Bastao Expansível Tático - Nível Básico

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A verdadeira utilização de um bastão retrátil nos serviços de segurança como arma não letal e defesa pessoal.

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  • 1. www.sotai.com.br REV: JAN/2008BASTO EXPANSVEL TTICONVEL BSICORicardo Nakayama Contatos: [email protected]

2. www.sotai.com.br REV: JAN/2008 Ricardo Nakayama Todos os direitos reservadosIlustraes:Ricardo Nakayama Nakayama, Ricardo, 1966 So Pauloc011. Segurana. 2. Profisses. 3. Defesa PessoalI Nakayama, Ricardo. II Ttulo. ndices para Catlogo Sistemtico: 1. Segurana 2. Profisses 3. Defesa PessoalContatos: [email protected] 3. www.sotai.com.br REV: JAN/2008DEDICATRIAEsta obra dedicada a todos os que anseiam por segurana, que diariamente buscam conhecimento,lutam pela por seus direitos e cumprem suas obrigaes para um futuro melhor.O Autor. Contatos: [email protected] 4. www.sotai.com.br REV: JAN/2008AvisoEsse livro destinado apenas para estudos acadmicos. As tcnicas, tticas e metodologias descritasneste volume so muito perigosas e no devem ser usadas ou praticadas sem extrema cautela. Osautores e editores no tm quaisquer responsabilidades, em que Esfera do Direito for, porferimentos, danos ou prejuzos, sejam provocados por acidente ou intencionalmente, que possam seratribudos aos ensinamentos, tcnicas ou idias contidas nesta obra. Este livro no tem o objetivo deser uma obra para autodidatas, sendo importante e indispensvel superviso e orientao de uminstrutor capacitado em nosso mtodo. Ningum est autorizado a se intitular instrutor apenas porter lido ou estudado esse livro. EXPRESSAMENTE PROIBIDO REPRODUZIR OU CPIAR QUALQUER TRECHODESTE MATERIAL SEM AUTORIZAO DO AUTOR. Contatos: [email protected] 5. www.sotai.com.br REV: JAN/2008Sobre o AutorRicardo NakayamaO mestre Ricardo Nakayama o criador do Mtodo Sotai de Defesa (MSD), que engloba tcnicasde proteo pessoal, voltadas para defesa pessoal desarmada e com armas. Iniciou aos cinco anosnas artes marciais, sob a superviso de seu pai - Mestre de Karat aos 4 anos. Durante 38 anosaprendeu o mtodo de combate e domnio de vrias artes marciais e esportes de contato - Arnis deMano, Kick Boxing, Hapkido, Karat, Muay Thai, Jiu-Jitsu, Aikido, Jud e Kung Fu. Ministra aulash 26 anos em academias e empresas de segurana. Pesquisa o combate com armas desde 1978,quando iniciou o treinamento com basto longo, faco chins e nunchaku, ministrando aulasregularmente de combate com facas, armas improvisadas e tonfa para diversos segmentos dasegurana pblica e privada. especialista em defesa pessoal com grande reconhecimento sendoconstantemente chamado para prestar consultoria aos mais destacados rgos de imprensa daAmrica Latina. Exerceu durante nove anos a coordenao tcnica na rea de defesa pessoal namaior empresa de segurana da Amrica Latina onde ministrou aulas para mais de 30.000 alunos eformou a primeira turma de agentes de disciplina na primeira e bem sucedida penitenciria privadado Brasil. Inovando e aperfeioando tcnicas de combate armado e desarmado, elabora estudos edesenvolve cursos especiais para grupos de segurana de destacadas empresas do setor privado.Treinou os seguranas das seguintes empresas: Companhia Paulista de Trens Metropolitanos(CPTM), Humanitas (Penitenciria Industrial de Guarapuava), Companhia Mineradora do RioParacatu, Graber, Banco Ita, Pires Segurana, Septem, Minerva, entre muitas outras empresas depequeno porte.Atualmente o instrutor de defesa pessoal da equipe de seguranas da Editora Abril e Roche.Maiores informaes podem ser acessadas atravs do site: http://www.sotai.com.br/Contatos: [email protected] 6. www.sotai.com.br REV: JAN/2008Prefcio do AutorEste trabalho a sntese de anos de treinamento e pesquisa, com a colaborao de vrios alunos queajudaram trazendo suas experincias e relatos das diversas situaes que poderiam encontrar noexerccio profissional. Muitas das tcnicas so apenas para referncia, necessitando da supervisode um instrutor habilitado para tirar o mximo potencial das mesmas.A aplicao dos conhecimentos adquiridos nesta obra depende de vrios fatores, principalmente docontrole emocional, treinamento constante, avaliao do risco da situao e aplicao correta datcnica.A obra direcionada para o cidado comum, que se preocupa com a violncia, para os profissionaisde segurana pblica e privada que prestam servio de proteo pessoal para resguardar aintegridade fsica de Vips/Autoridades.Ricardo NakayamaContatos: [email protected] 7. www.sotai.com.br REV: JAN/2008INTRODUOO ser humano desenvolveu armas para sua sobrevivncia, seja na forma de facas, lanas,bastes ou qualquer outra forma que apaream. So equalizadores que serviram para dar dentes egarras que a natureza privou da humanidade. O progresso trouxe conforto e conhecimentosinimaginveis a nossos antepassados, porm, no podemos esquecer os problemas, entre eles o focoprincipal deste trabalho, a violncia.O basto expansvel ttico (BET), ou basto telescpio expansivo ou ASP (O nome ASP deArmament System and Procedures se popularizou e normalmente utilizado por vrias pessoas paradesignar o BET) uma ferramenta largamente utilizada, seja por indivduos preocupados com suaintegridade fsica ou por profissionais de segurana e policiais ao redor do mundo. consideradauma arma no letal, porm, que necessita de treinamento adequado para que o operador possautiliz-la em seu mximo potencial. No Brasil, o BET comeou a se popularizar entre agentes desegurana privada e policiais na metade dos anos noventa.Principais Vantagens do BET:SimplicidadeAs tcnicas so fceis de serem aplicadas e lembradas, no necessitando um excelente domniopsicomotor.PortabilidadePor seu tamanho extremamente reduzido, o basto um dos equipamentos mais fceis de seremportados. O principal problema de qualquer ferramenta no estar disponvel quando necessitamos.Quando os bastes retrteis foram introduzidos nas foras policiais a mais de 30 anos foramexatamente para atender a est necessidade. Era comum deixar o cassetete ou a tonfa nos veculosao invs de porta-los.VersatilidadeO equipamento pode ser aplicado em diversas situaes de risco, tanto para controlar, imobilizar,derrubar, conduzir ou desarmar o oponente.AplicabilidadeSeu design possibilita maior nmero de aplicaes em relao a cassetetes rgidos, sendo facilmenteutilizado em espaos confinados ou em situaes que necessitam uso moderado da fora porprofissionais de segurana e agentes da lei.OcultabilidadeO basto facilmente ocultado nos trajes do agente de segurana, evitando que a equipe desegurana parea ostensiva demais ou causando medo/constrangimento em pblico.EfetividadeA Basto Retrtil propicia um maior impacto psicolgico, ao mesmo tempo em que potencializaqualquer tcnica aplicada contra o agressor.Existem, porm algumas desvantagens:OstensividadeOs cassetetes rgidos por serem mais visveis atendem melhor o critrio de policiamentoostensivo/preventivo.ConfiabilidadeOs cassetetes rgidos por no terem partes mveis, tem menor tendncia a defeitos de fabricao emau uso.Contatos: [email protected] 8. www.sotai.com.br REV: JAN/2008OPES TTICAS Prevenir A melhor forma de proteo pessoa no se colocar em uma situao difcilquando isto pode ser evitvel; No Reagir Existem situaes que no aconselham a reao, normalmente quando no foifeita ainda a avaliao do risco para a reao, quando a desvantagem evidente, as perdas seroapenas materiais ou quando no temos capacitao emocional, fsica ou tcnica para dominaro(s) adversrio(s); Negociar A negociao serve para minimizar as perdas materiais ou de vidas, mudar umasituao desfavorvel desescalando a violncia, dissuadir ou render o adversrio; Fugir A fuga uma opo vlida quando a desvantagem muito grande em relao ao(s)adversrio(s) ou quando queremos evitar o conflito; Reagir para uma reao efetiva necessrio controlar a si mesmo, controlar o adversrio econtrolar a situao.Daremos enfoque Preveno e Reao.Preveno Prevenir sempre, reagir quando necessrio! O marginal escolhe suas vtimas pesando quais sero os riscos em comparao aosbenefcios que sero alcanados. A escolha da vtima envolve levantar informaes e planejar aao criminosa, neste ponto que a maior parte das pessoas tem a opo de se tornar um alvo maisdifcil. Antes de pensar em reagir em uma situao de confronto, devemos mudar nossos hbitos devida e comear a adotar pequenas regras no dia-a-dia para diminuir o risco de nos tornarmosvtimas. A regra ainda mais importante para o profissional de segurana que cuida da vida daspessoas que confiaram em seu trabalho. A proteo contra a violncia deve ser uma estrutura slidaque trabalha em diferentes nveis para consolidar uma segurana plena. Muitas pessoas temem aviolncia, mas no devemos ser dominados por este medo. Quando tememos em excessotransformamos o medo em parania.Os elementos preventivos so: Conhecimento de como o criminoso pensa e age. Conhecer torna possvel antecipar e evitar.Existem vrios tipos de criminosos: Amadores, profissionais, loucos, por paixo, etc. que emum prximo trabalho descreverei com mais detalhes, que em geral estudam a sua vtima, buscauma oportunidade de agir, atacam, alcanam o objetivo e fogem. Barreiras Fsicas e EletrnicasBarreiras fsicas: muros, cercas, blindagem em veculos, etc. Barreiras eletrnicas: alarmes,CFTV, rastreadores, etc. Mudana de Hbitos as pessoas se apegam a hbitos no seu dia-a-dia, muitas vezes seguindorotinas rgidas, como sair de casa sempre no mesmo horrio, ou utilizar o mesmo percurso parair ao servio. Mudanas de hbitos ou quebras na rotina evitam sermos escolhidos comovtimas. Hoje, em So Paulo, comum ver pessoas mantendo a distncia de outros carros e seposicionando de maneira inteligente em faris, deixando o carro no estacionamento ao invs dedeix-lo na rua, etc. Ateno esperar o inesperado o ditado da pessoa prevenida. Ter a mente alerta pode salvar asua vida. Muitas vezes, apenas o fato do marginal perceber que a potencial vtima percebeu suainteno, j desestimula sua investida. Barreiras Humanas o fator de impedimento oferecido pela presena do profissional desegurana inestimvel. Se a equipe est alerta e firme em suas responsabilidades o controle da Contatos: [email protected] 9. www.sotai.com.br REV: JAN/2008 situao ser evidente.ReaoAgora vejamos a reao. Reagir com sucesso depende de vrios fatores. Os animais emsituaes de perigo preparam o seu corpo para fugir ou lutar.O ser humano em sua complexidadetem muitas outras sadas. A reao em geral dividida em reao passiva e reao ativa.A reao passiva a maneira como o indivduo reage a uma situao de risco, mudando deforma consciente ou inconsciente seu metabolismo frente a uma situao de stress. De maneirainconsciente, o indivduo ao ser surpreendido leva um choque que lhe causa confuso mental. Oindivduo deve perceber, identificar, analisar, avaliar, e decidir sua linha de ao. possveldiminuir um pouco os efeitos negativos do stress (pnico que causa paralisia de nossas aes)atravs da respirao, lenta e compassada, baixando a freqncia cardaca. Por outro lado, a reaopassiva de forma consciente se caracteriza pela utilizao de tcnicas de dissimulao (fingirdesmaiar, ou passar mal) ou de negociao (avisar que vai tirar o cinto para sair do veculo). Areao passiva depende muito da maneira como o marginal responde repentina mudana docontexto, podendo ter dois tipos de desfecho: Positivamente a mudana desestabiliza-o obrigando acessar a ao criminosa e a fugir, negativamente pode desencadear uma escalada na violncia.Quando Reagir Antes de falarmos da reao ativa, importante saber o momento para efetuar este tipo dereao. A mdia em geral, a polcia e at especialistas desaconselham uma reao. A no reaoparece ser a palavra de ordem do dia, mas a marginalidade no respeita esta regra, muitas vezespessoas que no efetuaram reao alguma contra o marginal foram estupradas ou mortas. Para sabero momento da reao importante considerar:Inteno ter a capacidade de perceber qual a real inteno do marginal o fator mais importante para pensar em uma possvel reao. O marginal que deseja apenas tirar os bens materiais da vtima no deve ser confrontado. O problema surge quando existe a motivao para cometer um crime sexual ou, pior, para matar a vtima, neste contexto que a reao se torna impretervel e seu sucesso crtico; Comportamento a leitura dos sinais verbais e no verbais do marginal importantssima. Um indivduo drogado, bbado ou com nervosismo excessivo, pode mesmo por descuido, acidente, ou impercia matar a vtima. Quanto mais sinais forem demonstrados pelo marginal, maior a necessidade de uma possvel reao; Avaliao do Risco a noo exata de nossa capacidade de reao em relao ao(s) adversrio(s), considerando: Nmero e distncia (sozinho/Grupo longe/perto) e o Tipo de ameaa (faca/arma de fogo). A reao Ativa compreende dois tipos principais: Reao com Meios Letais e Reao commeios No Letais.Reao LetalA maior parte dos profissionais de segurana prefere pensar em reagir com suas armas,embora de suma importncia, existem algumas consideraes a serem feitas antes de empreg-las: Disponibilidade de armas: seguranas no podem portar armas em muitos locais quando acompanham o Principal avies, locais de aglomerao, casas noturnas, etc. Anlise da ameaa exemplificando: um bbado no requer o uso de armas. Local da misso um local pblico, onde o fogo cruzado pode causar baixas em espectadores inocentes deve ser uma preocupao constante. Diretrizes do Cliente o emprego de armas deve ser consistente com a poltica interna da empresa e com as leis de cada pas onde o Principal esteja.Contatos: [email protected] 10. www.sotai.com.br REV: JAN/2008 A utilizao de armas de fogo fica comprometida quando o profissional no capacitado ouno treina constantemente. Infelizmente existem muitas empresas clandestinas que contratampessoal nestas condies, o que compromete a credibilidade dos bons profissionais e coloca emevidncia de forma negativa o segmento frente sociedade.Reao No Letal Existem vrias opes de reao no letal, embora a maior partes dos agentes de seguranamenospreza esta opo, dando prioridade ao uso da arma de fogo. Tcnicas no letais so umaferramenta muito importante para o agente de segurana, j que ao contrrio da arma de fogo, visampreservar a integridade fsica do agressor, com tcnicas e equipamentos apropriados, seguindo osmodernos preceitos adotados ao redor do mundo em relao ao uso da fora. O uso excessivo,indevido ou arbitrrio de fora que cause danos fsicos ou morais, deve ser evitado para istonecessitando de solues inovadoras que aliem aplicabilidade e eficincia, evitando aes penais ouindenizatrias, alm de evitar situaes que causem constrangimento ao cliente, por exemplo, emuma festa o segurana controlar um convidado bbado com uma imobilizao ao invs de apontar aarma para ele.Contatos: [email protected] 11. www.sotai.com.br REV: JAN/2008NOMENCLATURA, DEFINIES E CONCEITOSO Basto expansvel ttico (BET) normalmente composto de 3 partes, embora no mercadoexistam os de 2 partes, formados por cilindros de tamanhos diferentes, que deslizam de dentro parafora. O material mais utilizado o ao, embora existam os de alumnio e os de polmero. O BET aberto atravs de um movimento rpido do punho do operador, que atravs da inrcia acaba porexpandir as outras sees do basto. H modelos automticos que so abertos apertando um boto.O fechamento da maioria feito atravs de uma batida em um ngulo de 90 em relao a umasuperfcie dura que ir retrair as sees do basto. H tambm modelos que fecham acionandobotes ou dispositivos de presso.Nomenclatura CorpoPontaPrincipal PrimeiraSeo SegundaSeo CaboTerceira Seo BaseDefinies Mo forte: a mo que segura o BET. Mo Viva: a mo oposta mo forte que serve para defender, segurar ou contra-atacar o oponente. Lado forte: todos os movimentos que acontecem do mesmo lado da mo forte. Lado Vivo: mesmo lado da mo viva. Empunhadura: a maneira que segurada a BET com algumas variaes dependendo da tcnica a ser aplicada. Bloqueios: movimentos para parar ataques do adversrio. Esquivas: movimentos de corpo para sair da linha de ataque do adversrio. Ataques: movimentos para imobilizar o adversrio. Agente de Segurana: profissional de segurana seja pblica ou privada. Margem de segurana: a distncia que o BET nos proporciona do adversrio.Contatos: [email protected] 12. www.sotai.com.br REV: JAN/2008ConceitosPotncia No conceito de gradiente de fora foi explicado que a utilizao da BET pressupe quej ouve uma agresso fsica ao agente de segurana. Na situao especfica devemos sempre utilizar100% de fora nos movimentos, tanto defensivos quanto ofensivos com a BET, apenas escolhendoas tcnicas que melhorem se adaptem para conter o agressor. importante lembrar que a potnciagerada pelo BET alcana a ordem de 800 Kg, o que suficiente para ser letal, caso atinja reassensveis do adversrio.Exploso este o conceito fundamental para utilizao do BET. Exploso a capacidade deexecutarmos um ataque de maneira surpreendente, sem telegrafar o movimento, usando o mximode velocidade de ataque.Tempo Certo (Timing) - significa atacar no momento certo, defender no momento certo. Umlutador experiente antecipa os possveis ataques do oponente, conseguindo neutraliz-los se souberaproveitar o momento adequado, ao mesmo tempo pode observar se o adversrio est expondo suasfraquezas e nesse momento aplicar um ataque que o imobilizar.Preciso significa o clculo correto do ataque, considerando o ngulo e a distncia do alvo. Nodesperdiando os golpes no ar, evitando expor partes do corpo para o contra-ataque do adversrio,alcanando o objetivo escolhido para acabar rapidamente com a ameaa.Fluidez significa o fluxo contnuo de movimentos, proporcionando melhores condies de defesae ataque.Distncia o controle da distncia em relao ao(s) oponente(s) possibilita aumentar a prpriasegurana evitando possveis situaes de riscos alm de poder elaborar uma melhor estratgia nocombate.Controle todas as armas quando utilizadas de maneira errada podem se voltar contra seuoperador. O BET (feito em ao na maioria das vezes) pesado o que ocasiona maior risco de perdero controle sobre a ferramenta.Contatos: [email protected] 13. www.sotai.com.br REV: JAN/2008ZONAS DE ATAQUEPodemos dividir o corpo do oponente em trs zonas distintas de acordo com a possibilidade deocasionar leses de maior ou menor gravidade. Olhos, tmpora, traquia, Posterior do crnio Frontal do crnio.NucaTronco Coluna Braos RinsPernasZona Vermelha: Os danos ocasionados por golpes desferidos nessa zona so de alto risco, devendoo agente de segurana evitar ou somente usar em situaes de legtima defesa. As conseqnciaspodem ser perda da conscincia, leses graves, choque ou morte.Zona Amarela: Os danos ocasionados so de gravidade mdia a alta gravidade. As conseqnciaspodem ser hemorragias ou leses em rgos da regio do tronco.Zona Verde: Essa a regio ideal para desferir golpes visando imobilizar sem ocasionar danos quepossam levar a morte do agressor.Contatos: [email protected] 14. www.sotai.com.br REV: JAN/2008TIPOS E PONTOS DE ATAQUE a) Cortes so os ngulos de ataque circulares aplicados com a parte lateral ou a ponta daarma. b) Estocadas so os golpes aplicados com a ponta ou com a base do BET em diversosngulos de ataque. c) Golpes Contundentes so os golpes aplicados com a ponta ou com a base do BET emngulos de ataque na vertical ou horizontal. d) Empurres a tcnica aplicada com a lateral do BET visando afastar o adversrio. e) Pontos de Presso so todos os golpes visando preservar a integridade fsica doadversrio. Seus efeitos so proporcionais ao nvel de sensibilidade (limiar da dor) doadversrio, podendo ser extremamente eficazes ou simplesmente nulos. Outros fatores queafetam a taxa de gordura e musculatura da pessoa. Podemos utiliz-los de 2 formasdiferentes:e.1) Pressionando: tem como objetivo bsico causar dor e/ou paralisia no oponente;e.2) Esfregando: tem como objetivo se libertar de uma imobilizao causando dor aguda econstante. PONTO TIPO DE ATAQUEEFEITO1 SupercliosCorte, estocada ou golpe Sangramento abundante, dificuldade para contundente. enxergar.2 OlhosCorte, estocada ou golpe Distrao, perda da viso, desmaio por queda de contundente. presso.3 Tmporas Estocada ougolpe Dor intensa, desmaio, imobilizao total do contundente. agressor.4 NarizCorteougolpe Dor intensa, sangramento abundante, dificuldade contundente. em respirar.5 Ouvido Estocada ougolpe Dor profunda, rompimento dos tmpanos perda contundente. temporria do equilbrio.6 Ponta do queixoGolpe contundente. Tontura ou desmaio.7 Parte frontal do Corte, estocada ou golpe Dor intensa, dificuldade em respirar, desmaio,pescoo (traquia) contundente. imobilizao total do agressor.8 Parte lateral do Corte, estocada ou golpe Dor intensa, dificuldade em respirar, desmaio,pescoocontundente. imobilizao total do agressor.9 Nuca Estocada ougolpe Tontura, desmaio, imobilizao total do agressor. contundente. 10 Peitoral/Corao Corte, estocada ou golpe Dor intensa, desmaio, imobilizao total do contundente. agressor. 11 ClavculaCorteougolpe Dor intensa. Leso grave com fratura contundente 12 Barriga/Estomago/Corte, estocada ou golpe Dor intensa, hemorragia interna, desmaio.Fgado e baocontundente. 13 Costelas Corte, estocada ou golpe Dor intensa, fratura, dificuldade em respirar. contundente 14 Rins Estocada ougolpe Dor intensa, Imobilizao total do agressor. contundente. 15 Parte lateral ou Corte, estocada ou golpe Dor intensa, paralisia muscular momentnea.frontal da coxa ou contundente.joelho 16 Femoral (parte Estocada.Imobilizao total do agressor.interna da coxa) 17 Testculos Estocada ou golpe Dor intensa, imobilizao total do agressor. contundente. 18 Parte posterior do Corte. Dor intensa, paralisia da perna, dificuldade dejoelho e tornozelomovimentao. Contatos: [email protected] 15. www.sotai.com.br REV: JAN/2008SITUAES DE RISCO:Existem diversas situaes que podem evidenciar a necessidade do uso do BET, para cada grau derisco ou ameaa existe um nvel de resposta correspondente, sempre respeitando o gradiente defora para evitar o uso desnecessrio da fora, iremos abaixo descrever algumas delas: a) Cidado comum, em surto de raiva: Reaes explosivas originadas por situaes de stressso comuns, principalmente em grandes centros urbanos. Normalmente o motivo inicial sempre banal. O uso do BET se justifica se a pessoa usar um objeto (pedao de pau, faca,correntes, etc.) que apresente risco para o agente de segurana. importante evitar golpestraumatizantes dando nfase em tcnicas de controle (chaves de brao ou imobilizaes). b) Marginais: O marginal analisa duas coisas na hora de consumar uma ao criminosa orisco que ele ir ter e o benefcio que ganhar se perpetrar seu delito. O uso do BET sejustifica quando o marginal resiste a priso, ou ameaa a vida do agente de segurana comqualquer objeto que no seja uma arma de fogo. A resposta agora pode ser maiscontundente, podendo aplicar golpes traumatizantes. O marginal no quer ser preso e aresistncia implica uma motivao para tirar a vida do agente de segurana.Existem trs elementos bsicos para a pessoa cometer um crime:b.1 Oportunidade: J ouviu dizer que a oportunidade faz o ladro, ou imagine em umasituao onde h um saque em uma loja, todos esto levando alguma coisa, ser quevoc no faria o mesmo? No precisa responder s um exemplo de oportunidade.b.2 Inteno: Todo marginal quando escolhe sua vtima quer alguma coisa, furtar, roubar,matar, cometer uma violncia sexual, etc. importantssimo saber a inteno para sabero nvel de ameaa e qual a melhor linha de ao a seguir.b.3 Habilidade: O marginal covarde e quer ter superioridade sobre sua vtima, comumescolher uma pessoa por estar distrada ou aparentar fragilidade. A habilidade noenvolve apenas saber ou no usar uma arma, mas principalmente saber escolher suavtima. c) Pessoa com problemas psicolgicos em surto psictico: Nessas situaes o agente desegurana deve ter extrema cautela, a pessoa pode aparentar passividade e subitamentecomear a agresso com extrema violncia. O nvel de fora fsica e de sensibilidade dorpode estar alterado o que dificulta tcnicas de imobilizao. O uso do BET da uma margemde segurana e aumenta a capacidade de imobilizar o indivduo.Existem situaes que no conveniente responder com uso da arma de fogo,principalmente quando houver riscos de bala perdida. Um exemplo deste tipo deste decenrio seria de uma pessoa emocionalmente perturbada armada com uma faca que est emlocal pblico, com vrias pessoas a sua volta. d) Uso Policial:d.1) Situaes de controle de distrbios civis para mover, separar, dispersar ou controlar aspessoas;d.2) Quando um policial atacado por um suspeito desarmado ou com arma brancautilizando a Basto Retrtil para se defender, desarmando, distraindo ou imobilizando osuspeito at a chegada de reforo;d.3) Contra o ataque de mltiplos suspeitos;d.4) Para proteger a terceiros ou evitar a consumao de ao criminosa, onde o suspeito noacata aos comandos do policial.Contatos: [email protected] 16. www.sotai.com.br REV: JAN/2008POSIESExistem vrias posies que podem ser utilizadas, conforme a tcnica a ser utilizada, a situao ougrau do risco. Conforme a posio o agente de segurana pode ter maior ou menor mobilidade,estabilidade, vulnerabilidade ou efetividade.Posio NaturalPosio DefensivaPosio Ofensiva Posio de descanso Posio DissimuladaContatos: [email protected] 17. www.sotai.com.br REV: JAN/2008EMPUNHADURASEmpunhadura SimplesMarteloCaracterstica o BET seguro pela mo forte, os dedos envolvem o cabo a aproximadamente 5 cm da base, a ponta voltada paracima, a empunhadura assume o desenho de um martelo. A empunhadura permite golpes de corte, estocada, contundentes ou pontosde presso.InvertidaCaracterstica o BET seguro pela mo forte, de forma semelhante a empunhadura de martelo, porm, a ponta voltada para baixo. Contatos: [email protected] 18. www.sotai.com.br REV: JAN/2008LateralDupla Empunhadura OfensivaSegure o meio do basto entendido O BET seguro com ambas as mos e a ponta aponta para frenteDupla Empunhadura Defensiva Caracterstica o BET seguro por ambas as mos, o corpo principal fica na posio horizontal. A empunhadura utilizada para efetuar defesas ou afastar o adversrio.Os bastes existem em vrias formas e tamanhos Contatos: [email protected] 19. www.sotai.com.br REV: JAN/2008PORTE, SAQUE E FECHAMENTO DO BASTO EXPANSVEL TTICOPorteO equipamento por ter um tamanho muito reduzido est sempre presente no cinturo ttico doagente de segurana ao contrrio do que ocorre com cassetetes ou tonfas. O equipamento fcil deser dissimulado, podendo tambm ser portado nos bolsos da roupa ou uniforme do agente desegurana. O Porta BET pode ser usada na linha da cintura, podendo ficar do lado forte ou vivo,dependendo do coldre, aberto ou fechado.SaqueHavendo uma escalada da violncia, o agente de segurana pode sacar o BET como forma deintimidao do suspeito, a atitude embora possa parecer violenta, pode muitas vezes evitar oconfronto. O saque um indicativo que a situao teve um aumento no nvel da ameaa,necessitando a utilizao do equipamento. Quando se utiliza mo reacionria para efetuar o saquee posteriormente transferir para a mo forte, chamamos isto de saque assistido. Existem 4 tiposbsicos de saque:Saque CruzadoContatos: [email protected] 20. www.sotai.com.br REV: JAN/2008No saque cruzado o BET fica posicionado no lado vivo, ou seja, a mo forte fica livre,principalmente para o uso da arma de fogo. Se a situao no exige o uso de fora letal, usamos amo forte (que temos maior fora e habilidade motora) para efetuar o saque. Esse saque feito coma abertura do basto retrtil em um movimento horizontal, que serve para afastar ou atacar umagressor que tente avanar contra o agente de segurana. Existem diversos nveis de linguagem,verbal e no verbal que podem potencializar a inteno de parar o agressor. Podemossimultaneamente ao saque do BET fazer um comando com a mo reacionria de pare (sinal noverbal) junto com um comando vocal de pare (sinal verbal).Saque OstensivoO saque do BET executado pela mo forte do agente de segurana. Podemos efetuar o saqueostensivo na vertical em dois ngulos:AscendenteO Basto aberto posicionando a ponta voltada para cima e em posio de guardaExistem bastes que utilizam sistema de fechamento atravs de um boto que o destrava, evitando bater a ponta no cho.Contatos: [email protected] 21. www.sotai.com.br REV: JAN/2008DescendenteO Basto Retrtil aberto posicionando a ponta voltada para baixo e em posio de guardaSaque Dissimulado pelas Costas Este um tipo de saque assistido onde o agente de segurana percebe que o suspeito pode tentar uma agresso contra um parceiro epreventivamente, est com o BET em prontido, porm, dissimulada o saque com a utilizao da mo viva que discretamente retira obasto do cinturo e passa para a mo forte pelas costas.Contatos: [email protected] 22. www.sotai.com.br REV: JAN/2008Saque Dissimulado pela Frente O basto retirado do cinturo pela mo viva e passa para a mo forte quando o agente cruza os braos, evitando que o suspeitoperceba o saque, desta forma no aumentando a agressividade.Fechamento do BETNa primeira imagem mostramos a pegada para fechar o basto. O ngulo deve ser de 90 em relao ao solo, assim evitamos danos ao BET. Contatos: [email protected] 23. www.sotai.com.br REV: JAN/2008DEFESASO conceito de defesa expressa a capacidade de evitar os golpes do adversrio. A defesatambm potencializada pelo BET, seu peso e dureza fazem que a prpria defesa lesione oatacante. Existem oito defesas bsicas com empunhadura simples e com dupla empunhadura. Oprincpio bsico criar crculos de proteo que impeam qualquer ataque, e a soma dos crculos deproteo fazem que o aluno adquira as habilidades necessrias para alcanar esse objetivo.Esse crculo de proteo pode ser dividido em duas partes: O primeiro se refere a sua integridade fsica onde atravs de movimentos de esquiva com o corpo ou em deslocamentos para sair da linha de ataque do adversrio, ou atravs de bloqueios que so fceis de serem aprendidos e aplicados em uma situao real. O segundo se refere parte psicolgica, ou seja, sua conscincia defensiva e de sobrevivncia. Esse crculo muitas vezes desprezado por estilos tradicionais de artes marciais que no treinam a pessoa a ter controle emocional em um combate real. O crculo de proteo mental s O Crculo de proteo fsico limitado pelo prprio agente quelimitado por nossos braos, pernas pode cair na rotina e se tornar umou armas que tenhamos a alvo mais fcil para o marginal.disposio.Defesas com Empunhadura SimplesO prprio nome acaba revelando a caracterstica mais importante dessa forma de executar a defesacom o BET. Observe que o BET se transforma em uma extenso do brao do agente de segurana.O crculo de proteo atinge todos os lados possveis de ataque pelo marginal. A partir da posiode guarda iremos iniciar uma seqncia de movimentos defensivos:So oito movimentos defensivos com empunhadura simples, criando um crculo de proteo emvolta do lutador: 1. Defesa alta 2. Defesa baixa 3. Defesa para dentro 4. Defesa para fora 5. Defesa diagonal superior lado forte 6. Defesa diagonal superior lado vivoContatos: [email protected] 24. www.sotai.com.br REV: JAN/20087. Defesa diagonal inferior lado forte8. Defesa diagonal inferior lado forteDefesas com Empunhadura Dupla EmpunhaduraO BET pode ser portado com as duas mos. Podemos executar quatro formas de defesa seguindo omesmo principio de criar um crculo de proteo em volta de nosso corpo. A defesa com duplaempunhadura tem maior poder de parar o ataque, porm, diminui a distncia em relao aoagressor.Observe que a mo de apoio deve ficar aberta para evitar uma leso. So tambm oito movimentos defensivos com duplaempunhadura nos mesmos ngulos anteriores:1. Defesa alta2. Defesa baixa3. Defesa para dentro4. Defesa para fora5. Defesa diagonal superior lado forte6. Defesa diagonal superior lado vivo7. Defesa diagonal inferior lado forte8. Defesa diagonal inferior lado forteDefesa CruzadaA defesa dupla utilizando os dois braos. O objetivo acelerar o movimento de ataque do adversrio com a mo viva, empurrandoem direo do basto, ou controlar o ataque, neutralizando da ameaa. Contatos: [email protected] 25. www.sotai.com.br REV: JAN/2008ATAQUESVamos tratar o conceito de ataques como tcnicas utilizadas aps a agresso do marginal o quecaracteriza uma situao de legtima defesa e numa definio mais correta que estamos na verdadeexecutando um contra-ataque. Quem ataca quer continuar atacando at acabar com seu adversrio, ocontra-ataque serve exatamente para quebrar essa seqncia possibilitando salvar a vida doprofissional de segurana.Ataques com Empunhadura SimplesOs exerccios fazem parte importante do aprendizado, desenvolvem fluidez, as habilidades fsicas eo domnio sobre a ferramenta tornando muito mais naturais os movimentos e as respostas maisinstintivas.Movimentos de CorteExerccio 1 Oito:Dois cortes em diagonal nas direes da direita para esquerda e em seguida da esquerda para a direita com sentido de cima parabaixo. Esse exerccio o primeiro que ir trabalhar a fluidez dos movimentos.Forma de praticar: Comece o movimento lentamente, aos poucos, acelere os movimentos at que eles se tornem fludos e naturais.Exerccio 2 - Oito reverso:Dois cortes em diagonal nas direes da direita para esquerda e em seguida da esquerda para a direita com sentido de baixo paracima. Contatos: [email protected] 26. www.sotai.com.br REV: JAN/2008Exerccio 3 Corte Horizontal:Dois cortes na horizontal comeando do lado forte para o lado vivo e em seguida do lado vivo para o lado forte.Exerccio 3 Corte VerticalDois cortes na vertical comeando de baixo para cima e aps de cima para baixo.Exerccio 3 - Asterisco:Oito cortes a juno de todos os movimentos anteriores, ou seja, o oito, oito reverso e o crucifixo. o melhor exerccio paraadquirir fluidez e efetividade nos golpes de corte. Contatos: [email protected] 27. www.sotai.com.br REV: JAN/2008EstocadasSo os golpes aplicados com a ponta ou a base do basto expansvel ttico, em um movimento emlinha reta.Os golpes: 1. Estocada empunhadura simples alta lado forte 2. Estocada empunhadura simples alta lado vivo 3. Estocada linha central 4. Estocada dupla empunhadura com a ponta 5. Estocada dupla empunhadura com a baseAbanicoSo os golpes que utilizam o giro do punho em um movimento rpido e inesperado. Contatos: [email protected] 28. www.sotai.com.br REV: JAN/2008TCNICAS DE CONTROLE BET um equipamento auxiliar do agente de segurana que exige treinamento adequado paraconhecer a arma, ao mesmo tempo, extrair o mximo de seu potencial. Tcnicas de controle buscamrestringir os movimentos e cessar a agresso do adversrio. A limitao do operador significautiliz-lo apenas como um mero cassetete, desferindo golpes contundentes ou traumticos. Oimportante quando falamos em tcnicas de controle, definir duas tcnicas bsicas chaves debrao ou estrangulamentos. Ambas as tcnicas tem sua eficincia atrelada ao domnio na aplicaocorreta da tcnica. No se esquea de um fato muito importante: Quanto maior a dor, maior serproporcionalmente o domnio sobre o marginal.Chaves de BraoChaves de brao procuram causar restrio de movimentos, normalmente em articulaes. Podemosfazer presso, ou torcer a articulao com intuito de imobilizar ou derrubar o agressor. A utilizaodo BET extremamente eficaz, por potencializar a fora do agente ao trabalhar alavancas e permitirum melhor domnio em razo da aplicao da fora em menor rea ao mesmo tempo em que oequipamento tem um maior nvel de dureza que o aplicado apenas com o corpo do agente desegurana.Chave de Punho N 1A tcnica causa muita dor. Podemos utiliza-la para retirar uma de dentro de um veculo: Contatos: [email protected] 29. www.sotai.com.br REV: JAN/2008Chave de Punho N 2Gire o punho no sentido horrio. Conduz ou imobiliza o marginalChave de Punho N 3 Gire o punho no sentido anti-horrio. Imobiliza ou derruba o marginalChave de Punho N 4Excelente tcnica contra uma pegada na gola. Passe o BET por cima do brao do adversrio e feche os punhos de dentro para fora e de cima para baixo. Imobiliza ou derruba o marginal.Chave de Cotovelo N 5Pressione o cotovelo do adversrio para baixo. Imobiliza ou conduz o marginal. Contatos: [email protected] 30. www.sotai.com.br REV: JAN/2008Chave L N 6 A Chave L sendo utilizada para imobilizar e conduzir o marginal. O brao no pescoo dificulta uma possibilidade de reao.Chave L N 6B Algemando no ChoAo invs de conduzir, podemos levar o marginal ao solo. Os braos ficam livres para algem-lo.Chave de Cervical N 7Ao invs de conduzir, podemos levar o marginal ao solo. Os braos ficam livres para algem-lo. Basto expansvel combinado com aparelho de choque eltrico Contatos: [email protected] 31. www.sotai.com.br REV: JAN/2008ASPECTOS LEGAISO basto expansivo no um produtor controlado e no necessita autorizao de porte para ocidado comum, porm, muitos agentes de segurana utilizam este equipamento, considerado armano letal em seu dia a dia. Os agentes de segurana devem seguir a Lei Federal 7.102/83 e sofiscalizados pela polcia federal. A Portaria 387/06 alterou e consolidou as normas aplicadas sobre asegurana privada. Foi recentemente alterada pela Portaria 515/2007-DG/DPF, que incluiu umleque de armas no letais, tais como Spray de Pimenta, Taser, Munies de Borracha (no foiincludo o basto expansvel), etc, contudo, ficou estabelecido que para utilizar estes equipamentosno letais necessrio treinamento especfico. Contatos: [email protected]