Aula t01 normas e boas práticas de segurança laboratorial

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  • 1. VirologiaAno Lectivo 2010/11Normas e Boas Prticas deSegurana Laboratorial

2. Boas Prticas Laboratoriais Os erros humanos e as ms tcnicas podem comprometer os melhores laboratrios e as melhores medidas de proteco do pessoal de laboratrio. essencial assegurar uma formao contnua in loco sobre medidas de segurana.Aula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 2 3. Boas Prticas Laboratoriais Parasua segurana, procure conhecer os perigos oferecidos pelos produtosqumicos e biolgicos utilizados no seu trabalho. Estude bem os seus protocolos de cada aulaerealize. Idealmente, antes de comear um trabalho, deve saber exactamente o que precisa.Aula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 3 4. Postulados de Koch Organism present only in diseased individuals Organism cultivated in pure culture from diseased individualAula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 5. Postulados de Koch Organism causes disease when injected into healthy individuals Organism re-isolated from infected individualAula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 6. Postulados de Rivers Proof of Viral Diseases: Isolate virus from diseased hosts. Cultivation of virus in host cells. Proof of filterability. Production of a comparable disease when the cultivated virus is used to infectexperimental animals. Re-isolation of the same virus from the infected experimental animal. Detection of a specific immune response to the virus.Aula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 7. Grupos de Risco BiolgicoAula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 8. Grupos de Risco Biolgico Decreto-Lei n 84/97, de 16 de Abril Estabelece prescries mnimas de proteco da segurana e da sade dos trabalhadores contra os riscos ligados exposio a agentes biolgicos durante o trabalho, prev que a lista dos agentes biolgicos classificados nos grupos 2, 3 e 4; S so includos na lista os agentes reconhecidamente infecciosos para o ser humano, no tendo sido tomados em considerao os microrganismos geneticamente modificados. A classificao dos agentes biolgicos baseia-se nos seus efeitos sobre os trabalhadores saudveis.Aula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 9. Grupos de Risco Biolgico Agente biolgico do grupo 1: agente biolgico cuja probabilidade de causar doenas no ser humano baixa;Aula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 10. Grupos de Risco Biolgico Agente biolgico do grupo 2: agente biolgico que pode causar doenas no ser humano e constituir um perigo para os trabalhadores, sendo escassa a probabilidade de se propagar na colectividade e para o qual existem, em regra, meios eficazes de profilaxia ou tratamento;Aula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 11. Grupos de Risco Biolgico Agente biolgico do grupo 3: agente biolgico que pode causar doenas graves no ser humano e constituir um risco grave para os trabalhadores, sendo susceptvel de se propagar na colectividade, mesmo que existam meios eficazes de profilaxia ou de tratamento;Aula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 12. Grupos de Risco Biolgico Agente biolgico do grupo 4: agente biolgico que causa doenas graves no ser humano e constitui um risco grave para os trabalhadores, sendo susceptvel de apresentar um elevado nvel de propagao na colectividade e para o qual no existem, em regra, meios eficazes de profilaxia ou de tratamento.Aula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 13. Tipos de LaboratriosAula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 13 14. Tipos de Laboratrios Nvel Segurana 1 (Mnima) Agentes microbiolgicos no associados especificamente a doenas humanas; Riscos minimos para Pessoal e Ambiente; No requer equipamentos de conteno especial ou laboratrios especficos;Aula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 14 15. Tipos de Laboratrios Nvel Segurana 2 (Mdia) Agentes microbiolgicos associados a risco moderado de doenas humanas; Acesso condicionado ao laboratrio; Utilizao de Cmaras de Segurana Biolgica; Requer equipamentos de conteno sempre que existirem risco de formao de aerossis ou salpicos;Aula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 15 16. Tipos de Laboratrios Nvel Segurana 3 (Alta) Agentes microbiolgicos associados a risco grave de doenas humanas por via area; Equipamento proteo individual obrigatrio: culos, mscara, batas, luvas; Sala de conteno e acesso condicionado ao laboratrio; Sistema de Ventilao fechado com filtros HEPA;Aula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 16 17. Tipos de Laboratrios Nvel Segurana 4 (Mxima) Agentes microbiolgicos com risco grave de doenas humanas que pe a vida emrisco, transmitidos por via area ou desconhecida; Laboratrio selado Presso negativa Filtros HEPA Registo entradas/sadas; Sala de entrada com Vestirio (Cala e casaco, fato, sapatos, luvas) Sala de sada com chuveiro; CSB classe III Tomadas de emergncia Treino especializado;Aula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 18. Tipos de Laboratrios Nvel Segurana 4 (Mxima) A CDC researcher working on a BSL-4A CDC scientist showers in a infectious agent. protective suit before leaving a BSL-4laboratory.Aula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 19. Tipos de LaboratriosAula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 20. Cmaras Segurana BiolgicaAula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 21. Cmaras Segurana BiolgicaAula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 22. Cmaras Segurana BiolgicaA cmara divide-se em 3 zonas:- zona contaminada- zona de trabalho- zona limpaAula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial22 23. Cmaras Segurana Biolgica Operadores: Minimizar os movimentos de entrada e sada da cmara; Introduzir previamente todos os materiais necessrios, antes de iniciar a manipulao; Nunca devem ser introduzidos dentro da cmara quaisquer documentos;Colocao do material Descontaminar todo o material com lcool a 70% antes de colocar na CSB; Descontaminar todo o material com lcool a 70% ao retirar da CSB;Lmpadas ultravioleta Descontaminar rea de trabalho na CSB antes e depois da utilizao; 15 minutos;Aula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 24. Cmaras Segurana BiolgicaAula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 25. Proteco IndividualAula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 26. Proteco Individual obrigatrio o uso de bata obrigatrio o uso de luvas O pessoal de laboratrio deve evitar o contactocom a boca, olhos, cara, cabelos, telemvelAula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 27. Proteco IndividualAula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 28. Utilizao de Micropipetas O operador nunca deve ultrapassar o valor mnimo ou mximo de uma micropipeta Deve sempre procurar uma micropipeta adequada para a manipulao do volume adequadoAula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial28 29. Eliminao de Resduos Resduos do Grupo III: resduos hospitalares de risco biolgico resduos contaminados, susceptveis de incinerao ou de outro pr-tratamento eficaz. Devem ser sempre eliminados no contentor de cor verde Resduos do Grupo IV: resduos hospitalares especficos resduos de incinerao obrigatria. Devem ser sempre eliminados no contentor de cor amarela para incinerao directa Resduos lquidos (Risco Biolgico/ Risco Txico): Devem ser eliminados num recipiente apropriadoAula 1 - Normas e Boas Prticas de Segurana Laboratorial 30. VirologiaAno Lectivo 2010/11Normas e Boas Prticas deSegurana Laboratorial