Aula6_Ventilacao

59
VENTILAÇÃO 1/47 Ventilação Natural

Transcript of Aula6_Ventilacao

Page 1: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO1/47

Ventilação Natural

Page 2: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO2/47

Ventilação Natural

CARACTERÍSTICAS GERAIS

É uma das mais antigas estratégias de resfriamento passivo.

É resultante de movimentos de ar, através de trocas entre ar interno e externoou pela própria circulação de ar interior.

Page 3: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO3/47

Funções da Ventilação Natural

Promover a renovação do ar, mantendo a qualidade do ar respirável, retirando os poluentes e introduzindo ar renovado;

Proporcionar o conforto térmico dos usuários, reduzindo a umidade do ar eAcelerando as trocas de calor, através da evaporação do suor da pele;

Permitir o resfriamento das superfícies interiores e exteriores dos edifícios,Removendo o calor por convecção.

Page 4: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO4/47

Page 5: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO5/40

Page 6: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO6/47

Page 7: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO7/47

Page 8: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO8/47

Page 9: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO9/47

Como funciona aVentilação Natural ?

Page 10: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO10/47

Frequência de ocorrência

Page 11: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO11/47

Velocidades X Direção

Page 12: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO12/47

Pressão positiva e negativa

Page 13: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO13/47

Ventilação Urbana

Page 14: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO14/47

Efeito barreira Efeito pirâmide

Efeito wise

Page 15: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO15/47

Efeito corredor de vento

Page 16: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO16/47

Page 17: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO17/47

Ventilação x Vegetação

Page 18: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO18/47

Ventilação x Vegetação

Page 19: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO19/47

Ventilação x Vegetação

Page 20: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO20/47

Sistemas de Movimento de Ar

Ventilação CruzadaConsiste em favorecer o movimento do ar de um espaConsiste em favorecer o movimento do ar de um espaçço ou mais espao ou mais espaçços os

conectados por meio de aberturas em fachadas opostas, cujas condconectados por meio de aberturas em fachadas opostas, cujas condiiçções de ões de

radiaradiaçção ou exposião ou exposiçção ao vento sejam diferentes.ão ao vento sejam diferentes.

RRenovaenovaççõesões horhoráárias de 8 a 20.rias de 8 a 20.

Page 21: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO21/47

Ocorre ao criarOcorre ao criar--se uma extrase uma extraçção de ar por meio de aberturas conectadas a ão de ar por meio de aberturas conectadas a

um duto de extraum duto de extraçção vertical.ão vertical.

EEsteste sistema inclui aberturas inferiores para entrada do ar frio, masistema inclui aberturas inferiores para entrada do ar frio, mais denso.is denso.

RRenovaenovaççõesões horhoráárias de 4 a 6.rias de 4 a 6.

Efeito Chaminé

Sistemas de Movimento de Ar

Page 22: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO22/47

Consiste em favorecer o efeito Consiste em favorecer o efeito dde extrae extraçção ao aquecer o ar que estão ao aquecer o ar que estáá no no

interior de um compartimento com um interior de um compartimento com um captadorcaptador de cor escura protegido por de cor escura protegido por

vidro. Ao aquecer este ar criavidro. Ao aquecer este ar cria--se um efeito de se um efeito de susuccççãoão nas aberturas nas aberturas

inferiores. inferiores.

RRenovaenovaççõesões horhoráárias de rias de 55 a a 110.0.

Sistemas de Movimento de Ar

Chaminé Solar ou Câmara Solar

Page 23: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO23/47

ForForççam uma extraam uma extraçção de ar do ambiente interior juntamente com entrada de ão de ar do ambiente interior juntamente com entrada de

ar de renovaar de renovaçção. ão. EEsteste sistema inclui aberturas inferiores para entrada do ar sistema inclui aberturas inferiores para entrada do ar

frio, mais denso.frio, mais denso.

RRenovaenovaççõesões horhoráárias podem ser superiores a 10 dependendo da intensidade rias podem ser superiores a 10 dependendo da intensidade

do vento.do vento.

Aspiradores Estáticos

Sistemas de Movimento de Ar

Page 24: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO24/47

Este sistema funciona atravEste sistema funciona atravéés de uma torre que se eleva a uma altura s de uma torre que se eleva a uma altura

suficiente acima da cobertura e capta o vento onde ele suficiente acima da cobertura e capta o vento onde ele éé mais intenso e mais intenso e éé

conduzido a parte baixa do edifconduzido a parte baixa do edifíício. cio.

RenovaRenovaçções horões horáárias de 3 a 6, podendo ser maior dependendo da intensidade rias de 3 a 6, podendo ser maior dependendo da intensidade

dos ventos.dos ventos.

Torres de Vento

Sistemas de Movimento de Ar

Page 25: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO25/47

Sistemas de Tratamento do Ar

Refrigeração EvaporativaFavorece a evaporação da água na corrente de ar. Ao evaporar-se rouba energia do ar com o qual está em contato resfriando-o.SSãão sistemas adequados para climas quente e seco.o sistemas adequados para climas quente e seco.

Page 26: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO26/47

Sistemas de Tratamento do Ar

Torres Evaporativas

O ar que penetra na parte superior se esfria pela evaporação da água que umedece as paredes do interior. Este ar resfriado e mais pesado tende a cair e entra no ambiente interior.

SSãão sistemas adequados para climas quente e seco.o sistemas adequados para climas quente e seco.

Page 27: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO27/47

PátioCria-se um microclima específico que atua sobre a temperatura do ar através de uma fonte de água.

SSãão sistemas adequados para climas quente e seco.o sistemas adequados para climas quente e seco.

Sistemas de Tratamento do Ar

Page 28: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO28/47

Consiste em favorecer a entrada de ar que provém de um conjunto de condutos enterrados. Na maioria dos casos este sistema aproveita a inércia do terreno para alimentar ar frio na estação quente.

SSãão adequados a climas com grande oscilao adequados a climas com grande oscilaçção tão téérmica.rmica.

Ventilação subterrânea

Sistemas de Tratamento do Ar

Page 29: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO29/47

Ventilação no interior da edificação

PARA FAVORECER A VENTILAÇÃO:

Abertura de entrada de ar: zona de pressão positiva

Abertura de saída de ar: zona de pressão negativa

Abertura somente na zona de pressão positiva Abertura nas zonas de pressão positiva e negativa

Page 30: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO30/47

Ventilação no interior da edificação

Ocorre maior fluxo de ar quando sãoposicionadas aberturas de igual tamanhoem fachadas opostas.

Se produz maior velocidade internaquando se combina uma pequena entradade ar com uma saída grande de ar.

Page 31: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO31/47

Ventilação no interior da edificação

Se as aberturas não estiverem centralizadasEm relação ao fluxo de ar exterior, se produziráUm fluxo interno assimétrico.

Quando algum obstáculo exerce pressãolateral sobre o fluxo inicial, o fluxo resultanteserá assimétrico.

Page 32: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO32/47

Ventilação no interior da edificação

Page 33: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO33/47

Ventilação no interior da edificação

Page 34: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO34/47

Ventilação no interior da edificação

Page 35: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO35/47

Ventilação no interior da edificação

Page 36: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO36/47

Ventilação no interior da edificação

Page 37: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO37/47

Ventilação no interior da edificação

O dimensionamento de elementos de proteção solar, localizados na porçãosuperior da abertura, influenciam a direção do fluxo de entrada de ar.

Page 38: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO38/47

Ventilação no interior da edificação

Page 39: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO39/47

Ventilação no interior da edificação

Superior

Altura usuário

Renovação do ar

Resfriamento

Page 40: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO40/47

Ventilação X Aberturas

Page 41: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO41/47

Ventilação X Aberturas

Page 42: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO42/47

Ventilação X Aberturas

Page 43: Aula6_Ventilacao

VENTILAÇÃO43/47

Ventilação X Aberturas

Page 44: Aula6_Ventilacao

Ventilação X Aberturas

VENTILAÇÃO44/47

Page 45: Aula6_Ventilacao

Ventilação X Aberturas

VENTILAÇÃO45/47

Page 46: Aula6_Ventilacao

Ventilação X Aberturas

VENTILAÇÃO46/47

Page 47: Aula6_Ventilacao

Ventilação X Aberturas

VENTILAÇÃO47/47

Page 48: Aula6_Ventilacao

COMMERZBANK – FRANKFURT – ALEMANHA

Arq. Norman Foster

Page 49: Aula6_Ventilacao

COMMERZBANK – FRANKFURT – ALEMANHA

Arq. Norman Foster

Page 50: Aula6_Ventilacao

SEDE SWISS RE SEDE SWISS RE SEDE SWISS RE SEDE SWISS RE –––– LONDRESLONDRESLONDRESLONDRES

ArqArqArqArq. Norman Foster. Norman Foster. Norman Foster. Norman Foster

Page 51: Aula6_Ventilacao
Page 52: Aula6_Ventilacao
Page 53: Aula6_Ventilacao
Page 54: Aula6_Ventilacao
Page 55: Aula6_Ventilacao
Page 56: Aula6_Ventilacao
Page 57: Aula6_Ventilacao

JOÃO FILGUEIRAS LIMA, LELJOÃO FILGUEIRAS LIMA, LELJOÃO FILGUEIRAS LIMA, LELJOÃO FILGUEIRAS LIMA, LELÉÉÉÉ

HOSPITAL SARAH HOSPITAL SARAH HOSPITAL SARAH HOSPITAL SARAH –––– RIO DE JANEIRORIO DE JANEIRORIO DE JANEIRORIO DE JANEIRO

Page 58: Aula6_Ventilacao

JOÃO FILGUEIRAS LIMA, LELJOÃO FILGUEIRAS LIMA, LELJOÃO FILGUEIRAS LIMA, LELJOÃO FILGUEIRAS LIMA, LELÉÉÉÉ

HOSPITAL SARAH HOSPITAL SARAH HOSPITAL SARAH HOSPITAL SARAH –––– RIO DE JANEIRORIO DE JANEIRORIO DE JANEIRORIO DE JANEIRO

Page 59: Aula6_Ventilacao

JOÃO FILGUEIRAS LIMA, LELJOÃO FILGUEIRAS LIMA, LELJOÃO FILGUEIRAS LIMA, LELJOÃO FILGUEIRAS LIMA, LELÉÉÉÉ

HOSPITAL SARAH HOSPITAL SARAH HOSPITAL SARAH HOSPITAL SARAH –––– FORTALEZAFORTALEZAFORTALEZAFORTALEZA