CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA EM ATENDIMENTO …c3%a7%c3%b5es... · Exemplo da raposa e as uvas da...

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  • CURSO DE FORMAO CONTINUADA EM ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADOPeculiaridades do Desenvolvimento

    Prof Dr Edicla Mascarenhas

  • Conceitos e definies propiciam as bases para a compreenso da viso de

    mundo, de homem, de aluno, mundo, de homem, de aluno, de professores, de sociedade que temos e que queremos

    formar.

  • OBJETIVODiscutir as peculiaridades do desenvolvimento de alunos com neepor apresentarem condies de por apresentarem condies de sndromes genticas ou neurolgicas e implicaes na prtica pedaggica

  • [1]

    DISTRITOS ESCOLA SNDROMES ALUNOS

    1 Distrito 46Down 45

    Asperger 7

    Willians 2

    Arnoldi Chiari 1

    Em investigao 2

    2 Distrito 38Down 31

    Asperger 4

    Dandy Walker 4

    Angelman 2

    Coffin Siris 1

    lcool Fetal 1

    Cohen 1

    Marfan 1

    Willians 1

    Pfifer 1

    Proteus 1

    [1] Quantidade de escolas dos respectivos Distritos.[2] Quantidade de alunos com as respectivas sndromes.

    Proteus

    X-Frgil Grave 1

    Lennoux 1

    Apert 1

    Noonan 1

    West 1

    Suspeito de Pierre Rubin 1

    3 Distrito 25Down 30

    Patau 1

    West 1

    Willians 1

    Noonan 1

    Rubinstein Taybi 1

    Marfan 1

    Teratognese 1

    Em investigao 1

    4 Distrito 20Down 4

    Willians 1

    Brnquio Otorenal 1

    Em investigao 3

  • Deve-se considerar vrios fatores ao se tentar entender o comportamento de uma criana em desenvolvimento. A mais simples conduta o mais simples conduta o resultado de influncias multifatoriais.

  • Variveis biolgicas geneticamente determinadas

  • Experincias passadas da espcie em marcadores

    etolgicosSorrisosocial

    apontar

  • Variveis biolgicas no genticas como por exemplo, falta de oxignio durante o processo de nascimento, ou o funcionamento precrio da funcionamento precrio da glndula hipfise.

  • Meio ambiente psicolgico e social imediato

    (pais, irmos, companheiros de idade e professores)idade e professores)

    Meio scio cultural mais amplo no qual se desenvolve.

  • Ciclo humano??? Uma produo cultural?

    Detalhe do quadro Las Meninas, pintado em 1656 pelo espanhol Diego espanhol Diego Velasquez, com a infanta Margarida, filha de Felipe IV. Museu do Prado, Madrid.

  • Velhice: Novas concepesDeficincias novas concepes

  • Do neurnio ( unidademorfolgica ao estabelecimento da rede neuronal)

  • No sculo XIX, com a frenologia, o crebro era visto como compartimentalizado em vrias reas, abrigando diferentes funes, desde as psquicas at os comportamentos mais sutis; atualmente, com o desenvolvimento da neurocincia e da cincia cognitiva, o crebro passou a ser compreendido como um ecossistema. O desenvolvimento humano no pode mais ser desvinculado das noes de aprendizagem.

  • NATURE X NUTUREOs dois primeiros grupos de influncias foram chamados de foras da natureza (nature) enquanto que os outros, de foras ambientais ou adquiridas (nurture). O comportamento e a personalidade da criana so, a cada momento, produtos da contnua interao entre fatores inatos e ambientais.

  • Quadro de Rafael : A Escola de Atenas

  • Pretende-se estabelecer os limites de uma reflexo sobre o desenvolvimento humano dentro de uma concepo pautada na complexidade do ser humano, ou seja, o desenvolvimento humano ser abordado desenvolvimento humano ser abordado considerando uma perspectiva global.A compartimentalizao do estudo est relacionada com os objetivos didtico-pedaggicos.

  • Neste sentido a segmentao em estgios, formas de organizao,limites cronolgicos so aqui limites cronolgicos so aqui considerados como ,os quais no devem ser considerados como limitantes de possibilidades.

  • Os conceitos de plasticidade neuronal, solidariedade entre as reas cerebrais se constituem em importantes exemplos de que o orgnico, o mental e o social se influenciam mutuamente. Estabelecendo vias de novaspossibilidades, novos caminhos

  • A singularidade do ser humano algo relevante para que haja investimentos no sentido da minimizao dos efeitos dos dficits cognitivos, fsicos ou sensoriais, que so condies humanas que podem se so condies humanas que podem se constituir em barreiras criadoras de impasses, entraves para a incluso social da pessoa com deficincia na sociedade e especificamente, a incluso educacional.

  • Correntes psicolgicas contemporneas

    Behaviorismo, Humanismo, Cognitivismo, Cognitivismo, Psicanlise,

    Scio- interacionismoPerspectiva da complexidade

  • O contexto das necessidades educativas especiais e as concepes tericas do Behaviorismo e suas implicaes com alunos com necessidades educativas especiais

    Esta abordagem se caracteriza pela primazia do objeto ( doempirismo). O conhecimento uma descoberta, j presente na empirismo). O conhecimento uma descoberta, j presente na realidade exterior. O organismo encontra-se sujeito s contingncias do meio,sendo o conhecimento uma cpia de algo que simplesmente dado no mundo externo.Manipulao do comportamentoControle do ambienteAnlise comportamental

  • A fundamentao behaviorista ofereceu uma srie de metodologias educacionais para a rea de educao especial como a anlise de tarefa, o ensino programado, o feedback de auto-controle, o processo de "esvanecimento" , a comunicao alternativa, metodologias fundamentais para a prtica pedaggica com alunos com dificuldade para reteno pedaggica com alunos com dificuldade para reteno mnemnica ( relativo memria), dficits de ateno e hiperatividade, distrbio na conduta e comportamento.

  • Anlise de comportamentoO que deflagra a conduta?

    Como reduzir?Tcnicas para esvanecimento

  • A concepo humanista: A educao centrada no aluno

    Esta abordagem considera tendncias ou enfoques encontrados predominantemente no sujeito, sem que signifique um nativismo ou apriorismo.nativismo ou apriorismo.

    A abordagem humanista tem como pressuposto terico a educao centrada no aluno, desse modo o pressuposto a experincia pessoal e subjetiva como fundamento sobre o qual o conhecimento construdo.

  • O aluno, seja qual for a classe social a que pertena e a profisso a que esteja destinado, participa de certos elementos da natureza humana que so comuns a todos e constituem o fundamento das foras humanas. Ns no temos direito algum de limitar a qualquer homem a possibilidade de desenvolver todas as suas faculdades; no temos o direito de faculdades; no temos o direito de negar criana a possibilidade de desenvolver nem que seja uma s faculdade, nem mesmo aquela que, no momento, julgamos no essencial para a sua futura profisso ou para o lugar que ele ter na vida. Pestalozzi

  • O Abade de l'pe morreu no incio da Revoluo Francesa (1789) e seu tmulo est na Igreja de Sain Roch, Paris. Dois anos depois da sua morte, a AssembleiaNacional reconheceu-o como "Benfeitor da Humanidade" e foi declarado que os surdos tm direitos, de acordo com a Declarao dos Direitos do Homem.

  • Estudos apresentados por Bishop e Stainback (1999), em relao promoo de amizades, enfatizam ainda o forte imaginrio dos profissionais em acreditar num preparatrio para amizades baseados em testes de quociente intelectual e habilidades de comunicao verbal ou competncia social. Amizades so relacionamentos que acontecem em grupos sociais. Para um aluno ter a oportunidade de desenvolver amizades com colegas com deficincia, ele precisa estar na presena desses colegas.presena desses colegas.

  • O cognitivismo e suas concepes em relao ao desenvolvimento humano

    O termo cognitivismo deriva da preocupao do estudo dos "processos centrais" do indivduo, tais como a centrais" do indivduo, tais como a organizao do conhecimento, processamento de informaes, estilos de pensamento ou estilos cognitivos e comportamentos relativos tomada de decises.

  • Inteligncia - filognese e ontognese. O ser humano progride de estgios mais primitivos, menos plsticos, menos mveis em direo ao pensamento hipottico- dedutivo, onde adquire instrumentos de adaptao que lhes iro adaptao que lhes iro possibilitar enfrentar qualquer perturbao do meio, podendo usar a descoberta e a inveno como instrumentos de adaptao s suas necessidades, atravs de mecanismos de assimilao, acomodao e equilbrio.

  • Os estgios clssicos de desenvolvimento segundo Piaget so: 1) o sensrio- motor - de 0 a 2 anos- no recm-nascido refere-se ao exercciodos aparelhos reflexos, e as coordenaes secundrias destes reflexosdestes reflexoscomo: suco/preenso, audio/busca visual; viso/preenso/suco;busca de objeto e permanncia de objeto.

    Importncia de ambulatrios de desenvolvimento infantil, educaoprecoce ( LDB 9394/96, ECA e atual Meta IV do PLO)

  • suco

    Reflexo de preenso

  • Reaes circulares

    Permanncia de objeto

  • 2) Pr-operatrio - de 2 a 7 anos - neste perodo surge a linguagem. um perodo marcado pelo egocentrismo e pelo surgimento do jogo simblico ( a criana transforma o real em funo de seus desejos e fantasias). O egocentrismo caracteriza-se pela primazia do prprio ponto de vista, o que prprio ponto de vista, o que dificulta crianas deste perodo acatarem regras socializadas e participarem de um trabalho de grupo, por no conseguirem se colocar no ponto de vista do outro. Sendo normais conflitos em sala de aula devido a esta etapa.

  • Reflexes:Porm, pode-se imaginar como a criana com alterao no desenvolvimento necessitar do apoio de adequaes curriculares para que sua limitao no plano biolgico no a impea de adquirir as habilidades cognitivas como as demais.

    -Alunos com encefalopatia crnica da infncia-Alunos com encefalopatia crnica da infncia-Crianas surdas-Crianas cegas: domnio do movimento fino, domnio da lateralidade direita/esquerda, em cima embaixo, a percepo de formas que advm de uma atividade motora como o tato, a prpria deambulao e posio do corpo em relao ao espao, noo de distncia.

  • Crianas com transtornos invasivos do desenvolvimento necessitaro de bastante suporte nestes anos iniciais, como no caso do autismo em que as dificuldades de comunicao, socializao e de comunicao, socializao e percepo necessitaro de programas de apoio de comunicao alternativa, ampliada e suplementar.

  • 3) o estgio das operaes concretas - ( 7 a 11 anos)- Neste perodo a criana comea a descentrar sua percepo e capaz de iniciar a articulao de pontos de vista, integrando de modo lgico e coerente. No plano afetivo consegue cooperar plano afetivo consegue cooperar com os outros e ao mesmo tempo ter autonomia pessoal. Surge a capacidade de operaes. Consegue realizaruma ao fsica ou mental dirigida para um fim ou objetivo e convert-la at o incio.

  • As operaes se referem a objetos concretos ou j experenciados. o que permite, por exemplo, num jogo de quebra- cabeas a criana perceber um erro na metade do perceber um erro na metade do jogo, desmanch-lo e comear novamente.

  • 4) Perodo das operaes formais - ( 11 e 12 anos em diante) - Neste perodo ocorre a passagem do pensamento formal, abstrato, isto , o adolescente realiza as operaes no plano das ideias, sem necessitar de manipulao ou referncias concretas, como manipulao ou referncias concretas, como no perodo anterior. capaz de lidar com conceitos de liberdade e justia. Inicia teorias sobre o mundo, tira concluses e hipteses do mesmo.

  • A abordagem psicogentica trouxe atravs dos estudos de Barber Inhelderuma perspectiva diferenciadora na concepo da deficincia mental/intelectual . A pesquisadora descobre que as pessoas com deficincia descobre que as pessoas com deficincia mental atravessam os mesmos estgios de desenvolvimento, porm , com uma caracterstica prpria que a autora denomina de viscosidade gentica, no momento de transposio de um estgio para o outro.

  • Proposta para alargaro conhecimento social horizontal

    Plano de EducaoIndividualizadoIndividualizado

  • Os estudos de Pierre Olron com pessoas surdas tambm identificou que a no aquisio da linguagem oral no interferia no processo de desenvolvimento cognitivo, medida em que ele dispusesse de um outro canal que ele dispusesse de um outro canal de linguagem, o que atualmente tem sido intensificado pelo movimento surdo na garantia da Lngua Brasileira de Sinais (Libras) como primeira lngua.

  • Nos anos 80 os estudos de Emlia Ferreiro em relao psicognese da escrita trouxeram novas perspectivas para os processos de alfabetizao de processos de alfabetizao de crianas e adultos com deficincias intelectuais e sensoriais, ao identificar que existe no plano de aquisio da leitura e escrita etapas psicogenticas.

  • Ferreiro identificou que a escola preocupa-se no processo de alfabetizao muito mais com os aspectos motores e formais da escrita do que com os processos escrita do que com os processos cognitivos da mesma e as concepes da criana em relao ao objeto social da escrita.

  • Freud: o homem como ser desejante busca apreender o mundo.

    Postula fases do desenvolvimento psicossexual:

    A PSICANLISE, O DESENVOLVIMENTO HUMANO, SUASCONCEPES E A APRENDIZAGEM

    psicossexual: 1 Fase Oral: erotizao - boca 2 Fase Anal: esfincteres 3 Fase Flica: rgo sexual 4 Fase Latncia: plano cognitivo 5 Fase Genital- erotizao - outro

  • A inabilidade dos pais com a criana com deficincia pode ocasionar o agravo do dficit, que por sua vez pode ser decorrente da forma catica que a notcia do diagnstico e o prognstico sombrio cai como uma bomba de sombrio cai como uma bomba de efeito devastador sobre o grupo familiar que recebeu a criana com deficincia.MOMENTO DO DIAGNSTICO-QUEBRA DO NARCISISMO

  • Instncias organizadoras da personalidade:

    Complexo de dipo: funo paternarenncia da me como objeto de desejointerdio

    Mecanismos de defesa: preservao da estrutura egicaExemplo da raposa e as uvas da Fbula de Exemplo da raposa e as uvas da Fbula de La Fontaine

    Maud Manonni: A Criana Retardada e a Me: sentimentos ambivalentes no trabalhados em relao ao filho com deficincia: regresso manuteno dos estgios; no resoluo do dipo, exacerbao do ato masturbatrio; mito da eterna infncia

  • Aprendizados para desenvolvimento

    Corpo desejante Explorar o mundo Fazer escolhas

    Importncia da criana fazerescolhas

    Decidir o que gostae no gosta de comerEscolher apontando com mos,olhos

  • Scio-interacionistaO scio interacionismo concebe o desenvolvimento humano dentro dos aspectos culturais.Aprendizagem e desenvolvimento humano possuem como peculiaridade a possuem como peculiaridade a transversalizao no surgimento das funes psicolgicas superiores.Vygotsky representa esta concepo: homem como ser ativo que interage com o meio.Desenvolvimento infantil a partir de trs aspectos: instrumental;cultural ;histrico

  • As concepes de Vygotsky sobre o processo de formaode conceitos remetem s relaes entre pensamento e linguagem, questo cultural no processo de construo de significados pelos indivduos, no processo de internalizao e ao papel da escola na transmisso de conhecimento, que de natureza diferente daqueles aprendidos na vida cotidiana.aprendidos na vida cotidiana.As funes psicolgicas superiores ( memria,linguagem) so construdas ao longo da histria social do homem, em sua relao com o mundo.

  • Conceito de mediao: enquanto sujeito do conhecimento o homem no tem acesso direto aos objetos, mas acesso mediado, atravs de recortes do real, operados pelos sistemas real, operados pelos sistemas simblicos de que dispe. Enfatiza a construo do conhecimento como uma interao mediada por vrias relaes

  • A interao social e o instrumento lingstico so essenciais para o desenvolvimento

    Conceito zona de desenvolvimento real-j adquirido e formado pelo sujeito, o que j adquirido e formado pelo sujeito, o que a criana j capaz de fazer por si prpria

    Zona de desenvolvimento potencial: capacidade de aprender com outra pessoa

  • Zona de desenvolvimento proximal: distncia entre aquilo que a criana capaz de fazer sozinha, e o que capaz de fazer com a interveno do adulto; a potencialidade para aprender; que no a mesma para todas as pessoasmesma para todas as pessoas

    Zona desenvolvimento proximal a distncia entre o nvel de desenvolvimento real e o potencial.

  • Para Vygotsky a atividade do sujeito refere-se ao domnio dos instrumentos de mediao, inclusive sua transformao por uma atividade mental.

    Para a educao da criana com Para a educao da criana com necessidade especial importante conhecer como ela se desenvolve: no a deficincia por si mesma; no a insuficincia, mas o organismo como um todo; que se equilibra e se compensa

  • A tarefa da escola para Vygotsky consiste no em adaptar-se deficincia, mas venc-la. A criana com deficincia intelectual e outras deficincias necessita mais do que a deficincias necessita mais do que a criana normal os germes do pensamento, para que no fique abandonada prpria sorte.

  • Vygotsky entende que o aspecto mais importante o pesquisador procurar as leis que regem o desenvolvimento; deve-se superar o modo de pensar ocidental que coloca a existncia de duas formas de educao de crianas: as condicionadas por foras biolgicas e s por foras sociais. Este pensar mecanicista enclausura o sujeito no rtulo de uma possvel patologia.

    o princpio atualmente resgatado pela incluso: professor especialista no aluno.

  • Seguindo os pressupostos do neurocientista Edelman; Sacks afirma que, diante dessa perspectiva, deficincias, distrbios e doenas podem apresentar papel paradoxal, desvelando poderes latentes, desenvolvimento, evolues, formas de vida que antes no poderiam ser imaginadas, antes do surgimento dessas condies.

    Relaes mente-corpo.

  • A explorao de identidades e mundos profundamente alterados no algo que se possa fazer inteiramente num consultrio. Com isso em mente tirei meu guarda-p branco e desertei, em grande parte, dos hospitais onde passei os ltimos 25 anos, para pesquisar a vida de meus pacientes no mundo real, sentindo-me em parte como um no mundo real, sentindo-me em parte como um naturalista que examina formas raras de vida, em parte como um antroplogo, um neuroantroplogo, em trabalho de campo - mas sobretudo como um mdico, chamado aqui e acol para fazer visitas em domiclio, visitas s fronteiras distantes da experincia humana. Sacks

  • Gilles- Cidade de UrvilleSndrome de Asperger

  • Sndrome de Williams

  • A amgdala uma estrutura fundamental para o registro de memrias emocionais. O hipocampo converte recordaes de curto prazo em permanentes

  • Excelente habilidade verbal- dificuldade motora

  • Cromossomo 7Afeta meninasAgenesia deCorpo calosocerebelo

    Sndrome de Coffin Siris

  • Sndrome alcolica fetal

  • El Greco1545-1614 Expressionismo e cubismo

  • SNDROME DE NOONAN

  • As dicotomias, reducionismos e lutas pela primazia de um modelo terico ou outro tornam o saber fragmentado. Na educao de alunos com n.e.e importante pensar numa continuidade do saber, num fio condutor onde pressupostos, modalidades de atendimento educacional se constituam na premissa atendimento educacional se constituam na premissa que o ser, conviver, fazer, compartilhar e a cognio da LDB sejam os pilares viabilizadoresde uma educao de qualidade para todos.

  • Se, na verdade, no estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transform-lo; se no possvel mud-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, devo usar toda possibilidade que tenha para no apenas falar de minha utopia, mas participar apenas falar de minha utopia, mas participar de prticas com ela coerentes.

    Paulo Freire