Apostila Aprovar Ano05 Fascículo07 Hist Port

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Guia de ProfissesEngenhariaptido para as cincias exatas e a criatividade so as principais caractersticas do engenheiro, um profissional cujo campo de trabalho se expande na proporo da necessidade de adaptao das metrpoles e no crescimento das mdias e pequenas cidades. Isso levandose em considerao apenas a atividade do engenheiro civil, talvez a mais conhecida. Do latim, ingeniu = faculdade inventiva, talento, engenharia pode ser definida como a arte, a cincia e a tcnica de bem conjugar os conhecimentos especializados (cientficos) de uma dada rea do saber com a sua viabilidade tcnico-econmica, para produzir novas utilidades e/ou transformar a natureza, em conformidade com idias bem planejadas. Pode o profissional desempenhar atividades em setores que correspondem a uma lista que de quase 100 reas de atuao. So elas: acstica, aeroespacial, aeronutica, aeroviria, agrcola,

A

ndiceHISTRIAHistria de Manaus .................. Pg.(aula 37)

03

BIOLOGIAFotossntese .............................. Pg.(aula 38)

05

MATEMTICAFuno exponencial .................. Pg.(aula 39)

07

QUMICALigaes qumicas ................... Pg.(aula 40)

09

LITERATURAArcadismo (Parte II) ................. Pg.(aula 41)

11

de agrimensura, agronmica; de alimentos; ambiental; aqicultura; udio; de automvel; bioengenharia; biofsica; biolgica; de bioprocessos e biotecnologia; biomdica; binica; bioqumica; cannica; cartogrfica; civil; computao; comunicaes; controle e cutomao; custos; econmica; eltrica; eltrica e eletrnica; eletromecnica; de energia; de estradas; estrutural; de explorao; ferroviria; fsica; florestal; gentica; geofsica; geogrfica; de gesto; geolgica; de hardware; hdrica ou hidrulica; humana; de informao; industrial; madeireira; de infra-estrutura; e ainda: informtica; de instrumentao; de manuteno; de materiais; de materiais e metais; mecnica; mecnica uutomobilstica; mecatrnica; metalomecnica; metalrgica; militar; de minas; multimdia; naval e ocenica; nuclear; ptica; de pesca; de petrleo; petroqumica; de plsticos; de produo; de produo agroindustrial; de produo civil; de produo eltrica; de produo mecnica; de produo qumica; da qualidade; qumica; de recursos hdricos; de redes de comunicao; robtica; rodoviria; sanitria; sanitria e ambiental; de segurana; de segurana do trabalho; de software; de telecomunicaes; de teleinformtica; de telemtica; txtil; de Transportes e Urbanista. Tradicionalmente, as engenharias remetam a estudos apenas com objetos concretos, palpveis. Modernamente, esse cenrio deu lugar ao trato tambm de entidades ou objetos abstratos no-palpveis, como as engenharias de custos, informtica, de software e outras. Podem-se incluir nesse novo rol as engenharias do ambiente, gentica e bioengenharia. De modo geral, engenheiros participam diretamente da pesquisa, da criao e do desenvolvimento de cada produto que se lana no mercado, de cada edifcio que se constri nas cidades, de cada ponte, de cada estrada, de cada rua por onde as pessoas passam a p ou com seus carros. O curso na UEA Com sede na Escola Superior de Tecnologia, antiga Utam, o curso de Engenharia da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) segue a educao no modelo cooperativo, com base em uma metodologia de ensino que promove o aprendizado contnuo. O curso subdividido nas seguintes habilitaes: Engenharia Civil, Engenharia de Com-

putao, Engenharia Eltrica, Engenharia Mecnica, Engenharia Mecatrnica, Engenharia de Produo, Engenharia Qumica e Engenharia Florestal (Itacoatiara). O regime acadmico composto por um ciclo bsico de dois anos e nove mdulos acadmicos dentro do sistema cooperativo (quadrimestral). No fim do primeiro ano do ciclo bsico, o aluno escolhe uma das sete habilitaes que compem a carreira de Engenharia da UEA. Para a Engenharia Florestal, na cidade de Itacoatiara, a escolha do curso feita quando o candidato se inscreve no vestibular. A grade curricular foi elaborada visando aproximao das trs partes envolvidas no processo educacional: a universidade, as empresas, em especial as do Plo Industrial de Manaus, e os alunos. Dessa forma, no modelo cooperativo, possvel que os alunos possam estagiar por um perodo de at dois anos. Isso significa que os profissionais formados pela UEA esto aptos a enfrentar o dinamismo do mercado de trabalho, o qual exige adequao de funo e de conhecimentos atualizados com as inovaes tecnolgicas voltadas ao mercado de trabalho, considerando seus aspectos polticos, econmicos, sociais, ambientais e culturais, com viso tica e humanstica em atendimento s demandas da sociedade.

HISTRIAEra Pombalina .......................... Pg.(aula 42)

13 15

Referncia bibliogrfica .......... Pg.

2

HistriaProfessor Francisco MELO de Souza Aula 37

O governador chefiou as equipes tcnicas demarcadoras e criou as condies para a infraestrutura. Para acomodar a equipe tcnica, mandou construir casas e estabelecimentos militares em Mariu (fundada em 1728 pelo frei carmelita Matias de So Boa Aventura). Sede da Capitania Mariu passou a ser a sede da Capitania de So Jos do Rio Negro, fundada por Mendona Furtado, at 1791, perodo em que Manuel da Gama Lobo DAlmada transferiu-a para o Lugar da Barra. Na Barra, DAlmada dinamizou a economia, construiu o Palcio do Governador, o hospital de So Vicente, um quartel, a cadeia pblica, o depsito de plvora, etc. Reergueu a pequena matriz e instalou pequenas indstrias. Ainda estava presente a coleta de drogas do serto: o breu, a piaaba, o cravo, a salsaparrilha e o cacau selvagem. No governo de Lobo DAlmada, ocorreram algumas rebelies, tais como as dos muras e mundurucus. O retorno da sede a Mariu ocorreu em 1799, a partir da Carta Rgia de 22 de agosto de 1798, assinada pela Coroa portuguesa sob a influncia de Francisco de Souza Coutinho que, na poca, era governador do Par. A reinstalao do governo no Lugar da Barra ocorreu em 29 de maro de 1808. Nesse perodo, o governador da Capitania de So Jos do Rio Negro era o senhor Jos Joaquim Vitrio da Costa. O genro do governador, Francisco Ricardo Zany, foi o responsvel pela destruio de Barcelos. Agitaes autonomistas 1821 No dia 29 de setembro de 1821, o governador Manuel Joaquim do Pao foi deposto por se recusar a jurar a Constituio do Porto de 1820. A populao, em resposta, destruiu as principais obras pblicas realizadas pelo governador deposto, entre as quais podemos citar: a capela de Nossa Senhora dos Remdios e o passeio pblico, arborizado com tamarindeiros. Da em diante, por todo o perodo colonial at os primeiros anos do imprio, o governo passou a ser exercido por sucessivas juntas provisrias. A luta pela autonomia do rio Negro tinha forte conotao nativista, favorecendo a propagao do movimento pr-independncia do Brasil. A notcia da proclamao da Independncia do Brasil chegou Barra do Rio Negro com mais de um ano de atraso, em novembro de 1823; no mesmo dia, foi proclamada a adeso do Rio Negro Independncia. O conflito de Lages. Na noite de 12 de abril de 1832, o soldado Joaquim Pedro da Silva liderou um levante no quartel da Barra, motivado pela falta de pagamento do soldo aos praas. Dois meses depois, no dia 22 de junho do mesmo ano, houve uma memorvel demonstrao de civismo: o povo rebelouse contra a subordinao poltica do Rio Negro ao Gro-Par, e foi proclamada a Provncia do Rio Negro. Os grandes articuladores do movimento foram: frei Jos dos Santos Inocentes, frei Joaquim de Santa Luzia e frei Incio Guilherme da Costa. As vilas de Serpa e Barcelos aderiram Provncia do Rio Negro, mas Borba recusou-se, guardando fidelidade ao foi governo do Gro-Par. Os rebeldes entrincheiraram-se em Lages e nos stios de Bonfim, com um contingente de mil homens e trinta peas de artilharia vindas do forte Tabatinga, enfrentando as foras legalistas designadas pelo governo da Provncia do Par. A expedio, comandada pelo coronel Domingos Si-

Histria de Manaus1. Forte de So Jos do Rio Negro Porto de entrada A fortaleza de So Jos do rio Negro foi construda pelo colonizador portugus para assegurar o controle da confluncia do rio Negro com o rio Amazonas e controlar o porto de entrada da Amaznia ocidental, que pertencia Espanha pelo Tratado de Tordesilhas. Fortim No se parecia muito com uma fortaleza, mas sim com um pequeno fortim com formato quadrangular e muros baixos, com quatro canhes de pequeno calibre, cujas runas sumiram da paisagem da cidade h mais de 100 anos. Smbolo Esse fortim era a marca da colonizao e smbolo do nascimento da cidade. Na fachada do belo edifcio em que funcionou durante muitos anos a Secretaria de Fazenda, na antiga rua do Tesouro, hoje Monteiro de Souza, h uma placa com a seguinte inscrio: Neste local, em 1669, foi construda a Fortaleza de So Jos do Rio Negro, sob a inspirao do Cabo de tropas Pedro da Costa Favela. Os construtores foram o capito Francisco da Mota Falco e seu filho Manuel da Mota Siqueira. O prdio, atualmente, pertence administrao do Porto, e o acesso rea restrito. 1.1 Lugar da Barra Primeiro povoado Em 1669, os portugueses fundaram o forte de So Jos do Rio Negro, e em 1695, os carmelitas ergueram a primeira capela em homenagem a Nossa Senhora de conceio. Surgiu, assim, o primeiro povoado de Manaus, a princpio um aldeamento de ndios descidos do Japur, os bars; do Japur/I, os passes; do rio Negro, os banibas e os temidos manaos. Primeiras atividades O colonizador foi estendendo seus domnios sobre o miracangera dos antepassados dos manauenses, o grande cemitrio indgena que cobria o grande largo da Trincheira. No lugar, abriram as ruas Deus Padre, Deus Filho e Deus Esprito Santo. Eram ruas estreitas, tortuosas e lamacentas, onde estavam a matriz, a casa do vigrio, do comandante e de outros praas. As casas eram humildes, feitas de taipa, cho batido, cobertas e cercadas de palha. A mo-de-obra indgena garantia a produo de anil, algodo, arroz, caf, castanha, salsa e tabaco. Rebelio Em 1757, ocorreu uma rebelio