Dinâmicas de Grupo

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Livro de Dinâmicas

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2. DINMICASO que dinmica de grupo? Dynamis uma palavra grega que significa fora, energia, ao. Quando Kurt Lewin utilizou essa ex presso e comeou a pesquisar os grupos, seu objetivo era o de ensinar s pessoas comportamentos novos atravs da Dinmica de Grupo, ou seja, atravs da discusso e de deciso em grupo, em substituio ao mtodo tradicional de transmisso sistemtica de conhecimentos.O que se espera alcanar de resultados, com a utilizao da Dinmica de Grupo? Alguns objetivos gerais so: A) Desinibir a capacidade criadora dos participantes, levando-os a se tornarem bastante desenvoltos; B) Melhorar a capacidade de comunicao dos participantes;c) Contribuir para construir novas relaes entre os seres humanos; d) Resgatar a auto estima dos participantes; e) Desenvolver a capacidade de respeitar as diferenas individuais e a diversidade cultural; f) Auxiliar no desenvolvimento da capacidade de amar; g) Estimular a reflexo e a reviso de atitudes e comportamentos, levando a novas formas de ser e conviver. h) Aumentar a coeso do grupo;2 3. i) Proporcionar um aperfeioamento do trabalho coletivo. Aprender a trabalhar em grupo; j) Transformar o potencial do grupo, fazendo-o crescer em igualdade harmnica de relacionamento interpessoal.Na Dinmica de Grupo o comportamento e as atitudes individuais sero mudados num trabalho de grupo, isto, porque, os participantes se sentiro profundamente sensibilizados por aquilo que acontece, por sentirem e por observarem processo que eles aprendero a conceituar.A utilizao das Palavras Sagradas como fonte de inspirao para diversos temas abordados nas dinmicas, tem provado ser um instrumento poderoso para inspirao e transformao das almas, estabelecendo um ambiente espiritual e disciplinado e criando fortes laos de amor e amizade entre os participantes.Tomamos a liberdade de classificar as dinmicas em cinco grandes grupos: 1- Dinmicas de Apresentao: para apresentao e conhecimento imediato das pessoas do grupo; 2- Dinmicas de Integrao e Conhecimento: voltadas para grupos j iniciados, objetivando um maior entrosamento, quebra-gelo e aprofundamento do conhecimento inicial; 3- Dinmicas de Recreao: podem ser utilizadas em intervalos de eventos, aniversrios, cursos, etc..., puramente para descontrao. 4- Dinmicas de Aprendizagem: so alguns tipos de exerccios, tcnicas, para estimular o raciocnio e percepo e tambm fixar o contedo estudado. 5- Histrias, Fbulas, e Textos para Reflexo: para abertura de eventos (reunies, palestras, cursos, congressos) ou para ilustraes, visando enriquecer algum tema que est sendo abordado.3 4. Dicas Importantes: Ser convidado para proferir uma palestra, coordenar uma reunio, facilitar um grupo de estudo ou ministrar um treinamento, requer planejamento e organizao e devemos ficar atentos para as providncias (logsticas e de contedo) que devero ser tomadas.Como facilitador, imprescindvel que haja um prvio planejamento, objetivando segurana e tranqilidade no processo de conduo do grupo seja uma sala com poucos participantes ou um auditrio. Alguns aspectos que, certamente, ajudaro voc ANTES de qualquer trabalho: 1- Conhecer previamente o local do evento. Em caso de eventos grandes, para checar os equipamentos, conforme a necessidade: TV/Vdeo; Retroprojetor, Flip-chart; Equipamento de som (microfone, CD, etc...). Carteiras ou cadeiras; Luminosidade; Ventilao; tamanho compatvel com a quantidade de pessoas e para o tipo de atividade que ir se desenvolver, etc... 2- Elaborar, previamente, o roteiro/seqncia do contedo que ir trabalhar com o grupo (vivncias, msicas, intervalos, etc.) 3- Chegar ao local com, pelo menos, uma hora de antecedncia, para energizar a sala (respirar, relaxar, deixar msica tocando suave, verificar a limpeza e organizao do ambiente, colocar flores, etc.) 4- Revisar o roteiro elaborado e fazer checagem final dos equipamentos e material que ser utilizado. 5- Manter sempre consigo um kit de Primeiros Socorros do Facilitador, contendo pincis(quadro branco e papel), tesoura, canetas, barbante, cola, filmes, fitas de udio e/ ou CDs, mscaras, papel, papel colorido, etc.) tudo de acordo com as necessidades mais comuns.4 5. 6- Manter na cartola, sempre, uma ou duas vivncias/dinmicas para eventuais imprevistos ou mudana de planos com o grupo. 7- Evitar confiana plena na memria: anote a seqncia das dinmicas que vai usar ou aquilo que vai dizer. 8- Evitar polemizar com algum que est ali contra a vontade ou que j chega discordando. Seja prudente, relaxe e deixe que o prprio grupo estabelea e componha o clima do encontro. 9- Evitar forar a barra para algum membro do grupo participar, falar ou opinar sobre alguma coisa, se esse no estiver a fim. 10- Buscar dividir tarefas com o grupo, definindo ,atravs de consulta, quem faz o qu; 11- Ter cuidado com a aparncia (roupa, higiene, postura, etc.) Lembre-se: voc aquilo que diz e faz e, no momento com o grupo, voc estar sendo exemplo. 12- Utilizar msicas para momentos de relaxamento, escolhendo-as criteriosamente: instrumentais, que no tenham sido temas de novelas ou filmes conhecidos, nem tocadas exaustivamente em FMs, enfim, no aconselhvel msicas instrumentais populares. s vezes, algumas msicas com letra so importantes para algum fechamento. 13- Habituar-se a trabalhar proativamente, fazendo, sempre de vspera, um check-list das tarefas/providncias que envolvem voc e as demais pessoas ligadas ao evento.5 6. EXTRADO DO LIVRO: Educar com o corao - Editora Fundao Petroplis Autora: Eugenia Puebla Srie Educao para a Paz Por que trabalhar com dinmicas. As dinmicas possibilitam vivncias, que ao serem refletidas e partilhadas gestam um aprendizado pessoal e grupal libertador, possibilitando, dentre outras coisas: Autoconhecimento como ser nico e social; Exerccio de escuta e acolhida do outro como ser diferente; Percepo do todo e das partes, tanto da vida como da realidade que nos cerca; Desenvolvimento da conscincia crtica; Confronto e avaliao da vida e da prtica; Tomada de deciso de modo consciente e crtico; Sistematizao de contedos, sentimentos e experincias; Construo coletiva do saber. Para quem vai orientar a dinmica fundamental: Conhecer todos os passos da dinmica para aplic-la com segurana; Ter clareza de aonde se quer chegar, qual o objetivo e a funo da dinmica dentro do processo a ser desenvolvido, entendendo-a como um instrumento; Possibilitar um clima de espontaneidade em que os participantes sintam-se livres e vontade para a partilha da experincia feita; Perceber o nvel de relaes e entendimento do grupo, pois nem toda dinmica se adapta bem a qualquer grupo. Ela pode ser um instrumento enriquecedor se for bem utilizada e se o grupo estiver em condies de vivenci-la; Observar as expresses corporais, sobretudo as expresses faciais dos participantes no decorrer da dinmica, para valorizar os sentimentos e reaes de cada um; Qualquer que seja o resultado alcanado com uma dinmica, ele o objeto da reflexo e da aprendizagem, pois dinmica no tem resultado errado; As dinmicas podem ser adaptadas de acordo com a realidade e o tamanho do grupo. E no se esquea de que a preparao da dinmica j uma dinmica a ser refletida e avaliada.6 7. DINMICAS DE APRESENTAO A tcnica de apresentao em dinmicas de grupo funciona como mecanismo facilitador e tem como objetivo atenuar as formalidades do momento inicial do relacionamento em g rupo, induzindo seus membros a se colocarem diante dos demais de maneira descontrada, atravs de estmulos adequados.7 8. DINMICA: CARTES E BALES Nmero de participantes: at 40 participantes Tempo de durao: 45 minutos Objetivos: Geral: Favorecer a apresentao do grupo Especfico: A partir de um estmulo verbal, promover a descontrao dos membros do grupo e sua conseqente apresentao. Material: bolas de sopro (coloridas); cartes coloridos; lpis hidrocor e papel ofcio. Desenvolvim ento: 1- Enumerar uma srie de cartes coloridos e no seu verso escrever a seguinte ordem: Estoure uma bola da cor do seu carto 2- Encher as bolas coloridas e introduzir em cada uma delas papis chaves contendo frases pitorescas, alusivas apresentao dos membros do grupo. 3- Dispor as bolas no centro da sala. 4- Formar um crculo em volta das bolas coloridas. 5- Dispor os cartes coloridos em uma mesa e solicitar aos participantes que escolham cada um o seu carto. 6- Convidar o portador do carto de nmero 1 para que, no centro do crculo estoure uma bola da mesma cor do seu carto de acordo com a ordem expressa no verso. 7- Estourada a bola, o papel chave que estava no seu interior dever ser lido em voz alta e atendida sua solicitao. 8- O procedimento continua com a pessoa do carto de nmero 2, e continua at que todos tenham se apresentado. Sugestes para as frases: - Como devemos chamar voc? - Escolha algum do grupo e apresente-se formalmente a essa pessoa. - Qual sua expectativa com relao a esse curso? - O que voc espera receber deste grupo? Etc...8 9. DINMICA: Encontro MATERIAL: Gravador. CD com msica suave. Textos (formando pares idnticos) selecionados das Sagradas Escrituras.OBJETIVO:Abertura dos trabalhos. Promover a Integrao entre os participantes. Criar um clima espiritual e amoroso.DESENVOLVIMENTO: 1- Grupo em crculo, sentados. Colocar uma msica harmonizante de fundo. O Facilitador distribui os textos, tendo o cuidado de verificar que vai ser possvel formar pares. 2- O Facilitador explica que, dois a dois, os participantes receberam textos idnticos e que devem caminhar pela sala buscando encontrar o seu par, ou seja, aquela pessoa que tem o texto igual ao seu. 3- Aps terem sido encontrados os pares, ser dado um tempo de 5 minutos para que conversem aos pares trocando informaes, tais como: nome; de onde veio; a que instituio pertence; que coisas mais gosta de fazer; o que espera do encontro. 4- Feito isso, o facilitador escolhe um participante que iniciar as apresentaes, apresentando seu par ao grupo. Na apresentao, seguir o modelo: Amigos, tenho o prazer de lhes apresentar ........................, que uma pessoa (dizer uma qualidade que identificou na pessoa) e continuar a apresentao. 5- A apresentao continua com cada dupla apresentando-se um ao outro, at que todos tenham sido apresentados. 6- Avaliao: solicitar aos participantes que expressem seus comentrios sobre a dinmica. O que acharam da dinmica, seus objetivos, etc.9 10. DINMICA: CARTAZ MATERIAL: Papel e lpis (podem ser lpis coloridos) OBJETIVO: Favorecer a desinibio; aprofundar o conhecimento entre os membros do grupo;DESENVOLVIMENTO: 1- Distribuir papel e lpis para cada participante do grupo, que estar posicionado em crculo. 2- Orientar que cada pessoa dever fazer um desenho qualquer desenho que represente algo de si. No importa que no se saiba desenhar; deve ser bastante espontneo. 3- Marcar um tempo de dez minutos para cada um confeccionar o seu cartaz. 4- Uma vez concludos os cartazes, cada pessoa deve sair do seu lugar, mostrar o cartaz, de forma visvel, aos demais membros do grupo e proceder a sua apresentao: nome e explicao do desenho e sua expectativa com relao ao curso. 5- Plenria: Ao final, o facilitador d oportunidade para quem quiser fazer mais alguma referncia a algum acerca de sua apresentao. Cada um tambm fica livre para expressar o que achou da dinmica. Se sentiu alguma dificuldade, por que? Qual foi o objetivo da dinmica?10 11. DINMICA: Expectativas e Metas MATERIAL: Fundo musical calmo e relaxante. OBJETIVO: Ajudar o facilitador a trabalhar mais realisticamente as expectativas do grupo; aliviar tenses do primeiro contato grupal. DESENVOLVIMENTO: 1- Aps se apresentar, o facilitador pede que cada participante faa o mesmo: - dizendo o nome que gostaria de ser chamado; - quais as suas expectativas em relao ao curso; - que metas pretende atingir na companhia do grupo; - e, ao trmino do curso, o que espera ter aprendido e o que pretende fazer, etc11 12. DINMICA: Este Sou Eu MATERIAL: Uma tira de papel bem larga para cada participante. Lpis de cor, hidrocor, giz de cera, etc. OBJETIVO: Propiciar uma apresentao dos membros do grupo. Integrao. Propiciar clima de descontrao e maior conhecimento entre os participantes. DESENVOLVIMENTO: 1- O Facilitador distribui as tiras de papel para os participantes solicitando que escrevam no centro do papel o seu nome de forma bem legvel. 2- Aps cada participante ter escrito o nome, solicitar que desenhe na parte superior direita um smbolo que o represente. 3- Feito isso, solicitar que cada participante escreva na parte superior esquerda uma qualidade sua ou uma qualidade que ele mais admira nas pessoas. 4- Solicitar que cada participante escreva na parte inferior direita o que mais gosta de fazer. 5- E na parte inferior esquerda um lugar onde gostaria de estar. 3- Aps todos terminarem, o facilitador pede a cada participante que apresente ao grupo o que registrou em sua tira de papel: seu nome, smbolo, qualidade, o que mais gosta de fazer, onde gostaria de estar. 4- Comentrios dos participantes sobre a dinmica.12 13. DINMICA: A RVORE Objetivos: Conhecimento, apresentao e integrao do grupo. Material: uma folha de papel em branco para cada participante. Lpis, caneta ou pincel. Desenvolvimento: Cada participante recebe uma folha de papel. O facilitador motiva para que acompanhem o processo do desenho e faam por etapas, conforme vai indicando: a)Desenhe a raiz de uma rvore e coloque a a data de seu nascimento, o nome de pessoas que marcaram seu passado, acontecimentos marcantes dos primeiros anos de vida. b)Desenhe o tronco da rvore e nele anote o que faz sempre (em que gasta a vida), a motivao que lhe faz crescer. c)Desenhe folhas, flores e frutos e neles escreva suas esperanas, sonhos. d)D nome rvore e escolha outra rvore (colega) com quem ir partilhar o que escreveu, ou seja a sua rvore (seu eu). e)Depois, quem quiser pode partilhar a experincia em plenria. f)Avaliar a dinmica, partilhar os sentimentos e as descobertas.13 14. DINMICA: CRCULO MGICO MATERIAL: Gravador. CD com msica suave. Bales de gs, cheios, com mensagens dentro, e pendurados pela sala.OBJETIVO:Abertura dos trabalho s. Promover a Integrao entre os participantes. Criar um clima espiritual e amoroso.DESENVOLVIMENTO: 1- Introduo: A forma circular vem nos acompanhando ao longo da histria, nas rodas cantadas, na forma da lua cheia, do sol, da terra e da bola. No Crculo enxergamos a todos, ficamos no mesmo plano, podemos olhar aqueles que esto perto de ns e os mais distantes. No h o primeiro, nem o ltimo. Nele somos todos iguais. Quando entramos no Crculo no estamos disputando liderana. Estamos confiando nos amigos. 2- O Facilitador convida todos os participantes a formarem um grande crculo. 3- Facilitador: A mo direita simboliza nossa capacidade de ajudar. Deve estar por cima da mo esquerda do colega. A mo esquerda recebendo a direita do outro simboliza nossa necessidade de troca, de receber. Ao mesmo tempo que podemos ajudar, precisamos receber ajuda. Nenhum de ns to forte para somente ajudar ou to fraco que somente receba ajuda. A sinergia est no equilbrio entre pedir, dar e receber colaborao. 4- Facili tador: vamos estar quase sempre em um grande crculo (nas plenrias); ou em crculos menores (nos grupos de estudo). Desta forma podemos trabalhar com mais qualidade, enxergando a todos e tendo oportunidades iguais de participao. 5- Facilitador: Para facilitar o contato com o momento inicial de nossas atividades e obter a concentrao no aqui e agora, convidamos o grupo para ouvir uma msica, ouvir com o corao, sentindo o momento, podendo os integrantes do grupo fechar os olhos para uma melhor concentrao (sugesto: Bolero de Ravel) 6- Em seguida cada participante escolhe um balo, estoura, retira e l a mensagem que estava dentro do balo para o grupo. Sugestes de mensagens: 1- Somos todos iguais 2- Expulsemos do Crculo a desmotivao, a competio, o autoritarismo, as foras negativas. 3- No perderemos de vista nossa fora e nossa unio, etc.14 15. DINMICA: CARROSSEL MUSICAL MATERIAL: Gravador. CD com msicas bem animadas. OBJETIVO: Integrao. Promover maior conhecimento de si e do grupo. Abertura dos trabalhos.DESENVOLVIMENTO: 1- Participantes de p. Formar dois Crculos com os participantes, com o mesmo nmero de pessoas em cada Crculo, um Crculo dentro do outro. O Crculo de dentro da roda, fica voltado para fora de modo a formar duplas, frente a frente. 2- O facilitador coloca a msica, solicitando que ambos os Crculos girem para o lado direito, danando no ritmo da msica. 3- Quando o facilitador para a msica, o grupo deve parar onde estiver, procurando posicionar-se frente a frente, formando pares. Cada par deve darse as mos, dizer o seu nome para o seu par, e responder a pergunta feita pelo facilitador (um falar para o outro a resposta). 4- O facilitador coloca novamente uma msica e solicita que os Crculos tornem a girar. Quando o facilitador para a msica, repete-se o procedimento anterior, cada um vai se posicionar na frente de uma pessoa, formando um nova par, dizer o nome e responder um ao outro a pergunta feita pelo facilitador. 5- Repetir o mesmo procedimento vrias vezes, sempre mudando a msica e com perguntas diferentes. Exemplos de perguntas: O que mais me deixa feliz ... O que eu mais admiro nas pessoas ... O que eu mais gosto em mim mesmo ... Amigo verdadeiro para mim aquele que ... A coisa mais importante para mim ... O que eu mais gosto de fazer ... A minha diverso favorita ... 6-- Plenria: Cada um expressa o que achou da dinmica: Gostou? Sentiu alguma dificuldade, por que? Qual foi o objetivo da dinmica?15 16. DINMICAS DE INTEGRAO e CONHECIMENTO So tcnicas que, ao mesmo tempo em que descontraem, favorecem o aflorar de sentimentos e emoes. Afeto, carinho, palavras de estmulo e conforto so algumas expresses de sentimentos que as pessoas tm dificuldade de exteriorizar. Diante disso o facilitador tem um papel fundamental: estabelecer um clima de confiana mtua grupo e facilitador. As dinmicas de integrao tm como objetivo favorecer o processo de conhecimento entre os membros de um grupo, descontrair e aproximar as pessoas.16 17. DINMICA: INTEGRAO MUSICAL: MATERIAL: Gravador. CD com msicas bem animadas. OBJETIVO: Integrao. Propiciar clima de descontrao entre os participantes. DESENVOLVIMENTO: 1- Colocar msica. Pedir aos participantes que individualmente, tentando entrar no ritmo da msica.caminhempelasala,2- Mudar a msica. Pedir aos participantes que formem duplas e dancem juntos no ritmo da msica. 5- Trocar novamente a msica. Ao comando do facilitador os participantes devem agora formar grupo de trs, danando juntos no ritmo da msica. 6- Ao comando do facilitador, cada vez que a msica trocada, formar grupo de quatro, oito, dez, at que todo o grupo esteja danando junto. 7- Avaliao: Cada um expressa o que achou da dinmica: Gostou? Sentiu alguma dificuldade, por que? Qual foi o objetivo da dinmica?17 18. DINMICA: ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE OBJETIVO: Aquecimento; sensibilizao e integrao do grupo. MATERIAL: Aparelho de CD. CDs com vrios tipos de msicas.DESENVOLVIMENTO: 1-Colocar uma msica lenta e pedir aos participantes que caminhem pela sala, relaxando as tenses do dia, procurando sentir a emoo que a msica transmite, em dado momento parar e congelar em uma posio. 3- Colocar uma msica romntica e pedir para que caminhem, deixando-se penetrar pela e moo que a msica transmite. Congelar na emoo. 4- Alterar a msica, colocando uma mais agitada e pedir que andem no ritmo da msica. 5- Alterar novamente a msica. Solicitar que cada um escolha um par e dance, trocando sucessivamente de par (msica sugerida: New York, New York) 6- Colocar uma msica para todo o grupo danar junto. 7- Comentrios. Avaliao da dinmica. Sentimentos e descobertas.18 19. DINMICA: Guiar e ser guiado MATERIAL: Gravador. CD com msicas bem animadas. OBJETIVO: Integrao. Propiciar clima de descontrao entre os participantes. Promover uma reflexo para identificar os sentimentos mais presentes, tanto quando estamos guiando, como quando somos guiados. Textos Inspiracionais: Cinge-te de esforos redobrados, a fim de que possas, acaso, guiar teu prximo lei de Deus, o Mais Misericordioso. Este ato, em verdade, excede todos os outros atos, aos olhos de Deus, O que a tudo possui, O Altssimo. Bahullh Seleo dos Escritos de Bahullh CLXI - 210 melhor guiar uma s alma do que possuir tudo o que est na terra, pois enquanto essa alma guiada estiver sombra da rvore da Unidade Divina, ambos, tanto ela como a pessoa que a guiou, sero recipientes da terna misericrdia de Deus... O Bb Seleo dos Escritos do Bb pg.83DESENVOLVIMENTO: 1- O facilitador solicita que os participantes formem duplas. 2- A pessoa que for guiar deve voltar as palmas das mos para cima, e a que for guiada, deve colocar as palmas das mos sobre as do guia. 3- A pessoa que for guiada deve permanecer de olhos fechados, e o guia deve assegurar-se de conduzir a pessoa guiada com o mximo cuidado. 4- As duplas devem danar ao ritmo da msica, percorrendo toda a sala. 5- Aps um perodo, trocar as funes, quem guia passa a ser guiado, e viceversa. Mudar tambm a msica. 6- Avaliao: Ao final o facilitador solicita que cada um compartilhe seus sentimentos: Quais os seus sentimentos e atitudes quando foi guiado? Quais os sentimentos e atitudes quando voc foi o guia? O que o motivou a ter esses sentimentos?19 20. DINMICA: PORQUE EU AMO VOC OBJETIVO: Promover a Integrao entre os participantes. Criar um clima espiritual e amoroso. MATERIAL: Tiras de papel para ser distribuda aos participantes. DESENVOLVIMENTO: Distribuir as tiras de papel aos participantes, solicitando que cada qual escreva o seu prprio nome de forma bem legvel, e depois dobre. Recolher os papis, misturar e distribuir novamente, pedindo que cada um verifique se no tirou o prprio nome. Em caso positivo, dever devolver e pegar outro papel. Cada participante dever ler para si o nome da pessoa que tirou e pensar porque ama essa pessoa. Que qualidades ela tem que voc mais admira. Cada um dever dizer o nome da pessoa que tirou e dizer em voz alta porque ama essa pessoa. Outra variao seria iniciar falando eu amo essa pessoa porque ela tem tais e tais qualidades, etc, etc, e por fim, mencionar o nome da pessoa a quem est se referindo. Comentrios dos participantes sobre a dinmica.20 21. DINMICA: Minha Ilha MATERIAL: Papel e lpis (podem ser lpis coloridos) OBJETIVO: Favorecer a desinibio; aprofundar o conhecimento entre os membros do grupo;DESENVOLVIMENTO: 1- Distribuir papel e lpis para cada participante do grupo, que estar posicionado em crculo. 2- Depois de uma viagem imaginria em que voc se salva de um naufrgio, voc encontra abrigo em uma ilha. 3-Orientar que cada pessoa dever fazer um desenho de sua ilha. O desenho deve ser bastante espontneo. 4- Escreva ou desenhe que pessoas e que atividades voc poria na sua ilha. 5-Desenhe tudo o que voc precisa para sobreviver na sua ilha. 6-Marcar um tempo de dez minutos para cada um confeccionar o seu desenho. 7-Uma vez concludos os desenhos, cada pessoa deve sair do seu lugar, mostrar o cartaz, de forma visvel, aos demais membros do grupo e proceder a sua apresentao: nome e explicao do desenho. 8- Plenria: Ao final, o facilitador d oportunidade para quem quiser fazer mais alguma referncia a algum acerca de sua apresentao. Cada um tambm fica livre para expressar o que achou da dinmica. Se sentiu alguma dificuldade, por que? Qual foi o objetivo da dinmica?21 22. DINMICA: AUTOPROPAGANDAOBJETIVO: Estimular conhecimento pessoal. Desfazer bloqueios. Promover a Integrao e Aprofundar o conhecimento entre os participantes. MATERIAL: Folha de papel; lpis ou lpis coloridos. DESENVOLVIMENTO: O facilitador solicita que cada participante desenhe ou pinte uma propaganda de si mesmo. Tambm possvel pensar no tipo de pessoa que se sentiria atrada pela propaganda. Cada participante apresenta sua propaganda ao grupo. As outras pessoas do grupo so solicitadas a acrescentar alguns aspectos que foram omitidas na propaganda do colega. Avaliao: o que cada um achou da dinmica. Sentiram alguma dificuldade? Qual o objetivo da dinmica?22 23. DINMICA: COMPRA E VENDA OBJETIVO: Estimular autoconhecimento. Favorecer um maior conhecimento entre os participantes. Reconhecer as qualidades das outras pessoas. Integrao do grupo. MATERIAL: Folha de papel para cada participante. Lpis Preto. Lpis coloridos. DESENVOLVIMENTO: Leitura do texto inspiracional: No existe em lugar nenhum do planeta, algum que no tenha nada a oferecer ou nada a receber. O facilitador solicita que cada participante desenhe uma Loja de Departamentos que exponha suas caractersticas pessoais. Cada participante mostra ao grupo sua Loja. Um de cada vez, cada participante faz um passeio de compras e escolhe produtos da loja das outras pessoas de grupo, identificando o porqu de estar comprando tais produtos. Comentrios dos participantes sobre a dinmica.23 24. DINMICA: Egosmo x Espiritualidade OBJETIVO: Favorecer a reflexo sobre aspectos da dimenso espiritual do ser humano; aprofundar o auto conhecimento; MATERIAL: Folha de Papel com textos para reflexo. Tiras de papel em cores diferentes para atitudes espirituais e atitudes egostas. Exemplo: nas tiras verdes estaro escritas atitudes espirituais e nas cinzas, atitudes egostas. As tiras estaro dobradas e numeradas na parte de fora (sendo que, por exemplo, para a tira cinza de nmero 1 onde est escrita uma atitude egosta, dever haver uma tira verde, tambm de nmero 1 que corresponde a atitude espiritual a ser adotada) DESENVOLVIMENTO: 1- As tiras de papel (verdes e cinzas) devero estar dobradas e misturadas, colocadas sobre uma mesa no centro da sala. 2- Leitura e breve comentrio dos textos. 3- O facilitador orientar os participantes a pegarem uma tira de papel (verde ou cinza). 4- Cada participante dever agrupar-se ao nmero correspondente ao seu, formando um par. 5- O monitor explicar ento que as tiras cinzas se referem as atitudes egostas e as verdes as atitudes espirituais que nossa meta alcanar. 6- Cada dupla ser solicitada a ler em voz alta, primeiro a atitude egosta e depois a atitude espiritual que deve ser a nossa meta. Ressaltar que o nosso esforo em substituir uma atitude egosta por uma atitude espiritual faz parte do nosso processo de espiritualizao. 7- Comentrios gerais dos participantes sobre suas reflexes a partir do exerccio. 24 25. TEXTOS PARA REFLEXO: O homem na realidade um ser espiritual, e somente quando vive no esprito verdadeiramente feliz. A espiritualidade, no o egosmo, deve ser o nosso objetivo; o caminho que leva do egosmo espiritualidade se denomina espiritualizao. EGOISMOESPIRITUALIZAOESPIRITUALIDADETodo o propsito da religio transformar, no somente nossos pensamentos mas tambm nossas aes. Por meio da f verdadeira, o homem recebe uma fora maior que a sua prpria, que o ajuda a desenvolver suas caractersticas positivas e a dominar as negativas.25 26. Exemplos de atitudes egostas e atitudes espirituais correspondentes para serem escritas nas tiras de papel: Egosta ( 1 ) Eu tenho razo Espiritual ( 1) Eu procuro consultar com os demais e conhecer o ponto de vista dos outros. ( 2 ) Eu critico as pessoas ( 2 ) Procuro sugerir e auxiliar.( 3 ) Eu me fixo nas faltas dos outros ( 3 ) Procuro me concentrar nas boas qualidades das pessoas.( 4 ) Eu julgo as pessoas. ( 4 ) Me concentro em julgar e observar minhas prprias aes.( 5 ) Eu me aborreo com as pessoas. ( 5 ) Eu procuro compreender as pessoas( 8 ) As dificuldades me inquietam e me deixam angustiado (a) ( 8 ) Considero as dificuldades como desafios para o crescimento e como bnos disfaradas.(10) Sei sempre o que os outros deveriam fazer. (10) Penso no que eu posso e devo fazer. (11) Fao uso de palavras speras e realo os defeitos dos outros. (11) Procuro usar palavras amveis e uma lngua bondosa e me calo sobre as faltas dos outros. (12) O que me traz alegria so as conquistas e realizaes materi ais. (12) O que me traz verdadeira alegria o meu progresso espiritual e a oportunidade de servir.( 6 ) Procuro mostrar minhas boas aes e busco reconhecimento. ( 6 ) Realizo boas aes sem ostentao e no espero reconhecimento.(13) Procuro me vingar e guardo ressentimentos. (13) Procuro substituir pensamentos de dio, por pensamentos mais fortes de amor e paz.( 7 ) Procuro ocultar minhas ms aes e justific-las ( 7 ) Eu admito minhas ms aes e assumo a responsabilidade do que fao.(14) Sou escravo de minhas emoes, sentimentos e do meu estado de nimo. (14) Sei que posso exercer o auto controle e dominar minhas emoes, sentimentos e estado de nimo.26 27. (15) Minha norma de conduta buscar satisfazer minhas necessidades e garantir meu bemestar, acima de tudo. (15) Minha norma de conduta procurar servir a Deus e aos meus semelhantes. (16) No tenho muita confiana em mim mesmo. (16) Eu me considero uma criao nica de Deus, feita a Sua imagem e semelhana. (17) Eu duvido. (17) Eu creio (18) Eu tenho preconceitos. (18) Eu busco a verdade (19)Me julgo vtima dos acontecimentos e circunstncias(19) Sou responsvel por aquilo que fao e deixo de fazer e sei que tenho capacidade para conduzir e modificar minha vida como desejar. (20) Penso que j tenho todo o conhecimento necessrio (20)Tenho disposio para aprender sempre. (21) Eu me considero incapaz e inferior aos demais (21) Acredito que a luz divina est em mim, como em todas as pessoas, e que sou uma mina rica em jias de inestimvel valor. (22) Eu deixo as coisas acontecerem ao acaso. (22) Eu organizo e planejo.(23) Eu me concentro no passado. (23) Eu vivo no presente.27 28. DINMICA: TRABALHO EM EQUIPEMATERIAL: Gravador. CD com msicas bem animadas. Duas argolas com fitas de elstico de 60 cm cada. Um alvo. OBJETIVO: Integrao. Promover maior descontrao. Exercitar a colaborao e o trabalho em equipe. DESENVOLVIMENTO: 1- O facilitador divide os participantes em duas equipes. 2- Cada participante dever passar dentro da argola de elstico, dirigir-se at o alvo, retornar equipe e encostar a mo no prximo jogador. 3- O objetivo que todos os integrantes de cada equipe passem pela argola no menor tempo possvel. Cada equipe dever providenciar para que isso seja possvel. 4- Plenria: Cada um expressa o que achou da dinmica: Gostou? Sentiu alguma dificuldade, por que? Qual foi o objetivo da dinmica? Outra opo: Deixar o grupo todo como uma grande equipe, cujo objetivo todos passarem pela argola no menor tempo possvel.28 29. DINMICA: Formas com o corpo MATERIAL: Gravador. CD com msicas variadas, de preferncia suaves. Papis com a tarefa para criao de uma forma que ser o smbolo do grupo. Sugesto de formas a serem criadas: pssaro; corao; sol; estrela; vela. OBJETIVO: Promover a Integrao entre os participantes. Estimular a criatividade, cooperao e o trabalho em equipe. DESENVOLVIMENTO: 1- Formar subgrupos de aproximadamente sete pessoas. 2- O Facilitador pede que um componente de cada subgrupo sorteie um papel onde estar escrito qual ser o smbolo do seu subgrupo, e que dever ser composto por seus integrantes com seus corpos, sem falar. Os demais participantes devero adivinhar atravs da apresentao de cada equipe, qual o smbolo daquele subgrupo em questo. 3- Ser dado um tempo para que cada equipe faa sua apresentao. 4- Plenria o grupo geral comenta o trabalho, analisando a criatividade dos subgrupos, a cooperao e como se sentiram durante a construo das formas.29 30. PALAVRAS (SMBOLOS) A SEREM SORTEADAS PARA OS SUBGRUPOS:CORAOPSSAROESTRELASOLVELA30 31. DINMICA: DESAFIO DAS CORES MATERIAL: Gravador. CD com msicas harmonizantes. Papel com o exerccio de auto avaliao. Papel nas cores verde, vermelho, amarelo, azul e branco. OBJETIVO: Promover maior conhecimento de si e do grupo. Desenvolver a capacidade de reconhecer qualidades e valores em si e nos outros.DESENVOLVIMENTO: Frase: No existe em lugar nenhum do planeta, algum que no tenha nada a oferecer ou nada a receber. 1-Texto de Sensibilizao: Reconhecer os valores e o potencial das pessoas nossa volta o ponto de partida para o estabelecimento da confiana nas relaes interpessoais. Todos gostamos de nos sentir qualificados. mais fcil ver as qualidades nos outros quando descobrimos nosso potencial, nossa fora. No desafio das cores convidamos cada um a identificar seu mapa pessoal de qualificao a partir de uma viagem pelos caminhos das cores. O ser humano pode ser comparado ao arco-ris, cheio de riquezas e potencialidades. s vezes, no conseguimos express-las. Nosso meio ambiente faz-nos esquecer o que somos e o que temos. 2-O Facilitador distribui as folhas e solicita que cada um preencha o exerccio de auto-avaliao.9- Exerccio de auto-avaliao: Marque pontos de 01 04, de acordo com a escala: 1- raramente 2- algumas vezes 3- Freqentemente 4- sempre Comportamento, reaes, atitudes e aes que normalmente apresento: Verde Vermelho Amarelo ( ) Ousadia ( ) Paixo ( ) Energia ( ) Inovao ( ) Emoo ( ) Radincia ( ) Espontaneidade ( ) Exploso ( ) Calor ( ) Criatividade ( ) Afetividade ( ) Positivismo ( ) Flexibilidade ( ) Sensibilidade ( ) Animao ( ) Ludicidade ( ) Carinho ( ) Entusiasmo Total: Total: Total: Azul ( ) Organizao ( ) Mincia ( ) Boa Memria ( ) Realizao do que foi planejado ( ) Capacidade de sntese ( ) Facilidade para administrar Total:Branco ( ) Tranqilidade ( ) Paz ( ) Imparcialidade ( ) Negociao ( ) Docilidade ( ) Mediao Total:31 32. AVALIAO FINAL: Minha cor positiva mais marcante (onde somei mais pontos): .................................. A cor que preciso desenvolver mais (onde somei menos pontos): ...........................PROSSEGUINDO...: 10- Cada participante pega uma folha na cor identificada na auto avaliao como sua cor positiva mais marcante. 11- Em seguida, cada um escolhe duas cores, uma para o colega da direita, e outra para o colega da esquerda, conforme a cor positiva mais marcante que identifica em cada um. A cor escolhida ser colada na cadeira, atrs do participante. 12- Cada participante apresenta sua cor positiva mais marcante, e depois compara-a com as outras cores que lhe foram dadas pelos colegas. 13- Comentrios: Cada um expressa o que achou da dinmica: Gostou? Sentiu alguma dificuldade, por que? Qual foi o objetivo da dinmica?32 33. Exerccio de auto avaliao: (folha a ser distribuda a cada participante) Marque pontos de 01 04, de acordo com a escala: 1- raramente2 - algumas vezes3- Freqentemente4- sempreComportamento, reaes, atitudes e aes que normalmente apresento: Verde Vermelho Amarelo ( ) Ousadia ( ) Paixo ( ) Energia ( ) Inovao ( ) Emoo ( ) Radincia ( ) Espontaneidade ( ) Exploso ( ) Calor ( ) Criatividade ( ) Afetividade ( ) Positivismo ( ) Flexibilidade ( ) Sensibilidade ( ) Animao ( ) Ludicidade ( ) Carinho ( ) Entusiasmo Total: Total: Total: Azul ( ) Organizao ( ) Mincia ( ) Boa Memria ( ) Realizao do que foi planejado ( ) Capacidade de sntese ( ) Facilidade para administrar Total: Branco ( ) Tranqilidade ( ) Paz ( ) Imparcialidade ( ) Negociao ( ) Docilidade ( ) Mediao Total:AVALIAO FINAL: Minha cor positiva mais marcante (onde somei mais pontos): .................................. A cor que preciso desenvolver mais (onde somei menos pontos): .........................33 34. DINMICA: GOSTO DE VOC MATERIAL: Aparelho de CD msica suave. Papel e lpis para cada participante (cada folha de papel dever ter escrito: Nome: e em baixo a frase Gosto de voc porque...) Folhas com textos inspiracionais extrados das sagradas escrituras. OBJETIVO: Exercitar a capacidade de enxergar a nobreza do ser humano; ver as qualidades de cada pessoa. DESENVOLVIMENTO:1- O Facilitador distribui os textos entre os participantes e solicita que leiam fazendo um breve comentrio: 2- O Facilitador acrescenta que vamos ento fazer um exerccio prtico, visando atender as exortaes de Abdul-Bah. Distribui a folha de papel para cada participante e pede que cada um escreva o seu nome no alto da folha. 3- Em seguida, cada participante deve passar a sua folha para o colega, que dever escrever uma qualidade da pessoa cujo nome est escrito na folha. 4- Este procedimento repetido medida que os papis vo passando de mo em mo, e todos vo escrevendo uma qualidade para cada pessoa. 5- Quando a folha de cada um retorna s suas mos, um por um, cada participante l as qualidades que os seus colegas lhe atriburam. Outra opo, pedir que a pessoa ao lado leia as qualidades escritas na folha do seu amigo, e vice-versa. 6- Comentrios: O que achou da dinmica? Sentiu alguma dificuldade? Qual? Qual na sua opinio foi o objetivo da dinmica? Voc acha que ela atingiu seus objetivos?34 35. TEXTOS INSPIRACIONAIS: Nunca esqueais disso: olhai um ao outro com o olhar da perfeio Abdul-BahCada um v no outro a beleza de Deus refletida na alma e encontrando esse ponto de semelhana, so todos atrados um pelo outro com amor. Este amor far todos os homens as ondas do mesmo mar; este amor torn-los- as estrelas do mesmo cu e os frutos de uma s rvore. Este amor trar a realizao da verdadeira concrdia, a base da unidade real. Abdul-BahDeve-se olhar para aquilo que seja louvvel em cada ser humano. Quando se faz isso, pode-se ser um amigo de todo o gnero humano. Se, porm, olharmos para as pessoas do ponto de vista de seus defeitos, ento tarefa muito rdua lhes ser amigo... Assim, incumbe a ns, quando dirigimos nosso olhar para os outros, ver aquilo em que se distinguem e no aquilo em que falham. Abdul-Bah35 36. (Folha para ser distribuda a cada participante):JJJJJJNome:Gosto de voc porque: J36 37. DINMICA: O PRESENTE OCULTO MATERIAL: Gravador. CD com msica suave e CD com msicas animadas. Caixa com bombons (com nmero suficiente de bombons de forma que cada participante possa ganhar um). Papis para enrolar a caixa. Fita durex. Obs.: Enrolar a caixa com os bombons, vrias vezes. Folhas com textos inspiracionais das Sagradas Escrituras. OBJETIVO: Integrao. Aumentar o amor e amizade entre os participantes. Exercitar a generosidade. Encerramento das atividades. DESENVOLVIMENTO:1- O facilitador solicita aos participantes que sentem em crculo. Coloca uma msica suave. 2- O facilitador distribui os textos para alguns participantes e pede para que leiam, pausadamente, e faam um breve comentrio: 3- Aps a leitura dos textos, o facilitador diz ento que, inspirados nessas palavras sagradas vamos conduzir nossa brincadeira. 4- Colocar uma msica bem animada. Pegar a caixa enrolada com os bombons e dar as seguintes instrues: 5- A caixa ir passar de mo em mo at que pare a msica. 6- Quando a msica para, quem estiver com a caixa na mo, comea a desenrol-la, com calma, procurando ao mximo, no rasgar o papel. Dar um tempo de 10 segundos e recomear a msica e a caixa continua circulando, de mo em mo. 7- Parar a msica. Repete-se o mesmo procedimento. A pessoa que ficar com a caixa tenta desenrol-la, dando-se um tempo de dez segundos, e recomea-se a msica. 8- Repetir o mesmo procedimento, vrias vezes, at que a caixa esteja totalmente desenrolada. A ltima pessoa a ficar com a caixa, decidir o que fazer com o seu contedo. (naturalmente espera-se que a pessoa abra caixa e distribui os bombons com todos os participantes, como sinal de seu amor e generosidade). 9- Plenria: Cada um expressa o que achou da dinmica: Gostou? Sentiu alguma dificuldade, por que? Qual foi o objetivo da dinmica?37 38. TEXTOS INSPIRACIONAIS:O dar e o ser generoso atributo Meu; bemaventurado quem se adorna com Minha virtudes. BahullhBem-aventurado quem prefere seu irmo antes de si prprio. BahullhCada um de vs deveis pensar em como tornar felizes aos outros... Abdul-BahDeveis mostrar ternura e amor a todo ser humano, e a todos dar acolhida com amizade sincera, com alegria e benevolncia... Que cada um dos bem amados de Deus concentre a ateno nisto: ser a personificao da misericrdia do Senhor ao homem, ser a graa do Senhor. Que faa algum bem a toda pessoa com quem cruza no caminho e seja-lhe de algum benefcio. Abdul-Bah38 39. DINMICA: Os Pssaros MATERIAL: Gravador. CD com msicas animadas. OBJETIVO: Integrao. Aumentar o amor e amizade entre os participantes. Exercitar a colaborao.DESENVOLVIMENTO: 1- O Facilitador solicita a todos os participantes que caminhem livremente por toda a sala ao som da msica. 2- Ao comando do Facilitador, devero ser formados ninhos, aos pares, com uma dupla de participantes dando-se as mos e elevandoas de modo a formar um teto de uma casa. Esses ninhos devero abrigar um, dois, trs ou muitos pssaros de uma vez, obedecendo sempre ao comando do Facilitador. 3- O Facilitador d repetidas ordens: dois pssaros no ninho; quatro pssaros no ninho; etc..., etc... O objetivo no deixar nenhum pssaro sem ninho. 4- Comentrios: Qual o objetivo da dinmica?39 40. DINMICA: Os segredos da caixa MATERIAL: Gravador. CD com msicas animadas. Caixa com frases para completar dobradas e colocadas em interior. OBJETIVO: Integrao. participantes.AumentaroconhecimentoentreosDESENVOLVIMENTO: 1- O Facilitador solicita que os participantes sentem-se em crculo e coloca uma msica bem animada. 2- Ao comando do Facilitador, uma caixa contendo vrias frases dever passar de mo em mo ao som da msica. 3- Quando a msica para, a pessoa que est com a caixa na mo abre-a, retira uma frase e completa. 4- O Facilitador novamente coloca a msica e a caixa continua circulando de mo em mo. Sempre que a msica para, a pessoa que est com a caixa deve retirar uma frase e complet-la conforme suas prprias idias e sentimentos. 5- A brincadeira continua at que se perca o interesse.40 41. PERCEBO QUE, A CADA DIA, ESTOU ME TORNANDO ... EU ME SINTO FELIZ QUANDO ... O QUE EU MAIS ADMIRO NAS PESSOAS ... EU ME SINTO UMA PESSOA AMADA QUANDO ... O MUNDO SERIA MAIS FELIZ SE ... O MEU MAIOR SONHO ... QUANDO EU ......................................... ME SINTO UMA PESSOA REALIZADA. O MEU MAIOR TESOURO ... A MELHOR MANEIRA DE VENCER AS DIFICULDADES ... A MELHOR MANEIRA PARA TER GRANDES AMIGOS ... A FELICIDADE VERDADEIRA SE CONQUISTA ATRAVS ... O QUE MAIS ME MARCOU EM MINHA VIDA FOI ... NA NATUREZA, O QUE MAIS ME ENCANTA ... A MINHA MAIOR CONQUISTA FOI ...41 42. O QUE EU PRETENDO CONQUISTAR NO FUTURO ... CONSIDERO A FASE ATUAL DA MINHA VIDA COMO ... UM AMIGO VERDADEIRO AQUELE QUE ... O QUE EU MAIS ESPERO DAS PESSOAS QUE AMO ... O MAIOR DESAFIO PARA UMA PESSOA DEVE SER ... O QUE PODE ASSEGURAR A UNIDADE ... O QUE ME FAZ SENTIR BEM EM UM AMBIENTE OU LUGAR ... EU ME CONSIDERO UMA PESSOA ... EU GOSTARIA QUE SE LEMBRASSEM DE MIM COMO UMA PESSOA... SE EU PUDESSE PEDIR AO GNIO DA LMPADA UMA QUALIDADE, EU PEDIRIA ... PARA SE CRESCER COMO SER HUMANO NECESSRIO ... A PALAVRA QUE MELHOR DEFINE ESSE GRUPO ... EU ACHO QUE AS PESSOAS ME CONSIDERAM UMA PESSOA ... O QUE TORNA UMA PESSOA FASCINANTE ... ATUALMENTE, AS IDIAS QUE MAIS OCUPAM MEUS PENSAMENTOS SO ...42 43. DAQUI A DEZ ANOS EU GOSTARIA DE ESTAR ... AS ATIVIDADES QUE MAIS ME DO PRAZER SO ... QUANDO ESTOU FELIZ EU ... CONSIDERO QUE A VERDADEIRA RIQUEZA ... ACHO QUE A MELHOR MANEIRA DE SE APROVEITAR BEM A VIDA ... O MAIOR OBJETIVO NA MINHA VIDA ... UMA PESSOA PODE CONQUISTAR UMA VIDA TRANQUILA ATRAVS ... QUANDO NO H ORGANIZAO O RESULTADO ... RESPEITAR OS OUTROS SIGNIFICA ... EU SINTO QUE AS PESSOAS ME RESPEITAM QUANDO ... A MELHOR MANEIRA PARA RELACIONAR-SE BEM COM TODAS AS PESSOAS ... A MAIOR FORA DE UM GRUPO EST ... SE EU FOSSE UM NUFRAGO, AGARRADO A UM TRONCO, PENSARIA ... PARASO PARA MIM SIGNIFICA ... EU CONFIO NAS PESSOAS QUE ...43 44. A MELHOR MANEIRA DE DEMONSTRAR QUE AMAMOS AS PESSOAS .... SE EU NO FOSSE QUEM EU SOU, EU GOSTARIA DE SER ...SE EU FOSSE UM ANIMAL EU GOSTARIA DE SER ... PORQUE ... A PARTE DO MEU CORPO QUE EU MAIS GOSTO ...SE EU ACERTASSE HOJE NA LOTERIA EU...SE EU ESTIVESSE PERDIDO NO MEIO DA SELVA, EU...SE EU FOSSE CAPTURADO POR UMA TRIBO DE CANIBAIS, EU DIRIA ... EU ME SINTO MUITO ATRAENTE QUANDO...A PESSOA MAIS INCRVEL QUE EU CONHEO ...SE EU FOSSE UM SUPER HERI OU SUPER HEROINA, EU GOSTARIA DE SER O/A ...44 45. ENTRE A BELEZA E A RIQUEZA EU ESCOLHO ... QUANDO EU ME APAIXONO POR ALGUM EU ... O MAIOR MICO QUE EU PAGUEI EM MINHA VIDA FOI... UMA COMIDA QUE ME DEIXA COM GUA NA BOCA ... O QUE ME DEIXA MUITO ZANGADO(a) E ME TIRA DO SRIO ... SE ALGUM QUISER ME DEIXAR MUITO FELIZ DEVE... UM LUGAR QUE ME TRAZ RECORDAES MUITO BOAS ... A PESSOA QUE EU PROCURO PARA COMPARTILHAR A MINHA VIDA UMA PESSOA... QUANDO EU FICAR MAIS VELHO(A) EU QUERO... A LEMBRANA MAIS FELIZ QUE EU TENHO ... SE EU PUDESSE ESCOLHER OUTRO NOME PARA MIM EU ESCOLHERIA... A COMIDA QUE EU NO COMO DE JEITO NENHUM ... EU NO PODERIA VIVER SEM... QUANDO EU OBSERVO A SITUAO DO MUNDO ATUAL EU...45 46. DINMICA: Posso escolher MATERIAL: Tiras de papel recortadas, sendo que em cada tira est escrita uma qualidade. OBJETIVO: Favorecer a reflexo sobre aspectos da dimenso espiritual do ser humano; aprofundar o auto conhecimento; destacar a necessidade de autoavaliao, de desenvolver a capacidade de tomar decises e assumir a responsabilidade por suas escolhas, para o desenvolvimento integral do ser humano. DESENVOLVIMENTO: 1-O Facilitador distribui as tiras de papel dobradas para os participantes. 2- O Facilitador orienta que cada participante deve ler a qualidade escrita em seu pedao de papel em voz alta, e substitu-la por seu antnimo (contrrio). 3- Aps ter percorrido toda a roda, o facilitador solicita comentrios sobre a dinmica e seus objetivos.Antes ler os seguintes textos e refletir sobre eles: O ignorante no aquele sem instruo, aquele que no conhece a si prprio. O homem deve conhecer a si prprio e reconhecer o que leva sublimidade ou humilhao, glria ou ao rebaixamento, riqueza ou pobreza. (Bahullh, Epstolas de Bahullah, 43)Aquele que conhece o outro sbio. Aquele que conhece a si mesmo iluminado. O maior poder que algum possu, o poder de escolher.46 47. Verdadeiramente, mil vezes melhor para o homem morrer do que continuar vivendo sem virtudes... O Deus Todo-Amoroso criou o homem para irradiar a luz Divina e iluminar o mundo por meio de suas palavras, ao e vida. Se ele no for virtuoso, no ser melhor do que um simples animal... (Palestras de Abdul-Bah,92)Eu sou o resultado de meus atos, herdeiro de meus atos. A mente de um homem pode faz-lo um Buda (iluminado) ou uma fera. Corrompido pelo erro, torna-se um demnio; iluminado, torna-se um Buda. Controlai portanto, vossa prpria mente e no a deixeis afastar do caminho correto. (A Doutrina de Buda, p.2; 134)Da ouvidos quilo que o maior bem; com mente clara observai os dois lados entre os quais cada homem precisa escolher por si prprio, alerta, de prontido, para que a grande provao possa ser vencida. (Zoroastro Vispa Humata, Apud. Masani, 72)47 48. TRISTEZA EGOSMODIOMALDADEDESCONFIANAINCONSTNCIA COVARDIA DESCRENA FRAQUEZA INSATISFAO INDELICADEZA APEGO48 49. INGRATIDO ARROGNCIA ACOMODAO HIPOCRISIA EXAGERO DESOBEDINCIA DESORGANIZAO JULGAMENTO/CRTICA IMPACINCIA/IMEDIATISMO DESRESPEITO FRIEZA/APATIA IRRESPONSABILIDADE MALCIA / INDECNCIA49 50. DESASSOSSEGO / INQUIETUDE CONFLITO ATRASO PESSIMISMO INJUSTIA FALSIDADE / MENTIRA DESLEIXO VAIDADE RIGIDEZ / TEIMOSIA50 51. DINMICA DO CORAO Objetivos: Abrir espaos para uma comunicao mais ntima e profunda. Partilhar os sentimentos. Material: Folha em branco para todos os participantes. Caneta ou pincel. Desenvolvimento: Entrega-se uma folha em branco para cada participante que vai desenhar um corao grande e colocar seu nome fora do corao Divide-se o corao em quatro partes. Na primeira parte do corao, fazer um smbolo que relate um fato importante que voc realizou (sua maior realizao pessoal). Na segunda parte um fato importante que sua famlia realizou (o maior acontecimento). Na terceira parte, a coisa mais importante que voc pretende realizar nos prximos dois anos. Na Quarta parte, a coisa mais importante que sua famlia almeja realizar ou alcanar nos prximos dois anos. Em pequenos grupos, partilhar a experincia, expondo o que desenhou. Se julgar necessrio, continuar a partilha em plenrio. No final avaliar a dinmica, os sentimentos e o aprendizado.51 52. TCNICA DO DESENHO Objetivos Confrontar o aqui-e-agora em que cada pessoa se encontra; sua vivncia, sentimentos, expectativas e perspectivas. Material Folhas em branco para todos os participantes. Caneta ou pincel atmico. Toca-fitas e cd com msica suave. Desenvolvimento: Cada participante, em silncio, procurar retratar seu momento atual atravs de um desenho. importante que se confrontem com o contedo mais ntimo de seu eu. Seria bom, neste momento, colocar o fundo musical apropriado. Num segundo momento as pessoas so convidadas a se reunir em subgrupos e a se apresentaro dizendo o prprio nome, de onde vm, mostrando o seu desenho, expressando-se acerca de si mesmas. O grupo escolher um desenho para ser o seu smbolo, apresentando sua justificativa. Partilha em plenrio (grupo) No final avaliar o que a dinmica trouxe de novo, em termos de sentimento, experincia e conhecimento. Obs: Pode-se pedir para desenhar outras situaes, como a famlia, o prprio grupo, etc. E avaliar como esto as relaes, onde se desenhou, prximo a quem, algum ficou de fora, algum foi desenhada/o de forma diferente. Refletir o que isso expressa da prpria experincia de vida e aprofundar as questes de fundo.52 53. DINMICA DA PIZZA Objetivos: Verificar a capacidade de priorizar assuntos; ver qual a importncia dada a cada assunto proposto. Controle pessoal do tempo. Material: Folha em branco para todos os participantes. Caneta ou pincel atmico. Desenvolvimento: O facilitador prope temas (assuntos) a serem discutidos pelo grupo. Cada participante motivado a fazer sua escolha acerca do assunto de maior importncia para si. Cada assunto ser identificado pela primeira letra da palavra. Cada participante desenha, na folha de papel, um crculo, coloca as letras iniciais dos assuntos propostos e, de acordo com a propores divide o crculo em partes, ficando a parte maior para o assunto de seu maior interesse, e a parte menor para o assunto de menor interesse. Em seguida, cada um poder mostrar seu desenho para os outros e discutir sobre as vrias divises feitas. Descobri o porqu das preferncias por um ou outro assunto. Exemplo de temas: droga, sexo, namoro, poltica, afetividade, sexualidade, espiritualidade, pais e filhos, educao, eleies, violncia, etc.53 54. DINMICA: CONTEMPLANDO A NATUREZA Objetivo: Conhecimento pessoal e identificao com elementos da natureza. Despertar para a presena de Deus em Sua criao. Material: Elementos da natureza (gua, pedras, plantas, etc...) Desenvolvimento: O Facilitador orienta o grupo, motivando-o contemplao. Todos devero sair da sala e buscar contemplar o harmonioso conjunto formado das variadas e ricas expresses da natureza. Neste conjunto, a pessoa procurar um elemento que lhe chame a ateno de forma especial. Apanhando-o, refletir sobre este elemento. O que fez voc escolh-lo? Que mensagem ele oferece? Qual nome de Deus esse elemento expressa, na sua opinio? Partilha-se a reflexo com o grupo. O grupo escolhe um elemento (ou objeto) como seu smbolo. No final avaliar a dinmica, os sentimentos, experincias e descobertas do grupo. Obs: O mesmo pode ser feito com uma caixa com os mais variados objetos.54 55. DINMICA: QUEM SOU EU Objetivo: Conhecimento pessoal. Material: Folha em branco para todos os participantes. Desenvolvimento: Motivar os participantes a refletir sobre o valor da vida. Cada um escrever na sua folha o que pretende ser na vida, bem como seus valores, habilidades, limites. Responder s perguntas: Quem sou eu? O que quero ser? Quais as minhas metas? Meus objetivos, iluses? Quais meus limites? Como atuo para chegar ao meu sonho? Terminada a reflexo pessoal, junta-se com os outros para comunicar a radiografia feita. Ao final bom que se comuniquem os sentimentos, ou seja, como cada um se sentiu ao escrever e ao partilhar sobre si, seu eu, seus projetos.55 56. DINMICA: QUALIDADES Objetivos: Ressaltar o positivo do grupo. Material: Folhas de papel em branco. Alfinetes. Msica bem animada. Desenvolvimento: Cada participante recebe uma folha em branco, onde dever escrever seu nome no centro, no alto da folha. Abaixo do nome deve estar escrito: uma pessoa... Convida-se o grupo a refletir sobre as prprias qualidades. Depois que cada um escreveu suas qualidades em silncio, entrega-se a todos um alfinete para que prendam a folha s costas. Em seguida, todos vo percorrendo a sala, ao som da msica, e lendo os valores uns dos outros e acrescentando na listagem do companheiro alguma qualidade que se possa atribuir a ele. Depois todos retiram o papel das costas e vo ler o que os colegas acrescentaram. Pode-se fazer trocas e uns lerem as folhas dos outros. No final, avaliar o que a dinmica trouxe de novo, em termos de sentimento, experincia e conhecimento.56 57. DINMICA: AS GRAVURAS Objetivos: Ampliar o conhecimento de si e interpessoal. Promover a participao de todos com maior espontaneidade. Material: Gravuras recortadas e coladas em cartes de papel (de preferncia papel carto). As gravuras devem ser realistas, no sejam personagens conhecidos, sejam grandes. Frases inspiradoras, digitadas, recortadas e coladas atrs dos cartes. Desenvolvimento: Espalhar os cartes com as gravuras e convidar as pessoas a circular em volta das gravuras, escolhendo aquela que tenha algo com que se identifique. Escolhida a gravura, cada pessoa pega seu carto e volta ao seu lugar de origem. Depois cada participante falar sobre sua escolha espontaneamente, sobre como a gravura se identifica com ele, e tecendo suas reflexes sobre a frase lida. Obs: Se o grupo for grande, inicialmente pode-se fazer a partilha em dupla ou pequenos grupos. Depois o grupo escolhe uma gravura e a frase com a qual mais se identificou para ser apresentada em plenrio. Finalmente, avaliar como cada um se sentiu e o que descobriu de novo com a dinmica.57 58. DINMICA: O ESPELHO Objetivo: Despertar para a valorizao de si. Encontrar-se consigo e com seus valores. Material: Um espelho escondido dentro de uma caixa. O ambiente deve ser de silncio e interiorizao. Desenvolvimento: O facilitador motiva o grupo: Existe algum que lhes de grande significado. uma pessoa muito importante para voc, a quem voc gostaria de dedicar a maior ateno em todos os momentos, algum que voc ama de verdade... com quem estabeleceu ntima comunho... que merece todo seu cuidado, com quem est sintonizado permanentemente... Entre em contato com esta pessoa, com os motivos que a tornam to amada por voc, que fazem dela o grande sentido da sua vida...(Deixar um tempo para esta interiorizao) Agora vocs vo encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que o grande significado de sua vida. Em seguida, o facilitador orienta para que todos se dirijam ao local onde est a caixa (um por vez). Todos devero olhar o contedo e voltar silenciosamente para seu lugar, continuando a reflexo sem se comunicar com os demais. Finalmente, se compartilha os prprios sentimentos, das reflexes e concluses de cada um. muito importante conversar sobre os objetivos da dinmica.58 59. DINMICA: AS PEDRAS Objetivos: Despertar para a originalidade de cada um como pessoa. Descobrir detalhes de sua pessoa que marcam diferenas somos nicos, originais, diferentes... Material: Muitas pedras, das mais variadas formas, porm do mesmo estilo para que a sua diferenciao no seja muito facilitada. Cd, msica suave. Desenvolvimento: O Facilitador coloca todas as pedras no centro do crculo de modo que todos possam v-las. Em seguida motiva o grupo para observar bem cada pedra que est no cho e escolher uma com a qual se identifica por algum motivo (cada pessoa deve escolher a sua pedra) Assim que todos tiverem feito sua escolha, sugerimos um momento de reflexo pessoal, em que cada um dever encontrar, na sua pedra, suas prprias caractersticas pessoais. (Neste momento, coloca-se um fundo musical suave.) As pedras devero ento ser devolvidas ao centro do crculo, de modo que todos voltem a v-las. Depois de observar novamente todas as pedras, cada um vai pegar a sua novamente. (Isso muito importante. Os detalhes iro ajudar. Quem sabe um ajuda o outro, se por acaso algum se confundir na hora de pegar a sua entre todas as outras.) Finalmente, todos so convidados a partilhar, falando sobre a sua pedra, ou seja, sobre si mesmos. Encerra-se a dinmica com uma avaliao, valorizando bastante as descobertas feitas e os sentimentos partilhados.59 60. DINMICA: MINHAS QUALIDADES Objetivos: Reconhecer suas prprias qualidades e as qualidades dos outros. Partilha. Material: cartes onde devem estar escritas qualidades, as mais diversas possveis. Desenvolvimento: Cada participante escolhe um carto com uma determinada qualidade, por exemplo, otimismo, alegria, esperana, solidariedade, justia, gratido, honestidade, etc... Alguns instantes de reflexo pessoal. Cada participante vai ento falar um pouco sobre aquela qualidade: qual sua importncia, o que representa para ele ou ela, se possui ou no essa qualidade apresentada no carto, justificando-se. Ao final da dinmica, bom que cada um partilhe como se sentiu no correr da dinmica, bem como as qualidades que descobriu em si e nos outros companheiros.60 61. DINMICA: NMEROS Objetivos: Despertar para a originalidade de cada pessoa como um ser nico. Material: Papizinhos numerados do 1 ao nmero de participantes do grupo (sem repetir nmeros) Desenvolvimento: Cada participante recebe um papel com um nmero qualquer e deve sair procurando outro que tenha nmero correspondente ao seu. Nesta procura, ningum encontrar seu nmero correspondente, ou seja, o nmero de seu parceiro. importante, ao final, discutir sobre a originalidade de cada um de ns. Somos seres irrepetveis. Devemos respeitar a singularidade do outro e a nossa prpria singularidade. Avaliar a experincia e os sentimentos.61 62. DINMICA DOS CARTES Objetivos: Descobrir o outro e aprofundar as relaes interpessoais. Identificar os fatores que dificultam a interao pessoal. Remover obstculos, no caso especfico do grupo, que distanciam a manifestao de afeto. Acelerar o processo natural do relacionamento entre os membros do grupo. Material Cartes de cores variadas, contendo cada um provocaes para a partilha. Por exemplo: Cartes azuis 1-Consegue-se xito na vida... 2- Trabalhar com alegria significa... 3- Sofrer bastante ... 4- Uma pessoa jamais envelhece se ... Cartes Brancos: 1- A beleza de uma pessoa est em ... 2- Aprendi muito com o sofrimento quando... 3- Senti que prestei ajuda a algum quando... 4- Pessoa de quem no quero me esquecer ... Cartes Amarelos: 1- Faz bastante tempo que... 2- Um fracasso que transformei em sucesso foi... 3- Uma amizade que me representou grande ajuda foi... 4- Um desafio que venci foi... Cartes Verdes 1- Mais que ter idade, ser adulto ... 2- Sei que minha limitao foi posta prova quando... 3- difcil mas no impossvel vencer... 4- Uma verdade de que no gostei mas que me ajudou foi... Cartes Vermelhos 1- Nada me frustrou mais que... 2- Um professor que, sem saber, me ajudou bastante foi... 62 63. 3- Quem diria, mas aprendi... 4- De meu pai fica a lembrana... Cartes Rosas: 1- Um provrbio que a prtica ensinou ser verdade ... 2- Senti-me til quando... 3- Um livro que me deixou marcas foi... 4- uma pessoa que admiro porque... Desenvolvimento: Para o cumprimento dessa atividade cada participante receber um carto contendo quatro experincias a serem relatadas. Caber a cada participante escolher de uma a trs experincias do carto, com as quais far um intercmbio com o grupo. So formados grupos de seis pessoas que devero partilhar experincias e opinies por uns vinte minutos. Findo o tempo, os grupos so desfeitos e o facilitador apresenta a todos a proposta de uma discusso voltada para a resposta a trs questes bsicas: a) Algum ouviu alguma experincia que poder servir-lhe numa eventual oportunidade? Qual? Porqu? b) At que ponto foram alcanados os objetivos propostos inicialmente? c) Como voc se sentia no incio da dinmica? E agora?63 64. DINMICA: EXPERINCIA Objetivos: Descobrir o outro e aprofundar as relaes interpessoais. Identificar os fatores que dificultam a interao pessoal. Remover obstculos, no caso especfico do grupo, que distanciam a manifestao de afeto. Acelerar o processo natural do relacionamento entre os membros do grupo. Material: Folhas previamente preparadas, contendo as seguintes questes (ou outras) a) b) c) d) e) f) g) h) i) j)Qual seu hobby predileto? O que mais o aborrece na vida? O que lhe causa grande vontade de viver? Quais, entre suas emoes, so as de mais difcil controle? Escolha uma pessoa do grupo que lhe seja mais atraente? Que traos de sua personalidade considera mais marcantes? Como foi sua infncia? Que tipo de personalidade voc considera marcante? Quais seus receios em relao a este grupo? Se no tivesse esse seu nome, que nome escolheria para si mesmo? k) A que tipo de filme voc gosta de assistir? l) Excluindo doena ou morte em famlia, que tipo de problema pode tirar sua tranqilidade? Desenvolvimento: Inicia-se o trabalho individualmente: um momento de reflexo pessoal em que cada participante tentar responder a todas estas questes. Em seguida o animador convida a todos para uma partilha em pequenos grupos. Finalmente, pode-se concluir em plenrio, celebrando a experincia feita.64 65. DINMICA: CONSTELAO DE AMIGOS Objetivo: Levar cada participante a tomar conscincia das relaes atuais, percebendo o grau de mtua influncia: pessoas que os influenciam e pessoas que so influenciadas por elas. Material: Papel em branco e caneta para todos os participantes. Desenvolvimento: O facilitador pede a todos para pegar uma folha em branco e marcar um ponto bem no centro. O ponto significa a prpria pessoa. Assim, situando-se no centro, assinalar desde o ponto central da folha, com flechas mais ou menos longas, as pessoas que mais aprecia ou aquelas que mais o apreciam; aquelas que voc influencia ou aquelas que influenciam voc. Estas relaes sero representadas por sinais: a) flecha com a ponta para fora: pessoas que eu influencio ou que aprecio; b) flecha com a ponta para dentro: pessoas que me influenciam ou que gostam de mim; c) flecha em duplo sentido: relao mutuamente correspondida. d) Flecha interrompida: relao quebrada e) Flecha interrompida com uma barra: relao atravs de um intermedirio. f) Flecha interrompida com um muro: h um bloqueio ou muralha que impede a relao. Em grupos de trs, cada um partilha com o companheiro o que tentou expressar na sua constelao de relaes. Em plenrio o facilitador poder formular questes como estas: ficou fora da constelao algum dos parentes mais prximos? O que indicam essas omisses ou ausncias? Houve adultos na constelao de pessoas indicadas? Houve colegas do grupo? Cada um tem muitas ou poucas relaes afetivas? As pessoas que me influenciam ajudam-me na caminhada, etc... Finalmente, se avaliar o que cada um descobriu de novo e como se sentiu.65 66. DINMICA: A LIO DOS GANSOS MATERIAL: Gravador. CD com msica suave. Texto A Lio dos Gansos (cpia para cada participante. OBJETIVO: Vivenciar o esprito de grupo. Ressaltar a importncia da unidade, cooperao e incentivo. DESENVOLVIMENTO: 1- Formar equipes e distribuir cpias do texto A Lio dos Gansos para cada participante. 2- As equipes devero, em dez minutos, refletir acerca das lies que podem ser extradas de cada item com as relaes humanas e registr-las nas linhas em branco. 3- Feito isso, pea as equipes que compartilhem com todo o grupo suas reflexes. Solicite que estabeleam relaes consigo mesmos. At que ponto buscam a mesma direo, quando em grupo? Que tipo de relacionamento estabelecem com os que lideram? Que associaes podemos fazer dessas lies com nossos servios Causa e na vida comunitria baha? 4- Depois distribua o texto j com as analogias feitas e pea leitura em voz alta. 5- Plenria o grupo comenta o trabalho, analisando qual o objetivo da dinmica.66 67. A LIO DOS GANSOS Para reflexo sobre as lies que podemos extrair para as relaes humanas.No outono, quando se v bandos de gansos voando rumo ao sul, formando um grande V no cu, indaga-se sobre o porqu de voarem desta forma. A cincia j descobriu que quando cada ave bate asas, move o ar para cima, ajudando a sustentar a ave imediatamente detrs. Ao voar em forma de V, o bando se beneficia de pelo menos 71% a mais de fora de vo do que uma ave voando sozinha. Lio: As pessoas que compartilham uma direo, tem a mesma viso e um senso de comunidade, podem atingir seus objetivos de forma mais rpida e fcil, pois atuam beneficiando-se de impulso mtuo.Sempre que um ganso sai do bando, sente subitamente a resistncia, o esforo e dificuldade para continuar voando sozinho. Rapidamente o ganso entra outra vez em formao para aproveitar o deslocamento de ar provocado pela ave que voa sua frente. Lio: A unidade e cooperao so fundamentais em todos os setores da nossa vida. Um indivduo sozinho pode fazer muito pouco comparado ao que um grupo unido pode realizar. Se tivssemos o mesmo sentido dos gansos, nos manteramos em formao, colaborando com os que lideram o caminho para onde tambm desejamos seguir.67 68. Quando o ganso lder se cansa, ele muda de posio dentro da formao e outro ganso assume a liderana. Lio: importante nos revezarmos em tarefas difceis e cansativas. Todos os membros do grupo so colaboradores ativos e responsveis por assegurar a continuidade dos esforos e a conquista dos objetivos. Quando todos colaboram, todos ganham.Os gansos detrs gritam, encorajando os da frente para que mantenham o esforo e a velocidade. Lio: Todos precisamos de apoio e incentivo para continuar em nossos esforos e enfrentar as batalhas da vida. Pode ser uma palavra amiga, um gesto de carinho, uma atitude compreensiva ou at mesmo um ombro para chorar. Convm lembrarmos que a crtica ftil. Em vez de criticar escolhamos compreender, auxiliar, sugerir, consultar, orientar, sempre dentro de um esprito de colaborao.Quando um ganso fica doente, ou ferido, e cai, dois gansos saem da formao e o acompanham para ajud-lo e proteg-lo. Ficam com ele at que consiga voar novamente, ou at que morra. S ento levantam vo sozinhos ou em outra formao a fim de alcanar seu bando. Lio: Precisamos aprender a ser solidrios como os gansos. A considerao pelo outro a base do bem-viver, da boa sociedade. Como disse Charles Chaplin: Mais do que mquinas, precisamos de humanidade. Mais do que inteligncia, precisamos de afeio e doura. Sem estas virtudes a vida ser de violncia e tudo estar perdido. muito simples: Leve o amor aonde voc for. Em sua casa, d amor a seus filhos, a seu marido ou sua esposa, a seus pais. No seu ambiente de trabalho, procure tratar os seus colegas com amor. Aqueles que cruzam o seu caminho devem partir mais felizes, melhores. Fomos criados para tornar manifesta a glria de Deus que habita em ns e sermos a expresso viva da bondade de Deus a todas as criaturas. 68 69. DINMICA: AUTGRAFOS OBJETIVOS: a) Quebrar o gelo; b) Descontrair e promover o conhecimento entre os participantes; c) Aproximar as pessoas; d) Identificar diferenas e semelhanas; e) Promover uma reflexo quanto ao dar e receber, destacando que mais do que receber devemos estar dispostos a dar, a colaborar com os nossos semelhantes. PROCEDIMENTOS: a) Distribuir a folha de autgrafos b) Solicitar que cada pessoa escolha e assinale, da forma que quiser, apenas dez itens. c) Quando todos tiverem assinalado, cada pessoa ir em busca dos autgrafos/assinaturas das pessoas que se enquadrem nos itens assinalados d) Uma pessoa pode se enquadrar em vrios itens. e) Um mesmo item pode se adequar a vrias pessoas. f) Deve ser direto. Ex: Voc tem medo de viajar de avio? Se a resposta for sim, a pessoa deve assinar na folha da pessoa que perguntou. Ao final, o facilitador conduz alguns comentrios e depoimentos do grupo: - O que foi mais curioso ou surpreendente para voc? - Teve algum com quem voc se identificou? - Quem conseguiu mais assinaturas? - Com o que voc se preocupou mais: em dar assinaturas ou em pegar assinaturas. - Qual o objetivo desse exerccio?69 70. Selecione apenas dez itens e colha o autgrafo: 1- uma pessoa criativa 2- sonmbulo 3- Prefere trabalhar sozinho 4- Gosta de ler revistas em quadrinhos 5- Gosta de tomar banho de chuva 6- Costuma cantar no chuveiro 7- perfeccionista 8- Gosta de caminhar 9- Curte os Beatles e Rolling Stones 10- Gosta muito de comer 11- Passa horas na frente do espelho 12- Toca algum instrumento musical 13- Entrou na onda da ginstica 14- Levou o maior tombo em pblico 15- Tem medo de dormir no escuro 16- Faz poesia quando est apaixonado (a) 17- Entra em pnico diante de uma simples barata 18- Gosta de filmes de terror 19- Gosta de passear no shopping 20- Tem medo de viajar de avio 21- Gosta de praia 22- Ronca alto ao dormir 23- Ao tomar banho, leva mais de meia hora no chuveiro 24- um(a) tremendo(a) barbeiro(a) ao volante 25- Acredita em amor primeira vista 26- Leva trabalho para casa 27- Tem um bicho de estimao 28- Gosta de contar piadas 29- Gosta de danar vrios tipos de msica 30- Gosta de falar em pblico70 71. DINMICA: ABRAO OBJETIVOS: a) Quebrar o gelo; b) Descontrair e promover o conhecimento entre os participantes; d) Aproximar as pessoas; MATERIAL: Folha de papel para cada participante com o texto Abrao . Aparelho de som e CD com msica calma, inspiradora. PROCEDIMENTOS: 1- Grupo em Crculo de p. 2- O Facilitador distribui as folhas de papel com o texto. 3- O texto lido em voz alta pelos participantes, sendo que cada pargrafo lido por uma pessoa. 4- O Facilitador convida o grupo a praticar os vrios tipos de abrao. Escolhe um dos participantes para demonstrar cada abrao e os outros participantes, em dupla, devero imitar: Abrao padro; Abrao de rosto colado; Abrao sanduche; Abrao de lado; Abrao relmpago; Abrao grupal (veja folha com desenhos, em anexo). 5- Comentrios sobre a dinmica. Qual o objetivo da dinmica?71 72. ABRAO ... Abrao saudvel. Ajuda o sistema imunolgico, cura a depresso, reduz o estresse e induz ao sono. Revigora, rejuvenesce e no tem efeitos colaterais. Abrao um remdio miraculoso. Abrao absolutamente natural. orgnico, no poluente, naturalmente doce, no contm ingredientes artificiais, ambientalmente correto e 100% integral. Abrao o presente ideal. Excelente para qualquer ocasio, bom para dar e receber demonstra seu carinho, vem em embalagem prpria e, certamente, totalmente restituvel. Abrao praticamente perfeito, Dispensa pilhas e prestaes mensais, prova de fogo, de roubo, e isento de impostos. Abrao um recurso, pouco explorado, de poderes mgicos. Quando abrimos o corao e os braos, estimulamos outros a fazerem o mesmo. Pense nas pessoas de sua vida. Observe as pessoas a sua volta. Que tal voc compartilhar com elas a magia de um abrao? Est esperando que alguma delas d o primeiro abrao? No espere mais! Comece voc mesmo!72 73. DINMICA: AVALIANDO OBJETIVO: Avaliao do Curso ou Evento MATERIAL: Folhas de papel com desenhos (smbolos): vela; sol; sorriso; corao ponto de interrogao; uma figura com um horizonte bem bonito, etc. Aparelho de som e CD com msica calma, inspiradora. PROCEDIMENTOS: 1- As folhas de papel so colocadas em uma mesa no centro do Crculo. 2- O facilitador solicita que os participantes se aproximem e observem cada smbolo, fazendo uma relao com o evento. 3- O facilitador solicita que cada subgrupo, conforme o smbolo escolhido, compartilhe com o grupo porque escolheu determinado desenho e qual a relao que v com o curso ou evento.73 74. DINMICAS DE RECREAO A objetivo das dinmicas descontrair, brincar, fortalecer os laos de amizade entre os membros do grupo. Favorecem a participao, a integrao e coeso, para crescimento e busca de metas comuns. So timas para aqueles momentos de sono, de moleza, depois do almoo ou aps blocos de trabalho mais longos.74 75. DINMICA: TEMPESTADE OBJETIVO: um excelente vitalizador para ps-almoo, sendo adequado, preferencialmente, para grupos de at 40 pessoas. PROCEDIMENTOS: O facilitador orienta que todos coloquem as cadeiras em crculo, e guardem todos os seus objetos (bolsas, pastas, materiais do evento, etc...) para que no caiam e se percam. O facilitador solicita um voluntrio que dever colocar a sua cadeira no centro do Crculo e prossegue com as orientaes: 1- Vocs esto em pleno oceano, dentro de um grande barco. Todos so passageiros ou tripulantes e a pessoa que est no centro o comandante do barco; 2- O comandante comenta que o mar est tranqilo, em total calmaria; 3- Em dado momento, ele (o comandante) dir: duas ondas nos empurram para a direita - Todos devem pular duas cadeiras para a direita. Se ele disser: uma onda nos empurra para a esquerda, todos devem voltar uma cadeira para a esquerda, e assim por diante, sempre seguindo-se a ordem do comandante. Se ele disser `uma onda nos empurra para a frente`, todos devem levantar e sentar rapidamente (tipo ola). Se ele gritar tempestade`, tocos correm e trocam de cadeira, inclusive o comandante. Quem sobrar, ser o comandante e continuar a brincadeira.75 76. DINMICA: SALVE-SE COM UM ABRAO OBJETIVO: um excelente vitalizador para grupos que j se conhecem e necessitam, sempre, exercitar e adubar as relaes interpessoais. MATERIAL: Aparelho de som e CDS com msicas bem animadas.PROCEDIMENTO: O facilitador solicita que todos fiquem de p, livres, soltos, sem nada nas mos, entrega um balo (bexiga) a uma pessoa, pede-lhe que o encha, d um n no balo e prossegue nas orientaes: 1- Vocs vo danar vontade, em todo esse ambiente, soltos (sem pegar nas mos uns dos outros), conforme o ritmo da msica; 2- Tem uma pessoa que est segurando um balo. No momento em que eu parar a msica, todas as pessoas, em dupla, se abraaro; 3- Aquela que estiver com o balo, deve entrega-lo pessoa que estiver mais perto e que no esteja abraada com ningum. NO DEVE JOGAR O BALO E A PESSOA QUE FOR ESCOLHIDA DEVE RECEB-LO e reiniciar a brincadeira; 4- A msica toca e todos voltam a danar SOLTOS, SOZINHOS. O balo est em outra mo... A msica para, outra vez, e novas duplas se abraam e o balo entregue a outra pessoa... e, assim, sucessivamente. 5- A atividade prossegue dentro da convenincia do facilitador. O princpio : TODOS PRECISAM SER SALVOS... COM UM ABRAO.76 77. DINMICA: OL MEU BICHINHO! OBJETIVO: lazer e descontrao. MATERIAL: Aparelho de som e CDs com msicas bem animadas. Uma venda para olhos (pano de preferncia escuro). PROCEDIMENTO: O facilitador solicita que todos fiquem de p, livres, soltos, sem nada nas mos. Solicita um voluntrio que ser vendado e prossegue com as orientaes: 1- Eu vou colocar uma msica e vocs devero danar de mos dadas em Crculo ao som da msica. 2- A pessoa vendada ficar no centro do Crculo. 3- Quando eu parar a msica, a pessoa que est no centro do Crculo apontar para uma pessoa e ir na direo desta. Chegando prximo dir: Ol Meu Bichinho!. 4- A pessoa escolhida dever ento imitar o som de um animal (latir, miar, coaxar, etc.) 5- A pessoa vendada dever adivinhar quem a pessoa que est imitando o bichinho, dizendo seu nome. 6- Sero dadas trs chances. Caso a pessoa no acerte, continuar no centro do Crculo e outra msica colocada e a brincadeira prossegue. 7- Caso acerte, a pessoa que foi o bichinho ser vendada e ir para o centro do Crculo, e a brincadeira prossegue.77 78. HISTRIAS E TEXTOS Para Reflexo78 79. As mos de Deus Um observador do mundo disse: Quando observo o campo sem arar, quando as terras para lavoura esto esquecidas, quando vejo a terra ressequida e abandonada me pergunto: Onde esto as mos de Deus? Quando observo a injustia, a corrupo, a explorao dos fracos; quando vejo o prepotente avarento enriquecer-se da explorao do ignorante e pobre, do trabalhador e do homem do campo, me pergunto: Onde esto as mos de Deus? Quando contemplo uma anci no asilo esquecida e abandonada pela famlia, me pergunto: Onde esto as mos de Deus? Quando observo um jovem, antes fort e e decidido, agora embrutecido pela droga e lcool; quando vejo o que antes era uma inteligncia brilhante, reduzida agora somente a farrapos sem rumo nem destino, me pergunto: Onde esto as mos de Deus? Quando a mocinha ainda inocente que deveria sonhar e ter fantasias, para sobreviver pinta o rosto, encurta o vestido e sai a vender seu corpo, me pergunto: Onde esto as mos de Deus? Quando aquele pequeno menino, as trs da madrugada me oferece um jornal, e contemplo sua miservel caixinha de doces sem vender; quando o vejo dormir na porta dos bares, tiritando de frio com alguns jornais que cobrem o seu corpo; quando seu olhar me reclama uma carcia, quando o vejo vagar sem esperanas pela rua, me pergunto: Onde esto as mos de Deus? 79 80. Quando vejo os povos e raas entregues s lutas e violncia, pior que os animais selvagens, me pergunto: Onde esto as mos de Deus? E me dirijo a Deus e Lhe pergunto: Onde esto Suas mos Senhor? Onde esto Suas mos para lutar pela justia, para dar carcia, um consolo ao abandonado; para resgatar a juventude das drogas; dar amor e ternura aos esquecidos, unir esses povos divergentes e acabar com essas guerras e horrores? Depois de um longo silncio, escutei Sua voz que exclamou: Tu no te ds conta de que Tu s Minhas mos? Use-as para o que foram feitas. E ento compreendi que as mos de Deus somos ns, Tu e Eu, os que temos a vontade, o conhecimento e a coragem de lutar por um mundo mais humano e justo; aqueles cujos ideais no permitem que permaneam omissos e negligentes, aqueles que desafiando a dor, a crtica, a apatia, a incompreenso e a ignorncia, se esforam e se empenham para ser as mos de Deus. O mundo necessita dessas mos, mos cheias de ideais e estrelas, cuja obra magna seja contribuir dia e dia, durante toda sua vida, para forjar uma civilizao que busque valores superiores; mos que compartilhem generosamente as bnos que Deus nos oferece. E assim, ao chegar ao fim de suas vidas terrenas, essas mos possam estar vazias, porque entregaram, com amor, tudo para o qual foram criadas. E Deus, certamente dir: Essas so as Minhas mos!80 81. SOBRE OS AMIGOS No ande procura de amigos que no tenham defeitos, porque ento ficar a vida inteira sem amigos. Mas no procure os defeitos nos seus amigos, porque ento aos poucos, os seus amigos iro deixando-o, e assim acabar ficando sozinho. No ame os seus amigos s porque no tm defeitos; ame-os, apesar dos seus defeitos; e se quiser, ame-os precisamente por causa de seus defeitos, pois o fato de terem defeitos quer dizer que so mais humanos. No pretenda exigir que seus amigos sejam melhores que voc; se de certo o forem, seja grato e aproveite seus exemplos; se no o forem, respeite-os e oferea-lhes sua ajuda para que melhorem; mas com pacincia, com compreenso, com bondade, com o mximo respeito pela personalidade deles. No pretenda mudar seus amigos; deixe-os que sejam como Deus os fez; no se preocupe se voc no como eles. Voc tambm tem o direito de ser como Deus o fez. Seu grupo de amigos algo que deve ser conservado, porque voc e eles precisam dele. Afonso Milagro81 82. DIALOGAR DESCOBRIR Quanto mais avanarmos na descoberta dos outros, tanto mais substituiremos as tenses por laos de amizade e paz. Atravs do dilogo aprendemos a respeitar a pessoa humana, seus valores, sua cultura, sua autonomia legtima, sua autodeterminao. Atravs do dilogo aprendemos a olhar para alm de ns mesmos, a fim de compreender e valorizar o que h de bom nos outros. Atravs do dilogo aprendemos a contribuir para um desenvolvimento e um crescimento justos. Atravs do dilogo aprendemos a transformar a solidariedade em caracterstica permanente do mundo em que vivemos. Atravs do dilogo aprendemos a fazer da amizade um valor sem fronteiras. Autor Desconhecido82 83. A FORA DA UNIO S a unio faz a fora sinto muito, mas as verdades banais de todos os tempos so verdadeiras seria bom se a gente tentasse fazer o que elas sugerem, em vez de, crticos e cticos e pessimistas, encolhermos os ombros e deixarmos que a espcie continue, cega, caminhando em velocidade acelerada para o buraco negro da aniquilao. Nunca se pde dizer, como hoje: ou nos salvamos todos juntos ou nos danaremos todos juntos. J. A. Gaiarsa83 84. A Estao Escondida dentro de ns, h uma viso idealdaquilo que queremos alcanar. Estamos viajando de trem. Pela janela, absorvemos as cenas que passam, de crianas acenando numa encruzilhada, gado pastando num morro distante, fileiras de plantaes, campinas e vales, montanhas e colinas rolando no horizonte, silhuetas de cidades. Mas acima de tudo, em nossa mente, est o destino final. Algum dia desceremos numa estao, onde bandas de msica e bandeiras desfraldadas nos esperam. Ao che gar l, nossos sonhos se realizaro e as peas de nossa vida se encaixaro, completando o quebra-cabea. Inquietos, andamos pelo corredor, contando os minutos, esperando, esperando, esperando chegar estao. Quando chegar a estao, tudo vai acontecer!, pensamos. Quando eu fizer 18 anos. Quando eu passar no vestibular. Quando terminar a universidade.Quando eu comprar um carro.Quando aparecer aquela pessoa especial em minha vida. Quando eu me casar Quando meu filho caula acabar a faculdade.Quando terminar de pagar as prestaes da casa.Quando eu for promovido.Quando me aposentar.Quando... Ai serei feliz.Ai poderei servir... Mais cedo ou mais tarde, descobrimos que no existe estao, no existe lugar de chegada onde encontraremos o nosso ideal. A verdadeira alegria da vida a viagem. A estao um sonho que cada vez se distancia mais de ns.84 85. Aproveite o momento um bom dito, principalmente quando associado ao salmo Pois as tuas prescries so as minhas delcias. No s o as dificuldades de hoje que preocupam os homens; so os remorsos do passado e os medos do futuro. Remorso e medo so ladres gmeos que nos roubam o presente. Pare de andar para l e para c no corredor do trem, contando os minutos. Em vez disso, escale mais montanhas, tome mais sorvete, ande mais descalo, nade em mais rios, veja mais o pr do sol, ria mais, chore menos, faa muitos amigos, ame as pessoas, e, principalmente, cuide de sua vida espiritual e sirva. A vida deve ser vivida enquanto vivemos. A estao final logo chegar...Queridos amigos: os dias passam rapidamente como o cintilar de uma estrela. Deixem sua marca agora, neste momento crtico de mudanas, cujo igual jamais retornar. Deixem sua marca em atos que lhes assegurem as bnos celestiais garantam para vocs, para a raa humana inteira, um futuro alm de qualquer estimativa terrena. A Casa Universal de Justia _ Ridvn 156 / Abril 199985 86. PACINCIA Esta a histria de um rapaz que tinha um gnio muito difcil. Seu pai lhe deu uma bolsa de pregos e lhe disse que cada vez que perdesse a pacincia, deveria pregar um prego detrs da porta. No primeiro dia, o rapaz cravou 37 pregos detrs da porta. As semanas se seguiram e, a medida que ele aprendia a controlar seu gnio, cravava cada vez menos pregos atrs da porta. Por fim descobriu que era mais fcil controlar-se que cravar pregos atrs da porta. Chegou o dia em que ele pde controlar-se durante todo o dia. Depois de informar a seu pai, este lhe sugeriu que retirasse um prego cada vez que conseguisse controlar sua raiva e impacincia. Os dias se passaram e o jovem pde finalmente anunciar a seu pai que no restavam mais pregos para retirar da porta. Seu pai o tomou pela mo e o levou at a porta. Seu pai lhe disse: Voc trabalhou muito duro, meu filho. Porm, olhe todos esses buracos na porta. Ela nunca mais ser a mesma. Cada vez que voc perde a pacincia, deixa cicatrizes exatamente como as que voc poder ver na porta. Voc pode insultar a algum e depois retirar o que disse, porm, o modo com voc falou deixa cicatrizes que perduram para sempre. Uma ofensa verbal to daninha como uma ofensa fsica. Os amigos so jias preciosas. Nos fazem rir e nos animam a seguir adiante. Nos escutam com ateno, e sempre esto prestes a abrirnos seu corao. O sbio no diz tudo o que sabe, e o ignorante no sabe o que diz. Provrbio chins86 87. SE EU FOSSE CRIAR MEU FILHO DE NOVO Se eu fosse criar meu filho de novo, Faria mais pintura a dedo, em vez de apontar o dedo, Seria menos corretivo e mais conectivo. Olharia menos o relgio, e mais para ele. Cuidaria menos de aprender, e aprenderia a cuidar mais dele. Faria caminhadas, soltaria pipas. Pararia de brincar de srio para brincar a srio. Correria mais pelos campos e contemplaria mais estrelas. Daria mais abraos e menos broncas. Construiria a auto-estima primeiro, e a casa depois. Seria menos firme, e muito mais afirmativo. Ensinaria menos sobre o amor ao poder, E mais sobre o poder do amor.Diane Loomans87 88. DE GRAA O garotinho entregou me uma folha de papel, com a seguinte relao: Cortei a grama R$ 5,00 Arrumei meu quarto ontem R$ 2,00 Fui ao supermercado para voc R$ 7,00 Tomei conta do meu irmo R$ 3,00 Levei o lixo para fora R$ 5,00 Notas boas no boletim R$ 10,00 Varri o quintal R$ 2,00 Total a receberR$ 34,00A me fitou o menino, pegou uma caneta e escreveu no verso da folha: Carreguei voc durante nove meses dentro de mim Consolei, cuidei e rezei por voc Lgrimas derramadas por voc em todos esses anos Noites em claro e preocupaes passadas, presentes e futuras Brinquedos, roupas, banhos e assoar o seu nariz Somando tudo, o custo total do amor De graa De graa De Graa De graa De graa De graaQuando o menino terminou de ler a resposta da me, seus olhos se encheram de lgrimas. Levantou o rosto e disse: - Mame, eu te amo muito e, pegando a caneta, escreveu ao lado da lista: TOTALMENTE PAGO. M.Adams88 89. O EXEMPLONum dia de sol, meu amigo Bobby, pai orgulhoso de dois filhos, levou os meninos para jogar minigolfe. Chegando bilheteria, perguntou: - Quanto custa a entrada? - Trs dlares para voc e trs dlares para crianas acima de seis anos. Abaixo de seis anos, grtis. Quantos anos eles tm? Bobby respondeu: - O engenheiro aqui tem 3 anos, e o mdico tem 7, portanto so seis dlares. - Ei, voc ganhou na loteria? Poderia ter economizado trs dlares. Era s me dizer que o mais velho tem 6 anos. Eu nunca saberia disse o rapaz da bilheteria. - verdade, mas eles saberiam disse meu amigo.Nenhum legado honestidade.tovaliosoquantoaWilliam Shakespeare89 90. VOC UMA MARAVILHA Cada segundo que vivemos um momento novo e nico no universo, que nunca mais voltar a ser... E o que passamos a maior parte do tempo ensinando s crianas? Que dois e dois so quatro e Paris a capital da Frana. Mas deveramos dizer a qualquer criana: Sabe o que voc ? Voc uma maravilha. Voc nica. Em todos os sculos que j se passaram, nunca existiu algum como voc. Seus braos, suas pernas, seus olhos, seus dedos geis, seu jeito de andar, so s seus. Voc uma mina rica em jias preciosas pois dentro de voc Deus colocou a essncia de Sua Luz. Voc tem capacidade para qualquer realizao. Voc pode ser uma luz na histria da humanidade e certamente, nunca vai querer prejudicar algum que, como voc, uma maravilha. Temos que trabalhar para fazer o mundo digno das crianas. Autor Desconhecido90 91. AGORA GOSTO MAIS DE MIM Senti um grande alvio quando comecei a entender que a necessidade dos jovens vai alm da simples matria de colgio. Sei matemtica bem, e ensino bem. Pensava que isso bastava. Porm, agora ensino crianas e no matemtica. Aceito o fato de que s posso ter sucesso parcial com alguns. Quando no preciso saber todas as respostas, tenho mais respostas do que quando tentava ser o matemtico infalvel, o professor sabe-tudo. O jovem que me levou a perceber isso foi Eddie. Uma vez perguntei ao que ele atribua o fato de estar to melhor na matria do que no ano anterior e sua resposta deu sentido minha nova orientao. porque agora gosto mais de mim quando estou com voc, ele disse. Um professor, citado por Everett ShostromUma vez que a auto-imagem de uma criana comea a se desenvolver, observamos ganhos significativos em diversas reas mas, ainda mais importante, vemos a criana comear a aproveitar a vida. Wayne Dyer91 92. AMOR: A NICA FORA CRIATIVAUm professor universitrio levou seus alunos de sociologia a uma favela de Baltimore para recolher depoimentos de 200 meninos. Depois da visita, os estudantes deveriam fazer um prognstico do futuro de cada menino. Todos os casos foram julgados sem chance. Vinte e cinco anos depois, outro professor de sociologia leu os resultados desse estudo e props que seus alunos fizessem um levantamento do que havia acontecido com aquelas crianas. exceo de 20 meninos, que tinham morrido ou se mudado para outra cidade, os estudantes descobriram que, entre os 180 restantes, 176 obtiveram sucesso acima da mdia como advogados, mdicos e comerciantes. O professor ficou muito surpreso e decidiu se aprofundar nesse estudo. Por sorte, todos moravam nas redondezas e ele pde perguntar a cada um deles: A que voc atribui seu sucesso? Todos responderam: Tive uma professora... O pesquisador descobriu que a professora ainda vivia e foi perguntar j idosa, mas ainda vivaz senhora, que frmula mgica ela havia usado para seus alunos conseguirem sair da favela e ter uma vida melhor. A velha senhora sorriu, e disse: muito simples. Eu dei amor aos meninos. Eric Butterworth92 93. No dia de Ao de Graas, o editorial do jornal falava de uma professora que tinha pedido turma do primeiro ano para desenhar alguma coisa pela qual davam graas. Ao mesmo tempo, ela pensava em quo pouco aquelas crianas de um bairro pobre tinham para agradecer. Sabia que a maior parte desenharia perus ou outras comidas na mesa. Qual no foi sua surpresa quando Douglas entregou... o contorno de uma simples mo. E de quem era a mo? A classe ficou cativada pelo enigma da imagem. - Acho que a mo de Deus que nos d comida disse uma criana. - Deve ser a mo de um fazendeiro disse outro porque cria os perus e galinhas. Finalmente, quando todos estavam entretidos com outra tarefa, a professora se aproximou de Douglas e perguntou de quem era a mo. - a sua professora ele murmurou. Ela se lembrou ento de quantas vezes, no recreio, tinha levado Douglas, um menino raqutico e desamparado, pela mo. Fazia o mesmo com outras crianas, mas significava muito para Douglas... Talvez todos devessem dar graas, no pelos bens materiais que nos so dados, mas pela oportu