CABINE PRIMARIA ELETROPAULO

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Subestaes primrias convencionais

Es te fa s cculo comp e os regula mentos gera is, que tm p or objet ivo est ab ele cer a s condies m nima s ex igida s p ela ELETROPAULO Met rop olit ana Elet ricidade de So Paulo S.A., para o for necimento de energia elt rica em tenso primria de dist ribuio, at ravs d e re de area e subter rnea s ins t a laes consum idora s loca li z ada s em sua rea d e concess o, qua nto ma neira d e obt erem ligao e dar subsdio s tcn ico s necessrios para a elab orao do projeto e execuo de ent radas consum idora s, sempre em ob e dincia s nor ma s da ABNT - A s s ociao Bra silei ra de Nor ma s Tcnica s, b em como legislao em v igor. Qua is quer sugestes e comentrios p ert inentes pres ente regula mentao s ero b em re cebidos p ela ELETROPAULO. A s corresp ondncia s devero s er ent regues em qualquer um dos setores de atendimento.

ObjetivoEste Fa s cculo se dest ina a orientar os interessados qua nto s caracter stica s da s sub est aes primria s convenciona is, qua nto localiz ao, const r uo, montagem, aplicao dos materiais e e quipa mentos padroniz ados e dema is det alhes a s erem observados para p ossibilitar o for necimento de energia elt rica. D evem s er d ot a d a s d e s u b e s t a e s p r i m r ia s co nven cio na i s a s ent ra d a s consum idora s que, dent ro dos lim ites de for ne cimento est ab elecidos no item 6 do Fa s cculo da s CONDIES GERA IS PARA FOR NECIMENTO, necessitem s er atendida s sem restrio quanto quantidade e/ou potncia dos transformadores a serem utilizados na s inst alaes. As entradas consumidoras com sub estaes primrias convencionais caracterizams e p ela obrigatoriedade de p ossurem medio no lado da mdia tenso e prote o geral at ravs de um disjuntor com desligamento automtico e acionamento p or rels. Not a 1 : Event ua lmente, em f uno da qua ntidade e p otncia dos t ra nsfor madores previstos na instalao, haver necessidade de um estudo especfico para o atendimento, considera ndo a disp onibilidade tcnica do sistema. Nota 2: O atendimento de ent rada consum idora, na qual seja suf iciente a utilizao de ap ena s um nico t ransfor mador t rifsico com p otncia de no mx imo 30 0kVA, p ode s er fei t o at ravs d e s u b e s t a o p r i mr ia si m pl if ica d a, co nfo r m e Fa s ccu lo d a s SUBESTAES PR IMR IAS SIMPLIFICADAS.

1. Construo civil1.1. Localizao a) A sub estao primria deve ser const r uda junto ao limite da propriedade com a via pblica, em local de fcil acesso e o mais prx imo possvel da entrada principal. adm itido recuo ap enas p or ex igncia dos p oderes pblicos e, neste caso, a const r uo deve ser feita at, no mx imo, o alinhamento da primeira edif icao, sendo que a rea compreendida ent re a via pblica e a sub estao no p oder ser utilizada para qualquer tip o de const r uo ou dep sito de qualquer esp cie, sendo que, nestes casos, o ramal de entrada deve ser obrigatoriamente subterrneo;

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Subestaes primrias convencionais

b) At end endo ao pres crito no it em a a nterior, a sub es t ao primria p od e s er con s t r ud a: Em locais sit uados no interior de out ra s edif icaes ou a ela s agregados, p orm, em qua lqu er c a s o, a su b e s t a o d eve s er con s t r u d a n o n vel d o s olo ou, excep cio na l m ent e e m e dia nt e ju s t if ic at iva ELET ROPAU LO, em p av i m ento imediat a mente acima ou abai xo do pav imento do acesso principal da edif icao; Em loca is is olad o s d e ou t ra s e dif ica es. Not a 1 : A s i n s t a la es a b a i xo d o n vel d o s olo d evem at en d er o d is p o s to n o it em 9.2.3 Sub es t a es Su bt er rn ea s d a N BR-14 039. Not a 2 : Sub es t aes primria s in s t a lad a s em loca is sujeito s a inundaes d evem at end er a o ex p o s to na not a a nt erior e p os surem e quip a m ento d e ma no bra com is ola m ento i nt egra l em SF 6 , in s t a la d o com o prim ei ro e quip a m ento d a ent ra d a, e s end o p rev i s to n o sis t ema d e d esl iga m ento at ua d o p ela eleva o n o n vel d e g ua at u m p at a mar s eg u ro d e o p era o d o s e qu ip a m ento s d a su b es t a o. Not a 3 : A crit rio d a ELET ROPAU LO, m e d ia nt e a pr es ent a o a nt e cip a d a d e ju s t if icat iva s, p o d e s er a d m it id a con s t r u o r e cua d a, exceto p ara o s ca s o s prescritos no item b acima, em carter excep ciona l. Sendo que o re cuo, qua ndo p er m it id o, s er d e, no mx imo, 25 m et ro s d e p ercur s o d e condu tor, cont ado s a p ar t i r d o p o nto d e ent r ega at chave s e cciona d o ra d e ent ra d a in s t a la d a no cubculo d e m e dio. Nes s es ca s o s, o ra ma l d e ent ra d a d eve s er, n e ces s aria m ent e, subt er rn e o e o p onto d e ent rega sit uar-s e- na con exo d es t e ra ma l com a re d e a r ea ( liga o d a s mu fla s). Co nfo r m e A r t 9 p argra fo I I d a Res olu o 456. Na r ea com pr e endid a ent re a v ia pbl ica e a sub es t a o p ri mria, d eve s er prev is to u m co r r e d or s o bre to d o o p ercu r s o d o elet ro d u t o d e ent ra d a, com 2.50 0 m m d e larg u ra d e r e a no e dif ic a nt e, o nd e e s t a r ea no p o d e s er u t iliz ad a p ara d ep sito d e qua lquer esp cie. Na utilizao desta alter nativa, sugerida a instalao de duto reserva para o ramal de ent rada, a ser projetado e const r udo segundo orientao da ELETROPAULO. Not a 4 : s inst a laes cons t r uda s no pav imento imediat a mente acima ou a ba i xo d o n vel d o s olo ou afa s t ad a s d o a lin ha m ento d o im vel com a v ia pblica e na oco r r n cia d e d efeito s n o s co nd u to r es d o ra ma l d e ent ra d a, a ELET ROPAU LO p od er pres t ar at endim ento p rov is rio d e em ergn cia, d es d e que a s condies t cn ica s e d e s eg u ra na a s sim o p er m it i r. 1.2. Caracter sticas Qualquer que s eja o local de sua inst alao (ver item 1.1.b acima), a sub est ao pri mria d eve s er i nt ei ra m ent e con s t r ud a com mat eria is i n com b u s t veis. A s p ar e d es d evem s er d e a lvenaria e o t eto d eve s er d e laje d e con cr eto, a m b o s com a ca ba m ento s a pro priad o s, d e a cord o com a s pres cries d a N BR-14 039. A subestao deve ser constituda de dois compartimentos contguos e delimitados p or div iso at o teto, obs erva ndo-s e o s eguinte:

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a) O primeiro compartimento (recinto de medio) destina-se a receb er o ramal de ent rad a, a in s t a la o d a chave s e cciona d ora d e ent ra d a e a in s t a la o d o s t ra nsfor madores de p otencial e de corrente da medio; b) No out ro compart imento, d evem s er cons t r udos cubculos de s egura na, delim itados ent re si p or muros de alvenaria e providos, na parte frontal, de grades de proteo (anteparos): ess es cubculos destinam-s e exclusivamente inst alao de equipa mentos e disp osit ivos de mdia tenso. Obrigatoriamente, deve s er const r udo um cubculo para alojar o disjuntor geral, sua chave s e ccionadora e, no ca s o ma is geral, os t ransfor madores de p otencial e de corrente da proteo. Dependendo do projeto eltrico da entrada consumidora, podem ser previstos outros cubculos: para o t ransfor mador aux iliar e s eu disp ositivo fusvel de mdia tenso (este cubculo deve ficar situado fsica e eletricamente entre o recinto de medio e o do disjuntor geral); cubculos para disjuntores auxiliares e suas resp ectivas chaves seccionadora s; e cubculos para os t ransfor madores de s ervio (e sua s resp ectivas chaves seccionadoras e fusveis HH, no caso de dois ou mais), devendo ser construdo um cubculo para cada disp ositivo mencionado acima. Not a: Para inst a lao de e quipa mentos e disp osit ivos de ba i xa tenso neste compart imento (inclusive quadros de dist ribuio), em f uno do projeto, devem s er prev istos loca is apropriados, sit uados, obrigatoria mente, fora da s rea s dos cubculos de s egura na. Nos des enhos 11 e 12, que ilust ra m a s condies m nima s a s erem obs ervada s qua ndo da const r uo da s sub est aes primria s, p odem s er v istos o re cinto de medio e o out ro compartimento contendo dois cubculos.

1.3. Dimenses As reas dos compartimentos devem ser suficientes para a instalao dos equipamentos e sua eventual remoo, bem como para livre circulao dos operadores e execuo de manobras. A rea para circulao de operadores deve ter largura mnima de 1.200mm e a rea para operao de manobras largura mnima de 1.500mm. A a lt ura liv re int er na, p - di reito, d eve p er m it ir a ad e quad a ins t a la o d os e quipa m ento s, t endo em v is t a sua s a lt u ra s e a s dis t ncia s m n ima s a s erem obs ervada s. Em f uno da tenso nom ina l, o p - direito no p ode s er inferior aos seguintes valores: At 13,8kV 23kV 3.500mm

4.000mm

A altura exter na, em entradas areas, deve ser suficiente para que os dispositivos de fixao do ramal de ligao sejam instalados de modo que os condutores obedeam ao afastamento mnimo de 5.000mm em relao ao solo. Nota 1: A alt ura do muro de alvenaria que delim ita cubculos deve s er de 2.0 0 0m m, no m nimo.

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Subestaes primrias convencionais

Not a 2: D e modo geral, a s dimens es da const r uo devem p er m it ir que s eja m obs ervados, na s mont agens elet rome cnica s, os afa st a mentos m nimos ent re a s partes energizadas de todos os equipamentos, bem como os afastamentos mnimos relativos aos condutores. Vide t ab ela s 1 e 3 (itens 5 e 6).

1.4 . Port a s de Acesso Devem ter sentido de abertura para fora, possuir dimenses suficientes para entrada e sa da de qua lquer e quipa mento (m nima s de 80 0 x 2.10 0 m m) e devem s er adequadamente disp ostas, confor me indicaes (sugestes) nos desenhos 11 e 12. A porta de entrada da subestao primria deve ser de chapa metlica, devidamente aterrada, provida de trinco e cadeado, e ter afixado uma placa contendo a inscrio: PER IGO DE MORTE ALTA TENSO, e os smb olos indicativos dess e p erigo. Ca s o s eja prev ist a a inst alao de p ort a de acess o aos e quipa mentos, est a deve