APOSTILA ESTAMPARIA estacio 2

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APOSTILA DO CURSO DE DESIGN TXTILCOLETNEA DE TEXTOS

Prof.: Lucilia T. Ramos

LIVROS IMPORTANTES:

Pezzolo, Dinah Bueno - Tecidos: histria, tramas, tipos e usos So Paulo: Editora Senac,2007.

Mello, Renata e Renato Imbosi- Que Chita Bacana So Paulo: Editora A Casa Museu do Objeto Brasileiro, 2005.

Tambini, Michael O Design do Sculo So Paulo: Editora tica, 1996.

Fraser, Tom O Guia Completo da Cor - So Paulo: Editora Senac,2007

Farina, Modesto Psicodinmica das Cores em Comunicao So Paulo : Editora Edgard Blucher,2006.

Senac. DN. Elementos da Forma Rio de Janeiro : Ed. Senac Nacional,1997.

Dodis, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual So Paulo; Ed.Marins Fontes,1997.

Gomes Filho, Joo Gestalt do Objeto: sistema de Leitura Visual da Forma So Paulo: Ed. Escrituras, 2004.

Rubim, Renata Desenhando a Superfcie So Paulo: Ed. Rosari, 2004.

Pires, Dorotia Baduy (org) Design deModa: olhares diversos So Paulo: Ed. Estao das Letras e Cores , 2008.

Castellani, Regina Maria Moda Ilustrada de A a Z So Paulo: Editora Manole, 2003.

Caldas, Dario Observatrio dos Sinais: teoria e prtica da pesquisa de tendncias Rio de Janeiro: Editora Senac Rio,2004.

Jones, Sue Jenkyn Fashion design : manual do estilista So Paulo : Editora Cosac Naify,2005.

Chataignier, Gilda Fio a fio: tecidos, moda e linguagem So Paulo: Editora Estao das Letras, 2006. Pedrosa, Israel O Universo da Cor Rio de Janeiro: Editora Senac Nacional, 2004. Pedrosa, Israel Da cor cor inexistente Rio de Janeiro: L. Christiano, 2003. Cole, Drusilla Estampados - ... Editora: Brume. Meller, Susan - Textille Designs - - Ed. Thames and Hudson. Fisher, Richard Textile Print Design Nova York: Editora Fairchild, 1986.

POSSVEIS MATERIAIS PARA USO EM AULA:BSICOS : CADERNO PARA ANOTAES LPIS 6B E 2B BORRACHA PLSTICA ESTILETE RGUA COLA BASTO PAPEL SULFITE A4 CANSON 200 BLOCO VERDE A3 ESQUADRO PAPEL VEGETAL TESOURA REVISTAS PARA RECORTE. ATELIER DE TINGIMENTO: Tecidos de algodo (leves) mnimo: 1.50 - Tecidos sintticos (leves) mnimo: 2.50 Aquarela silk (acrilex) para tecidos - mnimo 3 cores - Pincel mousse (tipo uma esponja) - Guta transparente para tecido - Pregador de roupa Barbante - Canudos grossos (tipo os do BOBS) - Moedas - Agulha de mo para tapearia - Linha branca de croch - Papel carbono para tecido (amarelo) - Bastidor de madeira /chassi ou moldura de madeira (quadrado ou retangular) - Tachinhas Saco plstico de lixo GRANDE - Bacia - Tesoura para tecido.

Material para representao grfica das estampas ser definido de acordo com o projeto da dupla.

BATIKFONTE DO TEXTO: HTTP://PORTALDOPROFESSOR.MEC.GOV.BR/FICHATECNICAAULA.HTML?AULA=15677

Batik ou Ambatik um nome javans que significa desenhar, escrever. Surgiu originalmente na Indonsia. H 2000 anos a.C. no Egito, em Java, na ndia, na China, na frica e na Indonsia, j se estampavam os tecidos com a tcnica do batik que era usado, atravs da impresso de mensagens e notcias, como meio de comunicao. S mais tarde esta tcnica passou a ser empregada para estampar tecidos de vesturio. As princesas e as grandes damas das cortes desenhavam e criavam as suas marcas e os seus smbolos de realeza ou de famlia e as escravas executavam o trabalho, nem sempre fcil, de tingimento (normalmente a seda) . Os sacerdotes estampavam nos tecidos as figuras de elefantes, de guias e de toda a sorte de smbolos. Para estampar o mesmo desenho em srie, usavam o "Tjap", uma espcie de carimbo feito de madeira ou metal. As tintas que usavam eram extradas de plantas nativas e preparadas nas habitaes, cercadas do maior segredo. Para desenhar com cera, usavam o "Tjanting", uma espcie de pincel que, ao invs de cerdas, tem na ponta um recipiente - normalmente de cobre - para colocar a cera derretida que vai escorrendo por um funil de dimetro variado, medida que se vai desenhando e que at hoje em dia bastante utilizado. Podemos dizer que o batik uma tcnica de vedamento, pois as partes cobertas com a cera no recebem tinta. Desenha-se com a cera sobre o tecido branco ou cru, que depois tingido normalmente com a cor determinada.

As linhas e ranhuras coloridas que vo surgindo no desenho so chamadas de "craquel", que a maior caracterstica desta tcnica e que contribui para realar o trabalho.Antigamente, no batik primitivo, para cada cor aplicada o tecido era encerado, tingido, vaporizado e removia-se a cera a cada aplicao de cor.

http://degraucultural.blogspot.com/2010/07/batik-arte-nobre-e-tecnica-milenar.html

http://www.moreindonesia.com/batik-indonesia-indigenous-cultural-heritage/

http://kalenaartesetintas.blogspot.com/2009/08/batik-jair-mendesbrasil.html JAIR MENDES

http://www.targetwoman.com/artic les/batik-fabric.html

http://anacarolinampinheiro.blogspot.com/

Jacquard

Inventor francs, Joseph-Marie Jacquard, nascido a 7 de julho de 1752, em Lyon, e falecido a 7 de agosto de 1834 no mesmo local, desenvolveu o "Tear de Jacquard", que permitiu a um nico operador tecer padres complexos. O tear de Jacquard comeou uma revolta tecnolgica na indstria txtil, e o sistema dos cartes perfurados usados na sua operao tornou-se um prottipo para os primeiros computadores mecnicos. Jacquard era filho de um tecelo. Quando seus pais morreram herdou o negcio da famlia e comeou a tecer telas modeladas. Embora as telas modeladas fossem vendidas a preos elevados, as longas horas de trabalho requeridas para produzi-las eliminavam freqentemente todo o lucro. Em 1790 Jacquard comeou a projetar um tear que tecesse padres automaticamente. A revoluo francesa (1789-1799) interrompeu os seus esforos, s tendo terminado a construo do tear em 1801. Jacquard fez uma demonstrao do tear automtico em Paris e, em 1804, foi-lhe concedida uma patente e uma medalha pelo seu projeto. Em 1806 introduziu melhorias adicionais quele que veio a ser chamado de "Tear de Jacquard". O governo francs, entretanto, declarou como propriedade pblica o "Tear de Jacquard" e concedeu-lhe somente uma penso modesta como compensao pelos direitos perdidos. Muitos teceles manuais viam ento o tear automtico como uma ameaa ao seu negcio e queimaram diversas destas mquinas novas; alguns chegaram mesmo a agredir fisicamente Jacquard. Apesar da oposio, estima-se que cerca de 11 000 "Teares de Jacquard" estavam a ser usados em Frana em 1812. O tear de Jacquard podia tecer um padro sem a necessidade da interveno do operador durante a produo. Usava um sistema de ganchos e agulhas guiados por um padro armazenado em cartes de papel grosso, perfurados com furos retangulares. Enquanto a tela era tecida, os ganchos ficavam estacionrios na superfcie de um carto. Quando um dos ganchos encontrava um furo, passaria atravs dele para levantar uma linha e uma agulha introduziria uma outra linha. Os padres intricados poderiam ser criados combinando um grande nmero de cartes no tear, e estes poderiam ser usados repetidamente. Os teares de Jacquard modernos so ainda usados. Cartes perfurados similares queles usados pelo tear de Jacquard foram pouco mais tarde usados para dar instrues a outros tipos das mquinas. Em 1890 foram usados para compilar o recenseamento dos Estados Unidos da Amrica. Esta tecnologia acabou por ser usada para armazenar informao nos primeiros computadores. O sistema de perfurao de cartes foi substitudo com o desenvolvimento dos sistemas magnticos de armazenamento, que surgem nos anos 50.

Como referenciar este artigo: Jacquard. In Infopdia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011. [Consult. 2011-09-06]. Disponvel na www: .

Tecido plano

http://blogdapriborges.blogspot.com/2011/03/jacquard.html

www.bikudo.com

Jacquard jersey

trichttp://3.bp.blogspot.com

http://portuguese.alibaba.com/product-free-img/raschel-jacquard-machine-12192990.html

S PARA SABER:

HISTRIA DO TRIC ( fios que se entrelaam ) O tric uma tcnica para entrelaar o fio (de l ou no) de forma organizada, criando-se assim um pano que, por suas caractersticas de textura e elasticidade, chamado de malha de tric ou simplesmente tric.

Pode ser feito manualmente, com duas agulhas, ou s com uma que, alm de propiciar o entrelaamento do fio (criando cada ponto), abrigam a malha de tric j tecida.O tric pode tambm ser feito atravs de mquinas prprias chamadas de mquinas de tric, o que tambm resulta num pano muito semelhante malha manualmente tecida.

A partir do sculo XIX, passaram a usar as chamadas mquinas de tric. Durante as duas grandes guerras mundiais, as mulheres tricotavam peas para os soldados como a balaclava, que se tornou moda.Mas foi no final dos anos 60 que o tric se popularizou definitiva e firmemente no mercado da moda, ocorrendo nos anos 70 um retorno ao tric artesanal, que permanece at hoje.Copyright (c) 2009 Artes Regina Pacheco. All rights reserved

Coleo de inverno 2009 da Maison Martin Margiela. GIOVANNI GIANNONI/DIVULGAO

No acervo da exposio, esto muitas fotos de desfiles e editoriais como a da atriz Tilda Swinton, publicada em 2009, na Another Magazine.

HTTP://MODASPOT.ABRIL.COM.BR/TECIDOS/TECIDOS-HISTORIA/EXPOSICAO-TRACA-A-HISTORIA-DO-TRICO-NO-MUNDO-DA-MODA-VEJAFOTOS

http://povoadevarzim.olx.pt/maquina-industrial-de-tricotar-malhas-iid-55932780

arteblog.com.br

HISTRIA DO CROCH

A palavra foi originada de um termo existente no dialeto nrdico, com o significado de gancho (que a forma do bico encurvado da agulha utilizada para puxar os pontos), que tambm originou croc, que em francs tem o mesmo significado. Ningum tem a certeza de quando ou onde o croch comeou. Segundo os historiadores os trabalhos de croch tem origem na Pr-histria. A arte do croch, como a conhecemos atualmente, foi desenvolvida no sculo XVI. O escritor dinamarqus Lis Palu