Broncodilatadores de ultra longa ação : Quais as ... · PDF file Os...

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Slide 1Quais as evidências para usá-los isolados ou
associados na DPOC estável?
A broncodilatação é central para o manejo sintomático na DPOC
A GOLD recomenda broncodilatadores como primeira opção terapêutica para DPOC
-Os broncodilatadores melhoram a função pulmonar, minimizam os sintomas, atenuam a hiperinsuflação, aumentam a capacidade de exercício e melhoram a qualidade de vida
Broncodilatação reduz as exacerbações e atrasa o tempo até a primeira exacerbação vs placebo.
2 http://www.goldcopd.org
Antimuscarínicos bloqueiam a ligação da AC aos receptores muscarínicos M3 inibindo a contração da musculatura lisa.
Agonistas β2 adrenérgicos ligam-se aos receptores e provocam uma série de eventos bioquímicos que levam ao relaxamento dos musculos lisos.
Pelaia G. Multidiscip Respir Med. 2014; 9: 64.
For COPD a Combination of Ipratropium Bromide and Albuterol Sulfate Is More Effective Than Albuterol Base
Campbell S. Arch Intern Med. 1999;159:156.
Pe rc
en ta
ge o
van Noord J A et al. Thorax 2010;65:1086.
Estudo randomizado, cruzado, duplo cego, controlado com placebo. 154 pacientes: indacaterol 300 μg, indacaterol 600 μg, indacaterol + glicopirrônio 300/50 μg ou placebo uma vez ao dia por sete dias com períodos de washout de sete dias entre cada intervenção.
Presenter
Presentation Notes
Forced expiratory volume in 1 s (FEV1) at all time points on (A) day 7 (B) day 1.
45
40
35
30
25
20
15
10
5
0
0 1 2 3 4
Estadiamento GOLD : I (>80%) n= 79, II (>50 - <80%) n=375, III (>30 - <50%) n= 186, IV (<30%) n= 49.
Estudo de mundo real : pacientes com DPOC em tratamento com 1 broncodilatador (n=689).
Escore de dispneia - mMRC
Pacientes em monoterapia continuam com dispneia independendo da gravidade da DPOC
Broncodilatação na DPOC
Presenter
Presentation Notes
COPD = chronic obstructive pulmonary disease; FEV1 = forced expiratory volume in 1 second; mMRC = modified Medical Research Council Real-world study of patients with COPD on maintenance therapy with single long-acting bronchodilator (n=1072). In a single visit, patients with a physician's diagnosis of COPD who were receiving monotherapy with a long-acting bronchodilator performed spirometry, completed symptom questionnaires, and reported their treatments, history of exacerbations and co-morbidities. Across all FEV1 severities, the majority of patients reported slight-to-moderate dyspnoea There was a statistically significant difference in the mean mMRC score between the <80% and >80% groups (1.7 vs 1.5; p=0.019) and between the <50% and >50% groups (1.9 vs 1.6; p=0.004). Reference Dransfield MT, Bailey W, Crater G, et al. Disease severity and symptoms among patients receiving monotherapy for COPD. Prim Care Respir J 2011;20:46–53.
Se não há melhora dos sintomas com a monoterapia, a combinação LABA/LAMA deve ser considerada.
C D A B
Critério de inclusão : SHINE study VEF1 pós- BD ≥30% e <80% do previsto. 2.144 pacientes com DPOC sintomáticos
Desfecho primário: VEF1 vale na semana 26 IND/GLI vs. Indacaterol, Glicopirrônio e Tiotrópio
Bateman ED. Eur Respir J. 2013 ;42:1484.
SGRQ = Questionário Respiratório do Hospital St. George
Tiotrópio aberto 18 μg uma vez
ao dia
ao dia
–6
–8
Bateman ED, et al. Eur Respir J. 2013
Qualidade de vida : SHINE study Melhora significativa na pontuação total do SGRQ com IND/GLI vs placebo e tiotrópio aberto.
Presenter
Presentation Notes
SGRQ = Questionário Respiratório do Hospital St. George Na Semana 26, a alteração desde a baseline na pontuação total do SGRQ foi maior com QVA149 em comparação com os comparadores ativos e o placebo. Um valor negativo indica uma melhora na pontuação total do SGRQ. Referência Bateman ED, Ferguson GT, Barnes N, et al. Dual bronchodilation with QVA149 versus single bronchodilator therapy: the SHINE study. Eur Respir J 2013;42:1484-94. .
Critérios de inclusão FEV1 pós- BD de 40% - 80% do previsto. N=552
Pacientes sintomáticos, mMRC ≥2
C D A B
=138 mL, p < 0,0001
Desfecho primário : AUC0–12h do FEV1 vs SFC na semana 26.
Estudo ILLUMINATE
Figure 2
Melhora estatisticamente significativa com UMEC/VI 62.5/25 mcg comparado a UMEC 62.5 mcg (0.052 L; p = 0.004) e VI 25 mcg (0.095 L; p < 0.001) no dia 168 .
Donohue JF. Respir Med. 2013 ;107:1538-46
Critério de inclusão VEF1 pós- BD ≥30% e <80% do previsto. 1.729 pacientes ≥40 anos com DPOC.
UMEC/VI 62.5/25 mcg vs UMEC 62.5 mcg e VI 25 mcg
Presenter
Presentation Notes
Measurement of lung function: least squares (LS) mean (95% confidence interval [CI]) change from baseline in (a) trough forced expiratory volume in one second (FEV1, L) and (b) 0–6 h weighted mean FEV1 (L, intent-to-treat population). UMEC = umeclidinium bromide; VI = vilanterol. Analysis performed using a repeated measures model with covariates of treatment, baseline, smoking status, center group, Day, day by baseline, and Day by treatment interactions.
Singh D. et al. BMC Pulm Med. 2015;15:91.
UMEC/VI 62.5/25 mcg 1X ao dia resultou em melhora significativa e sustentada da função pulmonar comparado a SALM/FUT 50/500 µg
BID em pacientes com DPOC moderada a grave.
Δ
)
Efeito do tiotropio 5/olodaterol 5 no trough VEF1 em 52 semanas Pacientes GOLD 2, 3 e 4 N=2624 (TONADO 1) e N=2538 (TONADO 2)
50 100 150 200 250 300 400 350 0 0.00
0.02
0.08
0.10
0.12
0.14
0.16
0.18
0.04
0.06
* p<0.05 vs tiotropium ou olodaterol .
Buhl RM. Eur Respir J 2015; 45: 969.
TONADO 1 + TONADO 2 : QoL (SGRQ - pacientes GOLD 2, 3 e 4)
-5,1 -5,6
-6,8 -8
M ud
an ça
d o
ba se
lin e,
u ni
da de
‡ §
*

*p=0.0022 vs tio/olo †p=0.252 vs tio/olo
Buhl RM. Eur Respir J 2015; 45: 969.
‡p<0.0001 vs tio/olo §p=0.001 vs tio/olo
ENERGITO : estudo cruzado, pacientes receberam cada um dos tratamentos por 6 semanas com intervalos de 21 dias .
317
Tiotropium/olodaterol 5/5 µg
*
*
*p<0.0001 vs fluticasone propionate + salmeterol 250/50 e 500/50 µg.
Beeh KM . Int J COPD 2016;11:193-205.
Tiotropium/olodaterol resposta sustentada de função pulmonar em 24h.
Presenter
Results suggest that LABA/ICS may provide suboptimal lung function improvements compared with tiotropium/olodaterol.
Singh D. BMC Pulm Med.2014;14:178.
Critério de inclusão VEF1 pós- BD < 70% do previsto. 1.552 pacientes ≥40 anos com DPOC, Sintomáticos com mMRC ≥ 2.
Dia 21
DPOC estadio II ou III do GOLD, VEF1 pós-BD ≥40% e <70% do previsto.
Beeh KM. Respiratory Medicine 2014; 108: 584.
Effect of QVA149 on lung volumes in COPD patients: The BRIGHT study
Estudo cruzado com três períodos de observação (QVA149, Tiotrópio e placebo). Avaliada a CI no isotempo durante exercício em cicloergômetro com carga submáxima
C ap
ac ida
de In
sp ira
tór ia
no is
ote mp
o ( L
ia 21
CI durante exercício obtida entre 60 e 90 minutos pré e pós medicação no isotempo no dia 21.
Papel dos broncodilatadores de ultra longa ação na prevenção das exacerbações
360 320 280 200 160 240 120 80 40 0 0.00
0.05
0.10
TONADO 1+2 Probabilidade de exacerbações moderadas/graves*
Buhl RM. Eur Respir J 2015; 45: 969.
Presenter
Presentation Notes
Estudo SPARK : critérios de inclusão FEV1 pós BD < 50% do previsto
≥ 1 exacerbação da DPOC no último ano
C D A B
Desfecho primário : exacerbações mod/graves
n=740
Tiotrópio em caráter aberto 18 μg uma vez ao
dia n=737
n=729
C
Tempo até a primeira excerbação moderada ou grave em 26 semanas de tratamento
Zhong N. Int J Chron Obstruct Pulmon Dis. 2015 ;10:1015.
N=744 pac. DPOC moderado /grave, estável com ≤ 1 exacerbação mod/grave no último ano.
Wedzicha JA, et al. N Engl J Med. 2016 ;374:2222-34.
IND/GLI retardou significativamente o tempo até a primeira exacerbação vs SFC
2.760 pac. DPOC : mMRC≥ 2, ≥1 exac. mod/grave no último ano, FEV1 pós BD ≥25 e <60% do pr.
IND/GLI é superior a SFC na frequência de exacerbações durante 52 semanas de tratamento.
A adição de um segundo broncodilatador de AP com diferente mecanismo de ação incrementa os beneficios sobre a função pulmonar, sintomas, frequência de exacerbações e qualidade de vida.
Está justificada a adição de um segundo broncodilatador nos
pacientes que persistem sintomáticos com monoterapia broncodilatadora (LAMA ou LABA).
Seleção de busca: Foram capturadas 174 referências (MeSh: 70; Tripdatabase: 104) selecionando três revisões sistemáticas e três ensaios clínicos aleatorizados.
A associação LABA+LAMA proporciona maiores benefíciosque a monoterapia com LAMA ou LABA em pacientes com DPOC?
Montes de Oca M,.Arch Bronconeumol. 2015 ;51:403-16.
Os broncodilatadores são essenciais no tratamento da DPOC (GOLD).
Pacientes em monoterapia broncodilatadora podem ainda estar sintomáticos, o que reforça a hipótese de se combinar LABA e LAMA.
Varios estudos avaliaram o resultado da combinação de broncodilatadores de ultra longa ação LABA/LAMA e evidenciaram :
– Efeito superior na função pulmonar comparado a monoterapia ou ICS/LABA
– Melhores desfechos clínicos (sintomas, exacerbações e qualidade de vida) vs monoterapia ou ICS/LABA
– Segurança similar comparada a monoterapia ou ICS/LABA
Conclusões :
Slide Number 1
A broncodilatação é central para o manejo sintomático na DPOC
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Efeito do tiotropio 5/olodaterol 5 no trough VEF1 em 52 semanas Pacientes GOLD 2, 3 e 4 N=2624 (TONADO 1) e N=2538 (TONADO 2)
TONADO 1 + TONADO 2 : QoL (SGRQ - pacientes GOLD 2, 3 e 4)
ENERGITO : estudo cruzado, pacientes receberam cada um dos tratamentos por 6 semanas com intervalos de 21 dias .
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