Cavidades nasais e seios perinasais

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Cavidades Nasais e Seios Perinasais

Cavidades Nasais e Seios PerinasaisElaborado por:

Ana Rita Rodrigues n 2013136Daniela Costa n 2013430Joo Augusto Ribeiro n2013233Sara Silva n 2009301Zenito Cruz n 2013428

Turma 6

UC: Imagiologia e Anatomia ClnicasDocente: Professor Doutor Tiago BilhimAbril de 2015Limites

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6Seios Perinasais Viso geral

Tumores no so hiperdensos, por isso por TAC consegue-se distinguir. A TAC capta, mas a RM distingue. As variaes anatmicas so importantes para uma cirurgia endoscpica, uma vez que o cirurgio pode perfurar equivocamente romper artrias, causando hemorragia. Se a extenso da sinusite for intra-orbital, conseguimos ver por TAC. Atravs das janelas T1 e T2, e a partir das percentagens proteicas, podemos distinguir entre sangue, fungos e secrees (quando hiperintenso).

- Mtodo auxiliar mais antigo no diagnstico de rinossinusites (opacificao ou velamento do interior da cavidade paranasal, nveis hidroaeres ou espessamento muscoso superior a 6-8 mm para crianas e adultos respectivamente)-Barato (em muitas situaes pode ser o mtodo de diagnostico complementar nico disponvel, como no brasil- condies precrias);-Rpido;-Tcnica limitada (pouca qualidade de imagem).

Raio x direita e TAC a surgir depois esquerda.

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The real value of unenhanced CT is the following: if you see an opacified sinus with hyperdense contents, it is usually a sign of benign disease. Tumor is not hyper-dense.

The hyperdensity is due to one or a combination of the following:inspissated secretionsfungusblood

9Radiografia ConvencionalLinhas do crnio- Auxiliam no posicionamento em exames de crnio e face.

Auxiliam no posicionamento em exames de crnio e face. So formadas por entre dois pontos de reparo anatmico, as principais usadas nesse exame so as que esto na imagem.11Frontonaso (Caldwell)

-Tambm chamado seios da face PA-Posicionar a testa e o nariz encostados na mesa ou estativa, manter a linha orbitomeatal (LOM) perpendicular ao filme, angular o raio central 15 caudais. Raio central dever sar no nsio.12

Seios frontais projectados na sutura frontonasal.Clulas etmoidais anteriores visualizadas lateralmente a cada osso frontal, directamente abaixo de cada seio frontal.Alinhamento da crista petrosa no tero inferior da rbita.

13Mentonaso (Waters)

-Estender o pescoo do paciente com queixo apoiado na mesa ou estativa.O nariz no dever estar encostadoAjustar o crnio at que a linha mento meatal (LMM) esteja perpendicular ao filme ou receptor da imagem.Usar cilindro de extensoRaio central deve incidir nos ossos parietais e sar no acntion.

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A mentonaso melhor para a visualizao dos seios maxilares, sendo tambm uteis para para os seios frontais. importante a correcta angulao do paciente visando retirar a projeco do rochedo o que pode levar a falsa impresso de velamento ou nvel liquido em seios maxilares.Uma variante desta incidncia pode ser feita com a boca aberta (incidncia de blondeau), permitindo a visualizao do seio esfenoidal atravs da projeo do palato.

15Variante da incidncia de Waters- Incidncia de Blondeau

Uma variante desta incidncia pode ser feita com a boca aberta (incidncia de blondeau), permitindo a visualizao do seio esfenoidal atravs da projeo do palato.

16Em crianas:

-Em crianas deve sempre ter se em mente a idade de formao dos seios paranasais: ao nascimento para as clulas etmoidas e antro maxilar, 2 a 3 anos para o seio maxilar, 5 a 7 anos para os seios frontais e 12 anos para o seio esfenoidal17Perfil

Sentado ou em Ortostatismo-Paciente deitado em posio de nadador ou paciente em ortostatia.Posicionar o crnio em perfil absolutoRaio central direcionado para um ponto cerca de 5cm superior ao MAE ponto mdio entre o angulo do olho e MAE.

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Pode ser visualizado o seio frontal, o seio esfenoidal, maxilar as clulas etmoidais e a sela turca em perfil. E o tecto da orbita. E ramos mandibulares e seios maxilares em perfil ABSOLUTO!!!!!!!

19Axial de Hirtz

Sinonimos: submento vrticePaciente sentado ou em decbito dorsal. Elevar o queixo superextendendo o pescoo at que a linha infra orbito meatal (LIOM) ESTEJA PARALELA MESA.A CABEA DEVE ESTAR APOIADA NO VRTICE DO CRANIO. CUIDADO PARA NO HAVER ROTAO.RAIO CENTRAL PERPENDICULAR LIOM, CENTRADO A UM PONTO MDIO ENTRE OS ANGULOS MANDIBULARES.

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Seios maxilares, esfenoidais, clulas etmoidais, fossas nasais.Pirmides petrosas visualizadas simetricamente.

21Tomografia ComputorizadaSeios Perinasais Corte Coronal

Seios Perinasais Corte Axial

Seios Perinasais Corte Sagital

Seios Frontais

Lembrar animao sobre a outra imagemImportante falar da drenagem:OstioRecesso (parte superior e inferior)O grau de pneumatizao varia e tem um efeito significante no tamanho no stio frontal e na forma do recesso. Se a ANC for pequena, o processo frontal da maxila que se situa superior e anteriormente ser proeminente, e vai-se estender posteriormente para o recesso frontal, resultando num stio mais pequeninho. Pelo contrrio, se a ANC grande, o bico do processo ser mais pequeno, resultando num stio maior.Pathway o compartimento superior do recesso formado pela unio das hemiclulas frontais e etmoidais. A margem superior o stio frontal. Comunica diretamente com o compartimento inferior, que um canal mais estreito, formado pelo infundbulo etmoidal ou pelo meato mdio.

26Variaes do processo uncinado e alteraes das vias de drenagem

Alteraes no tamanho da bolha etmoidal

Uma grande bolha etmoidal pode comprometer a drenagem do seio frontal e do seio maxilar, ao distorcer o recesso frontal e hiato semilunar, respetivamente (na foto, a bolha etmoidal dta est colada ao processo uncinado). O recesso supra-bolhar surge por causa da bolha etmoidal ser pequena, e faz qualquer coisa artria etmoidal anterior.

28Clulas de Kuhn

TIPO ITIPO IIAs clulas de Kuhn tambm so chamadas clulas frontoetmoidais, precisamente pela sua localizao (entre o seio frontal e as clulas etmoidais). Podem ser de 4 tipos. Podem levar diminuio do tamanho do stio frontal. (ver artigo 2008). Se o processo uncinado se inserir na base do crnio, muito provavelmente por causa de uma clula de Kuhn que empurra a sua insero at a.29Clulas de Kuhn

TIPO IIITIPO IVSeio maxilar

Explicao do segundo stio h ocasionalmente um fluxo circular do muco do stio natural para o stio acessrio, levando a sinusite recorrente (se reconhecido, deve ser ligado cirurgicamente ao stio natural).31Seio maxilar Variaes Anatmicas

Drenagem inadequada do antro, pode ser fibroso ou sseo.32Clulas de Haller

Coronal image with arrowhead pointing to infraorbital ethmoid air cell ( Haller cell) which is narrowing the maxillary sinus ostium and infundibulum. (MT: middle turbinate, MS: maxillary sinus. EM 45 % DA POPULAO.

33Seio Esfenoidal

Seio Esfenoidal

Clulas de Onodi

A, Axial CT image shows septated air cells (O) extending into left sphenoidal sinus and anterior clinoid process (asterisk). AnE = anterior ethmoidal air cells, PoE = posterior ethmoidal air cells. B, Coronal CT image shows horizontal septation (arrow) separating smaller left sphenoidal sinus (Sph) below from air cells (O) above. This finding is characteristic of Onodi cells. Axial and coronal images show extensive pneumatization of right sphenoidal sinus with pneumatization of anterior clinoid process (asterisk).36Clulas de Onodi

Concha Bullosa

Desvio do septo secundrio concha bullosa38Fvea etmoidal e Base Anterior do Crnio

Fvea etmoidal e Base Anterior do Crnio

Kero's classification: Type 1: 13 mmType 2: 47 mmType 3: 816 mmKero's classification is based on the depth of the olfactory pit. In the type 3 (imagem da esquerda) in particular, the ethmoid roof is significantly higher than the cribiform plate, increasing the surgical risk, because it exposes more of the very thincribriform plateto potential damage from trauma, tumour erosion, CSF erosion (in benign intracranial hypertension) and local nasal surgery.40

TAC Volumtrica na Cirurgia Endoscpica Funcional dos Seios Paranasais

Acesso ao seio maxilarAcesso ao Seio MaxilarThe paranasal sinuses are represented in transparent visualization of a three-dimensional reconstruction of a cadaver head. The structures are themaxillary, ethmoidal, frontal and sphenoidal sinuses. The spheres (landmarks) show the access from the nostril to the maxillary sinus.

The access to the maxillary sinuses is physicologically by the middle nasal passage (supraturbinal). The opening in the inferior nasal passage (infraturbinal) is not physiological and should not be used any more. Under endoscopic vision the middle turbinate is medially moved and the thin wall of the maxillary sinus underneath the processus uncinatus is opened.

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Acesso s clulas etmoidaisAcesso s Clulas Etmoidais

The ethmoidal cells can be accessed starting from middle nasal passage. The problems of this access are regarded thevariations found in the anatomy of the ethmoidal roofs . When the surgeon has to penetrate deeply a lesion in the skull basis can occur.

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Lateral three-dimensional visualization of the access route from the nostril to the ethmoidal sinus in a cadaver head. The structures are the maxillary, ethmoidal, frontal and sphenoidal sinuses. The spheres (landmarks) show the access to the ethmoidal sinuses.43Acesso ao seio esfenoidal

Acesso ao Seio Esfenoidal

The pathway to the sphenoidal sinuses runs oblique through the nasal cavity, between the nasal septum and the middle turbinate. The spheres in Figure 4 (axial CT) indicate the free way from the sphenoidal sinus, through the nasal cavity. In this case, the points were marked in only one slice.

Figure 5 ( 3D) shows a more realistic pathway to the sphenoidal sinus, which suggests that the endoscope has to push and shift the turbinates in order to reach its aim. Once the endoscope reaches the interior of the sphenoidal sinus the most dangerous complications are due to the damage of the wallof the carotid and the optic canal.44Acesso ao seio frontal

Acesso ao Seio Frontal

The common sites of opening of the frontal sinus in the nasal cavity are the infundibulum, frontoethmoidal recess, in front of the semilunar hiatus, in its anterior end, in its anterior one fourth, above the semilunar hiatus, in the frontal recess, above the superior boundary of the infundibulum, in the infundibulum, in the infundibular region.

IMAGEM ESQDA - Frontal view of partial three-dimensional reconstruction (left) and coronal view of CT image (right) of a patient head.IMAGEM DRTA- Lateral three-dimensional visualization of the access route from the nostril to the sphenoidal sinuses in a patient head.

For us these results are of great importance, since we try to determine which structures are more affected due to the contact with the endoscope. Somestudies show that this kind of visualizations not only are helpful to prevent accidents, to plan the surgical procedures, diminish the operation time, etc but also help the surgeon to improve its technique.

In future works we will also determine the points of contact between endoscope and the structures. For this purpose we are looking forward to correlate the images of this work with videos obtained during live operations. We have also recorded the position of the tools using a tracking system and the forces exerted by the surgeon when he was trying to access to the paranasal sinuses. All these data will give us a detailed description of the deformation that thenasal cavity structures suffer during FESS, und thus to determine which ones are subject of risk and to prevent accidents.45BibliografiaRYAN, Mc icholas, Eustace; Anatomy for Diagnostic Imaging 3rd Ed., Saunders Elsevier, MOORE Keith L., Dalley Arthur F. and Anne M.R.;Clinically Oriented Anatomy 6th Ed. Wolters Kluwer / Lippincott Williams & Wilkins (2010) NETTER, Frank H.; Atlas de Anatomia Humana; 5Ed. Artmed EditoraGrays Anatomy: The Anatomical Basis of Clinical Practice ; 20th Ed.; Elsevier Susan StandringBEALE Thimothy J.; MADANI Gitta; MORLEY Simon J.; Imaging of the Paranasal Sinuses and Nasal Cavity: Normal Anatomy and Clinically Relevant Anatomical Variants; 2008MOSSA-BASHA Mahmud; BLITZ Ari M.; Imaging of the Paranasal Sinuses 2013WORMALD Peter John; The Agger Nasi cell: The key to understanding the anatomy of the frontal recess; 2003DANIELS David. L; MAFEE Mahmood F.; The Frontal Sinus Drainage Pathway and Related Structures; 2003HOANG Jenny K.; EASTWOOD James D.; TEBBIT Christopher L.; GLASTONBURY Christine M.; Multiplanar Sinus CT: A Systematic Approach to Imaging Before Functional Endoscopic Sinus Surgery; 2010MORAL A.I., KUNKEL M. E., TINGELHOFF K., 3D Endoscopic Approach for Endonasal Sinus Surgery 2007

BibliografiaCNOVAS, I; GARCIA-GARRIGS, E. Radiological Anatomy of the Ethmoidal Arteries: CT Cadaver Study; 27 April 2011T. Hiyama, M. ShiigaiHIYAMA, T; SHIIGAI, M.; The ethmoid bone: clinical imaging anatomy from an embryological point of view; 2013SOUZA, S.; SOUZA, M; Anterior Ethmoidal Artery Evaluation on Coronal CT Scans; Braz J Otorhinolaryngol; 2009.http://www.radiologyassistant.nl/en/p491710c96a36d/paranasal-sinuses-mri.htmlhttp://uwmsk.org/sinusanatomy2/http://pt.slideshare.net/rocha1979/aula-cientfica-sobre-seios-paranasais-cavum-e-vias-areas-superiores-2013-revisadahttp://lessons4medicos.blogspot.pt/2009/02/onodi-cell-haller-cell.htmlTrajeto da Artria Etmoidal Anterior

The anterior ethmoidal artery crosses three cavities: the orbit, the ethmoid labyrinth and the anterior fossa of the skull. In enters the olfactory fossa through the lateral lamella of the cribiform plate along the so-called anterior ethmoidal sulcus, which is the point of greatest frailty of the whole anterior skull base. At this point the bone is extremely thin, and is considered as a high-risk area in nasal endoscopic surgery. In its course through the ethmoid labyrinth, the position of the anterior ethmoidal artery relative to the ethmoidal roof is very variable; the artery thus becomes vulnerable to injury during surgical procedures.1,2The anterior ethmoidal artery is an anatomical landmark; its location is important for recognizing structures of difficult access (frontal sinus) and to define the superior limits in surgery (skull base).10-14 Additionally, visualizing this artery makes it possible to recognize and treat causes of severe epistaxis.1There is ample variation in the course of the anterior ethmoid canal in the ethmoid sinus.4,5,12,39 Injury of the anterior ethmoidal artery during endoscopic procedures may occur, with severe consequences. Preoperative knowledge of the course of the artery is essential to avoid complications; this important task belongs to CT48Trajeto da Artria Etmoidal Anterior