Brasil offshore 2013

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  • 2 BR A SIL OFF SHOR E MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013

    EXPEDIENTE - JORNAL DIA DA MULHER UMA PUBLICAO ANUAL Propriedade: EJORAN - Editora de Jornais, Revistas e Agncias de Notcias Sede e Parque Grfico Prprios. Rua: Benedito Peixoto, 90 Centro Maca/RJ Tel. (22) 2106-6060 - CNPJ: 29699.626/0001-10 Registrado na forma da lei Diretor Presidente: Oscar Pires Editor: Mrcio Siqueira ([email protected]) Jornalista: Mrcio Siqueira e Patrcia Lucena Edio Grfica: Weberth Freitas ([email protected]) Fotos: Wanderley Gil e Kan manhes ([email protected]) Acesse: www.odebateon.com.br E-Mail: [email protected] A direo de O DEBATE no se responsabiliza e nem endossa os conceitos emitidos por seus colaboradores

    em aes ou artigos assinados, sendo de total responsabilidade do autor. Filiado ADJORI - RJ Associao dos Diretores de Jornais do Estado do Rio de Janeiro e ADI Brasil ANJ Associao Nacional de Jornais.

    BRASIL OFFSHORE COMEA HOJE E J UM SUCESSO

    Comea hoje a stima edio da terceira maior feira de petr-leo e gs mundial, a Brasil Offshore 2013. As ex-pectativas so as melhores possveis e j movimenta di-versos setores da economia macaense, como o comrcio, restaurantes e hotis.

    Uma das principais novi-dades deste ano o fato de a Conferncia Internacional ser gratuita. A conferncia o carro-chefe da feira. Ela uma troca de informaes entre os tcnicos, que tm o poder de deciso na hora da compra. A

    feira sem a conferncia fica-ria algo vazio. Como este ano ela ser gratuita, com certeza atrair mais gente. O maior auditrio tem uma capacida-de mxima de 600 pessoas, contou Lincoln Weinhardt, se-cretrio de Desenvolvimento Econmico e Tecnolgico, du-rante uma entrevista coletiva realizada ontem (10) no Cen-tro de Convenes.

    Segundo Lincoln, a Bra-sil Offshore composta por trs pontos: a conferncia, os estandes da feira e a rodada de negcios. A conferncia onde os tcnicos debatem temas de importncia no se-tor, que neste ano falar sobre integridade. A feira a parte

    porte tenham contato com as companhias maiores. quando elas podem se conhecer e fa-zer negcios. esse bate-papo que acaba gerando os maiores negcios, disse Rodrigo.

    No entanto, Lincoln lem-brou que durante a feira nada vendido. Durante a Rodada de Negcios as empresas se apresentam e conversam so-bre contratos. Enquanto isso, a ONIP e o Sebrae questionam as empresas contratantes o quanto elas esperam consumir com os potenciais contratos. Com base nessa pesquisa che-gamos a esse valor total. Mas na realidade essa apenas uma expectativa de negcios.

    Realizada a cada dois anos,

    a Brasil Offshore registra a cada edio um novo recorde em participao de empre-sas, nmero de visitantes e, principalmente, em volume de negcios. Neste ano no ser diferente. Poder pblico e a organizao do evento acre-ditam que esta edio bater novos recordes e os negcios sero bons.

    A conferncia trar a dis-cusso necessria para os tc-nicos. Os estandes oferecero os produtos debatidos duran-te as palestras. E a Rodada de Negcios a oportunidade que as empresas tm para se conhecerem. um networking que d resultado, avaliou Lincoln.

    mais visvel e tangvel, onde as empresas expem os seus pro-dutos para potenciais consumi-dores. E a Rodada de Negcios, organizada pela ONIP e pelo Sebrae, visa inserir empresas e empreendedores no arranjo produtivo do petrleo. A Bra-sil Offshore uma integrao desses trs eventos.

    No ano passado, a Rodada de Negcios movimentou R$ 170 milhes em possveis ne-gcios. Para este ano, Rodrigo Romero, subsecretrio de In-dstria e Comrcio, acredita que haja um crescimento de 20% nesse valor.

    Essa uma oportunidade que a ONIP d para que as empresas de pequeno e mdio

    Volume de negcios gerados durante rodada deve ser 20% maior

    Lincoln Weinhardt e Rodrigo Romero falam sobre suas expectativas para a feira

    BR A SIL OFF SHOR E

    Patricia [email protected]

  • MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 3

    PARQUE CIENTFICO SER INAUGURADO DURANTE A FEIRAProjeto ser apresentado pela subsecretaria de Cincia e Tecnologia da Prefeitura de Maca

    Conhecida por sua im-portncia no setor de petrleo e gs, Maca vem aos poucos se de-senvolvendo em outras reas e mostra que um municpio com potencial. Uma das novidades que ser apresentada durante a 7 edio da Brasil Offshore o lanamento do projeto de um parque cientfico.

    Esse um projeto que ser apresentado atravs da subse-cretaria de Cincia e Tecnologia e ir integrar a universidade, a in-dstria e o poder pblico. Assim, Maca no ser apenas um local onde as pessoas trabalham, mas

    tambm uma regio onde a tec-nologia ser desenvolvida, con-tou Lincoln Weinhardt, secretrio de Desenvolvimento Econmico e Tecnolgico, durante uma cole-tiva de imprensa realizada ontem (10) no Centro de Convenes Roberto Marinho.

    O parque cientfico ser apre-sentado no dia 14 de junho, s 15h30, com uma palestra. Porm, durante todos os dias da feira, a equipe do projeto far palestras menores dentro do estande da Prefeitura de Maca para explicar os objetivos e misses do parque.

    De acordo com Lincoln, alm da rea de petrleo, tambm sero feitas pesquisas nos seg-mentos de sade e biologia. A nica definio que j temos

    com o prefeito que a operao do projeto ser feita em conjunto com a Fundao de Cincia e Tec-nologia de Maca. O local onde o projeto far suas atividades ser divulgado na feira, mas estamos com trs opes de locaes, in-

    clusive pontos mveis.Na avaliao do secretrio de

    Desenvolvimento, o parque cient-fico traz benefcios como um todo para o municpio. Maca no ser mais conhecida apenas como um lugar onde as pessoas trabalham

    com o petrleo, mas tambm uma cidade onde as pessoas criam tec-nologias para o petrleo. E essas tecnologias podero ser usadas para outras reas. Assim, o mu-nicpio comea a ter indstria que ficam na regio.

    Patricia [email protected]

  • 4 BR A SIL OFF SHOR E MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013

    COMRCIO AGUARDA FEIRA COM GRANDE EXPECTATIVA

    Comea hoje a 7 edi-o da to aguardada Feira e Conferncia da Indstria de Petrleo e Gs - Brasil Offshore. A ci-dade de Maca comemora a chegada do evento, que atrai milhares de visitantes e mo-vimenta a economia regional como um todo. Alm de regis-trar um boom na principal fonte de renda do mercado interno de Maca, a presena de representantes das empre-sas de diversos locais do Brasil e do mundo impulsiona o fatu-ramento de outros segmentos da economia macaense.

    em 2011, o evento atraiu uma visitao superior a 52 mil profissionais

    Na ltima edio, segundo dados da Organizao Nacio-nal da Indstria do Petrleo (ONIP), foram gerados aproxi-madamente R$ 170 milhes em negcios para os prximos 12 meses. Realizada a cada dois anos em Maca, base das ope-raes e responsvel por mais de 80% da explorao offshore do Brasil, em 2011, o evento atraiu uma visitao superior a 52 mil profissionais e 700 expositores, sendo 155 deles internacionais.

    Com isso, a expectativa para este ano ainda me-lhor. Acredito que neste ano a Rodada de Negcios atinja um novo recorde e fortalea ainda mais o crescimento do setor, afirmou Francisco Na-

    de Negcios deve gerar apro-ximadamente R$ 230 milhes, podendo chegar at mais.

    O comrcio tambm come-mora a chegada da feira. Grande parte dos lojistas acredita que a Brasil Offshore deve fazer com que o fluxo de pessoas aumente e, com isso, as vendas subam sig-nificativamente. Essa poca

    tima para as vendas. Geralmen-te, temos um aumento de 15% a 20% e acabamos contratando temporrios para atender a alta demanda, afirma Gil Max Silva, gerente de uma loja de calados.

    Vilma Cavalcante, subgeren-te de uma loja de roupas, espera que o movimento melhore bas-tante, j que, segundo ela, os lti-mos meses tm sido bem fracos.

    A tendncia de aumento das vendas, porque teremos mais pessoas de fora na cidade.

    A opinio de Marcia Silva, ge-rente de uma loja de cosmticos, no muito diferente. Estamos esperando ansiosamente o incio da feira, porque a expectativa que muitas pessoas venham Maca e, consequentemente,

    comprem. Com certeza a feira dar um impulso ao comrcio, que est um pouco fraco desde o incio do ano.

    Alm da Brasil Offshore, Le-liane dos Santos, vendedora de uma loja de roupas mas-culinas, lembra que os dias da feira caem na mesma semana do Dia dos Namorados, po-ca em que as vendas j cos-tumam aumentar. Esse pe-rodo deve ser timo, porque teremos o evento do petrleo, quando milhares de pessoas viro para cidade, e o Dia dos Namorados, que esperamos comear a vender bem. Pro-vavelmente, iremos contratar cerca de trs funcionrios para essa semana.

    vega, membro da Comisso Municipal da Firjan. Em sua opinio, neste ano, a Rodada

    Lojistas acreditam que vendas podem aumentar em at 20%

    Patricia [email protected]

    Comerciantes apostam no au-mento das vendas com a chegada de visitantes

  • MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 5

    ESPAO DA FEIRA FOI REFORMADO PELA PREFEITURA

    Osucesso da Brasil Offshore comea antes mesmo do evento acontecer. Isso porque a feira movimenta diversos setores do municpio, o que beneficia a populao macaense de uma forma geral. Entre as reas mais influencia-das esto: rede hoteleira, co-mrcio, restaurantes e turis-mo. No entanto, para receber milhares de visitantes durante o perodo, a cidade precisa se preparar.

    O Centro de Convenes Jornalista Roberto Marinho recebeu uma srie de aes de manuteno durante os l-timos meses. Segundo a Pre-feitura, as medidas no visam apenas a realizao da feira,

    mas tambm tm o objetivo de manter o espao pronto a receber grandes eventos.

    Entre as aes, foram feitas a recuperao dos elevado-res e dos mastros de ban-deira, recuperao de troca das grades e do muro de con-teno do estacionamento e uma preparao da rea para receber as tendas e os participantes da feira. O local tambm recebeu a reviso e a recuperao das instalaes eltricas, hidrulicas e das caixas de bombeiro. O restau-rante, a cozinha, os banheiros, o auditrio, as instalaes de ar condicionado, o pavilho dos portes e toda a estrutura da lanchonete tambm esto sendo restaurados.

    Em sua 7 edio, a Feira e Conferncia Internacional da

    em conjunto pela Reed Exhi-bitions Alcantara Machado, Instituto Brasileiro de Petrleo, Gs e Biocombustveis (IBP)

    e Sociedade de Engenheiros de Petrleo (SPE), o evento comea hoje e vai at o dia 14 de junho.

    Indstria de Petrleo e Gs j est com 90% do seu espa-o total de exposio vendi-do. Organizado e promovido

    rgo municipal afirma que aes de manuteno visam manter o local pronto para grandes eventosPatricia [email protected]

    Centro de Convenes recebeu manuteno para Brasil Offshore 2013

  • 6 BR A SIL OFF SHOR E MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013

    CAMPO DE MARLIM SUL TEM MAIOR VOLUME DE PRODUO

    ACapital Nacional do Petrleo est a todo vapor. Ontem (4), a Agncia Nacional do Petrleo, Gs Natural e Bio-combustveis (ANP) divulgou que o campo de Marlim Sul, na bacia de Campos, em Maca, registrou o maior volume de produo de petrleo e gs na-tural, com uma produo total mdia de 332,9 mil de barris de leo equivalente por dia.

    A bacia de Campos como um todo registrou uma produo de 1,699 milho de barris de

    leo equivalente por dia, re-gistrando uma participao de 79,5% na distribuio total da produo de petrleo por bacia.

    No Brasil, a produo total de petrleo foi de aproximada-mente 1,923 milhes de barris por dia e de 74,7 milhes de metros cbicos por dia de gs natural, totalizando 2,393 mi-lhes de barris de leo equiva-lente por dia. O volume de pro-duo de petrleo registrado corresponde a uma reduo de cerca de 4,9% se comparada ao mesmo perodo do ano pas-sado. J em relao a maro, houve um aumento de aproxi-madamente 3,8%.

    Ainda segundo o relatrio da ANP, a produo do pr-sal em abril foi de 295,2 mil barris por dia de petrleo e 9,9 mil metros cbicos de gs natural, totali-zando 358,6 mil barris de leo equivalente por dia. O resultado significa um aumento de 2,3% em relao ao ms anterior. Essa produo foi oriunda de 26 poos, sendo que a plata-forma localizada no campo de Marlim Sul produziu, atravs de oito poos a ela interligados, cerca de 143,7 mil barris de leo equivalente por dia, correspon-dendo a plataforma com maior produo em abril.

    Na avaliao de Francisco

    Navega, membro da Comisso Municipal da Firjan, a produ-o ainda est muito abaixo do esperado e o maior problema a demora nas licitaes das reas, o que faz com que o mercado fique muito concen-trado em apenas uma empresa.

    De acordo com a ANP, cer-ca de 97,1% da produo de petrleo e gs natural foram provenientes de campos ope-rados pela Petrobras. Pode ser que na semana que vem a Rodada de Negcios melho-re esse cenrio, mas preciso que o governo volte a tornar o Brasil atrativo. Os arranjos polticos acerca dos royalties

    e lei dos portos foram muito demorados e isso atrapalha o setor de um modo geral. No sou a favor de entregar tudo iniciativa privada, mas tambm no podemos deixar tudo a cargo do poder pbli-co, alerta Navega.

    O relatrio ainda mostra que o estado do Rio de Ja-neiro est entre os maiores produtores de petrleo e gs natural, com uma produo de 1,574 milhes de barris de leo equivalente por dia, re-presentando 71,5% do volu-me total produzido no Brasil (2,392 milhes de barris de leo equivalente por dia).

    Lojistas acreditam que vendas podem aumentar em at 20%

    Patricia [email protected]

    Cerca de 97,1% da produo de petrleo e gs natural so opera-dos pela Petrobras

  • MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 7

    PREFEITURA MONTA ESQUEMA ESPECIAL PARA O TRANSPORTE

    Desde o incio do ano, o jornal O DEBATE ve m n o t i f i c a n d o uma das maiores preocupaes da populao macaense em relao 7 edi-o da Brasil Offshore, que co-mea hoje (11) e vai at o dia 14 de junho. Principal proble-ma nas grandes metrpoles brasileiras, Maca vem en-frentando a mesma dificulda-de com os intensos trfegos pela cidade e o transporte pblico alvo de frequentes reclamaes, sem apresentar solues concretas.

    Para tentar melhorar a si-tuao, a Coordenadoria de Projetos e Fiscalizao de Trnsito, da Secretaria de

    Mobilidade Urbana, definiu o traado que os nibus de fre-tamento faro das empresas offshore, nos polos de Imbo-assica e Novo Cavaleiros, at o Centro de Convenes, du-rante os quatro dias da feira.

    Com isso, os funcionrios das empresas que atuam no Parque de Tubos e imediaes no precisaro utilizar auto-mveis individuais para che-gar at a feira, desafogando assim o trnsito da cidade.

    Segundo a Prefeitura, eles tero acesso por linhas diretas de nibus fretados pelas empre-sas das 14h s 22h. Alm disso, a organizao do evento tambm disponibilizar nibus executivos gratuitos para os participantes credenciados em pontos prxi-mos aos hotis oficiais.

    Para facilitar o transporte

    dois anos em Maca, base das operaes e responsvel por mais de 80% da explorao offshore do Brasil, em 2011, o

    evento atraiu uma visitao superior a 52 mil profissionais e 700 expositores, sendo 155 deles internacionais.

    dos visitantes que no tero nibus fretados pelas empre-sas, o Sistema Integrado de Transporte (SIT) informou que ir operar nos quatro dias da feira com 73 coletivos e uma frequncia de cinco minutos passando em frente ao evento e no sentido Centro da cida-de. Sero dois nibus por hora fazendo Central X Evento di-reto, alm dos coletivos que normalmente j fazem este itinerrio. Os nibus estaro identificados com a placa para a Brasil Offshore, visando faci-litar a vida dos usurios.

    Na ltima edio, segundo dados da Organizao Nacio-nal da Indstria do Petrleo (ONIP), foram gerados apro-ximadamente R$ 170 milhes em negcios para os prximos 12 meses. Realizada a cada

    No ano passado, feira atraiu mais de 52 mil pessoas ao municpioPatricia [email protected]

    nibus fretados pelas empresas e 73 coletivos da SIT devem desafogar o trnsito

  • 8 BR A SIL OFF SHOR E MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013

    TEMA INTEGRIDADE VISA CONSCIENTIZAR PROFISSIONAIS

    No primeiro dia da 7 edi-o da Brasil Offshore, mais uma novidade alimenta as discus-ses e gera ainda mais expecta-tiva. Neste ano, a Conferncia Internacional, organizada pela Society of Petroleum Engineers (SPE) e pelo Instituto Brasileiro de Petrleo, Gs e Combustveis (IBP), que comea amanh (12), ser gratuita para os tcnicos que se cadastrarem no site da feira. Nas ltimas edies, a par-ticipao na conferncia custava cerca de R$ 2 mil.

    Segundo Igor Tavares, di-retor do evento, nos ltimos anos a Brasil Offshore pas-sou por um processo de in-ternacionalizao. Isto , foi adquirida por uma empresa multinacional, o grupo Reed Exhibitions Alcantara Macha-do, que organiza uma srie de eventos ao redor do mundo no

    segmento de explorao e pro-duo, entre eles a Offshore Europe, em Aberdeen, na Es-ccia. Desde essa mudana, a feira ampliou o seu alcance e passou a conquistar mais espao, em nvel nacional e internacional. As conferncias realizadas na Offshore Euro-pe, por exemplo, so gratui-tas. Assim, a Brasil Offshore neste ano tambm passou a adotar o mesmo modelo que os principais eventos mundiais do calendrio de feiras petr-leo e gs.

    Na avaliao de Lincoln Weinhardt, secretrio de De-senvolvimento Econmico e Tecnolgico, o fato de a confe-rncia ter tornado-se gratuita tem o objetivo de movimen-tar mais a discusso tcnica, valorizando os palestrantes e ampliando mais o debate.

    Nas ltimas edies, as salas da conferncia ficavam vazias, porque o preo para participar

    participantes das principais empresas e entidades do seg-mento, que se preocuparam em estabelecer um frum de alto nvel para contribuir com o desenvolvimento das ativi-dades de explorao e produ-o no pas, acrescentou.

    Segundo Lincoln, o tema integridade est relacionado a todo o complexo do sistema de produo, desde a parte da perfurao do poo at a superfcie, na plataforma.

    Essa uma discusso impor-tante no apenas nos cam-pos brasileiros, mas tambm nos internacionais. preciso debater sobre os trs nveis (poo, poo e plataforma e su-perfcie) da explorao e pro-duo. preciso conscientizar as empresas para manterem a produo com respeito ao meio ambiente e segurana para os trabalhadores. Os po-os devem durar anos e isso vale para todo o mundo que

    produz petrleo.A Conferncia acontece

    nos dias 12, 13 e 14 de junho e abranger as trs camadas da explorao e produo: no primeiro dia, ser discutido o processo do poo ao reser-vatrio; no segundo dia, do poo plataforma (o proces-so dentro dgua, o chamado subsea); e no terceiro dia, o processo acima da gua (pla-taforma, planta e processos

    - o top side). Alm disso, o secretrio

    destaca que os produtos ex-postos na feira estaro rela-cionados com as discusses na Conferncia. Os exposi-tores vo apresentar equipa-mentos e tecnologias que so solues para os temas deba-tidos, afirmou Igor.

    A programao e o creden-ciamento para a Brasil Offsho-re e para a Conferncia Inter-nacional esto disponveis no site: www.brasiloffshore.com.

    era muito alto. A conferncia credita a Brasil Offshore, pois a feira no pode ser apenas os estandes com os produtos, mas deve haver tambm uma discusso em torno dos as-suntos tcnicos que norteiam todo o sistema de produo. extremamente importante juntar os tcnicos com poder de deciso para debater.

    Igor ainda avalia que a importncia da Conferncia se multiplica a cada edio, pois o nico lugar onde engenheiros, tcnicos e pro-fissionais que atuam neste mercado podem agregar prticas, atravs da exposi-o e teoria.

    Nesta edio, o tema da Conferncia ser a questo da integridade nas opera-es offshore. Igor explicou que este um dos principais temas de discusso do setor.

    A grade do evento foi ela-borada por um comit com

    Conferncia nesta edio ser gratuita e pretende movimentar o debate tcnico

    Patricia [email protected]

  • MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 9

  • 10 BR A SIL OFF SHOR E MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013

    FEIR

    A B

    RA

    SIL

    OFF

    SHO

    RE

  • 12 BR A SIL OFF SHOR E MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013

  • MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 13

  • 14 BR A SIL OFF SHOR E MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013

    PORTO DE R$ 1,5 BILHO ATENDER DEMANDA OFFSHORE

    Ao conhecer o projeto conceitual do Terminal Logstico de Maca, e acompanhar a defesa e o empenho da equipe do go-verno municipal em consolidar a construo de um novo porto em Maca, proposta considera-da como prioridade para a nova gesto da cidade, a Comisso Municipal da Firjan apresentou

    chancela em apoio a viabiliza-o do terminal martimo que pode gerar investimentos de mais de R$ 1,5 bilho, ocupando uma rea de cerca de 400 mil metros quadrados situada no So Jos do Barreto.

    O posicionamento favorvel ao projeto, assim como o seu potencial em atender as de-mandas atuais da indstria do petrleo, tambm garantiram

    ao projeto um olhar positivo de representantes de instituies como a Rede-Petro que, ao lado de membros da IADC (Interna-tional Association of Drilling Contractors), acompanharam a apresentao do projeto con-ceitual do porto, feita por repre-sentantes da Queiroz Galvo Desenvolvimentos de Negcios, empresa responsvel por cons-truir o terminal martimo.

    Contando com a participao do prefeito Dr. Aluzio Jnior (PV), do vice-prefeito Danilo Funke (PT), do vereador Chico Machado (PMDB), a apresen-tao ocorreu durante a reunio de maio da Comisso da Firjan.

    Principal ponto discutido no encontro, o projeto conceitual apresentou dados sobre as di-menses do terminal logstico, que prev a construo de uma pista de 1.650 metros de exten-so que dar acesso platafor-

    atendimento s demais empre-sas que atuam na explorao e produo de petrleo em reservas da Bacia de Campos, tambm foi destacada e ser contemplada pelo projeto final.

    Ao fazer a apresentao da equipe da Queiroz Galvo, o secretrio municipal de Desen-volvimento Econmico, Lincoln Weinhardt, afirmou que o pro-jeto tem como objetivo atender o crescimento da principal ati-vidade econmica do municpio.

    Nmeros relativos ao Plano de Negcios e Gesto da Pe-trobras, atravs da implantao dos investimentos de mais de US$ 230 bilhes, que vai ampliar a explorao de petrleo, tam-bm foram apontados, como de-fesa para viabilizao do porto.

    Atualmente, de toda a de-manda do Parque dos Tubos, base da Petrobras, 30% aten-dida pelo Porto de Imbetiba e

    70% segue para outros termi-nais da regio, apontou Lincoln.

    A necessidade de preparao do municpio para atender as demandas do porto tambm foi apontada pelos representantes da Queiroz Galvo.

    De acordo com o prefeito, a implantao de um novo arco virio, para atender a regio Norte do municpio, est sen-do planejada.

    Ao falar em nome do conse-lho, o presidente da Comisso Municipal da Firjan, Evandro Esteves, defendeu a importn-cia do projeto, ressaltando a ne-cessidade do cumprimento de prazos para que o porto se torne vivel demanda da cidade.

    Iniciamos hoje uma aposta ao projeto, desde que todos os prazos relativos a consolidao do projeto sejam cumpridos e respeitados. No h mais como esperar, disse Evandro.

    ma de 90 mil metros quadrados, onde sero implantados os 14 beros para ancoragem das embarcaes que atenderam as demandas logsticas (transporte de materiais) utilizados por uni-dades de explorao e produo situadas na Bacia de Campos.

    Questes relativas ao deslo-camento de containers e o em-barque e desembarque de profis-sionais que atuam nas unidades, foram questionadas por mem-bros do conselho. Segundo os re-presentantes da Queiroz Galvo, o modelo do porto apresentado dever sofrer modificaes, de acordo com os apontamentos feitos pelos empresrios e por membros do governo municipal.

    O interesse da Petrobras, principal empresa petrolfera em atuao no pas, em operar no novo porto ficou evidente durante a apresentao.

    Porm, a necessidade de

    Firjan garantiu aposta proposta, desde que os prazos do projeto final do Terminal Logstico sejam cumpridos

    Mrcio [email protected]

    Empresrios que atuam na cadeia produtiva do petrleo conheceram pro-jeto conceitual do terminal logstico do Barreto

  • MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 15

    PORTO DE R$ 1,5 BILHO ATENDER DEMANDA OFFSHORE

    PREFEITO AFIRMA QUE PORTO FAZ PARTE DE OBRAS DO MACROPLAM

    Ao encerrar ontem a reu-nio de maio da Comis-so Municipal da Firjan, o prefeito Dr. Aluzio Jnior (PV) reafirmou que o Terminal Logstico de Maca (Terlom) uma das prioridades para o governo.

    Apesar das discusses re-lativas a diviso das bases de operao do porto, entre as empresas petrolferas que atu-am na Bacia de Campos, em especial a Petrobras, o lder do poder executivo afirmou que o terminal martimo faz parte do planejamento desenvolvido pelo governo para preparar a cidade para a expanso futura da inds-tria do petrleo.

    O Terlom um projeto de

    governo, conduzido pelo gabi-nete do prefeito, que faz parte de um conjunto de obras, o Ma-croplam, que exigir recursos bilionrios, propostas que se-ro apresentadas aos membros da Firjan na prxima reunio. A Prefeitura entende que a inds-tria do petrleo maior que a Petrobras, a matriarca de todas as empresas ligadas ao setor. Porm, o porto estratgico para Maca, afirmou.

    Ao anunciar a apresentao do Macroplam, lista de proje-tos que esto sendo planejados pela nova gesto, para atender a demandas de setores como mo-bilidade urbana e infraestrutura, o prefeito reafirmou que a cons-truo do porto essencial para que Maca continue a viver a era do petrleo.

    Precisamos sim diversificar

    a economia da cidade, porm, Maca deve viver a era do pe-trleo, que vai movimentar a ci-dade ainda por vrias dcadas. O municpio precisa tambm pagar a dvida social gerada nesse perodo, o foco do nosso governo, apontou.

    O lder do executivo ressaltou a importncia da participao das empresas que integram a indstria do petrleo na discus-so do projeto que vai viabilizar a construo do porto. Ele afirmou ainda que a indstria offshore tambm tem papel fundamen-tal no planejamento da cidade.

    Discutir o planejamento do porto fundamental para esse processo. A indstria do petrleo precisa se posicionar, afirmando que a aplicao desses recursos necessria para que o Terlom acontea, declarou.

    Terlom est inserido na lista de projetos que sero apresentados pelo executivo no prximo msMrcio [email protected]

    COMISSO.......................................Dr. Aluzio (PV) anunciou a criao da Comisso, integrada pela Comisso da Firjan, Conselho Regional de Engenharia e Arqui-tetura (CREA) e pela 15 subseo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que atuar no acompanhamento de todos os pro-cesso de licenciamento realizado pela Prefeitura.

    Prefeito afirmou que projeto conduzido pelo seu gabinete

  • 16 BR A SIL OFF SHOR E MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013

  • MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 17

  • 18 BR A SIL OFF SHOR E MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013

    PRODUO DO PETRLEO REGISTRA AUMENTO, MAS AINDA PREOCUPA

    Aps registrar em mar-o uma queda na pro-duo, a Petrobras di-vulgou que em abril a produo de petrleo teve um amento de 4,2% em relao ao ms anterior, totalizado uma m-dia de 1,924 milho de barris por dia. Includa a parcela operada pela empresa para seus parcei-ros, a produo no Brasil foi de 1,982 milho de barris por dia. Porm, a notcia no to boa quanto possa parecer.

    A produo total, consi-derando o petrleo mais o gs natural, produzida pela empresa em campos nacio-nais somou 2,316 milhes de barris de leo equivalente por dia em abril, um acrscimo de 3% na comparao com o ms anterior. Somando pro-

    duo da empresa no exterior, o volume total de leo mais gs natural produzido pela Petrobras atingiu uma mdia de 2,552 milhes de barris de leo equivalente por dia, o que corresponde a um aumento de 2,6% sobre a produo total de maro.

    Na avaliao de Francisco Navega, membro da Comisso Municipal da Firjan, apesar do aumento registrado em abril, a produo ainda est muito abaixo do previsto no Plano de Negcios da Petrobras. De acor-do com o plano, a produo hoje deveria estar em 3 milhes de barris de leo equivalente por dia, mas em abril eles registra-ram 2,5 milhes de barris.

    De acordo com a Petrobras, o aumento da produo resulta-do, principalmente, do retorno operao de algumas platafor-mas na Bacia de Campos, que

    gs natural dos campos da com-panhia no Brasil, a Petrobras in-formou que alcanou um total de 62,424 milhes de metros cbi-cos por dia, volume 1,2 milho abaixo do realizado em maro. A produo total de gs no Bra-sil, includa a parte operada pela empresa para seus parceiros, foi de 66 milhes 543 mil metros cbicos por dia.

    O decrscimo registrado na produo de gs natural, se-gundo a Petrobras, decorreu da parada programada para manu-teno da Unidade de Produo de Gs Natural Vandemir Ferrei-ra, na Bahia, entre os dias 5 e 25 de abril. Essa unidade processa o gs do campo de Manati, em que a Petrobras tem 35% de participao, diante de 65% dos seus parceiros.

    Segundo Navega, o maior pro-blema a demora nas licitaes das reas e a grande concentra-

    o de uma empresa no merca-do petrolfero. Pode ser que na semana que vem a Rodada de Negcios melhore esse cenrio, mas preciso que o governo vol-te a tornar o Brasil atrativo. Os arranjos polticos acerca dos royalties e lei dos portos foram muito demorados e isso atra-palha o setor de um modo geral. No sou a favor de entregar tudo iniciativa privada, mas tambm no podemos deixar tudo a car-go do poder pblico.

    Navega ainda alertou que a Agncia Nacional do Petrleo, Gs Natural e Biocombustveis (ANP) j se deu conta que essa concentrao de mercado pre-judica o setor de uma maneira geral. preciso que o Brasil volte a atrair investimentos como antes. O governo precisa acelerar os processos em todos os setores da economia, e no apenas do petrleo.

    estavam em parada programada em maro. Alm disso, a esta-tal acredita que o crescimento aconteceu devido ao aumento do volume produzido pela pla-taforma da cidade de Itaja, no campo de Bana, na Bacia de Campos. As paradas programa-das mais relevantes no ms de abril ocorreram na plataforma do Esprito Santo, no Parque das Conchas, operado pela Shell, e na plataforma do Brasil no Campo de Roncador.

    A empresa ainda destacou a contribuio crescente das reas do pr-sal que tem se somado aos resultados consolidados da produo. No dia 17 de abril a produo do pr-sal bateu novo recorde, chegando a 311 mil bar-ris de petrleo. Alm do recorde dirio, a companhia atingiu, no pr-sal, recorde mensal de 293,8 mil barris por dia.

    J em relao produo de

    Segundo Francisco Navega, da Firjan, volume produzido ainda est muito abaixo do previsto no Plano de Negcios

    Patricia [email protected]

    Volume total de leo mais gs natural produzi-do pela Petrobras soma 2,552 milhes de barris de leo equivalente por dia

  • MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 19

    PRODUO DO PETRLEO REGISTRA AUMENTO, MAS AINDA PREOCUPA

    PLANO DIRETOR DA BACIA DE CAMPOS: RECUPERAO DA EFICINCIA DE UNIDADES

    Em meio ao processo de evoluo do volume de produo de petrleo, a Bacia de Campos se pre-para para colocar em prtica um procedimento considerado como essencial para se garantir o nvel satisfatrio de eficincia de unidades e sistemas de pro-duo implantados na regio considerada como a mais antiga da UO-BC.

    Atravs do aporte de US$ 5,6 bilhes, recursos anunciados no ano passado, a Petrobras apre-sentou a implantao do Plano Diretor da Bacia de Campos, projeto desenvolvido desde o ano passado e que dever atin-gir o seu pice de manuteno de poos e sistemas submarinos.

    Depois de 35 anos exploran-do e explotando nesta Bacia, com sistemas ficando antigos, ns resolvemos parar para estudar em todos os reserva-trios, em todas as unidades de forma integrada. Estamos com uma projeo de mdio e longo prazo, chamado Plano Diretor da Bacia de Campos, onde estamos olhando para a vida til de todos os nossos sistemas, explicou Joelson Falco Mendes, gerente geral da Unidade de Operaes da Bacia de Campos.

    Atravs do plano, a compa-nhia visa recuperar o nvel satis-fatrio de eficincia das unida-des e sistemas de produo que desenvolve, h 35 anos, um dos principais papis de sustentao e ampliao da capacidade da Petrobras em gerar riquezas e fluxo de caixa.

    Temos hoje plataformas produzindo com 35 anos, e poos com essa mesma idade. Estamos olhando de forma in-tegrada para toda a Bacia de Campos geolgica. E em um trabalho de mdio e longo prazo, estamos pensando em quais sero as plataformas que iremos substituir em 2018, 2020, 2025. Estamos fazendo este trabalho pensando em toda a infraestrutura da Bacia

    de Campos. Este no um tra-balho de recursos e de forma imediata. o que chamamos de estruturante, acrescentou Joelson Falco.

    Apesar de buscar resultados a mdio e a longo prazo, a implan-tao do Plano Diretor garante a realizao de um procedimento considerado novo pela Petrobras, que rev as prioridades de apli-cao de recursos, buscando a elevao da curva de produo.

    Recentemente, no incio deste ano, percebemos que uma poro, a mais antiga, da Bacia de Campos, a que estou gerenciando, que tem plata-formas sistemas que esto variando entre 13 anos a 35 anos, que est com um nvel de eficincia operacional abai-xo do que a gente entende que deve ser. Entre vrias razes, a principal delas que se acaba levando muito tempo para co-locar recursos de manuteno em poos e sistemas subma-rinos quando tem um proble-ma. Temos uma carteira muito grande de coisas a serem fei-tas, e evidentemente acaba se priorizando aquilo que garanti-r um retorno imediato, expli-cou o gerente geral da UO-BC.

    Ao propor a reestruturao de unidades de produo, o Plano Diretor da Bacia de Campos garantir a realizao de novas contrataes de equipamentos e servios, movimentando tam-bm outros setores ligados a indstria do petrleo.

    Queremos diminuir o tem-po entre intervenes, que sejamos mais rpidos, e isso faz com que tenhamos alguns equipamentos disponveis e determinados servios de forma mais rpida. A partir de 2013 teremos um aporte maior de recursos como um todo, e um nvel maior de ma-nuteno em nossos poos e sistemas submarinos. Isso re-flete na contratao de mais unidades de manuteno e segurana, e tudo que envolve essas questes. Ou seja, sero mais servios que estaro sen-do contratados como um todo, garantiu Joelson.

    Dispndio de US$ 5,6 bilhes garantir manuteno de unidades e sistemas de produo

    Mrcio [email protected]

    Investimentos devem atrair empresas nacionais e estrangeiras para Maca

  • 20 BR A SIL OFF SHOR E MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013

    NOVOTEL: MELHOR OPO DE INVESTIMENTO EM MACA

    Investir na rede hoteleira de Maca pode ser um timo negcio porque soma a se-gurana de ser dono de um imvel em uma cidade em ex-panso a ganhos superiores s aplicaes no mercado financei-ro. Um investimento hoteleiro seguro, no entanto, depende de fatores como a localizao, a fora da bandeira do hotel, a operadora que ir administr-lo, a solidez da incorporadora e da construtora e um contrato que d segurana ao investidor no mdio e no lon-go prazos. Outro fator crucial a escolha de um empreendimento adequado demanda local.

    Por reunir todos esses dife-renciais, o Novotel Maca, que est sendo lanado durante a fei-ra Brasil Offshore 2013, pode ser considerado a melhor opo de investimento no segmento ho-teleiro da cidade. As obras do Novotel Maca comeam neste segundo semestre, com previso de trmino no segundo semestre de 2015. Por contar com uma

    populao flutuante superior a 30% da populao residente, Maca ainda possui grande d-ficit de unidades hoteleiras/dia. E esse dficit crescente, ressalta Janio Valeriano, diretor da Maio Empreendimentos, incorporado-ra do Novotel Maca e parceira da Accor h 15 anos.

    Para se ter ideia de como o investimento pode ser interes-sante, nos cinco empreendimen-tos hoteleiros da parceria Maio/Accor j entregues e em funcio-namento, a taxa de ocupao mensal variou entre 77% e 90% em 2012. A rentabilidade lquida, j deduzidos os impostos, variou entre 10% e 16% sobre o valor do investimento realizado pelo investidor, atualizado pelo IGPM. Para o Novotel Maca, destaca Jnio, a projeo tambm de tima rentabilidade em razo das altas taxas de ocupao esperadas. E o investidor ainda se beneficiar com a crescente valorizao imobiliria na regio.

    Deve-se considerar, ainda, que

    O Novotel a marca de ho-tis de categoria superior no portflio do Grupo Accor. So aproximadamente 400 hotis e resorts em 60 pases, locali-zados nas principais cidades do mundo, de regies de negcios a destinos tursticos.

    Em Maca, o Novotel est estrategicamente localizado na Avenida Nossa Senhora da Glria, a uma quadra da Praia dos Cavaleiros. Trata-se do local preferido dos executivos, empresrios e profissionais que passam a semana em Maca a trabalho para fechar negcios ou visitar empresas.

    So 197 apartamentos de ca-tegoria superior, com o objetivo de atender exatamente a esse pblico proveniente do intenso fluxo de negcios que o mercado de petrleo e gs trouxe para a ci-dade. O investidor participar dos resultados das receitas provenien-tes de hospedagem e tambm do centro de eventos, do restaurante e bar abertos ao pblico.

    Com quase 40 anos de atu-ao, o Grupo mineiro Maio/Paranasa uma referncia no segmento da construo civil brasileira. A construtora Para-nasa est presente em obras industriais e atua na execuo de edificaes comerciais e residenciais, shopping centers, flats e hotis. So mais de 300 obras concludas, com elevados padres de qualidade.

    A Maio Empreendimentos atua h 15 anos prospectando, desenvolvendo e construindo hotis de sucesso em parceria com a Hotelaria Accor Brasil. A Accor e o Grupo Maio/Paranasa, juntos, foram responsveis por sete hotis em Minas Gerais das bandeiras Mercure, Ibis e Ibis Budget, alm do Ibis Itabora, no Rio de Janeiro. Outros seis empreendimentos da parceria esto em fase de construo, somando um investimento de R$ 500 milhes, entre os quais o primeiro Novotel de Belo Hori-zonte, o Novotel Savassi..

    o investidor do Novotel ir contar com uma gesto profissional de primeira linha realizada por uma organizao do porte da Ac-cor, lder mundial em operao hoteleira e lder de mercado na Europa. A Rede est presente em 92 pases com aproximadamente 3.500 hotis e 450 mil quartos.

    O modelo de contrato o de condo-hotel - formatao jurdico-operacional, atravs da qual o investidor poder adquirir uma ou mais unidades (aparta-mentos do hotel) em um em-preendimento hoteleiro. O em-preendedor assume o papel de

    Scio Ostensivo das sociedades de investidores constitudas para cada hotel, fazendo a interface com os investidores e com o operador (Accor), responsabili-zando-se pelo acompanhamento gerencial do desempenho do em-preendimento. Tudo para que o investidor possa desfrutar dos benefcios de seu investimento com tranquilidade, comodidade e segurana, destaca Janio.

    Empreendimento, lanado durante a Brasil Offshore, incorporado e construdo por grupo mineiro que est no mercado h quase 40 anos

    Empreendimento se destaca como principal investimento na rede hoteleira da cidade

  • MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 21

    ACIM, CDL E MACA CVB JUNTOS NA BRASIL OFFSHORE

    Oterceiro maior even-to de Petrleo e Gs do mundo contar com a presena das principais instituies com-prometidas com o desenvol-vimento econmico de Maca, em todas as suas vertentes. Unindo foras, a Associao Comercial e Industrial de Maca (ACIM), a Cmara de Dirigentes Lojistas (CDL), e o Maca Convention & Visitors Bureau, divulgaro suas aes na Brasil Offshore no estande de nmero 75, localizado na tenda 1, rua L.

    A Feira e Conferncia In-ternacional ser realizada no Centro de Convenes Jorna-lista Roberto Marinho (Maca Centro), das 14h s 22h, e reuni-

    r mais de 700 expositores, in-cluindo as grandes empresas do setor Offshore, como Petrobras, National Oilwell Varco, Schlum-berger, entre outras. Alm do estande, a ACIM realizar uma apresentao sobre sua atua-o e importncia na cidade durante o evento, Aes que integram empresa e Municpio, no dia 11, s 17 horas.

    O evento est sendo pro-movido pela Prefeitura de Ma-ca, atravs da secretaria de Desenvolvimento Econmico e Tecnolgico, subsecretaria de Indstria e Comrcio e do Fundo Municipal de De-senvolvimento Econmico (FUMDEC), e acontecer no Auditrio Maca, do Centro de Convenes. muito im-

    portante termos este espao para apresentarmos nossas aes e mostrar a importncia da ACIM para Maca. Nosso objetivo representar a classe empresarial como um todo e a Brasil Offshore um evento importante para toda a cida-de. No podemos deixar de participar, declarou Evandro Cunha, presidente da ACIM.

    O encontro contar, ainda, com apresentaes do Sistema FIRJAN, Rede Petro - Bacia de Campos, Fecomrcio, SEBRAE, AgeRio, Garantinorte (SGC) e da Petrobras. O empresrio que estiver presente vai poder se informar a respeito de todos os mecanismos que ele tem para desenvolver o seu negcio, acrescentou Evandro.

    Instituies que representam o setor empresarial estaro presentes na terceira maior feira da indstria do petrleo do Brasil

    Membros das instituies apontaram o potencial da stima edio da feira

  • 22 BR A SIL OFF SHOR E MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013

    PREFEITURA GARANTE TRANQUILIDADE NO TRNSITO DURANTE A FEIRA

    Comea hoje a sti-ma edio da Brasil Offshore e uma das maiores preocupa-es da populao em rela-o situao do trnsito da cidade, que em dias normais j bastante intenso. Com obras espalhadas por todo o municpio, os macaenses te-mem que os trajetos durem ainda mais tempo.

    Vamos solicitar que as obras parem durante os dias da feira para evitar maiores problemas com os visitantes. Alm disso, estaremos com 65 agentes de trnsito estra-

    tegicamente direcionados nas vias de acesso, para esclare-cer as dvidas dos usurios e gui-los para as melhores ro-tas. Pedimos tambm que os motoristas utilizem as vias de contornos, como a Linha Azul e Verde, evitando assim o fluxo intenso no Centro da cidade, disse o diretor de trnsito da Prefeitura de Maca, Antnio Claudio Marques.

    Em relao ao transporte, Antnio Claudio acredita que o pblico de modo geral no usurio do transporte co-letivo, mas informou que ha-ver um total de 120 nibus, distribudos em quatro linhas que sairo de diversos bairros para o Centro de Convenes.

    Tecnolgico. Durante os cinco primeiros

    meses do ano, a Prefeitura de Maca efetuou reparos e consertos no Centro de Con-venes Roberto Marinho, onde est sendo realizada a feira. Foram feitas todas as adequaes necessrias na rea de infraestrutura, como o sistema de abastecimento de gua e de coleta de esgoto, reviso da rede eltrica, da es-trutura para rede de internet e do maquinrio do restaurante. Alm disso, foram realizados trabalhos de acabamento e adaptaes estticas, como pintura das grades externas e local interno de um modo geral.

    A Defesa Civil e o Corpo

    de Bombeiros j realizaram a vistoria de deram autorizao final. As vistorias foram feitas h duas semanas e o Centro est pronto para receber os ex-positores e visitantes, disse Luciano Castilhos, coordena-dor da Defesa Civil.

    Segundo Luciano, duas ambulncias e dois postos mdicos mveis ficaro no Centro de Convenes, alm dos postos de apoio. Tam-bm poderemos contas com as Unidades de Pronto Aten-dimento (UPAs) e do Corpo de Bombeiros, que ficam bem prximas ao local da feira. A questo de segurana est bem resolvida e os usurios podem ficar tranquilos.

    Alm disso, a organizadora do evento est colocando nibus para as empresas trazerem seus funcionrios, desestimu-lando assim o uso do veculo individual. Tambm iremos disponibilizar um ponto de txi nas dependncias do Centro de Convenes, facilitando o acesso ao usurio.

    Para o visitante que optar por usar seu prprio veculo, o valor do estacionamento ser de R$ 40 a diria. Mas aque-le que sabe que vir todos os dias, pode pagar os R$ 40 no primeiro dia e fechar o pacote para os outros trs dias por mais R$ 40, afirmou Lincoln Weinhardt, secretrio de De-senvolvimento Econmico e

    Cidade contar com 65 agentes estrategicamente direcionados nas principais vias de acesso

    Patricia [email protected]

    Trnsito e segurana esto garantidos para a stima edio da feira

  • MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 23

    PREFEITURA GARANTE TRANQUILIDADE NO TRNSITO DURANTE A FEIRA

    Patricia [email protected]

    PETROBRAS GARANTE INVESTI-MENTO DE US$ 236,7 BILHES

    Em abril, a Petrobras apresentou o Plano de Negcios e Gesto 2013-2017 para investi-dores, empresrios e profissio-nais do setor. De acordo com a companhia, a previso de que, at 2017, sejam produzidos mais de 1 milho de barris de petrleo s na parte do pr-sal. Para isso, no total, sero inves-tidos US$ 236,7 bilhes (US$ 207,1 bilhes para projetos em implantao). A rea de explo-rao e produo receber US$ 147,5 bilhes, principalmente para desenvolver o pr-sal e a cesso onerosa. O setor de abastecimento outro desta-que do plano, com investimen-tos de US$ 64,8 bilhes para a ampliao do parque de refine, melhorias operacionais, petro-qumica, entre outros.

    Para atingir tais metas, a Petrobras informou que ter o suporte de planos como o Programa de Aumento da Efici-ncia Operacional da Bacia de Campos (Proef), o Programa de Otimizao de Custos Ope-racionais (Procop); o Programa de Desinvestimento (Prodesin), o Programa de Otimizao de

    Infraestrutura Logstica (Infra-log) e o Programa de Reduo de Custos de Poos (PRC-Poo).

    Para este ano, a expectativa que a produo fique em torno de 2.022 milhes de barris por dia, com oscilao de 2% para cima ou para baixo. A partir do segundo semestre deste ano, sete novos sis-temas entraro em produo. Em 2017, a previso que a produo seja de 2,75 milhes de barris por dia, e alcance 4,2 milhes em 2020.

    Os apontam projees posi-tivas tambm para a ampliao da produo de petrleo, que correspondero a cerca de 69% do total dos investimentos, dire-cionados principalmente s ati-vidades desenvolvidas na Bacia de Campos, que correspondem a 95% do total do volume de petr-leo extrado nos poos do ps-sal.

    Cerca de US$ 200 bilhes es-timados pelo Plano de Negcios sero aplicados em projetos j em implantao. J aproximada-mente US$ 30 bilhes iro custe-ar projetos em fase de aprovao.

    A previso que cerca de US$ 2,8 bilhes sero destinados para a explorao e produo de petr-leo, que possui o maior ritmo na Bacia de Campos atualmente.

    Cerca de 19% dos recursos sero utilizados no processo de descoberta de novos poos.

    At 2017, mais de 1 milho de barris de petrleo devem ser produzidos no pr-sal

    At 2017, Petrobras planeja investir US$ 236, 7 bilhes

  • 24 BR A SIL OFF SHOR E MACA, TERA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013