Apresentação Analise: "Sem Logo", por Naomi Klein DOM Strategy Partners 2010

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    01-Dec-2014
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O livro Sem Logo da jornalista Naomi Klein se apoia em uma hipótese simples: quanto mais pessoas descobrirem os segredos das grandes marcas, maior será a revolta que estimulará o próximo grande movimento político contra as corporações transnacionais, particularmente aquelas com marcas muito conhecidas.

Transcript of Apresentação Analise: "Sem Logo", por Naomi Klein DOM Strategy Partners 2010

  • 1.
      • SEM LOGO
    A Tirania das Marcas em um Planeta Vendido http://www.naomiklein.org/no-logo Naomi Klein
  • 2. INTRODUO SEM LOGO
  • 3. CONSTRUO DAS MARCAS PRODUTOS EMPRESA Fbricas Logstica Operaes Produo Empregos Publicitrio o rei-filsofo dessa cultura comercial BRAND EQUITY Publicidade investimento em capital puro IMAGEM EMOCIONAIS ESPIRITUAIS ESTILO DE VIDA SEM LOGO MKT P&D
  • 4. Anncio da Phillip Morris de que cortaria o preo dos cigarros Marlboro em 20% para concorrer com as marcas baratas que estavam ganhando mercado. SEXTA FEIRA MARLBORO O preo das aes de todas as marcas americanas caram vertiginosamente. GERAO DO VALOR SEM LOGO
  • 5. DA APRENDIZAGEM BRANDING Associao de marca. No mais simplesmente conferir marcas a produtos mas tambm cultura externa Patrocnio de paisagens urbanas, msica, arte, cinema, eventos comunitrios, revistas, esportes e escolas. Fim do espao no comercializado? DA CULTURA DE PAISAGENS DE MDIA DE CELEBRIDADES BRAN DING SEM LOGO
  • 6. Choque da produo cultural com os valores de marca. CENSURA CORPORATIVA As propostas de patrocnio no combinam com as exigncias da marca. Integridade acadmica, criativa e jornalstica. SEM LOGO
  • 7. EMPRESA ESTADO Painel na loja Vila Mariana do McDonalds MAIOR FORA POLTICA DE NOSSA POCA SEM LOGO
  • 8. MUNDO DA MARCA E O MUNDO REAL FORA DO MUNDO IMAGINRIO DO BRANDING AS EMPRESAS EXPLORAM OS TRABALHADORES E CONFIRMAM A AFIRMAO HISTRICA DE QUE O TERCEIRO MUNDO SEMPRE EXISTIU PARA O CONFORTO DO PRIMEIRO SEM LOGO
  • 9. Migrao para as Zonas de Livre Comrcio em pases subdesenvolvidos. PRODUO Zonas de Livre Comrcio Pases da Amrica Central e Mxico tambm esto incluidos SEM LOGO
  • 10. Zonas de Processamento de Exportao (ZPEs) ZONAS DE LIVRE COMRCIO
    • Produtoras de roupas, brinquedos, calados, eletrnicos, maquinaria para empresas sediadas nos USA, Inglaterra, Japo, Alemanha ou Canad.
    • China a maior economia de ZPEs: 18 milhes de pessoas em 124 zonas.
    • Existem 850 ZPEs no mundo empregando cerca de 27 milhes de pessoas
    • Fluxo comercial na casa de US$ 250 bilhes/ano
    SEM LOGO
  • 11. Autonomia . Fora do controle dos governos municipais e estaduais. ZONAS DE LIVRE COMRCIO Isenta de impostos sobre renda e propriedade. No h tarifas de importao e exportao e a regulamentao trabalhista frouxa. Fbricas Andorinhas: construidas de forma barata em terrenos alugados. Podem migrar de uma ZPE para outra com grande rapidez. Crena de desenvolvimento permanente : transferncia de tecnologia e estabelecimento de indstrias nacionais. Ciclo Vicioso SEM LOGO
  • 12. Cavite , Indonsia. ZONAS DE LIVRE COMRCIO Trabalhadores em Cavite rea industrial murada e de entrada restrita com 207 fbricas contratadas pela Nike, Gap, Old Navy, IBM espremidas em 276 hectares Carga Horria: 12 a 16 horas de trabalho, 6 a 7 dias por semana. Maioria mulheres jovens migrantes de zonas rurais. Salrios abaixo do nvel de subsistncia. Contratos instveis e com freqncia sem renovao. Sem possibilidade de sindicalizao. Ameaas, intimidao, demisso, greves proibidas e nenhum questionamento. Trabalho exige pouca habiliade e tedioso. Oficinas sem janelas, de plstico barato e tapumes de alumnio com ventilao precria. Proibido conversar e utilizar o banheiro a qualquer hora. Gerenciamento no estilo militar. SEM LOGO
  • 13. ZONAS DE LIVRE COMRCIO Fbrica da Nike em Singapura SEM LOGO
  • 14. AINDA H A AFRICA ZONAS DE LIVRE COMRCIO SEM LOGO
  • 15. o trabalho temporrio est substituindo o emprego seguro EMPREGOS NO 1 MUNDO MICROSOFT Estagirios, free lancers e trabalhadores de meio perodo Muitos deles apoiam tais prticas pois elas proporcionam independncia e mobilidade para si mesmos. SEM LOGO
  • 16. Lucros de 400% RESULTADOS DO EXERCCIO Awareness global Aumento de brand equity dio, rancor, ressentimento, deslealdade e demisses em massa SEM LOGO
  • 17.
      • RE AO
    A viso de cofres corporativos abarrotados coexistindo com uma contnua estagnao do padro de vida dos americanos pode se tornar politicamente insustentvel Business Week
  • 18. O ATAQUE AOS TRS PILARES SOCIAIS (O EMPREGO, AS LIBERDADES CIVIS E O ESPAO CVICO) ESTO PROVOCANDO A MILITNCIA ANTICORPORATIVA E ANTICAPITALISTA REAO SEM LOGO
  • 19. AdBusting: So pardias ou interferncias nas propagandas para criticar e discutir a mensagem. CULTURE JAMMING Danos outdoors e ataques hacker. Colocam em riscos campanhas publicitrias milionrias e imagem da marca. Culture Jamming: Renascimento com o avano da internet. SEM LOGO
  • 20. CULTURE JAMMING SEM LOGO
  • 21. CULTURE JAMMING SEM LOGO
  • 22. As multinacionais no desejam entrar em batalhas judiciais travadas no campo poltico. COOPTAO Os novos anncios devem incorporar um cinismo jovem em relao s prprias marcas multinacionais como espoliadores da cultura. Ou seja, as marcas devem atacar si prprias. SEM LOGO
  • 23. O ano da fbrica exploradora 1996
    • Acmulo de denncias sobre crimes corporativos, censura corporativa, violao dos direitos humanos, desprezo aos trabalhadores e envolvimento com regimes opressivos e violentos.
    • No eram prticas novas porm houve uma mudana lenta mas perceptvel na conscincia ocidental.
    • O assassinato do lder ogoni Saro Wiwa por denunciar o governo opressor e as prticas da Shell na Nigria.
    • Fim do processo McLibel
    SEM LOGO
  • 24. Cosumer Research: Instituto de pesquisa de produtos que tem como premissa a idia de que o marketing seria desnecessrio caso o consumidor tivesse acesso avaliaes objetivas do produto. POLTICA EXTERNA LOCALIZADA Resgate as Ruas: Movimento surgido em 1995 na Inglaterra que une ravers, nmades e ecoguerreiros em busca de espao no comercializado. Boicote ditaduras por meio de campanhas que usam o comrcio como instrumento. Universidades, escolas e municpios exercendo presso de interesse pblico sobre corporaes devido ao seu poder e influncia de compra. Regulamentao por meio de cdigos de conduta e auditoria externa de fbricas subcontratadas. SEM LOGO
  • 25. ENQUANTO A SHELL E A NIKE PERDEM CONTRATOS, A CHEVRON E A REEBOK - QUE ADOTAM AS MESMAS PRTICAS - GANHAM MERCADO. PROBLEMTICA SOMENTE AS DESIGUALDADES DE GRIFE TEM ATENO OU SO CONSIDERADAS. ENQUANTO O PRIMEIRO MUNDO ESPECULA CDIGOS, O TERCEIR