Catalogo Zincado

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laminados a frio laminados a quente

zincadosfolhas metlicas CSN galvalume pr-pintado csn

ndice

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Perfil Fluxo de produo Normas e especificaes Normas tcnicas de fabricao Dimenses padro Tolerncias de dimenso e de forma Normas atendidas por aplicao Aos para uso geral e qualidade comercial Aos para estampagem Aos estruturais Aos de alta resistncia e alta conformabilidade Aos Bake-Hardening

Acabamentos e revestimentos Bordas, dimetros e pesos

17 17 22 23 27 28 29

Garantias Qualidade superficial (QP) e Proteo superficial Informaes gerais para aplicao de produtos zincados Identificao e certificao Embalagem Transporte, manuseio e armazenagem Como fazer o seu pedido Tabelas de converso

Perfil

Fundada em 1941 e com operaes iniciadas em 1946, a Companhia Siderrgica Nacional (CSN) hoje uma das Empresas mais integradas e rentveis do setor em todo o mundo. Com o menor custo de produo e uma das maiores margens EBITDA, figura em posio de destaque entre complexos siderrgicos de todo o mundo e tem suas aes listadas nas Bolsas de Valores de So Paulo (Bovespa) e Nova Iorque (Nyse). Seus negcios se apiam em cinco pilares: minerao, siderurgia, logstica, energia e cimento. A CSN oferece a seus clientes um diversificado portiflio de aos e minrio de ferro de alto grau de pureza. Administra terminais porturios e detm participaes em ferrovias e em ativos de gerao que garantem uma estratgica auto-suficincia em energia eltrica. A Empresa possui cinco linhas de galvanizao no Brasil, assim distribudas: trs na Usina Presidente Vargas, em Volta Redonda (RJ); uma na GalvaSud, em Porto Real (RJ); e outra na filial CSN Paran, em Araucria (PR), que tambm faz laminao a frio e pr-pintura. Conta ainda com duas subsidirias no exterior: a CSN LLC, nos EUA, que atua em laminao a frio e galvanizao, e a Lusosider, em Portugal, que tambm produz laminados revestidos. a nica fabricante no Brasil de folha-de-flandres, matria-prima para embalagens metlicas, e de Galvalume, ao revestido de zinco e alumnio que conjuga brilho e durabilidade e tem emprego crescente na construo civil. Produz ainda ao prpintado, item cada vez mais usado no setor habitacional e em eletrodomsticos, entregando-o nas especificaes de cor e tamanho requeridas pelos clientes. Controla ainda a Metalic Nordeste, nica produtora de latas de ao de duas peas para bebidas gaseificadas da Amrica Latina; a Companhia Metalrgica Prada, maior fabricante de embalagens de ao para as indstrias qumica e alimentcia do Pas; e a Indstria Nacional de Aos Laminados (Inal), especializada no segmento de distribuio e preparada para atender prontamente s demandas de clientes de Norte a Sul do territrio brasileiro. Auto-suficiente tambm em minrio de ferro, detm reservas de alta qualidade na mina de Casa de Pedra. Por meio de sua subsidiria integral Nacional Minrios S.A. (Namisa), a Empresa adquiriu a Companhia de Fomento Mineral (CFM), mineradora integrada ao sistema CSN de logstica (ferrovia e porto) e com capacidade instalada de produo de aproximadamente 6 milhes de toneladas de minrio de ferro anuais, com projeto de expanso para 16,5 milhes de toneladas. No setor de minerao, tambm extrai dolomito, calcrio importantes insumos siderrgicos e estanho usado na fabricao de latas metlicas. A CSN administra o Terminal de Granis Slidos (Tecar) e o Terminal de Contineres

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(Sepetiba Tecon), ambos no Porto de Itagua (RJ). Detm participao acionria em duas companhias ferrovirias, a MRS Logstica, que interliga as linhas de produo da Empresa na Regio Sudeste, e a Transnordestina Logstica. Privatizada em 1993, a CSN passou por um processo de profunda reestruturao que a tornou uma das empresas do setor mais modernas e rentveis do mundo. Hoje, conta com equipe de colaboradores altamente capacitados e motivados a buscar constantes inovaes e ganhos de produtividade. A Companhia tem sua atuao pautada pela responsabilidade e pela conduta tica. Responsabilidade em relao s comunidades em que est presente, ao compromisso com o meio ambiente e sociedade como um todo. Marco da industrializao nacional, a CSN est solidamente posicionada nos mercados de maior potencial de crescimento do Pas e trabalha, sempre, para ajudar o Brasil a trilhar o caminho do desenvolvimento.

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fluxo de produo

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normas e especificaes

Normas tcnicas de fabricao Os produtos so fabricados em modernos equipamentos, o que lhes confere elevado padro de qualidade e caractersticas conforme as principais normas nacionais e internacionais, tais como:

NT CSN NBR NM ASTM EN DIN BS SEW JIS AS

Norma Tcnica CSN Norma Brasileira Norma Mercosul American Society for Testing and Materials Euro Norme Deutsches Institut fr Normung e.v. British Standard Material Specification by Organization of the German Iron and Steel Industry Japanese Industrial Standards Australian Standards

Nota: A CSN poder atender tambm a outras normas tcnicas mediante consulta tcnica prvia.

Especificaes / Requisitos Os produtos zincados so fornecidos em bobinas e chapas, em espessuras que variam de 0,30 a 3,00 mm, larguras entre 700 e 1545 mm. As chapas podem ter o comprimento de 500 a 6100 mm. So fornecidos tambm na forma de blanks retos, retangulares, trapezoidais ou paralelogramo com ngulo mximo de 30, na faixa de espessura de 0,50 a 3,00 mm ou blanks soldados a laser na faixa de 0,60 a 3,00 mm. H ainda a opo de fornecimento em rolos, nas espessuras de 0,35 a 2,00 mm e larguras de 30 a 700 mm. Os produtos zincados renem num s produto a resistncia mecnica do substrato ao e a elevada resistncia corroso conferida pela camada de revestimento de zinco, e apresenta boa performance nas operaes posteriores de conformao, soldagem e pintura. Dimenses Padro (mm) Espessuras: 0,30 - 0,35 - 0,43 - 0,50 - 0,65 - 0,80 - 0,95 - 1,11 - 1,25 - 1,55 - 1,95 2,30 - 2,70 - 3,00. Larguras: 1000 1100 1200 1300 1400 1500. Comprimentos: 2000 2500 3000 - 4000. As espessuras atendidas esto indicadas nas tabelas de Normas Atendidas por Aplicao.

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Tolerncias dimensionais So atendidas conforme as normas NBR7013, ASTM A924/924M, JIS G3302 ou EN10143.Nota: Tolerncia de largura para bobinas e chapas, 100% dentro da norma contratada. Tolerncia de largura de -0/+4 mm e -0/+5 mm apenas com bordas aparadas. Tolerncia de largura menor ou igual a -0/+3 mm, consultar previamente. Tolerncia de comprimento para chapas, 100% dentro da norma contratada. Em funo das restries apresentadas na tabela de tolerncia de espessura n 3 da ASTM A924M, podero ser atendidas apenas as tolerncias de espessura > +/- 5% da espessura nominal do material. Espessura mxima (mean to low): +0/-10% da espessura nominal. Espessura mnima (mean to low): -0/+10% da espessura nominal.

Tolerncias de forma So atendidas conforme as normas NBR 7013, ASTM A 924/924M, JIS G3302 ou EN 10143. Valores restritivos mediante consulta prvia.Nota: Pode ser atendido aplainamento restritivo com flecha mxima de 7 mm, porm no h garantia de nmero de ondas por unidade de comprimento.

Normas atendidas por aplicao Aos para Uso Geral e Qualidade Comercial So aqueles que se destinam a conformaes simples e suas principais aplicaes esto em peas e componentes onde no se necessita de aprimorado nvel de conformabilidade e resistncia mecnica. Na maioria das aplicaes garantida apenas a composio qumica dos aos. Outras garantias devem ser atendidas mediante acordo prvio.Composio Qumica (% mxima) Norma Tcnica Espessura (mm) Propriedades Mecnicas Alongamento Grau C Mn P S Limite de Escoamento (MPa) Limite de Resistncia (MPa) Base de Medida (mm)

Espessura (mm)

Valor min. (%)

CSN NBR 7008

ZC TELHAS ZC ZP CS A

0,38 1,25 0,30 3,00 0,30 3,00 0,30 3,00 0,30 3,00 0,30 3,00 0,30 3,00 0,30 3,00

0,15 0,15 0,15 0,10 0,02 / 0,15 0,08 0,12 -

0,60 0,60 0,60 0,60 0,60 0,60 0,60 -

0,05 0,04 0,04 0,03 0,03 0,10 0,10 -

0,05 0,04 0,04 0,035 0,035 0,035 0,045 -

140 / 340 170 / 380 205 / 380 170 / 410 205 mn.(1)

450 mx. 270 / 500 270 mn.(1)

qualquer qualquer qualquer qualquer qualquer -

50 50 50 50 80 -

20 20 20 15 22 -

ASTM A653

CS B CS - C

EN 10327 JIS G3302

DX51D SGCC

Nota: Larguras produzidas - consultar CSN. (1) Valores de referncia.

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Aos para Estampagem So indicados para a fabricao de peas estampadas desde deformaes mais leves at as mais severas. Alteraes em suas composies qumicas e tratamentos termomecnicos proporcionam diversos graus de estampabilidade, adequados para aplicaes especficas. Para a escolha do tipo de ao deve ser analisado o nvel de conformao a que ser submetido o material, que pode variar de estampagem mdia, em peas de leve conformao, at a estampagem extraprofunda em peas crticas e complexas submetidas a elevado nvel de estampagem e estiramento.

Composio Qumica (% mxima) Norma Tcnica Espessura (mm)

Propriedades Mecnicas Alongamento

Grau

C

Mn

P

S

Limite de Escoamento (MPa)

Limite de Resistncia (MPa)

Espessura (mm)

Base de Medidas (mm) 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 80 80 80 80

Valor mn. (%)

ZE ZEE Grau 1 (1) NBR 7008 ZEE Grau 2 (1) ZEE Grau 3(1)

0,40 2,70 0,56 2,00 0,56 2,00 0,56 2,00 0,56 1,75 0,41 0,95 0,41 0,95 0,56 1,75 0,56 1,75 0,56 1,75 0,40 1,75 0,56 1,75 0,56 1,75 0,56 1,75

0,10 0,08 0,08 0,01 0,01 0,10 0,02 / 0,10 0,06 0,02 0,02 0,12 0,12 0,12 0,12

0,45 0,45 0,45 0,30 0,30 0,50 0,50 0,50 0,50 0,40 0,60 0,60 0,60 0,60

0,03 0,03 0,03 0,02 0,02 0,02 0,02 0,02 0,02 / 0,10 0,02 0,10 0,10 0,10 0,10

0,03 0,03 0,02 0,02 0,02 0,035 0,030 0,025 0,025 0,02 0,045 0,045 0,045 0,045

140 / 300 140 / 260 140 / 220 140 / 200 120 / 180