Brasil offshore sexta

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  • 2 BR A SIL OFF SHOR E MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013

    EXPEDIENTE - JORNAL BRASIL OFFSHORE UMA PUBLICAO ANUAL Propriedade: EJORAN - Editora de Jornais, Revistas e Agncias de Notcias Sede e Parque Grfico Prprios. Rua: Be-nedito Peixoto, 90 Centro Maca/RJ Tel. (22) 2106-6060 - CNPJ: 29699.626/0001-10 Registrado na forma da lei Diretor Presidente: Oscar Pires Editor: Mrcio Siqueira ([email protected]) Jornalista: Mrcio Siqueira e Patrcia Lucena Edio Grfica: Weberth Freitas ([email protected]) Fotos: Wanderley Gil , Kan manhes e Marianna Fontes ([email protected]) Acesse: www.odebateon.com.br E-Mail: [email protected] A direo de O DEBATE no se responsabiliza e nem endossa os conceitos emitidos por seus colabo-

    radores em aes ou artigos assinados, sendo de total responsabilidade do autor. Filiado ADJORI - RJ Associao dos Diretores de Jornais do Estado do Rio de Janeiro e ADI Brasil ANJ Associao Nacional de Jornais.

    BR A SIL OFF SHOR E

    CONFIRA ONDE COMER BEM EM MACA

    Ast ima edio da Brasil Offshore atraiu milhares de visitan-tes cidade. Aps as 21h30, o movimento dos res-taurantes em todo o municpio intenso. Por isso, uma dica reservar com antecedncia para no ficar horas na fila.

    DURVALTipo: pizza, carnes e frutos

    do marEndereo: Av. Atlntica,

    2534 - CavaleirosTelefone: (22) 2773-3015

    GALOPETipo: churrasco, japons e

    frutos do marEndereo: Rod. Amaral Pei-

    xoto, Km 167Telefone: (22) 2773-6221

    ILHOTE SUL

    Tipo: frutos do mar, carnes e pizza

    Endereo: Av. Atlntica, 2620 - Cavaleiros

    Telefone: (22) 2773-4402

    LUCCA RISTORANTETipo: comida italiana, fru-

    tos do mar e vinhosEndereo: Av. Atlntica,

    2910 - CavaleirosTelefone: (22) 2773-3736

    SANSAITipo: japonsEndereo: Av. Atlntica,

    1738 - CavaleirosTelefone: (22) 2757- 1319

    MARISCOSTipo: japons, frutos do

    mar e comida brasileiraEndereo: Av. Atlntica,

    2400 - CavaleirosTelefone: (22) 2773- 3060

    Polo Gastronmico acredita que faturamento cresa entre 40% e 50%Marianna [email protected]

    Restaurantes comemo-ram movimento durante

    Brasil Offshore

    SEU ADONIASTipo: carnes e comida mineiraEndereo: Av. Atlntica,

    2690 - CavaleirosTelefone: (22) 2773-5499

    LA FAZENDINHA

    Tipo: pizzas e vinhosEndereo: Av. Atlntica,

    972 - CavaleirosTelefone: (22) 2762-1335

  • MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 3

    PORTO DE R$ 1,5 BILHO SEGUE PARA ANLISE NA ANTAQProjeto pode estar entre os registrados nos ltimos dias junto a Agncia Nacional de Transportes Aquavirios

    Aconsolidao do projeto de construo do novo porto, cujo investimen-to pode alcanar R$ 1,5 bilho, em rea do So Jos do Barreto registrou nos ltimos dias mais uma fase positiva. O Termi-nal Logstico de Maca (Terlom), proposta que visa atender as de-mandas de logstica de empre-sas que atuam na explorao e produo de petrleo na Bacia de Campos, pode estar entre os novos pedidos de autorizao em anlise pela Agncia Nacional de Transportes Aquavirios (Antaq).

    Segundo dados divulgados nesta semana pela Agncia, entre as em-

    presas que apresentaram projetos para autorizao est a Queiroz Galvo Desenvolvimento de Neg-cios, responsvel pela elaborao e consolidao do projeto final do novo porto de Maca, cujo poten-cial j despertou o interesse, no oficializado, da maior companhia petrolfera em atividade na Bacia de Campos, a Petrobras.

    Para garantir a realizao das obras, o Terlom precisa passar pela avaliao de uma srie de rgos li-gados a legislao federal e estadual referente a instalao de terminais porturios na costa brasileira. Alm da Antaq, o projeto deve ser anali-sado pela Nacional da Unio, assim como pela Agncia Nacional do Pe-trleo e Gs (ANP), devido a movi-mentao de materiais para unidades

    de explorao e produo, e a Receita Federal, para questes alfandegrias.

    Em fevereiro deste ano, foi ini-ciado o processo de licenciamento ambiental do projeto. A expectativa que as obras sejam iniciadas no segundo semestre do prximo ano, com previso de concluso em 2017.

    No ms passado, o Terlom foi apresentado pela equipe tcnica da Queiroz Galvo Desenvolvimento de Negcios durante a reunio da Comisso Municipal da Firjan. O encontro contou tambm com a participao do governo municipal, que defende a construo do porto como um dos grandes empreendi-mentos projetados atravs do Ma-croplan, pacote de obras que esto sendo planejadas para alavancar o desenvolvimento da cidade.

    Elaborado ao longo dos ltimos dois anos, o novo porto passou a ser o principal projeto para insta-lao de bases martimas, voltado a indstria do petrleo, na regio Norte Fluminense. A expectativa

    que, alm de atender as atuais demandas das empresas offshore, a base seja capaz de dar suporte lo-gstico s operaes direcionadas a explorao e produo de petrleo nas reservas do pr-sal.

    Mrcio [email protected] Parte da rea

    para instalao do novo porto j foi doada pela Prefeitura

  • 4 BR A SIL OFF SHOR E MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013

    TERMINA HOJE A 7 EDIO DA BRASIL OFFSHORE

    Termina nesta sexta-feira (14) a stima edio da terceira maior feira de petrleo e gs mundial, a Brasil Offshore 2013. Neste ano, o evento contou com 720 expo-sitores, sendo que 157 participa-ram pela primeira vez, e atraiu cerca de 55 mil pessoas durante os quatro dias. Alm de ter mo-vimentado diversos setores da economia macaense, como ho-telaria, gastronomia e comrcio, a feira gerou 17 mil postos de

    trabalho indiretos e diretos.De acordo com o prefeito

    da cidade, Dr. Aluzio Junior, Maca de fato a grande pro-tagonista do cenrio do petr-leo, com 80% da produo de petrleo e 40% do gs natural.

    S precisamos de um projeto para incorporar esse conceito de capital nacional do petrleo. O que falta para o nosso muni-cpio uma moldura. J temos a tela e agora precisamos fomen-tar para criar a moldura final.

    Uma das novidades da feira deste ano foi a Rodada Tecno-lgica, onde pequenas empre-

    ano serem gratuitas aos tcni-cos que se cadastrarem no site da feira. A Conferncia abordou as trs camadas da explorao e produo: na quarta-feira foi discutido o processo do poo ao reservatrio; na quinta-feira, do poo plataforma (o proces-so dentro dgua, o chamado subsea); e nesta sexta-feira, o processo acima da gua (pla-taforma, planta e processos - o top side).

    O primeiro dia da Rodada de Negcios j surpreendeu. Fo-ram realizados 320 encontros entre as empresas ncoras e os

    fornecedores do setor de petr-leo e gs. Esse nmero igual ao total registrado nos dois dias da edio de 2011.

    Tcnicos, empresrios e es-tudantes que participaram da feira elogiaram a organizao, os estandes e, principalmen-te, a qualidade dos debates durante a Conferncia Inter-nacional. As palestras esto agregando bastante. As apre-sentaes esto em um alto nvel, com perguntas bastan-te relevantes, contou Virglio Barros, que trabalha na rea submarina da Petrobras.

    sas de bases tecnolgicas que desenvolvem novos produtos apresentaram suas solues para os grandes contratantes.

    Na tera-feira, as empresas de grande porte, de servios ou de petrleo, tiveram oportunidade em assistir a apresentao de diversas empresas, com produ-tos novos e inovaes tecnol-gicas, explicou Alfredo Renault, superintendente da Organiza-o Nacional da Indstria do Petrleo (ONIP).

    Outra inovao, que atraiu ainda mais visitantes feira, foi o fato de as palestras neste

    Grande pblico, palestras de alto nvel e Rodada de Negcios produtiva marcaram o evento

    Patricia [email protected]

    Evento na cidade gerou 17 mil postos de trabalho diretos e indiretos

  • MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 5

    ESPAO DA FEIRA FOI REFORMADO PELA PREFEITURA

    Osucesso da Brasil Offshore comeou antes mesmo do evento acontecer. Isso porque a feira movimenta diversos setores do municpio, o que beneficia a populao macaense de uma forma geral. Entre as reas mais influencia-das esto: rede hoteleira, co-mrcio, restaurantes e turis-mo. No entanto, para receber milhares de visitantes durante o perodo, a cidade precisa se preparar.

    O Centro de Convenes Jornalista Roberto Marinho recebeu uma srie de aes de manuteno durante os l-timos meses. Segundo a Pre-feitura, as medidas no visam apenas a realizao da feira,

    mas tambm tm o objetivo de manter o espao pronto a receber grandes eventos.

    Entre as aes, foram feitas a recuperao dos elevado-res e dos mastros de ban-deira, recuperao de troca das grades e do muro de con-teno do estacionamento e uma preparao da rea para receber as tendas e os participantes da feira. O local tambm recebeu a reviso e a recuperao das instalaes eltricas, hidrulicas e das caixas de bombeiro. O restau-rante, a cozinha, os banheiros, o auditrio, as instalaes de ar condicionado, o pavilho dos portes e toda a estrutura da lanchonete tambm esto sendo restaurados.

    Em sua 7 edio, a Feira e Conferncia Internacional da

    em conjunto pela Reed Exhi-bitions Alcantara Machado, Instituto Brasileiro de Petrleo, Gs e Biocombustveis (IBP)

    e Sociedade de Engenheiros de Petrleo (SPE), o evento comea hoje e vai at o dia 14 de junho.

    Indstria de Petrleo e Gs j est com 90% do seu espa-o total de exposio vendi-do. Organizado e promovido

    rgo municipal afirma que aes de manuteno visam manter o local pronto para grandes eventosPatricia [email protected]

    Centro de Convenes recebeu manuteno para Brasil Offshore 2013

  • 6 BR A SIL OFF SHOR E MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013

    FEIRA REGISTRA AUMENTO DE VISITANTES NO SEU 3 DIA

    Em sua stima edio, o terceiro dia da Brasil Offshore foi marcado pelo aumento signifi-cativo no seu movimento. Para evitar tumultos, esse ano a or-ganizao criou um sistema onde os visitantes podem fazer o cadastro pela internet com antecedncia, gerando um nmero de identificao. J a retirada de crach feita pelo prprio visitante em mquinas,

    que imprimem tudo na hora. Mesmo com a facilidade

    para cadastramento, na tarde de ontem (13) longas filas se formaram na entrada. Quem preferiu fazer o credenciamen-to na hora, tambm precisou esperar um tempo maior para entrar na feira.

    Segundo a organizao do evento, esse aumento no movi-mento era esperado, j que os ltimos dias so geralmente os mais procurados. Mas no foi s em relao aos dois dias an-teriores que essa edio bateu

    ra, muita gente tem aprovado a organizao e as mudanas.

    Esse ano o movimento foi bem maior. As pessoas apos-taram mais no evento. Vrias empresas e expositores novos e, acima de tudo, excelentes oportunidades para prospec-o de novos negcios para minha rea, conta a gerente comercial da Unidas Rent a Car, Ftima Sinimb.

    Esse ano, a Feira e Confern-cia Internacional da Indstria de Petrleo e Gs conta com mais de 700 stands, receben-

    do um pblico mdio de 55 mil pessoas durante os quatro dias. Ele organizado e promovido pela Reed Exhibitions Alcanta-ra Machado, Instituto Brasilei-ro de Petrleo, Gs e Biocom-bustveis (IBP) e Sociedade de Engenheiros de Petrleo (SPE).

    A Brasil Offshore realiza-da a cada dois anos em Maca, base das operaes e respon-svel por mais de 80% da ex-plorao Offshore do Brasil. Em 2011, o evento atraiu uma visitao superior a 50 mil pro-fissionais e 636 expositores.

    recorde de pblico. Comparado ao terceiro dia da feira em 2011, a tarde desta quinta-feira re-gistrou um crescimento de 15% na visitao. A expectativa que esses nmeros se repitam nesta sexta-feira (14), dia de encerramento.

    So milhares de pessoas de todos os cantos do mundo, que vieram para tratar de negcios, ver de perto as ltimas novida-des ou simplesmente conhe-cer a feira. Em relao ltima edio, que registrou muitas crticas quanto a infraestrutu-

    Segundo a organizao do evento, comparado a 2011, o aumento foi de 15%

    Marianna [email protected]

    Expectativa da organizao de que movi-mento intenso se repita nesta sexta-feira (14)

  • MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 7

    11 RODADA DA ANP ARRECADA R$ 2,8 BILHES

    A11 Rodada da Agn-cia Nacional do Pe-trleo, Gs Natural e Biocombustveis (ANP) de licitaes de 289 blocos, em 23 setores, totali-zando 155,8 km2, distribudos em 11 bacias sedimentares, arrecadou R$ 2,8 bilhes. A rodada ocorreu aps quatro anos e meio sem nenhum lei-lo licitao de novas empre-sas exploradoras de petrleo e gs no pas.

    De acordo com dados da ANP, a rodada teve recorde em arrecadao de bnus de assinatura (valor pago pelas empresas na assinatura do contrato), somando R$ 2,8 bi-lhes. O gio de 797,81% tam-

    bm foi recorde, assim como a previso de investimentos do Programa Exploratrio Mnimo a ser cumprido pelas empresas vencedoras, que de R$ 6,9 bilhes.

    De acordo com a ANP, o objetivo da 11 Rodada pro-mover o conhecimento das bacias sedimentares, desen-volver a pequena indstria petrolfera e fixar empresas nacionais e estrangeiras no pas, dando continuidade demanda por bens e servios locais, gerao de empregos e distribuio de renda.

    Foram arrematados 100,3 mil km2 dos 155,8 mil km2ofertados. Ao todo, 39 empre-sas de 12 pases participaram, das quais 30 foram vencedo-ras, sendo 12 nacionais e 18 estrangeiras. Ainda segundo

    gia, Marco Antonio Martins Almeida, disse que o governo esperava arrecadar at R$ 10

    bilhes com essa 11 rodada de leilo de blocos para explo-rao de petrleo e gs.

    a ANP, foram arrematados 142 dos 289 blocos oferecidos. O contedo local mdio da 11 Rodada foi de 62,32% para a Fase de Explorao do contra-to de concesso e de 75,96% para a Fase de Desenvolvi-mento.

    Francisco Navega, membro da Comisso Municipal da Fir-jan, acredita que essa uma grande oportunidade para novas empresas entrarem no mercado. Apenas quatro ou cinco empresas tomam conta da explorao do petrleo e gs atualmente. Isso torna o mercado muito concentrado. Com os leiles, as empresas aumentam e, consequente-mente, fortalece o mercado.

    No final de janeiro, o se-cretrio de Petrleo e Gs do Ministrio de Minas e Ener-

    Durante o leilo, foram arrematados 142 dos 289 blocos ofertadosPatricia [email protected]

    Durante o leilo foram arremata-dos 100,3 mil km2 dos 155,8 mil km2 ofertados

  • 8 BR A SIL OFF SHOR E MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013

    PRIMEIRO DIA DA RODADA DE NEGCIOS BATE RECORDE DE REUNIES

    Termina nesta sexta-feira a Rodada de Negcios da Brasil Offshore 2013 e, segundo a Organiza-o Nacional da Indstria do Petrleo (ONIP), os resultados j mostram que a stima edi-o ir superar as expectativas.

    O primeiro dia da rodada, segundo a organizao, foi bastante produtivo. Foram re-alizados 320 encontros entre as empresas ncoras e forne-cedores do setor de petrleo e gs previamente identificados pela ONIP. O nmero igual

    ao total registrado na ltima edio da rodada realizada em 2011. A expectativa de negcios depende do nmero de encontros promovidos nos dois dias do evento, mas pelo visto ser bastante positiva. importante ressaltar, porm, que o mais importante na ro-dada a oportunidade que as empresas tm de encontrar e apresentar seus produtos e servios para grandes compra-dores, afirmou o superinten-dente da ONIP, Alfredo Renault.

    A Schlumberger, por exem-plo, afirmou que conheceu po-tenciais fornecedores e futuros parceiros. As reunies nos apre-

    sentem falta de fornecedores e ns buscamos no mercado potenciais fornecedores para entrarem em contato com essas empresas, explicou Al-fredo Renault, superintendente da Organizao Nacional da Indstria do Petrleo (ONIP).

    A edio 2013 da Rodada de Negcios da ONIP conta com a participao de 23 empresas ncoras - grandes companhias do setor de petrleo brasileiro. Alm da Schlumberger, esto presentes a Aker Solutions, a Akzo Nobel, a Arprotec, a Asca, a Baker Hughes, a Ca-meron, o Estaleiro EISA, o Es-taleiro Mau, o Estaleiro TCE,

    a Forship, a G-Comex, a IESA, a Kongsperg, a Mills, a Oce-aneering Brasil, a Petrobras UOBC, a Petrobras UOBS, a Shell, a Techint, a Transpetro, a UTC e a WEG. Na edio 2011, a Rodada de Negcios gerou expectativa de cerca R$ 170 milhes em negcios.

    Durante a abertura da fei-ra, o vice-presidente da Reed Exhibitions Alcantara Macha-do, organizadora do evento, Paulo Otvio Pereira de Al-meida, afirmou que a expec-tativa que sejam gerados R$ 200 milhes em negcios, um crescimento significativo em relao ao ano passado.

    sentaram empresas com bom potencial para serem nossos fornecedores. Alguns deles ofe-recem servios que so bem limi-tados no mercado e que podem representar bons negcios no fu-turo, disse Orleans Lima, espe-cialista em sourcing da empresa.

    As rodadas aconteceram em seu formato tradicional como nas edies anteriores, onde as pequenas empresas entram em contato direto com grandes companhias para apresentar seus produtos e servios, ge-rando futuros negcios. As grandes empresas apresen-tam quais so as suas deman-das prioritrias em que elas

    Foram realizados 320 encontros entre empresas ncoras e fornecedores do setor

    Rodada conta com 23 empresas ncoras e deve superar volume de negcios gerados em 2011

    Patricia [email protected]

  • MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 9

    SEGUNDO DIA DA CONFERNCIA FALOU SOBRE INTEGRIDADE SUBMARINACom um pblico de 150 pessoas, palestras trouxeram novidades tecnolgicas na rea

    Terminou ontem (13) o segundo dia da Confe-rncia Internacional, que est sendo realizada na Brasil Offshore 2013. A ple-nria de apresentao desta quinta-feira foi sobre como manter a integridade do equi-pamento submarino, expandir sua capacidade operacional e manter sua disponibilidade.

    Palestrantes e tcnicos fa-laram sobre a necessidade de que a integridade seja prevista desde o incio do projeto, ou

    seja, na concepo do equipa-mento. A capacidade mxima da sala de 600 pessoas e hoje estava lotada. Foi muito bom, comentou Guilherme Castro, gerente de manuten-o e integridade na Petrobras e diretor da Society of Petro-leum Engineers (SPE).

    Cristina Lucia Pinho, gerente executiva da Petrobras, presidiu a mesa de discusso ao lado do CEO da Technip Brasil, Adriano Novitsky. Entre os palestran-tes que participaram estavam o gerente geral da Petrobras, Mauricio Antnio Costa Diniz, o diretor da FMC Technolo-

    gies do Brasil, Jos Mauro, o gerente de engenharia da Shell Brasil Petrleo, Ebere Chime-zie, e a gerente de negcios da GE Oil & Gas, Julia Costa.

    Segundo Guilherme, durante a plenria de discusso ficou claro que preciso desenvol-ver mais tecnologias para a rea subsea (processo dentro da gua), pois h uma gran-de carncia nesse sentido. A demanda por servios e ma-teriais nesse setor ir crescer bastante no mundo todo, e no apenas no Brasil, destacou Guilherme.

    Assim como aconteceu na

    quarta-feira, a parte da tarde foi destinada s sesses tc-nicas sobre o tema subsea. Palestrantes e tcnicos de-bateram sobre a interveno submarina, a integridade dos dutos submarinos e a manu-teno de equipamentos sub-marinos.

    As palestras esto agre-gando bastante. Escolhi o dia de hoje porque fala sobre a parte da integridade submari-na, que tem mais a ver com o meu trabalho. A parte da ma-nh foi mais uma viso geral do tema e a tarde foi focada mais na apresentao de so-

    lues inovadoras na rea. As apresentaes esto em um alto nvel, com perguntas bastante relevantes. O mais importante que todo mundo est se eximindo um pouco da sua bandeira e usando as perguntas mais para o lado tcnico e das perspectivas, no sentido de debater o tema da integridade e no falar sobre a sua prpria empresa, contou Virglio Barros, que trabalha na rea submarina da Petrobras.

    Hoje (14) ser o ltimo dia da Conferncia, que ir tratar sobre a integridade de instala-es na superfcie.

    Patricia [email protected]

    PRIMEIRO DIA DA RODADA DE NEGCIOS BATE RECORDE DE REUNIES

  • MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 11

  • 12 BR A SIL OFF SHOR E MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013

  • MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 13

  • 14 BR A SIL OFF SHOR E MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013

    VISITANTES RECLAMAM DOS PREOS ELEVADOS DOS ESTACIONAMENTOS

    De v i d o a o p o u c o tempo de gesto, a questo do trans-porte para a stima edio da Brasil Offshore, que est acontecendo entre os dias 11 e 14 de junho, no Centro de Convenes Jornalista Roberto Marinho, um dos itens que ainda precisar passar por mu-danas para que na prxima edio, que deve acontecer em

    2015, venha com menos falhas.Como muita gente no quis optar pelo transporte pblico, que contou com es-quema especial montado pela Prefeitu-ra, e o nmero de txis continua sendo insuficiente para atender o aumento na demanda, os carros particulares passa-ram a ser a principal alternativa de aces-so ao evento.Dependendo do horrio, encontrar uma vaga passou a ser uma tarefa nada fcil. Isso porque a maioria das pessoas pre-fere parar nos lugares mais prximos do Centro de Convenes. Entre longas filas de espera e superlo-

    do assim o problema de superlotao de carros. Para quem fosse todos os dias ao evento de carro, foi feito um preo promocional de R$80 pelos quatro dias.Sem opes, muitos visitantes tm re-clamado dos preos abusivos. Fui ten-tar parar meu carro no estacionamento montado no Parque de Exposies e fiquei um tempo para conseguir entrar. Na hora de pagar tomei um susto. Esta-vam me cobrando R$ 40 para deixar o carro durante o dia. Achei um absurdo isso. Como no tinha condies de pagar isso tudo, eu acabei procurando um es-tacionamento l fora, que me cobraram

    R$ 20, ou seja, 50% a menos. Mesmo assim achei caro, at porque a gente no tem nenhuma garantia de que nosso carro est em segurana, ressalta a ge-rente comercial Maria de Ftima. Esse ano, a Feira e Conferncia Inter-nacional da Indstria de Petrleo e Gs conta com mais de 700 stands, receben-do um pblico de mais de 55 mil pessoas durante os quatro dias do evento. Ele organizado e promovido em conjunto pela Reed Exhibitions Alcantara Macha-do, Instituto Brasileiro de Petrleo, Gs e Biocombustveis (IBP) e Sociedade de Engenheiros de Petrleo (SPE).

    taes, muitos moradores do entorno viram nesse problema uma oportunida-de de lucrar, transformando os terrenos particulares em estacionamento.Aps as dificuldades de encontrar uma vaga, muitos motoristas foram pegos de surpresa na hora de pagar. Quanto mais prximo do evento, mais caro o valor. Se o visitante optar em deixar seu carro dentro do Parque de Exposies Latiff Mussi o valor chega a ser o dobro. O alto valor cobrado dentro do Parque de Exposies foi uma medida adotada pela Prefeitura para incentivar as pesso-as a virem de transporte pblico, evitan-

    Valor da diria varia de acordo com o local, podendo chegar a R$ 40

    Apesar do alto valor cobrado, longas filas se formam no entorno do Centro de Convenes

    Marianna [email protected]

  • MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 15

    VISITANTES RECLAMAM DOS PREOS ELEVADOS DOS ESTACIONAMENTOS

    PLANO DE GESTO DA PETROBRAS DEVE ESTIMULAR ECONOMIA MACAENSE

    Alguns dias depois de a Agncia Nacional do Petrleo, Gs Natural e Biocombustveis (ANP) ter anunciado uma queda de 8,5% na produo de petrleo em fevereiro, a Petrobras anun-ciou o seu Plano de Negcios e Gesto 2013-2017, com investi-mentos na ordem de US$ 236,7 bilhes em atividades do setor. Apesar de a notcia ser positiva para a Capital Nacional do Pe-trleo, h ainda alguns alertas que podem prejudicar o desen-volvimento da cidade. Segundo Marco Navega, membro da Comisso Municipal da Firjan, a boa notcia que aproximadamente 60% dos investimentos anunciados pela estatal sero destinados explorao

    e produo de petrleo, o que benefi-cia diretamente Maca. At 2017, eles pretendem dobrar a produo. Essa nova ordem da presidente da Petrobras, Maria das Graas Foster, potencializa a explorao e produo e isso timo para o municpio.Para este ano, a Petrobras anunciou que a previso de que a produo fique em torno de 2,022 milhes de barris por dia, com uma oscilao de 2% para cima ou para baixo. Alm disso, a partir do segundo semestre, esperado que sete novos sistemas entrem em produo, fazendo com que, em 2017, a produo atinja 2,75 milhes de barris por dia. No entanto, Navega alerta para o atraso do crono-grama das plataformas, o que coloca em dvida as metas de produo da companhia. Algumas novas platafor-mas j deveriam estar prontas. Isso prejudica a produo e, consequen-temente, o setor como um todo. Esse

    um momento sensvel para a Petro-bras e qualquer queda na produo afeta o caixa da empresa.No total, sero 53 novos poos, sendo 15 destinados ao pr-sal e o restante ao ps-sal. De acordo com Navega,

    Segundo Marco Navega, da Firjan, 60% dos investimentos sero para rea de explorao e produoPatricia [email protected] Atraso no

    cronograma das plataformas pode prejudicar metas de produo da Petrobras

    isso significa que a expectativa para Maca continua muito positiva. E a previso que, at 2020, a produo na cidade seja de 2 milhes de barris por dia. No entanto, um alerta acende a luz

    vermelha para esse cenrio otimista: a aproximao da OGX com a Petrobras.

    Essa relao pode fazer com que mui-tas operaes sejam transferidas para Campos dos Goytacazes, o que seria prejudicial para Maca, avalia Navega.

  • 16 BR A SIL OFF SHOR E MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013

  • MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 17

    PREFEITURA MONTA ESQUEMA ESPECIAL PARA O TRANSPORTE

    Desde o incio do ano, o jornal O DEBATE ve m n o t i f i c a n d o uma das maiores preocupaes da populao macaense em relao 7 edi-o da Brasil Offshore, que co-meou dia 11 e vai at o dia 14 de junho. Principal problema nas grandes metrpoles bra-sileiras, Maca vem enfren-tando a mesma dificuldade com os intensos trfegos pela cidade e o transporte pblico alvo de frequentes reclama-es, sem apresentar solues concretas.

    Para tentar melhorar a si-tuao, a Coordenadoria de Projetos e Fiscalizao de Trnsito, da Secretaria de

    Mobilidade Urbana, definiu o traado que os nibus de fre-tamento faro das empresas offshore, nos polos de Imbo-assica e Novo Cavaleiros, at o Centro de Convenes, du-rante os quatro dias da feira.

    Com isso, os funcionrios das empresas que atuam no Parque de Tubos e imediaes no precisaro utilizar auto-mveis individuais para che-gar at a feira, desafogando assim o trnsito da cidade.

    Segundo a Prefeitura, eles tero acesso por linhas diretas de nibus fretados pelas empre-sas das 14h s 22h. Alm disso, a organizao do evento tambm disponibilizar nibus executivos gratuitos para os participantes credenciados em pontos prxi-mos aos hotis oficiais.

    Para facilitar o transporte

    dois anos em Maca, base das operaes e responsvel por mais de 80% da explorao offshore do Brasil, em 2011, o

    evento atraiu uma visitao superior a 52 mil profissionais e 700 expositores, sendo 155 deles internacionais.

    dos visitantes que no tero nibus fretados pelas empre-sas, o Sistema Integrado de Transporte (SIT) informou que ir operar nos quatro dias da feira com 73 coletivos e uma frequncia de cinco minutos passando em frente ao evento e no sentido Centro da cida-de. Sero dois nibus por hora fazendo Central X Evento di-reto, alm dos coletivos que normalmente j fazem este itinerrio. Os nibus estaro identificados com a placa para a Brasil Offshore, visando faci-litar a vida dos usurios.

    Na ltima edio, segundo dados da Organizao Nacio-nal da Indstria do Petrleo (ONIP), foram gerados apro-ximadamente R$ 170 milhes em negcios para os prximos 12 meses. Realizada a cada

    No ano passado, feira atraiu mais de 52 mil pessoas ao municpioPatricia [email protected]

    nibus fretados pelas empresas e 73 coletivos da SIT devem desafogar o trnsito

  • MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 19

    NOVOTEL MACA LANADO DURANTE A BRASIL OFFSHORE

    PLANO DIRETOR DA BACIA DE CAMPOS: RECUPERAO DA EFICINCIA DE UNIDADES

    Em meio ao processo de evoluo do volume de produo de petrleo, a Bacia de Campos se pre-para para colocar em prtica um procedimento considerado como essencial para se garantir o nvel satisfatrio de eficincia de unidades e sistemas de pro-duo implantados na regio considerada como a mais antiga da UO-BC.

    Atravs do aporte de US$ 5,6 bilhes, recursos anunciados no ano passado, a Petrobras apre-sentou a implantao do Plano Diretor da Bacia de Campos, projeto desenvolvido desde o ano passado e que dever atin-gir o seu pice de manuteno de poos e sistemas submarinos.

    Depois de 35 anos exploran-do e explotando nesta Bacia, com sistemas ficando antigos, ns resolvemos parar para estudar em todos os reserva-trios, em todas as unidades de forma integrada. Estamos com uma projeo de mdio e longo prazo, chamado Plano Diretor da Bacia de Campos, onde estamos olhando para a vida til de todos os nossos sistemas, explicou Joelson Falco Mendes, gerente geral da Unidade de Operaes da Bacia de Campos.

    Atravs do plano, a compa-nhia visa recuperar o nvel satis-fatrio de eficincia das unida-des e sistemas de produo que desenvolve, h 35 anos, um dos principais papis de sustentao e ampliao da capacidade da Petrobras em gerar riquezas e fluxo de caixa.

    Temos hoje plataformas produzindo com 35 anos, e poos com essa mesma idade. Estamos olhando de forma in-tegrada para toda a Bacia de Campos geolgica. E em um trabalho de mdio e longo prazo, estamos pensando em quais sero as plataformas que iremos substituir em 2018, 2020, 2025. Estamos fazendo este trabalho pensando em toda a infraestrutura da Bacia

    de Campos. Este no um tra-balho de recursos e de forma imediata. o que chamamos de estruturante, acrescentou Joelson Falco.

    Apesar de buscar resultados a mdio e a longo prazo, a implan-tao do Plano Diretor garante a realizao de um procedimento considerado novo pela Petrobras, que rev as prioridades de apli-cao de recursos, buscando a elevao da curva de produo.

    Recentemente, no incio deste ano, percebemos que uma poro, a mais antiga, da Bacia de Campos, a que estou gerenciando, que tem plata-formas sistemas que esto variando entre 13 anos a 35 anos, que est com um nvel de eficincia operacional abai-xo do que a gente entende que deve ser. Entre vrias razes, a principal delas que se acaba levando muito tempo para co-locar recursos de manuteno em poos e sistemas subma-rinos quando tem um proble-ma. Temos uma carteira muito grande de coisas a serem fei-tas, e evidentemente acaba se priorizando aquilo que garanti-r um retorno imediato, expli-cou o gerente geral da UO-BC.

    Ao propor a reestruturao de unidades de produo, o Plano Diretor da Bacia de Campos garantir a realizao de novas contrataes de equipamentos e servios, movimentando tam-bm outros setores ligados a indstria do petrleo.

    Queremos diminuir o tem-po entre intervenes, que sejamos mais rpidos, e isso faz com que tenhamos alguns equipamentos disponveis e determinados servios de forma mais rpida. A partir de 2013 teremos um aporte maior de recursos como um todo, e um nvel maior de ma-nuteno em nossos poos e sistemas submarinos. Isso re-flete na contratao de mais unidades de manuteno e segurana, e tudo que envolve essas questes. Ou seja, sero mais servios que estaro sen-do contratados como um todo, garantiu Joelson.

    Dispndio de US$ 5,6 bilhes garantir manuteno de unidades e sistemas de produo

    Mrcio [email protected]

    Investimentos devem atrair empresas nacionais e estrangeiras para Maca

  • 20 BR A SIL OFF SHOR E MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013

    PARQUE CIENTFICO BUSCA MUDAR O PERFIL DA ECONOMIA MACAENSE

    Conhecida por sua im-portncia no setor de petrleo e gs, Maca vem aos poucos se de-senvolvendo em outras reas e mostra que um municpio com potencial. Uma das novi-dades que ser apresentada nesta sexta-feira (14), das 15h30 s 16h30, no Auditrio Maca, durante a Brasil Offsho-re, o lanamento do Parque Cientfico e Tecnolgico de Maca.

    O projeto uma transfor-mao do perfil econmico do municpio, que atualmente focado no petrleo. impor-tante que as empresas que esto em Maca desenvolvam suas tecnologias aqui na re-gio. Nosso objetivo mudar esse perfil de ser uma cidade que apenas presta servio de produo para um municpio que dissemine suas prprias

    tecnologias, explicou Carlos Eduardo da Silva, assessor da Subsecretaria de Cincia e Tec-nologia da Prefeitura de Maca.

    Segundo ele, alm dos recur-sos naturais e da mo de obra j presente na cidade, preciso utilizar e disseminar o conheci-mento existente. Para isso, o parque ser uma hlice trplice, com a integrao do governo municipal, empresas e univer-sidades. A transformao deve ser atravs do conhecimento.

    Carlos Eduardo afirmou que o Parque ser um espao fsico onde os projetos sero desen-volvidos. Quase todas as cida-des tm um parque tecnolgico, mas a maioria no d certo por diversos motivos, mas princi-palmente porque preciso implantar uma cultura empre-endedora no local. As pessoas precisam estar dispostas a bus-carem inovao. Por isso, esse um projeto de longo prazo.

    Assim, o objetivo principal do Parque Cientfico, segundo

    Carlos Eduardo, ser gerar um ecossistema de inovao. Tor-nar o parque um local atrativo para desenvolver pesquisas tecnolgicas e criar uma cultura mais empreendedora.

    Para gerar inovao no bas-ta apenas dinheiro e tecnologia, mas tambm fundamental a troca de experincias e um contexto mais social. Por isso a importncia da cultura da sociedade, afirmou Ramon Baptista Narcizo, assessor da Subsecretaria de Cincia e Tec-nologia da Prefeitura de Maca.

    Segundo Carlos Eduardo, a maioria das cidades que im-planta um Parque Cientfico pretende atrair mais empresas e gerar emprego. O foco de Maca diferente, porque as empresas j esto aqui. Ns queremos abrigar centros de pesquisa e criar mecanismos para desenvolver novas em-presas.

    Sobre o local onde o Parque ser implementado, Carlos Edu-

    ardo disse que ainda h uma indefinio sobre isso, mas a ideia que esteja prximo a Cidade Universitria, no bairro Novo Cavaleiros. Em Maca, h trs polos industriais. Um no Parque dos Tubos, um no Novo Cavaleiros e um em Cabinas. A ideia inicial que o parque fique em um terreno da Prefei-tura s margens da Linha Verde, no Novo Cavaleiros. Mas ainda no certo, pois o prefeito est analisando as opes.

    A estrutura do Parque ser composta por uma adminis-trao, feita pela Prefeitura de Maca, ncleos tecnolgicos das universidades e uma incu-badora de empresas, que ser um espao de auxlio aos em-presrios para desenvolver as novas empresas para enfrenta-rem o mercado. A incubadora ser um ambiente de compar-tilhamento e de troca de expe-rincias.

    Alm do Parque Cientfico, a Prefeitura pretende implan-

    tar projetos complementares, como o Museu do Petrleo, o Espao da Cincia, para uma maior integrao da sociedade, e um Jardim Botnico, criando tambm uma rea biolgica.

    A ideia no criar algo mui-to grandioso. O Parque ter um modelo modular, visando incentivar a cultura nas pessoas aos poucos. No adianta criar algo enorme de repente, sem a populao, as universidades e as empresas tenham essa conscincia empreendedora, ressaltou Carlos Eduardo.

    Joelson Rodrigues, subse-cretrio de Cincia e Tecnolo-gia, afirmou que Maca precisa aproveitar esse momento para ir alm da produo do petr-leo e investir parte dos recursos dos royalties em conhecimento.

    O petrleo pode um dia acabar e as empresas vo embora. Se aproveitarmos esse momento e utilizarmos todo esse conheci-mento que est aqui, a cidade continuar se desenvolvendo.

    Lanamento ser feito hoje durante a Brasil Offshore

    Patricia [email protected]

    Parque Cientfico ser um ambiente de compartilha-mento e de troca de experincias

  • MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 21

    INSTITUIES E PETROBRAS JUNTAS EMPROL DA CADEIA PRODUTIVA DO PETRLEO

    Nesta quarta-feira (12), a Brasil Offsho-re 2013 foi palco para que empresas e instituies tivessem a oportunidade de concretizar negcios, que beneficiam di-retamente o setor empresarial de Maca e regio. Exemplo disso foi a assinatura da re-novao do convnio do Pro-jeto Fortalecimento do APL de Petrleo, Gs e Energia da Bacia de Campos, realizado no estande da Petrobras, que contou com a presena de di-versas autoridades.

    Segundo o gerente do Setor de Petrleo e Gs do Sebrae, An-tnio Batista, muito mais que de-finir recursos financeiros, o ob-jetivo do projeto facilitar o dia

    a dia do empresrio. O projeto envolve tecnologia, capacitaes gerenciais e abertura do merca-do, como forma de atrao de novas empresas para a regio. O projeto tambm ajuda a mo-bilizar os empresrios para que eles se tornem mais competiti-vos, fortalecendo assim o arranjo produtivo da cadeia de Petrleo, Gs e Energia, explicou.

    A renovao do convnio, que acontece pela terceira vez, foi assinada entre o diretor do Sebrae, Evandro Peanha e o gerente geral da UO-BC, Joel-son Falco. O convnio propi-ciou a capacitao das empre-sas, principalmente as micro e pequenas. Nosso objetivo facilitar o acesso dessas em-presas a Petrobras e j registra-

    mos um resultado significativo. Agradecemos a Petrobras por essa oportunidade de estarmos renovando o convnio, ressal-tou Evandro.

    Joelson Falco destacou que a Poltica de Sustentabilidade, promovida pelo convnio, de suma importncia para a Petro-bras. Hoje o tema Sustentabi-lidade importante para todo o pas e vai de encontro com a poltica da Petrobras, que visa promover a cidade e a regio na qual est inserida, declarou.

    Dentro do convnio existem aes voltadas tambm para a Rede Petro-BC, apoiando os projetos desenvolvidos pela instituio, previstos em seu planejamento estratgico. Em seguida, foi realizada a assina-

    Um dos projetos teve seu convnio renovado durante o segundo dia evento

    A renovao do convnio foi assinada entre o diretor do Sebrae e o gerente geral da UO-BC

    tura do Acordo de Resultados pelas instituies participantes. So elas: Organizao Nacional da Indstria do Petrleo (ONIP),

    ACIM, Rede Petro-BC, Sebrae Nacional, Sistema FIRJAN e Se-cretaria Municipal de Desenvol-vimento Econmico.

  • 22 BR A SIL OFF SHOR E MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013

    RODADA DE NEGCIOS DEVE ATINGIR NOVO RECORDE EM 2013

    As principais expecta-tivas para a 7 edio da Brasil Offshore, que comeou na ter-a-feira (11), so em torno dos negcios que devem ser gera-dos na Rodada de Negcios deste ano. Em 2011, a feira ul-trapassou o recorde registrado em 2009, de R$ 119 milhes, e atingiu R$ 170 milhes de ne-gcios. Para este ano, a expec-tativa que o valor alcance um novo recorde, j que apenas

    o primeiro dia registrou 320 encontros entre as empresas ncoras e os fornecedores.

    O mercado est extrema-mente aquecido. As empresas querem saber das novidades, participar dos leiles e isso gera investimentos e negcios, ava-lia Francisco Navega, membro da Comisso Municipal da Firjan.

    Segundo ele, o fator de maior importncia da feira em relao aos relacionamen-tos que so feitos. Na maioria das vezes, os negcios que so gerados depois da Rodada de Negcios so infinitamente

    visando fechar negcios dire-cionados indstria do petr-leo brasileiro. Alm do setor de exposio, a Rodada de Neg-cios o ponto alto da feira e a cada evento gera milhes de negcios.

    A cada ano o volume de ne-gcios da feira cresce. Existem empresas que j disponibilizam capital para fechar negcios durante a Brasil Offshore e isso muito bom para o mercado brasileiro. Alm disso, toda essa movimentao contribui e muito para o setor empresarial de Ma-ca, avalia Navega.

    Segundo ele, as projees so as melhores possveis e os indicadores apontam que grandes investimentos po-dem chegar, principalmente, a Maca, que concentra mais de 80% da produo do pe-trleo de todo o pas.

    Em abril, a Petrobras anun-ciou o seu Plano de Negcios e Gesto 2013-2017, com um investimento de US$ 236,7 bi-lhes e um aumento significa-tivo de produo. Isso mostra que o mercado est aquecido e a Brasil Offshore vem para fortalecer ainda mais o setor.

    maiores. Isso devido relao que os fornecedores e os com-pradores conquistam.

    Nesse sentido, a expectativa de Navega que neste ano a Rodada de Negcios atinja um novo recorde e fortalea ainda mais o crescimento do setor.

    A Brasil Offshore registra a cada edio um novo recorde em participao de empresas, nmero de visitantes e, prin-cipalmente, no volume de ne-gcios. Empresas nacionais e internacionais lotam os espa-os no Centro de Convenes com seus produtos e servios,

    Segundo Francisco Navega, da Firjan, mercado est aquecido e deve fortalecer ainda mais com a feira

    Rodada de Ne-gcios garante bons negcios as pequenas e mdias empre-sas brasileiras

    Patricia [email protected]

  • MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013 BR A SIL OFF SHOR E 23

    Patricia [email protected]

    PETROBRAS GARANTE INVESTI-MENTO DE US$ 236,7 BILHES

    Em abril, a Petrobras apresentou o Plano de Negcios e Gesto 2013-2017 para investidores, empresrios e profissionais do setor. De acordo com a companhia, a previso de que, at 2017, sejam pro-duzidos mais de 1 milho de barris de petrleo s na parte do pr-sal. Para isso, no total, sero investidos US$ 236,7 bilhes (US$ 207,1 bilhes para projetos em implantao). A rea de explorao e produo receber US$ 147,5 bilhes, principalmente para de-senvolver o pr-sal e a cesso onerosa. O setor de abastecimento outro des-taque do plano, com investimentos de US$ 64,8 bilhes para a ampliao do parque de refine, melhorias operacio-nais, petroqumica, entre outros.

    Para atingir tais metas, a Petrobras informou que ter o suporte de planos como o Programa de Aumento da Efici-ncia Operacional da Bacia de Campos (Proef), o Programa de Otimizao de Custos Operacionais (Procop); o Pro-grama de Desinvestimento (Prodesin), o Programa de Otimizao de Infraestru-tura Logstica (Infralog) e o Programa de Reduo de Custos de Poos (PRC-Poo).

    Para este ano, a expectativa que a produo fique em torno de 2.022 milhes de barris por dia, com osci-lao de 2% para cima ou para baixo. A partir do segundo semestre deste ano, sete novos sistemas entraro em produo. Em 2017, a previso que a produo seja de 2,75 milhes de barris por dia, e alcance 4,2 milhes em 2020.

    Os apontam projees positivas tambm para a ampliao da produ-o de petrleo, que correspondero a cerca de 69% do total dos investi-mentos, direcionados principalmente s atividades desenvolvidas na Ba-cia de Campos, que correspondem a 95% do total do volume de petr-leo extrado nos poos do ps-sal.

    Cerca de US$ 200 bilhes estimados pelo Plano de Negcios sero aplica-dos em projetos j em implantao. J aproximadamente US$ 30 bilhes iro custear projetos em fase de aprovao.

    A previso que cerca de US$ 2,8 bi-lhes sero destinados para a explorao e produo de petrleo, que possui o maior ritmo na Bacia de Campos atualmente.

    Cerca de 19% dos recursos sero utilizados no processo de descoberta de novos poos.

    At 2017, mais de 1 milho de barris de petrleo devem ser produzidos no pr-sal

    At 2017, Petrobras planeja investir US$ 236, 7 bilhes

  • 24 BR A SIL OFF SHOR E MACA, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013