Dinâmicas de Grupo - Coletânea B

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8/14/2019 Dinâmicas de Grupo - Coletânea B http://slidepdf.com/reader/full/dinamicas-de-grupo-coletanea-b 1/68 Dinâmicas As técnicas aqui apresentadas não estão classificadas como técnicas de grupo,  jogos e brincadeiras, mas como dinâmicas. Os textos e a configuração seguem o formato original do site: www.paroquiadaressurreicao.com.br/pascom/dinamic/din2a.html ANÁLISE DE MÚSICAS Objetivo: Varia de acordo com a música a ser analisada. Material: Aparelho de som, CD ou fita com as músicas a serem analisadas e letras das mesmas. Como Fazer: 1- A pessoa que aplica a dinâmica deve escolher previamente duas ou três músicas para serem analisadas. 2- Atenção: É muito importante a escolha das músicas. Lembre-se que as letras serão analisadas, logo devem dizer algo interessante. 3- São distribuídas as folhas com as letras aos participantes. 4- Quando todos já estiverem com suas folhas, o Coordenador coloca a música pra tocar orientando a todos que acompanhem a letra. 5- Ao final da música: a) Cada um diz qual a mensagem que aquela música trouxe. b) Repetir esse processo para cada música escolhida. Para Debater: > Qual frase mais chamou sua atenção? Porquê? > Qual é a ligação dessa música com a nossa vida? Com o nosso Grupo? > Com a nossa Família, Sociedade, Escola, Trabalho, etc.? JESUS TE AMA! Objetivo: Amor a Jesus e ao próximo. Material: Espaço e cadeiras para fazer uma roda. Como Fazer: 1- Faz-se uma roda com todos os participantes sentados exceto um, que ficará de pé no meio da roda. 2- Esta pessoa deverá escolher uma pessoa na roda e dizer à ela: "Jesus te ama!" 3- O participante escolhido pergunta: "Por que?" 4- Então o que está de pé diz, por exemplo: "Porque você está de blusa verde!" 5- Então, todos os participantes que estão de blusa verde, trocam de lugar entre si. Os outros permanecem sentados. 6- A pessoa que estava em pé, deve tentar sentar em algum lugar durante a troca, de forma que outro participante fique sobrando em pé. 7- Proceder dessa forma até cansar!!! Observações: a) Logicamente não é permitido falar "porque está de blusa verde!" se a pessoa estiver de blusa azul! b) Se o "motivo" escolhido só estiver presente em uma pessoa (Ex: só existir na roda uma pessoa de blusa verde), não é necessário que a pessoa saia do lugar, mas, se na afobação, a pessoa sair do lugar sem ver se outra pessoa possui a mesma característica, então o que está de pé pode tentar tomar seu lugar. 1
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    DinmicasAs tcnicas aqui apresentadas no esto classificadas como tcnicas de grupo,

    jogos e brincadeiras, mas como dinmicas. Os textos e a configurao seguemo formato original do site: www.paroquiadaressurreicao.com.br/pascom/dinamic/din2a.html

    ANLISE DE MSICAS

    Objetivo:Varia de acordo com a msica a ser analisada.Material:Aparelho de som, CD ou fita com as msicas a serem analisadas e letras dasmesmas.Como Fazer:1- A pessoa que aplica a dinmica deve escolher previamente duas ou trs msicas

    para serem analisadas.2- Ateno: muito importante a escolha das msicas. Lembre-se que as letrassero analisadas, logo devem dizer algo interessante.3- So distribudas as folhas com as letras aos participantes.4- Quando todos j estiverem com suas folhas, o Coordenador coloca a msica pratocar orientando a todos que acompanhem a letra.5- Ao final da msica:a) Cada um diz qual a mensagem que aquela msica trouxe.b) Repetir esse processo para cada msica escolhida.Para Debater:> Qual frase mais chamou sua ateno? Porqu?> Qual a ligao dessa msica com a nossa vida? Com o nosso Grupo?

    > Com a nossa Famlia, Sociedade, Escola, Trabalho, etc.?

    JESUS TE AMA!

    Objetivo:Amor a Jesus e ao prximo.Material:Espao e cadeiras para fazer uma roda.Como Fazer:1- Faz-se uma roda com todos os participantes sentados exceto um, que ficar dep no meio da roda.

    2- Esta pessoa dever escolher uma pessoa na roda e dizer ela: "Jesus te ama!"3- O participante escolhido pergunta: "Por que?"4- Ento o que est de p diz, por exemplo: "Porque voc est de blusa verde!"5- Ento, todos os participantes que esto de blusa verde, trocam de lugar entre si.Os outros permanecem sentados.6- A pessoa que estava em p, deve tentar sentar em algum lugar durante a troca,de forma que outro participante fique sobrando em p.7- Proceder dessa forma at cansar!!!Observaes:a) Logicamente no permitido falar "porque est de blusa verde!" se a pessoaestiver de blusa azul!b) Se o "motivo" escolhido s estiver presente em uma pessoa (Ex: s existir naroda uma pessoa de blusa verde), no necessrio que a pessoa saia do lugar,mas, se na afobao, a pessoa sair do lugar sem ver se outra pessoa possui amesma caracterstica, ento o que est de p pode tentar tomar seu lugar.

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    por diversas pessoas, com recortes, fotos, ou outros, para comunicar o que pensamestas pessoas sobre o determinado tema (o coordenador pode relembrar o temaque est sendo discutido).2- O grupo de 5 a 8 pessoas discutem o tema. Buscam fotos, recortes, letras de

    jornais e revistas ou outros para expressar o que discutiram. Colam tudo numacartolina.

    3- As diferentes colagens so apresentadas em plenria e discute-se o que cadacolagem quis dizer.4- As pessoas que fizeram a colagem podem complementar as interpretaes, sefor preciso.

    TESTE DOS TRS MINUTOS

    Objetivo:Refletir sobre como o desejo de competir e se sobressair leva s vezes a uma aoprecipitada.Material:

    Cpias do teste e lpis ou caneta para todos os participantes.Como Fazer:a) Entrega-se uma cpia do teste (conf. modelo abaixo) para cada participante.b) O teste deve ser feito com muita rapidez.c) Os trs primeiros que terminarem recebero um prmio.d) Quem falar, ser multado.

    Teste dos trs minutos

    1. Leia atentamente todos os tens antes de fazer qualquer coisa.2. Ponha seu nome no canto superior direito da folha.3. Faa um crculo em volta da palavra nome' do tem 2.4. Desenhe cinco pequenos quadrados no canto superior esquerdo do papel.

    5. Ponha um "x' dentro de cada quadrado.6. Faa um crculo em volta de cada quadrado.7. Ponha sua assinatura sobre o ttulo dessa pgina.8. Logo em seguida ao ttulo, escreva sim , sim, sim.9. Faa um crculo em volta do nmero do tem 7.1 0. Ponha um "X" no canto inferior esquerdo da pgina.11. Desenho um tringulo em volta do "X" que voc acabou de desenhar.12. No verso desta pgina, multiplique 13 por 12.13. Faa trs buraquinhos no topo deste papel com o seu lpis ou caneta.14. Sublinhe todos os nmeros pares desta pgina.15. Se voc chegou neste ponto do teste, d um tapinha nas costas do colega aolado.

    16. Se voc acha que conseguiu fazer tudo certo at aqui, levante o brao, conteat 3 mentalmente, abaixe o brao e prossiga.17. Com sua caneta ou lpis, d trs batidas fortes na mesa.18. Se voc o primeiro que chegou at aqui, diga alto para todos ouvirem: "Estouna frente! Vocs precisam trabalhar mais rpido!'19. Faa um quadrado em volta do nmero do item anterior.20. Agora que voc terminou de ler todos os tens cuidadosamente, Faa somente oque est no tem 2 Esquea as outras instrues.e) Quando todos tiverem respondido o teste, faz-se urna avaliao.

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    DILOGO E SITUAES COMUNITRIAS

    Objetivo:Avaliar uma comunidade que no est formada apenas para um curso mas que jtem uma convivncia maior h mais tempo.Como Fazer:a) Entrega-se uma lista de situaes a cada participante, que deve estud-las etomar a sua deciso, marcando com um "X" as que considera mais constantes emsua comunidade.Momento Pessoal:Durante 20 minutos, cada um, em particular, analisa e marca com uma cruz assituaes que devem ser avaliadas ou comunicadas aos demais.1. Tristeza habitual, aborrecimento, evaso.2. Discusses sem sentido, clima de mau humor, agressividade mtua.3. Conversas superficiais, Irias, irnicas e silncios incmodos.4. Atmosfera de desconfiana mtua, incompreenso. Preconceitos e mal-entendidos.5. Sentimentos de solido.

    6. Ter medo ou sentir medo dos outros.7. Frieza, desinteresse ou menosprezo mtuos, rivalidades.8. Individualismo, egosmo. Muito eu, eu, e meu e pouco ns e nosso.9. Sente-se vtima: os outros esto contra mim.10. Linguagens diferentes. Falta dilogo, ningum escuta ningum.11 . Paternalismo ou materialismo exagerado.12. Todos preocupados em terem cada vez mais e no em serem cada vez mais.Momento Grupal:Durante uma hora e meia os membros do grupo compartilham suas respostas e sepode tomar algum ponto que mais tenha sido ressaltado para aprofundar. O maisimportante no so os desabafos pessoais mas que se consiga encontrar um rumopara o grupo:

    > O que est se passando com o nosso grupo?> Quais so as causas disso?> Quais esto sendo as conseqncias?> Que podemos lazer para solucionar estes problemas?

    ESCALA DE VALORES

    Objetivo:Colocar o adolescente em contato com seus prprios valores, levando-o a refletirsobre o que ele considera mais importante em sua vida.Material:

    Quadro negro; caneta hidrogrfica ou giz; papel-ofcio, canetas ou lpis.Como Fazer:1) Escrever no papel manilha ou no quadro negro, com letras grandes (de maneiraque todos possam ler) algumas frases que expressem uma atitude diante da vidaou um valor.Ex.:- Para ir a uma festa Carlos no hesitou em gastar as economias que tinha paracomprar uma cala nova. (valor subtendido - a importncia do Ter)- Stefane ofereceu-se para cuidar da irm caula para sua me ir ao supermercado,mesmo tendo que adiar o encontro com o namorado. (valor subtendido -solidariedade, o que mais importante para todos).Podem ser frases mais diretas e objetivas. Com valores explcitos e no

    subtendidos.Estabelea o que mais importante:- Ir a uma festa

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    - Sair com o(a) namorado(a)- Cuidar da irm caula (ou irmo)- Almoar em famlia- Ir visitar parentes- Sair com amigos- Estudar para uma prova

    - Ter o CD mais recente do grupo do momento- Ir ao ponto de encontro dos amigos - Fazer o trabalho de escola2) Distribua as folhas de papel-ofcio entre os participantes e pea que eles adobrem ao meio, de maneira que eles tero um lado direito e outro esquerdo.3) Pea que leiam com ateno as frases escritas pelo facilitador.4) Em seguida, que escrevam do lado direito da folha, em ordem de importncia asatitudes que fazem parte da sua maneira de agir no cotidiano.5) Assim o participante dever colocar em primeiro lugar o que para ele o valormais importante de todos e assim sucessivamente, at que tenha escolhido pelomenos cinco valores.6) Aps todos terem terminado, o facilitador pede que, do lado esquerdo da folha, oparticipante escreva: quando eu era criana, para mim as coisas mais importantes

    eram...7) Depois pea que ele leia as frases comparando, estabelecendo a diferena entrea escala de valores que tem hoje e a que tinha quando era criana.8) Em seguida o facilitador pede aos participantes que discutam com seus colegasmais prximos sua lista de valores atuais (lado direito da folha).9) Todos os participantes devem discutir, em pequenos grupos, sua ordenao devalores, estabelecendo a comparao com a dos colegas.10) Depois todos devem voltar para o grupo onde o facilitador coordenar adiscusso definindo:- A escala de valores do grupo (atravs da verificao de quais valores aparecemmais em primeiro lugar, em segundo etc.).- A escala de valores de quando eram crianas.

    - A diferena entre uma escala e outra.- Que tipo de sociedade e vida em grupos os valores apresentados tendem aconstruir.Comentrio:a) uma oportunidade para os adolescentes se perceberem enquanto uma pessoaem mudana, com questionamentos sobre os valores que tinham em sua infncia,uma vez que, geralmente, os valores da infncia refletem o comportamento que ospais esperavam deles.b) possvel que se encontre uma verdadeira inverso de valores entre a infncia eo momento atual.c) importante que nestes casos o facilitador, sem criticar, aponte a necessidadeque o adolescente tem de contestao, sua busca permanente de auto-afirmao ediferenciao da famlia ou dos pais.d) importante que seja aplicada em um grupo que j tenha alguma convivnciaentre si e com o facilitador.e) O facilitador tem que ter segurana da sua capacidade de interferncia no grupocaso haja uma tendncia de conflito entre os participantes (se sentirem pessoasvazias, superficiais etc., por causa dos valores que descobrem ter).

    OS CORPOS REVELAM UMA POSIO SOCIAL

    Objetivo:Sentir que atrs de nosso corpo h a instituio (os organismos, os ritos, os direitose os temores); sentir que atrs da instituio h outras instituies; sentir queatrs das instituies h pessoas, h decises tomadas por elas, h relaes que seestabelecem entre elas, e situaes da primeira infncia que se reproduzem.

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    de si, auto-conhecimento, sensibilizao, reflexo, auto-motivao, absoroterica.Material:Envelope, papel e caneta.Como Fazer:1) Individualmente, cada integrante escreve uma carta a si prprio, como se

    estivesse escrevendo a seu(sua) melhor amigo(a).2) Dentre os assuntos, abordar: como se sente no momento, o que espera dogrupo, como espera estar pessoal e profissionalmente daqui a 30 dias.3) Destinar o envelope a si prprio (nome e endereo completo para remessa).4) O facilitador recolhe os envelopes endereados, cola-os perante o grupo e, aps45 dias aproximadamente, remete ao integrante (via correio).

    APRESENTAO

    Objetivo:Conhecimentos mtuos, memorizao dos nomes e integrao grupal.

    Como Fazer:1. Cada um dir o prprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesmainicial do seu nome. Roberto Risonho.2. O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresentaacrescentando um adjetivo para o seu nome e assim sucessivamente.Iluminao Bblica:Ap 2,17 e Sl 139

    O HELICPTERO

    Objetivo:

    Apresentao e entrosamento.Como Fazer:1. Faz-se um crculo com os participantes da reunio.2. O coordenador convida a todos a fazerem um passeio de barco a remo. Inicia-seo passeio.4. O coordenador anuncia a chegada ilha. Todos podem passear por ela, vontade (todos passeiam pela sala e cumprimentam o companheiro).5. O coordenador anuncia a todos que houve um maremoto e a ilha vai seinundada.6. Por isso, vir um helicptero para resgatar o grupo. Porm ele no comportatodos de uma vez.7. O grupo dever organizar rapidamente seguindo as orientaes.

    a) O helicptero chegou. Ele levar cinco pessoas.b) O helicptero voltou. Desta vez levar quatro pessoas, e estas devem serestranhas umas das outras.c) Nosso helicptero deu pane no motor. Veio desta vez um menor. S levar trspessoas e devem ser de comunidades diferentes. Quem no seguir orientaopoder ser jogado no mar.d) O helicptero esta a novamente. Vai levar quatro pessoas, devido o perigo deafogamento. Mas continua a exigncia o grupo deve ser formado por pessoas queainda no se conhecem.e) O helicptero no pode voltar mais. Acabou o combustvel. Temos que sair debarco. H uma exigncia fundamental: levar uma pessoa desconhecida com quemno se conversou ainda.

    f) Anuncia que todos foram salvos.Observao:D-se o tempo necessrio para os grupos discutirem as questes. Elas podem ser

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    como sugeridos abaixo ou pode-se elaborar outras de acordo com a realidade dogrupo.Sugestes para as questes:- Grupo de cinco pessoas: seu nome. Nome do grupo e o significado do mesmo.Nome da comunidade ou atua, mora. Qual o eu ideal?- Grupo de quatro pessoas: seu nome. O que faz na comunidade? Estuda? O que?

    Onde? O que espera do curso e o que gostaria que fosse tratado?- Grupo de trs pessoas: Como se sente aqui? Porque veio? O que pastoral paravoc? E movimento? Como esta organizada a pastoral na sua parquia?- Grupo de quatro pessoas: O que cu? O que achou desta dinmica deconhecimento e entrosamento? Porque?- Grupo de trs pessoas: Agora converse com algum que voc no conhece e comquem no tenha conversado ainda.Iluminao Bblica:Jo 13, 34-35 e Sl 133

    CAMISETAS

    Objetivo:Conhecimento mtuo e levantamento da realidade.Material:Alfinetes ou fita adesiva, pincis ou canetas, folhas de jornal e tesoura.Como Fazer:1. Cada participante pega uma meia folha de jornal, rasga ou corta as pontas decima no formato de camiseta.2. Escreva na camiseta de jornal: o seu nome, que trabalho faz. Onde trabalha, segosta ou no do trabalho.3. Pode dar as seguintes orientaes: escreva ou desenhe algo que caracterize suavida de trabalhador.

    4. Prega-se a camiseta no corpo e circula pela sala para cada um ler o que outroescreveu ou desenhou.

    A BALA

    Objetivo:Despertar a importncia do outro; despertar a solidariedade; perceber o nossoindividualismo e descobrir solues em conjunto com outras pessoas.Material:Algumas balas, dois cabos de vassoura ou varas e barbantes.Como Fazer:

    1. Pede-se dois voluntrios para abrir os braos.2. Por a vara ou cabo da vassoura nos ombros acompanhando os braos e amarraros braos abertos na vara, para no dobrar.3. Por as balas numa mesa e pedir aos dois para chuparem balas sem dobrar osbraos que esto amarrados.Comentrio:- Como se sentiram?- O que o grupo observou? Poderia ter sido diferente?- Por que os dois agiram assim?- Isso tem alguma coisa com o nosso dia a dia?O que acharam da dinmica?- Pode confrontar com a Palavra de Deus?

    Iluminao Bblica:At 4, 32-37 e Sl 15

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    Ao termino o coordenador deve informar que todos venceram com exceo dos quechegaram 1 e no ajudaram os seus irmos.

    DESENHO

    Material:Duas folhas de papel para cada participante, canetas hidrocor, fita adesiva, cola etesoura.Como Fazer:1. Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte docorpo humano, sem que os outros saibam.2. Aps todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco ( na certano vo conseguir pois, Tero vrios olhos e nenhuma boca... ).3. Em seguida, em outra folha de papel, pedir novamente que desenhem as partesdo corpo humano (s que dessa vez em grupo).4. Eles devem se organizar, combinando qual parte cada um deve desenhar.5. Em seguida, aps desenharem, devem montar o boneco.

    6. Terminada a montagem, cada membro deve refletir e falar sobre como foimontar o boneco. Quais a dificuldades, etc.

    DIAGRAMA DE INTEGRAO

    Material:Lpis ou caneta, papel e cartolina.Como Fazer:1. O coordenador distribui um papel para todos, a fim de que nele se escreva onome da pessoa mais importante para o sucesso do grupo, ou ainda, da pessoa dogrupo cujas idias so mais aceitas;

    2. O papel deve ser assinado de forma legvel;3. Recolhido os papeis, ser feito um diagrama no quadro-negro ou cartolina,marcando com um crculo o nome do participante escolhido, e com uma flecha, ainiciar-se com o nome da pessoa que escolheu, indo em direo escolhida.

    KARAOK

    Objetivo:Aprender o nome de todos.Como Fazer:1. O coordenador deve pedir para os participantes um circulo e logo deps deve

    mostra para todos que eles devem cantar e danar do mesmo modo que o cantorprincipal.2. O coordenador deve dar inicio parra incentivar e quebrar a timidez.3. O coordenador deve cantar assim: "O meu nome Exemplo: Jesus", e todosdevem cantar e danar assim: "O nome de dele Exemplo: Jesus".4. Todos devem cantar e danar em ritmo diferente dos que j cantaram edanaram.

    TEMPESTADE MENTAL

    Material:

    Papel, caneta, cartolina.

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    Como Fazer:1. O coordenador inicia dando um exemplo prtico:2. O coordenador forma subgrupos de aproximadamente seis pessoas.3. Cada subgrupo escolher um secretrio que anotar tudo.4. Formados os subgrupos, o coordenador dir as regras do exerccio: no havercrtica durante todo exerccio, acerca do que for dito; quanto mais extremada a

    idia, tanto melhor, deseja-se o maior nmero de idias.1 fase:O coordenador apresenta o problema a ser resolvido. Por exemplo: um navionaufragou, e um dos sobrevivente nadou at alcanar uma ilha deserta. Comopoder salvar-se: o grupo ter 15 minutos para dar idias.2 fase:Terminado, o coordenador avisa que terminou o tempo e que a crtica proibida.Inicia-se a avaliao das idias e a escolha das melhores.3 fase:No caso de haver mais subgrupos, o animador pede que seja organizada uma listanica das melhores idias.4 fase:

    Forma-se o plenrio. Processa-se a leitura das melhores idias, e procura-se formaruma pirmide cuja base sero as idias mais vlidas.

    A TEIA DA AMIZADE

    Material:Um rolo (novelo) de fio ou l.Como Fazer:1. Dispor os participantes em crculo.2. O coordenador toma nas mos um novelo (rolo, bola) de cordo ou l.3. Em seguida prende a ponta do mesmo em um dos dedos de sua mo.

    4. Pedir para as pessoas prestarem ateno na apresentao que ele far de simesmo. Assim, logo aps se apresentar brevemente, dizendo que , de onde vem,o que faz etc, joga o novelo para uma das pessoas sua frente.5. Esta pessoa apanha o novelo e, aps enrolar a linha em um dos dedos, irrepetir o que lembra sobre a pessoa que terminou de se apresentar e que lhe atirouo novelo.6. Aps faz-lo, essa segunda pessoa ir se apresentar, dizendo quem , de ondevem, o que faz etc...7. Assim se dar sucessivamente, at que todos do grupo digam seus dadospessoais e se conheam.8. Como cada um atirou o novelo adiante, no final haver no interior do crculo umaverdadeira teia de fios que os une uns aos outros.

    Comentrios:Pedir para as pessoas dizerem:- O que observaram;- O que sentem;- O que significa a teia;- O que aconteceria se um deles soltasse seu fio etc.Mensagem:Todos somos importantes na imensa teia que a vida; ningum pode ocupar o seulugar.

    A PALAVRA-IM

    Material:Cartolina ou papel, pincel atmicos ou canetas.

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    Como Fazer:1. Dispor os participantes em crculo.2. O coordenador dever escrever no centro de uma cartolina a palavra-chave, otema do encontro. (Por exemplo: escrever a palavra amor)3. Pedir para cada participante escrever em torno da palavra-chave aquilo que lhevier cabea sobre a palavra-chave.

    4. No final da dinmica, todos conversaro sobre o que escreveram, o quesentiram.Mensagem:Todas as pessoas possuem no seu interior uma parcela de verdade que necessitavir tona algum dia.

    JOO BOBO

    Objetivo:a) O objetivo desse dinmica atingido quando h empenho de toda a roda paraque o amigo que est no centro no caia.

    b) A pessoa vendada deve comentar depois de terminada a dinmica sobre aconfiana que teve que depositar em todo o grupo.c) Essa dinmica alm de muito divertida, promove unio, e confiana entre osmembros do grupo.d) Deve-se refletir tambm sobre a amizade entre o grupo e com Deus, pois se hum amigo com quem podemos contar, Deus!Material:Pano para vendar os olhos de um menino.Como Fazer:1. Forma-se um crculo com todos os participantes. Um deles somente deve ficar defora.2. Nada deve ser explicado at nesse momento.

    3. Escolhe-se uma pessoa (ela ser o Joo Bobo - de preferncia um menino) eretira da sala.4. Enquanto isso explica-se a brincadeira para todos os participantes que ficaramna sala.5. A pessoa escolhida, e que foi retirada da sala, deve ser orientada para no termedo e para se deixar levar durante a brincadeira.6. Certifique-a de que no ir se machucar.7. S ento, traz-se a pessoa j vendada para dentro da sala, coloca-a no centro docrculo e a brincadeira comea!8. As pessoas devem empurr-la devagar, de um lado para o outro, brincandorealmente de "Joo Bobo".

    SOMOS CRIAO DE DEUS

    Objetivo:Na adolescncia somos facilmente influenciados por nossos amigos. Nestadinmica, queremos mostrar que Deus deve ser a principal influncia em nossavida, e que nem sempre agir como o grupo age ou exige saudvel para cada um.Material:Caneta e papel para todos os participantes.Como Fazer:1. Sentados em crculo, cada um recebe uma folha e uma caneta; escreve o nomee faz um desenho que represente a si mesmo (pode ser um boneco de "palitinhos"

    ou com detalhes), deixar uns 2 a 3 minutos, incentivar os preguiosos e os tmidos.Observar o desenho: ele est pronto, mais ou menos, o que voc gostaria de fazer?2. Agora cada um passa o desenho para o colega do lado direito, pedir que ele

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    acrescente uma coisa ao desenho, passar novamente para a direita, repetir oprocesso umas duas ou trs vezes. Devolver o desenho ao dono.3. Observar o que foi acrescentado. Conversar sobre Deus ter nos criado (e repetiressa pergunta: o desenho est pronto, mais ou menos, o que voc gostaria defazer?). O que Deus quer de ns? E as pessoas com quem convivemos, nosinfluenciam? (O que elas nos dizem pode nos influenciar, o que fazem professores,

    amigos, acrescentam algo a ns?)4. Perguntar sobre a caracterstica que nos diferencia das outras pessoas: quetemos Cristo como Salvador; desenhar um corao e uma cruz dentro dele nanossa figura. Ser que estamos prontos aos olhos de Deus, o que mais falta emns? (Deixar um minuto de orao silenciosa onde cada um deve pedir que Deustermine de "desenh-los")

    DOIS CRCULOS

    Objetivo:Motivar um conhecimento inicial, para que as pessoas aprendam aos menos o nome

    das outras antes de se iniciar uma atividade em comum.Participantes:Indefinido, mas importante que seja um nmero par de pessoas. Se no for ocaso, o coordenador da dinmica pode requisitar um "auxiliar".Material:Uma msica animada, tocada ao violo ou com gravador.Como Fazer:1. Formam-se dois crculos, um dentro do outro, ambos com o mesmo nmero depessoas.2. Quando comear a tocar a msica, cada crculo gira para um lado.3. Quando a msica pra de tocar, as pessoas devem se apresentar para quemparar sua frente, dizendo o nome e alguma outra informao que o coordenador

    da dinmica achar interessante para o momento.4. Repete-se at que todos tenham se apresentado.5. A certa altura, pode-se, tambm, misturar as pessoas dos dois crculos para quemais pessoas possam se conhecer.

    A CANDIDATURA

    Objetivo:Expressar de maneira simptica o valor que tm as pessoas que trabalhamconosco.Material:

    Papel e caneta.Como Fazer:1. Cada grupo deve escolher um candidato para determinada misso. Por exemplo,ser presidente da associao de moradores, ser dirigente de um clube esportivo,etc.2. Cada participante coloca no papel as virtudes que v naquela pessoa indicadapara o cargo e como deveria fazer a propaganda de sua candidatura.3. O grupo coloca em comum o que cada um escreveu sobre o candidato e faz umasntese de suas virtudes.4. Prepara a campanha eleitoral e, dependendo do tempo disponvel, faz umaexperincia da campanha prevista.5. O grupo avalia a dinmica, o candidato diz como se sentiu.

    6. O grupo explica por que atribuiu determinadas virtudes e como se sentiram nacampanha eleitoral.

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    CRUELDADE

    Objetivos:Ao mesmo tempo em que as pessoas se descontraem, observar a importncia dorespeito ao outro.Material:Papel e lpis para todos.Como Fazer:1- O coordenador da dinmica explica que cada um ter que elaborar uma provaridcula e aborrecida para um dos companheiros do grupo.2- Explica que tipo de coisas podem ser propostas.3- Uma vez escritas as provas, o lder recolher os papis e, muito "cruelmente",anunciar que foi modificado o regulamento do jogo, sendo que cada um ter querealizar a prpria prova.Observao:O coordenador da dinmica poder substituir a realizao das provas por umaanlise de como cada um se sentiu ao saber que havia sido alterado o regulamento.

    CASTIGO

    Material:Papel e caneta.Como Fazer:1- Distribui-se um pedao de papel para cada pessoa.2- Diz a todos o seguinte: Somos todos irmos no ? Portanto, ningum aqui vaificar chateado se receber um castigo do irmo. Ento vocs vo escolher umapessoa, e dar um castigo ela.3- Isso ser feito da seguinte forma: no papel dever ser escrito o nome de quemvai dar o castigo, o castigo em si e o nome de quem vai realizar o castigo.

    4- Aps recolher todos os papis o animador fala o desfecho da dinmica:Acontece que o feitio virou contra o feiticeiro, portanto quem deu o castigo quevai realiz-lo.

    Observao:Caso a pessoa no queira realizar o castigo ela receber um castigo do grupo todo.Concluso:Nesta dinmica a mensagem que passa : O que no queremos para ns, nodesejamos para os outros.

    TUBARO

    Material:Um local espaoso.Como Fazer:1- O animador explica a dinmica: imaginem que agora estamos dentro de umnavio, e neste navio existem apenas botes salva-vidas para um determinadonmero de pessoas, quando for dita a frase "T afundando", os participantes devemfazer grupos referentes ao nmero que comporta cada bote, e quem ficar fora dogrupo ser "devorado" pelo tubaro (deve ser escolhida uma pessoa comantecedncia).2- O nmero de pessoas no bote deve ser diminudo ou aumentado, dependendo donmero de pessoas.

    Concluso:Responde-se s seguintes perguntas:1) Quem so os tubares nos dias de hoje?

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    2) Quem o barco?3) Quem so os botes?4) Algum teve a coragem de dar a vida pelo irmo?

    ACENDER E APAGAR

    Material:Uma caixa de fsforos e dez velas para cada equipe, latas de conserva cheias deareia para se colocar as velas, um apito ou sino para o animador.Como Fazer:1- O animador divide o grupo em duas equipes, que se organizam em filasparalelas, atrs da linha de partida.2- Em frente a cada equipe, colocam-se as velas, cobrindo o percurso que vaidesde a linha de partida at a meta (15 metros).3- O primeiro integrante de cada fila recebe uma caixa de fsforos. A um sinal doanimador, correm a acender as velas.4- Acendida a ltima, cada qual volta para sua fila e toca no ombro do segundo

    participante. Este corre a apagar as velas.5- Ao terminar, volta para sua fila e toca no ombro do terceiro. Este corre e faz omesmo que o primeiro participante.6- O exerccio continua assim at que a fila inteira participe. Ganha a equipe queterminar primeiro.Concluso:Para meditar: Para que serviu a experincia?

    CARTA DE DESPEDIDA

    Objetivos:

    Avaliar o momento concreto que esta sendo vivido pelo grupo atravs daverbalizao das emoes.Material:Papel e caneta para cada um.Como Fazer:1- Cada participante escrever numa folha uma carta de despedida do grupo.2- Nessa carta, deve comentar:a) o como est se sentindo em relao ao grupo,b) o que estava sendo o mais importante,c) se estava gostando ou no,d) do que no estava gostando,e) se vai sentir saudade... por qu?

    3- O que mais quiser acrescentar.4- Depois, as cartas so lidas em voz alta, pela prpria pessoa que escreveu ouento, trocando-se os leitores.5- Lidas todas as cartas, pode-se conversar sobre o rumo que se deve dar ao grupopara resolver o problema que se est enfrentando.

    TERREMOTO

    Objetivos:Pensar coletivamente, no ser egosta.Participantes:

    Devem ser mltiplos de trs e sobrar um. Ex: 22 ( 7x3 = 21, sobra um)

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    Material:Espao livre para que as pessoas possam se movimentar, mas quanto menor oespao mais trombadas.Como Fazer:1- Dividir em grupos de trs pessoas, lembre-se que dever sobrar um.2- Cada grupo ter 2 paredes e 1 morador.

    3- As paredes devero ficar de frente uma para a outra e dar as mos (como notnel da quadrilha da Festa Junina), o morador dever ficar entre as duas paredes.4- A pessoa que sobrar dever gritar uma das tres opes abaixo:a) MORADOR!!! - Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma"casa" e ir para a outra. As paredes devem ficar no mesmo lugar e a pessoa domeio deve tentar entrar em alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa.b) PAREDE!!! - Dessa vez s as paredes trocam de lugar, os moradores ficamparados. Obs: As paredes devem trocar os pares. Assim como no anterior, a pessoado meio tenta tomar o lugar de algum.c) TERREMOTO!!! - Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador evice-versa.5- Repetir at cansar.

    Observao:NUNCA dois moradores podero ocupar a mesma casa, assim como uma casatambm no pode ficar sem morador.Concluso:1- Como se sentiram os que ficaram sem casa?2- Os que tinham casa pensaram em dar o lugar ao que estava no meio?3- Passar isso para a nossa vida: Nos sentimos excludos no grupo? Na Escola? NoTrabalho? Na Sociedade?

    ROMANCE

    Objetivos:Oferecer um momento de descontrao e, ao mesmo tempo, trabalhar acriatividade dos participantes.Material:Lpis e papel para cada um e a lista de perguntas para o coordenador da dinmica.Como Fazer:a) Cada participante receber um pedao de papel a lpis.b) A todos se pedir que escrevam, em ordem, o seguinte ( bom que se escreva onmero de cada pergunta):1. um nome2. um lugar diferente3. uma idia

    4. um espao determinado5. um desejo6. um nmero7. sim ou no8. uma cor qualquer9. uma medida10. um hbito11. uma certa soma de dinheiro12. uma virtude13. uma cano14. nome de uma cidadec) Assim que todos tiverem terminado esta parte, o lder comear a fazer asseguintes perguntas a cada participante.d) pergunta 1, vai eqivaler o que estiver escrito na primeira linha da parte doexerccio.

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    e) Perguntas:1. qual o nome do seu noivo(a)2. onde se encontraram pela primeira vez?3. que idade ele(a) tem?4. quanto tempo namoraram?5. quais so os seus propsitos?

    6. quantas declarao de amor voc recebeu?7. convencido(a)?8. qual a cor dos seus olhos?9. que nmero de sapato cala?10. qual o seu pior defeito?11. quanto dinheiro tem para gastar com ele?12. qual a sua maior virtude?13. que cano voc gostaria de escutar no seu casamento?14. onde vocs vo passar a lua de mel?Observaes:Esta lista pode ser aumentada ou modificada, dependendo do tipo de participantes.

    MEUS SENTIMENTOS

    Objetivo:Apresentao e entrosamentoMaterial:Papel e lpis de corComo Fazer:a) Cada um deve retratar num desenho os sentimentos, as perspectivas que tm.b) Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silncio, semnenhuma comunicao.c) Num segundo momento as pessoas se renem em subgrupos e se apresentam

    dizendo o nome, de onde vem, mostrando o seu desenho explicado-o.d) O grupo escolhe um dos desenhos para ser o seu smbolo apresentando-o ejustificando.e) Pode-se tambm fazer um grupo onde cada um apresenta mostrando ecomentando o seu desenho.Palavra:Fl. 1,3-11 e Salmos 6

    MARCHA OU PONTO

    Objetivo:

    Orao, pedido de perdo, preces, reviso de vida...Material:Uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.Como Fazer:a) Mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro.b) Depois de um minuto de observao silenciosa, pedir que se expressemdescrevendo o que viram.c) Provavelmente a maioria se deter no ponto escuro. Pedir, ento, que tiremconcluses prticas.Exemplo:Em geral, nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos, daspessoas, esquecendo-nos do seu lado luminoso que, quase sempre, maior.

    Palavra:1Cor 3,1-4 e Salmos 51

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    IDENTIFICAO PESSOAL COM A NATUREZA

    Objetivo:Autoconhecimento e preces.Material:Smbolos da natureza, papel e caneta.Como Fazer:a) Contemplao da natureza. Cada um procura um elemento na natureza que maislhe chama a ateno e reflete: Porque o escolhi? O que ele me diz?b) Formao de pequenos grupos para partilha.c) Cada pequeno grupo se junta com o outro e faz uma nova partilha. O grupoescolhe um como smbolo e formula uma prece.d) Um representante de cada grupo apresenta o smbolo ao grupo, fazendo umaprece.Palavra:Gnese 1,1-25

    QUEM SOU EU? (2)

    Objetivo:Conhecimento pessoal.Material:Papel e caneta.Como Fazer:a) Refletir individualmente:- A vida merece ser vivida?- Somente a vivem os que lutam, os que querem ser algum?b) Escrever numa folha:- Quem sou eu? (enumerar seus valores, qualidades e defeitos).

    - O que eu quero ser? (escrever o que quer com a vida, os seus objetivos eiluses).- Como atuo para chegar no que quero?c) Terminada a reflexo pessoal, formar grupos para partilhar.d) Avaliao:- Como cada um se sentiu ao se comunicar?- E depois da dinmica?Palavra:Gnese 1,26-31 e Salmos 139

    A TRAVESSIA

    Objetivo:Ver o objetivo comum do grupo. Processo de comunho e unio. Anlise darealidade. (No dizer o objetivo da dinmica)Como Fazer:a) O coordenador pede a todos que se coloquem no fundo da sala ocupando todaparede.b) Pede silncio absoluto, muita ateno para a ordem que vai ser dada e quesejam rigorosamente fieis a ela. Deve manter silncio durante a dinmica.c) A ordem a seguinte: Vocs devero procurar, como grupo, atingir o outro ladoda sala, da forma mais rpida possvel e mais eficiente.Repete-se a ordem vrias vezes.

    d) O coordenador dir que a ordem no foi cumprida, pede ao grupo que recomece.Repita a ordem vrias vezes, pedindo que haja silncio.

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    NOTA: bom que haja obstculos pelo meio da sala (cadeiras...) dificultando a passagem.Ele (o coordenador) considerar a tarefa cumprida quando julgar que o grupo seaproximou do ideal alcanando o outro lado unido, obedecendo ao ritmo um dosoutros, tendo incluindo todos na travessia.Comentrios:

    1. Como cada um se sentiu?2. Quem se sentiu esmagado e desrespeitado?3.Quem mais correu ou empurrou?4. De que forma as lideranas foram se manifestando???5. Houve desistncia no meio do caminho?6. Surgiram animadores???Palavra:1Cor 12,12-27 e Salmos 133

    ESPELHO

    Objetivo:Partilha dos sentimentos.Material: Uma caixa e um espelho.Como Fazer:a) O ambiente deve ser silencioso.b) Cada um deve pensar em algum que lhe seja muito importante, a quemgostaria da ateno em todos os momentos, algum que se ama de verdade, quemerece todo cuidado.c) Entrar em contato com essa pessoa e pensar os motivos que os tornam toamada.d) Deixar tempo para interiorizao.e) Agora cada um vai encontrar a pessoa que lhe tem um grande significado.

    f) Cada um em silncio profundo se dirige at a caixa, olha a tampa e volta emsilncio para seu lugar.g) Depois se faz a partilha dos prprios sentimentos, das reflexes e concluses decada um.Palavra: Lc 12.1-3 e Salmos 131

    NMEROS

    Objetivo:Conhecimentos pessoais.Material:

    Cartes com nmeros diferentes.Como Fazer:a) Cada participante recebe um nmero que no deve ser mostrado para ningum.b) Dada a ordem, cada um vai procurar o nmero igual e no acha.c) Comentam-se as concluses tiradas. Somos nicos e irrepetveis perante aooutro.Palavra:Lc 15.3-7 e Salmos 8

    CONSTRUO DE UMA CIDADE

    Objetivo:Reflexo sobre a realidade.

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    Material:Fichas com nomes de profisses.Como Fazer:a) Cada participante recebe uma ficha com o nome de uma profisso e deveencarn-la.b) Por um instante analisar a importncia daquela profisso.

    c) Depois da interiorizao deve dizer: Vamos viajar porque aquela cidade ficadistante (atitude de quem viaja no mar).d) Depois dizer: o navio vai afundar s h um bote que pode salvar sete pessoas.e) O grupo dever decidir quais as profisses mais urgentes que devem ser salvas.f) Analisar profundamente e iluminar com um texto bblico.Palavra:Mt 7,26-27 e Salmos 127

    PERFUME - ROSA E BOMBA

    Objetivo:

    Celebrao penitencial e compromisso.Material:No h material, usar a imaginao.Como Fazer:a) O grupo deve estar em crculo.b) Colocados, imaginariamente sobre a mesa, esto o perfume, a rosa e a bomba.c) Um dos participantes pega inicialmente o vidro de perfume, faz o que quiser comele e passa para o colega do lado.d) Faz-se o mesmo com a rosa e por ltimo com a bomba.Palavra:Mt 7, 7-12 e Salmos 101

    A MALETA

    Objetivo:Conscientizao sobre a estrutura da sociedade que refora a defesa dos interessesparticulares, no estimulando o compromisso solidrio.Material:Uma maleta chaveada, chave da maleta, dois lpis sem ponta, duas folhas de papelem branco, dois apontadores iguais.Como Fazer:a) Forma-se duas equipes.b) A uma equipe entrega-se a maleta chaveada, dois lpis sem ponta e duas folhas

    de papel em branco dentro da maleta.c) A outra equipe entrega-se a chave da maleta e dois apontadores iguais.d) O coordenador pede que as duas equipes negociem entre si o materialnecessrio para cumprimento da tarefa que a seguinte: Ambas devero escrever:"Eu tenho Po e Trabalho".e) A equipe vencedora ser a que escrever primeiro e entregar a frase para ocoordenador.f) A frase deve ser anotada no quadro ou em cartaz em letra grande e legvel.Palavra:2Cor 9, 6-9 e Salmos 146

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    VIRAR PELO AVESSO

    Objetivo:Despertar o grupo para a importncia da organizao.Como Fazer:a) Formar um crculo, todos de mos dadas.b) O coordenador prope o grupo um desafio. O grupo, todos devero ficar voltadospara fora, de costas para o centro do crculo, sem soltar as mos. Se algum jconhece a dinmica deve ficar de fora observando ou no dar pistas nenhuma.c) O grupo dever buscar alternativas, at conseguir o objetivo.d) depois de conseguir virar pelo avesso, o grupo dever desvirar, voltando a estarcomo antes.Comentrios:1. O que viam? Como se sentiram?2. Foi fcil encontrar a sada? Porqu?3. Algum desanimou? Porqu?4. O que isto tem a ver com o nosso dia a dia?5. Nossa sociedade precisa ser transformada?

    6. O que ns podemos fazer?Palavra:Ex 18, 13-27 e Salmos 114

    APOIO

    Objetivo:Mostrar-lhes a importncia de se apoiar no irmo.Como Fazer:a) O coordenador deve pedir a todos os participantes que se apoiem em um p s,onde devero dar um pulo para frente sem colocar o outro p no cho, um pulo

    para a direita outro para esquerda, dar uma rodadinha, uma abaixada e etc.Mensagem:No podemos viver com o nosso individualismo porque podemos cair e no terfora para levantar. Por que ficarmos sozinhos se temos um ombro amigo do nossolado?

    ARTISTA

    Objetivo:Mostra a todos que se no tivermos Deus em nossa vida tudo fica fora do lugar.Material:

    Lpis e papel.Como Fazer:a) O dirigente pede para os participantes fecharem os olhos.b) Pea a cada participante que desenhe com os olhos fechados uma:- Casa- Nessa casa coloque janelas e portas.- Ao lado da casa desenhe uma arvore.- Desenhe um jardim cercando a casa, sol, nuvens, aves voando.- Uma pessoa com olhos, nariz e boca.- Por fim pea para escreverem a seguinte frase: SEM A LUZ DE DEUS PAI, DEUSFILHO, DEUS ESPRITO SANTO, TUDO FICA FORA DO LUGAR.c) Pea para abrirem os olhos e fazer uma exposio dos desenhos passando de um

    por um.

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    Comentrio:Sem a luz e a presena do Pai, toda obra sai imperfeita. Deus nica luz. Sem elas h trevas.

    DIFICULDADE

    Objetivo:Esclarecer valores e conceitos morais. Provocar um exerccio de consenso, a fim dedemonstrar sua dificuldade, principalmente quando os valores e conceitos moraisesto em jogo.Como Fazer:a) O coordenador explica os objetivos do exerccio.b) A seguir distribuir uma cpia do "abrigo subterrneo" a todos os participantes,para que faam uma deciso individual, escolhendo as seis pessoas de suapreferncia.c) Organizar, a seguir, subgrupos de 5 pessoas, para realizar a deciso grupal,procurando-se alcanar um consenso.

    d) Forma-se novamente o grupo maior, para que cada subgrupo possa relatar oresultado da deciso grupal.Segue-se um debate sobre a experincia vivida.ABRIGO SUBTERRNEOImaginem que nossa cidade est sob ameaa de um bombardeio.Aproxima-se um homem e lhes solicita uma deciso imediata. Existe um abrigosubterrneo que s pode acomodar seis pessoas.H doze pessoas interessadas a entrar no abrigo.Faa sua escolha, destacando seis somente.Um violinista, com 40 anos de idade, narctico viciado;Um advogado, com 25 anos de idade;A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicmio.

    Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo, ou fora dele;Um sacerdote, com a idade de setenta e cinco anos;Uma prostituta, com 34 anos de idade;Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vrios assassinatos;Uma universitria que fez voto de castidade;Um fsico, com 28 anos de idade, que s aceita entrar no abrigo se puder levarconsigo sua arma;Um declamador fantico, com 21 anos de idade;Uma menina com 12 anos e baixo QI;Um homossexual, com 47 anos de idade;Um deficiente mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilpticos.

    PESSOAS BALES

    Objetivo:Reflexo sobre a vivncia comunitria; reflexo sobre as dificuldades em se superarcrticas ou ofensas recebidas.Material:Um balo cheio e um alfinete.Como Fazer:a) O coordenador deve explicar aos participantes porque certas pessoas emdeterminados momentos de sua vida, se parecem com os bales:- Alguns esto aparentemente cheios de vida, mas por dentro nada mais tm do

    que ar;- Outros parecem ter opinio prpria, mas se deixam lavar pela mais suave brisa;

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    - Por fim, alguns vivem como se fossem bales cheios, prestes a explodir; bastaque algum os provoque com alguma ofensa para que (neste momento estoura-seum balo com um alfinete) "estourem".b) Pedir que todos dem sua opinio e falem sobre suas dificuldades em superarcrticas e ofensas.

    SER IGREJA

    Objetivo:Realar a importncia de cada um de ns na comunidade crist.Material:Uma folha em branco para cada um.Como Fazer:a) Entregar uma folha de papel ofcio para os participantes.b) Pedir para todos ao mesmo tempo, movimentar as folhas e observar; todosunidos formaro uma sintonia alegre, onde essa sintonia significa nossa caminhadana catequese, e quando iniciam alguma atividade estaremos alegres e com isso

    teremos coragem de enfrentar tudo, quando catequizar nossa salvao.c) Mas no decorrer do tempo, as dificuldades aumentaram, ficamos desmotivadospor causa das fofocas, reclamaes, atritos etc. Com isso surgem as dificuldades,os descontentamentos.d) Juntos vamos amassar a nossa folha para que no rasque, e voltaremos amovimentar a folha, todos juntos, verificando que no existe a sintonia alegre,agora s resta silncio.e) Pegaremos essa folha, colocando-a no centro da mo e fechando a mo,torcendo o centro da folha, formar uma flor.f) Essa flor ser nossa motivao, nossa alegria daqui pra frente dentro dacatequese.Comentrio:

    um convite para uma esperana, para que assumamos a responsabilidade derealizar a vida. Todos ns apenas uma parcela pessoal e social, nessa construo deuma humanidade nova? Cheia de esperana e realizaes.Palavra:Mc 3, 31 35

    O BARCO

    Objetivo:Aumentar a f em Jesus; conscientizar o ser missionrio de cada um; vestir acamisa de Cristo.

    Material:Uma folha em branco para cada um.Como Fazer:a) Somos chamados por Deus vida, e esta nossa vida ns podemos representarcomo um barco que navega em alto mar. (fazer o barco de papel).b) H momentos da nossa vida que este mar se mostra calmo, mas em muitosmomentos ns navegamos por entre tempestades que quase nos leva naufragar.Para no corrermos o risco de naufragar precisamos equilibrar bem o peso de nossobarco, e para isso vejamos o que pode estar pesando dentro desse barco.c) O barco pesa do lado direito. So as influncias do mundo. Ex: Ambio, drogas,televiso, inveja, etc.d) Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso para que ele se equilibre

    novamente. (Cortar a ponta do lado direito do barco)e) Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro agora queest pesado, precisamos tirar mais alguma coisa deste barco. Deste lado do barco

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    est pesando: egosmo, infidelidade, impacincia, desamor, falta de orao, etc.(Cortar a ponta do lado esquerdo do barco)f) Percebemos agora que existe uma parte do barco que aponta para cima: anossa f em Jesus que ns queremos ter sempre dentro do nosso barco, esta nossaf ns vamos guardar e cuidar com carinho para nos sustentar na nossa jornada.(Cortar a ponta de cima do barco e colocar em algum lugar visvel)

    g) Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou. (Abrindo parece uma camisa)Comentrio:a) Somos chamados por Deus vida, e esta nossa vida ns podemos representarcomo um barco que navega em alto mar. (fazer o barco de papel).b) H momentos da nossa vida que este mar se mostra calmo, mas em muitosmomentos ns navegamos por entre tempestades que quase nos leva naufragar.Para no corrermos o risco de naufragar precisamos equilibrar bem o peso de nossobarco, e para isso vejamos o que pode estar pesando dentro desse barco.c) O barco pesa do lado direito. So as influncias do mundo. Ex: Ambio, drogas,televiso, inveja, etc.d) Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso para que ele se equilibrenovamente. (Cortar a ponta do lado direito do barco)

    e) Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro agora queest pesado, precisamos tirar mais alguma coisa deste barco. Deste lado do barcoest pesando: egosmo, infidelidade, impacincia, desamor, falta de orao, etc.(Cortar a ponta do lado esquerdo do barco)f) Percebemos agora que existe uma parte do barco que aponta para cima: anossa f em Jesus que ns queremos ter sempre dentro do nosso barco, esta nossaf ns vamos guardar e cuidar com carinho para nos sustentar na nossa jornada.(Cortar a ponta de cima do barco e colocar em algum lugar visvel)g) Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou. (Abrindo parece uma camisa)Palavra:Mt 8, 23 27

    BILHETES

    Objetivo:Exercitar a comunicao entre os integrantes e identificar seus fatores.Material:Pedaos de papel com mensagens e fita adesiva.Como Fazer:1. Os integrantes devem ser dispostos em um crculo, lado a lado, voltados para olado de dentro do mesmo.2. O coordenador deve grudar nas costas de cada integrante um carto com umafrase diferente.

    3. Terminado o processo inicial, os integrantes devem circular pela sala, ler osbilhetes dos colegas e atend-los, sem dizer o que est escrito no bilhete.4. Todos devem atender ao maior nmero possvel de bilhetes.5. Aps algum tempo, todos devem voltar a posio original, e cada integrantedeve tentar adivinhar o que est escrito em seu bilhete.6. Ento cada integrante deve dizer o que est escrito em suas costas e as razespor que chegou a esta concluso.7. Caso no tenha descoberto, os outros integrantes devem auxili-lo com dicas.Avaliao:O que facilitou ou dificultou a descoberta das mensagens? Como esta dinmica sereproduz no cotidiano?Sugestes de Bilhetes:Sugira um filme para eu ver?; Cante uma msica para mim?; Gosto quando meaplaudem.; Sou muito carente. Me d um apoio.; Tenho piolhos. Me ajude!; Dancecomigo.; Estou com falta de ar. Me leve janela.; Me descreva um jacar.; Me

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    ensine a pular.; Tem uma barata em minhas costas!; Dobre a minha manga.; Estoudormindo, me acorde!; Me cumprimente.; Quantos anos voc me d?; Me elogie.;Veja se estou com febre.; Chore no meu ombro.; Sorria para mim.; Me faa umacareta?.

    LUZ DO MUNDO

    Material:Uma vela para cada participante, ambiente escuro (ideal se for feito noite ou emsala que possa ter as janelas fechadas), fsforo ou isqueiro, pedaos de papel, lpisou caneta, durex ou barbante.Como Fazer:1. Sentados em crculo, sugerir que fechem os olhos e faam uma oraosilenciosa, por alguns minutos; enquanto isso apague as luzes do ambiente.2. Comentar sobre a escurido do ambiente, se confortvel ficar assim sentadono escuro, o que eles fazem quando acaba a luz.3. O coordenador acende uma vela e l o texto de Mateus 5, 14-16.

    4. Perguntas:- O que quer dizer este texto?Adianta eu acender esta vela e coloc-la atrs de mim? (coloque a vela acesa atrsde voc)- Melhora se eu colocar a vela a minha frente e mais para o alto? (mostre a vela).- E se cada um de ns tivesse uma vela, ficaria mais claro?5. O coordenador levanta e d a cada participante uma vela, mas no acende.6. Perguntas:- Ficou mais claro? No, por que? O que falta?- Cristo disse que ele era a luz do mundo, de que luz ele est falando?- Ele quer iluminar os cantos escuros do mundo, como? Atravs de sua Palavra, deseu amor, de sua morte na cruz.

    7. O coordenador sugere que cada um acenda a vela do seu vizinho dizendo algosobre Cristo e ele comea colocando a chama de sua vela na do vizinho do lado,dizendo algo como: "Cristo te ama" ou "Jesus quer que voc seja Luz do Mundo".8. Cada participante deve fazer o mesmo, com o vizinho ao lado, falando uma frasediferente.9. Agora ficou mais claro o nosso ambiente, claro com a luz de Cristo.10. Perguntas:- E o que Cristo diz desta luz, ela deve ficar escondida?- O que ns devemos fazer com esta luz?Concluso:Deixar um momento de reflexo e orao; acender as luzes da sala e apagar asvelas.

    Pedir que falem sobre o que pensaram e sugerir uma atividade para levar a luz deCristo para outros.

    COSTA COM COSTA

    Objetivo:Desencadear no grupo o processo de descontrao, facilitar o entrosamento ealongar o corpo, despertando-o e criando maior disposio para os trabalhosgrupais.Como Fazer:1. Formar duplas.

    2. Cada dupla deve ficar posicionada costa com costa, bem juntinha.3. Pegar as mos um do outro, por cima, de modo a ficarem bem esticados osbraos.

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    4. Segurando as mos, dobrar bem devagar para a frente, ficando com o corpo doparceiro sobre as costas.5. Dobrar para a direita e para a esquerda, tambm.6. Efetuar cada movimento ais de uma vez (pelo menos trs).7. Soltar as mos, sem descolar os corpos.8. Comear a virar, lentamente, sem descolar, de forma que os dois de cada dupla

    fiquem frente a frente, bem juntinhos.9. Juntar as mos, palma com palma.10. Ir abrindo os braos, cm as mos coladas, bem devagar, forando para a frente(foras opostas), ficando em forma de cruz (braos abertos).11. Deslizar as mos e fechar os braos em torno do corpo do companheiro,abraando-o.Concluso:Todo esse ritual... s para um abrao. Que bom! "Aproveite e abrace tantas pessoasquantas voc queira e possa."

    MINHA METADE EST EM VOC

    Objetivo:Promover a aproximao das pessoas do grupo e incentivar o dilogo e novasamizades.Preparao:a) Recortar cartelas de cores variadas, tamanho aproximadamente de 10 x 5 cm,em nmero suficiente, de modo a no faltar para ningum.b) Escrever em cada cartela, uma frase significativa (pode ser versculo bblico,parte de uma msica, um pensamento, etc.).c) Cortar as cartelas ao meio, de modo que a frase fique dividida.Como Fazer:1. A dinmica inicia-se com a distribuio das duas metades, tendo o cuidado para

    que todos recebam.2. Estabelecer um tempo para as pessoas procurarem as suas metades.3. proporo que cada dupla se encontrar, procurar um lugar para conversar: oponto de partida a frase escrita na cartela.4. Aps dez minutos, mais ou menos, o facilitador solicita que algumas duplasfalem sobre a experincia (o que sentiram, como foi o encontro, etc.).

    EM BUSCA DO OLHAR

    Objetivo:Trabalhar o aprofundamento da integrao no grupo e exercitar a comunicao no-

    verbal.Como Fazer:1. O facilitador solicita ao grupo que todos fiquem de p em crculo a uma distnciarazovel.2. Em seguida, pede-se que a pessoas se concentrem e busquem olhar para todosno crculo.3. O facilitador poder escolher uma msica sentimental, leve, que favorea oencontro no-verbal, at sintonizar numa pessoa cujo olhar lhe foi significativo.4. Ao encontro desses olhares, as pessoas se deslocam lentamente umas para asoutras, indo se encontrar no centro do grupo.5. Abraam-se e cada uma ir se colocar no lugar da outra.6. O exerccio prossegue, at que todos tenham se deslocado em busca de algum,

    podendo, ainda, cada pessoa fazer seus encontros com quantas pessoas sintavontade.

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    Concluso:Normalmente, essa experincia de uma riqueza extraordinria. Barreiras soquebradas, pedidos de perdo so feitos, tudo isso sem que se diga uma palavra.Cabe ao facilitador ter sensibilidade para a conduo de troca de experincias noverbais. Essa dinmica tambm excelente para encerramentos de atividadesgrupais em que as pessoas passaram algum tempo juntas.

    O PNDULO

    Objetivo:Estabelecer um clima de confiana e segurana entre as pessoas. mais apropriadopara grupos que j esto convivendo h algum tempo, onde j existe um certo graude afinidade e empatia.Como Fazer:1. Pedir que as pessoas caminhem, devagar, passando umas pelas outras, olhando-se.2. Formar subgrupos de trs participantes.

    3. Dois devem ficar em p, frente a frente e o terceiro ficar entre os dois (defrente para um e de costas para o outro).4. O do meio deve ficar bem ereto, pernas juntas, braos esticados e colados spernas.5. Os outros dois devem se posicionar com uma das pernas um pouco atrs, bemfirmes, e as mos espalmadas, em posio de apoio.6. O do meio deve, de olhos fechados (preferencialmente), jogar o corpo inteiro -no flexionar apenas da cintura para cima, o corpo inteiro mesmo! - para frente epara trs, formando um pndulo.7. Depois de alguns minutos, revezar, at que os trs tenham participado doexerccio.Variao da Dinmica:

    Os mesmos procedimentos podem ser aplicados para subgrupos maiores (entrecinco e sete participantes). Desse modo, a pessoa que estiver no centro devepender para todos os lados, suavemente.Concluso:- Como foi estar no meio?- Voc teve medo?- Confiou plenamente?- Acreditou que poderia cair?- O riso (se tiver acontecido) dos que estavam segurando lhe deixou inseguro?- Teve dificuldade de se entregar totalmente? Por qu?

    QUEM SOU EU?Objetivos:Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente, num ambiente relativamentepouco inibidor.Como Fazer:1- Cada um recebe uma folha com o ttulo: "Quem sou eu?"2- Durante 10 minutos cada um escreve cinco itens em relao a si mesmo, quefacilitem o conhecimento.3- A folha escrita ser fixada na blusa dos participantes.4- Os componentes do grupo circulam livremente e em silncio pela sala, ao somde uma msica suave, enquanto lem a respeito do outro e deixa que os outros

    leiam o que escreveu a respeito de si.5-Logo aps reunir 2 a 3 colegas, com os quais gostariam de conversar para se

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    conhecerem melhor. Nesse momento possvel lanar perguntas queordinariamente no fariam.Avaliao:1- Para que serviu o exerccio?2- Como nos sentimos?

    A TROCA DE UM SEGREDO

    Objetivos:Fortalecer o esprito de amizade entre os membros do grupo.Material:Lpis e papel para os integrantes.Como Fazer:1. O coordenador distribui um pedao de papel e um lpis para cada integrante quedever escrever algum problema, angstia ou dificuldade por que est passando eno consegue expressar oralmente.2. Deve-se recomendar que os papis no sejam identificados a no ser que o

    integrante assim desejar.3. Os papis devem ser dobrados de modo semelhante e colocados em umrecipiente no centro do grupo.4. O coordenador distribui os papis aleatoriamente entre os integrantes.5. Neste ponto, cada integrante deve analisar o problema recebido como se fosseseu e procurar definir qual seria a sua soluo para o mesmo.6. Aps certo intervalo de tempo, definido pelo coordenador, cada integrante deveexplicar para o grupo em primeira pessoa o problema recebido e soluo que seriautilizada para o mesmo.7. Esta etapa deve ser realizada com bastante seriedade no sendo admitidosquaisquer comentrios ou perguntas.8. Em seguida aberto o debate com relao aos problemas colocados e as

    solues apresentadas.Possveis questionamentos:1. Como voc se sentiu ao descrever o problema?2. Como se sentiu ao explicar o problema de um outro?3. Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?4. No seu entender, o outro compreendeu seu problema?5. Conseguiu pr-se na sua situao?6. Voc sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?7. Como voc se sentiu em relao aos outros membros do grupo?8. Mudaram seus sentimentos em relao aos outros, como conseqncia dadinmica?

    AFETO

    Objetivos:Exercitar manifestaes de carinho e afeto.Material:Um bichinho de pelcia.Como Fazer:1. Aps explicar o objetivo, o coordenador pede para que todos formem um crculoe passa entre eles o bichinho de pelcia, ao qual cada integrante deve demonstrarconcretamente seu sentimento (carinho, afago, etc.).2. Deve-se ficar atento a manifestaes verbais dos integrantes.

    3. Aps a experincia, os integrantes so convidados a fazer o mesmo gesto decarinho no integrante da direita.

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    Refletir:Deve-se debater sobre as reaes dos integrantes com relao a sentimentos decarinho, medo e inibio que tiveram.

    COMUNICAO GESTICULADA

    Objetivos:Analisar o processo de comunicao gestual entre os integrantes do grupo.Material:Aproximadamente vinte fichas com fotografias ou desenhos para seremrepresentados atravs de mmicas.Como Fazer:1. O coordenador auxiliado por outros integrantes deve encenar atravs de mmicas(sem qualquer som) o que est representado nas fichas, cada qual em um intervalode aproximadamente um minuto.2. Os demais integrantes devem procurar adivinhar o que foi representado.Refletir:

    Deve-se comentar a importncia da comunicao nos trabalhos e atividades docotidiano, bem como do entrosamento dos integrantes do grupo para que juntospossam at mesmo sem se comunicar entender o que os outros pensam oudesejam fazer.

    CONHECENDO MELHOR O GRUPO

    Objetivos:Compreender os objetivos individuais e sua relao com o grupo.Material:Lpis e papel para os integrantes.

    Observao:O horizonte do desejo pode ser aumentado, como por exemplo, um sonho que sedeseja realizar no decorrer da vida.Descrio:1. O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades que gostariamde fazer nos prximos dias ou semanas (viagens, ir bem numa prova, atividadesprofissionais, familiares, religiosas, etc.).2. Ento, cada integrante deve iniciar um desenho que represente o seu desejo nafolha de ofcio.3. Aps trinta segundos o coordenador pede para que todos parem e passem afolha para o vizinho da direita, e assim sucessivamente a cada trinta segundos atque as folhas voltem origem.

    4. Ento cada integrante descreve o que gostaria de ter desenhado e o querealmente foi desenhado.Refletir:1. Importncia de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos;2. Importncia de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossasdificuldades em alcan-los;3. O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e deque maneira podemos ajud-los; 4. Citar a importncia do trabalho em grupo paraa resoluo de problemas; 5. Outros

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    A UNIO FAZ A FORA

    Objetivos:Utilidade pastoral; unio do grupo. A f como fora que pode agregar, unir e darresistncia s pessoas.Material:Um feixe de 16 varinhas (pode-se usar palitos de churrasco)Como Fazer:1. Pedir que um dos participantes pegue uma das varinhas e a quebre. ( o que farfacilmente).2. Pedir que outro participante quebre cinco varinhas juntas num s feixe ( ser umpouco mais difcil).3. Pedir que outro participante, quebre todas as varinhas que restaram, se noconseguir, poder chamar uma outra pessoa para ajud-lo.4. Pedir que todos os participantes falem sobre o que observaram e concluram.5. Terminar com uma reflexo sobre a importncia de estarmos unidos.

    SEMEANDO A AMIZADE

    Objetivos:Lanar boas semente aos amigos.Material:Trs vasos, espinhos, pedras, flores e gros de feijo.Como Fazer:1. Antes da execuo da dinmica, deve-se realizar a leitura do Evangelho de SoMateus, captulo 13, versculos de 1 9.2. Os espinhos, as pedras e as flores devem estar colocados cada qual em um vasodiferente.3. Os vasos devem estar colocados em um local visvel a todos os integrantes.

    4. Nesta dinmica, cada vaso representa um corao, enquanto que os gros defeijo, representam as sementes descritas na leitura preliminar.5. Ento, cada integrante deve semear um vaso, que simboliza uma pessoa quedeseje ajudar, devendo explicar o porqu de sua deciso.6. Pode-se definir que as pessoas citadas sejam outros integrantes ou qualquerpessoa. Alm disso, se o tempo permitir, pode-se utilizar mais que uma sementepor integrante.

    PRESENTE DE AMIGO

    Objetivos:

    Enaltecer qualidades dos integrantes do grupo.Material:Lpis e papel para os integrantes.Como Fazer:1. O coordenador divide o grupo em subgrupos de quatro a seis integrantes e, emseguida, expe o seguinte:a) "Muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. Muitasvezes ficamos preocupados por no sermos capazes de realizar coisas grandes enegligenciamos de fazer coisas menores, embora de grande significado. Naexperincia que segue, seremos capazes de dar um pequeno presente de alegriapara alguns integrantes do grupo."2. Prosseguindo, o coordenador convida os integrantes para que escrevam

    mensagens para todos os integrantes de seu subgrupo.3. As mensagens devem ser da seguinte forma:a) Provocar sentimentos positivos no destinatrio com relao a si mesmo;

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    reflexo.6. Ento, os integrantes devem ser divididos em subgrupos de trs ou quatropessoas onde cada integrante deve partilhar sua orao.7. Depois o grupo reunido e quem quiser pode apresentar sua orao ao grupo.8. Por ltimo realizado um debate sobre os objetivos da dinmica e a experinciaque a mesma trouxe para os integrantes.

    Refletir:1. Como se sentiu recordando o passado?2. O que mais chamou a ateno?3. Qual foi a reao para com acontecimentos tristes?4. Como tem sido a experincia com Deus?5. Qual a importncia Dele em nossas vidas?6. Pode-se ainda comparar os salmos redigidos com os salmos bblicos.

    PALAVRA ILUMINADA

    Objetivos:

    Verificar a opinio do grupo com relao a algum tema baseado em passagensbblicas.Material:Uma vela e trechos selecionados da Bblia que tratem do assunto a ser debatido.Observao:Para grupos cujos integrantes j se conhecem, a parte relativa apresentao podeser eliminada da dinmica.Como Fazer:1. A iluminao do ambiente deve ser serena de modo a predominar a luz da vela,que simboliza Cristo iluminando os nossos gestos e palavras.2. Os participantes devem estar sentados em crculo de modo que todos possamver a todos.

    3. O coordenador deve ler o trecho bblico inicial e coment-lo, sendo que a pessoaa sua esquerda deve segurar a vela.4. Aps o comentrio do trecho, a pessoa que estava segurando a vela passa amesma para o vizinho da esquerda e se apresenta ao grupo.5. Em seguida esta pessoa realiza a leitura de outro trecho da bblia indicado pelocoordenador e faz seus comentrios sobre o trecho.6. Este processo se realiza sucessivamente at que o coordenador venha a segurara vela e se apresentar ao grupo.7. Ento, o coordenador l uma ltima passagem bblica que resuma todo ocontedo abordado nas passagens anteriores.8. Aps a leitura desta passagem, os integrantes do grupo devem buscar a opiniodo grupo como um todo, baseado nos depoimentos individuais, sobre o tema

    abordado.9. Quando o consenso alcanado apaga-se a vela.10. Por ltimo pode-se comentar a importncia da Luz (Cristo) em todos os atos denossas vidas.

    O ESPELHO

    Objetivos:Despertar para a valorizao de si. Encontrar-se consigo e com seus valores.Material:Um espelho escondido dentro de uma caixa, de modo que ao abri-la o integrante

    veja seu prprio reflexo.Como Fazer:1. O coordenador motiva o grupo:

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    a) "Cada um pense em algum que lhe seja de grande significado. Uma pessoamuito importante para voc, a quem gostaria de dedicar a maior ateno em todosos momentos, algum que voc ama de verdade... com quem estabeleceu ntimacomunho... que merece todo seu cuidado, com quem est sintonizadopermanentemente... Entre em contato com esta pessoa, com os motivos que atornam to amada por voc, que fazem dela o grande sentido da sua vida..."

    2. Deve ser criado um ambiente que propicie momentos individuais de reflexo,inclusive com o auxlio de alguma msica de meditao.3. Aps estes momentos de reflexo, o coordenador deve continuar:b) "...Agora vocs vo encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que ogrande significado de sua vida."4. Em seguida, o coordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao localonde est a caixa (um por vez).5. Todos devem olhar o contedo e voltar silenciosamente para seu lugar,continuando a reflexo sem se comunicar com os demais.6. Finalmente aberto o debate para que todos partilhem seus sentimentos, suasreflexes e concluses sobre esta pessoa to especial.7. importante debater sobre os objetivos da dinmica.

    A VIAGEM

    Objetivos:Definir as prioridades pessoais.Material:Papel e caneta para cada integrante.Como Fazer:1. O coordenador pede para que cada pessoa escreva cinco sonhos pessoais decada um.2. E comea a dizer:

    a) Lembrando que esse sonhos sero nossa bagagem de uma viagem muitoespecial, a viagem da nossa vida, iremos para outro pas, numa longa jornada.b) Com nossos sonhos em mos e saindo de casa, temos nossa primeiradificuldade, nem todos os nosso sonhos cabem no carro que vai nos levar, assimtemos que abandonar um.c) Qual deles seria?d) Seguindo viagem, nosso carro quebra e temos que seguir a p, mas devido aopeso das nossas bagagens temos que deixar outra de lado, ficando somente comtrs.e) Qual sonho foi abandonado?f) Em nossa caminhada nos deparamos com um cachorro que comea a correratrs de ns para nos atacar, e para podermos escapar de uma mordida temos que

    deixar outro sonho, ficando com dois sonhos.g) Qual sonho ficou para trs?h) Aps um caminho tortuoso at a entrada no outro pas, encontramos umaalfndega onde somos barrados e temos que seguir somente com uma mala, qualsonho deixamos?h) Qual o nosso maior sonho que nunca abandonamos?Para o plenrio:1. O carro cheio representa a nossa famlia e ou amigos que nos fazem desistir dealguns sonhos.2. O peso das malas representa o tempo no qual tentamos realizar esse sonho quepelo cansao desistimos.3. O cachorro tem conotao de perseguio, assim como Jesus disse que seusdiscpulos seriam perseguidos, isso uma purificao.4. Finalmente a alfndega que significa a porta dos cus, nossa ltima passagemantes de assumir um nico sonho para nossa vida inteira.

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    Refletir:1. Qual hora foi mais difcil para abandonar um sonho?2. O que me motiva durante as dificuldades?3. Que retribuio devo esperar se seguir corretamente todos os meus passos nestaviagem?4. Qual a retribuio que Deus deu para mim?

    JOGO COMUNITRIO

    Objetivos:Descontrair e ao mesmo tempo ajudar a memorizar o nome dos outrosparticipantes.Material: uma flor.Como Fazer:1. Os participantes sentam-se em crculo e o animador tem uma flor na mo. Dizpara a pessoa que est sua esquerda : "Senhor... (diz o nome da pessoa), recebaesta flor que o senhor...(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou... " E entrega

    a flor.2. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa.3. Quem trocar ou esquecer algum nome, passar a ser chamado pelo nome de umbicho. Por exemplo, gato.4. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez de dizerem seunome, devem cham-lo pelo nome do bicho.5. O animador deve ficar atento e no deixar os participantes entediados. Quantomais rpido se faz a entrega da flor, mais engraado fica o jogo.

    JOGOS DE BILHETES

    Objetivos:Exercitar a comunicao entre os integrantes e identificar seus fatores.Material:Pedaos de papel com mensagens e fita adesiva.Como Fazer:1. Os integrantes devem ser dispostos em um crculo, lado a lado, voltados para olado de dentro do mesmo.2. O coordenador deve grudar nas costas de cada integrante um carto com umafrase diferente.3. Terminado o processo inicial, os integrantes devem circular pela sala, ler osbilhetes dos colegas e atend-los, sem dizer o que est escrito no bilhete.4. Todos devem atender ao maior nmero possvel de bilhetes.

    5. Aps algum tempo, todos devem voltar a posio original, e cada integrantedeve tentar adivinhar o que est escrito em seu bilhete.6. Ento cada integrante deve dizer o que est escrito em suas costas e as razespor que chegou a esta concluso.7. Caso no tenha descoberto, os outros integrantes devem auxili-lo com dicas.Refletir:1. O que facilitou ou dificultou a descoberta das mensagens?2. Como esta dinmica se reproduz no cotidiano?Sugestes de bilhetes:a) Em quem voto para presidente?b) Como se faz arroz?c) Sugira um nome para meu beb?

    d) Sugira um filme para eu ver?e) Briguei com a sogra, o que fazer?f) Cante uma msica para mim?

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    g) Gosto quando me aplaudem.h) Sou muito carente. Me d um apoio.i) Tenho piolhos. Me ajude!

    j) Estou com fome. Me console!k) Dance comigo.l) Estou com falta de ar. Me leve janela.

    m) Me descreva um jacar.n) Me ensine a pular.o) Dobre a minha manga.p) Quero um telefone. Que fao?q) Me elogie.r) Me xingue.s) Veja se estou com febre.t) Chore no meu ombro.u) Estou de aniversrio, quero meu presente.w) Sorria para mim.v) Me faa uma careta?

    TEMORES E ESPERANAS

    Objetivos:Conscientizar o grupo sobre suas motivaes, desejos e esperanas; suas angstiase temores.Material:Uma folha em branco e caneta, cartolina ou papelgrafo.Como Fazer:1. O coordenador comea falando que todo mundo tem medos e esperanas sobrequalquer coisa, e se tratando sobre um grupo de jovens isso tambm ocorre, e essadinmica serve para ajudar a expressar esses medos.

    2. Formam-se subgrupos de 4 a 7 pessoas.3. Distribuir uma folha em branco e uma caneta para cada subgrupo, seria bom quecada subgrupo tivesse um secretrio para fazer anotaes sobre o que for falado.4. Em seguida cada subgrupo devera expressar seus temores e esperanas comrelao ao trabalho que ser feito.5. Aps cada subgrupo dever expor suas concluses ao coordenador que anotarna cartolina ou no papelgrafo e demonstrar que no so muito diferentes dosdemais.

    JOGO DA VERDADE

    Objetivos:Conhecimento mtuo; desibinio.Material:Relao de perguntas pr-formuladas, ou sorteio destas.Como Fazer:1. Apresentao do tema pelo coordenador, lembrando de ser utilizado o bom sensotanto de quem pergunta como quem responde.2. Escolhe-se um voluntrio para ser interrogado, sentando numa cadeira localizadano centro do crculo (que seja visvel de todos).3. O voluntrio promete dizer somente a verdade, pode-se revezar a pessoa que interrogada se assim achar necessrio.4. Aps algumas perguntas ocorre a reflexo sobre a experincia.

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    DIAGRAMA DE INTEGRAO

    Objetivos:Apresentar uma ilustrao grfica do relacionamento dos membros de um grupo.Material:Lpis ou caneta, papel e cartolina.Como Fazer:1. O coordenador distribui um papel para todos, afim de que nele se escreva onome da pessoa mais importante para o sucesso do grupo, ou ainda, da pessoa dogrupo cujas idias so mais aceitas.2. O papel deve ser assinado de forma legvel.3. Recolhido os papeis, ser feito um diagrama no quadro-negro ou cartolina,marcando com um crculo o nome do participante escolhido, e com uma flecha, ainiciar-se com o nome da pessoa que escolheu, indo em direo escolhida.

    EXERCCIO DA CONFIANA

    Objetivos:Acelerar o processo de conhecimento mtuo no grupo; estudar as experincias daprpria descoberta; desenvolver a autenticidade no grupo; dar a todos aoportunidade de falar e de escutar.Material:Papel com perguntas para serem respondidas em pblico por cada membro.Como Fazer:1. O coordenador faz uma breve introduo do exerccio, falando sobre adescoberta pessoal e a importncia do exerccio.2. Distribuir, uma papeleta para cada um; um a um, os participantes lero apergunta que estiver na papeleta, procurando responder com toda sinceridade;3. No final, segue-se um debate sobre o exerccio feito.

    Exemplos de pergunta:a) Qual o seu hobby predileto ou como voc preenche o seu tempo livreb) Que importncia tem a religio na sua vidac) O que mais o aborreced) Como voc encara o divrcioe) Qual a emoo mais difcil de se controlarf) Qual a comida que voc menos gostag) Qual o trao de personalidade que lhe mais marcanteh) Qual , no momento, o seu maior problemai) Na sua infncia, quais foram os maiores castigos ou crticas recebidas

    j) Quais so seus maiores receios em relao a vivncia em grupok) Qual a sua queixa em relao vivncia em grupo

    l) Quem do grupo voc escolheria para com ele passar suas friasm) Voc gosta mais de viver numa casa ou num apartamenton) Qual o pas que voc gostaria de visitaro) Quais so algumas das causas da falta de relacionamento entre alguns pais efilhos

    O PRESENTE DA ALEGRIA

    Objetivos:Promover um clima de confiana pessoal, de valorizao pessoal e um estmulopositivo, no meio do grupo; dar e receber um "feedback" positivo num ambiente

    grupal.Material:Lpis e papel.

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    Como Fazer:I. O coordenador forma subgrupos e fornece papel para cada participante;II. A seguir, o coordenador far uma exposio, como segue: "Muitas vezesapreciamos mais um presente pequeno do que um grande. Muitas vezes ficamospreocupados por no sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamosde fazer coisas menores, embora de grande significado. Na experincia que segue,

    seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para cada membro dogrupo";III. Prosseguindo, o coordenador convida os membros dos subgrupos para queescrevam uma mensagem para cada membro do subgrupo. A mensagem visaprovocar em cada pessoa sentimentos positivos em relao a si mesmo;IV. O coordenador apresenta sugestes, procurando induzir a todos a mensagempara cada membro do subgrupo, mesmo para aquelas pessoas pelas quais nosintam grande simpatia. Na mensagem dir:a) Procure ser especfico, dizendo por exemplo: "gosto do seu modo de rir toda vezque voc se dirige a uma pessoa", em vez de: "eu gosto de sua atitude", que mais geral;b) Procure escrever uma mensagem especial que se enquadre bem na pessoa, em

    vez de um comentrio que se aplique a vrias pessoas;c) Inclua todos, embora no conhea suficientemente bem. Procure algo de positivoem todos;d) Procure dizer a cada um o que observou dentro do grupo, seus pontos altos,seus sucessos, e faa a colocao sempre na primeira pessoa, assim: "eu gosto" ou"eu sinto";e) Diga ao outro o que encontra nele que faz voc ser mais feliz;f) Os participantes podero, caso queiram, assinar a mensagem;g) Escritas as mensagens, sero elas dobradas e colocadas numa caixa para serrecolhidas, a seguir, com os nomes dos endereados no lado de fora.

    TESTE DE RESISTNCIA A PRESSO SOCIALObjetivos:Criar na pessoa a capacidade, o equilbrio e a maturidade suficientes para aceitarcrticas, superar impasses, pessimismos, desnimos, censuras sociais e outras.Como Fazer:Este exerccio muito vlido, sendo aplicado depois que o grupo j atingiu umdeterminado grau de solidariedade e conhecimento mtuo, e sendo por todosaceito. Para sua realizao:1. Dois ou trs participantes, voluntrios ou escolhidos pelo grupo, um de cada vezimplacavelmente vai a passarela em frente de cada participante e diz-lhe tudo oque lhe parece saber, os aspectos positivos, negativos e reticncias;

    2. Havendo tempo e interesse, timo que todos o faam, constituindo, assim,tantas "fotos" de cada indivduo, quantos forem os participantes;3. Este exerccio permite, entre outras, a seguinte variao: o coordenador poderpedir que cada participante aponte os aspectos positivos, negativos e reticncias doseu colega sentado direita.

    EU E MEU GRUPO

    Objetivos:Avaliar o grupo e a contribuio de cada um de seus membros.Como Fazer:

    1. Cada um responde em particular s perguntas:a) que me agrada no grupo?b) que no me agrada?

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    demais, respondendo-a em seguida.2. As perguntas podem ser reutilizadas.3. Propostas de perguntas:a) Como era seu melhor amigo(a)?b) Como foi sua crisma?c) Como foi sua Primeira Eucaristia?

    d) Como seu pai gostaria que voc fosse?e) O que voc imaginava ser quando crescesse?f) Quais os seus sonhos de infncia?g) Qual a melhor lembrana de seu padrinho?h) Qual a melhor lembrana de seu pai?i) Qual a melhor lembrana de sua infncia?

    j) Qual a melhor lembrana de seu madrinha?k) Qual a melhor lembrana de seu me?l) Qual a sua primeira grande alegria?m) Qual o seu primeiro contato com Deus?n) Quando voc descobriu que Cristo morreu por ns?o) Quando voc rezou a primeira Ave-Maria?

    p) Quem te ensinou a rezar pela primeira vez?

    KINDER OVO

    Objetivos:Mostrar a importncia de ter valores e planos para a nossa vida, que nica.Material:Ovos de chocolate da marca Kinder na mesma quantidade do nmero deintegrantes.Como Fazer:1. O coordenador deve pedir que os integrantes fechem os olhos.

    2. Em seguida deve comear a contar a estria de um pssaro azul muito belo ecapaz de vos muito altos, por lugares muito bonitos, que est trazendo umasurpresa para os integrantes do grupo.3. O relato deve comear por lugares distantes, com uma descrio detalhada dabeleza destes lugares e de como eles fazem parte do plano de Deus.4. Aos poucos o pssaro azul deve se aproximar do local da reunio, sempre sedestacando a perfeio e a beleza de todos os lugares.5. Por fim, o pssaro chega no local da reunio com uma surpresa para cadaintegrante.6. Estes podem ento abrir os olhos e cada um ver a sua frente um Kinder ovo.7. O relato deve ser bem trabalhado e dar tempo para que todos os ovos sejamdevidamente colocados prximo aos integrantes. Para isso, o coordenador deve se

    locomover durante o relato.8. Para garantir os resultados da dinmica, os ovos no podem ser vistos pelosintegrantes antes do final do relato.9. Aps abrirem os olhos, os integrantes devem abrir seus ovos e montar suasurpresa trazida pelo pssaro azul.Ento devem ser colocados os seguintes questionamentos ao grupo:a) O que voc esperava que fosse trazido pelo pssaro azul para voc?b) De que forma voc pensa que est inserido no plano de Deus?c) O que te espera no futuro?d) O que VOC est construindo na sua vida, que um todo indivisvel?

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    A PORTA

    Objetivos:Aprofundar os laos de amizade entre os integrantes do grupo.Como Fazer:1. O grupo deve estar disposto na forma de um crculo onde todos estejamabraados.2. Convida-se um integrante, de preferncia o coordenador, para que se retire docrculo e escolha uma porta para entrar (um espao entre dois integrantes nocrculo).3. O integrante deve explicar o motivo pelo qual os escolheu e o motivo pelo qualest no grupo.4. A pessoa a esquerda na porta escolhida deve se retirar do crculo e continuar oprocesso at que todos tenham participado.

    A CASA

    Objetivos:Despertar para a importncia do indivduo no grupo e na vida.Material:Uma cartolina e lpis de cor.Como Fazer:1. O coordenador deve desenhar um retngulo de cor fraca na cartolina e incentivarcada integrante a ajudar na construo de uma casa.2. Cada um deve ser incentivado a refletir para que escolha as partes que orepresentam ou que deseja representar no grupo.3. Depois de todos ilustrarem seu papel no grupo, cada um deve expor ao grupo arazo de seu desenho.4. Ao final, o coordenador deve ressaltar que Deus concede a graa a cada um de

    ns e essa graa o nosso prprio modo de ser que, iluminado pela sabedoria doamor, colocado a disposio das necessidades dos outros. Isso promove ocrescimento mtuo, pois engloba a contribuio de cada um.5. bem verdade que somos seres individuais, nicos, mas que somos iguaisperante o amor de Cristo. A vida na comunidade crist exige servio de nossosirmos atravs do amor.6. Cada um, de sua forma, sendo porta, janela, telhado, parede (todos oselementos que apareceram durante a dinmica) importante para a formao dotodo, da casa.7. Com nossa contribuio possvel construir um lugar de forte e mtuocrescimento espiritual, onde a gente se fortalea para caminhar harmoniosamentedentro da comunidade crist.

    A BALA

    Objetivos:Abordar pontos positivos e negativos individuais dos integrantes do grupo.Material:Balas de cereja (com sabor azedo) e bombons na proporo de uma de cada tipopara cada integrante do grupo.Observaes:Nada impede que o nmero de balas e bombons seja aumentado ou que osmesmos sejam novamente utilizados durante a dinmica, opo do coordenador.

    Esta dinmica mais indicada para grupos homogneos em termos de laos deamizade.

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    Como Fazer:1. O coordenador deve distribuir as balas e bombons para os integrantes do grupo.2. Cada integrante deve distribui-los do seguinte modo:a) O bombom dado a uma pessoa que tenha feito algo positivo que tenhachamado a ateno do integrante.b) A bala azeda dado a uma pessoa que tenha agido de maneira que tenha

    entristecido a pessoa que deu a bala ou alguma outra pessoa.3. A distribuio no deve apresentar nenhuma ordem em especial, sendototalmente espontnea.4. Uma bala ou bombom pode ser dado a algum que j tenha recebido outra domesmo tipo.5. Os integrantes podem dar balas ou bombons para si prprios.6. A apresentao correspondente s balas azedas deve ser feita com sinceridade,mas tambm com muita sensibilidade para que a pessoa, sem ser ofendida, possarever algumas de suas aes.

    TRENZINHO

    Objetivos:Fazer com que as pessoas memorizem os nomes umas das outras.Como Fazer:1. Durante um curto tempo as pessoas podem andar pela sala relembrando o nomede todos os participantes do grupo e reparando em pelo menos uma qualidade decada um.2. Passado esse tempo, um dos coordenadores, identificado como locomotiva, saicorrendo em volta da sala e diz o nome e qualidade de algum, que se prende alocomotiva chamando outra pessoa pelo nome e destacando uma qualidade.3. Segue-se at formar o trem com todos participantes.

    FAZENDO COMPRAS

    Objetivos:Para descontrao e memorizao de nomes de todos do grupo.Como Fazer:1. Todos esto sentados em crculos e o coordenador, em p, diz: Fui fazer comprascom... (e diz o nome de vrias pessoas do grupo).2. De repente, acrescenta: No tenho mais dinheiro.3. Quem teve o nome citado deve trocar de lugar rapidamente e o coordenador sesenta entre eles.4. Algum ficar sem lugar, em p. Este ser o prxima a fazer compras e assim

    continua.5. Se algum no perceber que seu nome foi citado e por isso no se levantar, sero que vai fazer compras.

    ANNCIOS CLASSIFICADOS

    Objetivos:Apresentar pessoas que quase no se conhecem.Material:Papel e cante para cada um.Como Fazer:

    1. Cada participante recebe uma folha em branco e nela escreve um anncioclassificado sobre ele mesmo, se oferecendo para um servio, curso ou outra coisa.2. A folha no pode conter nome.

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    FOTOLINGUAGEM - COMUNICAO

    Objetivos:Olhando para as fotos sobre a realidade que se vive, aprender a ligar dois ou maisfatos e ter uma opinio sobre eles.Material:Fotos de jornais e revistas espalhadas por toda a sala.Como Fazer:Os participantes passeiam pela sala, olhando as fotos e escolhem duas fotos quetenham ligao entre si. Depois, durante 7 minutos, pensam nas seguintesquestes:a) Que realidade me revelam?b) Qual a ligao entre elas?c) Por que me identifiquei com elas?Refletir:Cada um apresenta as fotos e as concluses s quais chegou. O restante do grupopode questionar a ligao dos fatos entre si e fazer umas duas perguntas paraclarear melhor as afirmaes.

    MINHA BANDEIRA PESSOAL

    Objetivos:Possibilitar aos participantes a identificao das suas habilidades e limitaes.Material:Fichas de trabalho, lpis preto, lpis de cor, borrachas.Como Fazer:1. Grupo espalhado pela sala. Sentados. Dar a cada participante uma ficha detrabalho. Distribuir o material de desenho pela sala.2. Explicar ao grupo que a bandeira geralmente representa um pas e significa algo

    da histria desse pas. Nesta atividade cada um vai construir sua prpria bandeira apartir de seis perguntas feitas pelo coordenador.3. Pedir que respondam a cada pergunta por intermdio de um desenho ou de umsmbolo na rea adequada. Os que no quiserem desenhar podero escrever umafrase ou algumas palavras, mas o coordenador deve procurar incentivar aexpresso pelo desenho.4. O coordenador faz as seguintes perguntas, indicando a rea onde devem serrespondidas:- Qual o seu maior sucesso individual?- O que gostaria de mudar em voc?- Qual a pessoa que voc mais admira?- Em que atividade voc se considera muito bom?

    - O que mais valoriza na vida?- Quais as dificuldades ou facilidades para se trabalhar em grupo?Dar cerca de vinte minutos para que a bandeira seja confeccionada.5. Quando todos tiverem terminado, dividir o grupo em subgrupos e pedir quecompartilhem suas bandeiras.6. Abrir o plenrio para comentar o que mais chamou a ateno de cada um em suaprpria bandeira e na dos companheiros. Contar o que descobriu sobre si mesmo esobre o grupo.7. No fechamento do encontro, cada participante diz como se sente aps tercompartilhado com o grupo sua histria pessoal.Comentrios:1. Tomar conscincia das suas habilidades e limitaes propicia um conhecimento

    mais aprofundado sobre si mesmo, suas habilidades, facilitando as escolhas queprecisa fazer na vida.2. Feita dessa forma, a reflexo torna-se prazerosa, evitando resistncias. um

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    trabalho leve e ao mesmo tempo profundo. Permite que o grupo possa entrar emreflexes como a escolha profissional.

    CONSTELAO DE AMIGOS

    Objetivos:Conhecer mais nossas relaes com as pessoas e perceber qual a influncia delassobre nossa vida.Material:Papel em branco e caneta para todos os participantes.Como Fazer:1. Todos recebem uma folha em branco e marcam um ponto bem no centro dela.Este ponto representa o desenhista.2. Desenhar diversos pontos nas extremidades da folha, significando cada pessoacom quem voc tenha relao, seja boa ou m; pessoas que voc influencia ou queinfluenciam voc (pode-se escrever junto o nome ou as iniciais).3. Traar flechas do ponto central, voc, para os pontos perifricos, as pessoas que

    esto em sua volta, segundo o cdigo que segue:a) --> Flecha com a ponta para fora: pessoas que influencio ou que aprecio.b)

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    solidariedade, o que mais importante para todos).Podem ser frases mais diretas e objetivas. Com valores explcitos e nosubtendidos.Estabelea o que mais importante:- Ir a uma festa- Sair com o(a) namorado(a)

    - Cuidar da irm caula (ou irmo)- Almoar em famlia- Ir visitar parentes- Sair com amigos- Estudar para uma prova- Ter o CD mais recente do grupo do momento- Ir ao ponto de encontro dos amigos- Fazer o trabalho de escola2 - Distribua as folhas de papel-ofcio entre os participantes e pea que eles adobrem ao meio, de maneira que eles tero um lado direito e outro esquerdo.3 - Pea que leiam com ateno as frases escritas pelo facilitador.4 - Em seguida, que escrevam do