Apostila Biblioteca Escolar

Click here to load reader

  • date post

    25-Jul-2015
  • Category

    Documents

  • view

    218
  • download

    0

Embed Size (px)

Transcript of Apostila Biblioteca Escolar

Unio Este Brasileira Coordenao de Bibliotecas

Biblioteca e Atividades PedaggicosSugestes de Leituras, Datas Especiais e Murais

Lusmar da Silva Duarte Araujo Coordenadora de Bibliotecas do Rio de Janeiro 2007

Apresentao Esta Apostila foi preparada para ajudar as Bibliotecas, com sugestes para murais, datas comemorativas, e tambm projetos de leitura e atividades para todo o ano letivo. Aproveite e incentive tambm seus alunos a participarem do Curso de Leitura de 2007. Promova neste ano Concursos de incentivo a Leitura para todas as faixas etrias! No esquea de premi-los. Ler fundamental! A Leitura ensina a pensar, a falar, a escrever. Roboulet. Que Deus lhe d muita sabedoria e que realmente possamos formar grandes leitores! Muito sucesso nesta caminhada. Bom trabalho!

Lusmar da Silva Duarte Araujo Coordenadora de Bibliotecas Adv. RJ - UEB [email protected]

2

Pensamento: Se quiser colher em curto prazo, plante cereais; A longo prazo, plante rvores frutferas; Mas se quiser colher para sempre Eduque uma criana. Desconhecido Feliz 2007 !!!!!!!! Biblioteca

3

Projetos Pedaggicos, Sugestes de Leitura, Datas Especiais e Murais 2007. Paradidticos da CASA.

Janeiro 2007 - Valor do ms: Cidadania Dia 25/Janeiro Dia do Carteiro Usar figuras de Carteiro, correios, transporte do correio, etc. Pelo trabalho de todo dia, pela tristeza e pela alegria, pelas notcias fartas vindas de tantas cartas em casa por voc entregues e agora bem guardadas obrigado, amigo carteiro. Fevereiro 2007 Valor do ms: Amizade

Dia 10/Fevereiro Dia do Atleta Profissional Dia 16/Fevereiro Dia do Reprter Leitura Sugestiva: Vida em Roma Dia 19/fevereiro Dia do Esportista Leitura Sugestiva: Acidente na gruta sem fim Trilhas da Natureza Dia 20 /Fevereiro Carnaval ( Feriado) Dia 27/ Fevereiro Dia Nacional do Livro Didtico Leitura Sugestiva: Todos os livros da CASA Ler uma maneira de pensar utilizando a mente de outra pessoa. E que ainda fora voc a expandir a sua. Charles Scribner Jr. OH! Bendito o que semeia Livros... livros mo cheia... E manda o povo pensar!4

O livro caindo nalma germe que faz a palma, chuva que faz o mar. ( O Livro e a Amrica, de Castro Alves) Msica: O Livro n 9 Cd: Roteiro Musical para o Calendrio Escolar Maro 2007 Valor do ms: Respeito Dia 2/Maro Dia Nacional do Turismo Leituras Sugestivas: Maremoto Acidente na gruta sem fim O Desafio da Selva Amaznica Vida Nova em Roma Trilhas da Natureza *Preparar alguma curiosidade sobre este dia. Dia 4/Maro Dia mundial da Orao Leituras Sugestivas: Respostas incrveis orao Quando tudo falha... O Melhor Amigo A Orao o abrir do corao a Deus como a um amigo. C. C. p.79 Montar um cenrio de algum orando. Toda a Escola deveria parar alguns minutos para orar. Dia 4/Maro Dia do Filatelista Brasileiro Projeto: Idias sugestivas para o Museu Escolar 1. Coleo de Moedas: Montar um Mural com vidro e fundo verde para expor essas moedas por ano. Usar saquinhos plsticos transparentes pequenos para colocar as moedas classificar, catalogar por ano. Ex: Ttulo do Mural: Moedas Brasileiras smbolo do Brasil: Ano 2000 colar um papel branco por cima e embaixo deste papel colocar os saquinhos pendurados. 2. As Cdulas: As cdulas so guardadas em lbum ou pastas de msica. 3. Coleo de Pedras:5

O Mtodo mais fcil usar um pedao de madeira e colar as pedras nela e pirografar o nome de cada uma ou colar adesivos. D para comprar o kit de pedras preciosas. Ex: Tbua de madeira 4. Coleo de Borboletas: D para comprar o quadro com as borboletas 5. Coleo de Conchas do Mar: Pedir aos alunos para trazerem quando forem praia. 6. Colees de Sementes: Colaborao dos professores de Biologia, Cincias. 7.Coleo de Cartes Telefnicos ( Telecartofilia): Montar com ajuda dos alunos. 8. Coleo (ndio): Usar Cocar, peneira, Arco, Flecha, Artesanato, etc. 9. Coleo de Selos (Filatelia):

10. Colees Variadas: Guardar em um armrio com chave: Relgio antigo, Cdrom, Bblia em alemo ou a mais antiga, Mquina de escrever antiga, Coleo de selos em lbum, Bblia Manuscrita pela Escola, Coleo de cdulas, Matria l de ndio, Bblia Grande, Ferro de passar, Panelas antigas, Chaleira, Trofu, Rdio antigo, Gravador antigo, etc. Coleo de Pedras; Por em cima de uma madeira e identificar com etiquetas. Pode comprar pedras: rochas e minerais do Brasil 1 ( roch and mineral Brazil GO) Pedras: Gemas do Brasil (Go) Fssil Peixes Petrificados (Duas faces) Pegar amostras de Granito, Mrmores e outras. Ver site: www.igc.usp.br/replicas/abertura.htm

6

Dia 8/Maro Dia Internacional da Mulher DIA 8 DE MARO dia Internacional da Mulher. Neste dia, do ano de 1857, as operrias txteis de uma fbrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fbrica, para reivindicarem a reduo de um horrio de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operrias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um tero do salrio dos homens, foram fechadas na fbrica onde, entretanto, se declarara um incndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferncia internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem quelas mulheres, comemorar o 8 de Maro como "Dia Internacional da Mulher". De ento para c o movimento a favor da emancipao da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo. Direito igualdade - A Constituio veda qualquer forma de discriminao, seja em funo do sexo, idade, condies fsicas e mentais, de raa, origem social ou geogrfica, opes polticas, filosficas ou religiosas.De 04 a 15 de Setembro de 1995, em Pequim, a Organizao das Naes Unidas (ONU) promoveu a 4 Conferncia Mundial da Mulher, na qual 181 pases assumiram o compromisso de combater o obstculo e promover o avano da mulher. Somando o frum da ONGs (Organizaes no governamentais) e o encontro das Delegaes oficiais a Conferncia da mulher foi maior reunio organizada pela ONU, nos seus 50 anos de histria, com 47.000 participantes. A sade, um dos direitos fundamentais da mulher. A funo reprodutiva a expe a tenses de riscos durante grande parte de sua vida. Nos pases pobres morrem 90% de mulheres por causas relacionadas com a gravidez, o aborto clandestino e o parto. Projeto: Semana da Cortesia Programa sugestivo: a) Msica: Cante uma cano de alegria b) Msica: Cano da cortesia Cd: Coral Infanto Juvenil da Escola Adventista de Artur Nogueira. c) Verso do dia d) Histrias para cada dia com suas atividades. e) Caf da manh no ltimo dia da semana da cortesia. f) Fazer o concurso da melhor frase sobre a cortesia (dar prmios) g) Revelao do amigo fruta.

7

h)Filme Educativo sobre a Cortesia Leituras Sugestivas: Conspirao na Prsia A Cano de Eva Projeto Sunlight Histrias de Minha Av Nascida de Novo Lucy, a garota que esperou Jesus Naila e o Crocodilo Branco Ayesha, a Bem - Amada de Deus Uma Voz Especial Princesinha Esperta Furaha A Descoberta de Lana Por trs do Vu * Usar pensamentos e tambm figuras de Mulheres bonitas Quem voc mulher, que tem em sua mos o poder de toda transformao? Marins N. G. Prado Mulher - me: algum que ama profundamente uma vida, antes mesmo dela nascer. Celina H. Weschenfelder Seu esforo de viver parecia uma coisa que, sem nunca experimentar, intura, pois s agora entendia que a mulher nasce desde o primeiro dia vagido. Clarice Lispector. Mulher: voc intrprete da vida que no tem fim, porque sustentada pelo amor. Brbara Patarro Bucker.

Dia 12/ Maro Dia do Bibliotecrio Leituras Sugestivas: Bem Carson Sonhe Alto Homenagem ao Bibliotecrio e aos Auxiliares de Biblioteca Dia do Bibliotecrio - 12 de Maro

8

O dia do Bibliotecrio foi institudo por resoluo, em 11 de maro de 1958. A data escolhida para homenagear aqueles que se dedicam com amor a informao, seja ela, qualquer suporte, foi 12 de maro dia do aniversrio natalcio do poeta MANOEL BASTOS TIGRES. Bastos Tigres, que tanto encanto nos proporcionou com suas alegres poesias e prosas, era engenheiro civil mas, em 1915 levado pelas circunstncias, inscreveu-se num concurso para bibliotecrio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Aprovado conseguiu o emprego e abandonou definitivamente a engenharia e passou a dedicar-se exclusivamente, com profundo devotamento, s letras e a nova profisso. O decano dos bibliotecrios brasileiros exerceu sua profisso no Museu Nacional, na Universidade do Brasil, aposentando-se no cargo de Diretor Geral desta ltima entidade.Exerceu, tambm, intensa atividade na imprensa carioca, destacando-se de maneira notvel, como comentarista e humorista. Foi tambm feliz a escolha do Dia do Bibliotecrio, pois seu Patrono no foi apenas um grande vulto literrio, mas foi tambm um BIBLIOTECRIO, um homem que, no dia a dia com os livros por mais de 50 anos, aprendeu e ensinou a am-los. O que Biblioteconomia? a rea do conhecimento que trata de organizar, processar e recuperar diferentes tipos de documentos (livros, peridicos, slides, fotografias, mapas, partituras, discos pticos, etc...) Quem o Bibliotecrio? A designao profissional de Bibliotecrio privada aos bacharis em Biblioteconomia, pela lei n4.084/62, e a mesma est comprovada e regulamentada pelo Decreto n 56.727/65.Est apto a exercer essa profisso o portador de Diploma de Bacharel em Biblioteconomia expedido pelas respectivas Escolas e/ou Faculdades e registrados no Conselho Regional de Biblioteconomia (CRB), em seu domiclio profissional. O Trabalho do Bibliotecrio:

9

Anlise de Documentos: Estudar, classificar e indexar documentos. Utilizar cdigos internacionais para analisar registros e procurar os ndices que facilitaro a consulta. Organizao: Administrar servios de informaes, estudando o perfil do usurio, planejando a instalao do acervo e coordenando o arquivamento de documentos. Seleo: Planejar acervos e coordenar a compra de material para ele, definindo os termos das colees, as reas a ampliar e o tipo de informaes a serem includas nelas. Campo de Trabalho: O mercado de trabalho do profissional bibliotecrio amplo e diversificado, podendo desempenhar suas funes em bibliotecas (pblicas, escolares, infantis, Universitrias e especializadas), centros e servios de documentao e informao, arquivos (histricos, administrativos, tcnicos, etc..), museus, discotecas, cinematecas, vdeos clubes, hemerotecas, editoras, assessorias (parlamentares, empresariais, jurdicas e educacionais) ou exercendo a profisso como autnomo. Anel de Grau do Bibliotecrio e Smbolo da Faculdade Pedra: Ametista Smbolo: Lmpada de Aladim e um Livro aberto

Ametista: pedra preciosa de cor violeta. a pedra da amizade, refora a memria. Lmpada de Aladim: desde a antiguidade simboliza a perene viglia, a atividade intelectual, o rduo trabalho das especulaes ltero - cientficas. Livro aberto: simboliza o oferecimento da educao e da cultura. Obs: o anel deve ser confeccionado em ouro, tendo lateralmente fixados os smbolos, em platina para ficarem em relevo.

10

Montar o Boletim Informativo da Biblioteca Realizar uma Semana de Atividades Especiais na Biblioteca

Projeto para a Semana da Biblioteca: 12 a 16 de maro ver em anexo O uso da biblioteca to relevante importncia na escola e no lar, que os educadores modernos no perdem oportunidade de estimular sua organizao. Se quiser comprovar esta afirmativa, basta que se verifique o progresso extraordinrio do aluno nos estudos uma vez que entra em contato com as boas colees de livros. O uso da biblioteca desenvolve ainda na criana o gosto pela leitura cientfica. Serve tanto para a distrao quanto para instruo. Facilita a leitura dentro ou fora das atividades escolares. Facilita a compreenso dos problemas e desenvolve o esprito de solidariedade humana, porque a biblioteca empresta os livros. Habitua o aluno no trabalho de pesquisas. Auxilia as aulas do professor. Favorece a rapidez da leitura silenciosa. Poesia: O Livro O livro bom companheiro meu guia dedicado, Um protetor verdadeiro Que trago sempre a meu lado Grande amigo e conselheiro meu livro muito amado Por ele serei romeiro Da cincia e do passado Quantas coisas nele escritas, Quantas histrias bonitas O livro nos vai contar Mais tarde, ser ento. A melhor recordao De nossa vida escolar.

11

Dramatizao (Livro em tamanho grande, armado num dos cantos do recinto. Dentro do livro saem , obedecendo a ordem, 6 crianas representando: Prefcio, Sumrio, Histria, Msica, Exerccio, Livro) Desenvolvimento: Sr. Prefcio (tirando a carola e cumprimentando). - Tenho um nome complicado e muito importante. Eu me chamo prefcio. Venho sempre na frente do livro e sou um sujeito muito amvel. Gosto de fazer amizades, e de apresentar os meus amigos... Por isso mesmo, sempre me encarregam de apresentar o livro. Sr. Sumrio (Agncia de informaes) - Sou o dono da agncia de informaes. Vejam como sei trabalhar. (Entram as crianas caracterizadas de nmeros e fazem evolues, cada uma delas, falar um versinho). s um amigo fiel nos instantes tristes Permites que em ti esquea indefinidamente A dor, insegurana que entristece a mente Trazes contigo a languidez do vento Amo-te mais ainda pelas subtilezas Que usas para afugentar Meus pensamentos. D. Histria (entra lendo um livro, tira os culos e fala). - Sou muito amiga das crianas Tenho c meus ajudantes. ( entram as crianas caracterizando personagens dos livros: bichos , flores, bonecos, brinquedos). D. Msica (sai do livro tocando acordeon ou outro instrumento) Dirijo a escolinha das notas. Trago sempre alegria e movimento. (Entram as crianas, caracterizando notas musicais e cantam).

12

Sr. Exerccio (aparece, atrapalhado falando sozinho) - Complete, faa uma cruz... risque ... Desculpem, estava to atrapalhado que nem me apresento. Eu sou o exerccio. Muito prazer em conhec-los. O Livro (entra e chama o Prefcio, O Sumrio, a Histria, a Msica, o Exerccio e se coloca no meio). - Pronto crianas, J sabem o meu nome? - Eu Sou o Livro! Dia 14/Maro Dia Nacional da Poesia Leituras Sugestivas: Colees Histrias de Jesus em versos O Melhor amigo Um amigo pra Jesus Deus fez meus sentidos Deus me fez assim Classificados Di Versos A Tartaruga Apaixonada Centoleta Borbopia Centopia Cad o Patinho Feio? Girassol Com Palavras Tambm se Brinca Dar sugestes de poesias de outros autores tambm. Incentivar os alunos a escreverem poesias. Realizar um concurso de poesias em parceria com as professoras de portugus. E premiar os melhores!!!! No livro aberto deste mundo o poeta mergulha bem fundo. Expressa em versos toda a emoo, Eternizando o instante da inspirao. Dia 15/Maro Dia dos Animais Incentivar as crianas a cuidarem bem dos animais. Dia 19/Maro Dia da Escola Leituras Sugestivas: Coisinhas que me alegram... Coisinhas que me entristecem... A aventura das Letras

13

Segunda dia da Escola, saiba da importncia desta data Acreditem, dia 15 de Maro Dia da Escola e no podemos deixar de comemorar, j que o lugar aonde os estudantes passam a maior parte do tempo. na escola que aprendemos a ler e a escrever, que nos divertimos na hora do intervalo sem falar dos amiguinhos que fazemos. O recreio o momento mais esperado pelos alunos, nesta hora que podem conversar com os amigos, tomar lanche alm de brincar, brincar e brincar...at a hora de voltar para a sala de aula. No importa em que srie est, o gostoso se divertir e no deixar de fazer as lies de casa, mesmo as que no gosta muito. Respeite os colegas, funcionrios e professores - so eles que vo te ensinar muitas coisas, alm de serem seus amigos - isso muito importante! Toda criana tem direito a ter educao, na escola que cada um cresce e ajuda a criar um mundo melhor... de aprender a respeitar seus direitos e os dos outros. Voc sabe o que cidadania? Hoje em dia existem bilhes de pessoas que convivem juntas, umas diferentes das outras. Para que a gente possa viver bem, todos ns temos direitos para nos proteger e tarefas a cumprir. Se respeitarmos o espao de cada um e fizermos nossa parte, nos tornamos cidados. A escola nos ajuda a entender a cidadania e viver junto com outras pessoas. Realizar vrias atividades com as crianas. Levar as crianas para conhecerem todos os departamentos da escola. Ensinar as msicas relacionadas a escola. Msica: Salve, Salve Escola Adventista. CD: Roteiro Musical para o Calendrio Escolar.

14

Msica: Formar Filas Cd: Roteiro Musical Msica: Iniciar as aulas CD: Roteiro Musical par o Calendrio Escolar Msica: Minha escola CD: Festa na Escola , Aquarela- Jane Lietzke Dia 21/ Maro Incio do Outono Montar Mural com figuras de Frutas e um pensamento Leitura sugestiva: Voc viu o vento? Montar uma mesa com todo tipo de frutas e servir aos alunos. Msica alusiva ao tema. Montar um painel com frutas. Dia 21/Maro Dia Florestal Mundial Leituras sugestivas: Verde Vivo Te quero verde O Sabi sem terra O Desafio da selva Amaznica Trilhas da noite Dia 22/ Maro Dia Mundial da gua A Assemblia Geral das Naes Unidas adotou a resoluo A/RES/47/193, de 22 de fevereiro de 1993, atravs da qual 22 de maro de cada ano, a partir de 1993, seria declarado o "Dia Mundial das guas" (DMA). A comemorao do Dia Mundial da gua traz um alerta: prev-se que, em 2050, 2 bilhes de pessoas sofrero com a escassez de recursos hdricos. Dados da ONU mostram que apenas 3% de toda a gua terrestre prpria para consumo. A gua o elemento que deu origem e sustenta a vida no planeta Terra. Sem a gua, nenhuma espcie vegetal ou animal, incluindo o homem, sobreviveria. Cerca de 70% de nossa alimentao e de nosso prprio corpo so constitudos por gua. Mais da metade de todas as espcies de animais e plantas do mundo aqutica. Os oceanos, os mares, as geleiras, as neves, os lagos e os rios cobrem aproximadamente dois teros da superfcie da Terra. Os cientistas calculam o seu volume total em 1,42 bilhes de km, cuja maior parte (95,1%) est composta pelas guas salgadas dos mares e oceanos.

15

Os 4,9% restantes constituem-se de gua doce, distribuda entre as geleiras polares, que ocupam 97% desse precioso volume; e a gua na forma lquida, disponvel para o nosso uso, cujo volume estimado em pouco mais de 2 milhes de km. Assim, 99,9% das guas de nosso planeta so guas salgadas ou permanentemente congeladas. Msica: gua Limpinha n6 CD: A Turma do Nosso Amiguinho apresenta... Cante com a gente v.1 Dia 23/ Maro Dia Internacional do Meteorologista Leituras sugestivas: todos os Paradidticos da CAS Abril 2007 Valor do ms: Liberdade Dia 2/ Abril Dia Internacional do Livro Infanto - Juvenil Este ms rene duas datas para promover o livro Infantil: 2 de Abril o Dia Internacional do Livro Infantil (nesse dia, nasceu Hans Christian Andersen) e 18 de abril o Dia Nacional do Livro Infantil (nesse dia nasceu Monteiro Lobato). O Livro Infantil pode ser recreativo ou com finalidade didtica. Alguns livros foram escritos originalmente para adultos, entretanto acabaram tendo maior sucesso junto s crianas, como foi o caso de Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift, e Robinson Cruso, de Daniel Defoe. Bem antes desses, em 1696, o Francs Charles Perrault, publicou Contos da carochinha, que inclua histrias como A Bela adormecida no Bosque e lanava a moda dos contos de fada para crianas. Outras histrias que se encaixaram nessa classificao foram: Chapeuzinho Vermelho, O Gato de Botas, A gata Borralheira< O Pequeno Polegar, etc. Dois autores do final do sculo XIX tambm tiveram muita importncia: Lewis Carrol, que escreveu Alice no Pas das Maravilhas, em 1865, e Carlo Lorenzini, que publicou As Aventuras de Pinquio, em 1882. O Grande autor brasileiro, Monteiro Lobato, comeou a publicar para o pblico infantil em 1920, revelando um mundo novo e mgico, que atendia s necessidades de sonho e diverso, to naturais na criana. Comea com Reinaes de Narizinho, seguindo se: O saci, O Marqus de Rabic, e tantos outros. Atualmente existem centenas de bons autores escrevendo para as crianas e juvenis do Brasil. Confira isso, indo Biblioteca, a uma Livraria. Essa

16

a melhor forma de se divertir com a cultura. Revista Nosso Amiguinho, abril/2001, p17. Leitura Sugestiva: Todos dos livros paradidticos da CASA. Consultar Catlogo. Um livro aberto um crebro que fala; fechado um amigo que espera; esquecido, uma alma que perdoa; destrudo, um corao que chora. Lendo a gente pode ser Tudo aquilo que a gente sonhar Se conhece o mundo inteiro, Sem ao menos sair do lugar. Conhecemos pessoas, E o que existe entre o cu e o mar. E numa lio de vida, Aprendeu para depois ensinar. Dia 06/Abril Paixo de Cristo Leitura sugestiva: O Fazedor de cruzes Caminho a Cristo Foi por voc tambm Como Jesus tratava as pessoas Um amigo pra Jesus Dia 7/Abril Dia Mundial da Sade e do Jornalista Leituras Sugestivas: Coisas que machucam por dentro... e por fora Deus me fez assim Deus fez meus sentidos A vida comea assim *Montar um mural: Estilos de Vida Saudveis e a Preveno das Doenas "Estilo de Vida" um conceito amplo que inclui a pessoa como um todo, e que tem muitos aspectos. Os aspectos do estilo de vida se combinam para influenciar a sade individual em todas as reas: Fsica, Mental, Espiritual e Social.

17

O estilo de vida inclui as relaes de trabalho, recreativas, e em casa e na famlia. Porque importante um estilo de vida saudvel? Um estilo de vida saudvel ajuda a manter o corpo em forma e a mente alerta. Ajuda a nos proteger de doenas, e ajuda a impedir que as doenas crnicas piorem. Isto importante, porque medida que o corpo envelhece, comea-se a notar alteraes nos msculos e nas articulaes e um declnio na sensao de "fora" fsica. Um estilo de vida saudvel inclui a sade preventiva, boa nutrio e controle do peso, recreao, exerccios regulares, e evitar substncias nocivas ao organismo. Um bom estilo de vida deve ser desenvolvido o mais cedo possvel em sua vida quanto mais jovem melhor; estes hbitos devem ser mantidos durante a vida adulta e na idade madura. Fatores modificveis do estilo de vida so a causa de 50% das mortes (entre as 10 causas mais importantes), incluindo: Doenas cardacas Cncer Derrame cerebral Acidentes Doena pulmonar crnica

Nutrio e Controle do Peso A obesidade causa de mortes (mortalidade) e de doenas (morbidade): - A obesidade aumenta a mortalidade por: - Hipertenso arterial - Doenas cardacas - Derrame cerebral - Diabetes - Certos tipos de Cncer - Mais de 80% das mortes atribudas obesidade ocorreram em pessoas com um ndice de massa corporal de 30 ou mais - Aumento da Morbidade: - Litase biliar

18

- Osteoartrite Para evitar a obesidade, coma 3 ou 4 refeies balanceadas, pobres em gorduras, e com muitas fibras todos os dias. Procure ingerir bastante clcio - o clcio e o exerccio ajudam a prevenir a osteoporose. Se voc mora sozinho, experimente alimentar-se em um restaurante comunitrio, onde voc possa conversar socialmente com outras pessoas - desta maneira, com uma companhia, voc poder estar contribuindo para o seu prprio equilbrio mental. Todas as vezes que voc come mais do que o necessrio, o seu corpo ir guardar o excesso em forma de gordura. Uma boa dieta essencial no s para combater as doenas cardiovasculares, mas pode ainda diminuir o risco de vrios tipos de cncer: Comer uma grande variedade de frutas, vegetais, gros integrais, feijes e legumes, incluindo 3 a 5 pores de vegetais e 2 a 4 pores de frutas por dia. Elas podem ser frescas, congeladas, secas ou cristalizadas. Controle da ingesto de gorduras. Evitar a obesidade melhorando os hbitos alimentares e participando de atividade fsica regular. Limitar a ingesto de lcool, ou evit-lo. Se voc sentir necessidade, consulte seu mdico para uma orientao especfica no seu caso. Atividade Fsica O organismo necessita de atividade fsica regular (mas no extenuante). No existe sentido em fazer um exerccio exagerado e ter como conseqncia dores lombares ou uma leso no joelho.Pacientes mais idosos devem caminhar pelo menos 1500 metros ao dia; faa outros tipos de exerccio, se preferir. Tambm nos grupos de maior idade os exerccios aerbicos leves so os mais recomendados, e ainda a natao e a dana. Nunca se velho demais para iniciar uma atividade fsica regular! Sugestes para a Prtica da Atividade Fsica - Para iniciar sua atividade com mais segurana, consulte um mdico e/ou um professor de educao fsica;

19

- Escolha as atividades que voc realmente goste; - Selecione horrios e opes compatveis com seu estilo de vida; - Nos primeiros meses, objetive valores como prazer, sucesso na realizao das atividades, satisfao pessoal etc.; - Incorpore a atividade fsica ao seu dia a dia: ande mais a p, suba mais escadas, pratique mais esportes etc.; - Se possvel, selecione as atividades que possam ser realizadas com seus amigos e/ou famlia. Evite substncias que prejudiquem a sua sade Fumar e beber muito so fatores importantes para o surgimento de doenas dos pulmes, corao e circulao, cncer, acidentes automobilsticos, e acidentes domsticos. As drogas so capazes de levar a dependncias que podem acabar por levar deteriorao fsica e mental da pessoa. Exerccio Mental Mantenha o crebro ativo tanto quanto seu corpo. Atividades que envolvam a ajuda s pessoas (trabalho social) pode dar sentido vida, e ajudar a preencher a solido e a combater a depresso. O envolvimento com uma crena (religio) parece ser benfico na preveno das doenas. Copyright 2002 Bibliomed, Inc. Conselhos teis para se ter boa sade: 1. Beba cinco ou mais copos de gua, diariamente, forando os rins a eliminar as toxinas do organismo. 2. Mantenha bom o funcionamento dos intestinos. 3. Adquira o hbito de respirar profundamente. Viva, quanto possvel, ao ar livre. 4. Faa exerccios fsicos diariamente, para manter os msculos em boas condies e determinar uma perfeita circulao sangunea. 5. Alimente-se moderadamente e no coma nada entre as refeies. Coma devagar, mastigando bem, pois isto previne a m digesto, que tantos danos causa sade. 6. Uma boa alimentao deve consistir de trs partes, de frutas, verduras e legumes e uma parte de amilceos, doces (sacardeos), protenas e gordura. As

20

frutas e verduras ingeridas em quantidade, protegem o organismo contra a acidez. 7. Evite as massas, como o pastelo, tortas, etc., os alimentos fritos na gordura. Evite, tambm os bolos e os pudins muito temperados. 8. Para ajudar o organismo, conservar o otimismo. Nunca v para a mesa com nimo irritado. prefervel descansar o tempo necessrio at que a tranqilidade volte. A hora das refeies deve ser cheia de alegria e paz. Uma boa digesto fator essencial para o enriquecimento do sangue. E um sangue de alta qualidade garante sempre uma sade excelente, e assim o organismo no permitir que a molstia nele se instale. Nota: Verduras e frutas no se misturam na mesma refeio. Acar e leite no se misturam. Dia 08/ Abril Pscoa Montar cenrio com Os Smbolos da Pscoa: po, trigo, uva, cruz, Jesus Frase:... Msica: Pscoa n8 - CD: Aquarela do Senhor - Luiz Cludio Leitura sugestiva: O Fazedor de cruzes Caminho a Cristo Foi por voc tambm Conhecer Jesus tudo Jesus, Tu s a minha vida Mensagem da Pscoa: (Mural) O Que Pscoa? Os Evangelhos relatam que Jesus Cristo morreu e, no terceiro dia , ressuscitou provando assim ser o filho de Deus. O dia de sua ressurreio lembrado como o Domingo de Pscoa, e um acontecimento muito importante para os cristos. Antes disso, a Pscoa era uma celebrao judaica, que o prprio Jesus festejava. Ele e seus discpulos comemoravam essas festa durante o que ficou conhecido como A ltima Ceia. A Pscoa judaica recorda a libertao d povo de Israel das mos dos egpcios. Espanhol Pascua Italiano Pascua Francs Pques Ingls Easter Latim Paschalis

21

Hebraico Pessach ou Passover ( significa Passagem) Como surgiu a tradio do ovo de Pscoa? Alguns pesquisadores afirmam que os primeiros cristos associavam a sada do pintinho da casca com a Ressurreio de Jesus, que saiu da tumba, vencendo a morte. Outros dizem que essa tradio comeou com os pagos da Idade Mdia, que acreditavam que um ovo, depois de um longo inverno, havia gerado toda a vida existente na Terra. Os ovos se tornaram de chocolate no incio do Sculo XX para estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo.

Por que o Coelho relacionado Pscoa? O Coelho associado Pscoa porque um animal dos que mais se reproduz; portanto, favorece a vida. smbolo de fertilidade e reproduo constante da vida. Uma lenda conta que uma mulher havia colorido alguns ovos e escondido para dar a seus filhos na Pscoa. Quando as crianas encontraram os ovos, um coelho passou correndo por ali. Espalhou - se ento a idia de que o coelho trouxera ovos. O Que representa a Colomba Pascal? De origem italiana, est ligada ao smbolo da pomba, que representa a vinda do Esprito santo depois que Cristo ressuscitou e voltou para o cu. A presena do Esprito Santo conforta, anima e enche o lar de amor. Qual a origem da tradio de dar ovos coloridos? A origem de pintar e decorar ovos tem vrias lendas. Uma delas conta que, quando Maria Madalena disse aos discpulos que Jesus havia ressuscitado, Pedro duvidou: S vou acreditar se os ovos que esto em sua cesta ficarem vermelhos. E foi o que aconteceu. Foi na idade Mdia que esse costume comeou. Como se define a data da Pscoa? Segundo as contas da igreja, a Pscoa cai entre os dias 22 de maro a 25 de abril, sempre num Domingo, ou seja, no dia da semana em que Cristo ressuscitou. Para chegar a essa datas, a igreja se baseia numa srie de dados. Seu mtodo permite que as datas de Pscoa de centenas de anos sejam calculadas. Para os mais curiosos., as datas da Pscoa at o ano 2010 so: 2002 (31 de maro); 2003 (20 de abril); 2004 (11 de abril); 2005 (27 de maro);

22

2006 (16 de abril); 2007 (8 de abril); 2008 (23 de maro); 2009 (12 de abril) e 2010 (4 de abril). ( Revista Nosso Amiguinho abril/2001, p.34 35). Jesus o cordeiro pascal Smbolos: Cordeiro: O cordeiro para o sacrifcio deveria ser perfeito, e no ter osso algum quebrado. Sangue do cordeiro: o sangue do cordeiro serviu como smbolo de uma f que salvou os primognitos daqueles que creram na palavra de Deus e a obedeceram. Fermento: O fermento faz a massa aumentar muito, sempre e sem parar. A Bblia o usa como smbolo do pecado. Po asmo o que feito sem fermento. Ervas amargas: Estas ervas talvez fossem chicria, escarola, ou outras semelhantes, amargas e deveriam ser comidas para lembrar o sofrimento que os israelitas experimentaram na escravido e no xodo. Hissopo: um arbusto da famlia da menta, conhecida hoje, na Palestina, pelo nome de Ztar. Tem um sabor picante, mais ou menos semelhantes ao da hortel pimenta, e seu odor fragrante. Suas flores so brancas e ele cresce comumente no meio das pedras e nas paredes dos terraos. Sua folha grossa e peluda e, junto com os ramos, presta-se muito bem para segurar lquidos, sendo, por isto, usada em molhos. Aplicao: Jesus: foi perfeito em carter e, na cruz, no teve nenhum dos seus ossos quebrados. Sangue de Jesus: Ele derramou seu sangue para salvar todo aquele que cr em Deus e obedece a sua Palavra. Pecado: O pecado aumenta sempre, sem parar, na vida das pessoas. O cristo, na verdade, no deve ter pecado na sua vida.

23

Sofrimento: A vida do cristo no livre do sofrimento que o pecado causa. O nosso xodo rumo a Cana celestial tambm no pode ser feito sem enfrentar algum sofrimento. Purificao: A Bblia usa o hissopo como smbolo da purificao dos nossos pecados. Davi disse, num dos seus Salmos: Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me e ficarei mais alvo que a neve. (Salmos 51:7) Dia 8/Abril Dia do Desbravador Leituras sugestivas: Aventuras ao ar livre Davi Livingstone Trilhas da natureza Lgrimas de ontem Srie Superaventura Carajs Entre Lees de Angola Deus e o Anjo Rebelde Msica: Ns somos os desbravadores Promover atividades relacionada ao tema. Estimular a leitura dos livros do ano. Dia 13/Abril Dia do Hino Nacional/ Dia dos Jovensb *Montar um Mural com alguns significados das palavras mais difceis do Hino Nacional Brasileiro Ex: Plcidos = Msica : Hino Nacional Brasileiro Dia 14/Abril Dia da Amrica Leitura Sugestiva: Descoberta da Amrica Dia 18/Abril Dia Nacional do Livro Infantil/ Dia do amigo/ Monteiro Lobato Leituras sugestivas: todos os livros paradidticos da CASA. Os Livros "Na deixa da virada do milnio, anuncia-se um revolucionrio conceito de tecnologia de informao, chamado de Local de Informaes Variadas, Reutilizveis e Ordenadas - L.I.V.R.O. Ele representa um avano fantstico na

24

tecnologia. No tem fios, circuitos eltricos, pilhas. No necessita ser conectado a nada nem ligado. to fcil de usar que at uma criana pode oper-lo. Basta abri-lo! Cada L.I.V.R.O. formado por uma seqncia de pginas numeradas, feitas de papel reciclvel e so capazes de conter milhares de informaes. As pginas so unidas por um sistema chamado lombada, que as mantm automaticamente em sua seqncia correta. Atravs do uso intensivo do recurso TPA - Tecnologia do Papel Opaco - permite que os fabricantes usem as duas faces da folha de papel. Isso possibilita duplicar a quantidade de dados inseridos e reduzir os seus custos pela metade! Especialistas dividem-se quanto aos projetos de expanso da insero de dados em cada unidade. que, para se fazer L.I.V.R.O.s com mais informaes, basta se usar mais pginas. Isso, porm, os torna mais grossos e mais difceis de serem transportados, fato que atrai crticas dos adeptos da portabilidade do sistema. Cada pgina do L.I.V.R.O. deve ser escaneada opticamente, e as informaes transferidas diretamente para a CPU do usurio, em seu crebro. Lembramos que quanto maior e mais complexa a informao a ser transmitida, maior dever ser a capacidade de processamento do usurio. Outra vantagem do sistema que, quando em uso, um simples movimento de dedo permite o acesso instantneo prxima pagina. O L.I.V.R.O. pode ser rapidamente retomado a qualquer momento, basta abri-lo. Ele nunca apresenta "ERRO GERAL DE PROTEO", nem precisa ser reiniciado, embora se torne intil caso caia no mar, por exemplo. O comando "broxe" permite acessar qualquer pgina instantaneamente e avanar ou retroceder com muita facilidade. A maioria dos modelos venda vem com o equipamento "ndice" instalado, o qual indica a localizao exata de grupos de dados selecionados. Um acessrio opcional, o marca-pginas, permite que voc acesse o L.I.V.R.O. exatamente no local em que o deixou na ltima utilizao, mesmo que ele esteja fechado. A compatibilidade dos marcadores de pgina total e permite que funcionem em qualquer modelo ou marca de L.I.V.R.O. Sem necessidade de configurao. Alm disso, qualquer L.I.V.R.O. suporta o uso simultneo de

25

vrios marcadores de pgina, caso seu usurio deseje manter selecionados vrios trechos ao mesmo tempo. A capacidade mxima para uso de marcadores coincide com o nmero de pginas. Pode-se ainda personalizar o contedo do L.I.V.R.O., atravs de anotaes em suas margens. Para tanto, deve-se utilizar de um perifrico de Linguagem Apagvel Porttil de Intercomunicao Simplificada - L.A.P.I.S.. Porttil, durvel e barato, o L.I.V.R.O. apontado como o instrumento de entretenimento e cultura do futuro. Milhares de programadores desse sistema disponibilizaram vrios ttulos e upgrades para a utilizao na plataforma L.I.V.R.O." Autor: Millr Fernandes Mural: Splica do Livro. No me manuseie com mos sujas; No escreva em minhas pginas; No rasgue nem arranque minhas folhas; No apoie o cotovelo sobre minhas pginas durante a leitura; No me deixe sobre a cadeira ou lugares que no sejam meus; No me deixe com a lombada para cima; No coloque entre minhas folhas objeto algum mais espesso que uma folha de papel; No dobre os cantos de minhas folhas para marcar o ponto em que parou; use para isso uma tira de papel ou marcador apropriado; Terminada a leitura, devolva-me ao lugar certo ou a quem deva guarda-me; e Ajude a conservar-me limpo e perfeito e eu o ajudarei a ser feliz. Os livros nos transmitem o conhecimento, lendo que formamos nossa educao, nossa personalidade, nosso comportamento diante do mundo. O dia nacional, do livro infantil comemorado em todo o Brasil no dia 18 de abril, por ser aniversrio de Monteiro Lobato, que foi um dos nossos grandes escritores, dedicado especialmente literatura infantil, na divulgao do livro no Brasil e autor do famoso Stio do Pica Pau Amarelo. O Livro tem o poder de mudar a sociedade.

26

Uma vez que uma nao comea a pensar, impossvel fazer com que pare. Voltaire. Msica : O Livro . Letra e Msica de Mirtes Amaral Ribeiro Cd: Roteiro musical para calendrio escolar. Tantas surpresas se escondam Entre as folhas e a imaginao. Tantas surpresas me aguardam, um mundo que cabe nas mos. Cada livro uma porta que se abre, Cada histria uma nova emoo. E a cada emoo vou crescendo E aprendendo esta maravilhosa lio Que viver. Frases sugestivas para mural: Conserva-me encapada; Vira minhas folhas com as mos limpas; usa marcador de pginas; Guarda-me sempre no lugar; ento voc meu amigo! Dramatizao: O Livro (Dramatizao com a participao de 4 alunos. Trabalho da Prof Vilma Vianna dAlbuquerque- GB. Personagens: a Gravura, a Letra, o Papel e a Capa.) A Gravura - Vocs me conhecem? Eu sou a Gravura, de quem vocs tanto gostam. Quando apareo colorida, sou uma festa para seus olhos e, quando em preto e branco, desperto - lhes logo o desejo de colorir. Surjo sempre nos livros, para esclarecer-lhes alguma coisa, para facilitarlhes a compreenso e, s vezes para enfeitar. Trouxe-lhes, hoje, uma grande amiga, a Letra, minha companheira inseparvel e que, espero, a seja tambm de todos vocs. A Letra - Boa tarde, crianas! Creio que j esperavam. Quase sempre compareo com a senhorita Gravura. Represento o mundo da fantasia, pois combinada com minhas irms, as Vogais e Consoantes, conto - lhes uma poro de histrias e fatos, permito-lhes tomar

27

conhecimento de tudo o que acontece nos dias de hoje e de tudo o que j aconteceu h muitos anos. Pretendo, este ano, ensinar-lhes muitas coisas novas e interessantes; prepara-los convenientemente para o futuro, para vida, com a ajuda do meu querido amigo que a j vem. O Papel - Com licena... Com licena ... E obrigado pela apresentao. Eu sou o papel e vou ajud-los. Reunindo a Gravura e a letra, de maneira agradvel e simptica para vocs. Tudo farei com alegria, ma peo-lhes que me tratem tambm, com carinho, para que possa viver muito e ser sempre til s crianas. A Capa (Virando para o Papel) - Ah! Querido amigo, justamente isso que eu ia pedir a estas crianas inteligentes; portanto, aproveito a oportunidade. Eu sou a Capa que envolve este Papel precioso. Peo-lhes que cuidem de ns com amor e carinho, j que somos seus amigos. Os personagens (abraam-se e dizem); Juntos formamos o Livro.Tudo faremos para auxili-los, comparecendo diariamente s suas aulas e respondendo-lhes, prontamente, todas as vezes que a ns recorrerem. Todos os alunos cantam ( com msica de O Cravo brigou com a rosa) O Livro chegou amigos veio nos auxiliar E a ns aqui reunidos comea a contentar. Colegas junto cantemos com grande satisfao o livro nosso amigo, amigo do corao. Nota: Torna-se interessante para a apresentao desta pea escolar, que as crianas estejam caracterizadas, possibilitando a identificao com o Personagem que cada uma representa. Falando no livro e, mais especificamente na semana dedicada a ele, devero as crianas prestar uma homenagem a Machado de Assis, este grande brasileiro que deixou-nos obras de grande valor, engrandecendo a literatura brasileira.

28

Como ponto culminante desta festa, podero as crianas realizarem troca de livros, onde cada aluno presentear um livro ao colega, escolhido anteriormente por sorteio. Esta atividade, em geral do agrado das crianas, tem por fim despertar o gosto pela leitura. Personagens: Dia 19/Abril Dia Nacional do ndio/ Dia do Exrcito Brasileiro Leitura Sugestiva: Caraj Dia 21/Abril Dia de Tiradentes O Sacrifcio dos Inconfidentes Mineiros, o sangue derramado por tantos brasileiros, preparam a emancipao e construram a independncia desta grande nao! Joaquim Jos da Silva Xavier Tiradentes nasceu no ano de 1746, na Fazenda do Pombal, em Minas Gerais, propriedade da famlia. No h registro da data de seu nascimento, apenas do seu batismo, em novembro daquele mesmo ano. Ficou rfo cedo - perdeu a me aos nove anos de idade e o pai aos 11, sendo criado, desde ento, por um padrinho, que lhe ensinou a prtica da odontologia. A famlia no era pobre. Pertencia nobreza civil, diferente da nobreza concedida por ttulos. Tiradentes no tira dente Joaquim Jos da Silva Xavier, todos sabem, praticava a odontologia. E da seu apelido: Tiradentes. Mas o que poucos sabem, ao contrrio do que seu codinome insinua, que o nosso heri da inconfidncia no suportava arrancar dentes. Isso mesmo! J era um adepto, ento, do que se costuma chamar, hoje em dia, de odontologia preventiva. Ou seja, Tiradentes era muito mais a favor de preservar os dentes do que arranc-los. Alm do mais, no se preocupava apenas com os dentes. Preocupava-se tambm com o resto do corpo, fazendo uso, inclusive, de plantas medicinais, um modismo tpico da medicina praticada na Europa do sculo dezoito. No caso de Tiradentes, sua recusa em usar mtodos teraputicos agressivos se deve influncia exercida sobre ele pelo seu primo Frei Veloso, na poca um grande botnico, que catalogou mais de 2000 plantas no Vale do Paraba do Sul e organizou o Jardim Botnico, no Rio.

29

Sonhador e Idealista O idealismo de Tiradentes o levou a se envolver de corpo e alma na Inconfidncia Mineira (movimento revoltoso ocorrido em 1789, na cidade de Vila Rica, hoje Ouro Preto, a favor da emancipao do Brasil da Corte Portuguesa). Seu envolvimento com a Inconfidncia aconteceu aps uma viagem ao Rio de Janeiro, em 1787, quando ele entrou em contato com as novas idias polticas e filosficas recm-chegadas da Europa. Esses novos pensamentos o influenciaram fortemente. Ao voltar para Vila Rica, em 1788, passou a divulgar em pblico os propsitos do movimento mineiro. Foi trado por Joaquim Silvrio dos Reis, em 1789, quando foi preso no Rio de Janeiro. Ficou confinado numa cela durante trs anos e no processo de investigao, conhecido como Devassa, foi interrogado quatro vezes e confrontado com todos que o denunciaram. Assumiu a responsabilidade da conspirao, inocentando os outros co-rus e, em 18 de abril de 1789, ouviu sua sentena de morte. Antes de ser enforcado no campo da Lampadosa - atual Praa Tiradentes - no Rio de Janeiro, disse: "Cumpri a minha palavra! Morro pela liberdade!" Seu corpo foi esquartejado e a cabea exposta em Vila Rica. Os outros pedaos foram espalhados pelo caminho, seus bens confiscados e sua memria difamada. S em 1822 Tiradentes foi reconhecido como mrtir da Inconfidncia Mineira e em 1865 proclamado Patrono Cvico da nao brasileira. Tiradentes e o Rio de Janeiro sabido que, entre os anos de 1786 e 1789, Tiradentes fez vrias viagens ao Rio e que, nessa poca, j devia estar conspirando em favor da inconfidncia. No Rio, alm do contato com idias revolucionrias, se dedicou a muitos projetos de melhoria urbana. Ele conhecia bem a cidade, seus morros, seus arredores, o povo do lugar, que tambm o conhecia como dentista prtico. Suas habilidades, no entanto, no se limitavam apenas aos da odontologia. Tinha bons conhecimentos de topografia, o que fez com que Tiradentes intusse grandiosos projetos de melhora urbanstica para o Rio. Documentos datados daquela poca possibilitam concluir que o nosso impetuoso alferes idealizou diversas obras para a cidade. So elas abastecimento regular da cidade, pela canalizao das guas do Rio Andara construo de moinhos aproveitando a canalizao do rio e mais os desnveis dos crregos Catete, Comprido, Laranjeiras e Maracan construo de um trapiche, isto , o cais do porto, rudimentar, de madeira, avanando da praia o mximo possvel dentro do

30

mar construo de armazns para guarda de gado e outras mercadorias que, desembarcadas, ficavam expostas ao sol, chuva e aos furtos servios de barcas de transporte de passageiros do Rio a Niteri (Praia Grande) Em tempo: 30 anos depois de ter projetado essas melhorias, Dom Joo VI mandou fazer a canalizao do rio, seguindo os planos de Tiradentes e, em 1889, exatamente 100 anos depois, o engenheiro Andr Paulo de Frontin canalizou as guas da Serra do Tingu, dentro dos mesmos moldes arquitetados pelo inconfidente. Tiradentes s comeou a ser cultuado 98 anos depois de sua morte - sendo considerado heri nacional a partir de 1890. A imagem de mrtir e patrono da nao foi construda pelos republicanos que representasse a luta pela ruptura do domnio portugus. Mrtir 98 anos depois O mrtir est diretamente ligado ao movimento que ficou conhecido como "Inconfidncia Mineira". Os historiadores preferem "Conjurao Mineira" j que o que aconteceu em Minas Gerais foi um ato organizado para conquistar a independncia do pas e no um ato de deslealdade, traio ou infidelidade, que servem para traduzir a palavra inconfidncia. Somente sob a tica dos colonizadores, os "inconfidentes" foram considerados traidores. A cabea de Tiradentes foi levada do Rio de Janeiro para Vila Rica, em Minas Gerais e ficou exposta num poste em frente Igreja Nossa Senhora dos Remdios dos Brancos. Na terceira noite, foi roubada e nunca mais foi encontrada. Curiosidades Tiradentes seguiu carreira militar, ocupando o posto de alferes, palavra que vem do rabe "al-fars", o cavaleiro. Significa o antigo oficial do exrcito com posto logo abaixo do tenente. Dia 22/Abril Dia do Descobrimento do Brasil/ Da aviao Leitura Sugestiva: Livros da casa. Maio 2007 Valor do ms: Amor Dia 01/Maio Dia Mundial do Trabalho A histria do Primeiro de Maio mostra, portanto, que se trata de um dia de luto e de luta, mas no s pela reduo da jornada de trabalho, mais tambm

31

pela conquista de todas as outras reivindicaes de quem produz a riqueza da sociedade. Perseu Abramo O Dia Mundial do Trabalho foi criado em 1889, por um Congresso Socialista realizado em Paris. A data foi escolhida em homenagem greve geral, que aconteceu em 1 de maio de 1886, em Chicago, o principal centro industrial dos Estados Unidos naquela poca. Milhares de trabalhadores foram s ruas para protestar contra as condies de trabalho desumanas a que eram submetidos e exigir a reduo da jornada de trabalho de 13 para 8 horas dirias. Naquele dia, manifestaes, passeatas, piquetes e discursos movimentaram a cidade. Mas a represso ao movimento foi dura: houve prises, feridos e at mesmo mortos nos confrontos entre os operrios e a polcia. Em memria dos mrtires de Chicago, das reivindicaes operrias que nesta cidade se desenvolveram em 1886 e por tudo o que esse dia significou na luta dos trabalhadores pelos seus direitos, servindo de exemplo para o mundo todo, o dia 1 de maio foi institudo como o Dia Mundial do Trabalho. Fonte: IBGE / Ministrio do Trabalho *Preparar um mural com as profisses e escrever um pensamento sobre o dia do trabalho. Leituras Sugestivas: Sonhe Alto Bem Carson Primeiro Eu O Amanh comea hoje O Sabi Sem Terra Trabalhadores maus Dia 5/Maio Dia Nacional das Comunicaes Leituras Sugestivas: Classificados Di- versos Com palavras tambm se brinca... Travalinguando Trava lnguas & Trocadilhos Tempo de ser amigo

32

Conte comigo, amigo! Como Jesus tratava as pessoas O dia das Comunicaes foi criado em 1971, na data do nascimento do Marechal Cndido Rondon e em sua homenagem. Rondon trabalhou para estender em todo o Brasil e especialmente no Mato Grosso e na Amaznia, milhares de quilmetros de fios telegrficos, por montanhas e vales, rios e florestas. Projeto: Os Vrios Meios de Comunicao.

Dia 12/ Maio Dia do Enfermeiro Dia 12 de Maio de 1820 nasceu a mulher que haveria de ficar para a histria como a me da enfermagem moderna: Florence Nightingale. Em sua homenagem instituiu-se essa data como Dia Internacional do Enfermeiro. Durante a guerra da Crimeia, esta enfermeira inglesa de ascendncia italiana levou a cabo uma verdadeira revoluo no hospital militar do exrcito ingls na Turquia (1854), transformando por completo a tradicional prtica da enfermagem. Florence Nightingale introduziu mudanas qualitativas ao nvel da prestao de cuidados de sade aos soldados, melhorando as condies sanitrias e de higiene e implementando medidas que foram ao encontro das necessidades dos pacientes e contriburam para lhes proporcionar mais qualidade de vida em perodos de convalescena. No prazo de dois anos, Florence e a sua equipa de enfermeiras conseguiram baixar a taxa de mortalidade do hospital de 40 para a penas 2 por cento, provando que a enfermagem assumia um papel fundamental na prestao de cuidados de sade. O trabalho rigoroso de Florence Nightingale e o sucesso das medidas que adoptou levaram-na a criar, em 1860, no St. Thomas Hospital, em Londres, a primeira escola de enfermagem, verdadeiro modelo inspirador do ensino da profisso no Ocidente. Actualmente, a enfermagem uma profisso especializada e altamente rigorosa e cujo desempenho assume uma importncia fulcral no funcionamento dos sistemas de sade e na qualidade dos cuidados disponibilizados aos cidados. Dia 13/ Maio Dia da abolio da Escravatura 2 Domingo de Maio Dia das Mes Leituras Sugestivas: Lar, doce lar

33

Ser me, o que ? Relacionamento familiar Bem Carson Furaha Mes da Bblia 1. Procure algumas mulheres conhecidas na Bblia: Antigo Testamento: Eva, Sara, Lia, Raquel (Gnesis); Rute e Noemi (Rute); Bate-Seba (II Samuel e I Reis); Viva de Sarepta (I Reis); Me de Moiss e Zipora (xodo)

Novo Testamento: Isabel e Maria (4 evangelhos), Sogra de Pedro (Mateus 8). Mes da Bblia 2 tem algumas perguntas prontas para voc usar. 2. Leia as histrias delas e anote: nmero de filhos; idade; nome do marido; nomes dados aos filhos e significados (se o significado no esta na Bblia vc pode pesquisar na internet ou em livros tipo "nomes de bebe") e outras caractersticas peculiares de cada mulher ("ficou sem falar por meses"; "engravidou antes de casar""; "deu uma escrava ao marido"; "era amada pela nora" etc..). Para ajudar voc pode utilizar uma Chave Bblica ( como um dicionrio). Algumas Bblias tem tambm um "ndice de Assuntos". Se voc no os tem, pea ajuda ao pastor da sua comunidade ou numa livraria evanglica. 3. Use esta lista de informaes numa das seguintes atividades: 3.1 QUIZ: divida as pessoas em grupos. Cada grupo tem uma folha numerada para anotar as respostas. O orientador l a primeira pergunta, ex.: "Quem a primeira me que aparece na Bblia?" (Eva). Os grupos escrevem a resposta no nmero 1. Assim por diante at a ltima pergunta. O grupo que acertar mais nomes ganha o jogo. (prepare umas perguntas mais difceis para desempatar no final se necessrio). 3.2 BINGO: faa vrias cartelas com nomes de mulheres da Bblia (cada cartela pode ser diferente da outra). Coloque as perguntas numa caixa e sorteie aleatoriamente. Leia a pergunta; quem tiver o nome correspondente

34

marca na sua cartela. A pessoa que primeiro completar a cartela ganha o jogo (desde q tenha completado corretamente). 3.3 ADIVINHA QUEM SOU: faa uma ficha para cada personagem: nome e vrias caractersticas. Prenda uma ficha nas costas de cada pessoa (com um pregador de roupa ou fita adesiva). As pessoas andam pelo grupo fazendo diversas perguntas. O objetivo descobrir que nome voc tem nas suas costas. Quem acertar primeiro ganha o jogo. Todo mundo pode ler o que os outros tem nas costas, mas no pode ler a ficha que est nas suas prprias costas. Se for muito difcil todos ao mesmo tempo, pea a um voluntrio para sair da sala. Mostre aos outros uma ficha com o nome da personagem. Quando o voluntrio voltar, ele pode perguntar vrias coisas ao grupo at adivinhar quem o personagem escolhido. 3.4 IMAGEM & AO ou MMICA: este jogo popular consiste em desenhar ou fazer mmica para que os demais adivinhem. Coloque uma folha de papel bem grande na parede e canetas hidrocor de vrias cores. Um voluntrio vem frente, pega uma ficha com nome e informaes sobre uma mulher da Bblia. Ele desenha ou faz mmica sobre as caractersticas at que o grupo possa adivinhar o nome da personagem. Quem est desenhando no pode escrever palavras nem falar. Os demais podem conversar e sugerir nomes at que algum adivinhe o correto. Dia das Mes: Antes do Sc. I Festividade da deusa Rhea, Grcia Alguns historiadores apontam esta festividade como o antecessor do Dia das Mes. Acontecia na antiga Grcia e era em favor da deusa Rhea, mulher de Cronus, me dos deuses e deusas. 250 a.C. - 15 a 18 de maro Hilaria, Roma As celebraes em honra de Cybele, me dos deuses, comearam por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo e era conhecida em Roma por Hilaria. Aps Sc. I Festas a Maria e a Igreja-Me

35

Alguns historiadores afirmam que as celebraes em honra a Cybele foram adotadas pela igreja no seu incio, para venerar a me Maria, me de Jesus Cristo. Outros acreditam que a me de Cristo substituiu as celebraes me dos deuses e iniciou o costume das pessoas visitarem a igreja no seu dia de batismo. Ao longo do tempo as celebraes da me da igreja comearam a se confundir com as celebraes do Domingo das Mes, com as pessoas comeando homenagear alm da me da igreja, a sua prpria me. Sc XVI - 4o. Domingo da Quaresma Domingo Materno, Inglaterra Neste dia, os aprendizes e trabalhadores que normalmente trabalhavam longe, retornavam sua casa, levando para suas mes pequenos presentes, como por exemplo o bolo das mes. 1872 Sugesto de um Dia das Mes, EUA Julia Ward Howe sugere a criao de um dia das mes dedicado paz, nos Estados Unidos. Ela manteve organizado em Boston durante muitos anos o encontro do Dia das Mes. 1908 - 10 de maio 1o. Dia das Mes, EUA Anna M. Jarvis (1864 1948), nos Estados Unidos, filha de Pastores quem originou o Dia das Mes naquele pas. Ela lecionava na escola dominical da Andrew Methodist Church of Grafton, era solteira e extremamente apegada a sua me. Em maio de 1905 faleceu sua me Anna Reese Jarvis e ela ficou sozinha com sua irm cega Elsinore. Em 1907, Anna Jarvis e suas amigas comearam um movimento, com ministros, empresrios e congressistas para a instituio de um dia nacional das mes. Ela achava que muitas vezes as crianas no davam o devido valor s suas mes enquanto vivas. Ela esperava que a iniciativa fortalecesse os laos familiares e o respeito aos pais. O primeiro dia das mes ocorreu a pedido de Anne M. Jarvis com uma missa em Grafton, West Virigina, Filadlfia e Pensilvnia em homenagem a sua me, no dia 10 de maio de 1908. 1910 1o. Dia das Mes oficial, EUA

36

A primeira celebrao oficial do dia das mes foi institudo pelo governador da West Virginia em 1910. 1911 Internacionalizao do Dia das Mes Em 1911 praticamente todos os estados norte-americanos celebravam o dia das mes e outros pases tambm j o comemoravam, como Mxico, Canad, China, Japo, Amrica do Sul e frica. 1912 Fundao da Associao do Dia Internacional da Me A Associao Internacional do Dia Internacional da Me foi fundada em 12 de dezembro de 1912, com o intuito de incentivar homenagens significativas s mes. 1914 - Segundo Domingo de Maio Instituio do Dia das Mes nos EUA O presidente Woodrow Wilson institui o dia nacional das mes a ser celebrado no segundo domingo de maio.

4 domingo da Quaresma 1 domingo de Maio 2 Domingo de Maio

Datas no Mundo Reino unido (Inglaterra) Espanha Brasil, EUA, Mxico, Chinha, Japo e frica.

Caf do Dia das Mes 1. Local: Providencie espao (salo, ptio, etc..) para colocar as mesas e cadeiras suficientes para todas as suas convidadas. 2. Cardpio: Elabore um cardpio e combine quem ir prepar-lo. Um Caf Colonial em geral comea com salgadinhos, pes diversos, queijo, pat e gelias, acompanhados de cevada, leite ou ch. Sirva tambm tortas e bolos doces. 3. Decorao: Escolha um esquema de cores, e o utilize na escolha dos enfeites, por exemplo:37

- suave (cores "pastel", rosas, azuis e verdes claros); - festivo e quente (dourado, amarelo, laranja); - apaixonado (vermelho, rosa, violeta); de acordo com o tema e ambiente que se quer dar festa. Com bales (bolas de aniversrio) possvel encher bem o salo, e relativamente barato. Nas bancas (ou em sebos) h diversas revistas que ensinam a fazer enfeites com bales. possvel fazer arcos para colocar na porta e arranjos para pendurar nas paredes ou colocar nas mesas. Flores: consiga vasinhos de plantas floridas (violetas, calanchoe, etc..), embrulhe com papel celofane colorido e coloque como centro de mesa. Ou faa vasos (latas de refrigerante ou garrafas pet cortadas) tambm embrulhados em celofane e com arranjos de flores naturais ou de papel. Toalhas para a mesa: se no as tiver prontas, utilize TNT ( um tecido sinttico que custa cerca de R$1 o metro e tem 1,40m de largura). fcil de cortar e no desfia, assim no preciso fazer bainha. Toalhinhas de plstico ou papel imitando renda podem ser colocadas por cima criando contraste. Nas paredes vc pode colocar pedaos de cartolina ou papel craft (um para cada me, com o nome delas) onde seus filhos e amigos podem escrever dedicatrias e fazer desenhos durante a festa e no final elas podem levar para casa. Ou, coloque fotos das mes com seus filhos, ou com suas mes, quando elas eram crianas. Assim, as pessoas tero uma divertida exposio de fotos antigas, e podero adivinhar quem quem. Coloque nas mesas cardpios com os pratos que sero servidos ou etiquetas nos prprios produtos para facilitar a identificao. 4. Atividades: Sendo um caf festivo, importante ter tempo para a convivncia e a conversa livre, mas voc pode fazer uma ou outra das seguintes sugestes: - apresentaes de teatro e msica das crianas (filhos e filhas) para as mes. - homenagem dos maridos, que cantem uma msica, ou leiam poemas, ou entreguem flores ou diplomas. - gincana - mes e filhos competindo juntos (veja a sesso Jogos neste site); - brincadeiras tpicas de ch de panela ou ch de beb (veja com aquelas que recentemente passaram por isso quais os jogos tem sido feitos).

38

- contar histrias curiosas sobre as crianas e suas mes (pea antecipadamente s convidadas que escrevam histrias de suas famlias, selecione algumas e prepare para serem lidas durante a festa. -voc tambm pode usar estas histrias para preparar um livrinho, intercaladas com desenhos das crianas, versculos bblicos, poemas, etc. Faa tudo em preto e branco, tire xerox e d o acabamento com grampeador ou coloque numa pasta apropriada para cada me. Se a festa for apenas para as mes, sem as famlias, voc pode convidar mdico, pedagogo ou psiclogo para uma breve palestra sobre tema de interesse das mulheres (de acordo com a faixa etria das suas convidadas) por exemplo: menopausa; desenvolvimento infantil; namoro dos filhos, escolha de escolas, parto, gravidez, etc... Para garons convide alguns jovens da comunidade (cujas mes estaro presentes) ou os maridos; combine com eles um "uniforme" (cala preta e camiseta ou coisa assim), providencie aventais (tb podem ser feitos de TNT) ou gravatas borboleta para eles para ficar mais engraado. No mais, um fundo musical agradvel e muita diverso! Lembre-se de convidar as pessoas com antecedncia e procure saber quantos vm para poder calcular cadeiras e comida. Graas dou por minha me 1. Graas dou por minha me, pela vida que levou, Graas por lies preciosas, que ela, humilde, me ensinou. Graas por toda a ternura, com que sempre me tratou E tambm pelo castigo, que com amor me aplicou. 2. Graas dou por seu cabelo, que o tempo branqueou E tambm seu rosto amado, que a idade enrugou. Graas dou por sua mo, que me acariciou Pelo corpo que bondoso me gerou e amamentou. 3. Graas dou por sua voz que me fez adormecer De tudo isso quero sempre, me lembrar e agradecer Graas dou por sua ausncia, de meus olhos minha me Graas pela sua presena, em meu alegre corao.

39

Mural: Me, voc a coisa mais bela que Deus criou, esperana e garantia do futuro da humanidade, alimento da chama do verdadeiro amor. *Usar a figura de uma me com uma criana. Dia 31/Maio Dia Internacional de Combate ao Fumo Fumo no Brasil Mais de 300 pessoas morrem por dia no Brasil em consequncia ao hbito de fumar, superando assim o nmero de mortes por Aids, acidentes de trnsito e crimes, em conjunto. A tragdia do vcio de fumar provoca a morte de 3.500.000 pessoas por ano no mundo. A Organizao Mundial de Sade prev que, se nada for feito, em 2020 o vcio do cigarro levar mais de 10 milhes de pessoas morte, por ano. Conseqncias do fumo - Aparecimento de enfisema, bronquite, asma, gripes constantes com recuperao lenta, e doenas cardacas relacionadas diretamente ao hbito de fumar. O fumante perde o flego aos menores esforos, com tosses freqentes, pigarro ou catarro constante. - Agravamento de doenas como hipertenso, diabetes, colesterol alto, cardiopatias, doenas vasculares - derrames (principalmente em associao plula anticoncepcional-AVC) e doenas pulmonares. - Envelhecimento precoce de todas as clulas do organismo pela diminuio do aporte de oxignio no sangue e conseqente aumento de radicais livres, bem como diminuio do tempo de vida. - O alcatro, assim como algumas das centenas de substncias catalogadas contidas na fumaa do cigarro, so considerados de grande potencial cancergeno, sendo responsvel pela maior incidncia de cncer de pulmo, boca, laringe, esfago, estmago, prstata, bexiga, clon e outros rgos. - Maiores riscos e maior dificuldade na recuperao aps intervenes cirrgicas.40

- Pele do rosto acinzentada, dentes escuros e dedos da mo amarelados. - Suspeita-se que algumas das mais de 4.000 substncias presentes na fumaa do cigarro possam causar alteraes genticas. - No homem, maior tendncia impotncia sexual, principalmente em associao a outros fatores de riscos como stress, hipertenso, diabetes, doenas cardiovasculares, etc. Diminuio da mobilidade dos espermatozides, aumentando a possibilidade de infertilidade masculina. - Na mulher, maior ndice de abortos e menor peso do recm-nascido em grvidas fumantes (menor aporte de oxignio ao feto); recm-nascidos com dependncia fsica da nicotina. - Dependncia fsica e psquica de uma substncia, que nem sempre encontra-se mo, alm do nmero cada vez menor de locais pblicos onde permitido fumar. - Dificuldade de convivncia com outras pessoas ou parceiros que no fumam, alm da transformao de seus filhos em fumantes passivos indefesos, sem considerar o mau exemplo. - M aceitao social por parte de nmero cada vez crescente de amigos que no fumam ou que deixaram de fumar, e o consideram uma pessoa displicente com sua prpria sade, sem fora de vontade e, pior ainda, egosta por imporlhes sua poluio particular. - Mau hlito e impregnao de roupas, cabelo, objetos e ambiente domstico pelo cheiro do cigarro. - Maior dificuldade de emprego, visto a tendncia atual de preferncia a no fumantes. - Aumento dos gastos mensais com pacotes de cigarro, medicamentos para tratar as doenas relacionadas ao tabagismo e custos mais altos das aplices de seguro de vida e de sade para fumantes. Alguns conselhos que ajudam a parar de fumar:

41

no sente aps as refeies; repouse o suficiente; pratique exerccios de relaxamento; beba de seis a oito copos de gua entre as refeies; evite o lcool se isto fizer voc sentir vontade de fumar; faa exerccios fsicos diariamente; os patches de nicotina (liberao transdrmica) ou as gomas de mascar de nicotina podem auxiliar.

Junho 2007 Valor do ms: tica Dia 1 de Junho Dia da Imprensa O que seria do mundo sem os veculos de comunicao, falada ou escrita? Como seriam as informados os bilhes de habitantes do planeta? Alm da finalidade de transmitir notcias, a imprensa tem um papel muito importante, que a defesa dos direitos humanos, enunciando as injustias que acontecem ou podem acontecer, a imprensa a maior garantia de defesa da liberdade com que conta o cidado. O primeiro jornal editado no Brasil foi a Gazeta do Rio de Janeiro que comeou a circular em 10 de setembro de 1808. Por isso, o dia 10 de setembro foi consagrado como o Dia da Imprensa. Editada pela imprensa Rgia, fundada por D. Joo VI, a Gazeta do Rio de Janeiro era dirigida pelo frade Tibrcio Rocha. O Brasil teve um jornal antes desse, o Correio Brasiliense, publicado por Hiplito da Costa, em junho de 1808. Era, contudo, editado na Inglaterra. Portanto, no pode ser considerado o primeiro jornal editado no Brasil.

Somente em 1999 foi reconhecido oficialmente como pioneiro na histria da imprensa brasileira e ento, foi criada uma lei que determinava a mudana do dia da imprensa para 1o de junho.

Dia 5/Junho Dia internacional do Meio Ambiente / Dia da Ecologia

Dia Internacional do Meio Ambiente

42

Em setembro de 1986, em Assis, na Itlia, o Fundo para a natureza (WWF) lanou sua "Rede de Conservao e Religio", reunindo lderes ambientais com lderes religiosos. No seu discurso de abertura do encontro, o padre Lanfranco Serrini, Ministro Geral dos Franciscanos disse: "Estamos convencidos do inestimvel valor das nossas respectivas tradies e daquilo que elas podem oferecer no sentido de restabelecer a harmonia ecolgica. A prpria riqueza da nossa diversidade d fora nossa compartilhada preocupao e responsabilidade pelo nosso Planeta Terra". Outros representantes disseram: Bah: "O esplendor e a diversidade do mundo humano so reflexos intencionais da majestade e bondade de Deus... o entendimento implcito, que a natureza deve ser respeitada e protegida, como uma custdia divina pela qual somos responsveis. Cristo: "Deus declarou que tudo bom - realmente, muito bom... Mas especialmente atravs do homem e da mulher, feitos imagem e semelhana de Deus, depositrios de domnio nico sobre todas as criaturas visveis, que a bondade e providncia do Senhor devem ser manifestadas... O domnio do homem no pode ser entendido como licena para abusar, estragar, esbanjar ou destruir aquilo que Deus fez para manifestar Sua glria. Hindu: "Vamos declarar nossa determinao em parar a atual tendncia rumo destruio, em redescobrir a antiga tradio de reverncia pela vida e, mesmo a esta altura, reverter o curso suicida em que embarcamos. Vamos recordar o antigo ditado hindu: "A Terra nossa me, e todos somos seus filhos". Muulmano: "O universo inteiro a criao de Deus. Somos os fideicomissrios e agentes de Deus na Terra. Ns no somos mestres desta Terra; ela no nos pertence para fazermos o que bem quisermos com ela. Pertence a Deus, e Ele confiou-a ns, para salvaguard-la. Judeu: "Nossa preocupao central com a VIDA... em poder-se viver com retido, neste mundo, sem transgredir os direitos de outras pessoas, ou de quaisquer das criaturas de Deus. Assim, o encontro entre Deus e o homem na natureza, concebido, como uma teia inconstil, sendo o homem e guardio do mundo natural... Ao homem foi dado o domnio sobre a natureza, mas lhe foi ordenado proceder, para com o resto da criao, com justia e compaixo.43

Somos todos, juntos, passageiros neste mesmo mundo frgil e glorioso. Que salvaguardemos o nosso barco - e que rememos juntos... Como voc se sentiria se algum que voc presa muito, lhe emprestasse um bem muito valioso? Qual seria o seu cuidado para com esse bem? O grande sbio, que comps a maioria dos Salmos, disse: De Deus a terra e a sua plenitude, o mundo e os que nele habitam. Estamos todos em comum acordo, independente do credo que professamos. Alcemos juntos nossas vozes, neste DIA INTERNACIONAL DO MEIO AMBIENTE, dizendo que de Deus a terra, e que seremos seus fiis mordomos, preservando a vida para que vivamos bem!. Maurcio Picarelli - Deputado estadual Atividades: *Convidar palestrante da Secretaria Municipal do Meio ambiente. *Realizar exposies de produo de textos e desenhos dos alunos sobre o tema. Msica: A Bandeira da preservao n5 CD: Nosso Amiguinho Cante com a gente v.1 * Explorar os Paradidticos da CASA: Leituras Sugestivas: Te Quero verde O Desafio da selva Amaznica Srie Meus Amigos da Natureza O Sabi sem - terra Carajs Trilhas da natureza O Zoolgico Bblico A Descoberta de Lana Fofoquinha, a Foca Fofa Acidente na Gruta Sem fim Girassol Dia 07/Junho Dia da Liberdade de Imprensa Dia 10/ Junho Dia da Raa Dia da Raa44

Ao contrrio do que pode parecer, o Dia da Raa no o dia de comemorar a diversidade das raas. Na verdade, este dia foi institudo em Portugal para homenagear a raa portuguesa, os lusitanos de todo o mundo. A data foi instituda nos tempos ureos dos portugueses: conquistadores do alm-mar. Neste dia comemora-se tambm o dia de Lus de Cames, um dos maiores poetas portugueses. Ele morreu no dia 10 de junho de 1580. Como Cames foi um dos maiores contempladores das aventuras de seus antepassados, este dia tambm foi escolhido para ser o Dia de Portugal. Fonte: UFGNet Montar mural com Crianas de todas as raas e uma frase. Msica: Crianas da Terra n3 CD: Crianas da terra Jane Lietzke Dia 15/Junho Corpus Christi ( Feriado) Dia 12/Junho Dia dos namorados / Dia do Correio Areo Nacional Leituras Sugestivas: Conte comigo, amigo! Alegria azul, tristeza molhada Amigos, amigos... Diferenas parte! Maremoto Tempo de ser amigo Jeito de ser O Namoro completo Quando tudo falha... S para jovens De bem com voc O Amanh comea hoje Exploso jovem O Que ele viu na Grcia Educao para a vida Projeto: Romantismo no Sculo XXI Objetivo: Ao estudar o movimento literrio do sc. XIX, alunos resgatam valores para o sc. XXI. Justificativa:

45

O essencial no estudo da liberdade no , apenas o domnio de um conjunto de conhecimentos, mas o desenvolvimento da habilidade de pensar criticamente e interpretar os movimentos literrios, extraindo valores para a vida diria. A funo da literatura, segundo Graybill, ensinar alunos a pensar sobre os temas da vida, sua identidade e propsitos, a presena do bem e do mal, justia e perdo, bonito e feio, sexualidade e espiritualidade, ambio e humanidade, alegria e sofrimento, pureza e, assim por diante. Com base em tais pressupostos os professores de literatura e Filosofia e tica Crist podero se unirem em um projeto interdisciplinar denominado Romantismo no sculo XXI, que objetiva ir alm dos conhecimentos literrios, levando os alunos a refletirem sobre as formas de relacionamento no sc. XIX, formas de relacionamento no sc. XXI, valores que se perderam e valores que gostariam de resgatar. Atividades: - Anlise de filmes - Leituras - Debates Programa: 1. Sarau Encontro Social moda do sc. XIX ( Comemorao ao Dia dos namorados) - Ensino Mdio ( 2 Bimestre) 2. Declamar versos, Poemas, etc. Ex: Castro Alves. 3. Cantar 4. Tocar instrumento moda dos Saraus do Sc. XIX, tentando retornar ao clima romntico da poca. 5. Festa ( montar cardpio) ornamentar as mesas , preparar na entrada do salo um arranjo no formato de um arco com flores, um painel com os dizeres Sarau Encontro Social Moda do Sculo XIX. ( cenrio romntico) 6. Vestir a carter , de preferncia. Dia 22/Junho Incio do Inverno Projeto: As Estaes do Ano Leituras sugestivas: Dia de Chuva Voc viu o vento?

46

Msica sobre as estaes do ano. Dia 26/Junho Dia Internacional do Combate ao Trfico de Drogas Leituras sugestivas: Iluses fatais Nascida de novo Professor Pimpo e a Mquina de fazer alegria Dia 28/Junho Dia da Renovao Espiritual Leituras sugestivas: Respostas incrveis Orao Meu amigo, o Esprito Santo Quando tudo falha O Amanh comea hoje Amigos para sempre Julho 2007 Valor do ms: Educao Dia 2/ Julho Dia do Bombeiro Dia 16/Julho Dia Mundial da Alimentao Dia 20/Julho - Dia Internacional da amizade / Dia do Amigo Pensamento: Se as coisas so feitas para serem usadas e as pessoas para serem amadas, por que amamos as coisas e usamos as pessoas! Desconhecido Dia 25/Julho Dia do Escritor Leituras sugestivas: Meu encontro com Deus Paradidticos da CASA. Dia 26/Julho Dia da Vov Leituras sugestivas: Histrias de Minha Av Tempos felizes Histrias que a gente gosta Feliz outra vez Msica: alusiva ao dia da vov Programa: 1. Preldio 2. Boas Vindas 3. Orao de gratido 4. Leitura Bblica

47

5. Poesia (pelos netos) 6. Cnticos 7. Reflexo ( Prov. 17:6) 8. Orao de encerramento 9. Social (Msica e versos) 10. Colocar as coroas nas avs e fazer o desfile 11. Presentear as avs 12. Entrega dos recadinhos 13. Entrega das lembrancinhas (porta retrato) 14. Lanche Agosto 2007 Valor do ms: Compartilhar Dia 01/Agosto Dia do selo Dia 02/Agosto Dia Internacional do Folclore Dia 11/Agosto Dia do Estudante Alfabeto do estudante Ame os estudos, neles est parte do seu sucesso na vida! Boas notas dependem do seu esforo. Crie o hbito da leitura, pois isso enriquece sua cultura. Desistir? Nunca! As dificuldades no devem enfraquecer sua esperana. Evite crticas e promova a amizade. Faa seus talentos se multiplicarem. O Brasil espera sua contribuio. Guerra `a irresponsabilidade, aos erros e aos maus hbitos. Habitue-se a prestar ateno nas aulas. Insista no que vale a pena. Julgue e analise, antes de falar ou concluir.

48

Lembre-se: voc quem deve aprender a resolver os problemas. Mtodo nos seus trabalhos, pois a baguna inimiga da perfeio. No estude s para a escola, mas para a vida. Oua a opinio dos outros sem interromper e depois emita sua opinio. Procure entender mais do que decorar. Querer poder. Esforce-se e vena! Renove seu entusiasmo. Sabedoria Dom de Deus, e Ele d a todos os que pedem. Se no puder destacar-se pelo talento, destaque-se pelo esforo. Tenha pacincia e perseverana, pois quase tudo se resolve com o tempo. Uma andorinha no faz vero... no esquea que voc precisa dos outros e os outros precisam de voc. Vale mais reconhecer nossas fraquezas e pedir auxlio aos professores, colegas e pais, do que persistir no erro. XY ... a vida uma incgnita que voc deve ir descobrindo dia-a-dia. Zele pela realizao dos seus sonhos e seja feliz Estude e sonhe cada dia ... Estamos torcendo pelo seu sucesso. Biblioteca/2007 Dia 11/Agosto Dia das Artes Montar mural com os vrios tipos de artes. Projeto: Semana da Arte Objetivos: - Descobrir novos Talentos - Desenvolver habilidades Manuais. - Desenvolver o gosto pela Pintura.

49

-

Desenvolver a arte de Criar e Declamar Poesias. Incentivar o gosto pela Msica. Conhecer o que Folclore e sua origem. Reconhecer e divulgar a importncia do Folclore. Estimular e desenvolver a imaginao e criao. Desenvolver o Hbito de pesquisar. Incentivar o gosto pela leitura, arte e msica. Valorizar a cultura popular. Descobrir novos Talentos

Desenvolvimento: - Show de Talentos - Mostra de Artes Plsticas. - Artes Manuais. - O Resgate da Poesia. - Concerto Instrumental. - Recital dos Alunos. - Concerto Sacro. - Dramatizao de uma lenda. - Comidas Tpicas Festival. - Msicas Folclricas. - Brincadeiras. - Adivinhaes. - Parlendas. - Ditos e Provrbios Gincana. - Desfiles de Trajes. - Oficina de Massinhas, Sucata, Artesanato, pipas e Dobraduras. - Pesquisa. - Murais - Concurso de Pipas. - Interpretao de Texto. Recursos: - Grupos Musicais. - Msica. - Material para confeco de Sucatas, pipas, dobraduras, artesanatos e massinhas. - Ingredientes comidas Tpicas.

50

- Instrumentos Musicais. - Roupas Tpicas. - Livros. - Material para Gincana. - Textos Diversos. Projeto de Origami Tema: Trabalhando com dobraduras Livro: Origami vol.1 a 4. Autora: Berenice Fernandes Ribeiro Ed. Liberato. 1. Justificativa: Ensinar a arte que nasceu no Japo, h quase mil anos O Origami . uma tradio japonesa secular, que vem sendo mantida atravs dos tempos, com a sua simplicidade e delicadeza. .A criana vai descobrir como divertido fazer bichinhos, flores, e muito mais. Alm de desenvolver concentrao e a pacincia o que hoje em dia um dos grandes problemas dos alunos. 2. Objetivos: Desenvolver a habilidade manual , criatividade, pacincia e concentrao. 3. Desenvolvimento: Escolher uma das opes de atividades e desenvolver: 4. Atividades: Montar cenrios e colar as dobraduras. Escolher uma histria, contar e ensinar os alunos a fazerem dobraduras ou Montar uma histria partindo de uma palavra ou frase. Ex: Foca. Trabalhar os fonemas : FV, P e B, T e D.

Jardim e C.A : Contar a histria , ensinar msica , fazer exerccios labiais , usar a massinha para criar e montar um cenrio do fundo do mar.

1 Srie: Contar histria, Msica( Usar msicas da coleo Cdteca) , exerccios labiais, Fazer dobraduras ( aves passarinhos) . 2 Srie: Contar histria , ensinar msica, fazer exerccios labiais, Usar as dobraduras da 1 srie para montar um mural. Criar o seu habitat.

51

3 Srie: Contar a histria sobre o animal, fazer exerccios, Produo de textos ( Criar uma histria . Dividir em equipe de 4 alunos . A melhor histria se transformar em um livro. 4 Srie: Preparar cpias da Histria que os alunos da 3 srie produziu para os alunos da 4 srie ilustrar e confeccionar o livro em material de EVA. ( Depois os alunos podero dramatizar a histria. Leituras sugestivas: O que seria do branco sem todos gostassem do Amarelo?! Com palavras tambm se brinca... Os trs avies Dia 12/Agosto Dia dos Pais Projeto: Pai se escreve de vrias formas Atividades: 1. Confeco de poemas e poesias sobre o tema: Pai se escreve de muitas formas... Ex: Pai no se escreve apenas com P. Pode ser escrito com A de amigo, H de Heri ou I de Indispensvel. Na verdade a letra no importa; pode escrever com o que seu corao desejar. Pai com P, de presente. Um bom pai o melhor bem e o maior orgulho que um filho pode Ter. 2. Caf da manh com os pais. 3. Apresentao musical dos alunos de 1 a 4 srie, para os pais. 4. Homenagem ao pai mais idoso, e pai mais novo. ( Dar lembrana) Montar painel com pensamento. Msica: Te amo papai querido- Cd: Escola Adventista de Artur Nogueira Msica: Um Pai de verdade- CD: Colgio Adventista de Santo Amaro Leituras sugestivas: Relacionamento familiar O Sabi sem terra O Lobo e o Cordeirinho Lar, Doce lar!

52

Perdido longe de casa Alegria azul, Tristeza molhada Trilhas da natureza Dia 14/Agosto Dia do Combate Poluio Leituras sugestivas: Te Quero verde O Sabi sem terra Vida de Pneu Dia 17/Agosto Dia do Patrimnio Histrico Leituras sugestivas: Maremoto Srie Grandes Imprios e Civilizaes Dia 22/Agosto Dia do Excepcional Projeto: Os sentidos Leitura sugestiva: Deus ama os que so diferentes Dia 22/Agosto Dia do Folclore/ Supervisor Escolar Projeto: Folclore Brasileiro Nosso pas possui um dos folclores mais ricos de todo o mundo. O folclore estuda os costumes e as tradies de um povo e representados pelos seus diversos movimentos culturais regionais. Conhece lo um pouco melhor permite a valorizao daquilo que uma das principais marcas de um pas: a sua cultura. Em nosso folclore encontra se as caractersticas dos povos que contriburam para a formao de nossa nao, principalmente, os africanos, indgenas e europeus. Um dos principais estudiosos brasileiros foi Luiz da Cmara Cascudo. Podemos comparar a nossa herana a uma colcha de retalhos multicoloridos com uma mistura de figuras geomtricas, estampas e texturas. So msicas, danas, linguagens, usos e costumes, artesanatos, festas, brinquedos... Thomas criou a palavra folclore (folk povo, lore saber) em 1840, para representar os registros dos cantos, narrativas e dos usos e costumes dos tempos antigos. Nem tudo que popular folclrico. Para um costume ser considerado folclore, preciso ter origem annima, ou seja, no saber ao certo quem o criou.

53

O Sul e Sudeste brasileiros so as regies em que a manifestaes folclricas tem ocorrido com a menor intensidade. Nas regies Nordeste e Centro Oeste, as tradies se mantm cada vez mais vivas e fazem parte da vida de muitas pessoas. Atividades que podem ser feitas para comemorar o folclore: Cantigas folclricas com os alunos. Brinquedos e brincadeiras. Pesquisas em livros, revistas e internet. Lanches especiais com comidas tpicas e regionais. Exposio de objetos caractersticos das diferentes regies do Brasil. ( Os alunos e professores podero trazer de casa estes objetos ). Os professores de Histria e Geografia podero organizar a exposio das temticas dos alunos. 6. Desfile dos personagens tpicos do folclore. 7. Os alunos podero escrever Os provrbios e ilustra los. 8. Escrever as parlendas , comidas tpicas, Trava lnguas, curiosidades , etc. Os estudiosos costumam agrupar o folclore em 8 categorias diferentes: Msica e dana: instrumentos populares, como o berimbau dos negros da Bahia, a cuca , o Tamborim. Certos ritmos musicais, como o frevo pernambucano, o maracatu, etc. As danas tpicas, como o bumba-meu-boi, a dana do cco, a capoeira, o fandango. Artesanato: A cermica da ilha de Maraj; a de caruaru em Pernambuco. As redes do Nordeste, as rendas cearenses, os cestos, jacs, samburs, etc. Brincadeiras Infantis: Canes de rodas: Marcha soldado, Terezinha de Jesus, A tirei o pau no gato, chicote queimado. Etc. Literatura: Os desafios de viola, os abecs dos cantores do Nordeste, as quadrinhas. Usos e costumes: Vamos citar alguns: O vatap, o caruru na Bahia; o tacac, no Para; a carne de sol, no Rio Grande do Norte; o barreado, no Paran; a torta capixaba, no Esprito Santo. Incluem-se nesta categoria as formas de 1. 2. 3. 4. 5.

54

pescar, caar, tambm os transportes tpicos, e certos remdios de curandeiros. Linguagem: A Mmica, os apelidos, as frases feitas, como tirar o cavalo da Chuva, o carro adiante dos bois, Quem nasceu para dez ris no chega a vintm, etc. (Nosso Amiguinho) Histria do Folclore para Pantomima Era uma vez um vendedor de chapus. Ele saa de cidade em cidade vendendo chapus de todas as cores e feitios. Um dia, ao ir de uma cidade para a outra, precisou atravessar uma grande mata. Depois de muito caminhar, resolveu parar debaixo de uma frondosa rvore para descansar. Colocou a cesta de chapus do lado e recostou-se rvore. Logo, estava dormindo profundamente. Enquanto dormia, um bando de macacos desceu das rvores prximas. Os macacos aproximaram - se da cesta do vendedor, apanharam seus chapus e correram para cima da rvore mais prxima. Passados alguns instantes o vendedor acordou. Espreguiou, bocejou e apanhou a cesta para ir embora. Mas, que horror! Onde estariam seus preciosos chapus? Procura daqui, procura dali e... nada! De repente, o vendedor olhou para a rvore em frente. L estavam os macacos e cada um com um chapu na cabea. O vendedor comeou a fazer gestos desesperado, pedindo os chapus de volta. Os macacos nem ligaram. Comeam a imitar todos os gestos do homem. Quanto mais nervoso ficava o vendedor, mais os macacos saltavam e gesticulavam, imitando Que fazer? O pobre homem estava desesperado. At que teve uma idia: passou a mo no chapu que trazia na cabea e jogou-o no cho. Todos os macacos imitaram-no fazendo o mesmo. O vendedor, feliz, catou os chapus do cho, colocou-os na cesta novamente e foi-se embora depressa. Fazer uma aplicao espiritual. Leitura Sugestiva: O Desafio na Selva Amaznica Dia 24/Agosto Dia dos Artistas / Dia da Infncia Leitura sugestiva: O Sabi sem terra (Mostrar a ilustrao) Dia 25/ Agosto Dia do soldado

55

Dia 27/Agosto Dia do Psiclogo Leituras sugestivas: Consultrio Psicolgico Mente, Carter e Personalidade vol. 1 Mente, Carter e personalidade vol. 2 Dia 29/Agosto Dia nacional do Combate ao Fumo Dia 29/Agosto Dia do Nutricionista Leitura sugestiva: Descoberta Espacial Vida Dinmica Remdios de Deus As Melhores receitas de Vida e sade vols. 1 e 2 Msica: A Receita n8 CD: O Arco ris da vida do Nosso Amiguinho Setembro 2007 Valor do ms: Conscincia Dia 1/Setembro Incio da semana da Ptria / Dia do Profissional de Educao Fsica Msica: Sute Brasileira n 10 CD: Coral Infanto Juvenil da Escola Adventista de Santo Amaro Personagens para representar caracteristicamente Olavo Bilac : Osvaldo Cruz: Santos Dumont: Gacho: Baianas: Vaqueiro do Nordeste: Carlos Gomes: Vlei: Tnis: Basquete: Futebol: Riquezas ( Soja, Ferro, Minrio, Ouro.) : Tiradentes: D. Pedro I:

56

Suite Brasileiro Eu queria te fazer uma cano Que fosse linda como s lindo oh meu Brasil Eu queria conseguir saber cantar O canto puro da cantiga de ninar Eu queria ver-te um dia repousar Sob o efeito da cano que eu fiz pra ti Eu queria uma cano que fosse simples como a flor Eu queria oh meu Brasil o som do amor Eu queria cantar dos teus poetas Como Olavo Bilac e tantos outros Da beleza e forma dos seus versos Que em rima souberam te honrar De cientistas como Osvaldo Cruz E o pai da aviao Santos Dumont Que souberam explorar a imensido So valores da nossa nao Vou contar da tua gente do gacho L dos pampas verdejantes Da baiana vou, vou cantar Da baiana de tabuleiro vou cantar Vou cantar do Nordeste do vaqueiro Desta terra to agreste, l, l ,l... Eu vou cantar da arte do teu povo meu Brasil Do grande Carlos Gomes que nome imortal Sua msica brilhou nos palcos mundiais Eu queria cantar das nossas histrias Eu queria cantar das nossas histrias Do esporte , conquistas e vitrias Do Vlei, do Tnis e de Basquete E vers do Futebol vezes histria L, l, l , l , l , l, l,

57

L, l ,l, l, l, l, l, l L, l ... l. Eu queria cantar das tuas riquezas A abundncia da tua natureza A soja produzida em toneladas E cana de acar to usada O ferro nossa grande exportao minrio de valor mundial O ouro e pedras preciosas Sempre foram a grande atrao Eu vou cantar da tua histria Dos teus valores vou cantar Do bandeirante destemido De Tiradentes, o heri Eu vou cantar de D. Pedro I Que no Ipiranga proclamou, proclamou J podeis da Ptria Filhos Ver contente a me gentil J raiou a liberdade ] Bis No horizonte do Brasil ] Bis E queria cantar da tua grandeza Da beleza que tens de norte a sul Mas, se ergues da justia a clava forte Vers que um filho teu no foge luta, Nem teme, quem te adora a prpria morte. Terra adorada, Entre outras mil s tu Brasil Ptria amada! Dos filhos deste solo s me gentil, Ptria amada, Brasil Dia 5/Setembro Dia da Amaznia

58

Leitura sugestiva: O Desafio na Selva Amaznica Dia 7/Setembro Dia da independncia do Brasil ( Feriado) A crise do sistema colonial, trazendo revoltas no fim do sculo XVIII e incio do XIX, como a Inconfidncia Mineira, a Conjurao Baiana e a Revolta Pernambucana de 1817, bem como o crescimento do livre comrcio foram fatores que contriburam para a Independncia do Brasil. Em 1820, estoura a Revoluo do Porto, em Portugal, um movimento liberal e antiabsolutista. No ano seguinte, o Parlamento portugus, exige que D. Joo VI deixe o Brasil, na poca reino unido, e retorne a Portugal. Assim o fez D. Joo, deixando seu filho mais velho, dom Pedro, como regente. No ano de 1822, apoiado por polticos brasileiros que defendiam a manuteno do Brasil como Reino Unido, Dom Pedro anuncia sua insubordinao Constituio Portuguesa, convocando a primeira Assemblia Constituinte brasileira. Depois de declarar que as tropas portuguesas que desembarcassem no Brasil seriam consideradas inimigas, o prncipe regente resolve assinar o Manifesto s Naes Amigas, escrito por Jos Bonifcio, o Patriarca da Independncia. Com essa assinatura, confirma o rompimento com as Cortes Constituintes de Lisboa e assegura "a independncia do Brasil, mas como reino irmo de Portugal". Os portugueses, no entanto, no aceitam a convocao da Assemblia Constituinte Brasileira e exigem a volta imediata de dom Pedro, ameaando, inclusive, com o envio de tropas. O prncipe no obedece ao Parlamento Portugus, proclamando a Independncia do Brasil, no dia sete de setembro, e afirmando em documento oficial a separao poltica entre colnia e metrpole portuguesa. Ele aclamado imperador em outubro daquele ano e coroado, dois meses depois, pelo bispo do Rio de Janeiro, com o ttulo de dom Pedro I, imperador do Brasil. Independncia ou morte A notcia de que tropas portuguesas poderiam ser enviadas ao Brasil, foram dadas a D. Pedro quando ele voltava de uma viagem a So Paulo, s margens do Rio Ipiranga. Ento, convencido de que deveria se separar da metrpole, Dom Pedro, num ato simblico, arranca do chapu as cores de Portugal e, aclamado pelos que o acompanhavam, grita "Independncia ou Morte". O ato lembrado como o ponto pice da Independncia brasileira.

59

Fonte: UFGNet Dia 9/Setembro Dia do Veterinrio Dia 10/Setembro Dia da Imprensa Dia 21/Setembro Dia da rvore Leitura sugestiva: Verde vivo O Sabi Sem Terra Te Quero verde * Plante uma rvore na sua escola ou em outro local pblico. Dia 22/Setembro Dia da juventude Leituras sugestivas: Exploso Jovem De bem com voc Jeito de ser S para jovens Meus amigos da natureza Girassol Dia 22/Setembro Incio da Primavera Dia 24/Setembro Dia da Bblia Leituras sugestivas: O Mundo maravilhoso da Bblia para crianas Garotada da Bblia Zoolgico Bblico CD-Rom Meus Amigos da Bblia Mural: Os significados da Bblia para os alunos. Conhea sua Bblia: 66 Nmero total de livros 39 do Antigo Testamento 27 no Novo Testamento 773.692 nmeros de palavras, dependendo da traduo 592.439 no Antigo Testamento 181.253 no Novo testamento 31.173 nmero de versculos 23.214 no Antigo Testamento 7.959 no Antigo Testamento 1.189 nmeros de captulos 929 no Antigo Testamento60

260 no Novo Testamento 2.120 nmeros de palavras que voc l cada dia (em mdia) quando l a Bblia durante o ano. 7.487 nmeros de promessas de Deus para ns que o Sr. Everett Storms encontrou. 43 o nmero de promessas no Salmo 37 133 nmero de promessas em Deuteronmio 28 o captulo mais abundante de promessas 01 nmero de vezes que se encontra a palavra imortal (I Tim. 1:17) 1.000 nmero de vezes que apareceu o nome Jesus no Novo testamento 500 nmero de vezes que aparece o nome de Cristo 95 nmero de vezes que aparece a palavra sbado 40 no Antigo Testamento 55 no novo Testamento 2.008 nmeros de declaraes que Deus o Autor da Bblia 525 no Novo Testamento 50 nmero de afirmaes feitas por Jesus dizendo ser Ele a Palavra de Deus 300 nmero de passagens sobre a volta de Jesus, no Novo Testamento.

Dia 25/Setembro Dia do Trnsito Com o crescimento da populao e o grau cada vez maior de urbanizao, a tendncia de que o trnsito nas cidades se torne cada vez mais intenso. Como trnsito, entendemos a movimentao de pedestres, carros, bicicletas, nibus, motocicletas, caminhes - este vai-e-vem nas ruas que, justamente por no parar de crescer, exige regras que precisam ser cumpridas para que tod