Clipping do Varejo - 30/03/2015

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Clipping de Março

Transcript of Clipping do Varejo - 30/03/2015

  • CLIPPING DO VAREJO

  • O que se faz em um perodo de crise? A nossa sugesto a busca por capacitao com uso de ferramentas inovadoras, mais conhecimento, melhores relacionamentos e atualizao. Por isso lanamos neste semestre, novos programas que vo ajud-los a navegar mais precisamente e atingir seus objetivos em um curto espao de tempo.

    Alm das novidades, conhea os nossos programas best-sellers, tambm com inscries abertas. No perca!

    Boa Leitura!

    Ricardo Pastore, Prof. MscCoordenador do Ncleo de Estudos e Negcios do Varejo - ESPM

    CAROS LEITORES

  • CURSOSAs vendas no varejo pela internet crescem a nveis surpreendentes, sempre acima da mdia das vendas no varejo tradicional. Esse fenmeno mundial e inserem, a cada dia, mais empresas em um revolucionrio canal de negcios.Para atuar nesse contexto, as organizaes buscam profissionais com viso estratgica e capacidade de adaptao aos novos desafios e oportunidades proporcionadas pelo ambiente digital, que agreguem valor s estruturas existentes e inovem constantemente. Para empreendedores, uma oportunidade de planejar o desenvolvimento dos negcios sobre bases de conhecimentos mais slidos. Data: 06/04/2015 Local: Joaquim Tvora Inscries Abertas: http://goo.gl/9f2yM1 Data: 25/05/2015 Local: Vila Olmpia Inscries Abertas: http://goo.gl/YDsBPG

    E-commerce: Os Novos Caminhos do Varejo

  • CURSOSO Curso Marketing para Shopping Centers, oferecido pelo Ncleo de Estudos e Negcios do Varejo da ESPM, surgiu h 7 anos, a partir da necessidade de oferecer uma viso mais aprofundada e atualizada sobre os conceitos de marketing aplicados especificamente ao segmento de shopping centers.

    Atualmente, a funo do marketing nos shoppings vai alm da gesto da comunicao, da promoo de vendas e inclui atividades como planejamento estratgico, CRM, gesto de crise, pesquisa de comportamento de compras, marketing de varejo, mdias sociais e uso de novas tecnologias interativas. Esses programas que inova e se renova a cada ano, inclui a presena de palestrantes convidados, aulas no Retail Lab e visitas externas no espao denominado Retail Tour.

    Data: 23/04/2015 Local: Vila Olmpia Inscries Abertas: http://goo.gl/BxLHWC

    Marketing para Shopping Centers

  • CURSOSPara todo e qualquer varejo, as aes de marketing devem estar de acordo com as necessidades do pblico-alvo e do mercado.No mercado de moda, o nmero de marcas que esto migrando para o varejo cada vez maior e, portanto, faz-se condio primordial o bom gerenciamento e planejamento do composto de marketing varejista.As lojas so fruto de planejamento estratgico e de gesto aprimorada para garantir a construo da imagem desejada pela empresa e o resultado necessrio para manter e expandir o negcio.Os formatos so os mais variados para esse segmento, comconcept stores, pop-up stores, boutiques, magazines, on-line, e a exigncia do consumidor final cada vez mais ,para que todos os canais e propostas estejam em harmonia e integrados, e que gerem a experincia de compra esperada pelos consumidores atuais. Data: 06/04/2015 Local: Joaquim Tvora Inscries Abertas: http://goo.gl/wrhqCb

    Marketing do Varejo Fashion

  • CURSOSGlobalizao, melhor distribuio de renda, forte competio, complexidade os relacionamentos e operaes, rpida evoluo tecnolgica e expectativa de vida so fatores que vm mudando rapidamente o comportamento do consumidor moderno. O consumidor de hoje pesquisa com mais profundidade, avalia com maior critrio e interage em suas redes sociais, expondo sua, experincia e percepo sobre os produtos e servios adquiridos. E o varejo, altamente dependente do comportamento e dos hbitos das pessoas, um dos segmentos mais impactados por essas mudanas. Nesse cenrio, o consumidor passa, definitivamente, a ser o personagem principal do processo de compra.O curso de atualizao em Omni-Channel: a integrao dos canais e o novo varejo, oferece as lies tericas e prticas para a atuao nesta nova realidade, que exige a, adaptao do varejista integrao dos canais de venda e promoo, integrao do planejamento e marketing e, especialmente, ao conhecimento profundo das preferncias do cliente que permite a personalizao da oferta. O conhecimento abordado durante o curso se baseia na experincia prtica dos professores e profissionais convidados, profissionais atuantes em grandes empresas do varejo e em estudos de caso que exemplificam a adoo das estratgias e prticas discutidas. Data: 01/04/2015 Local: Joaquim Tvora Inscries Abertas: http://goo.gl/2gRMKQ

    Omni Channel: a Integrao dos Canais e o Novo Varejo

  • CURSOSA deciso de escolha de um produto e/ou marca efetiva-se no ponto de venda sendo esse um momento importante de concentrar esforos de marketing. Para tanto, preciso compreender bem como pensa e agem as pessoas durante o ato de compra num ponto de venda.O shopper a pessoa que realiza uma compra, independente de ela ser consumidora ou no. Entender como o shopper se comporta na loja, suas atitudes, onde quer investir o seu tempo e gastar sua energia pode ser um guia importante para dar suporte s decises estratgicas.Shopper marketing descrito por especialistas como o prximo grande passo do marketing estratgico de varejo. Seus fundamentos esto na gerao de insights e na filosofia de gerenciamento por categorias, tendo o potencial de melhorar a criatividade e a efetividade das aes de ponto de venda. Data: 04/05/2015 Local: Joaquim Tvora Inscries Abertas: http://goo.gl/kUAMRY

    Shopper Marketing: a Influncia no Momento da Compra

  • Remdios com preos controlados pelo governo devero ter um reajuste entre 5% e 7,7%, de acordo com a categoria que pertencem.Os valores, que passam a valer a partir do dia 31, foram calculados pela indstria com base nos fatores divulgados nesta quinta-feira pela Cmara de Regulao do Mercado de Medicamentos (CMED).As taxas oficiais devero ser anunciadas pelo governo nos prximos dias, mas dificilmente devero variar em

    relao aos valores calculados agora pelo setor produtivo.As regras da CMED valem para cerca de 20 mil itens do mercado farmacutico, como antibiticos.Produtos com alta concorrncia no mercado, fitoterpicos e homeopticos

    no esto sujeitos a esses valores.Para esse grupo, o preo pode variar de acordo com a determinao do fabricante.

    A CMED determina trs faixas de ajuste, de acordo com a concorrncia enfrentada pelo produto no mercado. Quanto maior a concorrncia, maior o porcentual permitido para reajuste.Pelos clculos do setor, para remdios com esse perfil, o reajuste permitido ser de, no mximo, 7,7%.O nvel intermedirio, de remdios de classes teraputicas consideradas de concorrncia mediana, o aumento ser de 6,35%.Para aqueles mais concentrados formados por remdios que esto ainda protegidos por patentes, como os usados em tratamento de cncer -, o porcentual mximo de aumento ser de 5%.Os porcentuais esto bem acima do que os autorizados no ano passado. Em 2014, o aumento mximo foi de 5,68%.Na classe intermediria, o

    reajuste concedido foi de 3,35% e o menor, de 1,02%.DemissesApesar de maiores do que ano passado, o setor produtivo diz que os porcentuais no repem as perdas e ameaa demisses no setor caso mudanas na proposta sugerida pelo governo no Congresso para desonerao

    da folha de pagamento no sejam realizadas.O presidente do Sindicato da Indstria de Produtos Farmacuticos de So Paulo (Sindusfarma), Nelson Mussolini, avalia que, se nada for feito, os cortes comeam a partir de maio.(Exame 26/03/2015) Notcia completa em varejo.espm.br

    Indstria estima reajuste de at 7,7% no preo de remdios

    N C L E O D E E S T U D O S E N E G C I O S D O V A R E J O P A G . 1

    CANAL FARMA

  • A fiscalizao da lei das sacolinhas na cidade de So Paulo entra em vigor no dia 5 de abril, segundo a Prefeitura. A partir da data, o primeiro domingo do ms, os comrcios sero obrigados a ceder aos clientes apenas sacolas reutilizveis nas cores verde e cinza, produzidas com matria-prima renovvel, considerada menos nociva ao meio ambiente.O comerciante que desrespeitar a lei poder receber uma multa de R$ 500

    a R$ 2 milhes, de acordo com a gravidade e o impacto do dano provocado ao meio ambiente. O novo tipo de sacolinha est previsto no decreto publicado no dia 7 de janeiro pela Prefeitura de So Paulo, que padroniza as embalagens que podem ser distribudas.A fiscalizao dos comerciantes ser feita por

    agentes do Departamento de Gesto Descentralizada (DGD) da Secretaria Municipal do Verde do Meio Ambiente, com base em denncias encaminhadas via SAC e pela central 156.Coleta seletivaA Prefeitura afirma que est proibido o uso das sacolas de cor verde para o lixo orgnico ou indefinvel. A fiscalizao do uso das sacolas verdes ser realizada pela Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente.De acordo com a lei, aps o carregar as compras, o cidado dever reutilizar a sacola verde somente para o descarte do lixo reciclvel, que recolhido pelo Programa de Coleta Seletiva. O cidado que

    no cumprir as regras poder receber advertncia e, em caso de reincidncia, poder ter que pagar uma multa com

    valor entre R$ 50 e R$ 500.Entre os materiais permitidos para o descarte na sacola verde esto metal, papel,

    plstico e vidro, que sero encaminhados para as duas novas centrais mecanizadas de triagem inauguradas em 2014.J a sacola cinza dever ser reutilizada pelo cidado para o descarte do lixo comum, recolhidos pela coleta convencional, como por exemplo, restos de comida, papel sujo e bitucas de cigarro.No caso da fiscalizao da

    reutilizao corretas das

    sacolas pelos cidados, a Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb) comunicar e encaminhar os descartes ilegais para a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, que tomar as providncias.(G1 30/03/2015)

    Fis