Director-proprietأ،rio MARIO RODRIGUES~*~ ^—^ ,â€‍. I te ... da de gorlllao أ، qual...

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Transcript of Director-proprietأ،rio MARIO RODRIGUES~*~ ^—^ ,â€‍. I te ... da de gorlllao أ، qual...

  • WÈ!k;ms-

    ,fi

    B^^-wf-^TO^B^i^iwJB ' «StiS lati Anno III - N. 381

    mas... barquinhos de ^.apeL.;_-

    I te lraaicailiifeyolii6gop8Pliiie.il O que viu cm Lisboa um redactor d'A MANHA

    Um punhado de notas sobre o ultimo mo- vimento sedicioso em Portugal

    As conferências de Attilio Milano em Lisboa

    A

    Chegou, hontem, a«j Blo, a bor- do do "Almirante Alexandrino", o nosso companheiro do trabalho Attilio Milano.

    Um dos nomes mais festejados nos nossos olroúlps literários, At-

    tllio Milano 6 também uni espi- rito moderno, observador e uc-rs-

    picaz. Estando em Lisboa; quando

    Portugal viveu a hora trágica da

    ¦Mn*» '¦¦•***¦'¦• MIIWll II ¦* '••¦'^•••¦¦^¦¦•¦•«•••••Cfc I

    ammmmwmwmwmmmmwwÊmwmwiÊmWÊiÊÊKmÊÊmwÊÊmwsmmmwmn

    Tenente-coronel Passos c. Souza, ministro da Guerra,

    __«./¦• õOMiw.oiKa-fJ.u o assedio an -Portu

    Revolução, ninguém' melhor que ©11c poderia pintar-nos o que Eoi

    o formidável movimento sedlciq- so que empolgou ria pouco a ut-

    tenção do inundo.

    AS CAUSAS DA KHVOLVÇÃO

    — A recente revolução portu-

    guòza — disse-nòs Attilio Mila-

    no --¦ fui, sem duvida, «. maior

    movimento sedicioso que já houve om Portugal. As causas. que a

    deteriniimíarri', não são ainda bem

    conlu-oidas. Sabo-so, apenas, vtç-

    gamente, que ellu. correspondeu

    te julgou-o, quando dt* «ua expio* são, de caracter bolchevista. I*n- tro oa que partilharam «lessa opl- nião, está o illustre. Sr. Fldelino do Figueiredo, um nome do gran- do responsabilidade, muito acata- do aqui o em Portugal.

    A ACTUAÇÃO DE JAYMJJ CORTEZÂÓ

    Qual o papel exercido tio movimento pelo Sr. Jaymo Cor- tezão '.'

    Ainda não esta bem esiia- recldo. A opinião gorai, no inicio da revolta, era a de que o Sr. Jaymo (Jortezão fosse um. dos prlncipaes organizadores do nio- vlmento. Director da Blbliothcca Nacional, contava com a solida- riedade do vários de seus auxilia- res, que fugiram com olle de Lisboa. Constava, mesmo, na ca-

    pitai portugueza, que Jayme Cor* tezão adherira á ideologia com- munlsta, embora náo pertencesse a nenhuma organizarão bolche- vista.

    O MOVIMENTO DE LISBOA

    — Assistiu ao movimento es- talado em Lisboa '.'

    —• listava justamente em Lis- boa, quando houve a rebcllião. O movimento rebentou no Bato, onde se installou o quartel gene- ral Uo:. revolucionários. Os jor- naes governistas foram empas- tellados. Grupos de civis percor* riam as ruas, vivando íl revolu- tjãu, O ambiente fazia crer na

    próxima victoria do movimento. Cria-se tttnlo nesta victoria. quo o . "Dlitrlo de Noticias" chegou a

    publicar uma edição com copio- sajj informações sobre 03 aconte- clmentos do fonto revolucionária.

    iiuielieira cm uma rua de Lisboa

    ao pensar e ao sentir do espiri- tos llboraes, descontentes com a

    férrea dlctudutti milltaf do gene- vai Carmona. Esta foi, certamon- te, a causa immediata. Entretan- t««. divergem muitos dos aprecia- dures ilo movimento, quanto ao

    seu caracter político. Muita gen-

    ••'*,'•¦• ' Rio. 17-3-927 /^^^^TÕdO * litica, menosprezando o Sr. Vian- na do Castello, ministro da Jua- tiça. Isso deprehende-se, ao que sc propala, tios últimos actos as- slgnados pelo Sr. Corlolano de Góes.

    Affirma-se que o delegado Felix Coelho, em tempos quo não vão longe, foi transferido do 13° dis- trlcto, por sugge.stão do titular daquella pasta, que recebia diária- mente, reclamações contra elle. Quando menos se esperava, o gos-

    i '¦_ ____¦[

    -

    Sr, Corlolano Cúes

    tor doa negócios da. policia collo- cou novamente aquelle delegado no districto referido.,.

    Ha mais: o escrivão Dr. Odlm Góes, que estando em exercício no 20" districto, Cascadura,. saiu para exercer uma commissão de confiança nu gabinete rio Sr. yiahno* do Castello, acaba dc ser transferido daquella. "zona." para o 30" districto, Copacabana.

    •Nessa situação não sc pódi cs- conder que as* coisas da policia ainda estão sendo pautadas por una acçâa. digna de pouca con- fiança.

    ,.».'

    0 imperialismo ameri- cano na Nicarágua

    .%«••-#»•••*¦-•.»•** -" t-t!

    A batalha de Muymuy WASHINGTON; i•"¦. *»•

    lâtivo ã falta de communicações, 1 ê hoje confirmado pela Aeronau- tica Militar de-Portugal, através do um tclegramma da Ameri- cana.

    Ue facto, mesmo que Sarmento de Beires consiga levantar vôo a tarde, só aqui teremos noticias da saida ás primeiras horas do dia seguinte, quando o hydro jâ

    ! estiver muito perto de Fernando de Noronha. I

    O que está interessando, pre- sentemente, na grande aventura das azas luziadas, 6 a extensão du percurso que o ápparelho tom de fazer, a qual resolverá defini- tivámònte o proseguimento ou não, da viagem traçada pelo com- mandante Beires.

    De todas as tentativas feitas ptira a travessia do Atlântico Sul, só uma conseguiu attingir o fim visado.

    Foi n «los arrojados aviadores Sacadura e Cago que, com pre-

    ! cisão, conseguiram attingir ós ro- ' chedos de S. Paulo, em linha re- cta, cum essência certa, limitada,

    1 para as horas de vón percorridas. As outras, feitas alguns annos

    í depois, com apparclhos aperfei-

    | coados, falharam no extenso per- ' curso marítimo, por motivos que

    4 I flá»1*-- ;;**nn N I

    CONTlNU'A A FALTA DE NO- TICIAS DE BISSAGOS.

    LISBOA, lli (Ai A.) — Desde ipii' u "Argus" desceu nas ilhas Bissagos. tornaram se escassas o difficies as noticias snbre elle. V,'.

    conseguir, baterá um ] (-ue üãu lin còiiíiiíllhibaCõ. s tele-

    Habitações das Uha.t do are Mpclago dr Bissagoa. centes ti Guiné Portuguesa

    pcrlcn-

    isó os technicos podem discutir rum conhecimento de causa.

    Será Beires mais feliz 1 I Não se podem fazer vaeficinins

    j antecipados. ! Se. o j recorri.

    Para tal, não lhe faltam com- | 'petencia, diligencia e patriotismo'1

    como muito bem disse, ha dias, o

    general Luiz Domingues, eom- '¦

    mandante ria Aeronáutica Mi- ; lltáf. O "ARGUS" ESTA' PREPA-'

    RADO PARA DESCOLLAR A' QUALQUER MOMENTO OP-'PORTUNO, DO PRÓPRIO LO- i CAL ONDE SE ENCONTRA. '

    LlfíBOA, li> A. A.) — Tele- gráiíiiuu de Bolama, clíegndo aqui ás 17 huras, diz em que até o momento tia sua expedição, não batia a|i informação algunia se gura sobre os aviadores portugue- zes.

    i Ao que se jr-igu em Bolama, jú ; estãu promptos para levantar v«'m. j iniciando a travessia do Atlântico',

    pois a tripulação «i«> "Argus." .ia

    ! está cumplcta e o ápparelho con- i veniçntcmente abastecido de olèo 1 e combustível.

    Contrariamente 110 quo se julga ¦ va a principio, u "Argus" deverá continuar o vôo mesmo da ilha em (pie se encontra, e não dc Bola- ma, para onde so .calculou que re- gressasse.

    ** *•

  • "A Manhã" ílltreçno e propriedade ex«lUN4TM

    d. MARIO RODRIGUES

    Olrci-Inr-Klllislillllo •—> Pedro Mui In Lima.

    fteiluctor-clicíe — José tAngui-to de I.I mn.

    Secretario — Milton Koilrlií.irn. Snl.-seeretnrlo — Dnuton Jo-

    Un.

    Por motivo de nando, llcenelou*» «c dn gerencia »PA MANHA o n~r»NO iire^ndlnsluio companheir» Alceu Leite.

    T_M.e curso pawo. n «er exer. «Ido pelo aamo próprio dlrector,' Or.' Mnrlo RodrÍRnen, a quem RiilislHnír,'., em qni.l.iuer Impe- •Mnie-nto on ansen.ln, Mario Ho- «ta-igciie. PIHbo.

    Toda a oorrespondeiieln eom- i nercial «PA MANHA- deve acr en.

    dereçjHl.i, daqui por dennte, n oui 011 ontro.,

    V' EXPEDIENTE

    ; AmilRmrlnrn.i ''¦.,

    .'A/»ARA O BRASILt AltUO * y \0 ;«; -fil [»,

    'ja ,». [* > (r MfMI

    .Eem-stro . ,. ...... . 20J9»»';' PARA O ESTRANGEIROl

    , Atino ..,, > j. .,, .. .. ... .. .. ... 601001 Semestre ...... ;. . .. . _ _ „ 86|M»

    Toda a correspondência eom- tnorc.lal doveríi. ser dirigida 4 ge- tenda.

    AdminlfitTi.cn., redncçflo e oi- *Jclnan, rna 18 de Maio, 41.

    Telephone»* — Dlreotor, Cen» V)r«! DB94 — Gerente. 56ÍI* — Se- .retarlo, 66.6 e Official.

    Endereço telegraphlco —. Anta- •ht.

    R* nosso *.ln.|nnle no lllornl .'hintinciiNí» o em lodo » Estudo ào Ksplrllo Snnto, o Sr. Paulo Antônio ili.s Heis, ptirti quem pe- rfirmis n Imiii ;tl(i'iH:ão «lo.S itONHü.H r«..x e nnilgos.

    Deixou n serviço iloslo jor- «nl o SivAuloiiii. Oniiccliiaro, qw percorria ò Ésladò da Tia- Jilii. V,' nosso representante nesse Estado o Sr. Amoldo •Coelho, para i|iieiii pedimos o bom acolhimento dos nossos amijjos. M».*..»»»..»., •».»•..•.»..*.^w

    EDIÇÃO DE HOJE: 10 PAG3NAS

    -Capital c Nictheroy, 100 rs. INTERIOR 200 RÉIS

    •ytw*l.e..iM«..a'.e»'B»ai.D"»M»»f»4Ht«»« mi cidade, nota-se, fre- qiientcnienle, a doçura rural dos poetas da índia antiga, e elle mesmo habitando nn 'Mais banal rios quartrirrícs cariocas, devia iiliiiiiriniinr-se aos enlevos' pasto- ris de uni Vnhiiiki,

    1'aiil'iei.sta voluptuoso, não sc- parava a mulher du natureza. Para elle, a nymphu estava den- tro du casca da arvore, as cstrcl- Ias batiam com,, pulsos femininos c as espumas eram o duro riso das oceanides.

    Suns ililiigíiiS de .".mor repoil- sam sempre —- o com que opulen- cia ornamental! — en visões da terra, do ar c do mar:

    Quando cila passa como um sol |ou lun,

    Rasgando o fundo azul ao firma- [mento.Siut