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MUNICÍPIO DE JAPONVAR – MG CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS EFETIVOS EDITAL N.º 1/2015 – ANEXO IV RETIFICADO PROGRAMA DAS PROVAS DE MÚLTIPLA ESCOLHA 1 Observação: A bibliografia sugerida tem apenas o propósito de orientar o estudo dos candidatos, não excluindo, em hipótese alguma, outros livros que abranjam a matéria indicada para cada cargo. CARGOS Auxiliar de Mecânica Auxiliar de Serviços Gerais Coveiro Eletricista Fiscal Sanitário Gari Jardineiro Lavador/ Lubrificador de Veículos Motorista de Caminhão Truck Motorista de Veículos Leves Motorista de Veículos Pesados Operador de Máquinas Pesadas Servente Escolar Tratorista Agrícola Vigia ESCOLARIDADE EXIGIDA: Ensino Fundamental Incompleto PROVAS: Língua Portuguesa e Matemática LÍNGUA PORTUGUESA 1. Texto: Leitura, compreensão e interpretação de textos – ler, compreender e interpretar textos que circulam normalmente na sociedade. Distinguir as ideias principais e secundárias. Relacionar texto e contexto. Interpretar recursos coesivos na construção do texto: uso de preposições, conjunções, pronomes, advérbios, artigos, concordância verbal e nominal. 2. Ortografia – emprego de, por exemplo, s, z e x, ch e x, j e g, c e sc. Acentuação gráfica: emprego do acento agudo e do acento circunflexo. Dada uma lista de palavras de uso frequente, distinguir as que devem ser acentuadas graficamente das que não levam sinal gráfico. Partição silábica: noções elementares. 3. Morfologia – prefixos e sufixos: noções elementares. Noções de flexões de nomes e de verbos. 4. Vocabulário – sinônimos e antônimos. 5. Sinais de pontuação e seus efeitos comunicativos. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ANDRÉ, Hildebrando A. de. Gramática Ilustrada*. Edição atual. São Paulo: Moderna, 2001. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da Língua Portuguesa*. 30 ed. São Paulo: Nacional, 1998. PROCÓPIO, Mércia Maria Silva; PASSOS, Jane Maria Araújo. Letra, Palavra e Texto – Língua Portuguesa e Projetos. V. 3 e 4. São Paulo: Scipione, 2003. CÓCCO, Maria Fernandes; HAILER, Marco Antonio. Análise, Linguagem e Pensamento – alp 4. São Paulo: FTD, 1991. * Obs.: Uma dessas ou qualquer outra Gramática da Língua Portuguesa usada nas escolas. MATEMÁTICA 1. Operações Fundamentais. 2. Operações com números racionais. 3. Estudo de medidas. 4. Geometria. Polígonos: elementos e classificação. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA Livros didáticos de Matemática para as 4 primeiras séries do Ensino Fundamental. CARGOS Agente Comunitário de Saúde Técnico em Manutenção de Veículos ESCOLARIDADE EXIGIDA: Ensino Fundamental Completo PROVAS: Língua Portuguesa e Matemática LÍNGUA PORTUGUESA A prova constará de questões de interpretação de texto(s) de natureza diversa: descritivo, narrativo, dissertativo, e de diferentes gêneros como, por exemplo, poema, texto jornalístico, propaganda, charge, tirinha, etc. Nessas questões, além dos conhecimentos linguísticos gerais e específicos relativos à leitura e interpretação de um texto, tais como: apreensão da ideia central ou do objetivo do texto, identificação/análise de informações e/ou ideias expressas ou subentendidas, da estrutura ou organização do texto, da articulação das palavras, frases e parágrafos (coesão) e das ideias (coerência), das relações intertextuais, ilustrações ou gráficos, recursos sintáticos e semânticos, do efeito de sentido de palavras, expressões, ilustrações, também poderão ser cobrados os seguintes conteúdos gramaticais, no nível correspondente à 8ª série: divisão silábica, grafia de palavras, acentuação gráfica, concordância verbal e nominal; regência verbal e nominal; crase; pontuação;

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Observao: A bibliografia sugerida tem apenas o propsito de orientar o estudo dos candidatos, no excluindo, em hiptese alguma, outros livros que abranjam a matria indicada para cada cargo. CARGOS

Auxiliar de Mecnica Auxiliar de Servios Gerais Coveiro Eletricista Fiscal Sanitrio Gari Jardineiro Lavador/ Lubrificador de Veculos

Motorista de Caminho Truck Motorista de Veculos Leves Motorista de Veculos Pesados Operador de Mquinas Pesadas Servente Escolar Tratorista Agrcola Vigia

ESCOLARIDADE EXIGIDA: Ensino Fundamental Incompleto PROVAS: Lngua Portuguesa e Matemtica

LNGUA PORTUGUESA 1. Texto: Leitura, compreenso e interpretao de textos ler, compreender e interpretar textos que circulam normalmente na sociedade. Distinguir as ideias principais e secundrias. Relacionar texto e contexto. Interpretar recursos coesivos na construo do texto: uso de preposies, conjunes, pronomes, advrbios, artigos, concordncia verbal e nominal. 2. Ortografia emprego de, por exemplo, s, z e x, ch e x, j e g, c e sc. Acentuao grfica: emprego do acento agudo e do acento circunflexo. Dada uma lista de palavras de uso frequente, distinguir as que devem ser acentuadas graficamente das que no levam sinal grfico. Partio silbica: noes elementares. 3. Morfologia prefixos e sufixos: noes elementares. Noes de flexes de nomes e de verbos. 4. Vocabulrio sinnimos e antnimos. 5. Sinais de pontuao e seus efeitos comunicativos. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ANDR, Hildebrando A. de. Gramtica Ilustrada*. Edio atual. So Paulo: Moderna, 2001. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima gramtica da Lngua Portuguesa*. 30 ed. So Paulo: Nacional, 1998. PROCPIO, Mrcia Maria Silva; PASSOS, Jane Maria Arajo. Letra, Palavra e Texto Lngua Portuguesa e Projetos. V. 3 e 4. So Paulo: Scipione, 2003. CCCO, Maria Fernandes; HAILER, Marco Antonio. Anlise, Linguagem e Pensamento alp 4. So Paulo: FTD, 1991. * Obs.: Uma dessas ou qualquer outra Gramtica da Lngua Portuguesa usada nas escolas. MATEMTICA 1. Operaes Fundamentais. 2. Operaes com nmeros racionais. 3. Estudo de medidas. 4. Geometria. Polgonos: elementos e classificao. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA Livros didticos de Matemtica para as 4 primeiras sries do Ensino Fundamental. CARGOS

Agente Comunitrio de Sade Tcnico em Manuteno de Veculos

ESCOLARIDADE EXIGIDA: Ensino Fundamental Completo PROVAS: Lngua Portuguesa e Matemtica LNGUA PORTUGUESA A prova constar de questes de interpretao de texto(s) de natureza diversa: descritivo, narrativo, dissertativo, e de diferentes gneros como, por exemplo, poema, texto jornalstico, propaganda, charge, tirinha, etc. Nessas questes, alm dos conhecimentos lingusticos gerais e especficos relativos leitura e interpretao de um texto, tais como: apreenso da ideia central ou do objetivo do texto, identificao/anlise de informaes e/ou ideias expressas ou subentendidas, da estrutura ou organizao do texto, da articulao das palavras, frases e pargrafos (coeso) e das ideias (coerncia), das relaes intertextuais, ilustraes ou grficos, recursos sintticos e semnticos, do efeito de sentido de palavras, expresses, ilustraes, tambm podero ser cobrados os seguintes contedos gramaticais, no nvel correspondente 8 srie: diviso silbica, grafia de palavras, acentuao grfica, concordncia verbal e nominal; regncia verbal e nominal; crase; pontuao;

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classes gramaticais (reconhecimento e flexes); estrutura e formao de palavras; sinnimos, antnimos, homnimos e parnimos. Denotao e conotao. Figuras de linguagem. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA Gramticas da Lngua Portuguesa a que o candidato tenha mais fcil acesso, adaptadas ao Ensino Fundamental. Livros didticos adotados nas escolas de 1. grau (5. a 8. sries). MATEMTICA 1. Nmeros: nmeros primos, algoritmo da diviso. Sistemas de numerao. Critrios de divisibilidade. Mximo divisor comum (entre nmeros inteiros). Mnimo mltiplo comum (entre nmeros inteiros). 2. Conjuntos Numricos: operaes: adio, subtrao, multiplicao, diviso, potenciao e radiciao nos conjuntos numricos. Propriedades dessas operaes. Mdias (aritmtica e ponderada). Mdulo e suas propriedades. Desigualdades, Intervalos. Sistemas de medidas. 3. Proporcionalidade: razes e propores: propriedades. Regra de trs simples e composta. Regra de sociedade. Percentagem. Juros simples e compostos. Descontos simples e compostos. 4. Funes: grficos de funes: definio e representao. 5. Funo afim: definio, valor numrico, grfico, razes, estudo dos sinais, grficos. Equaes e inequaes do 1. grau. Sistema de equaes do 1. grau. 6. Funo quadrtica: definio, valor numrico, grfico, razes, estudo dos sinais, grficos. Equaes e inequaes do 2. grau. Equaes biquadradas. 7. Expresses algbricas. Polinmios, algoritmos de diviso, produtos notveis e fatorao. 8. Geometria Plana: curvas. ngulos. Tringulos e quadrilteros. Igualdade e semelhana de tringulos. Relaes mtricas no tringulo retngulo. Trigonometria no tringulo retngulo e relaes trigonomtricas. Crculos e discos. Polgonos regulares e relaes mtricas. Feixes de retas. reas e permetros. 9. Estatstica bsica: conceitos, coleta de dados, amostra. Grficos e tabelas: interpretao. Distribuio de frequncia. Mdias, moda e mediana. 10. Probabilidades: espao amostral. Experimentos aleatrios. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA BIGODE, Antnio Jos Lopes. Matemtica Hoje Feita Assim. 5. a 8. sries. So Paulo: FTD, 2000. IMENES & LELLIS. Matemtica. 5. a 8. sries. So Paulo: Scipione. 1997. Livros didticos do Ensino Fundamental. CARGOS

Auxiliar de Contabilidade Auxiliar de Tesouraria Assistente de Educao Almoxarife Assistente Administrativo Educador Social (msica/arte/dana) Orientador Social

Recepcionista Secretrio Escolar Tcnico de Nvel Mdio em Polticas Sociais Assistente em Sade Bucal

ESCOLARIDADE EXIGIDA: Ensino Mdio (conforme o Anexo I do Edital) PROVAS: Lngua Portuguesa e Matemtica LNGUA PORTUGUESA Leitura, compreenso e interpretao de textos de natureza diversa: descritivo, narrativo, dissertativo, e de diferentes gneros, como, por exemplo, crnica, notcia, reportagem, editorial, artigo de opinio, texto argumentativo, informativo, normativo, charge, propaganda, ensaio, etc. As questes de texto verificaro as seguintes habilidades: identificar informaes no texto; relacionar uma informao do texto com outras informaes oferecidas no prprio texto ou em outro texto; relacionar uma informao do texto com outras informaes pressupostas pelo contexto; analisar a pertinncia de uma informao do texto em funo da estratgia argumentativa do autor; depreender de uma afirmao explcita outra afirmao implcita; identificar a ideia central de um texto; estabelecer relaes entre ideia principal e ideias secundrias; inferir o sentido de uma palavra ou expresso, considerando: o contexto e/ou universo temtico e/ou a estrutura morfolgica da palavra (radical, afixos e flexes); relacionar, na anlise e compreenso do texto, informaes verbais com informaes de ilustraes ou fatos e/ou grficos ou tabelas e/ou esquemas; relacionar informaes constantes do texto com conhecimentos prvios, identificando situaes de ambiguidade ou de ironia, opinies, valores implcitos e pressuposies. Habilidade de produo textual. Conhecimento gramatical de acordo com o padro culto da lngua. As questes de gramtica sero baseadas em texto(s) e abordaro os seguintes contedos: Fontica: acento tnico, slaba, slaba tnica; ortopia e prosdia. Ortografia: diviso silbica; acentuao grfica; correo ortogrfica. Morfologia: estrutura dos vocbulos: elementos mrficos; processos de formao de palavras: derivao, composio e outros processos; classes de palavras: classificao, flexes nominais e verbais, emprego. Sintaxe: teoria geral da frase e sua anlise: frase, orao, perodo, funes sintticas;

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concordncia verbal e nominal; regncia nominal e verbal, crase; colocao de pronomes: prclise, mesclise, nclise (em relao a um ou a mais de um verbo). Semntica: antnimos, sinnimos, homnimos e parnimos. Denotao e conotao. Figuras de linguagem. Pontuao: emprego dos sinais de pontuao. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ABAURRE, Maria Luza; PONTARA, Marcela Nogueira. Coleo base: portugus volume nico. So Paulo: Moderna. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima Gramtica da Lngua Portuguesa. So Paulo: Nacional. FIORIN, Jos Luiz; SAVIOLI, Francisco Plato. Para entender o texto: leitura e redao. So Paulo: tica. INFANTE, Ulisses. Curso de gramtica aplicada aos textos. So Paulo: Scipione. ROCHA LIMA, Carlos Henrique da. Gramtica normativa da lngua portuguesa. Rio de Janeiro: Jos Olympio. Observao: Para o contedo gramatical, a bibliografia indicada serve como sugesto, podendo o candidato recorrer a outras gramticas que lhe forem mais acessveis. O candidato poder recorrer tambm a livros didticos adotados nas escolas de Ensino Mdio (2. grau). MATEMTICA 1. Sistemas de numerao. Nmero primo, algoritmo da diviso. Critrios de divisibilidade; Mximo divisor comum (entre nmeros inteiros); Mnimo mltiplo comum (entre nmeros inteiros). 2. Conjuntos Numricos: operaes: adio, subtrao, multiplicao, diviso, potenciao e radiciao nos conjuntos numricos; Propriedades dessas operaes; Mdias (aritmtica simples e ponderada). Mdulo; Desigualdades; Intervalos; Sistemas de medida. 3. Proporcionalidade: razes e propores: propriedades; Regra de trs simples e composta; Percentagem; Juros simples. 4. Relaes e Funes: relaes binrias; Domnio, contradomnio, imagem direta de funes; Grficos de relaes; Funes: definio e representao; Funes crescentes, decrescentes e peridicas; Funo inversa. 5. Funes afins, lineares e quadrticas propriedades, razes, grficos. 6. Exponenciais e Logaritmos: funes exponenciais e logartmicas; propriedades e grficos. Mudana de base; Equaes e inequaes exponenciais e logartmicas. 7. Trigonometria no tringulo retngulo; Funes trigonomtricas: seno, cosseno, tangente, cotangente; propriedades e grficos; Equaes trigonomtricas. 8. Sequncias: progresses aritmticas: termo geral, soma dos termos, relao entre dois termos, propriedades; Progresses geomtricas: termo geral, relao entre dois termos, soma e produto dos termos, propriedades. 9. Anlise Combinatria: princpio fundamental da contagem; Arranjos, permutaes e combinaes simples e com repeties; Binmio de Newton; Tringulo de Pascal. 10. Matrizes e Sistemas Lineares: operaes com matrizes: adio, subtrao e multiplicao; Propriedades dessas operaes; Sistemas lineares e matrizes; Resoluo, discusso e interpretao geomtrica de sistemas lineares. 11. Geometria Plana: curvas. ngulos. Tringulos e quadrilteros; Igualdade e semelhana de tringulos. Relaes mtricas nos tringulos. Crculos e discos; Polgonos regulares e relaes mtricas; Feixes de retas; reas e permetros. 12. Geometria Espacial: retas e planos no espao: paralelismo e perpendicularidade entre retas, entre retas e planos e entre planos; Prismas e pirmides; Clculo de reas e volumes; Cilindro, cone, esfera e bola: clculo de reas e volumes; Poliedros e relao de Euler. 13. Geometria Analtica: coordenadas cartesianas. Equaes e grficos. Distncia entre dois pontos; Estudo da equao da reta: intersees de duas ou mais retas (no plano); Retas paralelas e perpendiculares, feixes de retas; Distncia de um ponto a uma reta, reas de tringulos, circunferncias e crculos. 14. Nmeros Complexos: mdulo, argumento, forma algbrica; Operaes com nmeros complexos: adio subtrao, multiplicao, diviso e potenciao. 15. Polinmios: conceitos; Adio e multiplicao de polinmio; Algoritmos de diviso; Fatorao. Equaes polinomiais; Relaes entre coeficientes e razes. Razes reais e complexas; Razes racionais e polinmios com coeficientes inteiros. 16. Estatstica bsica: conceito, coleta de dados, amostra; Grficos e tabelas: interpretao. Mdia (aritmtica simples e ponderada), moda e mediana; Desvio padro. 17. Probabilidades: espao amostral; Experimentos aleatrios; Probabilidades. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA KTIA & ROKO. Matemtica. V. 1, 2, 3. So Paulo: Saraiva, 1995. PAIVA, Manoel Rodrigues. Matemtica. V. 1, 2, 3, So Paulo. 1995. Livros Didticos do Ensino Fundamental e Mdio. CARGOS

Tcnico em Agropecuria/Agrcola Tcnico em Enfermagem Tcnico em Farmcia Tcnico de Informtica

Tcnico em Meio Ambiente Tcnico em Saneamento Bsico Tcnico em Sade Bucal

ESCOLARIDADE EXIGIDA: Curso Tcnico Especfico (conforme o Anexo I do Edital) PROVAS: Lngua Portuguesa e Conhecimentos Especficos

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LNGUA PORTUGUESA Leitura, compreenso e interpretao de textos de natureza diversa: descritivo, narrativo, dissertativo, e de diferentes gneros, como, por exemplo, crnica, notcia, reportagem, editorial, artigo de opinio, texto argumentativo, informativo, normativo, charge, propaganda, ensaio, etc. As questes de texto verificaro as seguintes habilidades: identificar informaes no texto; relacionar uma informao do texto com outras informaes oferecidas no prprio texto ou em outro texto; relacionar uma informao do texto com outras informaes pressupostas pelo contexto; analisar a pertinncia de uma informao do texto em funo da estratgia argumentativa do autor; depreender de uma afirmao explcita outra afirmao implcita; identificar a ideia central de um texto; estabelecer relaes entre ideia principal e ideias secundrias; inferir o sentido de uma palavra ou expresso, considerando: o contexto e/ou universo temtico e/ou a estrutura morfolgica da palavra (radical, afixos e flexes); relacionar, na anlise e compreenso do texto, informaes verbais com informaes de ilustraes ou fatos e/ou grficos ou tabelas e/ou esquemas; relacionar informaes constantes do texto com conhecimentos prvios, identificando situaes de ambiguidade ou de ironia, opinies, valores implcitos e pressuposies. Habilidade de produo textual. Conhecimento gramatical de acordo com o padro culto da lngua. As questes de gramtica sero baseadas em texto(s) e abordaro os seguintes contedos: Fontica: acento tnico, slaba, slaba tnica; ortopia e prosdia. Ortografia: diviso silbica; acentuao grfica; correo ortogrfica. Morfologia: estrutura dos vocbulos: elementos mrficos; processos de formao de palavras: derivao, composio e outros processos; classes de palavras: classificao, flexes nominais e verbais, emprego. Sintaxe: teoria geral da frase e sua anlise: frase, orao, perodo, funes sintticas; concordncia verbal e nominal; regncia nominal e verbal, crase; colocao de pronomes: prclise, mesclise, nclise (em relao a um ou a mais de um verbo). Semntica: antnimos, sinnimos, homnimos e parnimos. Denotao e conotao. Figuras de linguagem. Pontuao: emprego dos sinais de pontuao. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ABAURRE, Maria Luza; PONTARA, Marcela Nogueira. Coleo base: portugus volume nico. So Paulo: Moderna. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima Gramtica da Lngua Portuguesa. So Paulo: Nacional. FIORIN, Jos Luiz; SAVIOLI, Francisco Plato. Para entender o texto: leitura e redao. So Paulo: tica. INFANTE, Ulisses. Curso de gramtica aplicada aos textos. So Paulo: Scipione. ROCHA LIMA, Carlos Henrique da. Gramtica normativa da lngua portuguesa. Rio de Janeiro: Jos Olympio. Observao: Para o contedo gramatical, a bibliografia indicada serve como sugesto, podendo o candidato recorrer a outras gramticas que lhe forem mais acessveis. O candidato poder recorrer tambm a livros didticos adotados nas escolas de Ensino Mdio (2. grau). CONHECIMENTOS ESPECFICOS TCNICOS (NVEL MDIO) TCNICO EM AGROPECURIA/ AGRCOLA 1. Amostragem, manejo e conservao do solo. 2. Cultivo de milho e feijo. 3. Prticas culturais de cucurbitceas, tomate e cebola. 4. Manejo cultural de banana, manga, abacaxi e maracuj. 5. Manejo da irrigao na agricultura. 6. Manejo integrado de pragas na agricultura. 7. Controle e manejo de doenas na agricultura. 8. Sunos e Aves. 9. Bovinocultura de corte. 10. Bonivocultura de leite. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA BERGAMIN FILHO, A. et al. (Editores). Manual de Fitopatologia. 3. ed. So Paulo: Agronmica Ceres, 1995-1997. 2 v.: il. GALLO, D. et al. Manual de Entomologia Agrcola. So Paulo: Agronmica Ceres, 1978. 531 p. (Ceres; v. 3). BERNARDO, S. Manual de irrigao. 6. ed. Viosa: UFV, 1995. 657 p. SIMO, S. Tratado de Fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998. 760 p. JARDIM, W. R. Curso de Bovinocultura. Campinas: Instituto Campineiro de Ensino Agrcola, 2001, 518 p. Instituto Campineiro de Ensino Agrcola. Curso de Avicultura. 4. ed. Campinas: Instituto Campineiro de Ensino Agrcola, 1977, 331 p. Instituto Campineiro de Ensino Agrcola. Curso de Suinocultura. 5. ed. Campinas: Instituto Campineiro de Ensino Agrcola, 1987, 295 p. CRUZ, J. C. et al. (Editores) Recomendaes tcnicas para o cultivo do milho. 2. ed. Braslia: Embrapa, 1996. 204 p. VIEIRA, C.; Paula Jr., T. J.; Borm, A. (Editores) Feijo: Aspectos gerais e cultura no Estado de Minas Gerais. Viosa: UFV, 1998. 596 p. FILGUEIRA, F. A. R. Novo Manual de Olericultura: agrotecnologia moderna na produo e comercializao de hortalias. Viosa: UFV, 2000. 402 p. RIBEIRO, A. C.; Guimares, P. T. G; Vargas, V. H. A. Recomendaes para uso de corretivos e fertilizantes no Estado de Minas Gerais: 5a. Aproximao. Viosa: CFSEMG, 1999. 359 p. BONILLA, J. A. Fundamentos da agricultura ecolgica: sobrevivncia e qualidade de vida. So Paulo: Nobel, 1992. 260 p. VAN RAIJ, B. Fertilidade do solo e adubao. So Paulo: Agronmica Ceres, 1991. (Ceres; v. 60), 343 p. TCNICO EM ENFERMAGEM 1. Assistncia de Enfermagem ao paciente crtico adulto e peditrico: Organizao e limpeza da Unidade do paciente. Limpeza e desinfeco de materiais equipamentos. Registros de enfermagem. Cuidados de

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enfermagem na instalao e/ou manuteno de: monitorizao no invasiva, drenos, catteres e sondas vesical, nasogstrica ou nasoentrica, acesso venoso perifrico e central, oxigenioterapia, oximetria de pulso. Cuidados com o paciente com fixador externo. Hidratao e dietas por via oral ou por sonda. Cuidados com o paciente crtico em ventilao mecnica. Controle de eliminaes e ingesta. Cuidados na administrao de drogas e solues vasoativas, trombolticas, analgesia, sedao e antibioticoterapia. Clculos de medicamentos e gotejamento de soro. Medidas de higiene e conforto. Preveno e Controle de infeco hospitalar. 2. Assistncia de enfermagem aos pacientes clnicos: com insuficincia respiratria, dor pr-cordial, arritmias cardacas, sncope, crise convulsiva, crise hipertensiva, hipertermia, dor abdominal, hemoptise, hematmese, hiperglicemia, hipoglicemia, distrbios hidroeletrolticos, hemiplegia, hemiparesia. Assistncia de enfermagem na emergncia peditrica clnica. Emergncias Psiquitricas. Emergncias Obsttricas. Acidentes com animais peonhentos. Intoxicaes agudas, intoxicaes por lcool e drogas. Doenas Transmissveis de notificao compulsria tais como: meningite, tuberculose, varicela, sarampo, rubola, leptospirose e dengue - identificao e cuidados de enfermagem. A mulher e a sade ginecolgica: controle e preveno do cncer de mama e crvico-uterino, preveno e controle de DST / AIDS. Atuao da Enfermagem nas aes educativas de Planejamento Familiar. Assistncia de Enfermagem no Pr-natal, Parto, Puerprio. Programa nacional de imunizao 3. Sistema nico de Sade SUS: princpios, diretrizes. SUGESTO BIBLIOGRFICA BRASIL. Dirio Oficial da Unio. Decreto-Lei 94.406/87, de 8 de Junho de 1987. Regulamenta a Lei 7.498, de 25 de Junho de 1986. BRASIL. Lei n. 8.080, de 19 de setembro de 1990 SUS. BRASIL, MINISTRIO DA SADE. Processamento de artigos e superfcies em estabelecimento de sade. Braslia, 1994. BRASIL. Ministrio da Sade. Portaria 2616, de 12 de maio de 1998. Regulamenta as aes de controle de infeco no Brasil. Publicado no Dirio Oficial. BRASIL. Conselho Federal de Enfermagem - COFEN. Resoluo COFEN - 311/2007. Aprova o Cdigo de tica dos Profissionais de Enfermagem e d outras providncias. Rio de Janeiro, 2000. BRUNNER, L.S.; SMELTZER, S.C; SUDDARTH, D.S. Brunner e Suddart. Tratado de enfermagem mdico cirrgica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM. Minas Gerais. Legislao e Normas. Coren, n. 1, set. 2010. DAVID, C.M. et al. Terapia nutricional no paciente grave. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. KOCH, M.R. et al. Tcnicas bsicas de enfermagem. 18. ed. Curitiba: Editora Sculo XXI, 2001. LEO, E. et. al. Pediatria ambulatorial. 4. ed. BeloHorizonte:COOPMED, 2005. OLIVEIRA, A.C. Infeces hospitalares: epidemiologia, preveno e controle. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2005. PHILLIPS, L.D. Manual de terapia intravenosa. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. POSSARI, J.F. Pronturio do paciente e os registros de enfermagem. So Paulo: Itria, 2005. POTTER, P. A.; PERRY, A. G. Grande tratado de enfermagem: prtica clnica e prtica hospitalar. 5. ed. So Paulo: Guanabara Koogan. 2004. ROUQUARIOL, Maria Zlia; ALMEIDA F, Naomar. Epidemiologia e Sade. Editora Medici. 6. edio, Editora Guanabara Koogan, 2009. Captulo XVIII, pp 431-456. SCHMITZ, E.M.R. A enfermagem em pediatria e puericultura. So Paulo: Atheneu, 2000. WONG, D.L. Enfermagem peditrica: elementos essenciais interveno efetiva. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. Cadernos do Aluno: Fundamentos de Enfermagem. Braslia: Ministrio da Sade, Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2003. Brasil. Cadernos do Aluno: Sade do Adulto. Braslia: Ministrio da Sade, Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2003. Brasil. BRASIL. Ministrio da Sade. Assistncia Pr-natal e Puerprio: manual tcnico. 3. ed. Braslia: Ministrio da Sade, 2006. Disponvel em: www.saude.gov.br. BRASIL. Ministrio da Sade. Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria. Manual de gerenciamento de resduos de servios de sade. Braslia: Ministrio da Sade, 2006. BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Vigilncia em Sade. Departamento de Vigilncia Epidemiolgica. Doenas infecciosas e parasitrias: guia de bolso / Ministrio da Sade, Secretaria de Vigilncia em Sade, Departamento de Vigilncia Epidemiolgica. 7. ed. rev. Braslia: Ministrio da Sade, 2008. 372 p.: Il. (Srie B. Textos Bsicos de Sade) disponvel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/ publicacoes/doencas_infecciosas_guia_bolso_7ed_2008.pdf. BRASIL.Ministrio da Sade. Programa Nacional de Imunizaes do Ministrio da Sade (PNI/MS) Disponvel em: Portal da Sade - www.saude.gov.br- vacinao. BRASIL. Ministrio da Sade. Pr-natal e Puerprio: ateno qualificada e humanizada - manual tcnico. Braslia, 2005. Disponvel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes /caderno5_saude_mulher.pdf. TCNICO EM FARMCIA Atribuies de um tcnico de farmcia, Boas prticas de distribuio, armazenamento e transporte de medicamentos. Noes de farmacologia: princpios farmacocinticos e farmacodinmicos, vias de administrao de medicamentos, estudo da posologia, reaes adversas e interaes medicamentosas. Noes de farmacotcnica: conceitos, formas e apresentaes farmacuticas. Formas de expresso de concentraes na manipulao farmacutica. Estabilidade de medicamentos. Biossegurana. Legislao: Regulamento de medicamentos genricos. Medicamentos de controle especial: Portaria 344/98 SVS/MS de 12/05/1998 e suas atualizaes. Legislao do SUS Sistema nico de Sade. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

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DESTRUTI, A. B. et al. Clculos e conceitos em farmacologia. 6 ed. So Paulo, Senac, 2003. Dicionrio de Especialidades Farmacuticas DEF 2004/2005 33 ed. Rio de Janeiro: Publicaes Cientficas, 2004. ZANINI, A. C.; OGA, S. Farmacologia Aplicada. 5 ed. So Paulo: Atheneu, 1994. MINISTRIO DA SADE. Portaria n 344 de 12 de maio de 1998. Substncias e Medicamentos Sujeitos a controle especial. Dirio Oficial da Unio, Braslia, DF, de 19 de maio de 1998. REIS, N. B. et al. Manual de boas prticas de distribuio, estocagem e transporte de medicamentos, 2 ed., Goinia, 2000. SITE DA AGENCIA NACIONAL DE VIGILNCIA SANITRIA: http://www.anvisa.gov.br. BRASIL. ANVISA Resoluo RDC n 135, de 29 de maio de 2003. Aprova o Regulamento Tcnico para Medicamentos Genricos. Dirio Oficial da Unio, Braslia, DF, 02 de jun. de 2003. (Disponvel em: http://www.anvisa.gov.br/hotsite/genricos/legis/ resolues/2003/135 03rdc.htm). OLIVEIRA, M. C. et al. Vias de Administrao de Formas Farmacuticas. BRASIL. Ministrio da Sade. Processamento de Artigos e Superfcies em Estabelecimentos de Sade. Braslia, 2 ed., 1994. Constituio Federal. Artigos 196, 197, 198, 199 e 200. BRASIL. Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990 Lei Orgnica da Sade. Braslia: Dirio Oficial da Unio, 20 set. 1990 [com redao dada pela Lei 9.836, de 23 de setembro de 1999 (Dirio Oficial da Unio, 24 set. 1999)]. BRASIL. Lei 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Braslia: Dirio Oficial da Unio, 31 dez. 1990. TCNICO DE INFORMTICA 1. Conceitos Fundamentais de Hardware e Software 1.1 Tipos de Computadores. 1.2 Nmeros Binrios (Sufixos). 1.3 Estrutura dos Micros Padro PC: Processador (CPU), Memria Principal (RAM, Cache, ROM), Memria de Massa (secundria),Tipos de Meios de Armazenamento, Princpios Bsicos de Armazenamento de Dados (Formatao, Sistema FAT, Particionamento, Boot), Dispositivos de Entrada e Sada (inclusive conectores) 1.4 Software: Conceito e Classificao. 2. Microsoft Windows 2000: Caractersticas, Principais Funes, Programas Acessrios, Instalao e Manuteno do Windows, Instalao de Perifricos no Windows (Plug-and-Play ou no), Instalao de Programas no Windows, Requisitos de Sistema, Programas Comerciais, Shareware e Freeware, Licenas de Software, Verses e Registro de Software, Configurao (Painel de Controle), Gerenciador de Arquivos (Windows Explorer). 3. Utilitrios (Softwares para Recuperao de Dados, Compactadores, Antivrus, Desfragmentadores de Disco e Softwares de Backup) 3.1 Processador de Texto: Barra de menu e barra de ferramentas, edio de texto; formatao em nvel de caractere, pargrafo e documento; outros recursos: tabelas, estilos, grficos, desenhos, mala direta, ndices, modelos, notas de rodap e figuras. 3.2 Planilha Eletrnica: Barra de menu e barra de ferramentas; Edio e Formatao de Pastas/Panilhas/Clulas; Frmulas, Funes e Grficos. 3.3 Software de Apresentao: Barra de menu e barra de ferramentas; Edio e Formatao de Slides, Efeitos de Animao e Transio, Botes de Ao, Slide Mestre, Importao/Manipulao de Figuras (Cliparts, Autoformas e Organogramas), Modos de Exibio (Slide, Estrutura de Tpicos, Classificao de Slides, Anotaes e Apresentao de Slides). 4. Banco de Dados: Conceitos Bsicos e Funcionamento; Barra de menu e barra de ferramentas; Tabelas, Formulrios, Consultas e Relatrios. 5. Internet: WWW, E-mail, browser (Internet Explorer 5.5 Barra de Ferramentas/Menu), FTP, HTML, Chat, News. 6. Algoritmos, Estrutura de Dados e Linguagem de Programao 6.1 Elementos Fundamentais: Tipos Primitivos, Constantes e Variveis, Expresses Lgicas e Aritmticas, Comandos de Atribuio, Comandos de Entrada e Sada, Blocos, Estruturas de Controle (Estrutura Sequencial, Estrutura de Seleo e Estrutura de Repetio). 6.2 Estruturas de Dados: Variveis Compostas Homogneas (Unidimensionais e Multidimensionais), Variveis Compostas Heterogneas (Registros, Registro de Conjuntos e Conjunto de Registros), Listas Lineares (Definio, Operaes, Representaes, Listas com descritor e Listas duplamente encadeadas), Pilhas (Definio e Operaes) e Filas (Definio e Operaes). 6.3 Modularizao de algoritmos: Mdulos (procedimentos e funes), Escopo de variveis, Passagem de Parmetros e Recursividade. 6.4 Classificao de Dados (Mtodos de Classificao Interna, Mtodo de Insero Direta, Mtodo da Bolha e Mtodo de Seleo Direta. 6.5 Pesquisa de Dados (Pesquisa Sequencial, Pesquisa Binria e Clculo de Endereo (hashing). Alocao Dinmica x Alocao Esttica. 6.6 Linguagem de Programao: Tipos de Dados, Estrutura de um programa, Comandos de Entrada e Sada, Comandos de Seleo, Comandos de Repetio, Arrays, Subprogramao: (Functions e Procedures), Records e Arquivos. Processo de Compilao e Execuo de programas em linguagens estruturadas. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ALBUQUERQUE, Fernando. TCP/IP Internet Programao de Sistemas Distribudos: HTML, Javascript e Java. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001. GUIMARES; LAGE. Introduo Cincia da Computao. Rio de Janeiro: LTC, 1985. MACHADO, F.B.; MAIA, L.P. Introduo arquitetura de sistemas operacionais. Rio de Janeiro: LTC. MEYER, Marilyn et al. Nosso Futuro e o Computador. Porto Alegre: Bookman, 2000. OBRIEN, J.A. Sistemas de informao e as decises gerenciais na era da Internet. So Paulo: Saraiva, 2001. TANENBAUM, A.S. Organizao estruturada de computadores. Prentice Hall do Brasil, 2000. TANENBAUM, A.S. Sistemas operacionais modernos. Guanabara Koogan. TANEBAUM, Andrew S. Organizao estruturada de computadores. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 1992. TANEBAUM, Andrew S. Sistemas operacionais modernos.

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So Paulo: Prentice Hall, 2003. FORBELLONE, Andr Luiz Villar; EBERSPACHER, Henri Frederico. Lgica de Programao: A construo de Algoritmos e Estruturas de Dados. So Paulo: Makron Books, 2000. TORRES, Gabriel. Hardware: Curso Completo. Rio de Janeiro: Axcel Books, 1998. VELLOSO, Paulo et al. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1996. TCNICO EM MANUTENO Eletrnica Aplicada. Automao industrial. Eletrnica Industrial, acionamento. Instrumentao Industrial. Instalaes e comandos eltricos. Eletrnica aplicada. Mquinas eltricas e comandos eltricos. Instalaes eltricas. Controle e automao. Sistemas de aterramento. Infraestrutura de telecomunicaes prediais. Elementos de mquina (engrenagens, mancais de rolamento e deslizamento, parafusos, correias, correntes, cabo de ao, polias, eixos, chavetas, etc). Ferramentas (chaves de fenda, chaves de boca, fresas, brocas, ferramentas para torneamento, pastilhas, etc). Elementos de mquinas. Fabricao e classificao dos tubos. Vlvulas (tipos e empregos). Acessrios de tubulao. Sistema de ligao de tubos. Juntas de expanso. Montagem de tubulaes. Interpretao de isomtricos e diagramticos de tubulaes. Bombas, compressores. Motores a combusto interna (ciclo diesel e ciclo Otto). NR10 Segurana em instalaes e servios em eletricidade, riscos eltricos, primeiros socorros e preveno de incndios. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ALBUQUERQUE, R. O. Anlise de circuitos em corrente alternada. Tatuap, SP: rica, 2006. ALBUQUERQUE, R. O. Anlise de circuitos em corrente contnua. 21. ed. Tatuap, SP: rica, 2004. ARNOLD, R.; STEHR, W. Mquinas eltricas. 4. ed. So Paulo: Pedaggica e Universitria, 1976. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS (ABNT). NBR 14039:2003 Instalaes eltricas de mdia tenso de 1,0kV a 36,2kV. dez. 2003. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS (ABNT). NBR 5410:1997 Instalaes eltricas de baixa tenso. nov. 1997. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS (ABNT). NBR 5440:1999 Transformadores para redes areas de distribuio - Padronizao. jul. 1999. BOGART, T. F. Dispositivos e circuitos eletrnicos. 3. ed. So Paulo: Makron Books, 2001. v. 1. 1997. COTRIM, A. A. M. B. Instalaes eltricas. 4. ed. So Paulo: Prentice-Hall, 2003. CREDER, H. Instalaes eltricas. 14. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. FALCONE, B. Corrente contnua: curso de eletrotcnica. So Paulo: Hemus, 2002. FALCONE, B. Corrente alternada e elementos de eletrnica: curso de eletrotcnica. So Paulo: Hemus, 2003. GOZZI, G. G. M. Circuitos Magnticos. Tatuap, SP: rica, 1996. GRUITER, A. F. Amplificadores operacionais: fundamentos e aplicaes. So Paulo: McGraw Hill, 1988. JORDO, R. G. Transformadores. So Paulo: Blucher, 2002. MALVINO, A. P. Eletrnica. 4. ed. So Paulo: Makron Books, 2005. v. 1. MALVINO, A. P. Eletrnica. 4. ed. So Paulo: Makron Books, 2005. v. 2. MAMEDE FILHO, J. Instalaes eltricas industriais. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. MARKUS, O. Circuitos eltricos: corrente contnua e corrente alternada: teoria e exerccios. 8. ed. Tatuap, SP: rica, 2004. MARTINO, G. Eletricidade industrial. So Paulo: Hemus, 1995. MINISTRIO DO TRABALHO E EMPREGO. NR 10 Segurana em Instalaes e Servios em Eletricidade. 2004. Disponvel em: http://www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentaDORAS/nr_10.pdf. SARKIS Melconian. Elemento de Mquinas. Ed. Erica, 2011. SARKIS Melconian. Mecnica Tcnica e Resistncia dos Materiais. Ed. Erica, 2011. CUNHA, Lauro Salles. Manual Prtico do Mecnico. 6.ed. Editora Hemus, 2006. ARIVELTO, Bustamante Fialho. Instrumentao Industrial. Ed. Erica. DE FALCO e EZEQUIEL de Mattos. Bombas Industriais. Ed. LTC. W. F. Stoecker, J. M. SaizJabardo. Refrigerao Industrial. Editora Edgard BlcherLtda, 2a Ed. - 2002. MELCONIAN, Sarkis. Elementos de Mquinas. 9.ed. So Paulo: rica, 2009. TELLES, Pedro Carlos da Silva. Tubulaes Industriais - Materiais Projetos e Montagens. 10.ed. Rio de Janeiro: Editora Livros Tcnicos e Cientficos, 2001. UGGIONI, Natalino. Hidrulica Industrial. 1.ed. Sagra Luzzato, 2002. TCNICO EM MEIO AMBIENTE Ecologia e ecossistemas brasileiros. Noes de meteorologia e climatologia. Noes de hidrologia. Noes de geologia e solos. Qualidade do ar, poluio atmosfrica e controle de emisses. Qualidade da gua, poluio hdrica e tecnologias de tratamento dos efluentes. Qualidade do solo e da gua subterrnea, gerenciamento de resduos slidos. Legislao ambiental. Poltica ambiental e desenvolvimento sustentvel. Avaliao de impactos ambientais. Gesto ambiental. Planejamento ambiental, planejamento territorial, vocao e uso do solo, urbanismo. Meio ambiente e sociedade. Gesto integrada de meio ambiente, sade e segurana industrial. Noes de sade pblica, epidemiologia e saneamento. Sistemas de abastecimento de gua. Qualidade da gua. Tratamento de gua de abastecimento. Controle de poluio da gua. Sistemas de esgotos sanitrios. Tratamento de guas residurias. Resduos slidos e limpeza pblica. Controle de poluio do ar. Sade ambiental e repercusses na sade individual e coletiva. Mapeamento de riscos aes de sade, de segurana do trabalho e dos agentes funcionais campanhas de preveno de sade, planejamento, implantao e execuo de programa. Epidemiologia. Zoonoses. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

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BARROS, R.T.V., CHERNICHARO, C.A.L., HELLER, L., VON SPERLING, M. (eds) (1995). Manual de saneamento e proteo ambiental para apoio aos municpios (Volume 2). Departamento de Engenharia Sanitria e Ambiental DESA UFMG / Fundao Estadual do Meio Ambiente FEAM. Brasil. Fundao Nacional de Sade. Manual de saneamento. 3. ed. rev. Braslia: Fundao Nacional de Sade, 2004. BRASIL. Ministrio da Sade. Organizao Pan-americana da Sade. Avaliao de impacto na sade das aes de saneamento: marco conceitual e estratgia metodolgica. Organizao Pan-americana da Sade. Braslia: Ministrio da Sade, 2004. TCNICO EM SANEAMENTO BSICO Aspectos gerais do saneamento bsico: tratamento de gua, esgoto e lixo; Controle de pragas urbanas (roedores, animais peonhentos e principais artrpodes de importncia sanitria); Doenas transmitidas por vetores endmicos na regio (dengue, raiva, leishmaniose visceral, leishmaniose tegumentar, esquistossomose, doena de Chagas); Noes de vigilncia epidemiolgica; Legislao do SUS Sistema nico de Sade. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA Ministrio da Sade, Fundao Nacional de Sade. Manual de Saneamento, normas e diretrizes. 3. ed. rev. Braslia: Fundao Nacional de Sade, 2007. Portaria n1.428/93, Regulamento Tcnico para Inspeo Sanitria de Alimentos. Lei Orgnica de Sade n 8.080/90 e n 8.142. Ministrio da Sade. Guia de Vigilncia Epidemiolgica. Braslia, 2006. COSTA, Edna Alves. Minas Gerais. Cdigo de Sade do Estado de Minas Gerais: Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, 1999. Cdigo Sanitrio e/ou Cdigo de Postura do Municpio. BRASIL. Constituio Federal. Artigos 196, 197, 198, 199 e 200. BRASIL. Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990 Lei Orgnica da Sade. Braslia: Dirio Oficial da Unio, 20 set. 1990 [com redao dada pela Lei 9.836, de 23 de setembro de 1999 (Dirio Oficial da Unio, 24 set. 1999)]. BRASIL. Lei 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Braslia: Dirio Oficial da Unio, 31 dez. 1990. TCNICO EM SADE BUCAL Formas anatmicas dos dentes, posies na boca e suas relaes recprocas. Denties, arcos dentais e maxilas. Dimenso, funo e classificao dos dentes. Notao dentria: convencional e FDI. Classificao das cavidades do dente. Etiologia da crie e cronologia da erupo dentria. Principais patologias da cavidade bucal. Aplicao de mtodos de preveno das doenas bucais, identificando as substncias utilizadas. Princpios ergonmicos e da segurana do trabalho. Funes e responsabilidades dos membros da equipe de trabalho, dispositivos legais que regem o trabalho do profissional de nvel mdio na rea de sade bucal. Equipamentos, materiais e instrumental utilizados em uma unidade odontolgica. Identificao de estruturas dentais atravs de radiografias bucais. Noes de administrao de uma unidade de trabalho, organizao de fluxo, cadastro, arquivo e agendamento de clientes. Aes de ateno e promoo sade bucal. Programas especficos na comunidade, identificao dos principais problemas bucais, atravs dos recursos epidemiolgicos e outros instrumentos de diagnstico. Tcnicas de comunicao em grupo, adequadas educao para a sade bucal. Cdigo de tica profissional, do Conselho Regional de Odontologia: parte especfica para auxiliares odontolgicos. Montagem de bandejas para atendimento odontolgico: exames, dentstica, endodontia, cirurgia, prtese (moldagem), periodontia e outros. Flor na odontologia. Legislao do SUS Sistema nico de Sade. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ANUSAVICE, K. J. Materiais dentrios (Anusavice). 10 ed. RJ: Guanabara Koogan, 1998. BARROS, O. B. Ergonomia 2 O ambiente de trabalho, a produtividade e a qualidade de vida em Odontologia. BRASIL. Guia Prtico do PSF, MS. 2001. BRASIL. Lei n. 8.142, de 28 de dezembro de 1990. BRASIL. Ministrio da Sade. Lei n. 8.080/90 Lei orgnica da sade, 1990. In: Manual gestor SUS. Rio de Janeiro: Lidador, 1997. BRASIL. Ministrio da Sade. Secretria de polticas de sade. Coordenao. Conselho Federal de Odontologia. Cdigo de tica Profissional. Controle de infeces e a prtica odontolgica em tempos de aids: manual de conduta. Braslia: Ministrio da Sade, 2000. Nacional de DST e AIDS. Controle de infeces e a prtica odontolgica em tempos. PINTO, V. G. Sade bucal coletiva. 3 ed. So Paulo: Ed. Santos, 2000. SERRA, Octvio Della. Anatomia Dental. 3 ed. So Paulo, 1981. CARGOS

Professor II (6 ao 9 ano) Lngua Portuguesa Professor II (6 ao 9 ano) Literatura

ESCOLARIDADE EXIGIDA: Nvel Superior (Conforme consta no Anexo I do Edital) PROVAS: Conhecimentos Especficos e Didtica DIDTICA (Para os dois cargos)

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Conhecimentos Didticos: 1. O processo de ensino-aprendizagem. 2. Tendncias Pedaggicas. 3. Planejamento da prtica docente na perspectiva de uma escola crtica. 4. Orientaes metodolgicas na perspectiva dos Parmetros Curriculares Nacionais. 5. A relao professor/aluno/conhecimento. 6. A avaliao do processo ensino-aprendizagem. 7. A interdisciplinaridade e o trabalho com projetos no cotidiano das escolas. 8. Saberes necessrios prtica educativa na perspectiva da escola inclusiva. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA BRASIL. MEC Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional Lei n. 9.394/96. BRASIL. BRASIL. MEC Referenciais Curriculares Nacionais para a Educao Infantil. Braslia: MEC/SEF, 1998. MINISTRIO DA EDUCAO. Secretaria de Educao Fundamental. Parmetros Curriculares Nacionais: 1. a 4. sries. Braslia: SEF/MEC, 1997. v. 1 a 10. BRASIL. Estatuto da Criana e do Adolescente. Lei n. 8.069/90. BRASIL. MEC Diretrizes Nacionais para a Educao Especial na Educao Bsica Resoluo CEB/CNE n. 02/2001. BRASIL. Saberes e prticas da incluso. Avaliao para identificao das necessidades educacionais especiais. Braslia. MEC/SEESP, 2005. CANDAU, Vera. Rumo a uma nova Didtica. Petrpolis: Vozes, 2001. COLL, Csar. Aprendizagem escolar e construo de conhecimento, Porto Alegre, Armed, 1994. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessrios prtica educativa. So Paulo: Paz e Terra, 1996. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediao, 2001. LERNER, DELIA Ler e Escrever na Escola: o real , o possvel e o necessrio. Porto Alegre, Artmed. 2002. LIBNEO, Jos C. Didtica. So Paulo: Cortez, 1994. LUCKESI, C. Cipriano. Filosofia da Educao. So Paulo: Cortez, 1991. TEBEROSKY, Ana et alii. Compreenso de leitura: a lngua como procedimento. trad. Ftima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2003. VYGOTSKY, L.S. A construo do pensamento e da linguagem. So Paulo: Martins Fontes, 2001. CONHECIMENTOS ESPECFICOS PROFESSOR II (6 AO 9 ANO) LNGUA PORTUGUESA 1. Leitura, compreenso e interpretao de textos. 1.1. Modalidade bsica: descrio, narrao, dissertao. 1.2. Fatores de textualidade: Coerncia e coeso; Intertextualidade; Progresso temtica. 1.3. Relao entre: ideia principal/ideias secundrias; ideias explcitas/ideias implcitas; autor/texto/leitor; inferncias contextuais lingusticas e extralingusticas. 1.4. Figuras de linguagem. 1.5. Funes de linguagem. 2. Lngua Falada e Lngua Escrita: usos culto e coloquial. 3. Estudo da Lngua. 3.1. Sintaxe: Frase/Orao/Perodo; Concordncia verbal e nominal; Regncia verbal e nominal; Crase. 3.2. Morfologia: Estrutura e formao de palavras; morfemas; afixos; processos de formao de palavras; classes gramaticais (identificao, classificao e emprego). 3.3. Fontica fonologia: Fonemas (vogais, consoantes e semivogais); Encontro Voclico; Encontros consonantais e dgrafos. 3.4. Pontuao: normas de pontuao, seus efeitos semnticos e comunicativos. 3.5. Ortografia: Correo ortogrfica; Acentuao grfica; Diviso silbica. 3.6. Semntica: Denotao/Conotao; Polissemia; Sinonmia; Antonmia; Homonmia; Paronmia. 3.7. Habilidade de produo textual. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA CEREJA, William Roberto; MAGALHES, Tereza Cochar. Texto e Interao: uma proposta de produo textual a partir de gneros e projetos. So Paulo: Atual, 2000. CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova Gramtica do Portugus Contemporneo. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. DELLISOLA, Regina Lcia Pret. Leitura: inferncias e contexto sociocultural. Belo Horizonte: Imprensa Universitria UFMG, 1991. FIORIN, Jos Luiz; SAVIOLI, Francisco Plato. Para entender o texto: Leitura e Redao. So Paulo: tica, 1986. GARCIA, Othon Moacir. Comunicao em Prosa Moderna. Rio de Janeiro: Fundao Getlio Vargas, 1986. KOCH, Ingedore Villaa. A Coeso Textual. So Paulo: Contexto, 1991. SAVIOLI, Francisco Plato. Gramtica em 44 Lies. So Paulo: tica. PROFESSOR II (6 AO 9 ANO) LITERATURA A linguagem literria e a linguagem no-literria: especificidades e caractersticas distintivas. Estudos de narratologia: tempo, espao, narrador, personagem, autor. Aspectos da potica: eu lrico, ritmo, rimas, estrofes, versos e figuras literrias. Intertextualidade, dialogismo e polifonia textual. Gneros literrios: lrico, dramtico, pico e narrativo. Historiografia literria brasileira: da Literatura de informao ou dos Jesutas at a contemporaneidade. BIBLIOGRFICA SUGERIDA BOSI, Alfredo. Histria Concisa da Literatura Brasileira. So Paulo: Cultrix, 2000. CNDIDO, Antnio. Formao da Literatura Brasileira. Rio de Janeiro: Ouro sobre o Azul, 2006. CEREJA, William Roberto e MAGALHES, Thereza Cochar. Portugus: Linguagens. So Paulo: Atual, 1999. INFANTE, Ulisses. Textos: Leituras e Escritas

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Literatura, Lngua e Redao. v. 1, 2 e 3. So Paulo: Scipione, 2000. NICOLA, Jos de. Literatura Brasileira Das origens aos nossos dias. So Paulo: Scipione, 1998. CARGOS

Advogado Assistente Social Cirurgio Dentista Contador Educador Fsico Enfermeiro Engenheiro Civil Farmacutico

Fisioterapeuta Mdico - Clnico Geral Nutricionista Professor de Atendimento Educacional Especializado Professor I (Educao Infantil e 1 ao 5 ano do Ensino Fundamental) Professor II (6 ao 9 ano) - Artes

Professor II (6 ao 9 ano) - Cincias Professor II (6 ao 9 ano) - Educao Fsica Professor II (6 ao 9 ano) - Educao Religiosa Professor II (6 ao 9 ano) - Geografia Professor II (6 ao 9 ano) - Histria Professor II (6 ao 9 ano) - Lngua Estrangeira Ingls Professor II (6 ao 9 ano) - Matemtica Psiclogo

ESCOLARIDADE EXIGIDA: Nvel Superior (Conforme consta no Anexo I do Edital) PROVAS: Conhecimentos Especficos e Lngua Portuguesa LNGUA PORTUGUESA (Para todos os cargos de nvel superior) Leitura, compreenso e interpretao de textos de natureza diversa: descritivo, narrativo, dissertativo, e de diferentes gneros, como, por exemplo, crnica, notcia, reportagem, editorial, artigo de opinio, texto argumentativo, informativo, normativo, charge, propaganda, ensaio, etc. As questes de texto verificaro as seguintes habilidades: identificar informaes no texto; relacionar uma informao do texto com outras informaes oferecidas no prprio texto ou em outro texto; relacionar uma informao do texto com outras informaes pressupostas pelo contexto; analisar a pertinncia de uma informao do texto em funo da estratgia argumentativa do autor; depreender de uma afirmao explcita outra afirmao implcita; identificar a ideia central de um texto; estabelecer relaes entre ideia principal e ideias secundrias; inferir o sentido de uma palavra ou expresso, considerando: o contexto e/ou universo temtico e/ou a estrutura morfolgica da palavra (radical, afixos e flexes); relacionar, na anlise e compreenso do texto, informaes verbais com informaes de ilustraes ou fatos e/ou grficos ou tabelas e/ou esquemas; relacionar informaes constantes do texto com conhecimentos prvios, identificando situaes de ambiguidade ou de ironia, opinies, valores implcitos e pressuposies. Habilidade de produo textual. Conhecimento gramatical de acordo com o padro culto da lngua. As questes de gramtica sero baseadas em texto(s) e abordaro os seguintes contedos: Fontica: acento tnico, slaba, slaba tnica; ortopia e prosdia. Ortografia: diviso silbica; acentuao grfica; correo ortogrfica. Morfologia: estrutura dos vocbulos: elementos mrficos; processos de formao de palavras: derivao, composio e outros processos; classes de palavras: classificao, flexes nominais e verbais, emprego. Sintaxe: teoria geral da frase e sua anlise: frase, orao, perodo, funes sintticas; concordncia verbal e nominal; regncia nominal e verbal, crase; colocao de pronomes: prclise, mesclise, nclise (em relao a um ou a mais de um verbo). Semntica: antnimos, sinnimos, homnimos e parnimos. Denotao e conotao. Figuras de linguagem. Pontuao: emprego dos sinais de pontuao. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ABAURRE, Maria Luza; PONTARA, Marcela Nogueira. Coleo base: portugus volume nico. So Paulo: Moderna. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novssima Gramtica da Lngua Portuguesa. So Paulo: Nacional. FIORIN, Jos Luiz; SAVIOLI, Francisco Plato. Para entender o texto: leitura e redao. So Paulo: tica. INFANTE, Ulisses. Curso de gramtica aplicada aos textos. So Paulo: Scipione. ROCHA LIMA, Carlos Henrique da. Gramtica normativa da lngua portuguesa. Rio de Janeiro: Jos Olympio. Observao: Para o contedo gramatical, a bibliografia indicada serve como sugesto, podendo o candidato recorrer a outras gramticas que lhe forem mais acessveis. O candidato poder recorrer tambm a livros didticos adotados nas escolas de Ensino Mdio (2. grau). CONHECIMENTOS ESPECFICOS ADVOGADO DIREITO CONSTITUCIONAL A Constituio da Repblica Federativa, de 5 de outubro de 1988. Princpios fundamentais: fundamentos e objetivos da Repblica Federativa do Brasil e princpios norteadores das relaes internacionais. Direitos e garantias fundamentais: Direitos e deveres individuais e coletivos; Direitos sociais; Nacionalidade; Direitos polticos; Dos partidos polticos. Da organizao do Estado: Organizao poltica administrativa; A Unio; Os Estados; O Municpio; O Distrito Federal e Territrios. Da Administrao Pblica:

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Disposies gerais e princpios, servidores pblicos civis e militares; Da fiscalizao contbil, financeira e oramentria; Da tributao e do oramento; Do sistema tributrio nacional: princpios gerais; Das limitaes do poder de tributar, Impostos da Unio, dos Estados e do Distrito Federal e dos Municpios; Da repartio das receitas tributrias; Das finanas pblicas. DIREITO ADMINISTRATIVO Administrao Pblica: Caractersticas; Modo de atuao; Regime Jurdico; Poderes e deveres do Administrador Pblico; Uso e o abuso do poder. Princpios bsicos da administrao. Personalidade jurdica do Estado: rgo e agentes pblicos; Competncia. Poderes Administrativos: Poder vinculado; Poder discricionrio; Poder hierrquico; Poder disciplinar; Poder regulamentar; Poder de polcia. Atos Administrativos: Conceito e requisitos; Atributos; Classificao; Espcies; Anulao e revogao. Organizao Administrativa: Administrao direta e indireta; Centralizao e descentralizao. Licitaes. Contratos Administrativos. Domnio pblico: Conceito e classificao dos bens pblicos; Administrao, utilizao e alienao de bens pblicos; imprescritibilidade; impenhorabilidade e no onerao dos bens pblicos; Aquisio de bens pela administrao pblica; Responsabilidade civil da administrao pblica. Controle da administrao, Tipos e formas de controle, responsabilidade fiscal, controle administrativo, controle legislativo e judicirio. DIREITO CIVIL Teoria Geral do Direito Civil: Eficcia da lei no tempo; Eficcia da lei no espao. Personalidade e capacidade; Das pessoas jurdicas. Dos bens pblicos. Dos fatores Jurdicos: do ato Jurdico; do negcio Jurdico; modalidades do ato e negcio Jurdico; do erro; do dolo; da coao; da leso; da simulao; da fraude contra credores. Da prescrio; Da decadncia. Obrigaes: Fontes das obrigaes; Elementos da obrigao; Efeitos da obrigao; Obrigaes e suas classificaes: obrigao de dar, fazer e no fazer; obrigaes divisveis e indivisveis; obrigaes alternativas, obrigaes objetivamente mltiplas; obrigaes subjetivamente mltiplas; obrigaes solidrias. Do adimplemento e extino das obrigaes. Do inadimplemento das obrigaes. Das vrias espcies de contratos. Da responsabilidade civil. Da posse em geral, classificao, aquisio, perda, efeitos da posse, interditos possessrios. Da propriedade: aquisio e perda da propriedade mvel e imvel. Dos direitos de vizinhana. DIREITO PROCESSUAL CIVIL Cdigo de Processo Civil. Do processo de conhecimento. Do processo de execuo. Do processo cautelar. Dos procedimentos especiais. DIREITO PENAL: Dos crimes contra a administrao pblica. DIREITO TRIBUTRIO Sistema Tributrio Nacional: competncia e limitaes; Dos impostos, das taxas, da contribuio de melhoria e das contribuies sociais. Distribuies de receitas tributrias: disposies gerais; Dos fundos de participao dos Estados e dos Municpios. Da obrigao tributria: fato gerador, sujeito ativo e passivo, responsabilidade tributria. Crdito tributrio: disposies gerais, constituio, suspenso, excluso e extino do crdito tributrio, Garantias e privilgios do crdito tributrio. Fiscalizao. Dvida Ativa. Certides Negativas. LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL Lei complementar n. 101, de 4 de maio de 2000. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ANDRADE FILHO, E. O. Direito penal tributrio. So Paulo: Atlas, 2004. BALEEIRO, A. Direito tributrio brasileiro. Rio de Janeiro: Forense, 2005. BONAVIDES, P. Curso de direito constitucional. 15 ed. So Paulo: Malheiros, 2004. Cdigo Civil Brasileiro (Lei. n o. 10.406, de 10 de janeiro de 2002). Cdigo de Processo Civil. Cdigo Penal. Cdigo Tributrio Nacional. COELHO, S. C. N. Curso de direito tributrio brasileiro 7. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2004. DA SILVA. J. A. Curso de Direito Constitucional Positivo. 23 ed. So Paulo: Malheiros, 2004. TEODORO JNIOR, Humberto, Curso de Direito Processual Civil Vol. I, II, III. Rio de Janeiro: Forense. MACHADO, H. B. Curso de direito tributrio. So Paulo: Malheiros, 2004. MEIRELLES. E. L., Direito administrativo brasileiro. 29 ed. So Paulo: Malheiros, 2004. MELO. C. A. B., Curso de Direito Administrativo. 17 ed. So Paulo: Malheiros, 2004. MONTEIRO, W. B. Curso de Direito Civil. Vol. 1, 3, 4, 5. So Paulo: Saraiva. MOREIRA. J. C. B. O Novo Processo Civil Brasileiro. Rio de Janeiro: Forense. PEREIRA. C. M. S. Instituies do Direito Civil. Vol. I, II, III, IV. Rio de Janeiro: Forense. PIETRO, M. S. Z. Direito administrativo. So Paulo: Atlas, 2004. RODRIGUES, S. Curso de Direito Civil. Vol. 1, 2, 3, 4, 5. So Paulo: Saraiva. SANTOS. M. A. Comentrios ao Cdigo de Processo Civil. Rio de Janeiro: Forense. ASSISTENTE SOCIAL Questo social. Anlise e fundamentao das relaes sociais no mbito das Instituies. A Instituio e as Organizaes Sociais. Polticas Sociais: Relao Estado/Sociedade. Contexto atual e o neoliberalismo. Direitos sociais, legislao e mecanismos de acesso interfaces com segmentos especficos infncia e juventude, famlia, idosos, mulheres, pessoas com deficincia, trabalhadores. Polticas, diretrizes, aes e desafios na rea da famlia, da criana e do adolescente: Polticas de Seguridade e Previdncia Social. Polticas da Assistncia Social Brasileira, Lei Orgnica de Assistncia Social (LOAS). Polticas de Sade Brasileira, Sistema nico de Sade (SUS) e agncias reguladoras. Poltica Nacional do Idoso. Estatuto da Criana e do Adolescente (ECA). A defesa de direitos da criana e do adolescente. O trabalho em redes: esfera pblica, conselhos de direito. Intersetorialidade e interdisciplinaridade. Gesto Social. Planejamento Social. Metodologias de pesquisa social. Processos de trabalho no Servio Social e seus fundamentos terico-metodolgicos, tcnico-operativos e tico-polticos. Processos de trabalho e instrumentalidade no Servio Social. Nveis, reas e limites de atuao do

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profissional de Servio Social. Abordagens grupais e individuais. Estratgias, instrumentos e tcnicas de interveno. tica profissional. Legislao que regulamenta a profisso de Assistente Social. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA Lei Orgnica da Assistncia Social LOAS (Lei n. 8.742/1993). Ministrio do Desenvolvimento Social e Combate Fome. Poltica Nacional de Assistncia Social. Braslia: Secretaria Nacional de Assistncia Social, 2004. Lei n. 12.435, 06/07/2011. Altera a Lei n. 8.742, de 7/12/1993, que dispe sobre a organizao da Assistncia Social. Sistema nico de Assistncia Social SUAS. Lei n. 8.069, de 13/07/1990. Estatuto da Criana e do Adolescente (ECA), atualizado com a Lei n. 12.010, de 3/8/2009, Lei n. 12.594, de 18/01/2012. Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo. Plano Nacional de Promoo, Proteo e Defesa do Direito de Crianas e Adolescentes Convivncia Familiar e Comunitria, 2006. Lei Orgnica da Sade (Lei 8.080/1990). Lei n. 8.142, de 28/12/1990. Lei n. 8.662 de 07/06/1993 Cdigo de tica Profissional do Assistente Social. Edio atualizada, 2011. BARROCO SILVA, Maria Lcia. tica Fundamentos Scio-histricos. 3. ed. So Paulo, Cortez, 2010. CARVALHO, R. e IAMAMOTO, M. Relaes sociais e Servio Social no Brasil. Cortez, 2001. CFESS Conselho Federal de Servio Social (org.). O Estudo Social em Percias, CFESS. Parmetros para Atuao de Assistentes Sociais na Poltica de Sade. Srie Trabalho e Projeto Profissional nas Polticas Sociais [online]. Braslia: CFESS, 2010. CFESS/ABEPSS. Servio Social: Direitos Sociais e Competncias Profissionais. Braslia: CFESS/ABEPSS, 2009. Unidade I: p. 15 a 86; Unidade II: p. 125 a 163; Unidade IV: p. 341 a 410; e Unidade V: p. 481 a 552. FALEIROS, Vicente de Paula Estratgias em Servio Social 5. ed. So Paulo: Cortez, 2005. GUERRA. Y. A instrumentalidade do Servio Social. So Paulo: Cortez, 1995. IAMAMOTO, Marilda Villela. O Servio Social na Contemporaneidade: trabalho e formao profissional. So Paulo: Cortez Editora, 1999. IAMAMOTO, Marilda Villela. Servio Social em Tempo de Capital Fetiche. Capital financeiro, trabalho e questo social. So Paulo: Cortez, 2007. MONNERAT, Giselle Lavinas and SOUZA, Rosimary Gonalves de. Da Seguridade Social intersetorialidade: reflexes sobre a integrao das polticas sociais no Brasil. Rev. katlysis [online]. 2011, vol.14. MOTTA, Ana Elizabete et al (orgs.). Servio Social e Sade. Formao e Trabalho Profissional [online]. ABEPSS e OPAS, julho/2006. NETTO, Paulo Jos. Ditadura e servio social. 8. ed. So Paulo. 2005. YAZBEZ, M. C. Classes Subalternas e Assistncia Social. So Paulo: Cortez, 2003. CIRURGIO DENTISTA Conceito de sade, paradigma sanitrio, princpios e caractersticas da promoo da sade. Controle de infeco na prtica odontolgica. Materiais e instrumentais da clnica odontolgica. Diagnstico das doenas bucais: crie, ms formaes dentrias, doenas periodontais, leses de mucosa, leses de tecido sseo, leses glandulares, distrbios articulares. Sade da Famlia. Planejamento de tratamento odontolgico (anamnese, exames complementares, pronturio). Prescrio na clnica odontolgica. Preveno das doenas bucais: crie, doena periodontal e neoplasias individual e coletiva mtodos preventivos, fluorterapia. Anestesiologia indicaes, anestsicos e tcnicas. Tratamento das doenas bucais: crie, doenas periodontais, leses de mucosa, leses de tecido sseo, leses glandulares e distrbios articulares. Dentstica operatria tratamento invasivo e no invasivo da crie dentria. Procedimentos periodontais de raspagem, plastias gengivais. Cirurgias bucais bipsia, exodontia, suturas, tratamento de complicaes cirrgicas e infeces. Tratamento conservador da polpa dentria. Ocluso e ajuste oclusal. Legislao do SUS Sistema nico de Sade. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ABOPREV. Promoo de Sade Bucal. So Paulo: Artes Mdicas, 2003. ALLEGRA, F.; GENNARI P. V. Doenas da mucosa bucal. So Paulo: Santos, 2000. ANDRADE E. D. Teraputica medicamentosa em odontologia. 2. ed. So Paulo: Artes Mdicas. BUISCHI, I. A promoo da sade bucal na clnica odontolgica EAP-APCD. So Paulo: Artes Mdicas, 2000. BURT, B. A.; EKLUND, S.A. Odontologia Prtica Dental e a Comunidade. 6. ed. So Paulo: Santos, 2007. COHEN, S. BURNS C.R. Caminhos da Polpa. 9. ed. So Paulo: Elsevier, 2007. COLEMAN, G. C.; NELSON, J. F. Princpios de diagnstico bucal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. Controle de Infeces e a Prtica Odontolgica em tempos de AIDS Manual de Condutas. Braslia, Ministrio da Sade, 2000. ELIAS, R. Atendimento de pacientes de risco. So Paulo: Revinter, 2009. FEJERSKOV, O; KIDD, E. Crie Dentria. A doena e o seu tratamento clnico. So Paulo: Santos, 2005. KRAMER, P. F. Promoo de Sade Bucal em Odontopediatria: Diagnstico, preveno e tratamento da crie bucal. So Paulo: Artes Mdicas, 1997. LINDHE, J. Tratado de periodontia clnica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. LITTLE J. W. et col. Manejo odontolgico de paciente clinicamente comprometido. 7. ed. So Paulo: Elsevier, 2009. Manual de Conduta de Biossegurana na Policlnica Odontolgica. UNIVAP, 2008. www.univap.br. MONDELLI, J. S. Fundamentos de Dentstica Operatria. 1. ed. So Paulo: Santos, 2006. NEVILLE, B. et col. Patologia oral e maxilofacial. 3. ed. So Paulo: Elsevier, 2009. PEREIRA, A. C. et col. Odontologia em Sade Coletiva: Planejamento, aes e promovendo sade. 1. ed. So Paulo: Artmed, 2003. PETERSON et col. Cirurgia oral e maxilofacial contempornea. 5. ed. So Paulo: Elsevier, 2009. PINTO, V. G.

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Sade Bucal Coletiva. 5. ed. So Paulo: Editora Santos, 2008. SHILLIINGBURG J. H. T. et col. Fundamentos de Prtese Fixa. 4. ed. So Paulo: Quintessence, 2007. BRASIL. Constituio Federal. Artigos 196, 197, 198, 199 e 200. BRASIL. Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990 Lei Orgnica da Sade. Braslia: Dirio Oficial da Unio, 20 set. 1990 [com redao dada pela Lei 9.836, de 23 de setembro de 1999 (Dirio Oficial da Unio, 24 set. 1999)]. BRASIL. Lei 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Braslia: Dirio Oficial da Unio, 31 dez. 1990. CONTADOR 1. Contabilidade Pblica: Conceitos gerais; Campo de aplicao; Regimes contbeis; Tcnicas de registro e de lanamentos contbeis; Plano de contas; Balano oramentrio, financeiro e patrimonial; Demonstrao das variaes patrimoniais. 2. Oramento Pblico: Conceitos gerais; Processo de planejamento; Princpios; Ciclo oramentrio; Oramento por programas. 3. Receita Pblica: Conceito; Classificao; Estgios; Escriturao contbil; Dvida ativa. 4. Despesa Pblica: Conceito; Classificao; Licitao; Estgios. 5. Restos a Pagar. 6. Dvida Pblica. 7. Regime de Adiantamento: Conceito; Finalidades; Controle dos adiantamentos. 8. Patrimnio Pblico: Conceito; Bens, direitos e obrigaes das Entidades Pblicas; Variaes patrimoniais; Variaes ativas e passivas. 9. Crditos Adicionais: Conceito; Classificao; Autorizao e abertura; Vigncia; Indicao e especificao de recursos. 10. Fundos. 11. Lei de Responsabilidade Fiscal, Portaria n. 577/08 da Secretaria do Tesouro Nacional STN. Lei Federal n. 10.028/2000. 12. Prestao e tomada de contas. 13. Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas ao setor pblico. 14. Portaria do Ministrio do Oramento e Gesto n. 42, de 14 de abril de 1999; Portaria Interministerial n. 163, de 4 de maio de 2001, do Secretrio do Tesouro Nacional do Ministrio da Fazenda e do Secretario de Oramento Federal do Ministrio do Planejamento Oramento e Gesto. Portaria n. 564, de 27 de outubro de 2004, da Secretaria do Tesouro Nacional STN. Manuais de Receita Nacional do Ministrio da Fazenda e da Secretaria de Oramento Federal do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA AGUILAR, A. M. et al. Planejamento governamental de municpios: plano plurianual, Lei de diretrizes oramentrias e lei oramentria anual. 2 ed. So Paulo: Atlas, 2008. AMORIM, F. A. et al. Lei de responsabilidade fiscal para os municpios: uma abordagem prtica. 2 ed. So Paulo: Atlas, 2007. ANDRADE, N. A. Contabilidade pblica na gesto municipal. 3 ed. So Paulo: Atlas, 2007. ANGLICO, J. Contabilidade pblica. 8 ed. So Paulo: Atlas, 1994. CRUZ, Flvio et al. Lei de responsabilidade fiscal comentada: Lei Complementar n 101, de 4 de maio de 2000. 6 ed. So Paulo: Atlas, 2009. KOHAMA, H. Contabilidade pblica: teoria e prtica. 10 ed. So Paulo: Atlas, 2006. MEIRELLES, Hely Lopes. Licitao e contrato administrativo. 14 ed. So Paulo: Malheiros Editores, 2007. PISCITELLI, R. B. et al. Contabilidade pblica: uma abordagem da administrao financeira pblica. 10 ed. So Paulo: Atlas, 2009. SILVA, L. M. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo. 7 ed. So Paulo: Atlas, 2004. SLOMSKI, V. Manual de contabilidade pblica: um enfoque na contabilidade municipal. 2 ed. So Paulo: Atlas, 2003. Normas brasileiras de contabilidade aplicadas ao setor pblico. (http://www.cfc.org.br). Lei Complementar n 101/2000 (atualizada). Lei n 4.320/64 (atualizada). Lei n 8.666/93 e suas alteraes (atualizada). Lei Federal n 10.028/2000 (atualizada). Portaria n. 577/08 da Secretaria do Tesouro Nacional STN. Portaria do Ministrio do Oramento e Gesto n 42, de 14 de abril de 1999. Portaria Interministerial n 163, de 4 de maio de 2001, do Secretrio do Tesouro Nacional do Ministrio da Fazenda e do Secretario de Oramento Federal do Ministrio do Planejamento Oramento e Gesto. Portaria n 564, de 27 de outubro de 2004, da Secretaria do Tesouro Nacional STN. Manuais de Receita Nacional do Ministrio da Fazenda e da Secretaria de Oramento Federal do Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto. EDUCADOR FSICO Polticas pblicas em educao fsica. Poltica nacional de promoo da sade. Prticas corporais: benefcios e riscos. Educao fsica e sade. Fisiologia do exerccio. Avaliao e prescrio de exerccios fsicos. Epidemiologia da atividade fsica. Aprendizagem e desenvolvimento motor: conceitos bsicos envolvidos no planejamento das habilidades motoras a serem trabalhadas. Legislao do SUS Sistema nico de Sade. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA BRASIL. Ministrio da Sade. Secretaria de Vigilncia em Sade. Poltica nacional de promoo da sade. Secretaria de Ateno Sade. Braslia, 2006. Disponvel em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/ pdf/pactovolume7.pdf. GEIS, Pilar Ponte. Atividade fsica e sade na terceira idade: teoria e prtica. Porto Alegre: Artmed, 2003. MAGILL. R. Aprendizagem motora: conceitos e aplicaes. So Paulo: Edgar Bluche, 1984. MARCELINO, Nelson C. (Org.). Lazer e esporte: polticas pblicas. Campinas: Autores Associados, 2001. McARDLE, W.D.; KATCH, F.I.; KATCH, V.L. Fisiologia do Exerccio Energia, nutrio e desempenho humano. 4. ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1998. NAHAS, Markus V. Atividade fsica, sade e qualidade de vida: conceitos e sugestes para um estilo de vida ativo. 4. ed. Londrina: Midiograf, 2006. BRASIL. Constituio Federal. Artigos 196, 197, 198, 199 e 200. BRASIL. Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990 Lei Orgnica da

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Sade. Braslia: Dirio Oficial da Unio, 20 set. 1990 [com redao dada pela Lei 9.836, de 23 de setembro de 1999 (Dirio Oficial da Unio, 24 set. 1999)]. BRASIL. Lei 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Braslia: Dirio Oficial da Unio, 31 dez. 1990. ENFERMEIRO Semiologia e Semiotcnica: exame fsico; tcnicas de enfermagem; preparo e administrao de medicaes/solues. Processo de Enfermagem. Biotica. Aspectos ticos e legais da prtica de enfermagem. Legislao de enfermagem, tica profissional e direitos do paciente e de sua famlia. Enfermagem Mdico-cirrgica: Assistncia de Enfermagem no pr, trans e ps-operatrio. Assistncia de enfermagem aos clientes adulto e idoso. Enfermagem Materno-infantil: Assistncia de enfermagem ao recm-nascido e criana hospitalizados (clnico e cirrgico). Aes de preveno e controle das infeces. Medidas preventivas de acidentes. Implementao de plano de educao sade. Enfermagem em Sade Pblica. Vigilncia Epidemiolgica. Doenas Transmissveis/Imunizao. Vigilncia Sanitria.DST/AIDS. Enfermagem em Sade Mental. Aes de enfermagem na Ateno Bsica: Diabetes, Hipertenso Arterial, Preveno de Cncer de Mama e Crvico-Uterino. Polticas de Sade e o Sistema nico de Sade. A Estratgia Sade da Famlia: concepo, desenvolvimento e sua implantao. A Reforma Sanitria. A Reforma Psiquitrica. Protocolos estabelecidos nos programas do Ministrio da Sade. Legislao do SUS Sistema nico de Sade. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA BRASIL. Constituio Federal. Artigos 196, 197, 198, 199 e 200. BRASIL. Lei n. 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Dispe sobre a participao da comunidade na gesto do Sistema nico de Sade (SUS) e sobre as transferncias intergovernamentais de recursos financeiros na rea da sade, e d outras providncias. BRASIL. Ministrio da Sade. Lei n. 8.080/90 Lei Orgnica da Sade - Dispe sobre as condies para a promoo, proteo e recuperao da sade, a organizao e o funcionamento dos servios correspondentes e d outras providncias. 1990. In: Manual Gestor SUS. Rio de Janeiro: Lidador, 1997. BRASIL. Ministrio da Sade. Manual de Enfermagem. 2001. BRASIL. Ministrio da Sade. Manual de Norma de Vacinao. 3. ed. Braslia: Ministrio da Sade Fundao Nacional de Sade, 2001. BRASIL. Portaria n. 198/GM/MS de 13 de fevereiro de 2004. Institui a Poltica Nacional de Educao Permanente em Sade como estratgia do Sistema nico de Sade para a formao e o desenvolvimento de trabalhadores para o setor e d outras providncias. COFEN. Cdigo de tica dos Profissionais de Enfermagem. 1993. COFEN. Lei do Exerccio Profissional de Enfermagem. 1993. DUCAN, Bruce B. et al. Medicina Ambulatorial: Condutas Clnicas em Ateno Primria. Porto Alegre: Editora Artes Mdicas, 1997. Guia de Vigilncia Epidemiolgica Ministrio da Sade/Fundao Nacional de Sade. Braslia, agosto/2002. Guia de Vigilncia Epidemiolgica Ministrio da Sade / Fundao Nacional de Sade Braslia, agosto/2002. Legislao Estadual Lei n. 11.802, de 18 de janeiro de 1995. Dispe sobre a promoo de sade e da reintegrao social do portador de sofrimento mental; determina a implantao de aes e servios de sade mental substitutivos aos hospitais psiquitricos e a extino progressiva destes; regulamenta as internaes, especialmente a involuntria e d outras providncias. Legislao Federal Lei n. 10.216, de 6 de abril de 2001. Dispe sobre a proteo e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em sade mental. Braslia DF. MENDES, Eugnio Vilaa. (Org.). Distrito Sanitrio: o processo social de mudana nas prticas sanitrias do Sistema nico de Sade. 3. ed. So Paulo, Rio de Janeiro: Hucitec Abrasco, 1995. MENDES, Eugnio Vilaa. Uma Agenda para a Sade. So Paulo: Editora Hucitec, 1996. MINISTRIO DA SADE. Portaria n. 2.616, de 12 de maio de 1998. Braslia: DOU, 13/05/98. MINISTRIO DA SADE. Processamento de artigos e superfcies em estabelecimentos de sade. Braslia/DF, 1994. PINHEIRO. R, MATTOS R. A. (Orgs.). Os sentidos da integralidade na ateno e no cuidado sade. Rio de Janeiro: Abrasco, 2001. ROUQUAYROL, M Z; Almeida Filho, N. Epidemiologia e Sade. 6. ed. Rio de Janeiro: Medsi 2003. SMELTZER S, BARE B. Brunner & Suddarth: tratado de enfermagem medico-cirrgica. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2002. 9. ed. STARFIELD B. Ateno primria: equilbrio entre necessidade de sade, servios e tecnologia. Braslia: UNESCO, Ministrio da Sade, 2002. VERONESI, R e FOCACIA, R. Tratado de Doenas Infecciosas. So Paulo/Rio de Janeiro/Belo Horizonte: Ateneu, 1997. Site www.funasa.gov.com.br/publicacoes. ENGENHEIRO CIVIL Materiais de Construo: Componentes de alvenaria tijolos cermicos e blocos vazados. Concreto armado dosagem, amassamento, lanamento e cura. Argamassas para revestimento chapisco, reboco e emboo. Ao para concreto armado tipos de ao e classificao. Tecnologia das edificaes: estudos preliminares; levantamento topogrfico do terreno; anteprojetos e projetos; canteiro de obras; alvenarias de vedao e alvenarias estruturais; formas para concreto armado; sistema de formas de madeira; cobertura das edificaes; telhados cermicos suporte e telhas. PLANEJAMENTO DE OBRAS DE CONSTRUO CIVIL: Engenharia de

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custos, oramento, composio de custos unitrios, parciais e totais, levantamento de quantidades, especificao de materiais e servios, contratao de obras e servios, planejamento de tempo. Abastecimento de gua: Demanda e consumo de gua. Estimativa de vazes. Adutoras. Estaes elevatrias. Princpios do tratamento de gua. Esgotamento sanitrio: Sistemas estticos para a disposio de esgotos. Rede coletora. Princpios do tratamento de esgotos. Drenagem pluvial: Estimativa de contribuies. Galerias e canais. Limpeza pblica: Estimativa de contribuies; coleta de resduos slidos domiciliares; compostagem; aterro sanitrio e controlado. Instalaes hidrulico-sanitrias: projeto e dimensionamento de instalaes prediais de gua fria; projeto e dimensionamento de instalaes prediais de esgotos sanitrios; projeto e dimensionamento de instalaes prediais de guas pluviais; projeto e dimensionamento de instalaes prediais de combate a incndio. Resistncia dos materiais: Tenses, deformaes, propriedades mecnicas dos materiais, toro, flexo, cisalhamento, linha elstica, flambagem, critrios de resistncia. Concreto Armado: Materiais, normas, solicitaes normais, flexo normal simples, cisalhamento, controle da fissurao, aderncia, lajes macias e nervuradas, puno, toro, deformaes na flexo, pilares. Teoria das Estruturas: Morfologia das estruturas, carregamentos, idealizao. Estruturas isostticas planas e espaciais. Estudo de cabos. Princpio dos Trabalhos Virtuais. Clculo de deslocamentos em estruturas isostticas: mtodo da carga unitria. Anlise de estruturas estaticamente indeterminadas: mtodo das foras. Anlise de estruturas cinematicamente indeterminadas: mtodo dos deslocamentos, processo de Cross. Mtodos de energia: teoremas de Castigliano, teoremas de Crotti-Engesser, mtodo de Rayleigh-Ritz. Geotecnia: Mecnica dos solos, fundaes, estruturas de conteno. SISTEMA VIRIO: noes bsicas de projetos de topografia, geomtrico e de terraplenagem; Pavimentao de vias: tipos devias, dimensionamento de pavimentos, tipos de materiais. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA CREDER, H. Instalaes Eltricas. 14 ed. Rio de Janeiro: Livros Tcnicos e Cientficos, 2002. AZEVEDO NETTO, J. M. Manual de hidrulica. 8 ed. So Paulo: Edgard Blucher, 2003. MACINTYRE, A. J. Instalaes Hidrulicas Prediais e Industriais. Rio de Janeiro: LTC, 2010. GRAZIANO, F. P. Projetos e Execuo de Estruturas de concreto armado. So Paulo: Em Nome da Rosa, 2006. GALVO Jr, A. C; PHILIPPI Jr., A Gesto do Saneamento Bsico Abastecimento de gua e Esgotamento Sanitrio. Col. Ambiental. So Paulo: Manole, 2011. BARROS, R. M., Tratado sobre Resduos Slidos Gesto, Uso e Sustentabilidade. Rio de Janeiro: Intercincia, 2012. NUVOLARI, A; TELLES, D. A; RIBEIRO, J.R.; MIYASHITA, N.J.; RODRIGUES, R. B; ARAUJO, R; MARTINELLI, A. Esgoto Sanitrio: Coleta, Transporte, Tratamento e Reso Agrcola. So Paulo: Edgar Blucher, 2011. RICHTER, Carlos A. gua: Mtodos e Tecnologia de Tratamento. So Paulo: Edgar Blucher, 2009. IANO, J.; ALLEN, E. Fundamentos da Engenharia de Edificaes. 5 ed. Porto Alegre; Bookman. 2013. BERNARDES, Maurcio Moreira e Silva. Planejamento e Controle da Produo para Empresas de Construo Civil. Rio de Janeiro: LTC, 2003. LIMMER, C. V. Planejamento, Oramento e Controle de Projetos e Obras. Rio de Janeiro: LTC, 1997. SILVA, M. B. Manual de BDI. So Paulo: Edgard Blcher, PINI, 2007. ANTAS, Paulo M.; GONALO, Elusio; LOPES, Luiz A. S.; VIEIRA, lvaro. Estradas: Projeto Geomtrico e de Terraplenagem. 1 ed. So Paulo: Intercincia, 2010. BALBO, Jos Tadeu. Pavimentao Asfltica: materiais, projeto e restaurao. So Paulo: Oficina de Textos, 2007. PORTUGAL, Licnio da Silva. Estudo de polos geradores de trfego. So Paulo: Edgard Blucher, 2003. SILVA, P. F. A. Manual de Patologia e Manuteno de Pavimentos. 2 ed. So Paulo: Pini, 2008. NEVILLE, A. M.; BROOKS, J.J. Tecnologia do Concreto. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. ALONSO, Urbano R.. Dimensionamento de Fundaes Profundas. So Paulo: Edgard Blcher. DUARTE, Fbio. Planejamento urbano. 1 ed. Curitiba, PR: IBPEX, 2007. BARTHOLOMEU, D. B. Logstica Ambiental de Resduos Slidos. 1 ed. So Paulo: Editora Atlas, 2011. DAS, B. M. Fundamentos de Engenharia Geotcnica. 7. Ed. So Paulo: Editora Cengage Learning, 2011. BAUER, F. L. A. Materiais de Construo. v. 1 e 2. Rio de Janeiro: LTC, 1994. CRAIG, R.F. - Mecnica dos Solos. So Paulo: LTC Editora, 2007. JORDO, E. P. & PESSOA, C. A., Tratamento de Esgoto Domstico. Rio de Janeiro: ABES, 1995. VON SPERLING, M. Princpios do Tratamento Biolgico de guas Residurias Introduo qualidade das guas e ao tratamento de esgotos, v. 1. Minas Gerais: ABES, 1995. CANHOLI, ALUSIO Drenagem Urbana e Controle de Enchentes. Editora Oficina de Textos, 304 p. 2005. RICHTER, C. A.; NETO, J. M. A. Tratamento de gua Tecnologia Atualizada. So Paulo: Editora Edgard Blucher Ltda, 1991. SENADO FEDERAL. Cdigo de Trnsito Brasileiro. 486 p. Braslia: Secretaria Especial de Editorao e Publicaes, 2002. SENO, W. Manual de Tcnicas de Pavimentao. v I e II. 2 ed. So Paulo: Editora Pini, 2001. FARMACUTICO Anlises bioqumicas do sangue, da urina e outros meios biolgicos. Biossegurana. Anlises hematolgicas de rotina laboratorial, hemograma, orientao interpretativa dos resultados. Estudos das anemias e leucemias. Principais reaes sorolgicas na rotina de imunologia clnica: fixao do complemento, soroaglutinao, hemaglutinao, neutralizao, precipitao, imunofluorescncia e ensaios imunoenzimticos, tcnicas e mtodos de diagnstico. Mtodos para isolamento e identificao dos principais agentes causadores de infeces, a partir de diversos materiais biolgicos, dando nfase aos agentes bacterianos. Estudo dos

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protozorios e helmintos: diagnstico, colheita e conservao do material biolgico, preparo de reativos e corantes. Mtodos especficos que permitam o diagnstico laboratorial de protozorios intestinais, teciduais e sanguneos e helmintos. Exame fsico-qumico e sedimentoscopia qualitativa e quantitativa da urina. Controle de qualidade em anlises clnicas. Introduo ao estudo da Farmacologia. Estudo dos processos de absoro, distribuio, biotransformao e eliminao de frmacos. Vias de administrao. Estudo da concentrao plasmtica dos frmacos. Biodisponibilidade e bioequivalnica. Fatores fisiolgicos e patolgicos que afetam a resposta farmacolgica. Interao medicamentosa. Assistncia e Ateno Farmacuticas: atuais conceitos e a realidade brasileira. Farmacoepidemiologia: os indicadores de prescrio da OMS. Cdigo de tica farmacutica. Organograma da categoria farmacutica e entidades profissionais. Regulamentos, resolues e recomendaes do Conselho Federal de Farmcia. Portarias do Ministrio da Sade rea farmacutica. Legislao sanitria. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H.; POBER, J. S. Imunologia Celular e Molecular. 4 ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2002. BARTOLO, A.T.; CUNHA, B. C. A. Assistncia Farmacutica. Lei n. 5991/73, anotada e comentada. So Paulo: Atheneu, 1989. CARLINI, A. E. Medicamentos, drogas e sade. So Paulo: Hucitec, 1995. DE CARLI, G. A. Parasitologia clnica: seleo de mtodos e tcnicas de laboratrio para o diagnstico das parasitoses humanas. So Paulo: Atheneu, 2001. DEFFUNE, E., MACHADO, P.E.A.. Normas de biossegurana para as reas hospitalar e laboratorial - Parte I. News Lab, 1995. Vol. 13, p. 32-4. DEVLIN, T.M. Manual de bioqumica com correlaes clnicas. 4.ed. So Paulo: Edgard Blucher, 1998. FAILACE, R. Hemograma: manual de interpretao. Porto Alegre: Artes Mdicas,1995. HARDMAN, J. G.; GOODMAN, L. S. & GILMAN, A. As Bases Farmacolgicas da Teraputica. 9.ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill Interamericana, 1996. HOFFBRAND, A.V.; PETTIT, J.E. Hematologia clnica ilustrada. So Paulo: Manole, 1991. JAWETZ, E., BROOKS, G., MELNICK,J., BUTEL, J., ADELBERG, E., ORNSTON, N. Microbiologia mdica. 18.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. KANOUN, P. Manual de exames de laboratrio. So Paulo: Atheneu, 1990. LIMA, A. O. SOARES, J.B.; GRECO, J.B.; GALIZZI, J.; CANADO, J.R. Mtodos de Laboratrio aplicados clnica: tcnica e interpretao. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1985. MINS, C. et al. Microbiologia mdica. 2.ed. So Paulo: Manole, 2000. MOURA, R.A. A; WADA, C.S.; PURCHIO, A.; ALMEIDA, T.C. Tcnicas de laboratrio. 3.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1987. NEVES, D. P. Parasitologia humana. 10.ed. So Paulo: Atheneu, 2000. 428 p. RANG, H.P. & DALE, M.M. Farmacologia. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. RANG, H.P. & DALE, M.M. Farmacologia. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. STRASINGER, S.K. Uroanlise e fluidos biolgicos. 3.ed. So Paulo: Premier, 1995. VALLADA, E.P. Manual de tcnicas hematolgicas. Rio de Janeiro: Atheneu, 1999. www.anvisa.gov.br. www.cff.org.br. www.crfmg.org.br. ZANINI, A. C. & OGA, S. Farmacologia Aplicada. 5.ed. So Paulo: Atheneu, 1994. ZUBIOLI, A. Profisso: Farmacutico. E agora? Curitiba: Lovise, 1992. FISIOTERAPEUTA Avaliao do paciente. Medida da funo musculoesqueltica. Reabilitao cardiorrespiratria. rteses. Prteses. Meios fsicos em reabilitao. Reabilitao do paciente amputado. Reabilitao do Aparelho Osteoarticular. Reabilitao do Politraumatizado. Reabilitao nas Leses de Partes Moles. Reabilitao na Osteoporose. Reabilitao na Artrite Reumatoide. Reabilitao nas Alteraes Posturais e Algias vertebrais. Reabilitao em Hemiplegia. Paralisia cerebral e tratamento de reabilitao. Leso medular e reabilitao. Tratamento Fisioterpico na Leso Nervosa Perifrica. Abordagem fisioterpica nas distrofias musculares. Abordagem fisioterpica nos distrbios osteomusculares relacionados com o trabalho e reabilitao. Reabilitao do idoso. Exerccio e qualidade de vida. Preveno das infeces em servios de reabilitao. Reabilitao na arteriopatia dos membros inferiores, alteraes do retorno nenoso e linftico. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA BRUNNSTRON Cap. 9. Ed. Manole Ltda., 5. ed, 1997. CAROLYN KISNER/LYNN COLBY Exerccios Teraputicos. Ed MANOLE, 1998. CASH Fisioterapia em ortopedia e reumatologia. Ed. Panamericana, 1984. DE LISA - Medicina de Reabilitao-Principios e Prticas. Ed. MANOLE, 1992. EMC-Kinesiterapia. Medicina Fsica, 2002. HOPPENFELD propedutica Ortopdica, Coluna e extremidades. Ed. Atheneu, 1995. JANICE K. LOUDON/ STEPANIA L. BELL/ JANE M JOHNSTON Guia Clnico de Avaliao Ortopdica. MANOLE, 1999. KRUSEN. Tratado de Medicina Fsica e Reabilitao. MANOLE, 1984. LIANZA, S. Medicina De Reabilitao 3. ed. Guanabara Koogan, 2001. MCARDLE Fisiologia do Exerccio. 3. ed. Guanabara Koogan, 1992. NABIL GHORAYEB-TURBIO BARROS. O Exerccio Atheneu, 1999. BRASIL. Constituio Federal. Artigos 196, 197, 198, 199 e 200. O SULLIVAN, SUSAN B. Fisioterapia Avaliao e Tratamento. Ed. Manole Ltda., 1993, 2. ed. MDICO CLNICO GERAL

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Hipertenso arterial sistmica; Arritmia cardaca; Insuficincia coroniana aguda; Infarto agudo do miocrdio; Tromboembolismo embolia pulmonar aguda; Insuficincia cardaca; Hepatites virais; Doenas de Chagas; Esquitossomose Mansoni; Leishmaniose cutnea e visceral; Sndrome de imunodeficincia humana adquirida; Tuberculose pulmonar; Raiva; Ofidismo; Escorpionismo/aracnesmo; Insuficincia heptica; Insuficincia renal aguda; Distrbios hidroeletrolticos e cido bsico; Diabetes Melitus; Hipertireoidismo; Hipotireoidismo; Doenas cloridoppticas; Doenas inflamatrias intestinais; Ictercias; Neoplasias pulmonares; Insuficincia respiratria aguda; Asma brnquica; Doena pulmonar obstrutiva crnica; Cncer gstrico; Micoses pulmonares. Legislao do SUS Sistema nico de Sade. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA CECIL. Tratado de Medicina Interna Volumes 1 e 2, 22. ed; Editora Elvesier: 2005. NEVES David Pereira. Parasitologia Humana 11. ed. Editora Atheneu: 2005. HARRISON. Medicina Interna 15. ed. Editora McGraw Hill Interamericana do Brasil: VERONESI, Ricardo. Tratado de Infectologia Volumes 1 e 2. Editora Atheneu: 1996. HINRICHSEN, Silvia Lemos. Doenas Infecciosas e Parasitrias. Editora Guanabara Koogan: 2005. BRASIL. Constituio Federal. Artigos 196, 197, 198, 199 e 200. BRASIL. Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990 Lei Orgnica da Sade. Braslia: Dirio Oficial da Unio, 20 set. 1990 [com redao dada pela Lei 9.836, de 23 de setembro de 1999 (Dirio Oficial da Unio, 24 set. 1999)]. BRASIL. Lei 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Braslia: Dirio Oficial da Unio, 31 dez. 1990. NUTRICIONISTA Alimentao, nutrio e sade; necessidades dietticas recomendadas e dieta adequada para todas as fases do ciclo da vida (nutrio na gravidez e lactao, na infncia, na adolescncia, na idade adulta e para o idoso); avaliao nutricional; indicadores de avaliao nutricional do crescimento; distrbios do crescimento; indicadores do estado nutricional de coletividades; educao nutricional de coletividades; planejamento de cardpios; controle de qualidade dos alimentos; controle higinico-sanitrio dos alimentos; toxi-infeco alimentar; microrganismos e alimentos; nutrio e sade pblica; princpios de epidemiologia; epidemiologia aplicada nutrio. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA ABERC. Manual ABERC de prticas de elaborao e servio de refeies para coletividades. 2. ed. So Paulo, 2000. ACCIOLY, E.; SAUNDERS, C.; LACERDA, E.M. Nutrio em Obstetrcia e Pediatria. Cultura Mdica, 2002. OLIVEIRA, Dutra de J. E.; MARCHINI, J. S. Cincias Nutricionais. So Paulo: Sarvier, 2000. EUCLYDES, M. P. Nutrio do lactente: bases cientficas para uma alimentao adequada. Viosa, 2000. MAHAN,L.K.; ESCOTT-STUMP, S. Alimentos, Nutrio e Dietoterapia. 10. ed. ORNELLAS, L. H. Tcnica Diettica: seleo e preparo de alimentos. 7. ed. So Paulo: Atheneu, 2001. ROUQUAYROL, M. Z. Introduo Epidemiologia Moderna. 2. ed. Belo Horizonte: Coopmed, Abrasco, 1992. TEIXEIRA, S.; MILET, Z.; CARVALHO, J; BISCONTINI, T.T.M. Administrao aplicada s unidades de alimentao e nutrio. Ed. Atheneu, 2000, 219 p. VASCONCELOS, F. A. G. Avaliao Nutricional de Coletividades. UFSC, Santa Catarina, 1993. PROFESSOR DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO e PROFESSOR I (EDUCAO INFANTIL E 1 AO 5 ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL) DIDTICA Conhecimentos Didticos: 1. O processo de ensino-aprendizagem. 2. Tendncias Pedaggicas. 3. Planejamento da prtica docente na perspectiva de uma escola crtica. 4. Orientaes metodolgicas na perspectiva dos Parmetros Curriculares Nacionais. 5. A relao professor/aluno/conhecimento. 6. A avaliao do processo ensino-aprendizagem. 7. A interdisciplinaridade e o trabalho com projetos no cotidiano das escolas. 8. Saberes necessrios prtica educativa na perspectiva da escola inclusiva. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA BRASIL. MEC Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional Lei n. 9.394/96. BRASIL. BRASIL. MEC Referenciais Curriculares Nacionais para a Educao Infantil. Braslia: MEC/SEF, 1998. MINISTRIO DA EDUCAO. Secretaria de Educao Fundamental. Parmetros Curriculares Nacionais: 1. a 4. sries. Braslia: SEF/MEC, 1997. v. 1 a 10. BRASIL. Estatuto da Criana e do Adolescente. Lei n. 8.069/90. BRASIL. MEC Diretrizes Nacionais para a Educao Especial na Educao Bsica Resoluo CEB/CNE n. 02/2001. BRASIL. Saberes e prticas da incluso. Avaliao para identificao das necessidades educacionais especiais. Braslia. MEC/SEESP, 2005. CANDAU, Vera. Rumo a uma nova Didtica. Petrpolis: Vozes, 2001. COLL, Csar. Aprendizagem escolar e construo de conhecimento, Porto Alegre, Armed, 1994. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessrios prtica educativa. So Paulo: Paz e Terra, 1996. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediao, 2001. LERNER, DELIA Ler e Escrever na Escola: o real , o possvel e o necessrio. Porto Alegre, Artmed. 2002. LIBNEO, Jos C. Didtica.

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So Paulo: Cortez, 1994. LUCKESI, C. Cipriano. Filosofia da Educao. So Paulo: Cortez, 1991. TEBEROSKY, Ana et alii. Compreenso de leitura: a lngua como procedimento. trad. Ftima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2003. VYGOTSKY, L.S. A construo do pensamento e da linguagem. So Paulo: Martins Fontes, 2001. PROFESSOR II (6 AO 9 ANO) ARTES O programa bsico para professores de Artes Visuais, Dana, Msica e Teatro e refere-se ao ensino de Arte na Educao Bsica. Ressalta-se que no h mais a polivalncia, mas sim o professor especialista em uma linguagem artstica que deve ter conhecimentos bsicos das outras, pois assim poder elaborar atividades integradas com professores de outras linguagens artsticas ou com colaboradores da comunidade. Supe-se que os profissionais a serem contratados sabero investir em sua rea de conhecimento artstico especfico, construindo a cada dia mais saberes e competncias. Aspectos conceituais do ensino da arte; Arte como expresso; Arte como linguagem e arte como rea de conhecimento. 2. Concepes metodolgicas do ensino da arte. 3. Objetivos do ensino da arte. 4. Contextualizao, reflexo e fazer artstico. 5. Histria da arte: movimentos artsticos, originalidade e continuidade. 6. Elementos formais das Artes Visuais, da Dana, da Msica e do Teatro. 7. Educao artstica e educao esttica. 8. A construo do conhecimento em arte. 9. Arte-educao. 10. PCN Artes. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA BARBOSA, Ana Mae. Teoria e prtica da Educao Artstica. So Paulo: Cultrix,1990/95. BARBOSA, Ana Mae. Tpicos utpicos. Belo Horizonte: C/ARTE,1998. Brasil. Parmetros Curriculares Nacionais: Arte. Braslia: MEC. 1997 a 1999. CAMPBELL, L.; DICKINSON, d. Ensino e aprendizagem por meio das inteligncias mltiplas. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. FERRAZ, Maria Helosa C. de T e Fusari, Maria F.R. Arte na Educao escolar. So Paulo: Cortez, 1992. FUSARI, Maria F.R e Ferraz, Maria Helosa C. de T. Metodologia do ensino da Arte. So Paulo: Cortez, 1993. MARTINS, M; Picosque, G; Guerra, M. T. Didtica de ensino de arte A lngua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte. So Paulo: FTD, 1998. PERRENOUD, Philippe. 10 novas competncias para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000. PIMENTEL, Lcia Gouva. (org. ) Som, Gesto, Forma e Cor: dimenses da Arte e seu ensino. Belo Horizonte: C/ARTE, 1996. REIS, Sandra L. de Freitas. Educao Artstica: Introduo Histria da Arte. 2. ed. Belo Horizonte; Editora UFMG, 1993. ZABALA, Antoni. A prtica educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed,1998. PROFESSOR II (6 AO 9 ANO) CINCIAS O candidato dever mostrar domnio da linguagem cientfica e capacidade crtica na soluo de problemas, ap