Curso Natural Fundamentals

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    05-Jul-2015
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Apostila de Natural da Consist.

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Natural Fundamentals

Contedo

Mdulo I - Introduo ao Natural ...................... Mdulo III - Funes Programticas ................. Mdulo IV Mapas ............................................ Mdulo VI Relatrios ...................................... Mdulo VIII - Atualizao a Base de Dados ....... Mdulo IX - Processamento Batch ..................... Apndice A - Editor do Mainframe ..................... Exerccios ..........................................................2

3 78 193 333 399 413 427 472

Mdulo II - rea de Dados ................................. 28

Mdulo V - Acesso a Base de Dados ................... 267 Mdulo VII - Mapas de Help e Helprotinas ......... 386

MDULO I - Introduo ao Natural

Unidade A - Introduo Linguagem de 4. gerao e ao Natural Introduo Linguagem de 4. Gerao O que torna o Natural to atraente Bibliotecas Ambiente operacional Natural User Work Areas

3

Introduo tecnologia de 4. gerao

1950

1960

1970

1980

1990

2000

Cdigo de Mquina

COBOL

Linguagens de 4. gerao

Fim do TELEX

Cdigo Assembler4

Windows

Introduo tecnologia de 4. gerao

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Introduo tecnologia de 4. gerao

As empresas dependentes das linguagens de alto nvel enfrentavam alguns problemas, tais como: O desenvolvimento de uma aplicao levava muito tempo para ser concluda, as vezes, anos; As modificaes e manutenes nos aplicativos eram demoradas e muito caras; O processo de depurao de erros era extremamente tedioso.

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Introduo tecnologia de 4. gerao

As linguagens de 4. gerao foram desenvolvidas para simplificar a computao. Em vez dos cdigos de mquina, dos cdigos assembler e das linguagens de alto nvel do passado, foi adotada para as 4GL comandos mais textuais em ingls, com poucas instrues, de fcil manuteno e capaz de acessar o banco de dados diretamente.

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Linguagem de 4. gerao e Natural

O Natural um ambiente de desenvolvimento para produo orientada de tecnologia de 4. gerao e um poderoso ambiente portvel de execuo. A SAGA oferece outros produtos que, junto com Natural funcionam como um completo sistema de informao de software. Entre eles: ADABAS C; ADABAS D (Relacional); Natural Engineering Workbench; Natural for Windows;8

Linguagem de 4. gerao e Natural

Construct (Gerador de Aplicaes); Predict (Documetao Dicionrio de Dados; Entire Connection (Emulao e Transferncia de dados); Super Natural (Data Query); EntireX (integrador de aplicaes); Natural Web (internet / intranet).

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Bibliotecas do Natural

Onde o Natural armazena as aplicaes criadas pelo usurio? Aps a criao ou modificao de um objeto, voc deve armazen-lo numa biblioteca, caso contrrio, voc perder todo seu trabalho ao finalizar a sesso. Ao armazenar um objeto, ambos, o cdigo fonte e o cdigo compilado ficam armazenados na mesma biblioteca. Cada vez que voc acessa o Natural voc colocado numa biblioteca default. Essa biblioteca depende de como o seu sistema foi parametrizado.10

Bibliotecas do Natural

Onde o Natural armazena as bibliotecas? As bibliotecas do Natural so armazenadas numa estrutura do banco de dados ou diretrios (dependendo do ambiente operacional). FUSER ou FNAT. Voc s pode trabalhar em uma biblioteca por vez. Para acessar outra biblioteca basta entrar com o comando LOGON na linha de comando direto e, em seguida, o nome da biblioteca que voc deseja acessar. Como conveno, o nome da biblioteca deve ter at oito caracteres, sendo o primeiro, alfanumrico.11

Ambiente Operacional do Natural

Ambiente Operacional NaturalNcleo Natural Ncleo Natural

ADABAS

DBMS

Online Natural Buffer PoolUser User Work Work Area Area 1 2

Batch Natural Buffer PoolUser

...

Work Area

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Ambiente Operacional do Natural

O Natural funciona tanto em modo online como em modo batch, mas para executar um programa em batch preciso submeter um job que chame o Natural. H cinco componentes principais usados pelo ambiente operacional Natural: Ncleo Natural; Natural Buffer Pool As reas de trabalho do usurio (user work areas) Arquivos para roll-ins/roll-outs das threads (mainframe) e Systems Files13

User Work Areas

Cada vez que voc aciona o Natural, uma rea alocada para voc. Trata-se de uma rea de armazenamento temporria composta de vrios buffers. Cada buffer alocado para um propsito especifico. H um, por exemplo, que armazena o cdigo fonte do seu objeto Natural. H um outro que, durante a execuo de um programa, retm os valores dos dados para os campos que esto sendo utilizados. Os nomes dos buffers em sua rea de trabalho iro variar em funo da plataforma utilizada (MVS, Open VMS, Windows ou Unix).14

MDULO I - Introduo ao Natural

Unidade B - O que envolve a construo de aplicaes Natural - Tipos de objetos Natural e Editores - Modo Estruturado vs. Modo Report - Modularizao

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Tipos de Objetos Natural e Editores

H trs grupos principais de objetos Natural: Objetos Programticos: Programas (P), Subprogramas (N), Subrotinas (S), Helprotinas (H) e Copycode (C); rea de Dados: Global (G), Parameter (A) e Local (L); Mapas: Mapa (M) e Mapa de Help (H). Cada um desses grupos tm o seu prprio editor, que aberto quando voc escolhe o tipo de objeto com o qual voc ir trabalhar.

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Modo Estruturado vs. Modo Report

Modo Report til para a criao de programas simples e pequenos, que no envolvem dados complexos e/ou lgica de programao. Modo Estruturado usado em aplicaes complexas, fornecendo uma estrutura clara e bem-definida do programa. Esses programas so mais fceis de serem lidos, facilitando tambm sua manuteno; Todos os campos usados no programa so definidos numa nica localizao.17

Modularizao

O principal motivo para o uso de mdulos nas aplicaes devido facilidade da manuteno. Os vrios sistemas de aplicaes com que voc trabalha possui diferentes exigncias. Em vez de tentar programar todas essas funes em um nico e grande programa, mais fcil agrupar essas funes em pequenos mdulos. Isto exige um planejamento antecipado.

18

Modularizao

Modelo no-modular Um objeto

19

Modularizao

Modelo modular

20

MDULO I - Introduo ao Natural

Unidade C - Viso Geral do Natural - Instrues e Comandos do Natural - Viso Geral

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Instrues e Comandos Natural

O Natural responde a dois tipos de declaraes primarias: as instrues e os comandos. As instrues so usadas para codificar o seu programa, e os comandos para gerenciar o ambiente. InstruesDividem-se em cinco grupos funcionais: Definio de dados, acesso aos dados, manipulao de dados, modificao de dados e exibio de dados. Comandos Executam funes da sesso e podem ser emitidos a partir da linha de comando direto ou dos prompts. H dois grupos de comandos: Comandos do sistema (ex.: SAVE) e Comandos de terminal (ex.: %T).22

Instrues e Comandos Natural

InstruesREAD DISPLAY FIND WRITE...

Comandos

LOGON RUN SAVE

Define programas Natural

Gerencia o ambiente Natural Executa funes de sesso

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MDULO I - Introduo ao Natural

Unidade D - O Help do Natural - Help online - Documentao

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Help Online

O Help online do Natural fornece informaes sobre: instrues; variveis de sistema; funes do sistema; comandos; editores; utilitrios; parmetros da sesso; comandos de terminal; mensagens do sistemas e mensagens definidas pelo usurio.25

Help Online

Para acessar o help basta digitar a palavra help na linha de comando ou ?, ou ainda, pressionar a tecla chave para essa funo (geralmente PF1). No caso do Natural Windows, para acessar o help basta clicar na barra de menus o item Help. Se voc souber exatamente que tipo de auxlio solicitar, poder dirigir-se diretamente para a tela de help especfica seguida do parmetro que foi solicitado. Por exemplo:Este comando... HELP CHECK HELP USER 1234 HELP 0082 HELP LAST26

Faz isto... Explica o comando Natural CHECK Exibe a mensagem de usurio completa do erro n. 1234 Exibe a mensagem Natural completa n. 0082 Exibe o texto do ltima comando

Help Online

H vrios manuais de documentao sobre o Natural e eles podem variar de acordo com a plataforma que voc est utilizando. Os seguintes manuais podem ser interessantes: Statements Manual; Reference Manual; Users Guide e Programmers Guide. Alm disso, a SAGA disponibiliza via CD-ROM uma documentao eletrnica contendo todos os manuais citados acima e suas respectivas atualizaes.

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MDULO II - rea de Dados

Unidade A - Viso Geral dos Tipos de Dados Disponveis rea de Dados Variveis do Sistema e Definidas pelo Usurio Dados do Banco Escolhendo a rea de Dados

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Data Areas

rea de DadosGlobal Data Area (GDA) Parameter Data Area (PDA) Local Data Area (LDA) ApplicationIndependent Variables (AIVs) Context

FunoDefine os dados que podem ser compartilhados por mltiplos objetos na aplicao. Referencia os dados que esto definidos tanto na GDA quanto na rea de dados local (LDA). Define os dados que podem ser usados somente pelo objeto. So variveis independentes de qualquer estrutura de dados especfica. Alguns a utilizam para permitir o acesso de subprogramas rea de dados global indiretamente. Usadas com o Natural RPC para variveis disponveis a mltiplos subprogramas remotos com uma conversao.29

Data Areas

rea de Dados Interna vs. Externa As reas de dados podem ser criadas internamente nas linhas de cdigo do seu programa, ou externamente, e acessadas quando forem necessrias. Voc pode ter mltiplas PDAs e LDAs, mas somente uma GDA por aplicao.

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Da