; programas de alimentao no Brasil; modismos alimentares; alimentao alternativa;

    Puericultura: nutrio na gravidez e lactao; alimentao (aleitamento materno e artificial, outras refeies);

    Nutrio e sade pblica; Dietoterapia e cuidados nutricionais nas enfermidades: aparelho digestivo e glndulas anexas; diabetes

    MELLITUS e glndulas endcrinas; doenas cardiovasculares, do sangue e rgos hematopoiticos; nutrio nas doenas renais; alergias e intolerncia alimentar; nutrio em cirurgia, traumas ou queimaduras; erros inatos do metabolismo; desnutrio: Kwashior Kor e marasmo.

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    SUGESTO BIBLIOGRFICA:

    Mahan, L. K. de Arlin, M.T. Ckrause/alimentos, Nutrio e Dietoterapia 9 ed. So Paulo: Roca, 1998; Gouveia, Enilda L.C. /Nutrio, Sade e Comunidade. Rio de Janeiro, Remiter; Dutra de Oliveira, I. E & Marchini, J.S. Cincias Nutricionais, So Paulo, Samier, 1998; Chaves, N. Nutrio Bsica e Aplicada. Rio de Janeiro, Guanabara, Koogan; Franco Guilherme, Tabela de Composio Qumica dos Alimentos. So Paulo, Rio de Janeiro, Atheneu; Crespin, Jacques, Puericultura. Cincia, Arte e Amor. So Paulo, Fundo Editora BYK 1992;Ornellas, L.

    /tcnica Diettica. So Paulo, Atheneu. PORTARIA 648/GM de 28.03.2006. Aprova a poltica Nacional de Ateno Bsica, estabelecendo a

    reviso de diretrizes e normas para organizao da Ateno Bsica para o Programa de Sade da famlia (PSF) e os Programas Agentes Comunitrios de Sade (PACS);

    PORTARIA 699 de 30.03.2006 Regulamenta a Diretrizes Operacionais dos Pactos Pela Vida e de Gesto. BRASIL Constituio Federal. Artigos 196, 197, 198, 199, 200;

    BRASIL. Constituio Federal. Artigos 196,197, 198, 199 e 200; BRASIL. Lei n 8.080 de 19.09.1990; BRASIL. Lei n 8.142 de 19.09.1990;

    CONHECIMENTOS ESPECFICOS: PROFESSOR DE CINCIAS

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso:

    Concepes do ensino de Cincias; Metodologia do ensino de Cincias: compreendendo o papel das atividades no ensino de Cincias; O professor no ensino de Cincias; Educao ambiental: cidadania ecolgica, autonomia e autogesto; Ecologia urbana, economia poltica do meio ambiente. Origem da terra e da vida, evoluo; Estudo do ambiente: atmosfera, hidrosfera, litosfera. Seres vivos: caractersticas gerais; Reinos de seres vivos: caractersticas bsicas; representantes; Ecologia. Funes do organismo; Nutrio: digesto, respirao, circulao e excreo. Relao: locomoo e rgos dos sentidos; Reproduo; Coordenao: nervoso e hormonal; Preservao da sade; Hereditariedade: conceitos bsicos de Gentica, primeira lei de Mendel, alelos mltiplos, Engenharia

    Gentica. Matria e energia; Estrutura atmica da matria estrutura do tomo; Elementos qumicos: classificao peridica, ligaes qumicas, funes qumicas (cidos, bases, sais e

    xidos), substncias, misturas e mtodos de separao de misturas. Noes de Fsica: mecnica (Cinemtica e Dinmica).

    SUGESTO BIBLIOGRFICA:

    Proposta Curricular de Cincias da Rede Municipal de Ensino 1 a 8 sries; MINC, Carlos. Ecologia e cidadania. So Paulo. Editora Moderna, 2000; BARROS, Carlos. Cincias 5 a 8 sries. So Paulo. tica, 2001; CSAR E SZAR. Biologia volume nico. So Paulo. Saraiva; AMABIS, Jos Mariano e MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia. Vol. 1 2 e 3 ed. Moderna, So Paulo,

    2000. CONHECIMENTOS ESPECFICOS: PROFESSOR DE EDUCAO FSICA

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: A legalidade e a legitimidade da Educao Fsica escolar. Cultura corporal e Educao Fsica escolar. As dimenses scio-culturais do esporte. O esporte nas aulas de Educao Fsica. A Educao Fsica na Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional. As teorias da Educao Fsica escolar. Polticas educacionais para a Educao Fsica escolar. A construo do conhecimento na Educao Fsica escolar. A prtica pedaggica dos professores de Educao Fsica na Educao Bsica.

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    A formao dos professores de Educao Fsica para a Educao Bsica. SUGESTO BIBLIOGRFICA:

    BRACHT, Valter. Sociologia crtica do esporte: uma introduo. Vitria: UFES, Centro de Educao

    Fsica e Desporto, 1997. BRACHT, Valter; SOFISTE, Ana F.; PIRES, Rosely; GARCIA, Sabrina P. A prtica pedaggica em

    Educao Fsica: a mudana a partir da pesquisa-ao. Revista Brasileira de Cincias do Esporte, Campinas/SP, v. 23, n. 2, p. 9-29, 2002.

    BRASIL. Congresso Nacional. Diretrizes e Bases da Educao Nacional. Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996.

    CASTELANI FILHO, Lino. Poltica Educacional e Educao Fsica. Campinas: Autores Associados, 1998.

    CAPARROZ, Francisco Eduardo. Entre a Educao Fsica na escola e a Educao Fsica da escola. 3 ed. Campinas: Autores Associados, 2008.

    CELANTE, Adriano. Educao Fsica e cultura corporal: uma experincia de interveno pedaggica no ensino mdio. 2000. Dissertao (Mestrado em Educao Fsica) Faculdade de Educao Fsica, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2000. Disponvel: http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000215991

    COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do Ensino de Educao Fsica. So Paulo: Cortez. 1992. DAOLIO, Jocimar. A Ruptura Natureza/Cultura na Educao Fsica. In: DE MRACO, Ademir (Org.).

    Pensando a Educao Motora. Campinas: Papirus, 1995, p. 59-68. HILDEBRANDT, R & LAGING, R. Concepces abertas no ensino da Educao Fsica. Rio de Janeiro: Ao

    Livro Tcnico, 1986. GNTHER< Ceclia C.; MOLINA NETO, Vicente. Formao permanente de professores de Educao

    Fsica na Rede Municipal de Ensino de Porto Alegre: uma abordagem etnogrfica. Rev. Paul. Educ. Fs., So Paulo, v. 14, n. 1, p.85-91, 2000.

    KISCHIMOTO, Tizuco Morchida. Jogos Tradicionais Infantis: o jogo a criana e a educao. Petrpolis, RJ: Vozes, 1993.

    KUNZ, Elenor. Transformao didtico-pedaggica do esporte. Iju, RS: Uniju, 2000. MINAS GERAIS. Secretaria Estadual de Educao de Minas Gerais. CBC da Educao Fsica.

    Disponvel em http://crv.educacao.mg.gov.br/sistema_crv/minicursos/ed_%20fisica_ef/capa_eixos.htm MOLINA, Rosane K.; MOLINA NETO, Vicente. Diretrizes e prticas docentes na Rede Municipal de

    Ensino de Porto Alegre: um estudo de caso longitudinal. CADERNOS ANPAE, v. 4, p. 393-404, 2007. SOARES, Carmem Lcia. Educao Fsica Escolar: conhecimento e especificidade. In: Revista Paulista

    de Educao Fsica, So Paulo, supl. 2, p. 6-12, 1996. VELOZO, Emerson Lus. Os saberes nas aulas de Educao Fsica escolar: uma viso a partir da escola

    pblica. 2004. Dissertao (Mestrado em Educao Fsica) Faculdade de Educao Fsica, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2004. Disponvel: http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000328883

    CONHECIMENTOS ESPECFICOS: PROFESSOR DE INGLS:

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: Verbo to be. Verbo to have; Verbo there to be. Greetings; Pronomes pessoais (retos e oblquos), demonstrativos, possessivos, relativos; Plural dos substantivos (regular e irregular); Imperativo (afirmativo e negativo); Artigo (definido e indefinido); Tempos verbais: simple present, present continuous, simple past, immediate future, paste continuous,

    simple future, presente perfect, conditional; Interrogativa e negativa com DO, DOES, e DID; Palavras interrogativas: HOW OLD, WHO, WHAT, HOW, WHERE, WHY, WHEN, HOW MANY,

    HOW MUCH; Nmeros cardinais e ordinais; Preposies: IN, ON, AT, TO, FROM, AMONG, BETWEEN, BY, BESIDE, WITH, FOR, UNDER,

    BEHIND, IN FRONT OF. MANY, MUCH, FEW, LITTLE, SOME, ANY. Genitive case: WHOSE; Verbos regulares e irregulares; Comparativo e superlativo; Modal verbs: CAN, COULD, MAY, MIGHT, MUST, HAVETO, SHOULD. Advrbios: tempo, modo,

    lugar, negao, afirmao, dvida e freqncia. ALSO, TOO, EITHER, NEITHER. Question-tag.

  • 30

    Vocabulrio bsico: cores, famlia, partes do corpo, pases e nacionalidades, adjetivos, roupas. SUGESTO BIBLIOGRFICA

    NEW DYNAMIC ENGLISH Bertolin e Siqueira. Editora IBEP 5 a 8 serie. A NEW TIME FOR ENGLISH Amadeu Marques. Editora tica. 5 a 8 srie; LETS SPEAK ENGLISH Luciane Cassela de Figueiredo e Marlia de Figueiredo Silveira. Editora tica.

    5 a 8 srie; PRACTIAL ENGLISH COURSE Edgar Laporta, companhia Editora Nacional; NICE TO MEET YOU Vernica Pakrauskas Ttis, Shiniti Sakuragui e John Andrew Speeden. Editora

    Atual; PASSWORD, READ AND LEARN Amadeu marques, ktia Tavaros e Susana Preston. Editora tica.

    CONHECIMENTOS ESPECIFICOS: PROFESSOR DE PORTUGUS

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: Texto: compreenso, vocabulrio, crtica; Morfologia: Substantivo, adjetivo, artigo, pronome, numeral, verbo, advrbio, interjeio, preposio,

    conjuno; Sintaxe: frase, perodo, orao; Oraes: termos essenciais: classificao sujeito, predicado; Termos integrantes: objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, agente da passiva; Termos acessrios: adjunto adnominal, adjunto adverbial, aposto; Vocativo; Tipos de perodo; Tipos de orao: orao principal, coordenada, subordinada; Pontuao; Concordncias verbal e nominal; Ortografia.

    SUGESTO BIBLIOGRFICA:

    Livros didticos do ensino mdio (1 2 e 3 anos do 2 grau); Cegalla, Domingos Paschoal. Novssima Gramtica. So Paulo: Editora Nacional. Infante Ulisses. Curso de Gramtica Aplicada aos Textos. So Paulo: Editora Scipione; Savioli, Francisco Plato. Gramtica em 44 lies. So Paulo: Editora tica.

    CONHECIMENTOS ESPECFICOS: PSICLOGO

    Conhecimentos Bsicos para o exerccio da profisso: O atendimento psicolgico na Sade Pblica; Definio de Sade Pblica; Prticas autoritrias no Sistema de Sade Pblica; Atuao cientfica na Sade Pblica; Conceito de sade e de doena na Sade Pblica; Definio de dor; Distino entre a dor privada e a dor pblica; Definio de cura psicolgica, a cura e a cura mgica; As estruturas do sujeito, as manifestaes da estrutura; Sintomas e estrutura; Estrutura histrica (neurose); Estrutura perversa; Estrutura psictica; O conceito de angstia, Angstia e as duas tpicas freudianas; Angstia e real; Os mecanismos de defesa: Conceito de Defesa; Mecanismos esquizides; Mecanismos manacos; Psicopatologia dos sintomas psquicos mais habituais em clnica, Psicopatologia dos transtornos do

    sono;

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    Psicopatologia dos transtornos de alimentao; Psicopatologia dos transtornos da percepo; Psicopatologia dos transtornos da conduta; A transferncia, A transferncia como repetio; A transferncia como resistncia; A transferncia como sugesto; A contratransferncia; O suposto saber; O lugar do analista; A psicoterapia e a transferncia; A Interpretao: Conceitos em psicanlise e psicoterapia; A interveno; O ato como interpretao; A interpretao e o significante; As regras bsicas e os limites da psicoterapia, A natureza e funo das regras bsicas; Os contratos teraputicos fixos e alterados; O setting; O primeiro contato: a quem tratar; Manejo das regaras bsica; Aspectos gerais: Duas dimenses clnicas: sintoma e fantasia; A direo do tratamento; Psicodiagnstico diferencial; Entrevistas Preliminares. Aspectos gerais: Duas dimenses clnica: sintoma e fantasia; A direo do

    tratamento; Psicodiagnstico diferencial; Entrevistas Preliminares; Aspecto tico: Objeto da tica, Problemas morais e problemas ticos; A essncia da moral; Doutrinas ticas fundamentais.

    SUGESTO BIBLIOGRFICA:

    Scliar, N. Do Mgico ao Social.ed; Dnart LFD y Leal. Doena, sofrimento e perturbao. Perspectivas Etnogrficas. Editora Fiocruz; Sheeffer, Ruth. Aconselhamento Psicolgico. Editora fundo de Cultura; Langes, Robert. As bases da Psicoterapia. Artes Mdicas; Walman B. Benjamim. A Tcnica Freudiana. Imago. Acto e Interpretacion. Ediciones Manantial; Lacan Jacques. Livro I. A tica da Psicanlise; Jorge Zahar Editores. Lacan, Jacques. Escritos 1 e 2. Siglo Veitiuno Editores; Vazquez, Sanches A. tica. Civilizao Brasileira; Dor, Joil. Estrutura e Clnica Psicanaltica; Taurus Editora. Lippi e outras. Depresso na Infncia. Editor Jos R. Lippi; Kusnetzoff C. Juan. Introduo a Psicopatologia Psicanalitica. Editora Nova Fonteira; Didier Weill. Lacan e a Clnica Psicanaltica. Editora contra Capa; Lebovivi, S. Soul M. O conhecimento da criana pela Psicanlise; Zahar. Editores. Soiffer, Raquel. Psiquiatria Infantil Operativa. Volumes I e II. Editora Artes Mdicas; Kalina, Eduardo Francisco Alves. Psicoterapia de Adolescentes; Miller Jacques Alain. Percurso de Lacan. Jorge Zahar Editores; Schilder, Paul. Tratado de Psicoterapia. Biblioteca Del Hombre Contemporneo; Bleger, Jos. Temas de Psicologia. Editora Martins Fontes.

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    ANEXO II

    Atribuies dos Cargos

    Auxiliar de Servios Gerais

    Receber, relacionar e entregar processos, cartas, telegramas, fax, guias e documentos diversos em setores de trabalho, domiclios, bancos, correio e estabelecimentos comerciais, colhendo recibo, quando necessrio; Distribuir e recolher folhas de presena; Atender a telefonemas, receber recados e prestar ao pblico, informaes simples; Pesar, selar e expedir correspondncia e pequenos volumes; Auxiliar na mudana de mveis e utenslios; Fazer e servir caf nos setores de trabalho e preparar lanches; Lavar e lubrificar os veculos e mquinas pesadas da Prefeitura; Varrer e limpar os prdios pblicos municipais; Executar trabalhos braais relacionados com reparos de diversos tipos de pneus e cmaras de veculos e mquinas; Executar tarefas de plantio, poda, coleta de mudas e conservao de parques e jardins municipais; Executar transporte e distribuio de correspondncias, papeis, documentos, bem como servios e outros; Executar servios de limpeza urbana e rural no municpio; Limpar e conservar instalaes sanitrias, portas, vidros, azulejos, ladrilhos e pisos; Auxiliar na embalagem e expedio de medicamentos, impressos e outros materiais; Remover lixos e detritos; Cuidar da cantina; Desempenhar tarefas afins.

    Agente de fiscalizao Sanitria

    Executar trabalhos de fiscalizao de atividades relacionadas vigilncia sanitria; Verificar e orientar o cumprimento de normas e determinaes definidas para a execuo do trabalho.

    Auxiliar Administrativo

    Redigir correspondncia e expedientes de rotina, geralmente padronizados; Examinar processos e papeis avulsos e dar informaes sumrias; Fazer e conferir clculos aritmticos segundo critrios j definidos; Escriturar livros e fichas, e fazer sntese de assuntos; Preencher guias, requisies, conhecimentos e outros impressos; Selecionar, classificar e arquivar documentos; Conferir servios executados na unidade; Fazer pesquisas e levantamentos de dados destinados a instruir processos, organizar quadros demonstrativos, relatrios, balancetes e estudos diversos; Participar de trabalhos relacionados com a organizao de servios de escritrio, que envolvam conhecimento das atribuies da unidade; Executar trabalhos de datilografia e digitao; Atender o pblico em geral; Desempenhar tarefas afins.

    Auxiliar de Laboratrio

    Proceder coleta de material, empregando os meios e instrumentos recomendados para possibilitar os exames requeridos; Executar exames e outros trabalhos de natureza simples, que no exijam interpretao tcnica dos resultados, a fim de obter subsdios para diagnsticos clnicos;

  • 33

    Atribuies dos Cargos

    Auxiliar de Laboratrio

    Auxiliar nas anlises de urina, fezes, escarro, sangue e outros, valendo-se dos seus conhecimentos e seguindo orientao superior, utilizando aparelhagem e reagentes adequados; Registrar e arquivar cpias dos resultados dos exames; Zelar pela assepsia, conservao e recolhimento do material, utilizando autoclaves, estufas e armrios e mantendo o equipamento em estado funcional, para assegurar os padres de qualidade e funcionalidade requeridos; Orientar e fiscalizar a limpeza das dependncias do laboratrio, especificando tarefas e observando o desempenho das mesmas; Desempenhar tarefas afins.

    Auxiliar de Vigilncia Epidemiolgica

    Executar trabalhos de fiscalizao de atividades relacionadas vigilncia epidemiolgica e controles de vetores patolgicos; Verificar e orientar o cumprimento de normas e determinaes definidas para a execuo do trabalho.

    Tcnico em Informtica

    Fiscalizar os servios e equipamentos de informativa; Orientar, coordenar e controlar atividades relativas a informtica e aplicao da legislao pertinente; Instruir processos informatizados para aperfeioamento da maquina publica; Fazer avaliao dos servios informatizados; Manter e atualizar sistemas de anti-vrus e operacionais quando for o caso; Elaborar boletins de atividades de produo e relatrios sobre ocorrncias; Atender e orientar os servidores sobre os trabalhos informatizados; Desempenhar tarefas afins. Orientar, coordenar e controlar atividades relativas aos equipamentos de processamento de dados; Orientar ao servidor pblico usurio de equipamento de informtica a melhor tcnica de uso e conservao dos mesmos; Executar manuteno peridica dos computadores e perifricos; Executar as instalaes de programas e perifricos; Recomendar, quando necessrio o upgrade dos equipamentos; Manter e atualizar fichas de cadastro dos equipamentos e controle de licenas de programas; Elaborar relatrios sobre ocorrncias com os equipamentos e programas; Desempenhar tarefas afins.

    Tcnico em Meio Ambiente

    Realizar trabalhos cientficos e prticos com o objetivo fundamental de descobrir melhores mtodos de defesa do meio ambiente, da fauna, da flora e da sade do homem; Supervisionar e orientar as atividades que racionalizem o uso de recursos renovveis e no renovveis do meio ambiente; Fornecer subsdios sobre estrutura e funcionamento dos sistemas ecolgicos e as decorrncias nos casos de desequilbrio destes sistemas; Opinar, detectar e solucionar problemas referentes a conservao dos recursos; Apontar recursos para diminuir ou impedir os impactos funestos sobre o meio ambiente; Fornecer subsdios para a avaliao de estudo prvio de impacto ambiental e relatrio de impacto ambiental; Identificar reas de relevante interesse ecolgico ARIES e estao ecolgicas e sugerir suas criaes; Promover a educao ambiental e a conscientizao pblica para a preveno, conservao e recuperao do meio ambiente; Planejar e coordenar as atividades de implantao, recuperao e manuteno de parques, praas, reas verdes e verde virio do municpio; Elaborar estudos e executar projetos para recomposio da mata ciliar, implantao de parques, praas, reas verdes, verdes virios e demais logradouros do municpio com a participao da comunidade;

  • 34

    Atribuies dos Cargos

    Tcnico em Meio Ambiente

    Coordenar e programar a arborizao das vias logradouros municipais, atravs de plantios, supresso, podas e replantios, seguindo tcnicos e prticas recomendveis; Participar das estratgias de ocupao de rea livres de loteamento transferidos Prefeitura arborizando- os ou utilizando- as como reas de apoio arborizao; Manter estreito relacionamento com os rgos ligados ao patrimnio histrico, visando a conjuno de esforos para a conservao e manuteno dos monumentos do municpio; Manter estreito relacionamento com os rgos ligados ao patrimnio histrico, visando a conjugao de esforos para a conservao e manuteno dos monumentos do municpio; Manter atualizado o cadastro de parques, praas, reas verdes, verde virio, reas de proteo e arborizao que compem a vegetao do municpio, bem como os equipamentos e monumentos existentes nesses logradouros; Fornecer subsdios e pareceres sobre sua rea de atuao para a elaborao de instrumentos executivos e de controle, em especial sobre sistema de lazer de novos loteamentos; Participar na discusso e interagir na elaborao das proposituras de legislao ambiental, urbanstica, Plano Diretor, Plano Plurianual e matrias correlatas; Executar outras atribuies afins.

    Professor de 1 ao 5 ano

    Participar da elaborao da proposta pedaggica do estabelecimento de ensino; Elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedaggica do estabelecimento; Zelar pela aprendizagem dos alunos; Estabelecer estratgias de recuperao para os alunos de menor rendimento; Ministrar os dias letivos e horas- aula estabelecidos, alm de participar integralmente dos perodos dedicados ao planejamento, avaliao e ao desenvolvimento profissional; Colaborar com as atividades de articulao da escola, com as famlias e a comunidade; Exercer atividades educacionais, no ensino fundamental; Regncia efetiva; Atividade extraclasse, elaborao de programas e planos de trabalho, controle e avaliao do rendimento escolar, recuperao dos alunos, reunies, auto- aperfeioamento, pesquisa educacional e cooperao, no mbito da escola, para aprimoramento tanto do processo ensino- aprendizagem, como da ao educacional e participao ativa na vida comunitria da escola.

    Assistente Social

    Orientar as atividades de pequeno grupo de auxiliares, que executam trabalho variado de assistncia social; Fazer o estudo dos problemas de ordem moral, social e econmica de pessoas ou famlias desajustadas; Elaborar histrico e relatrio dos casos apresentados, aplicando os mtodos adequados recuperao de menores e pessoas desajustadas; Encaminhar a creches, asilos, educandrios, clnicas especializadas e outras entidades de assistncia social interessados que necessitem de amparo, providenciando, para esse fim, internamentos, transferncias e concesso de subsdios; Manter intercmbio com estabelecimentos congneres, oficiais ou particulares, com os quais haja convnio para a interpretao dos problemas de menores internados e egressos, e para estudo de assuntos relacionados com a assistncia social; Organizar e controlar fichrio de instituies e pessoas que cooperam para a soluo de problemas de assistncia social; Redigir relatrios das atividades executadas e informar processos e papis diversos.

  • 35

    Atribuies dos Cargos

    Enfermeiro

    Distribuir, instruir e controlar servios executados por auxiliares, clnica mdica, referentes a enfermagem, cuidados de higiene, vigilncia e distribuio de medicamentos, roupas e alimentos a doentes; Verificar temperatura, pulso e respirao de pacientes; Aplicar sondas, raios ultravioletas e infravermelhos; fazer transfuses de sangue e plasma; Coletar e classificar sangue, determinando seu tipo e fator RH; Auxiliar cirurgies, como instrumentador, durante as operaes; Fazer curativos ps-operatrios delicados e retirar pontos; Auxiliar mdicos na assistncia a gestantes em partos normais ou em casos operatrios; Prestar os primeiros cuidados aos recm-nascidos; Participar do planejamento e implantao de programas de sade pblica e de educao em sade da comunidade; Padronizar o atendimento de enfermagem; Avaliar o desempenho tcnico-profissional dos agentes de sade comunitria e auxiliares de enfermagem; Supervisionar as reas de trabalho sob sua responsabilidade; Executar consultas de enfermagem, atendimento em grupo e procedimentos de enfermagem mais complexos; Dar palestras aos grupos operativos relacionados sua formao profissional; Realizar visitas domiciliares peridicas e iniciantes na rea abrangente; Buscar ativamente casos prioritrios dentro do projeto da rea de atuao para insero nos grupos operativos desenvolvidos; Desempenhar tarefas afins.

    Especialista da Educao

    Participar da elaborao da proposta pedaggica do estabelecimento de ensino; Elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedaggica do estabelecimento; Zelar pela aprendizagem dos alunos; Estabelecer estratgias de recuperao para os alunos de menor rendimento; Ministrar os dias letivos e horas- aula estabelecidos, alm de participar integralmente dos perodos dedicados ao planejamento, avaliao e ao desenvolvimento profissional; Colaborar com as atividades de articulao da escola, com as famlias e a comunidade; Exercer trabalho individual ou em grupo, a orientao, o aconselhamento e o encaminhamento de alunos em sua formao geral, a sondagem de suas temdncias vocacionais e de suas opnies, a ordenao das influncias que incidam sobre a formao do educando na escola, na famlia ou na comunidade, a cooperao com as atividades docentes e o controle do servio de orientao educacional a nvel de sistema; Na superviso, no mbito do sistema, da escola ou de reas curriculares, a a superviso do processo pedaggico em seu trplice aspecto de planejamento, controle e avaliao, na construo do processo pedaggico.

    Farmacutico Bioqumico

    Realizar trabalhos de manipulao de medicamentos, aviando frmulas oficinais e magistrais; Proceder a anlise de matria prima e produtos elaborados para controle de sua qualidade; Atender portadores de receitas mdicas, orientando-os quanto ao uso de medicamentos; Controlar receiturio e consumo de drogas atendendo a exigncia legal; Manter atualizado o estoque de medicamentos; Inspecionar estabelecimentos industriais e comerciais de drogas e produtos farmacuticos e proceder a fiscalizao do exerccio profissional;

  • 36

    Atribuies dos Cargos

    Farmacutico Bioqumico

    Preparar e examinar lminas de material obtido por meio de bipsias, autpsias e curetagens para identificao de germes; Realizar dosagens bioqumicas, reaes sorolgicas e exames hematolgicos de rotina; Fazer cultura de germes, antibiogramas e preparao de vacinas; Proceder a anlises fsicas e qumicas para determinaes qualitativas e quantitativas de materiais de procedncia mineral e vegetal; Separar e identificar minerais de granulao fina; auxiliar em estudos para identificao de agentes micolgicos e bacteriolgicos que contaminam a madeira; Realizar ensaios ou amostras de madeira, de fibras e tecidos de algodo, de preparaes petrogrficas, de dosagem do carbono e do poder calorfico de combustveis; Preparar, modelar, fundir e polir peas ou aparelhos protticos; Preparar reagentes, corantes, antgenos e outras solues necessrias realizao de vrios tipos de anlises, reaes e exames; Registrar os resultados dos exames realizados, em livros prprios e elaborar relatrios de suas atividades; Inspecionar estabelecimentos industriais, comerciais, laboratrios e hospitais e proceder a fiscalizao do exerccio profissional; Realizar pesquisas sobre a composio, funes e processos qumicos dos organismos vivos, visando a incrementar os conhecimentos cientficos e a determinar as aplicaes prticas na indstria, medicina e outros campos; Realizar experincias, testes e anlises em organismos vivos, observando os mecanismos qumicos de suas reaes vitais, como respirao, digesto, crescimento e envelhecimento; Estudar a ao qumica de alimentos, medicamentos, soros, hormnios e outras substncias sobre tecidos e funes vitais; Analisar os aspectos qumicos da formao de anticorpos no sangue e outros fenmenos bioqumicos, para verificar os efeitos produzidos no organismo e determinar a adequao relativa de cada elemento; Realizar experincias e estudos de bioqumica, aperfeioando ou criando novos processos de conservao de alimentos e bebidas, produo de soros, vacinas, hormnios, purificao e tratamento de guas residuais para permitir sua aplicao na indstria, medicina, sade pblica e outros campos; Desempenhar tarefas afins.

    Fisioterapeuta

    Examinar pacientes, fazer diagnsticos, prescrever e realizar tratamentos de fisioterapia; Requisitar, realizar e interpretar exames; Orientar e controlar o trabalho de auxiliares de sade; Estudar, orientar, implantar, coordenar e executar projetos e programas especiais de sade pblica; Desempenhar tarefas afins.

    Mdico Clnico Geral

    Examinar pacientes, fazer diagnsticos, prescrever e realizar tratamentos clnicos, cirrgicos e de natureza profiltica relativos s diversas especializaes mdicas; Requisitar, realizar e interpretar exames de laboratrios e Raio X; Orientar e controlar o trabalho de enfermagem; Atuar no controle de molstias transmissveis, na realizao de inquritos epidemiolgicos e em trabalhos de educao sanitria; Estudar, orientar, implantar, coordenar e executar projetos e programas especiais de sade pblica; Orientar e controlar atividades desenvolvidas em pequena unidades mdicas; Realizar exames clnicos individuais, fazer diagnsticos, prescrever tratamentos a pacientes, bem como realizar pequenas cirurgias; Emitir guias de internao e fazer triagens de pacientes, encaminhando-se as clnicas especializadas, se assim se fizer necessrio;

  • 37

    Atribuies dos Cargos

    Mdico Clnico Geral

    Exercer medicina preventiva: incentivar vacinao, controle de puericultura mensal; Controle de pr-natal mensal, controle de pacientes com patologias mais comuns dentre a posologia prevalecente (outros programas); Estimular e participar de debates sobre sade com grupos de pacientes e grupos organizados, pela Secretaria Municipal de Sade ou pela comunidade em geral; Participar do Planejamento da Assistncia Sade, articulando-se com outras instituies para implementao de aes integradas; Integrar equipe multiprofissional para assegurar o efetivo atendimento s necessidades da populao; Realizar outras tarefas de acordo com as atribuies prprias da Unidade Administrativa e da natureza do seu trabalho; Notificar doenas consideradas para notificao compulsria pelos rgos institucionais de sade pblica; Notificar doenas ou outras situaes bem definidas pela poltica de sade do municpio; Participar ativamente de inquritos epidemiolgicos quando definidos pela poltica municipal de sade; Desempenhar tarefas afins.

    Nutricionista

    Planejar, coordenar e supervisionar servios ou programas de nutrio e alimentao da coletividade no mbito da sade pblica, desenvolvendo campanhas educativas e outras atividades correlatas, a fim de contribuir para a criao de hbitos e regimes alimentares adequados entre a populao e conseqente melhoria da sade coletiva; Examinar o estado de nutrio do indivduo ou do grupo, avaliando os diversos fatores relacionados com problemas de alimentao, como classe social, meio de vida e outros, para aconselhar e instruir a populao; Proceder ao planejamento e elaborao de cardpios e dietas especiais, baseando-se na observao da aceitao dos alimentos pelos comensais e no estudo dos meios e tcnicas de introduo gradativa de produtos naturais mais nutritivos e econmicos, para oferecer refeies balanceadas; Programar e desenvolver o treinamento, em servio, do pessoal auxiliar de nutrio, realizando entrevistas e reunies e observando o nvel de rendimento, de habilidade, de higiene e de aceitao dos alimentos pelos comensais, para racionalizar e melhorar o padro tcnico dos servios; Orientar o trabalho do pessoal auxiliar, supervisionando o preparo, distribuio das refeies, recebimento dos gneros alimentcios, sua armazenagem e distribuio, para possibilitar um melhor rendimento do servio; Atuar no setor de nutrio dos programas de sade, planejando e auxiliando sua preparao, para atender s necessidades de grupos particulares ou da coletividade; Preparar programas de educao e de readaptao em matria de nutrio, avaliando a alimentao de coletividades sadias e enfermas, para atender s necessidades individuais do grupo e incutir bons hbitos alimentares; Efetuar o registro das despesas e das pessoas que receberam refeies, fazendo anotaes em formulrios apropriados, para estimular o custo mdio da alimentao; Zelar pela ordem e manuteno de boas condies higinicas, inclusive a extino de moscas e insetos em todas as reas e instalaes relacionadas com o servio de alimentao, orientando e supervisionando os funcionrios e providenciando recursos adequados, para assegurar a confeco de alimentao sadia; Promover o conforto e a segurana do ambiente de trabalho, dando orientaes a respeito, para prevenir acidentes;

  • 38

    Atribuies dos Cargos

    Nutricionista

    Participar de comisses e grupos de trabalho encarregados da compra de gneros alimentcios, alimentos semipreparados e refeies preparadas, aquisio de equipamentos, maquinaria e material especfico, emitindo opinies de acordo com seus conhecimentos tericos e prticos, para garantir regularidade no servio; Elaborar mapa diettico, verificando, no pronturio dos doentes, a prescrio da dieta, dados pessoais e o resultado de exames de laboratrio, para estabelecer tipo de dieta e distribuio e horrio da alimentao de cada enfermo.

    Professor de Cincias

    Participar da elaborao da proposta pedaggica do estabelecimento de ensino; Elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedaggica do estabelecimento de ensino; Zelar pela aprendizagem dos alunos; Estabelecer estratgias de recuperao para os alunos de menor rendimento; Ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, alm de participar integralmente dos perodos dedicados ao planejamento, avaliao e ao desenvolvimento profissional; Colaborar com as atividades de articulao da escola, com as famlias e a comunidade; O Professor - NS-O1, no exerccio de atividades educacionais no ensino fundamental de 1 8 srie, concomitante dos seguintes mdulos de trabalho: mdulo 1: regncia efetiva de atividades, rea de estudo ou disciplina; mdulo 2: atividade extraclasse, elaborao de programas e planos de trabalho, controle e avaliao do rendimento escolar, recuperao dos alunos, reunies, auto-aperfeioamento, pesquisa educacional e cooperao, no mbito da escola, para aprimoramento tanto do processo ensino-aprendizagem, como da ao educacional e participao ativa na vida comunitria da escola.

    Professor de Educao Fsica

    Participar da elaborao da proposta pedaggica do estabelecimento de ensino; Elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedaggica do estabelecimento de ensino; Zelar pela aprendizagem dos alunos; Estabelecer estratgias de recuperao para os alunos de menor rendimento; Ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, alm de participar integralmente dos perodos dedicados ao planejamento, avaliao e ao desenvolvimento profissional; Colaborar com as atividades de articulao da escola, com as famlias e a comunidade; O Professor - NS-O1, no exerccio de atividades educacionais no ensino fundamental de 1 8 srie, concomitante dos seguintes mdulos de trabalho: mdulo 1: regncia efetiva de atividades, rea de estudo ou disciplina; mdulo 2: atividade extraclasse, elaborao de programas e planos de trabalho, controle e avaliao do rendimento escolar, recuperao dos alunos, reunies, auto-aperfeioamento, pesquisa educacional e cooperao, no mbito da escola, para aprimoramento tanto do processo ensino-aprendizagem, como da ao educacional e participao ativa na vida comunitria da escola.

    Professor de Ingls

    Participar da elaborao da proposta pedaggica do estabelecimento de ensino; Elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedaggica do estabelecimento de ensino; Zelar pela aprendizagem dos alunos; Estabelecer estratgias de recuperao para os alunos de menor rendimento; Ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, alm de participar integralmente dos perodos dedicados ao planejamento, avaliao e ao desenvolvimento profissional;

  • 39

    Atribuies dos Cargos

    Professor de Ingls

    Colaborar com as atividades de articulao da escola, com as famlias e a comunidade; O Professor - NS-O1, no exerccio de atividades educacionais no ensino fundamental de 1 8 srie, concomitante dos seguintes mdulos de trabalho: mdulo 1: regncia efetiva de atividades, rea de estudo ou disciplina; mdulo 2: atividade extraclasse, elaborao de programas e planos de trabalho, controle e avaliao do rendimento escolar, recuperao dos alunos, reunies, auto-aperfeioamento, pesquisa educacional e cooperao, no mbito da escola, para aprimoramento tanto do processo ensino-aprendizagem, como da ao educacional e participao ativa na vida comunitria da escola.

    Professor de Portugus

    Participar da elaborao da proposta pedaggica do estabelecimento de ensino; Elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedaggica do estabelecimento de ensino; Zelar pela aprendizagem dos alunos; Estabelecer estratgias de recuperao para os alunos de menor rendimento; Ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, alm de participar integralmente dos perodos dedicados ao planejamento, avaliao e ao desenvolvimento profissional; Colaborar com as atividades de articulao da escola, com as famlias e a comunidade; O Professor - NS-O1, no exerccio de atividades educacionais no ensino fundamental de 1 8 srie, concomitante dos seguintes mdulos de trabalho: mdulo 1: regncia efetiva de atividades, rea de estudo ou disciplina; mdulo 2: atividade extraclasse, elaborao de programas e planos de trabalho, controle e avaliao do rendimento escolar, recuperao dos alunos, reunies, auto-aperfeioamento, pesquisa educacional e cooperao, no mbito da escola, para aprimoramento tanto do processo ensino-aprendizagem, como da ao educacional e participao ativa na vida comunitria da escola.

    Psiclogo

    Orientar, coordenar e controlar a aplicao, o estudo e a interpretao de testes psicolgicos e a realizao de entrevistas complementares; Orientar ou realizar entrevistas psico-sociais com candidatos orientao profissional, educacional, vital e vocacional; Orientar a coleta de dados estatsticos sobre os resultados dos testes e realizar, sua interpretao para fins cientficos; Realizar snteses e diagnsticos em trabalhos de orientao educacional, vocacional, profissional e vital; Planejar e executar ou supervisionar trabalhos de psicoterapia em casos de pessoas com problemas de ajustamento; Realizar sntese de exames de processos de seleo; Diagnosticar e orientar crianas e adolescentes com problemas no ambiente escolar; Participar de reunies e realizar trabalhos de estudos e experimentos; Selecionar baterias de testes e elaborar as normas de sua aplicaes; Elaborar, aplicar, estudar e corrigir testes destinados seleo de candidatos ingresso em estabelecimento de ensino, e ao provimento em cargos municipais; Realizar trabalhos administrativos correlatos; Desempenhar tarefas afins.

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    ANEXO III

    RECURSO RELATIVO AO CONCURSO N.01/2011.

    Eu,______________________________________________________portador do documento de identidade n

    ______________, da inscrio n ______________, concorrente ao cargo de ____________________, apresento

    recurso junto Comisso de Coordenao de Concurso Pblico relativo, a saber:

    O objeto de contestao (so) a(s) questo (es) de n(s) _______________________________________________

    Os argumentos com os quais contesto a referida deciso so:

    ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ Para fundamentar essa contestao, encaminho anexos os seguintes documentos, conforme estabelecido no item 13.1.3 e 13.3.2 do Edital. : E ainda, fundamento = base, alicerce/razes em que se fundamenta uma tese, ponto de vista, base, apoio/razo, motivo. Fundamentar = dar fundamento a, ou ter como fundamento; fundar(-se), basear(-se), estribar(-se) (Dicionrio Aurlio) ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________

    Paulistas,____de......................de 2011

    ______________________________ Assinatura do candidato

    RECEBIDO em..__/__/2011 por.________________________________ (Assinatura e cargo/funo do servidor que receber o recurso)