BrazilianNew 364

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w w w . b r a z i l i a n n e w s . u k . c o m Londres, 19 a 25 de março de 2009 Ano 9 / Número 364 banda navidad banda navidad Lula diz a Obama que é preciso retomar comércio entre países 22 10 05 BRASIL Após tomar portos, Chávez quer aumentar preço da gasolina e serviços AMÉRICA LATINA Acabam ingressos para ver Michael Jackson em Londres CULTURA Leia mais páginas 18 e 19 Continua na página 2 U m artigo publicado na edição desta semana da revista britânica ‘The Economist’ afirma que as novelas da TV Globo podem ter exercido uma influência positiva nos hábi- tos e comportamentos dos brasi- leiros. Intitulado ‘Soaps, sex and so- ciology’ (“Novelas, sexo e socio- logia”, em tradução livre), o artigo cita um estudo publicado recente- mente pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) que sugere que as telenovelas exerce- ram influência sobre a fertilidade e o número de divórcios no Brasil nas últimas décadas. O estudo sugere uma ligação entre as populares novelas da TV Globo e um aumento no número de divórcios no Brasil nas últimas décadas. Na pesquisa, foi feito um cruza- mento de informações extraídas de censos nos anos 70, 80 e 90 e dados sobre a expansão do sinal da rede de televisão Globo. Para revista inglesa, telenovelas exerceram influência positiva no Brasil Corpo de Clodovil será velado na Assembleia Legislativa de SP O corpo do deputado e ex- estilista Clodovil Hernan- des será levado na manhã desta quarta-feira, 18, em avião da For- ça Aérea Brasileira (FAB) para São Paulo, onde será velado a partir das 11h30, na Assembleia Legisla- tiva de São Paulo. O sepultamento está marcado para o final da tarde, no cemitério do Morumbi, segundo informou o líder do PR na Câmara, deputado Sandro Mabel (GO), de- signado pelo partido para as provi- dências do funeral. Por razões prá- ticas, o partido desistiu do velório previsto para o Salário Negro da Câmara e transferiu todas as ho- menagens para São Paulo.

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Para revista inglesa, telenovelas exerceram influência positiva no Brasil

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  • w w w . b r a z i l i a n n e w s . u k . c o mLondres, 19 a 25 de maro de 2009 Ano 9 / Nmero 364

    banda navidadbanda navidadLula diz a Obama que preciso retomar comrcio entre pases

    221005

    BRASILAps tomar portos, Chvez quer aumentar preo da gasolina e servios

    AmRICA LAtInAAcabam ingressos para ver michael Jackson em Londres

    CULtURA

    Leia mais pginas 18 e 19

    Continua na pgina 2

    Um artigo publicado na edio desta semana da revista britnica The Economist afirma que as novelas da TV Globo podem ter exercido uma influncia positiva nos hbi-tos e comportamentos dos brasi-leiros.

    Intitulado Soaps, sex and so-ciology (Novelas, sexo e socio-logia, em traduo livre), o artigo cita um estudo publicado recente-mente pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) que sugere que as telenovelas exerce-ram influncia sobre a fertilidade e o nmero de divrcios no Brasil nas ltimas dcadas.

    O estudo sugere uma ligao entre as populares novelas da TV Globo e um aumento no nmero de divrcios no Brasil nas ltimas dcadas.

    Na pesquisa, foi feito um cruza-mento de informaes extradas de censos nos anos 70, 80 e 90 e dados sobre a expanso do sinal da rede de televiso Globo.

    Para revista inglesa,telenovelas exerceram influncia positiva no Brasil

    Corpo de Clodovil ser velado na Assembleia Legislativa de SP

    O corpo do deputado e ex-estilista Clodovil Hernan-des ser levado na manh desta quarta-feira, 18, em avio da For-a Area Brasileira (FAB) para So Paulo, onde ser velado a partir das 11h30, na Assembleia Legisla-tiva de So Paulo. O sepultamento est marcado para o final da tarde,

    no cemitrio do Morumbi, segundo informou o lder do PR na Cmara, deputado Sandro Mabel (GO), de-signado pelo partido para as provi-dncias do funeral. Por razes pr-ticas, o partido desistiu do velrio previsto para o Salrio Negro da Cmara e transferiu todas as ho-menagens para So Paulo.

  • 19 a 25 de maro de 2009

    Corpo de Clodovilser velado na Assembleia Legislativa de SP

    O corpo do deputado e ex-estilista Clodovil Her-nandes ser levado na manh desta quarta-feira, 18, em avio da Fora Area Brasileira (FAB) para So Paulo, onde ser velado a partir das 11h30, na As-sembleia Legislativa de So Pau-lo. O sepultamento est marcado para o final da tarde, no cemitrio do Morumbi, segundo informou o lder do PR na Cmara, deputado Sandro Mabel (GO), designado pelo partido para as providncias do funeral. Por razes prticas, o partido desistiu do velrio previsto para o Salrio Negro da Cmara e transferiu todas as homenagens para So Paulo.

    O deputado Clodovil Hernandes teve uma parada cardaca e mor-reu s 18h50 desta tera-feira, 17, quando ia ser encaminhado ao Centro Cirrgico do Hospital Santa Helena para o procedimento de do-ao de rgos. A morte cerebral de Clodovil, de 71 anos, foi decre-tada na tarde desta tera e estava sendo mantido vivo por equipa-mentos. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o Dr. Lcio Lucas, da Central de Doaes de rgos do Distrito Federal, afirmou que a parada cardaca impede que os rgos do deputado sejam do-ados. Agora, o mdico avalia se h condies de fazer a doao das crneas do deputado.

    Clodovil sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na ltima segunda e foi internado em esta-do gravssimo na UTI do Hospital Santa Lcia. Ele estava em coma desde ento e os sinais vitais esta-vam sendo mantidos s custas de medicamentos e equipamentos.

    Clodovil levou um tombo no apar-tamento onde mora, na Asa Norte, e foi encontrado desacordado por volta das 7 horas da ltima segun-da por um assessor parlamentar. Ele teve uma hemorragia no lado esquerdo do crebro e, segundo os mdicos, no havia possibili-dade de cirurgia. Clodovil chegou ao hospital com nvel 5 de coma, sendo que o nvel mais grave o 3 e o menos grave 15. Sedado e com presso alta, ele foi subme-tido a uma drenagem para frear a hemorragia. No meio da tarde, teve uma parada cardaca de cinco mi-nutos e foi reanimado pela equipe mdica, mas o estado agravou-se mais ainda.

    Segundo Susana Collares, as-sessora do parlamentar, Clodovil enfrentou uma semana de "fortes

    emoes e muito estresse", com o julgamento, pelo Tribunal Supe-rior Eleitoral (TSE), de processo no qual era acusado de infidelidade partidria. Clodovil deixou o PTC e ingressou no PR. Ele foi absolvi-do da acusao e teve o mandato mantido pelo TSE. O deputado ar-gumentou que foi perseguido por sua antiga legenda, que acusou de ter "conduta antitica". Quem assume seu lugar na Cmara Jairo Paes Lira, do PTC de So Paulo.

    Em junho de 2007, o deputado teve um AVC leve e foi internado no hospital Srio Libans, em So Paulo. Ainda em 2007, o deputado foi internado com problemas no corao e suspeita de dengue, no confirmada. Estilista que ganhou fama ao se tornar apresentador de TV, Clodovil provocou polmica na Cmara desde os primeiros dias de mandato. Fez uma decorao sofisticada no gabinete e comprou briga com deputadas feministas.

    O caso recente mais rumoroso aconteceu com a petista Cida Dio-go (RJ), a quem Clodovil chamou de "feia", acrescentando que no serviria nem para "ser prostituta". A desavena com Cida comeou quando a deputada protestou con-tra afirmao de Clodovil de que as mulheres tinham ficado muito "or-dinrias", trabalhavam deitadas e descansavam em p. Na ocasio, em maio de 2007, Clodovil disse que poderia ter um AVC a qualquer momento, pois estava sob muita tenso.

    Entre os projetos apresentados pelo deputado esto o que torna obrigatrio o exame de prstata nos trabalhadores de mais de 40 anos e o que regulamenta o contra-to civil entre homossexuais, alm da

    emenda constitucional que reduz o nmero de deputados de 513 para 250, desde que a mudana seja aprovada em plebiscito. Em sua biografia no portal da Cmara, Clo-dovil apresenta-se como "estilista, ator e cantor".

    Quem foi ClodovilUm dos mais famosos estilistas

    e apresentadores do Brasil, Clodo-vil Hernandes foi o terceiro deputa-do federal mais votado do pas nas eleies de 2006, com 493.951 vo-tos. Morto hoje, aos 71 anos, Clo-dovil concluiu uma biografia que teve na polmica uma das princi-pais marcas registradas.

    Filho de pais adotivos, Clodo-vil nasceu em 1937, na cidade de Elisrio, interior de So Paulo. Aos 20 anos, se mudou para a capital paulista e logo se firmou como cos-tureiro das celebridades, entre elas Elis Regina, Cacilda Becker e as famlias Diniz e Matarazzo. Na d-cada de 1990, passou a se dedicar somente televiso, comandando programas como o "TV Mulher", na Rede Globo, junto com Marta Suplicy, ex-prefeita de So Paulo e ex-ministra do Turismo. Clodovil passou tambm pelas redes Man-chete, Gazeta e RedeTV.

    Alvo de diversas acusaes de ra-cismo, o deputado e apresentador chegou a dizer em uma entrevista, em 2005, que perdera a conta de quantos processo respondia. Em 2004, em um de seus programas, Clodovil chamou a ento vereadora de So Paulo Claudete Alves (PT-SP) de "macaca de tailleur metida a besta". No ano seguinte, disse deputada Cida Diogo (PT-RJ) que atualmente "as mulheres trabalham deitadas e descansam em p". Ele chamou tambm a deputada de "mulher feia". (AE)

    Aos 71 anos, deputado e ex-estilista teve morte cerebral detectada por volta das 18h50 desta tera-feira

  • 19 a 25 de maro de 2009

    Cerca de 42 milhes de malas so perdidas nos aeroportos em todo o mundo por ano 1,2 milho dessas jamais so encontradas de novo pelos passageiros. Diante dessa si-

    tuao considerada como crtica, a Comisso Europeia lanou uma in-vestigao contra empresas areas e aeroportos e pretende estabelecer novas multas. H o temor de que, se essa tendncia no for revertida,

    70 milhes de malas estaro sendo extraviadas por ano at o 2019. A escala do fenmeno preocupan-te, afirma a comisso.

    No Reino Unido, o Conselho de Usurios do Transporte Areo se queixou tambm de que os passa-geiros no esto sendo compen-sados de forma adequada pelas perdas de malas. Em 2007, a cada dois mil passageiros, um teve sua mala perdida e nunca mais achada. Diante da dimenso dos prejuzos, a UE agora defende uma interven-o dos governos. O comissrio de Transporte da Europa, Antonio Taja-ni, anunciou que pedir informaes de empresas areas e aeroportos. Segundo ele, entre 2006 e 2007, o nmero de malas perdidas subiu em 8 milhes de unidades.

    Uma das preocupaes com o comportamento das empresas areas de baixo custo, que deixam claro que se recusam a reembolsar passageiros por malas perdidas. Um tratado internacional entre pa-ses, assinado em 2004, obriga to-das as empresas a compensar os passageiros em caso de perdas. Mas, segundo a UE, os registros de abusos por parte das companhias so frequentes. Um dos casos aponta para a Ryanair, que pagou US$ 25 por uma guitarra quebrada durante o transporte. O passageiro havia pedido US$ 2,5 mil. (AE)

    ltima Hora

    UE diz que 42milhes de malas so perdidas por ano

    Londres comear a erguer arena de basquete para 2012

    Os organizadores dos Jogos Olmpicos de Londres re-ceberam nesta quarta-feira, 18, a autorizao para a construo da arena que ser utilizada na maioria das partidas de basquete durante a competio. O ginsio ter ca-pacidade para 12 mil torcedores e vai custar 64 milhes de euros (cerca de R$ 190 milhes).

    A arena ser construda apenas

    para uso temporrio, embora seja o terceiro maior local de provas previsto para o Parque Olmpico, e vai ser utilizada pelo basquete somente at as quartas-de-final, o que havia provocado protestos por causa do alto custo. Houve mudanas no projeto, inclusive na posio do ginsio dentro do parque.

    As semifinais e finais do basque-

    te sero na O2 Arena, que j existe - recebe neste ano o Mundial de Ginstica. Depois que o basquete "mudar", o ginsio receber as se-mifinais e finais do handebol, alm de jogos de basquete e rgbi em cadeira de rodas na Paraolimpa-da. "Depois dos Jogos, dois teros do material utilizado sero recicla-dos", avisou Paul Snoddy, respon-svel pelo projeto. (AE)

  • 19 a 25 de maro de 2009

    Pergunta da semana:

    Como voc est sentindo a crise financeira aqui na inglaterra?

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    Fim de tarde colorido no Parlamento de Londres.

    Robson Coelho, empresrio.R: O poder de compra dos bra-sileiros est mais baixo, os bra-sileiros esto precisando mandar mais dinheiro pro Brasil.

    Luis Andres Reckers, passador. R: Nos brasileiros, com a libra em baixa assim, temos que tra-balhar bem mais para podermos ter o mesmo poder de compra no Brasil.

    Danieli Polizel, customer service.R: Como pretendo ficar aqui em Londres mesmo e no mando di-nheiro pro Brasil, a no ser algumas coisas que ficaram mais caras, est tudo bem.

    Manoela Mendoza, subdrack.R: A crise financeira atual leva ao aumento do custo de vida e a res-trio do nosso poder aquisitivo.

  • 19 a 25 de maro de 2009

    Lula diz a Obama que precisoretomar comrcio entre pasesO presidente Luiz Incio Lula da Silva disse no ltimo sbado, 14, em

    entrevista concedida ao lado do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que preciso que o crdito volte a fluir para facilitar o fluxo comercial entre os pases".

    "Vamos trabalhar com uma pro-posta para discutir no G20. im-portante que seja rpido, porque o desempregado de hoje o proble-ma social de amanh.

    A entrevista ocorreu no Salo Oval da Casa Branca, aps o en-contro reservado dos dois pre-sidentes, que durou 20 minutos. Antes, houve uma reunio mais ampla, que incluiu ministros que estavam com Lula e auxiliares de Obama. Ao todo, os encontros du-raram uma hora.

    O presidente Lula voltou a criti-car o protecionismo, porque esse tipo de ao, agora, segundo ele, aumenta a crise. "Precisamos dina-mizar as economias internamente e garantir o crdito para o comrcio. preciso amadurecer uma propos-ta e apresentar solues. Eu sou otimista, disse Lula.

    Em resposta, o presidente Bara-ck Obama concordou com Lula e afirmou que aumentar o protecio-

    nismo na hora da crise pode dar um resultado contrrio ao espera-do. tendncia natural na crise jo-gar o sacrifcio para os outros. Mas importante garantir a troca de bens, servios e produtos. Vamos trabalhar junto com o Brasil nesse

    tema. O objetivo , no mnimo, no andar para trs, disse Obama.

    O presidente Lula defendeu o programa energtico brasileiro a partir do etanol e disse que o Bra-sil abenoado por j defender o combustvel limpo h 30 anos. Mas

    eu sei que uma mudana na matriz energtica de um pas no aconte-ce de uma hora para outra. um processo.

    Para Obama, o Brasil mostra ex-traordinria liderana no tema bio-combustveis. "A minha poltica

    dobrar os esforos no mesmo senti-do. A questo do etanol, entre Brasil e Estados Unidos, est tensionada, no vai mudar de um dia para o outro, mas ao longo do tempo isto pode ser resolvido, garantiu.

    No clima de bom humor com que os dois presidentes concederam a dupla entrevista s imprensas brasileira e americana, o presiden-te Lula voltou a afirmar, desta vez diante de Obama, que reza mais pelo presidente americano do que por ele mesmo.

    Desde a sua posse, h 40 dias, eu digo que eu rezo mais pelo Oba-ma do que por mim. E digo que eu no queria estar no seu lugar, dis-se Lula.

    Bem humorado, Obama respon-deu na hora: a mesma que coisa que me diz a minha mulher.

    Convidado pelo presidente Lula, Barack Obama confirmou que far uma visita ao Brasil, mas no disse a data. Por ser havaiano, no pos-so deixar de ir s belas praias do Rio de Janeiro, disse.

    Perguntado se gostaria de visitar a Amaznia, Obama respondeu que sim e completou: Eu acho que os opositores do Partido Re-publicano adorariam que eu me perdesse por l. (Agncia Brasil)

    Presidente Lula, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o ministro das Relaes Exteriores, Celso Amorim, e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, cumprimentam-se durante encontro na Casa Branca.

  • 19 a 25 de maro de 2009

    Brasil (geral)

    Demisses deixam Raposa/Serrado Sol em clima de "fim de festa" Arrozeiros da terra ind-gena Raposa/Serra do Sol (RR) dizem que es-

    to demitindo funcionrios com a proximidade do julgamento do Su-premo Tribunal Federal (STF), que poder colocar um ponto final no imbrglio em que se transformou a homologao da rea.

    Para eles, a medida necess-ria em razo da indefinio sobre o caso e devido a uma possvel determinao favorvel retirada da populao no-ndia do interior da reserva.

    A reportagem conversou com 4 dos 5 arrozeiros que tm fazendas na rea de 1,7 milho de hectares. Trs deles afirmam que esto de-mitindo. Todos dizem que, com a provvel ordem para a retirada, os funcionrios em sua totalidade tanto ndios quanto no-ndios sero dispensados.

    O STF deve retomar o julgamen-to do caso ainda esta semana. Em dezembro, 8 dos 11 ministros do tribunal votaram a favor da demar-cao contnua da rea e a conse-quente retirada da populao no-ndia. Naquela ocasio, o ministro Marco Aurlio Mello pediu vista.

    Para Paulo Csar Quartiero, ex-

    prefeito de Pacaraima (municpio que tem parte do territrio dentro da rea indgena) e produtor de ar-roz, o clima no interior da reserva, para os rizicultores, de "fim de festa". Ele diz que a previso de no preparar um novo plantio.

    "Logicamente estamos demi-tindo. Quando acabar a colheita [que deve se prorrogar at maio], teremos que demitir todos. No estamos mais comprando insu-mos." Quartiero conta que, desde o incio do ano, demitiu cerca de 50 funcionrios. Ele diz que j teve 200 empregados em suas fazen-das na reserva.

    O produtor rural Genor Faccio afirma que, com a indeciso sobre o caso, os arrozeiros esto impe-didos de produzir.

    "Semana passada demiti 12 funcionrios [de 50] da fazenda. Na semana que vem, provavel-mente eu demita mais uns dez. Com essa indefinio e com uma provvel deciso contra a gente, ficamos sem fazer nada com os funcionrios."

    Ivalcir Centenaro, que tem cerca de 30 funcionrios, diz que j de-mitiu ao menos quatro. "A gente j mandou embora um pessoal e vai

    ser, daqui para frente, 100%. No terei onde plantar", afirma ele.

    Caso o STF determine a retirada dos arrozeiros, o rizicultor Ivo Barili diz que "a vai ter de parar, vai ter de demitir".

    Para o governo de Roraima, se os arrozeiros deixarem a reserva, o desenvolvimento econmico do Estado ficar comprometido. A re-portagem tentou durante a sema-na falar com o governador Jos de Anchieta Jnior (PSDB) sem sucesso.

    Ansiedade Enquanto os arrozeiros vivem

    um clima de "fim de festa", os n-dios da Raposa/Serra do Sol que defendem a retirada do grupo es-to ansiosos com o desfecho do caso e querem que o STF "bata o martelo".

    A retirada da populao no-ndia do interior da terra indgena deveria ter sido concluda at abril de 2006, segundo previa uma por-taria assinada em 2005 pelo ento ministro da Justia do governo Lula, Mrcio Thomaz Bastos.

    O coordenador do Conselho Indgena de Roraima (CIR), Dio-nito Souza, disse que os ndios favorveis demarcao contnua

    querem a "retirada imediata" dos arrozeiros. "No vamos mais acei-tar esperar um, dois, trs anos", afirmou.

    Na quarta-feira, ndios favor-

    veis demarcao contnua es-peram reunir cerca de mil pessoas na comunidade do Barro, no inte-rior da reserva, para acompanhar o julgamento. (Agncia Folha)

    Assessor de Lula diz que agenda com EUA para G20 ''j est desenhada''Segundo marco Aurlio, pauta temtica inclui regulamentao financeira, pacotes de estmulo e parasos fiscais

    O assessor de Assuntos Internacionais da Presi-dncia, Marco Aurlio Garcia, afirmou que a agenda do grupo

    de trabalho Brasil EUA no G20 "j est desenhada" e vai incluir regulamentao financeira, paco-tes de estmulo e parasos fiscais. "A agenda j est desenhada, o grande problema como vai ser a coordenao da ao no inte-rior de cada pas e globalmente", afirmou Marco Aurlio. "E o pepino maior est aqui nos Estados Uni-dos, como disse o presidente Lula (ontem em reunio com o presi-dente Barack Obama)", ressaltou ele, na sada do hotel The Plaza, onde esto hospedados o presi-dente Luiz Incio Lula da Silva, a ministra Dilma Rousseff, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Hen-rique Meirelles.

    Eles esto em Nova York para participar do seminrio Brasil: par-ceiro global em uma nova econo-mia, promovido pelos jornais Va-lor Econmico e The Wall Street Journal. Segundo Marco Aurlio, um representante designado pelo secretrio do Tesouro americano, Timothy Geithner, e outro esco-lhido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, devem comear a costurar propostas para o grupo de trabalho.

    Segundo Ottoni Fernandes Jr., secretrio executivo da Secretaria de Comunicao da Presidncia, so esperados 230 empresrios, a

    maioria de pessoas que decidem investimentos, como economistas chefes e executivos de fundos de private equity (que compram par-ticipaes em empresas). O se-minrio parte de uma estratgia para promover a marca Brasil no exterior.

    O presidente Lula vai assistir ao seminrio de manh e far um discurso na hora do almoo. tar-de, ele dar entrevista a Fareed Zakaria para o programa Fareed Zakaria GPS, na CNN, focado em questes internacionais. Lula volta para Braslia no fim do dia.

    ContatosMarco Aurlio explicou que

    o Brasil tambm vai ter grupos de trabalho com outros pases, no apenas com os Estados Unidos. " nosso interesse mul-tiplicar contatos, sobretudo com aqueles pases com os quais te-mos mais afinidade, para chegar ao mais depurado possvel em termos de proposta para o G20", afirmou.

    O assessor especial da Pre-sidncia minimizou a importn-cia dada ao fato de Obama ter dito que a tarifa sobre o etanol brasileiro no ser eliminada da noite para o dia. "Evidentemente no seria em um sbado de ma-nh no Salo Oval que essa ques-to seria resolvida", comentou.

  • 19 a 25 de maro de 2009

    Brasil (geral)

    Operao do Ibama contrao desmatamento da Amaznia comea nesta segunda

    O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Re-novveis (Ibama) realiza a partir desta segunda-feira, 16, a Opera-o Arco Verde, que prev aes contra o desmatamento florestal e alternativas para o desemprego no setor madeireiro da Amaznia.

    De acordo com Luciano Evaris-to, coordenador-geral de Fiscali-zao do Ibama, o rgo pretende realizar 300 aes contra o des-

    matamento cem a mais do que em 2008. Para tanto, o Ibama con-tar com avies para observao de reas afetadas, e tambm para transporte de fiscais e equipamen-tos.

    "O Ibama vai apertar com fora a questo do desmatamento ilegal. Os cidados que alugarem cami-nhes para transporte de madeira, que no o faam, porque perdero seus bens. Aqueles empresrios das serrarias, que estejam traba-

    lhando com madeira ilegal, fiquem sabendo que a madeira ser apre-endida e retirada da serraria, e a serraria ser lacrada", disse.

    As medidas do plano surgiram de uma parceria, que envolve 14 ministrios mais a Casa Civil. Um deles o Ministrio do Trabalho e Emprego, que vai pagar auxlio-desemprego para quem ficar de-sempregado por trabalhar para empresas que exploram madeira ilegalmente. Tambm vo ser dis-tribudas cestas-bsicas.

    Para o coordenador do Ibama, existem outras opes para quem trabalha na regio. "Tentar trazer outras alternativas, que visem mudar o modelo de explorao predatria da floresta. Aquelas economias municipais, que ainda estiverem baseadas na extrao ilegal da madeira, fatalmente tero que procurar outro rumo sustent-vel. J est na hora dos sindica-tos, das associaes, trabalharem os setores para procurarem a ex-plorao sustentvel da madeira via plano de manejo", afirmou.

    De acordo com o coordenador, o oramento do Ibama para este ano subiu de R$ 60 milhes para R$ 80 milhes em 2009. (Agncia Brasil)

    Ibama pretende realizar 300 aes contra o desmatamento.

    A proposta do novo salrio m-nimo brasileiro, a vigorar em 2009, foi enviada, no final do ano passado, para discusso e apro-vao no Congresso. De acordo com a mesma, o aumento dever ser de 12%, o que significa que o trabalhador ter um acrscimo de apenas R$ 50 ao seu salrio atual, que de R$ 415 passar a R$ 465. O novo salrio dever valer a partir de fevereiro, o que significa que os trabalhadores, no Brasil, podero receber este pequeno ajuste j a partir do ms de maro.

    De acordo com a Constituio Federal brasileira, o salrio mnimo um direito de todos os trabalha-dores, sendo que seu valor deve ser fixado em lei de modo a aten-der s necessidades bsicas de uma famlia (de quatro pessoas, pelo menos) entre elas habitao, alimentao, educao, sade, la-zer, vesturio, higiene, transporte e previdncia social.

    O problema que, ao contrrio do que diz a lei, o salrio mnimo no suficiente para cobrir estas despesas essenciais. Se assim fos-se, o salrio teria que ser calculado em valor muito superior ao que tem prevalecido. E no caso do paga-mento da alimentao, por exem-plo, teria que ser suficiente para comprar todos os treze alimentos

    do que se convencionou chamar de cesta bsica: carne, leite, feijo, arroz, farinha, batata, tomate, po, caf, banana, acar, leo e man-teiga. Este conceito de uma cesta bsica padro, - assim como a sua prpria composio foi criado na mesma poca em que se arbitrou o pagamento de um salrio mnimo no pas.

    Mais do que nunca, no d para negar que o salrio mnimo est completamente defasado. De acordo com o DIEESE, Departa-mento Intersindical de Estatstica e Estudos Socioeconmicos, em dezembro de 2008, com o salrio em R$ 415, o mnimo necessrio para garantir as necessidades de um trabalhador e de sua famlia de-veria ser de R$ 2.141,08!

    A diferena, neste caso, entre o que foi definido por lei e a realidade do custo de vida no Brasil muito grande. Com base nessa enorme defasagem, somente no ano pas-sado, o trabalhador perdeu, a cada ms, a quantia de R$2096! E a con-seqncia imediata e visvel desta perda foi uma queda brutal das condies de vida de parcela con-sidervel da populao brasileira. A maioria do povo brasileiro, mesmo obrigada a se virar, de vrias ma-neiras, fazendo bicos e trabalhan-do dobrado, no tem conseguido garantir uma sobrevivncia digna.

    novo salrio mnimo aumenta 50 reaisRaquel Scarlatelli [email protected]

    Por:

  • 19 a 25 de maro de 2009

    Josef Fritzl, o homem que aprisionou a prpria fi-lha durante 24 anos num poro em sua casa e gerou sete filhos com ela (um morreu aps o parto), declarou-se culpado nesta segunda-feira, 16, das acusaes de estupro, incesto e crcere privado, porm afirmou que inocente das acusaes de assassinato de um dos sete filhos e "escravido", embora te-nha reconhecido "parcialmente" sua culpabilidade por delitos se-xuais.

    Usando um casaco cinza, Frit-zl entrou no tribunal ladeado por seis policiais e segurando uma pasta azul em ambas as mos para evitar que lhe fotografas-sem o rosto. Ele permaneceu em silncio e imvel, ignorando questes de equipes de TV an-tes de antes que o juiz e o jri entrassem e as cmeras fossem retiradas do recinto.

    O caso veio tona h menos de um ano, quando uma das fi-lhas de Fritzl com sua filha Eli-sabeth ficou seriamente doente e teve que ser levada a um hos-pital. Alm de prender a filha e as crianas no poro, Fritzl teria ainda incinerado num forno de sua casa um beb que teve com a filha Elisabeth e que teria fale-cido logo aps o parto. A acu-sao classifica o ato como um assassinato por negligncia por-que Fritzl no buscou ajuda para o beb, cujo corpo foi queimado em um forno.

    O advogado de Fritzl argu-

    mentou que a acusao de es-cravido era inapropriada e que ele contestaria a acusao mais grave, de assassinato. Segundo a BBC, a Justia do pas estipu-lou uma durao de cinco dias para o julgamento e um veredicto esperado para a sexta-feira tarde no horrio local. Fritzl pode ser condenado priso perptua se for considerado culpado de assassinato. De acordo com es-pecialistas austracos em Direito, livrar-se da acusao o livraria da sentena de priso perptua e lhe daria a perspectiva de uma pena relativamente branda: 15 anos de priso pela pena mais alta, a de estupro. De acordo com as leis austracas, aps sete anos e meio de pena ele teria di-reito a pleitear a liberdade.

    Ao apresentar as acusaes contra Fritzl, a promotora Chris-tiane Burkheiser falou do "mar-trio inimaginvel" sofrido por Elisabeth, hoje com 43 anos. A acusadora admitiu que o ru "respondeu a todas as pergun-tas" da Promotoria, mas desta-cou que Fritzl "no mostrou ne-nhum tipo de remorso" pelo que fez. Burkheiser tambm lembrou que, nos primeiros nove anos de cativeiro, a vtima tinha viveu num espao de 11 metros quadrados, "s vezes com trs filhos peque-nos e grvida".

    Segundo a promotora, j no segundo dia do crcere, que teve incio em agosto de 1984, Elisabeth, ento com 18 anos, foi estuprada pelo pai no poro,

    onde "no havia gua quente, ducha, calefao, luz do dia ou ventilao com ar fresco". O ad-vogado de defesa Rudolf Mayer pediu ao jri que seja objetivo e no se deixe levar pelas emo-es. Ele declarou que Fritzl "no um monstro".

    A juza responsvel, Andrea Humer, no quis fazer nenhum comentrio sobre o caso, ape-nas afirmando que " um proces-so como qualquer outro". Humer esteve presente durante a grava-o do depoimento de Elisabeth Fritzl, a filha de Josef, feito em vdeo e com a durao de onze

    horas. Mas a promotora Christia-ne Burkheiser j adiantou que a gravao no ser exibida na n-tegra durante o julgamento.

    As autoridades austracas to-maram medidas para resguardar a privacidade de Elisabeth Fritzl e seus filhos durante esta semana, colocando-os sob a proteo de mdicos e policiais na clnica de Amstetten-Mauer, com o objetivo de evitar o assdio dos papara-zzi. H alguns meses, Elisabeth vive com a famlia sob uma nova identidade na regio da ustria Alta, mas em dezembro um fo-tgrafo captou imagens de um

    passeio dela e as fotos foram publicadas num jornal ingls, causando indignao na opinio pblica austraca.

    As deliberaes sero feitas sem a presena da imprensa. Estima-se que 200 jornalistas tenham chegado cidade para acompanhar o julgamento, mas eles tero acesso ao tribunal apenas durante a leitura das acu-saes, no incio, e do veredicto, ao final do processo. Um porta-voz do tribunal dar declaraes sobre o transcorrer do julgamen-to uma vez por dia. (Agncias in-ternacionais)

    mundo

    Fritzl admite culpa por estuproe incesto, mas nega assassinatoComea julgamento do austraco que prendeu a prpria filha por 24 anos num poro e gerou 7 filhos com ela

    Fritzl pode ser condenado priso perptua se for considerado culpado de assassinato.

    Reu

    ters

    Sudo impedir agncias internacionais de distribuir ajuda

    O presidente do Sudo, Omar al-Bashir, afirmou nesta segunda-feira, 16, que as agncias internacionais de assistncia esto impedidas de distribuir a ajuda destinada ao pas num prazo de um ano.

    "Ordenei ao Ministrio de As-suntos Humanitrios que 'su-danize' todas as agncias de assistncia no Sudo dentro de um ano", afirmou o governante em cerimnia com chefes mili-tares e policiais. O chefe de go-verno disse que, depois desse prazo, "nenhuma organizao internacional distribuir ajuda aos cidados do Sudo", e as agncias de assistncia podem deixar sua comida no aeroporto

    e as organizaes sudanesas a distribuiro.

    No dia 4 de maro, o Sudo ordenou a expulso ou a sus-penso de operaes de uma dzia de organizaes de aju-da, nacionais e internacionais, o mesmo dia que se conheceu a ordem de deteno emitida contra ele pela Tribunal Penal Internacional (TPI). Bashir fez o anncio em discurso que pro-nunciou em cerimnia no sul da capital com chefes do Exr-cito e da Polcia, como parte de seus contatos com repre-sentantes de todos os setores aps a deciso anunciada pelo TPI.

    O governante sudans, pro-

    curado pelo TPI por crimes de guerra e contra a humanidade cometidos no conflito armado de Darfur, acusou as ajudas de assistncia estrangeiras de "roubar" o dinheiro oferecido pelos pases doadores e des-tinado ao Sudo. Bashir no fechou a porta totalmente a to-das as agncias internacionais de assistncia, mas sim deixou claro que a ajuda em comida ou remdios s ser distribu-da por organizaes locais. "Aquelas (organizaes) que cumprirem as leis do pas se-ro bem-vindas e aquelas que quebrarem a lei sero expul-sas", acrescentou o governan-te. (Efe)

    Presidente afirma que pretende nacionalizar trabalhos de assistncia no pas em um prazo de um ano

    AP

    Bashir participa de comcio militar em Cartum.

  • 19 a 25 de maro de 2009

    D ick Cheney, ex-vice-presidente dos Estados Unidos no Governo de George W. Bush (2001-2009), dis-se neste domingo, 15, que, com sua poltica, o atual presidente Barack Obama elevou o perigo de que ocorra outro atentado no pas.

    Em sua primeira entrevista aps deixar a Casa Branca, rede de televiso CNN, Cheney elogiou as medidas contra o terrorismo de Bush.

    Segundo ele, o endurecimento da poltica de deteno e interro-gatrios aprovado pelo Governo de George W. Bush foi "absolu-tamente essencial" para prevenir outro atentado como o que der-rubou as torres gmeas com dois avies, matando cerca de trs mil pessoas, em 11 de setembro de 2001.

    "Acho que uma grande his-

    tria de sucesso. Foi feita legal-mente, de acordo com nossas prticas e princpios constitucio-nais", afirmou Cheney.

    Obama revisou essas medidas, declarando que as asfixias simu-ladas s quais a CIA submeteu a alguns presos foram atos de tor-tura.

    "O presidente Obama fez cam-panha pelo pas contra todo isso e agora est tomando decises que, na minha opinio, elevaro o risco de outro atentado", atacou o "falco" (poltico da ala mais linha dura do partido Republicano).

    Cheney disse que Bush tomou a deciso "crucial" aps o 11-9 e que os Estados Unidos "esto em guerra" e que "no se trata de um problema policial", simplesmen-te.

    Nesse sentido, afirmou que o fechamento de Guantnamo, que o democrata Obama pretende conseguir em um ano, mostra que

    o novo Governo est perdendo "o conceito de ameaa militar".

    Na entrevista, Cheney tambm reconheceu desacordos com Bush, especialmente a respeito do Ir e da Coreia do Norte, pois no concordou com a deciso do ento presidente de tentar com-bat-los pela via diplomtica.

    Sobre o Ir, ele afirmou estar convencido que o Governo de Teer pretende obter armas nu-cleares, pois j conseguiu o en-riquecimento baixo de urnio, "o passo mais difcil" para fabricar uma bomba atmica.

    Quanto invaso do Iraque, apesar de os Estados Unidos no encontrarem armas de des-truio em massa e a guerra ter sido mais sangrenta do que o previsto, Cheney disse ela "foi, absolutamente, a ao correta", porque "criamos um pas gover-nado democraticamente no cora-o do Oriente Mdio". (Efe)

    Cheney diz que Obama elevarisco de novo atentado nos EUASegundo o ex-vice-presidente dos EUA, medidas contra asfixias simuladas 'elevaro o risco de atentado'

    Coreia do Sul exige que o norte pague custos do bloqueio

    A Coreia do Sul exigiu na segunda-feira, 16, que a Coreia do Norte arque com os prejuzos decorrentes do blo-queio a um parque industrial que fica no territrio do pas co-munista, uma deciso que deve agravar a tenso na pennsula.

    Na semana passada, o Norte bloqueou o acesso fronteirio ao parque industrial, que perten-ce a empresas sul-coreanas e aproveita a fora de trabalho ba-rata do Norte - com salrios que so depositados diretamente na conta do regime comunista.

    " muito lamentvel que a Coreia do Norte tenha imposto uma restrio de acesso e um bloqueio. Nosso governo est deixando claro agora essa res-ponsabilidade por todos os in-cidentes, inclusive a produo perdida e os prejuzos econ-micos das nossas empresas", disse Kim Ho-nyeon, porta-voz do Ministrio da Unificao, em nota.

    O Norte tem adotado uma re-trica cada vez mais agressiva contra o governo conservador sul-coreano, e a nova medida coloca em dvida a nica gran-de cooperao econmica entre as duas Coreias.

    "Se as livres transferncias dos nossos funcionrios e o trans-porte de produtos no forem ga-rantidos no futuro, no podemos esperar um desenvolvimento es-tvel do parque industrial de Ka-esong," disse Kim. (Reuters)

  • 19 a 25 de maro de 2009

    Aps tomar portos, Chvezquer aumentar preo da gasolina e servios O presidente da Vene-zuela, Hugo Chvez, afirmou neste domin-

    go, 15, que no descarta revisar e aumentar o preo da gasoli-na no pas. O anncio foi feito no mesmo dia em que o presidente ordenou que o Exrcito tomasse portos e aeroportos e ameaou prender quem se opusesse me-dida.

    "Em dez anos jamais aumenta-mos o preo da gasolina; nem da gasolina, nem do diesel. Algum dia teremos que ajustar estes preos", disse Chvez, em seu programa de TV dominical "Al Presidente".

    "Praticamente estamos dando a gasolina de presente. O povo gas-ta muita gasolina nestes carros de luxo, no justo que os ricos qua-se no paguem gasolina por aqui", completou Chvez que sofreu um duro golpe com a queda do preo do petrleo nos ltimos me-ses, o principal produto da econo-mia venezuelana.

    No discurso, ele indicou ainda que a eletricidade, gua e outros servios "so muito baratos". "No justo que estejamos especulan-do com roupas, alimentos ou qual-quer coisa", disse.

    O anncio foi feito trs dias de-pois que o Congresso aprovou a Lei de Descentralizao, descrita como uma "lei da Repblica". Na prtica, ela permite ao governo central tomar vrias medidas de descentralizao, incluindo assu-mir estradas, portos e aeroportos se lderes estaduais no consegui-rem fazer sua manuteno de ma-neira adequada. Chvez disse que a reforma deve ser respeitada.

    Nos ltimos meses o governo tomou vrias medidas para dimi-nuir o controle de lderes regionais sobre servios como hospitais e foras policiais, sendo acusado de buscar o enfraquecimento de autoridades oposicionistas eleitas

    para ampliar seu poder. Proibio da pesca Chvez aprovou ainda uma ver-

    ba de mais de 70 milhes de bo-lvares fortes (R$ 75 milhes) para a nova fase de seu projeto da Lei

    de Descentralizao: o Plano Na-cional de Eliminao da Pesca de Arraste, que consiste, entre outras medidas, a reconverso, expro-priao de embarcaes utiliza-das para a atividade.

    "Acabou a pesca destruidora na Ve-nezuela, a pesca de arraste, que destruiu quilmetros de fundo marinho, com os bar-cos de arrasto", dis-se Chvez, em ann-cio feito durante seu programa de rdio A pesca de arraste re-alizada com redes em forma de saco que so puxadas a uma velocidade que per-mite que os peixes, crustceos ou outro tipo de pescado se-jam pegos.

    O presidente vene-zuelano disse ainda que sero expropria-dos os barcos que no quiserem abando-nar a prtica, afirma o jornal venezuelano "El Universal". Segundo o ministro de Agricultu-ra e Terras, Elias Jaua, citado pelo jornal, 30 barcos sero expro-priados.

    O ministro afirmou que a verba destina-da ao programa ser utilizada em forma de crditos de 500 mil bolvares fortes (R$ 535 mil) para cada embarcao tomada, alm de projetos de agricultura, pesca ar-tesanal e mecnica para absorver os pes-cadores que perdero o emprego.

    Portos e aeroportos Chvez determinou neste do-

    mingo que o Exrcito e a Marinha tomassem os portos e aeroportos do pas, com o objetivo contro-lar as instalaes que esto nas mos de governos estaduais da

    oposio. Ele ameaou de priso os governadores que tentarem re-sistir deciso.

    De acordo com o jornal venezue-lano "El Universal", Chvez citou o governador do Estado de Carabo-bo, Henrique Salas Feo, como um dos governantes oposicionistas sob risco de priso, porque teria manifestado a inteno de impe-dir que os portos do Estado pas-sassem para as mos do governo central.

    "Voc ter que encontrar uma Marinha de guerra, governador, ter de encontrar um Exrcito. No sei o que poder fazer. Ele disse que vai defender Puerto Cabello, com a polcia de Carabobo. Bem, ento vai para a priso", disse Chvez, referindo-se a Feo.

    Chvez argumentou que os por-tos de Carabobo, Zulia e Porlamar, todos sob controle de governa-dores da oposio, estavam nas mos de "mfias e de traficantes de drogas", que dominam, segun-do ele, as operaes porturias, o que, de acordo com presidente, "vai mudar com a nova lei."

    Fortalecimento Em 15 de fevereiro passado,

    Chvez obteve uma grande vitria poltica, com a aprovao em re-ferendo da proposta que permitiu a reeleio ilimitada para alguns cargos pblicos, entre eles o de presidente.

    Nas eleies regionais de no-vembro passado, a oposio ve-nezuelana conquistou o controle de seis Estados o triplo do que havia conseguido na eleio ante-rior , alm da Prefeitura Metropo-litana de Caracas. O partido cha-vista, o PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela) perdeu nos trs Estados com maior nmero de eleitores Zulia (2.141.055), Miranda (1.781.361) e Carabo-bo (1.338.601) , mas manteve o controle da maioria dos governos regionais. (Folha Online)

    Diviso de poder regional na Venezuela, antes e depois das ltimas eleies.

  • 19 a 25 de maro de 2009

    Por:

    Daniela [email protected]

    Primeiro concurso de fado Amador em Londres

    Silncio que se vai cantar o fado

    Imortalizadas esto as pala-vras de Antnio Variaes quando cantava Todos ns temos Amlia na voz e com esse conhecimento e anseio que se realiza o primeiro concurso de Fado Amador em Londres a de-correr no restaurante O Fado, em Knightsbridge.

    O estabelecimento, localizado, no centro da capital britnica responsvel pela organizao do concurso que termina na prxima quinta-feira, 27, e conta com qua-tro finalistas.

    A dolncia e amor to comuns no fado levaram dez fadistas amadores a participar, alguns j tinham experimentado cantar, outros cantaram em pblico pela primeira vez, disse Liliana Costa, scia-gerente do restaurante e ela prpria fadista, ao Braziliannews. A eliminatria foi uma surpresa,

    pois no se esperava tanta vonta-de e talento referiu a fadista.

    Com idades entre os 25 e os 50 anos todos os concorrentes so portugueses, acrescentando Lilia-na Costa que houve inclusive, uma inscrio, por parte de uma finlan-desa, mas que por motivos logsti-cos no foi possvel participar era incomportvel para ela, admitiu.

    A idia de organizar o concurso surgiu da scia-gerente, natural de Coimbra, que contou ao seman-rio, sempre gostei muito de con-cursos de fado como plataforma para me superar. A experincia em 13 concursos faz acreditar Li-liana Costa que um concurso uma boa forma de pessoas que esto longe poderem dar voz vontade de cantar fado.

    Para o futuro a fadista, no exclui a possibilidade da participao de portugueses de outros pases, co-mentando ao Braziliannews que gostaria imenso que este fosse o primeiro de uma longa histria acreditando ser possvel mais tar-de reunir fadista de toda a Euro-pa.

    Os concorrentes foram j ava-liados pelos clientes presentes no restaurante e por Liliana, vence-dora de duas Grandes Noites do Fado, e o fadista Paulo Jorge, tam-bm vencedor de uma edio do mesmo evento em Portugal. Para a final contam-se quatro concor-rentes: Joana Mateus, Fernando Miranda e os irmos Carlos e Jai-me Albino.

    Os trs finalistas ganham uma semana de curso de Fado minis-trado por Liliana Costa e o grande

    vencedor ganha ainda um trofu alusivo ao concurso, 100 ofereci-dos pela agncia de viagens Lati-tude 40 e uma oferta da empresa de vinhos portugueses Sograpre. Para a fadista dinamizadora do evento os prmios so um incen-tivo mais um prmio de prest-gio e pelo ttulo que se adquire.

    A palavra fado deriva do latim fa-tum, ou seja, "destino" e ter surgi-do provavelmente na primeira me-tade do sculo XIX, tendo iniciado a sua conquista pelo mundo em meados do sculo XIX, tornando-se uma expresso artstica muito famosa fora de Portugal. Mais co-nhecidos so os Fado de Lisboa e Coimbra, o primeiro comeou por ser cantado nas tabernas e nos ptios dos bairros populares, como Alfama, Castelo, Mouraria, Bairro Alto, Madragoa, para mais tarde se tornar nacional. O Fado de Coimbra muito ligado s tra-dies acadmicas da respectiva universidade, exclusivamente cantado por homens e tanto os cantores como os msicos usam o traje acadmico.

    Todas as noites, n O Fado se pode escutar pela voz de Li-liana Costa e Paulo Jorge fado de Coimbra e Lisboa, havendo tam-bm convidados, normalmente residentes da comunidade portu-guesa que trazem na voz o mis-trio que envolve, e que s assim se deve verdadeiramente escutar o fado. Cano de sentimentos profundos da alma portuguesa, de saudade e tristeza de rancores e amores perdidos, de tragdiaao chorar de uma guitarra.

    Acordo Ortogrfico com possvel avano condicionado

    Em declaraes agncia portuguesa Lusa, Artur An-selmo, presidente do Instituto de Lexicologia e Lexicografia da Ln-gua Portuguesa da Academia das Cincias de Lisboa, apontou a falta de um vocabulrio para a entrada em vigor do Acordo Ortogrfico.

    "Ainda no foi elaborado o vo-cabulrio uma listagem das pa-lavras da Lngua Portuguesa e no pode haver um Acordo sem esse vocabulrio, no qual entram as contribuies de Portugal mas tambm dos outros pases de Ln-gua Portuguesa", afirmou Artur An-selmo, alertando que "esse proces-so demorado".

    O Acordo Ortogrfico envolve Portugal, o Brasil, os Pases Africa-nos de Lngua Oficial Portuguesa, Timor, que no foi signatrio do acordo em 1990 por no ser ento um pas independente, e a Galiza, porque o galego uma variante do Portugus antigo.

    "Neste momento, tanto quanto sei, os brasileiros tm o vocabulrio pronto e os galegos tambm mas no sei o que se passa nos pases africanos e em Timor", acrescen-tou o fillogo, segundo quem, em Portugal, "o Governo no tomou posio nenhuma, no encarregou ningum, nem a Academia das Ci-ncias", dessa tarefa.

    Afirmando-se preocupado, "por-que sem vocabulrio no haver acordo", Artur Anselmo disse Lusa que "o Governo tem de tomar

    uma posio". O Portugus uma "obra-prima"

    vtima de "um processo de banali-zao gravssimo" e a parcela de palavras empregues "nfima" face s possibilidades, afirma o fillo-go.

    Para Artur Anselmo, o Portugus est a ser vtima de uma banali-zao que faz com que, cada vez mais, "as pessoas falem todas da mesma maneira", empregando "uma parcela nfima" dos vocbulos ao seu dispor.

    "Ns temos 110 mil palavras di-cionarizadas e no falo nas locu-es, que a iramos para as 300 mil e o Portugus bsico est re-duzido a menos de mil palavras, o que pssimo", declarou, critican-do "esta falta de variedade, esta uniformidade em que camos".

    Na ausncia desse instrumen-to, "em rigor, as pessoas no po-deriam aplicar j o Acordo Orto-grfico", assinalou Artur Anselmo, acrescentando que, todavia, so livres de faz-lo.

    "As lnguas vo continuar a evo-luir", sublinhou Artur Anselmo, dan-do como exemplo o Ingls: "Per-cebo que os ingleses no tenham acordo nenhum com a Austrlia e que os australianos no tenham acordo nenhum com os Estados Unidos da Amrica. Ns quere-mos consultar um dicionrio do Ingls de Inglaterra e consultamos o Oxford mas, se queremos con-sultar o Ingls dos Estados Unidos,

    vamos ao Webster". No caso da Lngua Portuguesa,

    para o Portugus do Brasil existem dicionrios como "o Aurlio ou o Houaiss", enquanto para o Portu-gus de Portugal esto disponveis obras como o Novo Dicionrio da Lngua Portuguesa, de Antnio Cndido Figueiredo, originalmente publicado em 1899 e objeto de v-rias reedies. (Daniela Romo)

  • 19 a 25 de maro de 2009

    Brown faz mea-culpa sobrecrise bancria no Reino UnidoEm entrevista, premi admite que devia ter iniciado h dez anos campanha a favor de uma regulao

    O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, entoou um mea-culpa por seu papel na crise banc-ria que jogou o Reino Unido, assim como outros pases, na recesso.

    Em declaraes ao dirio local The Guardian, o premi trabalhis-ta admite que devia ter iniciado h dez anos uma campanha a favor de uma regulao mais respons-vel dos mercados financeiros.

    "Assumo plena responsabilida-de nas minhas aes, mas acho que enfrentamos um problema que de natureza global", afirma Brown.

    "H dez anos, depois da crise asitica, quando outros pases pensaram que os problemas de-sapareceriam, talvez devamos ter sido mais duros", reconhece o che-fe de governo.

    Brown diz que a ortodoxia dos l-timos 40 anos a favor do livre mer-cado chegou a seu fim, mas afirma que isso no significa que se v voltar ao intervencionismo gover-namental em grande escala.

    "O 'laissez-faire' entrou para his-tria. As pessoas situadas na cen-tro-esquerda e os progressistas devem ter a confiana suficiente para declarar obsoleta a ideia de

    que os mercados so capazes de resolver tudo sozinhos", explica o poltico trabalhista.

    Brown critica a oposio conser-vadora britnica e diz no compre-ender como esse partido poder resolver os problemas enfrentados no pas insistindo em "cortar o gas-to pblico e se negando a investir no futuro".

    "Acho que no mundo todo, so-bretudo depois da vitria de Bara-ck Obama nos EUA, os cidados veem que as foras progressistas so as nicas que tm respostas para os desafios que enfrentamos", afirma. (Efe)

    Escocs prope taxao a chocolate para combater obesidade

    Um mdico escocs pro-ps a imposio de taxas venda de chocolate, da mesma maneira que feito com o lcool e o tabaco, para combater o au-mento da obesidade e os casos de diabetes no Reino Unido.

    David Walker, mdico de Lana-rkshire, no sul da Esccia, acre-dita que o chocolate tem uma parcela importante no problema de excesso de peso entre a po-pulao.

    Segundo Walker, alm das refei-es normais, muita gente conso-me uma quantidade de chocolate equivalente s calorias dirias ne-

    cessrias para uma pessoa.O chocolate foi visto sempre

    como "algo especial", mas se tor-nou perigoso para muita gente, disse medico, que tambm es-pecialista em nutrio, na sema-na passada.

    "A obesidade um problema que prolifera. Estamos no mesmo caminho que os Estados Unidos", disse Walker imprensa britnica.

    Segundo ele, um pacote de 225 gramas de balas de choco-late contm quase 1.200 calorias, quase a metade das que se re-comenda a um homem consumir por dia. (Efe)

    Prncipe Charles, o mais elegante do mundo

    O prncipe Charles foi eleito o homem mais elegante do mundo pela revista americana Es-quire. O herdeiro do trono britnico foi escolhido por seu estilo clssico palets em xadrez, golas altas e sapatos envernizados. A lista com-pleta foi divulgada na edio da semana passada da revista.

    Em seguida, aparecem o come-diante britnico Ronnie Corbett, o rapper americano Andre 3000, do OutKast, e o presidente dos Esta-dos Unidos Barack Obama.

    A lista dos dez homens mais bem vestidos do mundo traz ain-da o artista plstico britnico David Hockney e o tenista suo Roger

    Federer, de 27 anos, o mais novo a integrar o ranking.

    O diretor da Esquire, Jeremy Langmead, explica o gosto da pu-blicao pelo estilo clssico, em detrimento das novas tendncias. "So os homens que se vestem como pessoas maduras os que chamaram a ateno dos juzes, assim como aqueles que conse-guiram desenvolver o prprio esti-lo e que foram capazes de mant-lo".

    A edio tambm trouxe a lista dos mais mal-vestidos, entre os quais figuram o primeiro-ministro britnico Gordon Brown e o prefei-to de Londres Boris Johnson.

  • 19 a 25 de maro de 2009

    Gordon Brown contra aumentodo preo das bebidas alcolicasO primeiro-ministro bri-tnico, Gordon Brown, mostrou-se pouco re-

    ceptivo ideia de aumentar o pre-o das bebidas alcolicas para combater o alcoolismo, propos-ta pelo director-geral da Sade, Liam Donaldson.

    Questionado durante uma conferncia de imprensa, Brown admitiu a necessidade de agir contra o problema do alcoolismo e o comportamento anti-social associado, mas defendeu no ser desejvel "que a maioria dos consumidores de lcool respon-sveis tenham de pagar mais ou sofrer por causa dos excessos de uma pequena minoria".

    A sugesto foi feita formalmen-te num relatrio que Donaldson

    apresentou com medidas para tentar travar o consumo excessivo de bebidas alcolicas.

    O director-geral da Sade de-fendeu que o preo por unida-de de lcool deveria ser de pelo menos 50 pence (55 cntimos de euro).

    Isto implicaria que o preo m-nimo de uma garrafa de vinho seria, por exemplo, de 4,5 libras (4,9 euros) e o custo de algumas cervejas subiria para o dobro.

    A medida destina-se apenas a servir de orientao ao Governo, que no est obrigado a adoptar as sugestes feitas no documen-to hoje apresentado.

    Donaldson afirmou existir uma "relao entre preo e consumo de lcool" e que o alcoolismo

    "no apenas um problema de uma minoria que dependente, mas um problema de todos".

    As estatsticas dizem que perto de 40% dos homens e 25% das mulheres bebem acima das do-ses dirias aconselhadas, com-portamento que est tambm a crescer junto dos jovens.

    "Inglaterra bebe demais", cons-tatou o responsvel.

    O relatrio diz que a reduo do consumo poderia diminuir a crimi-nalidade, o nmero de hospitali-zaes e o nmero de faltas ao trabalho, podendo poupar mais de mil milhes de euros.

    A ideia de fixar um preo mni-mo para o lcool foi recentemente discutida pelas autoridades esco-cesas. (Lusa)

    Cook your Business realiza quarto evento com sucesso

    Paula [email protected]

    Por:

    Pela quarta vez consecutiva o Cook your Business pro-moveu um encontro de entre em-presas inglesas e latinas focadas no mercado londrino, na ltima segunda-feira, 9. No total foram 120 empreendedores que parti-

    ciparam do evento realizado na sede da Foreign Press Associa-tion. O evento possibilitou o inter-cambio de contatos e informaes entre os empreendedores, conso-lidando novas idias e propostas comerciais.

    Um dos apoiadores do evento foi a City of London que tem bastan-

    te interesse no desenvolvimento e consolidao de negcios latinoa-mericanos na capital britnica. A

    fundadora e diretora de Cook Your Business, Bibiana Crocitta, fez uma breve apresentao de aber-

    tura sobre sua experincia pessoal de mais de 20 anos na area de recursos humanos em empresas como a Microsoft, BBVA, Santan-der, Repsol.

    O evento recebu o apoio dos se-guintes patrocinadores Acbba, City of London, Cmara de Comercio Colombiana, Cmara de Comercio Argentina, British Library Business & IP Centre, Aerolneas Argentinas e do grupo de Comunicacao Ex-pressNews e BrazilianNews.

  • 19 a 25 de maro de 2009

    nova relao com EUA ajudainvestimento da Petrobras, diz IrSegundo ministro iraniano, americanos frearam os projetos da empresa brasileira no pas durante a era Bush

    O governo do Ir espera que um novo comporta-mento do governo ame-ricano em relao Teer facilite os investimentos da Petrobras no pas do Oriente Mdio. "Esperamos que as novas condies abram novas possibilidades para a Petrobras", afirmou o ministro de Petrleo do Ir, Gholam Nozari, em reunies em Genebra. Segundo ele, foram os americanos quem frearam os investimentos nos ltimos anos da Petrobras em seu pas. "Os Estados Unidos no queriam (os projetos da empresa brasileira no Ir)", afirmou.

    Teer, com problemas econmi-cos cada vez mais profundos, bus-ca novos parceiros internacionais para tentar manter seus investimen-tos na explorao de seus recursos naturais. O Ir vem sendo pressiona-do pela Europa e Estados Unidos diante de um temor de que Teer esteja desenvolvendo um progra-ma nuclear. Sanes foram estabe-lecidas e Washington, durante os anos de George W. Bush, passou a apelar para que governos de v-rios pases a no fechar acordos de petrleo com o Ir. Entre os alvos da Casa Branca est a Petrobras. O presidente Luiz Incio Lula da Silva chegou a declarar que nenhum pas pressionaria o Brasil em seus acor-dos internacionais.

    O presidente Barack Obama j indicou que est disposto a dialo-

    gar com o Ir. "J tivemos discus-ses com a Petrobras no passado. Se as condies polticas melho-rarem, esperamos que a empresa possa investir no pas", disse o ministro. Ele garantiu que Teer tambm est disposto a dialogar com os Estados Unidos. Mas no explicou quais seriam as bases do dilogo.

    Para Teer, a presso da Casa Branca fez com que as negociaes com a Petrobras fossem retardadas, ainda que a empresa alegue que parte dos problemas era a falta real de interesse pelas reservas do pas.

    Segundo as autoridades irania-nas, existem duas negociaes so-bre a mesa com a Petrobras. A pri-meira a negociao direta com o governo para a explorao de uma reserva no Mar Cspio. Outro pon-to na agenda bilateral um bloco no Golfo Prsico, que j est com a Petrobras mas que ainda no foi explorado.

    Mas o ministro de Petrleo do Ir, Gholam Nozari, no perde as espe-ranas. "Queremos muito um acor-do com a Petrobras", afirmou o ira-niano. O governo iraniano explicou ao Estado que sua estratgia a de estabelecer o maior nmero de acordos possveis com empresas estatais de outros pases. O plano de substituir as multinacionais por empresas nacionais. Portanto, um acordo com a Petrobras seria bem recebido. "Queremos ter um papel maior no fornecimento de petrleo no mundo", disse o ministro.

    DesabastecimentoCom reservas de 138 bilhes de

    barris de petrleo, O Ir a segunda potncia mundial no setor e s per-de para Arbia Saudita. Mas, sem investimentos em refinaria, a produ-o no suficiente nem para abas-

    tecer o mercado local de gasolina.O prprio governo admite que

    precisar de investimentos de US$ 141 bilhes nos prximos dez anos e espera que metade venha de em-presas estrangeiras. O Ir iniciou

    at mesmo um programa de priva-tizao de algumas reas do setor, mas com vendas de aes na Bolsa de Teer.

    Para Nozari, o Ir precisa da tec-nologia nuclear como forma de ga-rantir o abastecimento de energia a 17 milhes de pessoas. America-nos e europeus temem que o uso da energia seja transformado para a construo de uma bomba atmi-ca. (AE)

    Ministro de Petrleo do Ir, Gholam Nozari: Queremos muito um acordo com a Petrobras.

    Sada para os EUA estatizar bancos com problemas, diz mantega

    O ministro da Fazenda, Gui-do Mantega, disse que o governo norte-americano, mesmo contra a vontade, ter de estati-zar ou nacionalizar os bancos que tm graves problemas financeiros. "Eles no tm sada. Tanto que j esto fazendo na marra", afirmou o ministro em entrevista coletiva em Nova York. Mantega chegou nes-ta segunda-feira, 16, aos Estados Unidos, aps participar em Londres da reunio preparatria para o en-contro dos lderes do G20 (grupo que rene representantes de pases ricos e dos principais emergentes), em 2 de abril.

    Segundo Mantega, os norte-ame-ricanos no se sentem vontade para falar em estatizao ou nacio-nalizao de bancos "por razes ideolgicas". Nacionalizar, segundo o ministro, traz mais segurana ao contribuinte, pois os recursos gas-tos para sanear a instituio garan-tem que ela no quebre. Comprar s a parte ruim das instituies, disse ele, complicado. "Se pagar muito pela parte ruim, o contribuinte reclama na justia. Se pagar pouco, o banco quebra."

    O ministro tambm adiantou al-guns pontos em que j h acordo entre o Brasil e os Estados Unidos e que sero discutidos em um gru-po de trabalho antes da reunio do G20. A ao conjunta foi fechada durante encontro, no sbado (14), em Washington, entre os presiden-tes Luiz Incio Lula da Silva e Barack Obama. Segundo Mantega, os dois pases concordam em apostar em mais poltica fiscal investimentos do estado e monetria baixando os ju-ros bsicos.

    Mantega tambm defende mais regulamentao das instituies fi-nanceiras internacionais, mas disse ter dvidas sobre a ideia defendida por pases como Frana e Alemanha da criao de um organismo que chamou de a "OMC (Organizao Mundial do Comrcio) dos bancos". Ele acha uma boa medida, desde que no seja formado como o FMI (Fundo Monetrio Internacional), com assimetrias muito grandes no poder de deciso. Estados Unidos e o Reino Unido no aceitam a pro-posta.

    Sobre essa regulamentao para fundos de investimentos, Mantega

    defende que seja feita "com calma, sem assustar os investidores atu-ais, o que pode trazer ainda mais problemas". Para ele, o prioritrio "tirar a toxidade" e sanear o sistema financeiro, o que traria confiana e ajudaria a resolver o problema da falta de crdito. Segundo o ministro da Fazenda, a crise internacional est "engasgada" porque os ativos txicos (emprstimos de difcil rece-bimento pelos bancos) continuam nas instituies.

    Outro consenso, disse o ministro, a necessidade de que os pases emergentes, muito afetados pela fuga dos capitais na crise, recebam mais investimentos e emprstimos estrangeiros. Esse desequilbrio, diz o ministro, gera falta de crdito para exportao e afeta o comrcio inter-nacional como um todo. Para ajudar a coordenar o fluxo de capitais, est em estudo o fortalecimento do FMI. Mas uma questo tambm, segun-do Mantega, que precisa ser bem pensada.

    "O FMI precisa ser reformado. Te-nho dvidas sobre fazer uma grande captao de recursos para o FMI", disse Mantega. Ele defende que os pases possam fazer aplicaes vo-luntrias: "Quem tem mais reservas, pode colocar mais dinheiro no FMI".

    Segundo ele, s a China tem me-lhores condies que o Brasil para deixar a crise para trs. "Nossa capa-cidade fiscal maior, pois poupamos antes." disse Mantega. "Os chineses tm dois trilhes de dlares em re-servas internacionais, e os bancos no quebram. Podem ser agressivos na distribuio de crdito, estimular o mercado interno e os investimen-tos. O crescimento do PIB pode at cair, mas de 12% para 6% ao ano, podendo subir para 8%."

    Mantega no quis falar muito so-bre dados especficos sobre o Bra-sil, pois este ser o tema de sua pa-lestra nesta segunda-feira (16), em um seminrio em Nova York sobre oportunidades de negcios no pas. Mas avaliou que o Brasil j d sinais de que pode sair mais rapidamen-te da crise. O ministro citou a PMC (Pesquisa Mensal de Comrcio) de fevereiro, do IBGE (Instituto Brasi-leiro de Geografia e Estatstica). Os nmeros do ms passado ficaram acima daqueles registrados em ja-neiro. (Agncia Brasil)

  • 19 a 25 de maro de 2009

    Encabeada por nomes como Warren Buffett, Bill Gates e Michael Bloomberg, a lista resulta-do de uma pesquisa do jornal brit-nico The Times e revela quem est realizando investimentos de peso em negcios como carros eltricos, energia solar e combustveis alter-nativos.

    Para produzir a lista, o Times pri-meiro selecionou personalidades que j demonstraram seu compro-metimento investindo grandes so-mas no setor verde, e, depois, os colocou em ordem da maior para a menor fortuna.

    Se somados os patrimnios des-

    sas 100 pessoas, chega-se a quan-tia exorbitante de R$ 905 bilhes. Todo esse dinheiro deixa claro como pode ser importante o engajamento desses investidores nas questes do meio ambiente.

    A semelhana entre essa lista dos maiores investidores verdes com a seleo dos homens mais ricos do mundo demonstra que nunca foi to grande o apelo, e os possveis lucros, das novas tecnologias em energia limpa e meio ambiente.

    Buffett e Gates, por exemplo, vm revezando o topo da lista da revista Forbes dos mais ricos do planeta h anos, e agora esto gastando uma parte de seu gigantesco capital em apostas nas futuras energias. O

    Fidel Castro, comunismo, charutos e salsa so as imagens que normalmente vm a cabea quando se ouve falar em Cuba. Porm o sol forte que d o tom a paisagem deste pas cari-benho que finalmente ir ganhar a devida ateno como fonte de ener-gia eltrica.

    O governo cubano pretende ga-rantir 100% de eletrificao do pas nos prximos dez anos usando pai-nis fotovoltaicos, o que levar luz para comunidades rurais que vivem afastadas em regies montanhosas. Cerca de 100 mil casas que abrigam 700 mil camponeses recebero um kit de energia solar que inclui painel fotovoltaico com fornecimento de energia para cinco ponto de luz, uma televiso e um rdio.

    Cuba recebe 5,5 quilowatts hora (kwh) por metro quadrado dirios de radiao solar, energia que che-ga ao pas de forma igualitria por todo o territrio e todos os dias. Em Cuba temos vero o ano todo e re-

    cebemos o equivalente a meio litro de combustvel por cada metro qua-drado do nosso territrio, compara o pesquisador Ruben Ramos, do Centro de Investigacin em Energia Solar de Cuba.

    Para se ter uma idia de como a taxa elevada, no Brasil, pas j considerado com grande potencial para a explorao desta fonte, a incidncia de energia solar varia de 3,77 a 5,11 kwh por metro quadrado por dia, de acordo com dados do Atlas Fotovoltaico do Brasil.

    O governo se deu conta da im-portncia das fontes renovveis por causa de todos os problemas que conhecemos de contaminao, es-gotamento do petrleo e a situao que o mundo ir enfrentar nos pr-ximos anos. Para fazer isso, esto sendo traadas estratgias para que o pas se prepare e garanta a sustentabilidade energtica nacio-nal, explica Ramos.

    O programa est em andamento a trs anos, porm h cerca de 22 anos o governo cubano j trabalha-va com um programa pioneiro em eletrificao rural a partir de energia solar. Era um trabalho no to con-centrado e sem a difuso deste rea-lizado agora, comenta Ramos.

    Segundo o pesquisador, cerca de 7,5 mil sistemas fotovoltaicos foram instalados por todo o pas, repre-sentando entre 2,5 e 3 MW de po-tncia.

    Ao levar a luz at localidades dis-tantes, o pas tambm ajuda a evitar o xodo rural para a cidade, um pro-blema que, segundo Ramos, est

    acabando com a economia agrcola de Cuba.

    ElicaPensando na descentralizao

    energtica, o pas discute tambm outras fontes renovveis. Um dos 14 grupos nacionais criados com este intuito fez um estudo elico completo sobre o potencial cubano

    para este tipo de energia. Com este trabalho em mos, Ramos explica que foram montados trs parques elicos para demonstrar a viabi-lidade econmica da tecnologia. Assim, esperamos garantir que as fontes renovveis tenham um peso especfico na questo energtica nacional, afirma.

    Por:

    Editora do Portal CarbonoBrasilwww.carbonobrasil.com

    Paula Scheidt

    Cuba planeja eletrificao rural com energia solarDepois de j ter enfrentado apages com mais de 16 horas devido precariedade das linhas de transmisso, Cuba pretende finalmente utilizar o potencial solar e colocar em prtica um ambicioso plano de eletrificao rural

    Os grandes investidores da economia verde

    Fabiano vila CarbonoBrasil

    Por:

    Jornal the times compila lista das 100 pessoas que mais investem no desenvolvimento de novas energias e em tecnologias ligadas ao meio ambiente, e aponta que os ricos nunca se interessaram tanto pela causa verde

    mega investidor Buffet est interes-sado em reas como elica e carros eltricos, enquanto o fundador da Microsoft est bancando pesquisas de combustveis alternativos, como os produzidos a partir de algas.

    No final de fevereiro, Buffett, em uma carta aos acionistas da empre-sa de investimentos Berkshire Ha-thaway, administrada pelo bilionrio, reforou a importncia de se buscar novas oportunidades e destacou os investimentos em fornecedoras de energia eltrica. Eu adoro esses

    novos projetos de energia, apesar de necessitarem de muito capital apresentam a possibilidade de um retorno imenso(...) Alm disso, fundamental diversificar o mximo possvel as fontes de renda, ainda mais nesse perodo de crise, afir-ma o documento.

  • 19 a 25 de maro de 2009

    Por:

    Randes Nunes

    Renatinho P e amigos

    Robertinha e Ricardo Aninha linda menina

    Amigos para sempre.

    Wandy moa bonitaSem rodeios vamos direto ao que interessa, porque essa semana foi muito agitada!

    Na tera-feira, 10, o decorador Julio soprou velinhas com amigos na churrascaria Rodzio Preto, em Victoria. Com uma decorao im-pecvel, Julio festejou feito criana seus 40 anos. Parabns, querido Julio!

    Quem no supersticioso saiu de casa na sexta-feira, 13, e se

    divertiu muito! Primeiro foi show de Rick e Renner, que visitaram a capital londrina pela primeira vez. A abertura com Wesley Wandir e banda j[a foi de arrepiar. O Coronet Theater, em Elephant and Castle, fi-cou pequeno para tanta gente que queria ver e curtir bem de perto a dupla Rick e Renner, que trouxe toda a paixo da msica romntica e sertaneja.

    Na Balada Rio, em Vauxhall, no tinha espao pra tanta gente. O clube que tem trs pistas estava bombando com os tunes do DJ GG, que fera no que faz.

    Sbado, 14, o point foi no Espe-tinho Duas Rodas, em Blackwall, com o delicioso churrasco do Max.

    No domingo, 15, no pub Duke of Cambridge, em Stockwell, a moa-da do Amigos do Karaok mostrou que entende do assunto e festeja-ram a noite toda com muita alegria e descontrao.

    Um forte abrao do fotgrafo Randes Nunes e at semana que vem!

    Balada Rio

    Espetinho Duas Rodas

    Karaoke

    David, Leo, Washington e Iris

    Fernando e malu

    nego e Aninha

    Rafael e Fernanda

    Amigos do Duke of Cambridge

    Jorge e namorada

    Lis, Simone e amigas

    manuel, Edleusa, Alexandre e Carioca.

  • 19 a 25 de maro de 2009

    niv

    er J

    ulio

    Ronaldo e Julio

    Julio

    Julio festeja feito criana

    Julio aprecia a melhor picanha de Londres

    Wesley Wandir solta a voz no sou de abertura

    Rick

    Renner

    Viviane, compositor niltinho, Adriana e Juliana

    Juliana esbanjou charme

    Rick e Renner

  • 19 a 25 de maro de 2009

    Para Economist, telenovelasexerceram influncia positiva no Brasilnovelas costumam apresentar crticas a valores tradicionais da sociedade

    Um artigo publicado na edio desta semana da revista britnica The Eco-nomist afirma que as novelas da TV Globo podem ter exercido uma in-fluncia positiva nos hbitos e com-portamentos dos brasileiros.

    Intitulado Soaps, sex and sociolo-gy ("Novelas, sexo e sociologia", em traduo livre), o artigo cita um es-tudo publicado recentemente pelo Banco Interamericano de Desen-volvimento (BID) que sugere que as telenovelas exerceram influncia sobre a fertilidade e o nmero de divrcios no Brasil nas ltimas d-cadas.

    Segundo o estudo, a chegada do sinal da TV Globo em determi-nadas regies estaria associada a um declnio de 0,6 ponto percentual na possibilidade de uma mulher ter filhos em um determinado ano.

    Alm disso, de acordo com a pes-quisa, o advento do sinal da Globo tambm estaria associado a um au-mento de 0,1 a 0,2 ponto percentual na parcela de mulheres entre 15 e

    49 anos que se divorciaram.Divrcios e baixos ndices de

    natalidade, de acordo com outros estudos, estariam ligados a menos

    casos de violncia domstica.Baseando-se na pesquisa, a

    Economist afirma que o fato de a Globo mostrar em suas novelas

    uma realidade bem diferente da vivida pela maioria dos brasileiros "com famlias menores e mais ri-cas que a mdia" , teria estimulado

    modificaes nestes dois importan-tes indicadores sociais.

    Reforma triburria A revista ainda afirma que as tele-

    novelas surgiram durante o regime militar no Brasil e que as vendas de aparelhos de TV foram estimuladas pela ditadura "para construir um senso de nao em um pas grande e majoritariamente analfabeto".

    Mas, segundo a publicao, mui-tos dos diretores e autores dos pro-gramas eram de esquerda, e enxer-garam nas telenovelas "um meio de atingir as massas".

    "As tramas normalmente se incli-nam para uma direo progressista: a Aids discutida, camisinhas so promovidas e a mobilidade social exemplificada".

    Afirmando que a influncia das novelas pode ser mais positiva do que dizem seus crticos, a revista ainda brinca:

    "Se a Globo pudesse lanar ago-ra uma novela sedutora sobre refor-ma tributria, sua transformao do Brasil estaria completa".

  • 19 a 25 de maro de 2009

    Estudo do BID relaciona novelas a divrcios no BrasilUm estudo do Banco Inte-ramericano de Desenvolvi-

    mento (BID) sugere uma ligao entre as populares novelas da TV Globo e um aumento no nmero de divrcios no Brasil nas ltimas dcadas.

    Na pesquisa, foi feito um cru-zamento de informaes extra-das de censos nos anos 70, 80 e 90 e dados sobre a expanso do sinal da rede de televiso Globo cujas novelas chegavam a 98% dos municpios do pas na dca-da de 90.

    Segundo os autores do estudo, Alberto Chong e Eliana La Ferra-ra, "a parcela de mulheres que se separaram ou se divorciaram au-menta significativamente depois que o sinal da Globo se torna dis-ponvel" nas cidades do pas.

    Alm disso, a pesquisa desco-briu que esse efeito mais forte em municpios menores, onde o sinal captado por uma parcela mais alta da populao local.

    InstruoOs resultados sugerem que

    essas reas apresentaram um aumento de 0,1 a 0,2 ponto per-centual na porcentagem de mu-lheres de 15 a 49 anos que so divorciadas ou separadas.

    "O aumento pequeno, mas estatisticamente significativo", afirmou Chong.

    Os pesquisadores vo alm e dizem que o impacto compa-rvel ao de um aumento em seis vezes no nvel de instruo de uma mulher. A porcentagem de mulheres divorciadas cresce com a escolaridade.

    O enredo das novelas freqen-temente inclui crticas a valores tradicionais e, desde os anos 60, uma porcentagem significativa das personagens femininas no reflete os papis tradicionais de comportamento reservados s mulheres na sociedade.

    Foram analisadas 115 nove-las transmitidas pela Globo en-tre 1965 e 1999. Nelas, 62% das principais personagens femininas no tinham filhos e 26% eram infi-is a seus parceiros.

    Nas ltimas dcadas, a taxa de divrcios aumentou muito no Bra-sil, apesar do estigma associado s separaes. Isso, segundo os pesquisadores, torna o pas um "caso interessante de estudo".

    Segundo dados divulgados pela ONU, os divrcios pularam de 3,3 para cada 100 casamen-tos em 1984 para 17,7 em 2002.

    "A exposio a estilos de vida

    modernos mostrados na TV, a funes desempenhadas por mulheres emancipadas e a uma

    crtica aos valores tradicionais mostrou estar associada aos au-mentos nas fraes de mulheres

    separadas e divorciadas nas re-as municipais brasileiras", diz a pesquisa. (BBC/Brasil)

  • 19 a 25 de maro de 2009

    A companhia teatral Stone Crabs traz ao palco a pea After Doroteia. Dirigida pelo brasileiro Franko Figueiredo, a montagem, uma adaptao do texto de Nelson Rodrigues, apresentada como parte do festival First Bites 2009, no Oval House Theatre.

    Com uma serie de novos trabalhos sendo desenvolvidos, o evento d oportuni-dade aos expectadores de fazer parte do processo criativo.

    A apresentao ser seguida por uma sesso de perguntas e respostas com os membros do grupo, que so Tereza Araujo, Luke Bennett, Terri-Ann Brumby, Gael Le Cornec, Najlla Kay and Ruth Posner.

    Mais informaes sobre a companhia podem ser obtidas no website www.stonecrabs.co.uk.

    26 a 28 de maro - 20 horasOval House Theatre52-54 Kennington, London, SE11 5SWBox Office: 0207 582 7680www.ovalhouse.com

    After Doroteia

    O coral Nossa Voz, regido pelo maestro Gui Tavares, realiza seu ltimo dia de recrutamento na quarta-feira, 25. Os interessados em participarem do coral podem se inscrever no website.

    No h idade e limitaes, mas o coral necessita urgentemente de vozes mas-culinas. Lngua Portuguesa tambm no limitador, no h necessidade de saber falar Portugus, porm, com certeza, quem freqentar o coral ir aprender algumas palavras ou at letras.

    Solte a voz e faca parte deste grupo musical incrvel! Mais informaes no site oficial do

    Nossa Voz (www.nossavoz.org)

    Coral Nossa Voz recruta

    Consuelo Radclyffe

    A ceramista brasileira Consuelo Radclyffe expe seu trabalho junto ao grupo Humor e o Surreal (Hu-mour and The Surreal). Partindo da base para os trabalhos, que o humor, eles mostram o modo como cada um deles observa e representa o mundo ao seu redor.

    Mais informaes no website www.consueloradclyffe.com.

    At dia 29 de maroDas 10h30 s 17 horasThe Gallery at BevereBevere Lane, Worcester WR3 7RQ

    Roberta TiberiPor:

  • 19 a 25 de maro de 2009

    Crise econmica dita tendncia na moda brasileira com clssicos e substituies Nada de passarelas de Paris ou Milo. Em tem-pos de crise, o que dita

    a moda na indstria de vesturio e calados o bolso. Para evitar a queda no consumo e o enca-lhe, empresrios determinaram a produo de colees menos re-buscadas e mais comerciais, com peas mais clssicas, para no es-pantar cliente e reduzir custos.

    Com a substituio de insumos importados e produes mais sim-ples, fabricantes tm conseguido baixar custos em 15%, em mdia. E, dizem, conseguido evitar queda nas vendas ningum reconhece que isso tenha acontecido. "Quan-do h fartura, exageramos porque algum paga. Agora, no. pre-ciso ser criativo", diz Denise Areal, diretora da Duloren.

    A mudana de material um dos principais artifcios. Na grife femini-na Corpo & Alma, com 16 lojas no pas, os tecidos da coleo passa-da deram espao para a malha, de custo menor. Nada de aviamentos em excesso. As estampas que vo dar o tom. "No chamo este perodo de crise. Chamo de novos tempos. O consumidor do futuro ser mais racional", diz Isac Saa-

    dia, dono da grife. A grife masculina Toulon, com 44

    lojas no pas, trocou bordados por estampas pintadas nas camisas e aposentou os pespontos grossos, sucesso no ano passado. "A ordem evitar alta no preo para no as-sustar o cliente", diz Kaque Freitas, profissional de compras da Toulon. A crise manteve o jeans escuro na moda: as calas passam agora por menos lavagens.

    Baratear produtos implica torn-los menos "espetculo" e mais "pra-ticidade". A caladista Arezzo criou sapatos menos conceituais e mais clssicos. "Entre ter um sapato lin-do, quase exclusivo no armrio, e outro fcil de combinar, a consumi-dora, na crise, vai optar pelo que vai usar mais", diz Cludia Narciso, diretora de criao da Arezzo.

    Nos ltimos sete anos, a Duloren investiu na imagem de fabricante

    de lingerie ousada. Agora, resol-veu apostar menos em "produtos-show". As rendas esto mais sim-ples. Os bordados, reduzidos. "A mulher na crise quer seduzir, mas com racionalidade", diz Areal.

    A variao do dlar, que, h qua-tro anos, empurrava empresas a buscar matria-prima no exterior, agora favorece o movimento con-trrio. Na Duloren, as importaes, origem de 30% da matria-prima

    usada em 2007, foram extintas. Alguns tecidos esto sendo produ-zidos em uma das fbricas na Bai-xada Fluminense que estavam com capacidade ociosa.

    A paulista D'anello, que fabrica alfaiataria e costumes masculinos, tambm substituiu tecidos estran-geiros por algodo brasileiro no forro das jaquetas. "Uma parte da alta do dlar resolvemos assim. Outra, temos que absorver. No hora de repassar custo", diz o em-presrio Franco D'anello.

    E a crise vai seguir ditando a tendncia do inverno. Em vez de couro nas botas, a Arezzo vai de camura. " um material de alta qualidade e durabilidade, alm de bonito", diz Narciso.

    A D'anello vai trazer uma jaqueta em que mesclar couro com reta-lhos de nilon. "Tenho certeza de que nosso cliente, o pblico AB, vai gostar", afirma D'anello. Quem apostou nas mudanas diz que os clientes as tm aceitado bem. "Ex-plicamos as mudanas aos lojistas e pedimos que eles as repassem aos clientes. bom para quem vende e para o cliente, que no ter alta de preo", diz D'anello. (Folha Online)

    Campanha Arezzo: Consumidora, na crise, vai optar pelo que vai usar mais, diz Cludia Narciso, diretora de criao da marca.

  • 19 a 25 de maro de 2009

    Acabam ingressos para verMichael Jackson em Londres

    Os ingressos para as 50 apresentaes de Michael Jackson em Londres foram todos vendidos. Um lote anterior foi colocado venda na semana passada e logo se esgotou. Foram vendidos an-tecipadamente 360 mil ingressos. Somente na manh da sexta-feira, 13, foram comercializados outros 500 mil. Os preos variavam entre 50 libras e 75 libras (US$ 70 a US$

    105). Em sites de leilo, a entrada chega a custar centenas de libras.

    Os espetculos esto previstos para comear em julho.

    O astro pop de 50 anos disse que a srie de shows, intitula-da "This is it", ser sua ltima na capital britnica. Michael apare-ce pouco em pblico desde sua absolvio em um processo por abuso infantil na Califrnia, em 2005. Atualmente, luta para pa-

    gar suas dvidas e teve que de-sistir da posse de Neverland, seu rancho de mil hectares, e de um pequeno parque de diverses na Califrnia.

    O cantor disse que sero suas ltimas apresentaes em Lon-dres, mas especula-se que possa ser o incio de uma turn mundial. Michal j vendeu mais de 750 milhes de discos e venceu 13 Grammys.

    Rihanna perde contratos por reconciliao com Chris Brown A Gucci e outras marcas como Gillette e Cover Girl no pre-

    tendem renovar o contrato com a cantora Rihanna devido sua re-conciliao com o namorado Chris Brown, segundo a revista "In Touch Weekly".

    Segundo a publicao, o contra-to de Rihanna com a Gucci ainda no foi renovado, e h grandes chances "de no ser renovado". Rihanna ainda no se manifestou sobre a notcia.

    Rihanna era o rosto de uma campanha da Gucci voltada para projetos da Unicef (Fundo das Na-es Unidas para a Infncia).

    A cantora de 21 anos reatou recentemente seu namoro com Brown, 19, que supostamente a teria agredido no dia 8 de fevereiro aps uma discusso.

    No dia 5 de maro, o cantor foi indiciado pela polcia por dois cri-mes: agresso e ameaa de morte contra Rihanna.

    Pesquisa Aps o incidente violento, uma

    companhia de cosmticos ameri-cana resolveu fazer uma pesqui-sa de mercado para descobrir se Rihanna ainda considerada uma garota-propaganda "apropriada"

    para marcas de produtos de be-leza.

    Segundo o site TMZ, a Revlon contratou uma empresa para co-mandar a pesquisa, que mostrar Rihanna em um comercial da con-corrente Covergirl.

    Aps a exibio da propaganda, o estudo perguntar aos entrevis-tados "se sabem quem ela , se

    ouviram falar dela recentemente, qual a opinio sobre ela e se a consideram uma 'representante adequada' para o produto", infor-mou o site.

    Com a pesquisa, a Revlon pre-tende descobrir qual a opinio pblica sobre a cantora caribenha depois do seu envolvimento no caso de agresso.

    Rihanna pode renovar contratos publicitrios aps se envolver em caso de agresso.

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    tribunal de Londres probe de fotografar a cantora Lilly Allen

    Um tribunal de Londres proi-biu os paparazzi de per-seguirem a cantora Lily Allen. De acordo com informaes do site Hollyscoop na quinta-feira, 12, Al-len foi fotografada jogando uma garrafa de gua contra alguns fo-tgrafos que a seguiam.

    Aps o ocorrido, a cantora acio-nou seu advogado, Mark Thom-son, a fim de tomar medidas le-gais contra os fotgrafos.

    Em um comunicado, Thomson afirmou que "nos ltimos meses,

    minha cliente [Lily Allen] vem so-frendo constante assdio por par-te dos paparazzi. Como resulta-do isso e de vrios incidentes de assdio que aconteceram ontem [quinta-feira, dia 12]. minha clien-te agora foi forada a tomar ao legal".

    J na sexta-feira, 13, um tribunal britnico proibiu duas agncias de fotografia de incomodarem a cantora. A cantora j foi detida em junho de 2007 por bater em um fotgrafo.

  • 19 a 25 de maro de 2009

    OnG Video manifesto trabalhacom jovens em favelas brasileirasKenya [email protected]:mais um importante projeto social nascido em Londres, a Video manifesto busca voluntrios e colaboradores para atuar nas comunidades pobres brasileiras

    O nmero de organiza-es criadas em Lon-dres para ajudar bra-sileiros que vivem na cidade ou mesmo no Brasil vem aumentando cada vez mais. A Video Manifesto passou a fazer parte deste quadro em setembro de 2008, quando a jornalista Juliane Bitencourt deci-diu colocar em prtica um projeto que j existia no papel h mais de um ano.

    A inteno desenvolver traba-lhos audiovisuais com crianas e jovens de comunidades pobres do Rio de Janeiro, proporcionando a eles no s a oportunidade de aprenderem a dar voz e expresso as suas vivncias, como tambm a chance de obterem uma forma-o profissional.

    Juliane conta com a parceria de Giseli Haughan, produtora de pro-jetos sociais, desde que a Video Manifestou saiu do papel, e tam-bm com alguns voluntrios fixos em Londres e no Brasil, alm do im-portante apoio da Central nica das Favelas (CUFA) patrocinadora de projetos semelhantes e que tiveram muito sucesso na comunidade Ci-dade de Deus, por onde j passa-ram mais de 250 criancas e jovens.

    O sucesso do filme Cidade de Deus foi tanto que acabou atrain-do vrios outros cursos para a comunidade. Segundo Juliane, j existem pelo menos trs de or-ganizaes diferentes apenas na

    favela Cidade de Deus. Diante dis-so, a Video Manifesto pretende expandir esse sucesso para outras comunidades que ainda no foram contempladas, como o Complexo do Alemo, bairro da zona norte

    do Rio, formado por mais de doze favelas. Na favela do Complexo do Alemo no tem nenhum curso sendo oferecido para a comuni-dade e uma comunidade muito grande, ento o nosso projeto

    totalmente novo. O nosso desafio conseguir envolver esses jovens dentro do trabalho audiovisual para que com isso eles no se envolvam no mundo do crime ou saiam dele. J temos 60 jovens inscritos esperando o curso co-mear, revela.

    Como toda ONG, para conseguir atuar de forma consistente e efeti-va, a organizao precisa da cola-borao de voluntrios e tambm de doaes. A ajuda de comer-ciantes mais do que bem vinda e Juliane atenta para o fato de que o governo de Londres incentiva as doaes atravs de descontos no pagamento de impostos. Se um comerciante faz uma doao, ele na verdade no perde dinheiro porque (o valor doado) equivale-ria ao desconto que o governo d. Porm a maioria dos comerciantes no sabem disso, explica.

    AjudaA Video Manifesto est em

    busca de apoio e patrocnio para o evento Futebol Benefi-cente, marcado para o dia 10 de maio. Saiba como ajudar ou participar no website www.vide-omanifesto.org.

    Vizinhos reclamam de mau cheiro de banheiro de Bob Dylan"'O senhor direitos civis' est matando nossos direitos civis", dizem donos de propriedades ao lado do cantor

    Os vizinhos de Bob Dylan dizem sofrer com o mau cheiro que sai de um banheiro da manso do cantor em Mali-bu, algo aparentemente ignorado pelo artista e que os obrigou at a abandonar seus quartos, informou na segunda-feira, 16, a imprensa local.

    Pessoas com propriedades pr-ximas de Dylan nessa rea nobre do sul da Califrnia asseguraram que comearam a sentir o fedor h mais de seis meses, mas o cantor at o momento ignorou suas quei-

    xas, afirmou o jornal Los Angeles Times. " um escndalo, 'o senhor direitos civis' est matando nossos direitos civis", ironizou David Em-minger, cuja casa fica ao lado da de Dylan.

    Aparentemente, o cheiro vem de um banheiro porttil externo que Dylan instalou na propriedade e que foi usado pelos operrios que trabalham em seu stio, na rea de Point Dume. "(O fedor) comeou em setembro. Fui parte da frente do meu jardim e senti nuseas. No comeo, no sabia de onde vinha

    o cheiro", explicou Cindy Emmin-ger, de 42 anos, que alega ter fi-cado doente devido s condies do ar, e que o mesmo ocorreu com seu filho de 8 anos.

    Os vizinhos reclamam que o fedor se espalha com a brisa do mar, e que nas noites quentes fo-ram obrigados a deixar seus quar-tos porque o ar os tornava insu-

    portvel. Em janeiro, um inspetor explicou que um agente municipal foi tirado do local pelos seguran-as de Dylan quando foi investigar o que acontecia. (Efe)

  • 19 a 25 de maro de 2009

    informtica e tecnologia

    So Paulo recebe mestres do Photoshop

    O principal evento sobre Photoshop no Brasil ocorre entre os dias 23 e 25 de maro, na cidade de So Paulo. A magia do Photoshop CS4, trar ao evento, um repertrio de tutoriais e atraes voltadas a um pblico formado por designers, tratadores de imagens, editores de arte, profissionais de pr-impres-so, videomakers e fotgrafos.

    O evento ter como palestran-te na abertura, o cross-media da Adobe Systems, Rufus Deuchler. Evangelista da Creative Sute, Deu-chler falar sobre as principais fer-ramentas do Photoshop CS4, alm das funcionalidades do Lightroom, produto voltado a profissionais de

    fotografia. No total, so 52 tutoriais com

    temas especficos e divididos em trs auditrios. As demonstraes incluem trabalhos com objetos tri-dimensionais, integrao com apli-cativos de vdeo, novos recursos para tratamento de cores e seleo e as novas Smart Masks, entre ou-tras novidades.

    O Photoshop Conference tam-bm ter apresentaes chama-das Estdio ao Vivo sero cinco apresentaes no total. Nelas, pro-fissionais renomados de fotografia montaro estdios fotogrficos no palco e mostraro, ao vivo, tcni-cas de iluminao para diversos tipos de fotos utilizando o ambien-te Photoshop para os ajustes finais nas imagens.

    Edneia Rodrigues MirandaGrupo ERM Solutionwww.ermsolution.com.br

    Por:

    Finlands perde dedo e coloca uma prtese de pen drive

    Um finlands que perdeu par-te do dedo anular em um acidente de moto decidiu fazer o implante de um pen drive disfara-do de prtese no local.

    O programador de softwares Jer-ry Jalava contou em seu blog que tudo comeou quando se chocou com um animal em uma estrada. Aps a batida, o homem deslizou no cho por quase 60 metros, e sua

    mo esquerda ficou sob a moto. "Quando a moto parou, me le-

    vantei. Tirei capacete e luvas. Co-mecei a falar palavres e, quando tentei tirar um cigarro do bolso, per-cebi que estava sem uma parte do dedo", disse no seu dirio virtual.

    Jerry foi levado a um hospital de Helsinque, onde passou po