Apresentação lubrificantes

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    24-Jul-2015
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  • PRINCPIOS DE LUBRIFICAO Baseado no principio de que qualquer

    movimento relativo entre dois corpos (slidos,lquidos e mesmo gasosos) leva ao surgimentodo chamado atrito.

    Fenmeno que se ope ao movimento gerado, Fenmeno que se ope ao movimento gerado,levando ao desgaste e a gerao de calor.

    Mquinas cuja construo envolve peas emecanismos metlicos, atrito metlico que deveser quase que totalmente eliminado, ou pelomenos, significativamente reduzido, para perfeitofuncionamento da mquina.

  • Lubrificante o elemento que colocado entresuperfcies que se atritam satisfaz os objetivosde uma lubrificao: reduo do atrito,reduo do desgaste, reduo de rudo, aoarrefecedora e eliminao de impurezas (dacombusto, de reaes qumicas, de desgaste).

    A lubrificao obtida com o posicionamentodo lubrificante entre as peas que se atritam.

  • Figura 42. Ampliadas em um microscpio: superfcies departes metlicas, que se movimentam entre si. Em (A)ocorre o atrito metlico, em (B) tem-se o atritofluido, pela interposio de uma pelcula delubrificante entre as partes.

  • leos lubrificantes So fluidos utilizados na lubrificao de

    motores e sistemas de transmisso.

    Sistema de vlvulas Sistema de transmisso

  • Funes dos leos lubrificantes

    1. Diminuir atrito: com conseqente diminuio do desgaste das partes em contato;

    2. Atuar como agente de limpeza: retirando carves e partculas de metais que se formam durante o funcionamento do motor;funcionamento do motor;

    3. Resfriamento auxiliar: nos motores de 4 tempos;4. Vedao: entre os anis do pisto e a parede do cilindro; 5. Reduo de rudo: amortece os choques e as cargas

    entre os mancais.

  • 1. Classificao dos lubrificantes. Os lubrificantes podem ser classificados quanto a

    sua origem em:- vegetal : leo de rcino, de girassol, de mamona etc.- animal: leo de peixe, de baleia, de foca- animal: leo de peixe, de baleia, de foca- mineral:

    slidos: talco, mica, grafite, iodeto de chumbolquidos: derivados de petrleopastosos: so as graxas ( mistura entre 80 a

    90% de lquidos com slidos)

  • Os lubrificantes lquidos, por sua vez, podem ser: leos minerais: apresentam composio

    muito variada, formados por grande nmerode hidrocarbonetos (compostos de carbono ehidrognio). Possuem trs classes principais:aromticos, parafnicos e naftnicos.

    leos graxos: Podem ser de origem animal ouvegetal, hoje de rarssima utilizao.

    leos compostos: Para aplicaes especiais.Consistem na mistura de leo graxo com leomineral, que conferem ao produto uma maioroleosidade.

  • leos sintticos: So lubrificantesdesenvolvidos em laboratrios e queoferecem caractersticas especiais deviscosidade, resistncias a temperaturaselevadas (ou muito baixas). So de custoelevado.

    Os lubrificantes pastosos (graxas) so utilizadosem locais onde, pelas prprias caractersticasdas peas a serem lubrificadas, no permite oemprego de leos, pela sua fluidez, no ficandoretido e no efetuando assim a lubrificao.

  • 2. Principais caractersticas lubrificantes Ponto de fulgor: a temperatura que um leo

    desprende os primeiros vapores que seinflamam momentaneamente em contato comuma chama, quando aquecido em equipamentode laboratrio adequado.

    Densidade: definida pela relao entre um certo Densidade: definida pela relao entre um certovolume do produto, em uma dada temperatura eo peso de igual volume de gua (padro),tomado a outra temperatura. Pouco importantena qualidade do lubrificante, til para clculosde transformao de litros em quilos e paracontroles gerenciais de aquisio e consumo.

  • Viscosidade: a propriedade de maiorimportncia dos lubrificantes lquidos (leos). definida como a resistncia que o leopossui ao seu escorrimento e determinada emviscosmetros. O mercado oferece, atualmente,os leos denominados multigrade, ou seja,os leos denominados multigrade, ou seja,que apresentam viscosidades mltiplas dentrode certos intervalos de temperatura deoperao.

    ndice de viscosidade: a variao daviscosidade em funo da temperatura,indicada numericamente.

  • Figura 43. Carta de viscosidade de leos lubrificantes, emfuno da variao de temperatura de trabalho, (SAE).

  • Viscosmetro Saybolt Universal

    TERMMETRO AQUECEDOR

    LEOP/ TESTE

    BANHODE LEODE LEO

    ORIFCIO

  • Ponto de fluidez: a temperatura mnima emque um leo escoa livremente, depois desubmetido a um processo de resfriamento. No de interesse para mquinas agrcolas queoperam em climas tropicais.

    Em relao s graxas, a sua consistncia vem a Em relao s graxas, a sua consistncia vem aser a resistncia que ela oferece deformao.Trata-se de uma caracterstica importante paraas mquinas agrcolas.

  • Classificao dos leos para Motores1) SAE (Sociedade dos Engenheiros Automotivos):

    Viscosidade leos Monoviscosos - H dois tipos de leos

    monoviscosos: os de inverno (identificados pela letra W,ex: 10W, 15W, etc.) e os de vero (ex: 30, 40, etc.). Osde inverno tm sua viscosidade medida a temperaturasde inverno tm sua viscosidade medida a temperaturasnegativas; os de vero so medidos a 100 C.

    leos de baixa viscosidade contm aditivos anti-congelantes, identificados pela letraW (Winter =Inverno).

  • leos de inverno (monoviscosos), lub. baixas temperaturas (0-18 C) SAE 0W; 5W; 10W; 15W; 20W e 25W.

    leos de vero, lub. Temp. mdias a elevadas (100C) SAE 20; 30; 40; 50 e 60.

    leos Multiviscosos - A combinao de aditivosespeciais e leos bsicos adequados permite que um leoespeciais e leos bsicos adequados permite que um leode inverno se comporte como leo de vero quandooperando em altas temperaturas. Exemplo: um leo 5W,medido a 100 C, apresenta viscosidade de um leo 40;ento, ser considerado um leo multiviscoso 5W-40.

    leo Multiviscoso, fluido em baixas temp. e poucofluido a temp. altas: SAE 20W/40; 15W/40; 20W/20 e5W/20.

  • A viscosidade do leo lubrificante vem estampada na lata. Quanto maior o nmero mais alta a viscosidade do leo.

    Para motores turbinados ou aspirados; leo lubrificante multiviscoso:SAE 15W-40.

  • 2) API (Instituto Americano do Petrleo) Class. Quanto a qualidade (motor, aditivos e cond. de trab.)

    Motores ciclo Otto: AS(leve), SB(moderado), SC e SD (severo), SE, SF, SG, SH, SJ, leos especiais.

    Motores ciclo Diesel: CA(geral), CB(moderado), Motores ciclo Diesel: CA(geral), CB(moderado), CC, CD (severo), CE(turbinados).

    3) Militar: MIL-L (lub. Militares, exrcito USA) + comum ciclo Diesel MIL-L 2104 A (CB) p/motores diesel teor S MIL-L 2104 B (CC) p/trab. a temp. altas MIL-L 2104 C (CD) motores alta rotao

  • leos para motores de tratores

    Ultramo Turbo Para motores turbinados ou aspirados operando em condies normais; leo lubrificante multiviscoso, SAE 10W, 20W, 30, 40 e 50. 20W, 30, 40 e 50. Classificao: API CF

    Para motores aspirados operando em condies normais; leo lubrificante monoviscoso, SAE 10W, 30 e 40. Classificao: API CC

  • Constituio das graxas: leo lubrificante (90%) + aditivo + substncia engrossadora (sabo metlico) resulta em pasta

    Tipos de sabes metlicosSabo de Ca, sabo Na, sabo de Li, sabo (Ca+Na), Suporta temp. -10C a 150 C

    Classificao NGLI (Inst. Nac. dos Lub. Graxos) Classificao NGLI (Inst. Nac. dos Lub. Graxos)conforme consistncia: 0 e 1 = mais finas (pequenas engrenagens) 2 = uso geral (implementos e maq. Agr.) Marfak,

    Lubrax, Multipurpose. 3 = cubos e mancais de rolamento de Maq. Agric. 4, 5 e 6 = mais grossos (cubos)

  • 3. Aditivos Aditivos so todos os produtos qumicos que,

    adicionados aos lubrificantes, conferem a elesnovas caractersticas ou incrementam ascaractersticas originariamente existentes.

    Aditivos encontrados nos lubrificantes so: Antioxidantes: Tem por funo retardar a oxidao

    do leo, aumentado sua vida til. Detergentes (dispersantes):encontrados em leos

    para lubrificao de motores de combusto interna.Estes detergentes objetivam manter o Carbono emsuspenso no leo a fim de que no causemmaiores danos ao motor.

  • antiferrugem: Tem por funo impedir a ao daumidade e do Oxignio sobre metais, evitando aformao de ferrugem (oxidao).

    antidesgaste: Compostos qumicos cuja funo reduzir o desgaste entre partes em movimento. Defundamental importncia no caso de lubrificao decilindros de motores de combusto interna onde,cilindros de motores de combusto interna onde,entre suas paredes e as faces dos anis delubrificao ou vedao, ocorrem uma pelculaextremamente fina de leo.