ARBORIZAÇÃO DE CALÇADAS ÍNDICE · Não há uma espécie ideal de árvore e o importante é a...

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1 ARBORIZAÇÃO DE CALÇADAS AJUDE A TORNAR NOSSA CIDADE MAIS BELA E AGRADÁVEL ÍNDICE Introdução....................................................................................... .2 Benefícios....................................................................................... 3 Planejamento da arborização urbana............................................. 3 Curiosidades................................................................................... 4 Educação ambiental........................................................................ 4 Critérios de plantio.......................................................................... 5 Recomendações para a arborização nas calçadas......................... 6 Áreas Verdes................................................................................. 10 Espécies Indicadas......................................................................... 10 Como plantar.................................................................................. 13 Como cuidar................................................................................... 15 Poda............................................................................................... 16 Por que podar?.............................................................................. 16 Tipos de poda................................................................................ 17 Técnicas de poda.......................................................................... 17 Ferramentas adequadas para o serviço de poda.......................... 19 Ferramentas não recomendadas para a poda............................... 20
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    20-Nov-2018
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    ARBORIZAO DE CALADAS

    AJUDE A TORNAR NOSSA CIDADE MAIS BELA E AGRADVEL

    NDICE

    Introduo....................................................................................... .2

    Benefcios....................................................................................... 3

    Planejamento da arborizao urbana............................................. 3

    Curiosidades................................................................................... 4

    Educao ambiental........................................................................ 4

    Critrios de plantio.......................................................................... 5

    Recomendaes para a arborizao nas caladas......................... 6

    reas Verdes................................................................................. 10

    Espcies Indicadas......................................................................... 10

    Como plantar.................................................................................. 13

    Como cuidar................................................................................... 15

    Poda............................................................................................... 16

    Por que podar?.............................................................................. 16

    Tipos de poda................................................................................ 17

    Tcnicas de poda.......................................................................... 17

    Ferramentas adequadas para o servio de poda.......................... 19

    Ferramentas no recomendadas para a poda............................... 20

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    Ferramentas no recomendadas para a poda............................... 20

    Equipamento de Proteo Individual EPI................................... 21

    O que considerado dano rvore................................................. 22

    rvores doentes............................................................................. 22

    Corte de rvores urbanas.............................................................. 22

    Situaes em que necessria a autorizao do poder

    pblico........................................................................................... 23

    Situaes em que no necessria a autorizao do poder

    pblico.......................................................................................... 23

    O que fazer com os resduos do manejo da arborizao

    urbana.......................................................................................... 24

    Infraes...................................................................................... 24

    Onde conseguir mudas................................................................ 24

    Orientaes tcnicas.................................................................... 24

    Referncias Bibliogrficas............................................................ 25

    INTRODUO

    A arborizao, alm de tornar a cidade mais bonita, promove uma melhoria significativa na qualidade de vida da populao

    . As rvores fornecem sombra, amenizam o calor e servem de

    abrigo e alimento a vrias espcies de pssaros e outros pequenos animais.

    A vegetao tambm diminui a propagao do rudo, retm poeira e microorganismos patognicos, evitando a disperso de doenas e auxiliando na manuteno da limpeza da cidade.

    Devido a sua complexidade, a paisagem urbana vem sofrendo diversas alteraes, tornando-se fundamental um planejamento adequado, que resulte em conservao paisagstica, convivncia harmoniosa dos habitantes com os componentes urbanos e melhoria da qualidade de vida.

    O sucesso da implementao de um programa de arborizao diretamente proporcional ao comprometimento e participao da populao local.

    Voc deve ser a mudana que voc quer ver no mundo

    Mahatma Gandh

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    BENEFCIOS

    funo paisagstica

    proteo contra os ventos

    diminuio da poluio sonora

    absoro de parte dos raios solares

    sombreamento

    ambientao aos pssaros

    melhoramento do solo por meio das razes e folhas

    diminuio da fora da gua da chuva que cai no solo

    absoro da poluio atmosfrica, neutralizando os efeitos na populao.

    conforto para as moradias criam lugares agradveis para encontros, descanso e

    brincadeiras...

    Enfim, as rvores melhoram a qualidade de nossas vidas. Porm, para serem saudveis, as rvores da cidade tm que conviver bem com caladas, pedestres, asfalto, tubulaes, alicerces, paredes, nibus, caminhes, sinalizaes de trnsito, fios eltricos e telefnicos, por isso seu plantio deve ser planejado.

    PLANEJAMENTO DA ARBORIZAO URBANA

    Anlise da vegetao Utilizar espcies recomendadas para arborizao urbana e

    que apresentam crescimento e vigor satisfatrios. Anlise do local

    necessrio compatibilizar a arborizao com fiao eltrica ou telefnica, entrada de garagem, postes de iluminao e de sinalizao de trnsito. Envolvimento da comunidade

    Para a proteo e preservao das rvores, necessrio que a comunidade tenha conscincia na implantao e manuteno. Crimes contra a arborizao

    Quem destri ou danifica, lesa ou maltrata, por qualquer modo ou meio, plantas de ornamentao de logradouros pblicos ou em propriedades privadas alheias, comete crime ambiental penalizado nos termos do art.49, da Lei 9.605/98.

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    CURIOSIDADES

    Uma rvore de grande porte, isolada, se estiver em boas condies pode transpirar at 400 litros de gua em um dia, enriquecendo a umidade do ar.

    Pesquisas apontam que a diferena de temperatura entre

    uma rua arborizada e uma sem rvores no mesmo bairro e na mesma altitude pode chegar a 2,5 graus centgrados.

    Estima-se que um pequeno macio de rvores de copas frondosas pode gerar um ambiente sombreado com at 30 C a menos de temperatura em relao ao redor.

    A vegetao gera menos aquecimento do ar e de objetos prximos porque reflete apenas 10 a 20% da radiao, enquanto que as superfcies artificiais podem refletir at 50% da radiao incidente.

    A presena de 3 rvores frondosas pode reduzir o consumo de energia para o ar condicionado em at 50%, devido ao sombreamento de um edifcio e diminuio da temperatura em seu interior.

    Macios de rvores so at 40% mais eficientes do que campos gramados para funcionar como zonas de amortecimento, ou seja, barreiras contra a disperso de poluentes.

    Cientistas sociais e eclogos comprovaram que as famlias passam mais tempo de folga juntas e tm mais relaes sociais com seus vizinhos quando moram prximas a reas verdes

    EDUCAO AMBIENTAL

    A Educao Ambiental desenvolve a relao entre meio ambiente e a cidadania, fortalecendo a conscincia de que o ambiente um patrimnio pblico comum e sua defesa um direito de todos os cidados.

    A Educao Ambiental tem um papel fundamental na mudana de paradigmas, encorajando posturas de comprometimento, trabalhando tambm com valores indispensveis para despertar no ser humano a necessidade de buscar novos caminhos de realizao, atravs da:

    Divulgao de conhecimentos e informaes sobre a importncia da arborizao urbana, da preservao e manuteno do patrimnio pblico, assim como da recuperao ambiental.

    Sensibilizao de empresrios, funcionrios pblicos e

    grupos comunitrios para estabelecimento de parcerias.

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    CRITRIOS DE PLANTIO As espcies preferencialmente devem:

    No h uma espcie ideal de rvore e o importante a maior variedade possvel de espcies na arborizao da cidade, para atrair uma diversidade maior de animais, o que permite um reequilbrio na cadeia alimentar do ambiente urbano. O maior nmero de espcies de rvores embeleza a cidade pela variedade de formas e cores. Na arborizao urbana classificamos as rvores em pequeno, mdio e grande porte, com a funo de orientar o plantio nas caladas para evitar conflitos com redes de fiao, edificaes e com fluxo de pedestres e veculos.

    PEQUENO PORTE

    Espcies que em fase adulta atingem, no mximo, 6 metros de altura e que possuem um dimetro de copa de 5 metros, em mdia.

    MDIO PORTE

    Espcies que na fase adulta atingem, no mximo, 12 metros de altura e cujo dimetro da copa , em mdia, de 7 metros.

    GRANDE PORTE

    Espcies com altura a 12 metros e com dimetro de copa superior a 10 metros.

    As espcies preferencialmente devem:

    Dar frutos pequenos;

    Ter flores pequenas;

    Ter folhas coriceas ou pouco suculentas;

    No apresentar princpios txicos perigosos;

    Apresentar rusticidade;

    Ter sistema radicular que no prejudique o calamento;

    No ter espinhos.

    Evitar espcies que: Tornem necessria a poda freqente;

    Tenham cerne frgil ou caule e ramos quebradios;

    Sejam suscetveis ao ataque de cupins e brocas;

    Sejam suscetveis ao ataque de agentes patognicos.

  • RECOMENDAES PARA A ARBORIZAO NAS CALADAS

    As caladas so espaos que acompanham as ruas e avenidas da cidade e que devem ser arborizadas de acordo com o espao areo e subterrneo disponvel.

    As principais questes que interferem na escolha das espcies a plantar em caladas so:

    A largura das caladas;

    Presena ou ausncia de fiao area;

    Tipo de fiao area (convencional, isolada ou protegida);

    Recuo frontal das edificaes.

    Algumas das principais questes que interferem na localizao e distanciamento entre mudas so:

    Localizao da rede de gua e esgoto;

    Rebaixamento de guia;

    Postes;

    Sinalizao de trnsito; Distanciamento das esquinas.

    Arborizao para caladas com largura em torno de 2m.

    rvores de pequeno porte: quando houver fiao

    convencional

    rvores de mdio porte: quando houver recuo predial de

    no mnimo 3m e fiao ausente, protegida ou isolada.

    Para caladas com largura de no mnimo 2,50m at 3,40m:

    rvores de pequeno porte: quando houver fiao convencional ou no houver recuo predial.

    rvores de mdio porte: quando houver recuo predial

    inferior a 3m e fiao ausente, protegida ou isolada;

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  • uperior a 3m e fiao ausente, protegida ou iso

    rvores de grande porte: quando houver recuo predial s lada.

    Para caladas com largura a partir de 3,5m:

    rvores de pequeno porte: apenas se todas as fiaes de

    energia forem convencionais;

    rvores de mdio porte: apenas se houver recuo predial,

    mesmo com fiao ausente protegida ou isolada;

    rvores de grande porte: quando houver recuo predial de

    no mnimo 3m e fiao ausente, protegida ou isolada.

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    Para conciliar a presena de rvores saudveis com a passagem segura de pedestres, bem como, com a conservao dos equipamentos urbanos, as caladas no devem ter menos que 2 metros de largura, de forma que difcil promover a arborizao nas caladas mais antigas e estreitas da cidade.

    Para segurana e conforto do pedestre, deve ser mantida, conforme lei, uma faixa livre para passeio de 1,20m, no mnimo, independente da largura da calada.

    Tambm recomendado manter a base da copa da rvore adulta com altura mnima de 2m.

    DISTNCIAS MNIMAS ENTRE AS RVORES E OS EQUIPAMENTOS URBANOS EXISTENTES NAS CALADAS

    Como regra geral pode ser adotada as seguintes dimenses

    mnimas: Espaamento entre mudas/rvores 5,00 6,00m

    Distncia de esquinas 15,00m

    Distncia de postes de fiao 4,00m

    Distncia de postes de iluminao 6,00m

    Distncia de postes de sinalizao de trnsito 4,00m

    Distncia de entrada de garagem 1,50m

    Distncia da muda sarjeta 0,50m

    Quando a testada do lote tiver a guia toda rebaixada, plantar uma

    rvore a cada 7 metros, aproximadamente.

    Quando houver sobreposio de distncias recomendadas,

    considerar a maior.

    VOCABULRIO TCNICO

    Dimetro de copa: o comprimento entre dois pontos extremos da copa de uma rvore. O comprimento dessa linha o dimetro de copa. Gema apical: protuberncia no caule ou nos ramos de uma planta, que d origem a folhas, flores e a outros ramos. Pode ser lateral ou apical. Neste caso se refere ponta do caule em formao. O mesmo que brotao ou broto

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    Distncias recomendadas das rvores em relao ao meio-fio, boca-de- lobo e a guias rebaixadas.

    possvel e recomendado a presena de rvores em caladas com guias

    rebaixadas

    Distncias recomendadas das rvores em relao s esquinas, s sinalizaes de trnsito e aos postes de iluminao

    VOCABULRIO TCNICO

    Fiao area convencional ou cabo nu: fios da rede eltrica, telefonia e/ou tv a cabo sustentados por postes. Fiao area isolada/multiplexada e protegida/compacta: os fios de transmisso eltrica podem ser isolados totalmente por cobertura emborrachada especial ou podem ser compactados com distanciadores ocupando menos espao areo e com maior proteo do que a fiao convencional. Esse tipo de fiao no entra em curto circuito quando em contato com galhos de rvores. Recuo frontal: distncia entre a edificao e o limite do terreno com a calada.

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    REAS VERDES PBLICAS (AVP) E REAS DE PREVERVAO PERMANENTE (APP)

    INDICAES DE ESPCIES Algumas espcies consideradas indicadas para plantio em caladas sob fiao area:

    reas Verdes Pblicas (AVP) Praas e parques so os

    lugares mais adequados para rvores de grande porte. So importantes para diminuir os riscos de enchentes nas cidades. Seus grandes espaos com solo vegetado permitem a infiltrao e o amortecimento da fora das guas de chuva que escoam pela superfcie do solo.

    reas de Preservao Permanente (APP) Esto associados

    aos percursos de crregos e rios, lagos, nascentes, aos topos de morro, encostas ngremes, restingas e outras reas frgeis. Devem ser conservadas em seu estado natural para a proteo dos cursos dgua e na estabilidade do solo, evitando desmoronamentos.

    .

    FOTO MATA DO IP

    PEQUENO PORTE Espirradeira Marinheiro

    Nome Cientfico: Nerium oleander Nome Cientfico: Trichilia cathartica Altura Mdia da rvore: 4 - 6 m Altura Mdia da rvore:4 - 6 m Florao: poca - Out a Abr Florao: poca - Mai a Jul

    Cor - Rosa, Vermelha e Branca Cor - Branca Dimetro Mdio da Copa: 3 m Dimetro Mdio da Copa: 4 m Obs: Planta Extica e possui toxicidade. Obs: Planta Nativa.

    Calistemo Murta

    Nome Cientfico: Callistemon atrinus Nome Cientfico: Callistemon atrinus Altura Mdia da rvore:3 - 5 m Altura Mdia da rvore:3 - 5 m Florao:poca - Set a Nov Florao:poca - Out a Jan

    Cor - Vermelha Cor -Branca Dimetro Mdio da Copa: 2 m Dimetro Mdio da Copa: 4 m

    Obs: Planta Extica.

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    Ip Mirim Resed

    Grevilha An Astrapia

    =

    Nome Cientfico: Stenolobium stans

    Nome Cientfico: Lagerstroemia indica Nome Cientfico: Grevilea banksii Altura Mdia da rvore: 3 - 5 m

    Nome Cientfico: Dombeya wallichii Altura Mdia da rvore: 4 - 6 m

    Altura Mdia da rvore:5 - 7 m Florao:poca - Jan a Mai

    Cor - Amarela Dimetro Mdio da Copa: 4 m Obs: Planta Nativa.

    Altura Mdia da rvore:4 - 6 m Florao: poca - Out a Abr

    Cor Branca, Rosa e Lils Dimetro Mdio da Copa: 3 m Obs: Planta Extica.

    Florao: poca - Set a Abr

    Cor - Vermelha Dimetro Mdio da Copa: 3 m Obs: Planta Extica.

    Florao: poca - Jul a Set

    Cor - Rosa e Branca Dimetro Mdio da Copa: 4 m Obs: Planta Extica.

    Flamboyant Mirim Jasmin Manga Hibisco Candelabro

    Nome Cientfico: Caesalpinia pulcherrima Nome Cientfico: Plumeria rubra Nome Cientfico:Hibiscus rosa-sinensis Nome Cientfico: Erytrina speciosa Altura Mdia da rvore: 3 - 5 m Altura Mdia da rvore: 6 - 7 m Altura Mdia da rvore: 3 - 5 m Altura Mdia da rvore: 4 - 6 m Florao: poca - Set a Mai Florao: poca - Out a Abr Florao: poca - Jan a Dez Florao: poca - Jun a Set Cor - Rosa, Vermelha, Amarela e Branca Cor - Rosa, Vermelha e Branca Cor - Rosa, Vermelha, Amarela e Branca Cor - Vermelha Dimetro Mdio da Copa: 3 m Dimetro Mdio da Copa: 3 m Dimetro Mdio da Copa: 3 m Dimetro Mdio da Copa: 5 m Obs: Planta Nativa. Obs: Planta Extica. Obs: Planta Extica. Obs: Planta Nativa.

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    Algumas espcies consideradas indicadas para plantio em caladas sem fiao:

    MDIO PORTE Cssia Chuva de Ouro Escumilha Africana

    Nome Cientfico: Cassia ferruginea Nome Cientfico: Lagerstroemia speciosa Altura Mdia da rvore: 7 - 9 m Altura Mdia da rvore: 7 - 9 m Florao: poca - Dez a Mar Florao: poca - Out a Mar

    Cor - Amarela Cor Rosa e Lils Dimetro Mdio da Copa: 6 m Dimetro Mdio da Copa: 6 m Obs: Planta Extica. Obs: Planta Extica.

    Quaresmeira Canafstula

    Nome Cientfico: Tibouchina granulosa Nome Cientfico: Cassia fistula Altura Mdia da rvore: 6 - 8 m Altura Mdia da rvore: 7 - 9 m Florao: poca - Dez a Jul Florao: poca - Dez a Abr

    Cor Roxa e Rosa Cor - Amarela Dimetro Mdio da Copa: 5 m Dimetro Mdio da Copa: 4 m Obs: Planta Nativa. Obs: Planta Nativa

    Choro Ip Cascudo

    Nome Cientfico: Schinus molle Nome Cientfico: Tabebuia chrysotrichia Altura Mdia da rvore: 5 - 8 m Altura Mdia da rvore: 6 - 8 m Florao: poca - Ago a Nov Florao: poca - Ago a Set

    Cor - Branca Cor - Amarela Dimetro Mdio da Copa: 4 m Dimetro Mdio da Copa: 6 m Obs: Planta Nativa. Obs: Planta Nativa. Fedegoso Aleluia

    Nome Cientfico: Senna macranthera Nome Cientfico: Senna multijuga Altura Mdia da rvore: 6 - 8 m Altura Mdia da rvore: 6 -10 m Florao: poca - Dez a Abr Florao: poca - Dez a Mar

    Cor - Amarela Cor - Amarela Dimetro Mdio da Copa: 5 m Dimetro Mdio da Copa: 5 m Obs: Planta Nativa. Obs: Planta Nativa.

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    Nome Cientfico: Licania tomentosa Nome Cientfico: Callicarpa reeverti

    Altura Mdia da rvore: 8 -15m Altura Mdia da rvore: 6 - 8 m Florao: poca - Jun a Ago Florao: poca - Fez a Abr Cor - Amarela Cor - Roxa Dimetro Mdio da Copa: 6 m Dimetro Mdio da Copa: 5 m Obs: Planta Extica. Obs: Planta Extica. Preparo da muda

    Rasgue o saquinho onde est a muda (caso contrrio, a raiz

    no se desenvolver), retirando a muda com o torro de

    Unha de Vaca Canela

    Local

    COMO PLANTAR

    Nome Cientfico: Bauhinia blakeana Nome Cientfico: Ocotea pretiosa Altura Mdia da rvore: 6 - 8 m Altura Mdia da rvore: 7 - 9 m Florao: poca - Mai a Jul Florao: poca - Ago a Set

    Cor Roxa e Branca Cor - Amarela Dimetro Mdio da Copa: 5 m Dimetro Mdio da Copa: 7 m Obs: Planta Extica. Obs: Planta Nativa.

    Oiti Calicarpa

    Escolha a espcie e o local de plantio, de acordo com as orientaes das pginas anteriores.

    O canteiro ou rea livre de impermeabilizao ao redor da muda importante para que as razes da rvore respirem e retirem gua e nutrientes do solo. A dimenso recomendada dessas reas , no mnimo:

    1 m para rvores pequenas e mdias;

    2 m para rvores grandes. Cova

    Faa-a com 60 centmetros de dimetro e igual profundidade devendo conter, com folga, o torro.

    A cova deve ser aberta de modo que a muda fique centralizada, prevendo a manuteno da faixa de passagem de 1,20 m.

    Todo entulho decorrente da quebra de passeio para a abertura de cova deve ser recolhido.

    O permetro da cova deve receber acabamento aps o trmino do plantio. Lado do canteiro de plantio 0,60m

    Largura da faixa de grama 0,50m

    Lado da cova 0,30m

    Profundidade da cova 0,3m

    terra, sem quebrar o torro.

  • 14

    COMO CUIDAR

    Preparo da cova A cova deve ser aberta de modo que a muda fique

    centralizada, prevendo a manuteno da faixa de passagem de 1,20 m.

    O solo de preenchimento da cova deve estar livre de entulho e lixo.

    O solo inadequado, ou seja, compactado, subsolo, ou com excesso de entulho, deve ser substitudo por outro, com constituio, porosidade, estrutura e permeabilidade adequadas ao bom desenvolvimento da muda plantada.

    O solo ao redor da muda deve ser preparado de forma a criar condies para a captao de gua.

    Coloque metade da mistura de terra e composto de volta na cova.

    Plantio

    A muda deve ser retirada da embalagem com cuidado e apenas no momento do plantio.

    A muda deve ser amparada por tutor, quando necessrio.

    O colo da muda deve ficar no nvel da superfcie do solo. Introduza a muda com o torro na cova e preencher o resto

    do buraco com a mesma mistura. A muda deve ser fixada ao tutor por amarrio de sisal ou

    similar, em forma de oito deitado, permitindo, porm, certa mobilidade.

    A muda deve ser irrigada at sua completa consolidao.

    Acabamento

    Para finalizar, pressione um pouco o cho do local plantado para deixar a muda firme.

    Vocabulrio Tcnico Torro: poro de terra que contm as razes que so formadas no viveiro em lata ou num saco plstico. No momento do plantio o que enterrado exatamente o torro. Colo: parte intermediria entre o tronco e as razes da rvore, que fica em contato com a superfcie do solo.

  • 15

    Tutor

    COMO CUIDAR

    O tutor uma estaca de bambu ou madeira utilizada para

    Protetor O protetor, cuja utilizao preconizada em reas urbanas

    para evitar danos mecnicos - principalmente ao tronco da rvore at sua completa consolidao.

    Deve atender s seguintes especificaes:

    conduzir a muda evitando que o vento quebre-a durante o seu crescimento.

    O tutor no deve prejudicar o torro onde esto as razes,

    devendo para tanto ser fincado no fundo da cova ao lado do torro.

    A muda deve ser fixada ao tutor por amarrio de sisal ou similar, em forma de oito deitado, permitindo, porm, certa mobilidade.

    Esse tutor deve apresentar altura total maior ou igual a

    2,30m ficando, no mnimo, 0,60m enterrado.

    Deve ter largura e espessura de 0,04m x 0,04m 0,01m, podendo a seco ser retangular ou circular, com a extremidade inferior pontiaguda para melhor fixao ao solo.

    Altura mnima, acima do

    nvel do solo, de 1,60 m; rea interna deve permitir

    inscrever um crculo com dimetro maior ou igual a 0,38 m;

    As laterais devem permitir os tratos culturais;

    O protetor deve permanecer, no mnimo, por 02 (dois) anos, sendo conservado em perfeitas condies;

    Irrigao: A rega necessria principalmente no desenvolvimento

    inicial da muda: No vero, jogue gua a cada dois dias, caso no esteja

    chovendo.

    Na estao seca, jogue gua todos os dias.

    Procure aguar pela manh ou no final da tarde.

    Evite o excesso de gua, pois pode ser prejudicial.

    O controle de pragas e doenas deve ser efetuado se necessrio.

  • 16

    Sugesto para o canteiro ou rea de impermeabilizao:

    Faa o canteiro no mesmo nvel da calada para que as guas das chuvas que escorrem pela calada possam infiltrar no solo, suprimindo as necessidades da rvore na poca das chuvas.

    A confeco da mureta inviabiliza a infiltrao das guas das chuvas para o reabastecimento do lenol fretico.

    VOCABULRIO TCNICO

    Mesofauna: invertebrados habitantes do solo, de tamanho intermedirio entre a microfauna e a macrofauna. So responsveis por fazer a decomposio inicial da matria orgnica (folhas, galhos, fezes de animais, etc) existente no solo. Exemplos: minhocas,pequenos besouros, formigas, vermes de vida livre, etc. Microorganismos: organismos microscpicos como bactrias, fungos e protozorios que no solo exercem a funo de decomposio final da matria orgnica, tornando disponvel os nutrientes qumicos (nitrognio, fsforo, potssio, magnsio, clcio, sdio, etc) para as razes das plantas. Coroamento: capina ao redor da muda com pequeno rebaixamento do nvel do solo para acmulo de gua.

    PODA

    A poda consiste na eliminao de ramos ou partes de

    ramos de uma planta, com o objetivo de proporcionar uma estrutura adequada planta e equilibrar sua frutificao e seu crescimento vegetativo.

    POR QUE PODAR

    A poda recomendada para reduzir os conflitos da rvore

    com a rede eltrica ou telefnica.

    Diminuir a brotao de ramos epicrmicos, e conseqentemente a intensidade de podas posteriores.

    Ramos epicrmicos

  • 17

    Quantidade permitida da poda

    Em qualquer tipo de poda, no podero ser removidos mais que 30% (trinta por cento) do volume total da copa, sendo o descumprimento considerado infrao leve a mdia.

    A adoo de poda drstica, pela remoo de mais de 70%

    da copa, constitui infrao mdia a grave.

    TIPOS DE PODA

    Poda de formao

    Visa basicamente conferir rvore uma forma adequada durante o seu desenvolvimento, compatibilizando sua presena com os equipamentos urbanos.

    A futura rvore dever ter os galhos situados sempre acima de 2,0 m. Assim, evitaremos que seus galhos atrapalhem a passagem de veculos e de pedestres e, alm disso, posteriormente sero desnecessrias podas drsticas para corrigir a sua forma.

    Poda de limpeza e manuteno Visa eliminar ramos mortos, danificados, doentes ou praguejados.

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    Poda de adequao

    Antes Depois

    Antes Depois

    Visa remover partes da rvore que interferem ou causam danos incontornveis s edificaes ou aos equipamentos urbanos.

    Poda de emergncia

    Visa remover partes da rvore que colocam em risco a segurana das

    pessoas.

    Poda de raiz Poda de conteno

    Deve ser evitada, quando preciso Visa reduo da altura da copa deve ser acompanhada por para mant-la abaixo da fiao profissional habilitado eltrica

  • 19

    Poda drstica

    A poda drstica ocorre quando h o corte total da copa, restando apenas o tronco da rvore; quando h o corte de grandes galhos deixando a rvore em desequilbrio; e ainda, quando h a retirada de mais de 70% da copa.

    Esse tipo de poda no recomendado e s ser efetuado em condies de emergncia. A poda drstica crime ambiental, constitui infrao mdia a grave.

    VOCABULRIO TCNICO

    Caducidade das folhas: diz-se da planta ou vegetao que perde as folhas em determinada poca do ano, geralmente na estao seca ou inverno.

    TCNICAS DE PODA

    VOCABULRIO TCNICO

    Crista: parte superior da insero de um galho no tronco, com papel importante na cicatrizao da base do galho podado. Colar: parte inferior da insero de um galho, que tambm exerce funo importante na cicatrizao da base do galho podado. Pode apresentar Salincia, indicando preparo da rvore para perda do galho.

  • 20

    FERRAMENTAS ADEQUADAS PARA O SERVIO DE PODA

    Para que a poda seja bem feita, importante utilizar ferramentas adequadas e profissionais qualificados.

    As ferramentas mais utilizadas nos servios de poda so:

    FERRAMENTAS NO RECOMENDADAS PARA A PODA

    Jamais devero ser usados faces, foices, machados, pois alm dos cortes com essas ferramentas serem imprecisos, existe um risco maior de acidente envolvendo o podador, constituindo infrao leve.

    Serras manuais a) Serra lmina rgida b) Serra de arco

    Tesouras de poda

    Tesouras de poda de cabo longo e podo Motosserra

  • 21

    EQUIPAMENTO DE PROTEO INDIVIDUAL EPI

    Equipamentos de proteo individual (EPI) devem ser usados por todos os operadores que estiverem trabalhando na manuteno da rvore para evitar acidentes. Os equipamentos mnimos so:

    Capacete de segurana com fixao no queixo;

    Roupas apropriadas;

    culos de proteo;

    Luvas de couro;

    Sapatos de solado reforado e rgido;

    Cinto de segurana com ala de comprimento varivel, para subir em rvores;

    Coletes refletores, principalmente em local onde houver trnsito de veculos;

    Quando houver motosserra, necessrio protetor auricular.

    Equipamentos acessrios Escada: necessria para o acesso copa da rvore. Devem ser:

    De madeira ou alumnio

    De dois corpos

    Altura de 6 a 9 metros

    Antiderrapantes

    Base larga

    Apoio nico na rvore

    Flexvel

    Antideslizante

    Cordas: indispensvel em qualquer operao na copa das rvores.

    Auxilia no transporte de ferramentas

    Atua na segurana do operador.

    Usada no direcionamento do galho cortado.

    Para isolamento da rea de trabalho: devem ser usados Cones de sinalizao

    Cavaletes

    Fitas plsticas zebradas ou coloridas

    Placas de sinalizao

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    O QUE CONSIDERADO DANO RVORE

    Cortar ou usar inadequadamente a vegetao de porte

    arbreo que, por qualquer modo ou meio, comprometa seu ciclo biolgico natural;

    Pintar, pichar, fixar pregos, faixas, fios eltricos, cartazes,

    anncios, lixeiras ou similares, na vegetao de porte arbreo, para qualquer fim;

    Desviar ou lanar guas de lavagem com substncias

    nocivas que comprometam a sanidade das rvores;

    Prejudicar seu pleno desenvolvimento atravs da aplicao

    intencional de produtos fitotxicos.

    Suprimir ou danificar mudas plantadas em logradouros pblicos considerado infrao leve.

    RVORES DOENTES

    O controle da sade das rvores deve ser feito regularmente. Os problemas mais freqentes so formigas, cochonilhas, pulges, lagartas, fungos e cupins.

    Caso voc detecte algum problema nas rvores prximas da sua casa, procure orientao de tcnicos habilitados que indicaro o procedimento adequado para cada caso.

    CORTE DE RVORES URBANAS

    Ser permitido o corte de rvores em logradouros pblicos com a prvia autorizao expedida pela Secretaria do Meio Ambiente e devidamente referendada pelo Conselho Municipal do Meio Ambiente, somente quando:

    o estado fitossanitrio da rvore justificar;

    a rvore, ou parte dela, apresentar risco de queda;

    a rvore constituir risco segurana das edificaes, sem

    que haja outra soluo para o problema;

    a rvore estiver causando danos comprovados ao patrimnio

    pblico ou privado, no havendo alternativa para soluo;

    o plantio irregular ou a propagao espontnea de espcies impossibilitarem o desenvolvimento adequado de rvores vizinhas;

    se tratar de espcie invasora, txica e/ou com princpio

    alergnico, com propagao prejudicial comprovada;

    da implantao de empreendimentos pblicos ou privados, no havendo soluo tcnica comprovada que evite a necessidade da supresso ou corte, implicando no transplante ou reposio;

    a rvore constituir obstculo fisicamente incontornvel ao

    acesso de veculos e pessoas.

  • 23

    A poda e/ou corte podero ser executadas por terceiros, pessoa fsica ou jurdica, desde que credenciados pela Secretaria do Meio Ambiente.

    As reposies indicadas so de cumprimento obrigatrio,

    constituindo-se infrao leve a sua no observncia.

    As despesas decorrentes da reposio de espcimes suprimidos irregularmente, inclusive decorrentes de acidentes de trnsito, correro por conta do responsvel pela infrao ou fato, sem prejuzo das demais sanes legais cabveis.

    VOCABULRIO TCNICO Fitossanitrio: diz respeito s condies de sade das plantas. Controle biolgico: controle pela presena e ao natural de outros seres vivos, no fazendo uso de produtos qumicos estranhos quele ambiente. Controle mecnico: retirada da praga fazendo uso das mos ou de ferramentras.

    SITUAES EM QUE NECESSRIA A AUTORIZAO DO PODER PBLICO

    Extraes de rvores na rea urbana necessitam de

    autorizao da Prefeitura Municipal SEMAM nos seguintes casos:

    quando localizadas em logradouros pblicos, inclusive

    caladas; quando isoladas em terrenos ou glebas particulares, na zona

    urbana.

    O servio de extrao de rvores em logradouros pblicos de responsabilidade da Prefeitura Municipal. J em rea particular, o servio de extrao de responsabilidade do proprietrio, com prvia vistoria tcnica.

    SITUAES EM QUE DISPENSVEL A AUTORIZAO DO PODER PBLICO:

    Em situaes emergenciais que envolvam segurana

    pblica, onde so necessrias poda ou supresso, dispensa- se a autorizao referida no artigo anterior ao corpo de bombeiros e s concessionrias de servios pblicos credenciadas, devendo estes comunicar a interveno devidamente justificada, posteriormente, Secretaria do Meio Ambiente.

    Para a extrao de espcimes de palmeiras nativas e exticas para fins de consumo alimentar de palmito desde que caracterizado seu plantio para esse fim.

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    O QUE FAZER COM OS RESDUOS DO MANEJO DA ARBORIZAO URBANA

    As sobras das podas e das remoes de rvore do meio

    urbano podem receber uma destinao ecolgica, no sentido de serem transformadas em matria-prima para produo de adubo orgnico.

    INFRAES

    Causar danos, derrubar, suprimir sem autorizao, ou causar

    morte s rvores constitui infrao nos seguintes termos:

    at 04 (quatro) rvores: infrao leve;

    de 05 a 10 (cinco a dez) rvores: infrao mdia;

    acima de 10 (dez) rvores: infrao grave a gravssima.

    A multa ter seu valor triplicado com relao ao estabelecido no 3 do Cdigo Municipal de Meio Ambiente, para cada um dos seguintes itens:

    se o corte ou derrubada atingir rvore declarada imune de corte;

    se atingir vegetao protegida por legislao especfica;

    se atingir vegetao pertencente a Unidades de Conservao urbanas.

    ONDE CONSEGUIR MUDAS

    Viveiros Municipal e floriculturas especializados

    CREDENCIAMENTO NA SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE I Para pessoa fsica: a) apresentao de documento, devidamente reconhecido, que ateste habilidades e competncias para desempenho da atividade; b) apresentao de termo de responsabilidade referente ao gerenciamento dos resduos; II Para pessoa jurdica: a) documento que ateste responsabilidade legal para atividades desenvolvidas pela pessoa jurdica; b) documento, devidamente reconhecido, que ateste habilidades e competncias dos executores das atividades; c) apresentao do PPRA Programa de Preveno de Riscos Ambientais. III Outros documentos podero ser solicitados a critrio da Secretaria do Meio Ambiente.

    A execuo de poda por pessoas no credenciadas ou a no observncia de princpios tcnicos para essa execuo, constituem infrao leve a grave.

    ORIENTAES TCNICAS Diretoria Municipal do Meio Ambiente Rua Belo Horizonte N 1380 - Centro Fone: 3841- 3496

    E-mail: [email protected]

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    REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS COMPANHIA ENERGTICA DE MINAS GERAIS Manual de arborizao. Belo Horizonte: 2001. 40 p. Ilust.

    LORENZI, H. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbceas e trepadeiras. 2. ed. rev. ampl. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 1999. 1088 p.

    PREFEITURA DO MUNICPIO DE SO PAULO Manual Tcnico de Arborizao Urbana. Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente.

    SEITZ, R.A. A poda de rvores urbanas. Fupef-UFPR. Srie Tcnica no. 19, Curitiba-PR, 41p. 2003.

    Vamos arborizar Ribeiro Preto / Perci Guzzo, Regina Maria Alves Carneiro. Secretaria Municipal do Meio Ambiente, 2008

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