Construção em concreto projetado sobre EPS

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Lajes e paredes com preenchimento de EPS

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FUNDAO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDONIA - UNIRNCLEO DE TECNOLOGIA - NTDEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

PRISCILA JSSICA SANTOS SIQUEIRA - 201121144THAS MANFARDINI DE OLIVEIRA 201121222

CONSTRUO EM CONCRETO PROJETADO SOBRE EPS

PORTO VELHO RO2015

FUNDAO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDONIA - UNIRNCLEO DE TECNOLOGIA - NTDEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

PRISCILA JSSICA SANTOS SIQUEIRA - 201121144 THAS MANFARDINI DE OLIVEIRA 201121222

CONSTRUO EM CONCRETO PROJETADO SOBRE EPS

Trabalho ministrado pelo Prof. Margus Giuliano Terebinto Bilibio, como avaliao parcial na disciplina Sistemas Construtivos, 9 perodo de Engenharia Civil, UNIR.

PORTO VELHO RO2015

1 INTRODUOCom a necessidade da construo adequada ao desenvolvimento sustentvel, vrios sistemas construtivos foram estudados para reduzir os impactos no futuro.O poliestireno expandido (EPS) uma alternativa quando se pensa em desenvolvimento sustentvel, pois por ser um isolante trmico, reduz significativamente os gastos com energia eltrica, alm de oferecer a possibilidade de uma construo limpa, que no gera entulhos.Neste trabalho sero fornecidas informaes e comparaes sobre o EPS e seu emprego somado ao concreto na construo civil em relao construo convencional.

2 CONSTRUO EM CONCRETO PROJETADO SOBRE EPS

2.1Conceitos2.1.1 Concreto projetadoConcreto projetado sob presso sobre uma superfcie, com compactao simultnea, conforme a ABNT NBR 14026.2.1.2 Poliestireno expandido (EPS)Material plstico celular rgido, originalmente de cor branca, fabricado pela expanso de prolas pr-expandidas de poliestireno, moldadas em sua forma definitiva ou cortadas de blocos produzidos por um processo contnuo ou descontnuo, de acordo com a ABNT NBR 11752.2.1.3 Bloco de EPS 2.1.4Blocos para lajesBlocos prismticos macios, fabricados em poliestireno expandido, nos quais projetado o concreto para estruturar a laje, conforme projeto.2.1.5Blocos para paredesBlocos prismticos vazados, fabricados em EPS, que so preenchidos com concreto armado para estruturar a parede.2.1.6Norma regulamentadoraA norma que regulamenta o EPS na construo civil a NBR 11752 Materiais celulares de poliestireno para isolamento trmico na construo civil e em cmaras frigorficas .2.1.7Sistema Construtivo em EPSConsiste em formas de EPS para estruturas de concreto armado; sua forma de aplicao prtica e rpida influi na velocidade da obra reduzindo seus custos. Com isto beneficia quem projeta, quem constri e quem adquire, j que o sistema no requer mo de obra especializada e os procedimentos so os mesmos da construo convencional.2.1.8Fabricantes Monoforte: levantam paredes a partir de painis produzidos em EPS e malha de ao; localizado em Santa Catarina; Isoplast: localizado no Cear; Isoeste: Localizada na cidade de Anpolis Go.

2.2Vantagens2.2.1Forma incorporadaAps o concreto ser colocado, no havendo a necessidade de remoo de materiais como madeiras, entulho e/ou equipamentos. Suas propriedades de instalao e durabilidade substituem as formas convencionais de concreto armado, como, tijolo e blocos de concreto pr-moldados.2.2.2 Sistema verstilFlexvel no manuseio oferece para qualquer estilo de edificao, meios de adequao; diferentemente dos sistemas tradicionais, aceita conceitos e formas arquitetnicas simples ou ousadas, provendo um acabamento fcil e uniforme, usando apenas um serrote, pode-se criar ngulos, curvas, fazer aberturas em qualquer tamanho ou desenho, sem a necessidade de custos adicionais.2.2.3 Leve e fcilFacilita o seu transporte sem a necessidade de maquinas ou equipamentos para carga e descarga para o deslocamento do material no canteiro, resultando em media 50% de economia de tempo de execuo da obra.2.2.4 AgilidadeNo uso do sistema construtivo o desenvolvimento da obra ganha agilidade e tcnica construtiva, tais como controle estrutural, de acabamento e manuteno.2.2.5 Hidrulica e eltricaQuando projetados nesse sistema uma convenincia para arquitetos, engenheiros e construtores, as aberturas das rotas desejadas podem ser determinadas em qualquer lugar trazendo com isto economia de custos na obra. Em adicional asformas so timas para o uso tanto de ambientes aquecidos como os refrigerados (climatizados), j que o EPS um material isolante provendo economia no consumo de energia.2.2.6 Construindo em dias de chuvaO cronograma da obra no alterado em dias de chuvas pois o sistema permite a execuo e continuidade dos trabalhos requerendo o mnimo de material de proteo.2.2.7 CustosPara obras, as vantagens do uso do sistema com EPS oferece um diferencial quando comparado com o sistema tradicional.2.2.8 Proteo trmicaTanto para ambientes aquecidos ou refrigerados, o sistema oferece excelentes resultados provendo economia no uso de energia, garantindo qualidade e altos desempenhos estruturais. A construo das paredes tem um processo simples.Coeficiente de condutividade trmica K (kcal/m H C)

2.2.9Problemas de adequao e consertosAps as paredes estarem concludas, adequar ou corrigir os problemas de execuo outra vantagem, j que podero ser feitas com rapidez e facilidade.2.2.10 Desempenho arquitetnicoO sistema aceita conceitos e formas assim como concepes arquitetnicas ousadas a exemplo de paredes curvas, ngulos ou qualquer forma desejada provendo um acabamento fcil e uniforme por tratar-se de um sistema moderno e verstil; basta um simples serrote e uma trena para moldar as superfcies desejadas obtendo a adequao rpida e funcional sem desperdcio.

2.3 DesvantagensOs painis de EPS, porm, apresentam algumas restries de uso. O Corpo de Bombeiros no recomenda a especificao da soluo para alguns tipos de construes, pois quando o poliestireno expandido exposto a temperaturas acima de 80C, o ncleo comea a se degradar. Em caso de incndio, esses valores so facilmente superados e, com o ncleo danificado, h perda de estabilidade da edificao. Os materiais indicados para esses casos so os que tm ncleos compostos por poliuretano (PUR) e poliisocianurato (PIR).Nas construes feitas em EPS recomendvel blindagem dos sistemas eltricos para evitar qualquer contato. Instalao eltrica mal dimensionada no interior do painel pode provocar aquecimento da fiao, gerando algumas chamas. Por isso, s aconselhvel a passagem das instalaes eltricas por dentro dos painis se forem os produtos PUR ou PIR. possvel projetar os dutos para passarem na parte interna dos painis, lembrando que durante a fabricao do EPS substncias retardantes s chamas so includas na frmula do produto.2.4Caractersticas do Sistema 2.4.1TexturasAs lajotas moldadas possuem superfcies inferiores rugosas que proporcionam o aumento da superfcie especfica sujeita ao revestimento, gerando maior contato entre o EPS e o revestimento.2.4.2 RevestimentoDeve ser utilizado um aditivo que estabelea a ponte de ligao estvel entre o polmero (EPS) e os materiais de natureza cristalina (chapisco, nata de cimento, etc.).2.4.3CompatibilidadeA participao do EPS, como forma nas lajes nervuradas evita a fuga da gua do amassamento do concreto, contribuindo no aumento da resistncia final do produto acabado laje.2.4.4 DensidadeAs lajotas moldadas so fabricadas com EPS de densidade mdia igual a 18 Kg/m.2.4.5FogoAs lajotas de EPS moldadas recebem um tratamento qumico especial tornando-as resistente ao fogo. Enquanto uma determinada fonte de fogo estiver em contato com este tipo de material, ele sofre queima, e quando a fonte de fogo for removida, o EPS retardante ao fogo deixa de queimar (o fogo naturalmente se apaga).2.4.6CorO EPS para a produo de lajotas moldadas recebe tratamento de pigmentao exclusiva, quebrando o desconforto visual gerado pela reflexo luminosa, causado pelo EPS branco em dias claros.2.4.7EstocagemAs lajotas moldadas de EPS podem ser estocadas naturalmente ao tempo. necessrio proteg-las da ao do vento.2.4.8Uniformidade geomtricaAs lajotas moldadas possibilitam um perfeito ajuste entre vigotas pr-moldadas e elemento de enchimento, devido constncia dimensional das peas produzidas em srie com moldes padronizados.

Figura 1 - Alguns tipos de lajotas de EPS2.4.9 AjustePara obras onde requer frao de peas, com um simples instrumento de corte (serra, serrote, faca, estilete) faz-se o ajuste de montagem.2.4.10 Propriedades fsicasVide figura 2.

Figura 2 - Propriedades fsicas do EPS2.5Exemplo de algumas obras em EPS

Figura 3 - Colgio Adalgisa em Mato Grosso

2.6Aplicao do EPS na construo civil

O EPS tem vrias aplicaes na construo civil, algumas delas so: Enchimento de lajes e formas para concreto; Isolamento trmico de lajes industrializadas; Isolamento trmico de dutos de ar condicionado; Painis auto portantes; Forros isolantes e decorativos; Isolamento acstico; Painis divisrios; Drenagem; Juntas de dilatao; Fundaes para estradas.Nesse trabalho sero abordadas apenas as aplicaes do EPS que so projetadas concreto.2.6.1Aplicao em paredesOs blocos vazados para aplicao em paredes so de alta densidade que permite a colocao rpida. Este sistema reduz a mo-de-obra, o desperdcio e o tempo de construo, oferecendo maior controle das dimenses e alinhamento das paredes, promovendo tambm um isolamento trmico e acstico no obtido nos sistemas convencionais.Na montagem, os vazios dos blocos so preenchidos com concreto, especificado o trao, de acordo com o tipo de edificao. A cada fiada de blocos coloca-se uma barra de ao fina, amarrada nas barras verticais, repetindo-se esta operao ate a altura da laje, que tambm possui enchimento em EPS. A Figura 3 mostra a montagem de blocos de EPS.

Figura 4 - Blocos de EPS montados e concretadosAps as instalaes, os revestimentos so executados respeitando-se os vos das portas e janelas. O revestimento com azulejos realiza-se no final, apos a fixao dos caixilhos e esquadrias. Os forros e pisos so colocados de forma convencional.

2.6.2Aplicao em lajes

As lajes de uma edificao, devido a sua grande superfcie, geralmente so elementos estruturais que mais consomem concreto. Quando e laje macia chega a consumir quase dois teros do volume total da estrutura, portanto muito importante na hora de projetar pensar qual o tipo de laje ter um melhor beneficio, tendo em vista a obteno de solues tcnicas e econmicas.H dois tipos de lajes nervuradas industrializadas, a laje pr-fabricada unidirecional, e a laje nervurada bidirecional. As lajes unidirecionais so recomendadas a execuo de nervuras transversais s nervuras principais, que tero a funo de travamento, melhorando a distribuio de cargas nas nervuras principais pelos carregamentos submetidos laje.Geralmente usado para preenchimento, blocos cermicos (tavelas) ou blocos de concreto tendo uma participao expressiva no peso prprio da laje. Na substituio das tavelas, usando blocos de EPS como enchimento da laje, reduz consideravelmente o peso prprio da mesma, aliando a facilidade de manuseio da mo de obra, tornando-se um ponto positivo com relao a outros materiais.De acordo com a ABRAPEX (2006), o EPS pode ser fornecido em peas prontas, geralmente no comprimento de 1 metro com a seo necessria a laje que se vai montar. Seu corte fcil e os pedaos eventualmente cortados serviro para uso na mesma laje, com perdas quase nulas. A colocao se faz do mesmo modo que os blocos cermicos, mas com menos esforo e com o transporte interno na obra facilitado.Na concretagem os blocos de EPS oferecem uma resistncia que permite o suporte de materiais e operrios durante a concretagem das lajes. As Figuras 4 e 5 mostram duas aplicaes do poliestireno expandido em lajes.A laje bidirecional, que usa como enchimento o EPS entre as nervuras, possui melhor comportamento estrutural se comparado com a laje unidirecional. So caracterizadas por menor deslocamento (flechas) e melhor distribuio de cargas, consequentemente, pela sua altura reduz consumo de concreto e armaduras beneficiando o custo da obra.

Figura 5 - Elemento de enchimento em laje nervurada e industrializada

Figura 6 - Elemento de enchimento em laje treliada

Figura 7 - Tavela de EPS para laje treliada2.6.3Montagem da laje em EPSEconomize tempo, material e dinheiro, obedecendo fielmente as instrues do projeto de montagem que fornecido pelo seu fabricante de laje, onde ser indicado: a altura, largura e comprimento ideal do EPS, as particularidades sobre o escoramento, distncia entre as escoras que devido ao baixo peso especifico do EPS permitem um escoramento mais espaado e altura e resistncia do concreto de capa aps concretagem da laje. Vale lembrar que uma montagem bem feita garantia de uma laje segura, prevenindo acidentes com funcionrios e deformaes na laje. Ao iniciar a montagem com a lajota de EPS (prximo de parede/viga), a lajota deve ser bem encaixada nas vigotas. preciso conferir os encaixes nas pontas e tambm no meio da vigota, isso evitar que o EPS desa com a concretagem. No corte o EPS sobre a laje, os pedaos que sobram podem cair nas formas das vigas e dos pilares. Recomenda-se no pisar sobre o EPS menor que 120mm. Use uma tbua como passarela, apoiada sobre as vigotas, para fazer a montagem da laje. No deixe espao entre as lajotas para que no ocorra perda de nata de cimento na concretagem. Use um estilete, serrote, cegueta ou soprador trmico para cortar o EPS. Observe nos desenhos abaixo que a forma correta de passar as tubulaes hidrulicas e eltricas atravessando as nervuras e o EPS no sentido transversal. Essa medida proporciona a estrutura da laje uma melhor resistncia, pois no afeta o concreto de capa, diferentemente do tijolo cermico onde as tubulaes correm por cima das lajotas causando danos a resistncia final do concreto de capeamento.

Figura 8 - Instalaes hidrulicas e eltricas em uma laje em EPSA concretagem das lajes com EPS similar ao indicado para as lajes convencionais. Entretanto, alguns cuidados especiais devem ser observados: O concreto deve ser especificado por seu engenheiro calculista ou seu fabricante de laje para evitar que, ao espalhar, ele venha a criar bolhas e no fique uniforme entre as vigas. Lance o concreto a uma altura mxima de 15cm, pois um jato lanado de superior altura pode quebrar a lajota em EPS. Para lajotas com espessura menor que 90mm, o correto espalh-lo aos poucos e uniformemente. Nunca se deve despejar a massa de concretagem num s lugar, nem mesmo sobre tbua ou madeirite, o que certamente causaria danos s lajotas de EPS, vigas treliadas e escoramento.Revestimento: As lajes com EPS, por sua superfcie bastante regular, permitem um revestimento mais delgado, economizando com isso argamassa/gesso e mo de obra.

Figura 9 - Revestimento de uma laje em EPS O procedimento do chapisco para reboco semelhante ao da aplicao de reboco em blocos cermicos. Porm, para perfeita aderncia da argamassa com o EPS, colocar aditivo no trao do chapisco, conforme especificao no rtulo do aditivo. O chapisco deve ter uma espessura um pouco maior que a convencional para evitar fissuras na argamassa. Com a massa mole possvel aplicar o chapisco com um rolo de textura, lembrando que o rolo deve ser passado em um nico sentido. O gesso cola pode ser aplicado diretamente sobre o EPS, basta pintar a superfcie com gua e cola branca. Deve ser usada uma mistura na proporo: 7 litros de gua para 1 Kg de cola branca. A aplicao do gesso pode ser feita logo em seguida.

2.7Comparativo do Sistema em EPS com o convencionalSero comparadas duas lajes de 2,50x3,50m. Uma ser calculada como macia convencional e a outra como nervurada em EPS.

2.7.1Quantificao dos insumos para laje macia convencionalFrma para laje em chapa de madeira compensada resinada, de 1,10 x 2,20me= 12mm, 02 utilizaes (fabricao, montagem e desmontagem) Unidade: m

InsumoUnPreo unitrio (R$)QtdeTotal (R$)

Chapa de madeira compensada resinada para forma de concreto (1,10x2,20m), e= 12mmUn26,633 393,06

Desmoldante protetor para formas de madeira, de base oleosa emulsionada em guaL4,390,050,22

Pea de madeira nativa/regional 7,5x7,5cm (3x3) no aparelhadam3,321446,48

Prego polido com cabea 17x21kg7,102,4617,46

Tbua madeira 2 qualidade 2,5x30,0cm (1x12) no aparelhadam4,703,8718,19

Carpinteiro de formash11,049,77107,86

Ajudante de carpinteiroh8,292,4620,39

TOTAL603,66

Armadura de ao CA-50 com fornecimento, corte (perda de 10%), dobra e colocao unidade: kg

InsumoUn.Preo unitrio (R$)Qtde Total (R$)

Ao CA-5012,5mm, vergalhoKg5,21121,44632,70

Arame recozido 18 BWG, 1,25 mm (0,01Kg/m)Kg8,173,3127,04

ArmadorH11,0411,04121,88

Ajudante de armadorH8,2911,0491,52

TOTAL873,14

Concretagem de lajes com concreto usinado bombevel, lanamento (perda de 11%), adensamento e acabamento (resistncia de 25 Mpa) unidade: m

InsumoUn.Preo unitrio (R$)QtdeTotal (R$)

Concreto usinado bombevel, classe de resistncia C-25, com brita 0 e 1, slump= 190 +/- 20mm, inclui servio de bombeamento

m

377,50

1,22

460,55

Vibrador de imerso, dimetro de ponteira 45mm, motor eltrico trifsico potncia de 2 CV CHP diurnoCHP

1,06

0,065

0,07

Vibrador de imerso, dimetro de ponteira 45mm, motor eltrico trifsico potncia de 2 CV CHI diurnoCHI

1,06

0,11

0,12

Pedreiroh11,040,707,73

Serventeh8,820,796,97

TOTAL475,44

2.7.2 Quantificao dos insumos para laje nervurada em EPSFrma para laje em chapa de madeira compensada resinada, de 1,10 x 2,20me= 12mm, 02 utilizaes (fabricao, montagem e desmontagem) com preenchimento de bloco de EPS

InsumoUn.Preo unitrio (R$)Qtde Total (R$)

Chapa de madeira compensada resinada para forma de concreto (1,10x2,20m), e= 12mmUn26,633 393,06

Desmoldante protetor para formas de madeira, de base oleosa emulsionada em guaL4,390,050,22

Pea de madeira nativa/regional 7,5x7,5cm (3x3) no aparelhadam3,321446,48

Prego polido com cabea 17x21kg7,102,4617,46

Tbua madeira 2 qualidade 2,5x30,0cm (1x12) no aparelhadam4,703,8718,19

EPS 8/40/40Un8,0048384,00

Carpinteiro de formash11,049,77107,86

Ajudante de carpinteiroh8,292,4621,69

TOTAL 987,66

Armadura de ao CA-50 com fornecimento, corte (perda de 10%), dobra e colocao unidade: kg

InsumoUn.Preo unitrio (R$)Qtde Total (R$)

Ao CA-5010,0mm, vergalhokg4,8926,95 119,80

Arame recozido 18 BWG , 1,25 mm (0,01Kg/m)kg8,170,746,05

Armadorh11,042,4527,05

Ajudante de armadorh8,292,4520,31

TOTAL173,21

Concretagem de lajes com concreto usinado bombevel, lanamento (perda de 11%), adensamento e acabamento (resistncia de 25 Mpa) unidade: m

InsumoUn.Preo unitrio (R$)QtdeTotal (R$)

Concreto usinado bombevel, classe de resistncia C-25, com brita 0 e 1, slump= 190 +/- 20mm, inclui servio de bombeamento

m

377,50

0,66

226,50

Vibrador de imerso, dimetro de ponteira 45mm, motor eltrico trifsico potncia de 2 CV CHP diurno

CHP

1,06

0,03

0,03

Vibrador de imerso, dimetro de ponteira 45mm, motor eltrico trifsico potncia de 2 CV CHI diurno

CHI

1,06

0,06

0,06

PedreiroH11,040,384,19

ServenteH8,820,433,79

TOTAL234,57

2.7.3 Comparativo final dos sistemas

L. MACIA CONVENCIONALL. NERVURADA EM EPS

FORMA603,66987,66

ARMAO873,14173,21

CONCRETAGEM475,44234,57

TOTAL1963,651395,44

HOMEM/HORA- MACIAHOMEM/HORA EPS

FORMA12,2312,23

ARMAO22,084,9

CONCRETAGEM1,490,81

TOTAL35,517,94

3 CONCLUSOO poliestireno expandido (EPS) se mostrou vantajoso em vrias etapas da construo. Alm de oferecer conforto termo-acstico, ser um sistema leve e de fcil manuseio, facilitando a construo, , tambm, extremamente econmico devido reduo de consumo de materiais e tempo.No comparativo feito de uma laje macia convencional com uma laje nervurada em EPS observou-se que a economia deve-se, principalmente, a armao do sistema, que apresentou uma baixa de 80%. Na fase da concretagem a economia tambm foi bastante considervel, ficando 50% mais barato que o convencional. Outro fator de grande importncia para a economia de obra o tempo. E nesse quesito, novamente, o sistema utilizando EPS se mostrou mais vivel. A viabilidade desse sistema ultrapassa o pequeno comparativo feito neste trabalho, alm da economia direta, h tambm reduo de gastos com revestimento, pois sua superfcie inferior limpa e plana permitindo um revestimento com menor consumo de argamassa; e fundao, j que sua estrutura leve.Desse modo, a substituio dos sistemas pesados, lentos, poluidores e mais custosos por sistemas leves, econmicos e sustentveis devem ficar cada vez mais frequentes.

4REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS

FARIA, Marcel. Estrutura para edifcios em concreto armado: anlise comparativa de solues com lajes convencionais, lisas e nervuradas. 2010. 98f. Trabalho de concluso de curso (Graduao) Faculdade de Engenharia Civil, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2010.ARAJO, Anderson. Estudo tcnico comparativo entre pavimentos executados com lajes nervuradas e lajes convencionais. 2008. 150f. Trabalho de concluso de curso (Graduao) Faculdade de Engenharia Civil, Universidade Anhembi Morumbi, So Paulo, 2008.ISOCRET. Formas Isocret. Campo Belo, So Paulo. Disponvel em Acesso em 20 de outubro de 2015.STYROBIA. EPS para lajes. Cangaba, So Paulo. Disponvel em: Acesso em 21 de outubro de 2015.TERMOTECNICA. EPS. Joinville, Santa Catarina. Disponvel em: Acesso em 21 de outubro de 2015.CAIXA ECONMICA FEDERAL. Custos de composio analtico. SINAPI Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e ndices da Construo Civil. Setembro/2015.ISOPLAST. Manual bsico. Aplicao das lajotas EPS em lajes pr-moldadas. Disponvel em: < www.isoplast.ind.br/isoplast/infusions/pro_download.../file.php> Acesso em 22 de outubro de 2015.