Aula 5. 1. O princípio de Ordem Interna 2. Princípios Arquivísticos: 1.Proveniência e Ordem...

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  • 1. O princpio de Ordem Interna 2. Princpios Arquivsticos: 1.Provenincia e Ordem Interna 3. Aplicao dos Princpios Arquivsticos
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  • O princpio de Provenincia no explicava como organizar os documentos internamente dentro dos fundos. A organizao do acervo se fez por ordem de matrias, procurando observar a existncia ou no de inventrios ou de registos que reconhecessem os conjuntos dos seus arquivos. A ausncia destes instrumentos permitiu ento a classificao dos fundos por temas formando sries que podiam sofrer subdivises em colees para tornar a pesquisa mais rpida e fcil.
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  • O grande divulgador de um mtodo para a classificao interna dos acervos foi o Manual dos Arquivistas Holandeses (1898) O sistema de organizao dos documentos deve basear-se na organizao primitiva do fundo de ar- quivo que corresponde a organizao da administra- o donde proveniente O Manual foi o incio de um novo perodo para a Arquivstica. Inicia a fase tcnica e custodial da Arquivstica. Fase Sincrtica e Custodial. At 1898 Revoluo Francesa Noo de Fundo Positivismo Estado-Nao Fase Tcnica e Custodial. 1898 1980 Reformulao da noo de fundo Evoluo Tecnolgica Gesto de Documentos
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  • O princpio e provenincia no resultado de um nico momento nem de um nico lugar. Adolf Brenneke situa a origem deste princpio na obra de Ernest Spiess publicada em 1777, Von Archiven. Reconhece o autor que o melhor plano aquele que o documento sugere. Outro enunciado vem da Academia de Cincia de Berlim em 1819 que desaconselha o gover- no prussiano a fragmentar os diversos arqui- vos.
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  • Bautier diz que foi na Frana a primeira estruturao do princpio no ano de 1328, quando uniu o reino de Navarra e o rei considerou conveniente separar a documentao de cada reino. Porm, foi Natalys de Wally com a famosa instruo do Ministrio de Interior que em 1848 sanciona o referido princpio depois da grande reunio dos documentos no arquivo central (Archives National de France). Durante o sc. XX espalha-se e passa a ser aceito de maneira geral como teorias arquivsticas.
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  • DUCHEIN, M. tudes dArchivistique: 1952, 1992, Association des Archivites Franais. Paris. 1992. O Respeito de Fundos em Arquivo: princpios tericos e problemas prticos. () mais fcil enunci-lo do que defini-lo e denfini-lo do que aplic-lo. 5 grandes problemas: 1. Definio de fundo em relao a hierarquia dos organismos produtores de arquivo; 2. As variaes de competncias dos organis- mos produtores;
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  • 3. Definio da noo de Fundos encerrados e fundos abertos; 4. Classificao dos Fundos abertos 5. O respeito interno dos Fundos
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  • Todo Ministrio, todo grande corpo administrativo ou judicial est dividido em grandes setores de ativida- des, eles mesmos subdivididos em setores secund- rios que tm cada um deles as suas prprias compe- tncias as quais correspondem conjuntos de docu- mentos mais ou menos individualizados. Por exemplo, um Ministrio est dividido em direes e as direes em gabinetes. Podemos, neste caso, falar de Fundo de arquivo do Ministrio ou dos Fundos das Direes ou dos Fundos dos gabinetes? As administraes centrais ou federais, na maioria dos pases, possuem rgos locais fora da capital do pas. Devemos considerar que cada um desses rgos locais cria um Fundo de arquivo prprio ou que o Fundo nico para o conjunto de documentos criados por todos os rgos locais de uma mesma administrao?
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  • Formam os estabelecimentos ou organismos dependentes de uma administrao superior Fundos prprios ou os seus arquivos fazem parte do Fundo da administrao superior? Por exemplo os arquivos de um instituto de pesquisa dependente de uma universidade so simples parte dos Fundos dessa univer- sidade ou devem ser considerados como dis- tintos?
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  • Como Definir o Fundo: Caso de Supresso de competncias: Todo organismo produtor de arquivos pode, ao longo da sua existncia, ver ser suprimida um das suas atribuies por j no corresponder a uma necessidade. Caso de criao de competncias: Ao inverso, atribuies novas podem ser dadas a um organismo Caso de Transferncia de competncias: Acontece frequentemente que atribuies sejam transferidas de um organismo para outro; tais transferncias equivalem a uma supresso de competncias para um organismo, a uma criao de competncias pelo outro. Caso de competncias temporria: certas atribuies que correspondem a necessidade temporria so por vezes dadas, alm das suas atribuies regulares do organismo.
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  • Sabemos que o Fundo de um qualquer or- ganismo poder ter sido transferido por ra- zes de necessidade funcional a um outro organismo e que a ele pode: a) ter ficado agrupado continuando a formar um conjunto individualizado; b) ter sido desmembrado, misturado ao ar-quivo do organismo de reagrupamento. No momento de entrega no depsito (Arqui-vo Pblico ou Permanente) qual ser a pro-venincia desse Fundo? Ser o organismo produtor ou o organismo entregador?
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  • Se h uma total transferncias de competncia entre um organismo A e um novo organismo B consideramos o organismo A como um Fundo aberto ou fechado? Se o organismo suprimido C transfere as suas competncias para um organismo D que existia como definir o Fundo do rgo suprimido?
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  • Deve-se respeitar o princpio de respeito pela ordem interna quando um organismo grande e teve muitas modificaes ou se o sua estru-tura organizacional complicada e a classifica-o dada aos documentos nunca uma classi-ficao concebida sobre um longo perodo?