Clipping do Varejo - 11/07/2016

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    05-Aug-2016
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Clipping de Julho

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  • CLIPPING DO VAREJO

  • O curso de Marketing de Varejo: da Estratgia Execuo, nunca foi to atual! Nos momentos de crise, temos que ser mais precisos em nossas escolhas, preservando os recursos da empresa, fidelizando o shopper e blindando o negcio em relao concorrncia.

    A edio atual conta com contedo atualizado em conceitos e casos prticos, aula no Retail Lab e muita novidade sobre o que acontece no mundo. Garanta j a sua participao. Inscreva-se!

    Prof. Ricardo Pastore

    Fundador e Coordenador do Ncleo de Varejo da ESPM e Retail Lab. Doutorando e mestre em Varejo; ps-graduado em Marketing pela ESPM; Economista. Mais de trinta anos de experincia em grandes redes varejistas, em que atuou como executivo em cargos como diretor de operaes, diretor comercial e director-geral. Consultor de varejo, atende indstrias e redes de lojas com programas de treinamento e de consultoria em trade marketing, gesto de categoria, aumento do desempenho na execuo do ponto-de-venda, estudo de margens comerciais e processos operacionais.

    De 18 a 22/7/2016, das 19h30 s 22h30. Saiba mais pelo varejo.espm.br/cursos

  • NO setor supermercadista paulista teve faturamento de R$ 15,6 bilhes em abril. Em relao ao mesmo ms do ano passado, houve alta de 3,7%. No acumulado de 12 meses, a alta foi de 5,4%. Os dados so da PCCV (Pesquisa Conjuntural do Comrcio Varejista no Estado de So Paulo), realizada mensalmente pela FecomercioSP (Federao do Comrcio de Bens, Servios e Turismo do Estado de So Paulo), com base em informaes da Sefaz-SP

    (Secretaria da Fazenda do Estado de So Paulo).Das nove atividades pesquisadas, alm dos supermercados, os setores de farmcias e perfumarias (13,8%) e lojas de autopeas e acessrios (1,3%) foram os nicos que apresentaram crescimento em abril. Esses ndices positivos atenuaram a queda geral em 2,2 pontos porcentuais.No geral, o faturamento do varejo paulista atingiu R$ 44,7 bilhes em abril, queda

    de 3,3% em relao ao mesmo perodo de 2015.Na capital paulistaAs vendas do setor supermercadista da capital paulista tambm foram positivas. Os supermercados registraram alta de 2,4%. Como um todo, as vendas do comrcio paulistano atingiram R$ 13,8 bilhes em abril, queda de 7,4% na comparao com o mesmo ms de 2015.(Supermercado Moderno 06/07/2016)

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    SUPER & HIPERSupermercados paulistas faturam R$ 16 bilhes em abril

  • NLanado esta semana, o projeto Reutilizar #praserfeliz, do Po de Acar, foi inspirado na busca dos consumidores por hbitos mais saudveis esustentveis. Alm da venda de produtos granel, a varejista vai incentivar o reuso de embalagens. O piloto ocorre na loja da avenida Ricardo Jafet, em So Paulo. A unidade conta com uma estrutura que, inicialmente, vender 40 tipos de produtos a granel, entre gros, sementes, cereais, chocolate, chs, alm de pimentas,

    amendoins, sal do himalaia e frutas desidratadas.Os produtos ficam armazenados em dispensers gravitacionais que funcionam no sistema First In, First Out, ou seja, os itens que entram primeiro saem primeiro, garantido sua qualidade e frescor. Colaboradores da loja foram treinados para operar o equipamento e ajudar os clientes na escolha e quantidade desejada. Os clientes tambm podero levar para a loja embalagens de casa, como potes, latas e

    cartonados ou adquirir um pote de vidro reutilizvel do projeto no ato da compra (so quatro tamanhos, que vo de 240 ml R$ 4,99 a 810 ml R$ 9,99).ExpansoAt o final deste ano, o portflio a granel deve aumentar para 60 itens. Outro objetivo da rede nos prximos meses levar o projeto para outras capitais e lojas da cidade de So Paulo.(Supermercado Moderno 11/07/2016)

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    SUPER & HIPERPo de Acar aposta na venda de produtos a granel

  • NUm grupo de jovens empresrios investiu R$ 10 milhes numa startup com a proposta de que as pessoas aposentem o carrinho de supermercado para fazer a compra do ms, que inclui itens bsicos, como sabo em p, leo e papel higinico. A ideia que, por meio do site ou aplicativo da Home Refill, os consumidores programem a compra desses itens sem sair de casa. O servio estreia oficialmente na prxima semana, apenas na cidade de So Paulo.Faz um ano e sete meses que Guilherme Aere dos Santos, de 26 anos, presidente executivo da Home Refill, testa o conceito. A plataforma vai dar economia, o consumidor no poder mais ser enganado, diz Santos. Segundo ele, a ineficincia dos supermercados com

    quase 90 dias de estoques acumulados entre centros de distribuio e lojas geram uma experincia ruim para comprador.Um dos motes da campanha publicitria, assinada pelo publicitrio Caio Andrade, que hoje o consumidor paga por dois produtos, leva trs, mas na verdade s precisa de um. Segundo os executivos, o servio vai ajudar a acabar com a compra por impulso, deixar de acumular produtos desnecessrios em casa e poder usufruir dos benefcios da negociao direta com a indstria.O scio e diretor financeiro da empresa, Eduardo Chazan, de 27 anos, diz que hoje as negociaes entre o varejo e a indstria esto difceis e os fabricantes, muito pressionados.A proposta, no modelo da

    Home Refill, comprar os produtos diretamente dos distribuidores e de indstrias de segmentos diversos. Oito grandes fabricantes, entre as quais a Unilever, e 200 fornecedores j vendem seus produtos para a plataforma.Medida certa. Durante o perodo de testes, os empreendedores conseguiram identificar a lista de compra bsica para oito perfis: solteiro, casal sem

    filho, casal com filhos at 3

    anos, casal com filhos at 12

    anos, casal com filhos mais velhos, repblicas, pequenos escritrios e consumidores idosos. Ao fazer o cadastro na plataforma, a pessoa vai escolher o perfil em que se encaixa e personalizar a lista.(Estado 07/07/2016)Notcia completa em varejo.espm.br

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    SUPER & HIPERAplicativo para compra do ms quer substituir supermercados

  • N C L E O D E V A R E J O P A G . 4

    ECONOMIADe janeiro a abril deste ano, 14,3 mil pontos de venda do varejo de alimentos fecharam as portas no Pas, segundo estudo da CNC (Confederao Nacional do Comrcio de Bens, Servios e Turismo). O nmero corresponde a uma alta de quase 600% em relao ao mesmo perodo de 2015, quando foram fechadas 2,4 mil lojas. O estudo engloba supermercados, hipermercados, mercadinhos e demais estabelecimentos que comercializam produtos

    alimentcios, bebidas e fumo. Os dados no incluem restaurantes e bares.O fechamento das lojas est diretamente relacionado crise econmica. J havia uma retrao na demanda dos consumidores causada pela recesso profunda e prolongada. A alta dos preos contribuiu para aumentar o recuo nas vendas neste perodo, acentuando o ritmo de fechamento de pontos de venda, afirma o economista da CNC, Fabio Bentes.

    Diviso por porte e EstadoOs estabelecimentos de mdio porte foram os que mais fecharam unidades nos primeiros quatro meses deste ano: ao todo foram 6 mil. Os pequenos encerraram 4,6 mil empreendimentos, enquanto os mdios, 3,2 mil. O Estado de So Paulo liderou o nmero de fechamentos, com 4,1 mil encerramentos, seguido por Paran (-1,6 mil) e Minas Gerais (-1,5 mil).(Supermercado Moderno 11/07/2016)

    Varejo alimentar fecha mais de 14 mil lojas em 4 meses

  • MERCADO

    N C L E O D E V A R E J O P A G . 5

    Essa uma das concluses de pesquisa recente do banco UBS Equity Research Latam. O supermercado local o 3 no qual mais pessoas das classes B e C fazem compras e o 2 onde mais clientes da D/E se abastecem. Entretanto, quando se trata de gastos, a loja de bairro ocupa a 7 posio entre o pblico B, e a 4 posio entre o pblico C. Em ambos os casos, portanto, acaba perdendo para redes menos visitadas como

    Nacional, que opera no Sul do Pas, Atacado ou Assa.A situao diferente nas classes D/E. O supermercado de vizinhana o terceiro onde mais gastam. frente ficam Atacado e Extra. Nem por isso as lojas locais tm oferecido os melhores preos na percepo dos consumidores. Para cerca de 70% deles (de todas as classes sociais), esses supermercados se tornaram mais caros no ltimo ano.

    A escolha, portanto, motivada pela proximidade e comodidade.Realizada pelo banco UBS com 500 consumidores das classes sociais B, C e D/E, a pesquisa mostra ainda que Salvador a capital, entre as trs estudadas, na qual a lojinha de bairro mais rivaliza com as principais redes. Est na 4 posio em realizao de compras e em gastos. (Supermercado Moderno 05/07/2016)

    Loja de bairro a segunda escolha das classes CDE

  • MERCADO

    N C L E O D E V A R E J O P A G . 6

    A participao dos cartes nas vendas do varejo passou de 32,5% para 33,3%, entre 2014 e 2015, mostraram dados fornecidos com exclusividade pela FecomercioSP (Federao do Comrcio de Bens, Servios e Turismo do Estado de So Paulo). A anlise mostrou que esse aumento deve-se ao desempenho da participao dos cartes de dbito, uma vez que os cartes de crdito apresentaram participao estvel.Segundo a federao, existem alguns motivos que levam para esse cenrio, como os juros mais altos do carto de crdito. Alm disso, com a crise, os consumidores privilegiam a compra de bens de primeira necessidade, como medicamentos e alimentos, normalmente pagos vista, e adiando a aquisio de

    bens semidurveis, como vesturio, e durveis, como mveis, eletrodomsticos e eletrnicos, cuja compra realizada, em geral, mediante parcelamento no carto de crdito.Alm disso, segundo a Federao, o processo de migrao dos pagamentos para os meios eletrnicos vem ocorrendo de forma mais intensa nas compras de menor valor, realizadas com maior frequncia no carto de dbito.E o que o varejo ganha com isso? Segundo a Federao, as vendas no dbito geram uma economia maior, pois reduzem os custos do varejo. Alm disso, o lojista recebe o valor das vendas com carto de dbito em um prazo menor do que o das vendas realizadas no carto de crdito. Dessa forma, os lojistas no apenas

    melhoram o fluxo de caixa, como economizam nas operaes de antecipao de recebveis, cujas taxas de juros vm crescendo ao longo dos ltimos meses.No ano passado, o faturamento dos cartes no Brasil atingiu R$ 1,065 trilho, crescimento nominal de 8,9% na comparao com 2014, segundo dados da Abecs.(NoVarejo Camila Mendona 05/07/2016)

    Cresce participao do carto de dbito nas vendas do varejo

  • MERCADO

    N C L E O D E V A R E J O P A G . 7

    As feiras itinerantes no legalizadas geram um prejuzo de nada menos que R$ 10 bilhes por ano para o varejo do Estado de So Paulo, segundo estimativas calculadas pela FecomercioSP (Federao do Comrcio de Bens, Servios e Turismo do Estado de So Paulo).So cerca de R$ 282 milhes por dia o nmero equivale ao faturamento dirio do comrcio formal dos setores de vesturio, tecidos, calados, eletrodomsticos, eletrnicos, lojas de departamento, mveis e artigos de decorao.Esses so justamente os setores mais afetados pela informalidade. O valor da perda representa 10% do faturamento do comrcio formal dessas atividades. Esse o valor gerado caso a feira acontea trs vezes por ms, como normalmente ocorre.Essas feiras, diz a Federao,

    representam um prejuzo de at R$ 500 milhes na arrecadao tributria. Se os comerciantes das feiras ilegais fossem microempreendedores pagariam anualmente de R$ 407 milhes a R$ 505 milhes em impostos.Alm disso, segundo as estimativas, ocorrendo trs vezes por ms essas feiras impedem a criao de 50 mil empregos formais no Estado de So Paulo.Considerando apenas a cidade de So Paulo, o prejuzo que essas feiras geram podem chegar a quase R$ 96 milhes por dia de funcionamento o equivalente ao faturamento de um dia do comrcio formal dos segmentos mais afetados.Se as feiras ocorrerem trs vezes ao longo de um ano, 17,8 mil empregos esto deixando de serem criados no varejo formal. J os prejuzos para o municpio, pela no

    arrecadao de impostos, podem variar entre R$ 138 milhes (considerando empresas com alquotas de 4%), R$ 188 milhes (alquota de 5,47%) e R$ 236 milhes (no caso de uma alquota mdia de 6,84%).(NoVarejo Camila Mendona 11/07/2016)

    Feiras itinerantes ilegais fazem varejo de SP perder R$ 10 bi por ano

  • MERCADO

    N C L E O D E V A R E J O P A G . 8

    O Conselho Administrativo de Defesa Econmica (Cade) dever voltar a analisar o ato de concentrao envolvendo a venda da rede de varejo popular Leader, anunciada em abril por preo simblico, ao empresrio Fabio Carvalho, dono da Casa & Vdeo.O xito da transao selaria a sada do BTG Pactual do negcio, que no decolou aps a aquisio feita pelo banco, em 2013, e que ainda tema de diversas disputas jurdicas.Conforme despacho do Cade, publicado na ltima sexta-feira, a conselheira Cristiane Alkmin Junqueira Schmidt afirma que, aps anlise de documentao, entendeu ser pertinente a realizao de instruo complementar. ,O Cade havia aprovado, no ms passado, a operao, sem restries. A expectativa era de que Carvalho assumisse a empresa oficialmente ainda nesta semana.Na prtica, no entanto, o

    empresrio j vem fazendo mudanas significativas na gesto da companhia, tendo contratado a consultoria americana Alvarez & Marsal especializada em reestruturao de negcios em dificuldades para tocar o dia a dia do negcio. Antes de comprar a Casa & Vdeo e iniciar a carreira de empresrio, Carvalho trabalhou na consultoria.Como a Leader est em srias dificuldades financeiras, a expectativa que haja um movimento forte de fechamento de unidades.O mercado tambm trabalha com a possibilidade de a famlia Seller reassumir as unidades que levam o seu nome, que esto localizadas em So Paulo, para que Carvalho e a Alvarez & Marsal se debrucem sobre as unidades da bandeira Leader, que esto, em sua maioria, em solo fluminense.EsclarecimentosNo despacho do rgo

    antitruste sobre a Leader, a conselheira frisa que nenhum ofcio foi enviado ao mercado, aos fornecedores e s associaes de consumidores, para ao menos o Cade entender as consequncias desta operao por outros pontos de vista.Segundo ela, prudente que o Cade esgote suas anlises de forma a ter certeza quanto no consumao antecipada da operao e frisou sua preocupao com uma unio prematura dos negcios, antes da aprovao do rgo.A anlise deve se focar no ato de concentrao entre Leader e Casa & Vdeo, varejistas com posio importante no Rio de Janeiro e com atuao no segmento de eletrodomsticos.(Exame 05/07/2016)

    Cade revisa aprovao de venda da Leader

  • MERCADO

    N C L E O D E V A R E J O P A G . 9

    A Swatch trouxe para o Brasil o Bellamy, seu primeiro relgio para pagamento sem contato, usando o padro NFC para comunicao por aproximao. O produto conta com um elemento seguro fornecido pela OT associado a uma conta de carto de dbito pr-pago Visa emitido pela Brasil Pr-Pagos. Na prtica, o relgio funciona como um carto e pode ser carregado com crdito pelo site da Brasil Pr-Pagos na Internet. Para realizar pagamentos, basta aproximar o relgio de qualquer terminal de POS que aceite NFC so mais de 2,5 milhes no Brasill. Quatro verses em cores diferentes do Bellamy sero vendidas a partir de julho no Pas ao preo de R$ 725 cada. Foram produzidas alguns milhares de unidades para o primeiro lote de venda no Brasil. Somente outros dois mercados tiveram o produto lanado at agora: Sua e China.

    O nome Bellamy foi inspirado no escritor norte-americano Edward Bellamy, que em 1888 escreveu o livro Daqui a cem anos: revendo o futuro, no qual previa um mundo sem dinheiro em papel ou moeda, relatou Carlo Giordanetti, diretor criativo da Swatch, durante a apresentao do produto nesta tera-feira, 5, no Rio de Janeiro.Estamos dando um novo passo nos meios eletrnicos de pagamento. O carto no vai deixar de existir na minha gerao, mas estamos observando a desconstruo dele em vrios formatos, como o celular, ou os vestveis, ou em relgios, como o Bellamy, disse Percival Jatob, vice-presidente da Visa no Brasil.TecnologiaCabe ressaltar que o Bellamy no um relgio conectado ou um smart watch. Ele no acessa a Internet e nem se

    comunica com o smartphone do dono. Mas dentro dele h uma antena NFC para a realizao do pagamento por aproximao, alm do elemento seguro instalado pela OT em seu centro de servios em Cotia/SP. o mesmo local onde feita a personalizao de cartes de crdito e de dbito de vrios emissores, explica Paollo Villasco, presidente da OT para Amrica Latina.Para pagamentos at R$ 50, basta aproximar o relgio da mquina de POS. Acima desse valor, necessrio digitar uma senha no terminal, que deve ter sido previamente registrada no site da Brasil Pr-Pagos. Ao contrrio dos smartwatches em geral, o Bellamy no precisa ser recarregado recorrentemente: sua bateria dura por vrios anos. Mas a validade do carto de dbito pr-pago embutido nele de quatro anos.(Eletrolar.com 07/07/2016)Notcia completa em varejo.espm.br

    Swatch traz relgio de pagamento para o Brasil

  • MERCADO

    N C L E O D E V A R E J O P A G . 1 0

    Uma pesquisa feita nos Estados Unidos pela empresa de consultoria PowerReviews, especializada em opinies de consumidores, mostra que a Amazon j passa a Google quando se trata de fazer buscas para compras de produtos online. Segundo a pesquisa, que ouviu mais de 1 mil consumidores, 38% deles elegeram o site Amazon.com como ponto de partida na hora de procurar algum produto, contra 35% que iniciam a busca via Google.com. Um dos principais motivos para isso: as opinies dos outros consumidores.A informao faz parte do estudo Mapping the Path to Purchase (Mapeando o Caminho das Compras). O estudo mostra que menos de um quarto (21%) dos consumidores faz a busca a partir da loja online de uma marca e que apenas 6% usam

    outros marketplaces, como eBay ou Etsy.A razes para a preferncia pela Amazon.com, segundo o estudo, incluem a gigantesca variedade de produtos, as promoes e o frete gratuito. Mas um elemento to importante quanto os anteriores a grande quantidade de reviews de outros consumidores sobre o objeto do desejo.Mais da metade dos entrevistados (55%) que disseram iniciar sua busca pela Amazon o fizeram pela possibilidade de ver os comentrios de outros consumidores. Praticamente a totalidade desses consumidores (99%) disseram ter lido os comentrios, o que mostra que a cultura do boca-a-boca fator determinante para influenciar a deciso de compra.Entre os 35% de consumidores

    que disseram preferir o Google como ponto de partida para suas bucas, mais da metade clicou nos resultados do Google Shopping. No entanto, a Amazon tambm acabou se transformando em destino para os consumidores via Google: 41% deles acabaram clicando em um link para a Amazon.com.Para o CEO da PowerReviews, Matt Moog, os consumidores querem tomar decises esclarecidas e esto se voltando para fontes que oferecem riqueza de contedo gerado por seus pares, como ndice de satisfao e reviews. Os varejistas podem melhorar a jornada do consumidor por seus canais ao tornar esses itens mais relevantes e acessveis para seus consumidores online.(Varejista 06/07/2016)

    Amazon passa Google como ponto de partida para buscas de e-commerce

  • CLIPPING DO VAREJO

    Este informativo destinado comunidade de interesse sobre varejo, formada por alunos, ex alunos, professores e funcionrios de empresas parceiras do Retail Lab, o laboratrio de Varejo do Ncleo de Estudos de Varejo da ESPM.Produzido por: Raphael Sparvoli Joo do Carmo Coordenao:Prof. Ricardo Pastore

    11/07/2016