Dolce Morumbi 87

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De narrador esportivo a apresentador de reality show, Britto Jr. saiu para o jogo e apostou nas boas oportunidades que a vida lhe deu. O resultado foi o sucesso que a gente vê, alcançado ao longo dos anos. Uma das principais fi guras da TV brasileira, ele quer evoluir, somar, pensar. Inovar. Arriscar. Ele quer fazer acontecer.

Transcript of Dolce Morumbi 87

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  • outubro 20114

    DOLCE mOrumbi apOia:

    escoladopovo.org

    a n o 1 1 e d i o 8 7 2 0 1 1

    DirETOra: denise Gonalves

    pubLiSHEr Denise Gonalves [email protected]

    rEDaO E prODuO Fdua Capellari [email protected]

    COOrDENaO Agda Sarain [email protected]

    aNaLiSTa DE mDiaS SOCiaiSRaquel Bennington [email protected]

    DiaGramaO / EDiO DE arTE Marcos Mller [email protected]

    CapaMarco Costa

    rEViSO Roseli Gonalves

    JOrNaLiSTa rESpONSVEL Fdua Capellari / MTb 60.174

    DEparTamENTO COmErCiaL DirETOra

    Ana Paula Freitas [email protected]

    rEprESENTaNTES COmErCiaiS andrea Mendes [email protected]

    Lilian Videira [email protected]

    DEparTamENTO aDmiNiSTraTiVO Alice Cristina Gonalves [email protected]

    LOGSTiCa e CirCuLaO Sergio Falsetta [email protected]

    COLabOraram NESTa EDiO: Carol Costa, Claudia Castellan, Floriano Serra, JaF,

    Lvio Giosa, Patricia Wessler, Paulo amaral, Rosa Richter, Roseli Gonalves, Wagner Loud (ilustrao)

    Tiragem 15 mil exemplares imprESSO iBePDiSTribuiO Gratuita via courier para mailing VIP

    A revista DOLCE mOrumbi uma publicao da Pgina 8 editora Ltda.-Me. a editora no se responsabiliza

    pelas opinies emitidas nos artigos assinados. ningum pode retirar produtos nem quaisquer outros materiais em nome desta publicao sem autorizao

    expressa, por escrito, em papel timbrado, da diretoria da editora Pgina 8.

    CONTaTOS: COmErCiaL, prODuO E rEDaO

    Rua Charles Spencer Chaplin, 315 05642-010 SP Tel.: (11) 3464-6600 Fax: (11) 3464-6612

    [email protected]

    esta publicao pertence ao SenHoR.

    A sociedade que queremosNo ms passado, em busca de um direito bsico de qualquer ser hu-mano (como eu disse anteriormente, seja l onde ele more), milhares de moradores se vestiram de branco e saram s ruas do Morumbi em busca de respostas e uma posio das autoridades sobre a questo da segurana aqui na regio. Numa passeata pacfica, mais de qua tro mil vozes pediram e f oram atendidas. Dias depois j era possvel ver ou cruzar com carros e

    motos da polcia a todo instante, os nmeros de assaltos, roubos e furtos registrados tambm caram e, segundo informaes da Polcia Militar, a Operao Colina Verde, operante desde 24 de agosto, no tem dia, nem hora pra acabar. Todos ns sabemos que ainda se tem muito a fazer, e que se nos blindarmos atrs de muros altos no resolveremos o problema. Mesmo assim, todos podem comemorar porque o que conseguimos at aqui j foi uma vitria!Mas se de um lado comemoramos, do outro no podemos parar de cobrar e exigir que o Estado cumpra com todas as suas obrigaes. Moramos na maior cidade do pas, num bairro grande e cheio de peculiaridades. Por mais que o nmero de policiais aumente, impossvel que tudo passe pelos olhos deles, do prefeito ou do nosso Secretrio de Segurana, portanto, ainda te-mos que continuar a lutar e a fazer a nossa parte, sem perder a fora e essa coragem inicial. O Disque-Denncia, 181, existe justamente para isso, e o sigilo absoluto garantido.

    Se o problema crescente, o nosso esf oro tambm deve ser . O meu, o seu, do vizinho, da polcia, do governador, da presidente. Uma s voz no vai muito longe, mas j provamos que vrias vozes sim.

    Boa leitura!

    Fdua Capellari > [email protected]

    Capa06 Britto Jr.Ele bate um bolo28 Moda, por Claudia Castellan44 Em Foco 58 Boas Novas80 Vitrine Especiais14 Fitness

    36 Segurana no MorumbiParte II70 Especial Educao

    Colunas 32 Tecnologia, por Luciano Palma 64 Corporativo, por Lvio Giosa66 Pensata, por Paulo Amaral68 Cidadania, por Rosa Richter 98 Final Feliz, por Floriano Serra

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    Por Fdua Capel lar i Fotos Marco Costa / Divulgao

    Agradecimento: Parque Bur le Marx

    Ele bateum bolo

    Pra quem no conhece, a rivalidade entre Caxias e Juventude, times da regio

    Sul do pas, to grande quanto a que vemos entre Corinthians e Palmeiras,

    ou Brasil e Argentina. Considerado um grande clssico, quando os dois

    jogam, todos param para assistir; portanto, sua estreia no podia ser melhor.

    Com apenas 16 anos, Britto Jr. faz sua primeira grande jogada na rea da

    comunicao ao integrar a equipe de esporte da extinta Rdio Independncia

    AM. O jeito descontrado de fazer reportagens logo chamou a ateno, e assim

    ele conquistou oportunidades nicas e importantes para a sua carreira, o que

    o transformou num comunicador completo. Hoje apresentador na rea de

    entretenimento, Britto acredita que a versatilidade faz a diferena. De narrador

    esportivo a apresentador de reality show, o gacho que adotou So Paulo para

    morar, trabalhar e constituir famlia nos mostra porque se tornou uma das

    principais fi guras da televiso brasileira.

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    um bolo

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    Ao final da en-trevista, Britto

    posa para Marco Costa em mo-

    mento relax.

    Orelgio crava 11h30. Estamos em agosto, numa sexta-feira tranquila de sol tmido e clima ameno. Ao nosso redor, s o cantar dos pssaros em meio aos muitos tons de verde do belssimo Parque Burle Marx, local esco-lhido por Britto Jr. para nossa entrevista. Atravessamos o gramado em busca do lugar ideal para fazermos as fotos, e quem logo aparece sua assesso-ra, Sandra. Muito divertida, ela fala so-bre o bairro, a questo da segurana e sobre o prprio Britto. Ontem ele foi dormir tarde, era dia de eliminao, explica, se referindo ao reality show A Fazenda, apresentado pelo jornalista. Vinte minutos de conversa e algumas olhadas de Sandra para o relgio, logo avistamos o apresentador. De cala jeans e blusa azul-marinho, ele caminha tran-quilamente ao nosso encontro. De longe parece bem srio, mas ao se aproximar vai logo abrindo o sorriso e se descul-pando pelo atraso de poucos minutos.Hilton Antonio Mendona Britto Jr. nasceu em 6 de maio de 1963, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Filho de narrador esportivo, reprter e comentarista de futebol, Britto cresceu em meio comu-nicao. Influenciado pelo trabalho do pai, frequentou todos os jogos que pde e, aos 16 anos, por uma daquelas obras do destino, comeou a trabalhar como re-prter esportivo na extinta Independncia AM. Um reprter teve um problema de sade e precisou sair de um dia para o outro, ento eu entrei mais ou menos para

    tampar um buraco. Depois de sete ou oito meses no local e sem ganhar nenhum centavo, num churrasco de comemo-rao pelo fim do campeonato, Britto recebe, finalmente, o seu primeiro salrio: dois pares de sapatos, dados por um empresrio, um dos patrocinadores. Na poca eu achei timo, lembra aos risos.A profisso escolhida por ele corre mes-mo em suas veias. Ainda criana, numa poca em que as imagens ainda eram de duas cores, Britto revela que costumava ler o jornal impresso como se estivesse numa rdio, fazia teatrinho e imitaes, e que todas as suas brincadeiras eram sempre ligadas comunicao. No comeo dos anos 70 no era fcil ter uma televiso dentro de casa. Na poca era tudo bem simples e rstico, mas a televiso era uma coisa assim, mgica.Empenhado e sempre muito dedica-do, ele se transformou numa esponja, como se caracteriza, e absorveu tudo o que pde do local e dos bons pro-fissionais que o cercavam no trabalho.A experincia valeu tanto que, um ano depois, ele passa a trabalhar na Rdio Caxias, emissora de 20 kilowatts (o que era muito para a poca), maior que a anterior, e principal da cidade.Sempre muito intuitivo e interessado, no ano seguinte o profissional muda de emprego novamente: dessa vez passa a fazer parte da RBS TV Caxias, grande empresa de comunicao no Rio Grande do Sul e ligada Rede Globo. Era incio dos anos 80.

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    HORA DE SAIR PRO JOGOCom estilo prprio e muita fora de vontade, Britto passou por diferentes emissoras e canais de televiso, onde fez e aprendeu um pouco de tudo. E em 1984, antes mesmo de partir para Porto Alegre e realizar o sonho de trabalhar numa grande capital, recebeu

    um convite da Rede Globo Oeste Paulista para trabalhar no inte-rior de So Paulo, num projeto que desbravaria a regio. Sem pensar duas vezes, arrumou as malas e partiu rumo a Bauru, Araatuba, So Jos do Rio Preto, Marlia... Ficou l de 1984 a 1986, quando, a con-vite da Globo So Paulo, veio trabalhar na capital paulista,

    de onde s saiu em 2005.Nesse meio tempo, passou pelo

    que ele considera uma pequena turbulncia. Em 1997, ao receber

    o terceiro convite da emissora, Britto saiu da Rede Globo para trabalhar no SBT. Na poca trabalhava para o Jornal Nacional, mas com a mudana enxergou uma nova possibilidade de trabalho. Era o formato que eu queria, ia ser bom pra mim. Mas o jornal s durou 30 dias. Eu acreditei no projeto, fiz um contrato de um ano com o SBT, mas quando ele terminou, um grupo de mais de 20 pessoas foi dispensado. Todos, de uma s vez. Mas a voc tem que saber buscar nessas experincias alguma coisa positiva. A gente fica pen-sando onde foi que eu errei?, ser que eu devia ter vindo?, devia ou no devia? Devia! Porque foi uma experincia legal. Voc no amadurece se ficar a vida inteira trabalhando no mesmo lugar e eu j trabalhava havia 23 anos na TV Globo.Mesmo assim, depois disso o apresen-tador voltou novamente para a antiga emissora, de onde s saiu em 2005, para comandar o Hoje em Dia, na Record.

    O que me irrita o egocentrismo e a vaidade, gente que se preocupa em prejudicar o outro, para esse outro no crescer. Gente megalomanaca, que acha que tudo para si mesmo, vaidosa a esse ponto. Isso eu fi co p... da vida.

    FALA, BRITTO!Tranquilo com a vida, o apresen-

    tador nos fala sobre passado,

    presente e futuro na TV.

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    PAIXO POR GRANDES DESAFIOSMas sair outra vez da emissora onde trabalhou quase a vida inteira no foi nada fcil. Anos antes da mudana, Britto apresentou Globo um projeto no mesmo formato do Hoje em Dia (com vrios apresentadores e quadros, mistu-rado com jornalismo e diverso), mas a grade estava toda preenchida e, apesar de gostarem, ele no saiu do papel. Mas em 2005, quando a proposta de um programa no formato que ele havia idea-lizado foi feita pela TV Record, Britto en-xergou ali a grande virada da sua carreira. Eu gosto de desafios, principalmente quando eu no sei fazer ou ainda estou aprendendo. E l se foi ele mais uma vez. No Hoje em Dia, o apresentador dividiu espao com a modelo, apresentadora e empresria Ana Hickmann, com o chef Edu Guedes e a jornalista Chris Flores. Juntos, os quatro mostraram que era possvel fazer um programa de TV de for-ma leve e informal, sem perder a credibi-lidade. A parceria entre eles, que durou at 2009, foi um verdadeiro sucesso! Nesse mesmo ano, Britto sentiu uma nova inquietao quando foi convi-dado para comandar o reality show A Fazenda e no pensou duas vezes em agarrar a nova oportunidade.

    A PALAVRA VERSATILIDADEAdrenalinas totalmente diferentes. assim que Britto resume suas entradas ao vivo ao longo dos muitos anos de carreira. Em A Fazenda, por exemplo, tudo feito de forma mais solta, descontrada. E l, eu ainda quero aprender muito, propor coisas... Como apresentador, sou apenas um mediador ou narrador, mas no sou eu quem vai ganhar os dois milhes. Ento, enquanto eu estiver motivado por esse desafio, vou gostar de estar no programa. Em 32 anos de carreira (somando rdio e TV), o apresentador s trabalhou ao lado de verdadeiros craques no assunto. Quando questionado sobre quem mais marcou sua carreira, ele cita uma lista imensa de nomes conhecidos da televiso brasileira. Eu s peguei os maiores e, desse time de titulares, eu estava l no cantinho, era o mascote, talvez o reserva, diz, sorrindo. Mas eu

    estava l, ao lado de todas essas feras de quem voc ouve falar. Eu trabalhei com eles, conversei, tomei caf, vi como eles traba-lham, trabalhei com o mesmo cinegrafista deles, na mesma redao... Ento voc s no aprende se for um maluco.

    NINGUM UNANIMIDADEOutro dia eu li uma matria do Chico Buarque em que ele dizia: depois de velho que eu fui descobrir a quantidade de gente que me odeia. Na matria ele contava que deu uma entrevista e que dias depois comeou a ler os comentrios feitos pelos leitores; e ficou barbarizado com as pessoas o chamando de velho e nem dando importncia para a importncia que ele teve e tem na msica brasileira. E, realmente, a molecada de hoje no conhece, no viveu a poca da ditadura, mas isso at normal por causa das geraes. Mas preciso ter muito bom senso pra filtrar o que bom ou ruim, e isso no significa que eu quero s ler que as pessoas gostam de mim. saber separar a crtica construtiva, que te ajuda, daquela que no faz sentido. Infelizmente ns no podemos escolher a crtica, mas ns temos que saber ler e entender de onde ela vem e qual a sua inteno. Mas ningum unanimidade mesmo. O apresentador, que tem Facebook mas usa mesmo o Twitter , revela que gosta de fazer seus posts, mas no costuma responder aos seguidores (so quase 200

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    mil) justamente para evitar polmicas. A internet uma zona de guerra, n? No tem lei, no tem nada, as pessoas escre-vem um monte de bobagens. s vezes voc l os comentrios e no meio tem uma pessoa jogando um monte de pedra em cima de voc. A, quando voc vai olhar o perfil da pessoa, um menino de 12 anos, ento... Ns ficamos tanto tempo com a ditadura, onde no podamos falar nada, tudo era proibido e a, quando liberou, foi de tal forma que algumas pessoas no sabem usar. Pra voc dizer que no gosta, no precisa apedrejar, esquartejar, matar. s dizer olha, no gosto desse jeito, quem sabe se fizesse de outra forma... e a dar uma sugesto. Mas no, na internet um apedrejamento direto. E no s comigo, com todo mundo.

    QUERO SOMAREnquanto o reality est no ar, Britto adotou Itu como o segundo lar. Fica l de domingo de manh at a madrugada da quinta-feira, que o dia da eliminao dos participan-tes. Na nova casa, montou uma central onde est sempre acompanhado do em-presrio e, quando d, da famlia. A esposa Fernanda, com quem est casado h 13 anos, vai ao seu encontro quando pode, isso porque o pequeno Arthur, seu filho de seis anos, estuda. Filho a coisa mais legal e espetacular que existe no mundo. A inocncia e a pureza que eles tm so a

    coisa mais linda que existe. Outro dia ns nos falamos pelo rdio e ele me falou pa-pai, elimina todo mundo e vem embora pra casa!. Ele deve ficar de saco cheio, n? O pai vem, mal fica e j vai embora, conta com aquele sorriso tpico de pai babo. Quando est em So Paulo, dorme at um pouco mais tarde, almoa com a famlia e toca para frente os seus projetos, alm de no desgrudar os olhos do computador para saber o que os fazendeiros andam fazendo. Quando vou pra l chego por volta das duas da tarde e fico com vrios monitores abertos. Vou anotando tudo e tirando minhas concluses, como um estudo do programa, meu jeito de trabalhar; a quando chega a hora eu j tenho algumas coisas. Isso no resolve nada, mas me ajuda, diz, tirando uma gargalhada da nossa equipe.Britto Jr. j fez muita coisa. Apresentou e foi reprter de telejornal, rdio, fez cobertu-ra internacional, Copa do Mundo, redao de jornal e reportagens de todo tipo que podemos imaginar, desde esporte, pas-sando por policial, economia, comporta-mento... Mas ele no quer parar. Quando para e pensa em tudo que conquistou, o que v so apenas acertos. Ainda tem um monte de coisas que eu quero fazer porque a televiso est mudando, coisas novas esto por vir e eu quero participar disso. Eu gosto de agregar coisas na minha carreira, no meu aprendizado. Eu quero usar o que aprendi e quero aprender mais. Quero somar, pensar, inovar. Sempre temos que buscar algo, ir atrs de algum objetivo. Se queremos evoluir, temos que sair da zona de conforto e... arriscar!.

    Infelizmente em poca de programa eu no tenho mui-to tempo para me dedicar a quem gosta do meu trabalho, conversar, tirar uma foto....

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  • Especial fi tness

    OUTUBRO 201116

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    que no se restringe ao fsico, mas tambm ao emocional e men-

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    das reservas de sangue, especialmente glbulos vermelhos e hemoglobi-na Maior fluxo de oxignio, tornando os tecidos mais saudveis Corao mais forte, com maior capacidade de resposta perante certas emergncias Sono mais repousan-

    te Dinamismo Mobilidade Habilidades motoras mais desenvolvidas Viso perifrica.

    Mentais, emocionais e sociais:Menos estresse e ansiedade Autoestima elevada Corpo, mente e esprito integrados Maior ca-

    pacidade de concentrao Memria ativada Atitude mental positiva Disciplina Mais facilidade no relacio-namento interpessoal Socializao Coragem Desenvolvimento na prtica de habilidades de liderana, como respeito, honra, disciplina, perseverana e lealdade Vitria pessoal.Para as mulheres, o Taekwondo Songahm recomendado devido ao saudvel desenvolvimento do baixo abdmen. Simultaneamente, promove a restaurao dos msculos sob o ponto de vista da sade e da esttica.O verdadeiro vencedor aquele que consegue vencer a si prprio. Aquele que consegue vencer a si prprio con-seguir possivelmente vencer o seu adversrio.

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    das reservas de sangue, especialmente glbulos vermelhos e hemoglobi-na Maior fluxo de oxignio, tornando os tecidos mais saudveis Corao mais forte, com maior capacidade de resposta perante certas emergncias Sono mais repousan-

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    Muito mais do que arte marcialTodo mundo sabe dos benefcios que as ativi-dades fsicas trazem. O resulta-

    que proporciona todos esses benefcios. Aqui no Morumbi, a A.T.A. American Taekwondo

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    mentos do corpo Menos radicais livres na corrente sangunea Evita o envelhecimento precoce Melhor capacidade de trabalho dos pul-

    Fotos: JAF

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    Por que o Pilates chegou pra ficar? Definio corporal, autocontrole, fortalecimento muscular, alonga-mento, melhora da postura, equil-brio, padro respiratrio e reduo do estresse. Ufa! No toa que o Pilates conquista novos adeptos a cada dia. A tcnica criada por Joseph Pilates proporciona bene-fcios para a sade que so mui-to vantajosos, alm de ser uma prtica extremamente agradvel. No Fit Spa voc obtm todos es-ses resultados da maneira mais eficaz e segura. O espao conta com instrutores que so fisiotera-peutas especialistas e possuem formao internacional nesse m-todo. Suas turmas reduzidas, com no mximo dois alunos, permitem aulas individualizadas com apro-veitamento total.Agende uma aula experimental e comece j a praticar Pilates!

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    Assembleia de condomnio via internet? a Manager inovando para voc viver melhor.Com o objetivo de facilitar a vida dos moradores dos mais de 25 mil domiclios administrados pela em-presa, a Manager implantou o sistema de Assembleia Digital. Aprovado por unanimidade, o projeto foi realizado pela primeira vez no Brasil, na regio do Morumbi, em um empreendimento com 950 unidades.

    Na Assembleia Digital, o edital de convocao gerado eletronicamente, e todo o restante do processo realizado virtualmente: inscrio e eleio de presidente e secretrio, discusso com intervenes do mediador, formatao de propostas, votaes e encerramentos com apresentao de atas. Os prazos podem variar de acordo com a complexidade do assunto e podem ir de, no mnimo, 10 dias, e para ca-sos mais complexos, at 40 dias, com segurana garantida pela identificao e senha personalizada pa-ra cada condmino.

    Segundo Marcelo Mahtuk, diretor executivo da Manager, a Assembleia Digital uma ferramenta inova-dora para o mercado, porm simples pela sua praticidade, desenvolvida dentro dos parmetros jurdicos pertinentes, que agregar muitos benefcios aos condminos que passaro a ter maior conhecimento do seu condomnio e resultar em ganhos de convivncia e administrativos para o empreendimento.

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  • Claudia Castellan consultora de imagem, consultora de private label, especialista em marketing de moda, professora universitria e do Senac, palestrante e autora de cursos na rea de moda. Site claudiacastellan.com.br [email protected]

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    T odas ns sabemos que nada como um bom acess-rio para quebrar a monotonia de um look ou apresentar uma nova proposta para ele. No vero, ainda que com esforo, precisamos estar sempre elegantes, casuais ou no, mas descontradas e confortveis, e a so eles, os acess-rios, que cumprem a funo de enfeitar sem aquecer e, de quebra, nos manter bonitas, antenadas com as tendncias e cheias de estilo.

    Para resumir, o que veremos nas ruas simples de achar, e basta o seu toque para personalizar. As tendncias em bijute-rias para o vero 2012 mostram um aspecto ousado e comu-nicativo, com peas grandes e ostensivas. Os brincos, colares e pulseiras em tamanhos maiores sero destaque, ao lado de anis com traos fortes. Se voc mais mignon, o seu gran-de ser menor.As cores vibrantes em colares com vrias voltas, confecciona-dos com detalhes maximalistas, quebram a proposta clean das roupas. Os braceletes tambm voltam com fora total, po-dendo ser usados em maior quantidade em um mesmo look. Eles trazem cortes em couro, com detalhes em formatos que remetem natureza, em confeces que fazem referncia aos

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    acessrios usados pelas gladiado-ras. As franjas nas bijuterias tam-

    bm sero uma grande tendncia. Em formatos inusitados, as pe-as esbanjaro estilo.Um toque artesanal (hand ma-

    de), com uma caracterstica mais trabalhada, trar bijuterias com ins-

    pirao nos anos 70 que tambm faro sucesso em produes elegan-tes e ousadas.

    As minibolsas esto de volta e, como tudo, tem prs e contras. Como prs,

    j no teremos que carregar nos om-bros maxibolsas que pesam toneladas. Sim, porque em bol-sa de mulher sempre falta mais uma coisinha, e como havia espao terminvamos colocando de tudo... E como contras levamos apenas o superessencial. Para estar na moda nesta temporada imprescindvel uma bolsinha small para usar nos ombros ou a tiracolo.

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    bm sero uma grande tendncia. Em formatos inusitados, as pe-asUm toque artesanal (hand ma-

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    pirao nos anos 70 que tambm faro sucesso em produes elegan-tes e ousadas.

    As minibolsas esto de volta e, como tudo, tem prs e contras. Como prs,

    j no teremos que carregar nos om-bros maxibolsas que pesam toneladas. Sim, porque em bol-sa de mulher sempre falta mais uma coisinha, e como havia espao terminvamos colocando de tudo... E como contras

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    Cintos FinosEste vero os cintos finos sero vistos em todas as suas formas e tex-turas, tranados, com fivelas delicadas, porm diferentes, com laos sempre marcando a cintura das mulheres e as tornando mais femi-ninas. O cinto termina de compor o look, como um arremate, item este visto nos desfiles dos mais prestigiados nomes da Europa, Nova York e nas fashion weeks brasileiras.

    Calados, tpicos mais fortes:Sucesso no vero passado, as espadrilhas continuam com tudo na prxima estao, com ou sem salto (anabelas so os mais apropriados). Na linha dos rsticos no falta-ro sandlias com detalhes em rfia e saltos em palha, cortia e madeira.

    Recortes a laser Detalhe usado em escarpins, sandlias e, inclusive, em alguns modelos mais fechados. Oxfords, em materiais mais leves e com mais aberturas, deixando o sapato ideal para os dias quentes, perfeitos para minissaias e bermudas.Peas com cores for-tes e nicas ou dois ou mais tons contrastantes, seguindo a tendn-cia do color blocking.

    Sapatilhas e rasteiras Os modelos receberam apliques de flores, laos e detalhes em me-tal. Especialmente prticas na hora de caminhar, neste vero os cal-ados baixos enfeitaro os ps, mantendo a mulher linda, elegante e, acima de tudo, confortvel. E, claro, pede ps muito bem-cuidados...Num dia em que o alto-astral resolver ficar na cama, aposte num sa-pato colorido ou de shape diferenciado. Com certeza, se na poca de Eva ela tivesse uma loja para comprar o seu, em alguma esquina do paraso o mundo seria mais leve e colorido.

    este visto nos desfiles dos mais prestigiados nomes da Europa, Nova

    Sucesso no vero passado, as espadrilhas continuam com tudo na prxima estao, com ou sem salto (anabelas so os mais apropriados). Na linha dos rsticos no falta-ro sandlias com detalhes em rfia e saltos

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    Nas duas ltimas dcadas, o Computador Pessoal (PC) encontrou seu espao en-tre boa parte das famlias brasileiras, tornando-se inclusive smbolo das conquis-tas econmicas da classe C nos ltimos anos. Sua contribuio inquestionvel: um apoio educao das crianas, ao entretenimento de toda a famlia, ao con-trole das finanas, realizao de trabalhos autnomos ou de teletrabalho, e com o recente aumento da penetrao da Internet, um elemento que impacta defini-tivamente a maneira com que as pessoas se comunicam e se relacionam. Twitter, Facebook, LinkedIn, Google+, Youtube, Foursquare e outras ferramentas deixaram de ser coisas de nerd e passaram a fazer parte da rotina das pessoas comuns.

    Se o clich dos anos 70 era O cachorrinho tem telefone?, nos anos 90 ele mudou para O cachorrinho tem e-mail? e hoje Qual a arroba* do cachorrinho?.

    O destino do Computador Pessoal

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    Computador Pessoal

    Olhando para este cenrio, tudo leva a crer que o PC tem um futu-ro promissor. No entanto, h fortes indcios que ele se torne um equipamento destinado a acumular poeira em algum lugar pouco visitado da casa. O que pode levar um membro da famlia com tanto potencial para proporcionar experincias incrveis correr o risco de cair noesquecimento? O calcanhar de Aquiles do PC seu formato. Ele tende a ser substitudo por uma nova gerao de equipamentos, que possibi-litam virtualmente as mesmas experincias, mas com uma vantagem: ca-bem no seu bolso ou em sua pasta. O apego ao PC tornou-se to grande

    que as pessoas querem carregar suas possibilidades onde elas estiverem: querem ler seus e-mails enquanto esperam

    o dentista chamar, querem ouvir msica no metr, querem fazer anotaes naquela reunio informal

    que aconteceu por acaso, querem acessar a Internet para saber os restaurantes mais pr-ximos, e aps escolher um, querem ser na-vegados at ele pelo querido PC. Estamos falando de celulares inteligentes (smartpho-nes) e tablets. O conceito do PC transcendeu o espao fsico que ele ocupa, e as pessoas querem usufruir do PC onde quer que elas es-tejam, no momento que elas bem entenderem. Mesmo os notebooks ou os netbooks (verses menores e menos potentes dos notebooks)

    * Qual a arroba? - forma trivial de perguntar qual o identificador de uma pessoa no Twitter.

    TecnologiaLuciano Palma Estrategista de Mdias Sociais. Oferece consultorias eministra treinamentos e palestras sobre o tema. Engenheiro, MBA, professor na ps-graduao do Senac.

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    so volumosos e pesados demais para oferecer toda essa flexibilidade.Os smartphones pareciam ser o equipamento ideal para este desafio: j tm a mesma capacidade que o seu PC de alguns anos atrs, esto co-nectados Internet 24 horas por dia por um valor mais baixo do que o provedor de casa, podem rodar todas as aplicaes de que voc precisa:desde jogos at planilhas eletrnicas. Seria o mundo perfeito se todos ns tivssemos viso de pilotos de caa e dedos de crianas de 2 anos. O conceito do smartphone fantstico, porm a reduo de tamanho, apesar de extremamente bem-vinda em termos de portabilidade, um grande empecilho para qualquer atividade minimamente profissional (como responder um e-mail mais longo, redigir um texto ou editar umaplanilha). Foi neste cenrio que a Apple enxergou o bvio: lanou o iPad e props um novo formato, em sintonia com o que as pessoas busca-vam. As aspas no novo esto l porque outras propostas de tablets j existiam h algum tempo, porm no passavam de PCs achatados que, por no terem sido adaptados para oferecer uma experincia diferente, ti-veram pouco sucesso e foram desacreditados. O prprio Craig Mundie,estrategista-chefe da Microsoft (pioneira na oferta de tablets ao mercado) disse no saber se a categoria dos tablets de tela grande continuar en-tre ns ou no*.*http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2011/04/01/estrategista-chefe-da-micro-

    soft-acha-que-tablets-podem-ser-febre-passageira-924137195.asp#ixzz1ZJCKQwgz

    Lembro claramente que poca do lanamento do iPad, diversos geeks da minha rede decretaram o fracasso do novo produto da Apple, ale-gando baixa capacidade de processamento e memria (quando com-parados a PCs), falta de USB, e diversas outras tecnicalidades. Porm a Apple parecia ter acertado, uma vez que o usurio final no est to preocupado se o processador um i3, i5, i7 ou i9 (at porque muitos no sabem o que isso significa*), mas quer ter um aparelho consigo que lhe permita realizar aquela atividade que ele faria com o PC que

    * Se voc no for um geek tambm, provavelmente nem notou que um dos cdigos dessa lista nem existe ;)

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    deixou em casa. Muitas vezes, as pessoas querem fazer coisas bem mais simples do que o top da tecnologia permite. O tempo mostrou que a Apple estava certa. E os nmeros so contundentes: o Gartner, que j havia revisado sua previso de crescimento do mercado de PCs para o ltimo trimestre, reduziu novamente sua estimativa: de 9,3% para 3,8%. J os smartphones devem crescer 57,7% em 2011 e as vendas de tablets devem triplicar, ficando perto de 70 milhes de unidades, segundo o mesmo instituto*.*http://idgnow.uol.com.br/mercado/2011/09/22/crise-global-ira-atingir-vendas-de-

    pcs-em-cheio-preve-gartner/

    At mesmo para atividades mais complexas, os tablets prometem sa-tisfazer a demanda desde que complementados por alguns acess-rios para auxiliar na ergonomia, como um teclado externo e um suporte para mant-lo na vertical. Mouse? No depois de um tempo usando um tablet voc no ter saudades do mouse... E a redundncia entre smartphones e tablets? A viso em que mais acredito a do tablet co-mo mera ampliao da tela do smartphone. A ASUS foi a primeira a apresentar esta proposta*: o smartphone como corao do processo, contendo a capacidade de processamento, a memria e o acesso s informaes (boa parte delas armazenada na Internet na nuvem), e uma carcaa de tablet que recebe o smartphone para disponibilizar uma tela maior e uma interface mais confortvel.*http://www.tecmundo.com.br/10354-asus-revela-ao-mundo-o-padfone.htm

    E o antigo PC? Ele ainda ser utilizado em lugares estacionrios. Mas s quando voc estiver nesse lugar. Ser como o seu telefone com fio de casa. Continua l, mas quantas ligaes voc faz e recebe com ele durante o dia, e quantas pelo celular?

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    Logo

    : Ped

    ro F

    raz

    o

    De uns meses pra c, vimos e ouvimos inmeros relatos de assaltos, roubos, furtos e sequestros relmpagos aqui no Morumbi. Passou na TV, es-tava nos jornais, foi divulgado nas rdios, publicado na internet. A situao, num determinado momento, che-gou a parecer desenfreada, sem fim. Desesperados, alguns moradores se mudaram. Outros ergueram ainda mais os muros de suas casas ou investi-ram em empresas particulares de segurana (o que, em determinados casos, no coibiu ou impediu que residn-cias fossem invadidas e famlias inteiras passassem por momentos de pnico ou fossem vtimas de extrema vio-lncia fsica e psicolgica).Mas por que o Morumbi est como est?. O que acon-teceu para chegar a esse ponto?. De quem a culpa, se que, nessa histria, a culpa de um nico algum?.Esses e outros questionamentos rondaram a cabea de todos os moradores do bairro, at que um grupo foi criado em uma rede social e, l, antigos e novos solda-dos de uma causa chamada 'segurana no Morumbi' se

    A palavra das polciasCivil e Militar

    encontraram e criaram um amplo movimento em bus-ca de respostas e solues. Da unio do grupo (e mui-tos nem se conheciam pessoalmente), surgiu a ideia de uma passeata que, feita de forma pacfica, chamou a ateno da mdia e desencadeou a arrecadao de um abaixo-assinado com mais de dez mil assinaturas. No dia seguinte manifestao, feita na Praa Vinicius de Moraes, a revista Dolce Morumbi esteve no Quartel do Comando Geral da Polcia Militar do Estado de So Paulo, onde foi recebida pelo Comandante Geral, o Cel. lvaro Batista Camilo, e pelos principais lderes da PM no Estado (e que tambm atendem o Morumbi). Para esta segunda parte de nossa matria espe-cial sobre segurana, tambm conversamos com o Delegado de Polcia Titular do 89 DP - Portal do Morumbi, Carlos Battista (foto ao lado). Foram dois dias, e horas e horas de conversas, expli-caes e dados estatsticos.

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    Para entendermos melhor, dividimos todo o material em trs etapas:1 - no ms passado, falamos sobre a criao do mo-vimento no Facebook e a passeata S.O.S. Morumbi; 2 nessa edio, abordaremos as causas e situaes que nos trouxeram at aqui;3 em novembro discutiremos as formas de comba-te e o que ser feito de permanente para a sociedade.

    Violncia e criminalidadeQuando se fala em nveis social e financeiro, sabemos que a regio do Morumbi possui dois extremos. A rea, composta por moradores de alto poder aquisitivo, divide espao com trs grandes complexos de comunidades que, de acordo com o Centro de Comunicao Social da Polcia Militar, possibilita uma maior agilidade para os criminosos na hora da fuga. J foi constatado que a grande maioria dos roubos realizada por indivduos que utilizam os complexos de Paraispolis, Real Parque e Colombo como rota de fuga e local para abrigo.Mas violncia e criminalidade no so fatos novos na sociedade, muito menos ocorrem somente na regio do Morumbi. O fato que, em estgio crescente e in-quietante, toda a populao (no s do nosso bairro) j no aguenta mais a falta de paz que se instaurou pe-las ruas. E o pior: com medo de sofrer algum tipo de re-preslia, muita gente no denuncia o que v ou sabe.

    Segundo a Polcia Militar, os principais caminhos para amenizarmos a situao em que nos encontramos so:

    - A mobilizao dos moradores e a conscienti-zao quanto s regras de segurana a serem seguidas quando da entrada e sada da resi-dncia, ao parar o veculo, sobre o que trans-portar de forma ostensiva nos automveis;

    - Apontar as chamadas medidas que auxi-liam a segurana do bairro, como iluminao pblica, conserto de buracos nas vias, limpe-za de reas pblicas e privadas e a urbaniza-o das comunidades tambm relevante;

    - Quanto Polcia Militar, j foi intensificado o policiamento na rea atravs da Operao Colina Verde, que, aps a implantao, j re-duziu de forma significativa os indicadores criminais na regio e no tem prazo previs-to para trmino.

    Dolce participa da reunio no Comando Geral da Polcia Militar, dia 29 de agosto.

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    Alm do medo de simplesmente andar pelas ruas, muitas dvidas pairam sobre as cabeas de quem mora aqui e, dentre elas, a principal: o conceito de segurana pblica est sendo cumprido ou faltam estratgias bem definidas?Segundo o Delegado de Polcia Titular do 89 DP - Portal do Morumbi, Carlos Battista, o que falta mudar o fo-co e no apenas investir em polticas de combate e represso. Para que os crimes no ocorram, preci-so reforar a implementao de medidas de preven-o e educao. A polcia est cumprindo o seu papel, combatendo os efeitos da violncia urbana, realizando diariamente prises de marginais, tanto em flagrante delito como em decorrncia de trabalhos investigati-vos. Recentemente, foram desmanteladas trs qua-drilhas que cometiam roubos a residncias na regio e adjacncias, cujos integrantes esto atualmente de-tidos, havendo a elucidao de inmeros crimes de roubo, com robustas provas pessoais (oitivas e reconhe-cimentos) e materiais (apreenso e restituio dos bens roubados), o que certamente possibilitar a aplicao de uma sano mais severa a estes infratores, permi-tindo, assim, maior tranquilidade comunidade local. J a Polcia Militar, que trabalha com o servio de inte-ligncia e dados estatsticos, diz que o direcionamento do efetivo e das viaturas realizado atravs dos Planos de Policiamento Inteligente, com dados do INFOCRIM e dados informativos retirados da prpria comunidade, atravs das reunies do CONSEG e das visitas da co-munidade s Unidades Operacionais.

    No Morumbi h vrios pontos de vigilncia 24 horas, monitorados pela Central de Videomonitoramento da Polcia Militar, em locais como as avenidas Morumbi, Giovanni Gronchi e Prof. Francisco Morato, alm da Praa Vinicius de Morais e Rua Francisco Toms de Carvalho.

    Centro de Comunicao Social da Polcia Militar

    Central 190 da Polcia Militar.

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    A questo da criminalidadePara entendermos os reais motivos que levam uma pes-soa a cometer um crime, preciso que haja debates permanentes da sociedade, pois no h prevalncia entre uma ou outra causa. Existe uma srie de fato-res endgenos e exgenos, o que exige um comple-xo estudo de causas e efeitos, afirma a Polcia Militar. Para chegarmos ao ponto onde estamos, Dr. Carlos cita uma srie de fatores, como uma doentia crise de valo-res, comportamentos exagerados, atitudes extremas em todas as situaes e em todas as reas da vida, exage-ros no consumo de bebidas alcolicas, drogas, nas atitu-des sexuais, na violncia, no descaso, no desrespeito, no consumo de bens e de servios e na valorizao individu-al. As discrepncias sociais e a nossa sociedade extre-mamente consumista, com a funesta cultura de que s algum aquele que tem riqueza e bens materiais, fa-zem com que os menos favorecidos moralmente aflorem seus instintos materiais e egostas, usando de atitudes criminosas para obter estes mesmos bens e riquezas. Superpopulao nos presdios, o abrandamento de leis em determinados casos, criminosos que so soltos ho-

    ras depois de serem presos... Os desafios das polcias, tanto Civil quanto Militar, so muitos, o que dificulta o trabalho e, consequentemente, os bons resultados.Um grande desafio so os interesses comerciais que, conscientes ou no, obtm proveito com a criminali-dade. A explorao dos filmes de violncia, a indstria de armas, a dificuldade em obter o cadastro e iden-tificao de aparelhos celulares roubados e/ou furta-dos, e mais uma infinidade de coisas, ou seja, todos aqueles que lucram com o crime. Obviamente que leis com penas mais severas, a meu ver, so bem-vindas, pois, se ao menos no inibir o cometimento dos cri-mes, poder possibilitar a permanncia do delinquente por um maior tempo atrs das grades, proporcionan-do, assim, um tempo maior de segurana e paz nos-sa comunidade, afirma Dr. Carlos.Sem dia nem hora para acabar, a Operao Colina Verde tem surtido bons efeitos. Segundo informa-es da Polcia Militar, responsvel pela operao, o nmero de indivduos detidos diariamente aumentou, as ocorrncias diminuram e os problemas nos pontos crticos do bairro esto sendo, aos poucos, solu-

    muito importante melhorarmos a comunicao entre a comunidade e a polcia. Para isso, h vrios caminhos:

    - Reunies de CONSEG*, realizadas mensalmente com a presena dos Comandantes de Cias., de-legado titular dos DPs e demais representantes da sociedade civil, onde as pessoas podem colocar reclamaes, sugestes e crticas que contribuem para o atendimento populao;- Redes sociais, como Twitter e Facebook, tambm so caminhos de acesso rpido aos usu-rios da internet;- No site da Corporao (www.policiamilitar.sp.gov.br) h o Fale Conosco, onde o usurio pode so-licitar servios e postar crticas e sugestes;- Telefone 190: deve ser usado em casos de emergncias policiais;- Telefone 197: comunicao direta com a polcia civil;- Telefone 181: Disque-Denncia (a polcia garante o sigilo absoluto);- Corregedoria: o rgo responsvel pelo acompanhamento e investigao de fatos que envolvem po-liciais militares, o telefone : 3322-0190 (esse nmero no deve ser usado para comunicar emergncias).

    Alm dos nmeros citados acima, na nossa regio tambm contamos com: - 34 DP Av. Prof. Francisco Morato, 2971 Tel.: 3742-0176 Vila Snia- 51 DP Rua Barroso Neto, 46 Tel.: 3727-1211 Butant- 89 DP Rua Domingos Simes, 21 Tel.: 3743-8431 Portal do Morumbi- 5 Cia. do 16 Batalho da Polcia Militar Rua Antonio da Costa Barbosa, 100 Tel.: 3746-5559 Panamby

    * Conseg Portal do Morumbi: reunies s ltimas 5s feiras do ms, s 20h, no auditrio do Extra da Marginal Pinheiros, mais informaes com Celso Cavallini Tel.: 9902-0454 / [email protected]; Conseg Morumbi: reunies nas terceiras 3s feiras do ms, s 19h30, na Praa Roberto Gomes Pedrosa, mais informaes pelo tel.: 3742-1781 / [email protected]

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    cionados. Os resultados foram muito bons, com re-duo significativa dos roubos. A Polcia Militar nunca estar satisfeita enquanto acontecerem crimes, mes-mo que em menor quantidade, e continuar desen-volvendo aes buscando melhorar a sensao de segurana das pessoas.

    MUITO IMPORTANTE FAZER BOLETIM DE OCORRNCIA!Todas as ocorrncias registradas aqui no Morumbi so repassadas ao Secretrio e Secretaria de Segurana Pblica, que quem produz as estatsticas criminais, portanto, o rgo tem total acesso aos registros de ocor-rncias. As estatsticas so feitas com base em regis-tros oficiais. Se o devido registro feito junto ao DP por parte da vtima, os dados so computados. Se ele no feito, a ocorrncia no computada e, naturalmente, no entra como dado estatstico. Atualmente, esse o melhor caminho para o planejamento do policiamento, por isso muito importante registrar boletim para qual-quer tipo de ocorrncia.

    Ser construda a base comunitria que todos ns queremos (e precisamos)? Quantas viaturas estaro disponveis nas nossas ruas? Haver aumento no efeti-vo policial? Quais sero as formas de combate? Como ficar a questo da segurana para todo o bairro? So perguntas para as quais buscaremos respostas em nossa prxima edio.

    Crianas de 11 anos de idade j praticam roubos com um revlver na

    mo, e isso no pode ser tratado como uma questo apenas de polcia ou de

    maioridade penal, porque vai muito alm. Se uma criana rouba com 11

    anos porque houve falhas (na famlia, na escola...). Ela j est com o seu

    carter comprometido, vai ser presa a qualquer hora e no ser recuperada

    pelo sistema de reeducao juvenil (as antigas Febens), muito menos pelo sistema prisional. Agora, o que no

    podemos tornar as leis mais brandas.

    Carlos Battista - Delegado de Polcia Titular do 89 DP

    Portal do Morumbi

    Delegado da Polcia Civil, Dr. Carlos Battista, conversa com a nossa equipe.

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    Confraria divertidaA confraria feminina realizada na noite de 13 de setembro no shopping Market Place foi de risadas e presen-tes! Pra comear, muita risada no stand up comedy na Livraria Cultura. Em seguida, o destino foi o restauran-te Rscal, onde todas as comadres saborearam comidinhas e bebidinhas deliciosas, alm de um atendimento de primeira. Pra fechar a noite com chave de ouro, todas participaram de um sorteio que rendeu muitos, mui-tos mimos dados por alguns lojistas do shopping. Quem no foi, perdeu! Confira a lista:

    Brigaderia Duas caixas exclusivas recheadas de delcias Laus Beer Uma caneca edio especial Octoberfest Korres Trs kits com produtos Calche Trs kits de AnaSuil Arezzo Uma bolsa Emprio Naka Dois pares de sapatos e brindes da loja Capodarte Um par de chinelos Salinas Uma sada de praia Nina Salinas Side Walk Um par de sapatos e um leno Vika Um par de brincos

    SERVIOShopping Market Place Av. Dr. Chucri Zaidan, 902Tel.: 3048-7000 www.marketplace.com.br

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    Pai e filha felizes no Shopping Morumbi Open CenterO concurso cultural para o Dia dos Pais promovido pelo shopping, em conjunto com a agncia Cabea Criativa, premiou a melhor frase cria-da com um iPad2. A ganha-dora foi Debora Diniz Donato, que recebeu o prmio no dia 1 de setembro. A frase? No importa o ta-manho do seu pai, afinal, seja ele P, M ou G, no Morumbi Open Center sua felicidade sempre 3G!. Parabns, Debora!

    Shopping Morumbi Open CenterAv. Dr. Guilherme Dumont Villares, 1210 Tel.: 3744-9455www.morumbiopencenter.com.br

    Kosher no MorumbiAlm de produtos com descontos de at 50% e estoque completo de me-dicamentos genricos, a Drogabem apresenta aos seus clientes mais duas novidades: grande variedade de per-fumes importados (originais, selados e autorizados pela Anvisa) com preo justo e qualidade comprovada; e to-da linha Kosher de cosmticos e ali-mentos para a comunidade judaica (xampus, hidratantes, sabonetes, le-os para massagem, farinha de linhaa dourada, aromatizador bucal, extrato de prpolis e muito mais), liberados pelo Rabino M.A. Iliovits com o smbolo B.K.A.. Todos os produtos so exclu-sivos na Drogabem aqui do Morumbi.

    Drogabem Av. Dr. Guilherme Dumont Villares, 2483 Tel.: 3742-3000

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    Tecnologia que amplia possibilidadesDentro do princpio de inovao e grandes resultados, o colgio Pueri Domus d continuidade ao Projeto Digital, que j se consolidou com a disponibilizao de um laptop por aluno e tambm a produo de contedos exclusivos. Os equipamentos, da marca Samsung, trazem aplicativos especiais, e por meio deles os estudantes podero acompanhar o con-tedo pedaggico exibido na lousa digital, outro recurso tecnolgico j utilizado nas escolas Pueri Domus.

    Colgio Pueri Domus Rua Verbo Divino, 993-A Tel.: 3512-2222 www.pueridomus.com.br

    Tim tim!Empresa tipicamente familiar, com 18 anos de tradio no ramo, o Emprio Santa Joana no para de cres-cer e abriu a quarta loja da rede aqui no nosso bairro! Aliado Loja de Bebidas, a maior empresa de bebi-das online, o local possui grande variedade de produtos (so mais de 1.500 rtulos entre vinhos, cachaas e destilados); funcionrios altamente capacitados para melhor lhe atender, alm de um Sommelier para orien-tar sobre eventos, festas e as melhores combinaes entre vinhos e pratos.

    Emprio Santa Joana Rua Almadn, 19 Tel.: 3507-6050 www.emporiosantajoana.com.br [email protected]

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    Hambrguer no capricho!Acaba de chegar ao Morumbi a Black Pepper & Co, onde o Burguer no s um hambrguer, uma via-gem rebuscada nos melhores ingredientes, melhores carnes e, claro, nos melhores sabores. Vale a pena experimentar as deliciosas onion rings que acompanham os molhos de mostarda dijon e pur de ma, e o maravilhoso burguer BBQ Rodeo, com a especialssima carne Red Angus, de origem europeia, e molho barbecue. Vai resistir?

    Black Pepper & Co Rua Jandiatuba, 550 (ao lado do posto BR, prximo Av. Giovanni Gronchi) Tels.: 4323-7457 / 4324-7457

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    Artes marciais ganham novo endereo Em setembro o Morumbi ganhou mais uma academia especializada em artes marciais. Voltada exclusi-vamente para a prtica de modalidades esportivas como Muay Thai, Boxe, Jiu-Jitsu, MMA, Taekowndo e Jud, a Ultra Fight oferece sofisticao e qualidade em seu espao de 500 metros qua-drados. Com a preocupao de atender a todas as idades, h atividades direcionadas para crianas, adolescentes, adultos e 3 idade. No perca a oportunidade de conhec-la.

    Ultra Fight Rua Algemesi, 57/63 Tel.: 7667-3995 www.ultrafight.com.br

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    Novo emprio O Morumbi acaba de ganhar mais um estabelecimen-to de sucesso, ambiente agradvel, atendimento di-ferenciado, vrias marcas e produtos selecionados. Muito bem instalado na rua Deputado Joo Sussumu Hirata, o Emprio Panamby oferece produtos nacio-nais e importados (como os saborosos snacks), cer-vejas de todas as marcas, alm de deliciosas massas artesanais, servidas em pores na medida certa para voc e sua famlia, e as irresistveis canecas Nutkao.

    Faa uma visita e surpreenda-se!

    Emprio Panamby Rua Deputado Joo Sussumu Hirata, 437 Tels.: 3743-0507 / 2359-8888

    Forte parceria em educao no Morumbi

    Com apoio da Abril Educao, o Colgio Universitrio Morumbi agora Anglo Morumbi. As duas instituies formaram uma forte parceria e, desde 1 de setembro, oferecem aos seus alunos, da Educao Infantil ao Ensino Mdio, a metodologia de ensino, as tecnologias, os livros e as apostilas do Anglo Sistema de Ensino. A parceria resultado da busca constante da excelncia na qualidade de ensino.

    Colgio Anglo Morumbi Rua Diogo Pereira, 324 Tel.: 3740-1000 www.universitariomorumbi.com.br

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    Sabor de quero maisO aniversrio do seu filho est chegando, mas vo-c ainda no escolheu o sabor do bolo? Deixe isso com a padaria Sabor das Massas! L, uma equi-pe pra l de qualificada produz bolos com o per-sonagem da preferncia da criana; e os recheios, hummmmm... so de dar gua na boca!

    s ligar e fazer sua encomenda!

    Sabor das MassasUnidade Morumbi Rua Prof. Jos Horcio Meirelles Teixeira, 893 Tel.: 3739-0056Unidade Panamby Rua Deputado Joo Sussumu Hirata, 495 Tel.: 3501-2931

    Um novo conceito em loja de brinquedos

    Em 2010 a Revista Crescer listou os 50 melhores brin-quedos para o seu pequeno, e sabe onde voc pode encontr-los? Na nova Zastras Nobel Giovanni, que acabou de abrir as portas aqui no Morumbi. A unidade oferece grande variedade de brinquedos infantis, alm de livros infantis e adultos voltados educao, CDs, DVDs, acessrios e muito mais! Encante-se com esses e muitos outros presentes para todas as datas e idades!

    Zastras Nobel Giovanni Av. Giovanni Gronchi, 5595 loja 7 Tel.: 3743-0476 www.franquiazastras.com.br

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    Sua casa valorizada com obras de arteQue tal falar com quem entende do assunto? O Banco de Arte une conhecimento ao melhor atendimento, feito pelo marchand Nagib Andr.De artistas iniciantes a renomados, a sua obra de arte est aqui.

    Banco de ArteRua Edward Joseph, 15Tels.: 3739-0119 / 9462-9277www.bancodearte.net [email protected]

    Visite tambm o Espao Cultural Banco de Arte no Morumbi Open Center, lojas 12 e 13.

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    30%OFF

    Detalhes que chamam a atenoUm detalhe na decorao pode ser o que falta para sua sala ficar muito mais bonita. Uma cristaleira moderna, um sof confortvel ou uma poltrona em um canto estratgico pode dar aquele toque diferente. No outlet da Ideall Design, voc encontra essas e outras opes que podem ser exatamente o que procura, e os descontos vo at 70%. Aproveite!

    Ideall Design Rua Nelson Gama de Oliveira, 277 Tel.: 3507-4852 De seg a sex das 9h30 s 20h, sb das 9h30 s 19h Estacionamento prprio www.idealldesign.com.br

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    Andar com f!Em antecipao ao Natal, a Cheia de Graa Boutique Catlica rece-beu vrias opes de prespios en-cantadores, dos infantis aos mais sofisticados. Na loja voc tambm encontra artigos religiosos para as mais diferentes ocasies e pre-sentes para batizados, Primeira Comunho, crisma e bodas, ou mesmo aquele mimo que voc quer oferecer a um amigo, alm de lembrancinhas para batizado e santinhos personalizados para Primeira Comunho. Voc vai se encantar com as opes de presentes para os dias das Crianas e do Professor.

    Em antecipao ao Natal, a Cheia de Graa Boutique Catlica rece-beu vrias opes de prespios en-cantadores, dos infantis aos mais sofisticados. Na loja voc tambm encontra artigos religiosos para as

    amigo, alm de lembrancinhas para batizado

    das Crianas e do Professor.

    Cheia de GraaRua dos Trs Irmos, 506 Tel.: 2615-1719De seg a sex das 9h30 s 18h; sb das 10h s 14h

    O que vai fazer a cabea no vero 2012? Seu hairstylist sabe!Longo ou curto? Que cor usar nos cabelos? O pr-ximo vero promete ousadia e modernidade tanto

    para as meninas quan-to para os meninos. Pra tudo isso voc pode contar com o Larcio Camilo, hairstylist do Lo Studio. Ele ajuda a escolher o corte mais adequado ao seu for-mato de rosto e tam-bm de acordo com o seu perfil profissio-nal. Marque um ho-rrio com o Larcio, ele sabe tudo isso e muito mais!

    Lo Studio R. Jos Ramon Urtiza, 1220 Tels.: 3776-7282 / 8763-0208 www.lostudio.com.br

    Travessuras, gostosuras e muita diversoComemorao que chegou timidamente, hoje o Halloween conquistou seu espao por aqui. Inmeros so os lugares (casas noturnas, bares, escolas e at a casa de algum amigo), que promovem festas a fanta-sia, com seus convidados vestidos a carter. A deco-rao e as fantasias fazem toda a diferena. Na Fantasia & Cia, voc encontra acessrios temti-cos para a decorao, como abboras, velas, teias, alm, claro, da fantasia que a sua cara. Aproveite as promoes constantes da loja e faa a sua festa entrar para a histria.

    Fantasia & Cia Av. Dr. Guilherme Dumont Villares, 974Tel.: 3743-3101 www.fantasiaecia.com.br

    Comer para emagrecerPermanecer em jejum pela manh dizer ao corpo que ele pode parar de queimar ca-lorias, aumentar o armazenamento de gor-dura e queimar msculo. Quem inicia o dia

    fazendo boas escolhas alimentares tende a comer bem nas demais refeies. Ao contrrio, pessoas que pulam o caf da manh dificilmente conseguem se controlar no almoo. O estmago va-zio por muito tempo secreta Grelina,

    um hormnio que avisa ao crebro a necessidade de reabastecer seus estoques de energia. Quanto maior o perodo de jejum, mais sinais sero emitidos ao c-rebro e mais comida necessitar ser ingerida no al-moo para saciar-se. Um caf da manh equilibrado acelera a atividade metablica em 30%, aumentan-do o gasto calrico e contribuindo para o peso ideal.

    Endocrinologia Dr. Alexandre Ferreira CRM 108.116Av. Dr. Guilherme Dumont Villares, 839 cj. 32Tel.: 3739-1589 / 2528-4625www.dralexandreferreira.com.br

    Permanecer em jejum pela manh dizer ao corpo que ele pode parar de queimar ca-lorias, aumentar o armazenamento de gor-dura e queimar msculo. Quem inicia o dia

    fazendo boas escolhas alimentares tende a comer bem nas demais refeies. Ao

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    Os avanos da dermatologia no sculo XXICom a rpida evoluo da medicina na ltima dcada, novos mto-dos diagnsticos, medicamentos, cirurgias menos invasivas, tm mu-dado nossa maneira de lidar com a sade. Da mesma forma, a busca pelo bem-estar, pelo rejuvenescimento e pela beleza tem se tornado cada vez mais presente no dia-a-dia de homens e mulheres. O de-senvolvimento de novas tecnologias, somado com esta preocupao esttica, possibilitou uma revoluo na rea. E as inovaes ocorrem em todos os sentidos. Desde novos suplementos vitamnicos que aju-dam a formar colgeno e deixar a pele mais firme; vitaminas para for-talecer cabelos e unhas at proteger a pele dos raios ultravioleta (UV). Tambm os cremes se tornaram mais tecnolgicos graas a formula-es nanossomadas, que penetram mais profundamente na pele e li-beram seus ativos nos pontos desejados.

    A evoluo chegou tambm aos aparelhos, que esto mais seguros e apresentando melhores resultados. Um grande avano foi o desen-volvimento de tecnologias de Skin Tightening (efeito lifting/ firmador). O que pode ser mais fabuloso que recuperar uma pele com flacidez e rugas sem precisar recorrer ao bisturi? Sem falar nos novos laseres fracionados ou microablativos, que tratam cicatrizes de acne, rugas profundas e estrias com menor perodo de recuperao e excelentes resultados, diz a Dra. Isabela Fleischfresser Poffo.

    As mquinas, agora, combinam diferentes energias num mesmo disparo.Por exemplo, a tecnologia ELOS, que associa a Luz Intensa Pulsada com a Radiofrequncia. As duas energias so liberadas na pele ao mes-mo tempo, o efeito das duas se somam, potencializando a melhora es-ttica e diminuindo e nmero de sesses necessrias.

    A combinao de tcnicas como botox, preenchimentos, peelings tam-bm tem sido muito utilizada para dar um efeito mais natural. Minha preo-cupao sempre rejuvenescer o rosto de forma harmnica. O ideal que a parte de cima (olhos, testa e sobrancelhas que respondem bem ao bo-tox) tenha a mesma idade que a parte inferior (boca e contorno da man-dbula que melhoram com preenchedores). Se o rosto est bem, mas o pescoo est muito envelhecido, tambm podemos atuar com um aparelho para uniformizar a cor, textura e dar mais firmeza, complementa Isabela.

    Excelentes resultados podem ser obtidos avaliando a necessidade de cada caso e individualizando os tratamentos. O objetivo alcanar uma aparncia saudvel e descansada, sem alterar a fisionomia de ca-da pessoa, pois hoje os exageros esto fora de moda.

    Dra. Isabela Fleischfresser Poffo CRM 143.736Av. Albert Einstein, 627 Pavilho Vicky e Joseph Safra, Sala 421Hospital Israelita Albert Einstein Morumbi Tel.: 2151-5421

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  • Mente s, corpo so!Essa frase atribuda ao poeta romano Juvenal tem perfeita aplicao na sade mental. A atividade fsica no s benfica ao nos-so corpo, mas tambm nossa mente e auxilia no tratamento de seus transtornos. A prtica esportiva favorece a li-berao de endorfinas (substncias relaciona-das ao bem-estar e ao

    prazer) em nosso crebro, alm melhorar a autoesti-ma, a memria e a ateno. Alguns trabalhos apon-tam que a atividade fsica associada ao tratamento da depresso no s acelera a sua recuperao, mas tambm diminui a possibilidade de novos episdios no futuro. Qualquer atividade pode ser benfica des-de que respeite sua condio fsica. Converse com seu mdico e faa uma avaliao completa antes de comear qualquer atividade.

    Dr. Adriano Predeus CRM 101.338Psiquiatria Infncia, Adolescentes e AdultosAv. Doutor Guilherme Dumont Villares, 1230 cj. 15 Tel.: 3742-8242 www.psiquiatriamorumbi.com.br

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    Est pensando em alguma comemorao e no sabe por onde comear?A Kriyar Eventos uma agncia especializada em plane-jamento, organizao e execuo de eventos sociais e corporativos. O grande diferencial est nos profissionais al-tamente experientes, criativos e atenciosos, prontos para elaborar projetos de forma personalizada, com muita ori-ginalidade. No importa o tamanho do evento. Seja uma reunio corporativa ou uma grande festa, a Kriyar Eventos surpreende seus clientes com orientaes, planejamento e execuo impecvel. Entre em contato e conhea o portflio. Kriyar Eventos Tel.: 3776-7810 www.kriyar.com.br

    Flores por todos os ladosSempre com ar feminino e romntico, as estampas florais fazem sucesso entre as mulheres e, cada vez mais, entre as pequenas, que desde cedo no dispensam o ar fashion. Geralmente coloridas, compem looks que podem ser usados num pas-seio tarde, seja na cidade, seja na praia. A Bugudum j recebeu uma srie de modelos e est mais do que pronta para vestir as meninas com muito charme e conforto. A loja comercializa peas da marca Anim, que traz para o vero 2012 peas supercolori-das e elegantes. As pequenas flores do seu jardim vo adorar!

    Bugudum Av. Dr. Guilherme Dumont Villares, 2282 Tel.: 2308-7772Bugudum Al. dos Jurupis, 1739 Moema Tel.: 5535-7385www.bugudum.com.br

    Doces, registros e o que sua imaginao permitir Festa do pijama, Ch-de-bonecas, Aniversrios. A cake designer Simone Monteiro, da Smiles and Joy, torna sua festa ainda mais incrementada.

    Especializada em delicados bolos, doces e cupcakes, ela acaba de firmar uma parceria com Tati Leme, que desenvolve ambientes personalizados para festas in-

    fantis, e com a fotgrafa Karin Mitchels, que re-gistra artisticamente em suas lentes todos os mo-mentos do evento. Sua festa do jeitinho que vo-c quer, cheia de charme e delcias!

    Smiles and Joy Tels.: 8208-1091 / 3739-0069 smilesandjoy.blogspot.com

    desenvolve ambientes personalizados para festas in-fantis, e com a fotgrafa Karin Mitchels, que re-gistra artisticamente em

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  • Lvio GiosaPresidente do CENAM Centro Nacional de Modernizao Empresarial. Vice Presidente da ADVB Associao dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil e Coordenador Geral do IRES Instituto ADVB de Responsabilidade Socioambiental. Contato: [email protected]

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    Terceirizao moderniza o setor pblico O tema terceirizao volta a ser discutido nos ambientes pblico e privado e pela so-ciedade em geral. Isto porque est em vias de ser votada a Lei da Terceirizao, que busca regulamentar esta atividade no Brasil. O prprio TST Tribunal Superior do Trabalho, preocupado com a onda de processos trabalhistas, convoca uma audin-cia pblica para discutir com os principais especialistas esta matria.Vamos trat-la, portanto, em captulos que possam orientar o nosso leitor a acompa-nhar este processo.O setor pblico, ao longo de dcadas seguidas, tem sido o grande vilo da economia brasileira. Esse estigma a resultante de uma histria poltica intercalada por perodos de democracia e ditadura. O resultado bvio: centralizao, estatizao econmica e m-quinas administrativas inchadas, onerosas para a sociedade, ineficientes e improdutivas. No momento brasileiro atual, o trip qualidade/ produtividade/ custo baixo torna-se, cada vez mais, condio fundamental sobrevivncia das empresas e, sobretudo, constitui-se em meta prioritria da gesto do setor pblico. O ambiente econmico altamente competitivo no aceita mais sustentar mquinas p-blicas lentas e burocrticas.Os governos devem voltar-se funo precpua de prover a sociedade com aes efi-cazes nas reas de educao, segurana, sade e outras prioridades sociais. Assim, preciso definir um novo modelo para o setor pblico, que deve ser eficiente, produtivo, no-deficitrio e prestador de servio de alta qualidade. Nesse sentido, a terceirizao mostra-se uma alternativa vivel, econmica e eficien-te para conduzir o setor pblico excelncia. H numerosos exemplos de servios terceirizados com sucesso pelo setor pblico. Os guinchos equipamentos e operao utilizados pela Companhia de Engenharia de Trfego (CET), na cidade de So Paulo; a leitura das contas da Eletropaulo e Sabesp, e os servios de apoio rodovirio nas estradas administradas pelo Dersa, todas em-presas do governo de So Paulo. Ao terceirizar esses servios, o setor pblico reduz significativamente os seus custos e tem um expressivo ganho de qualidade no atendimento prestado comunidade, me-dida que as empresas contratadas tm especializao e knowhow em suas atividades. A terceirizao, alm dessas vantagens, no implica processos burocrticos comple-xos para ser adotada. Tampouco depende da aprovao de uma legislao especfi-ca, pois objeto de um contrato entre pessoas jurdicas. Para terceirizar um servio obtendo todos os resultados positivos que esse procedimento acarreta, os rgos p-blicos precisam realizar licitao pblica. No entanto, a Lei 8.666, que rege os processos licitatrios, remete administrao pblica a necessidade da contratao do servio pelo menor preo.E isto pode, em muitos casos, afetar a atividade de servios prestados pela falta de qualidade e possibilidade de no-cumprimento do contrato pela empresa contratada por no disponibilizar dos recursos ideais para a sua perfeita execuo.Indiscutivelmente, a terceirizao, enquanto instrumento de gesto, abre um imen-so leque de possibilidades para que os rgos pblicos brasileiros possam mo-dernizar suas prticas administrativas e direcionar mais recursos ao atendimento das prioridades sociais.E este o melhor contraponto para qualificar a mquina pblica com resultados para a melhoria da qualidade de vida do cidado.

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    As queixas sobre a falta de segurana e o trnsito catico apa-receram em todas as regies: Eu tenho medo de sair de casa, Evito sair noite ou chegar muito tarde em casa, Nas reunies de condomnio o item reforo na segurana est sempre na pauta. Todo dia eu tento um caminho novo para chegar ao trabalho, J comeo o dia desanimado ao ver a fila de carros parados na mi-nha frente foram alguns dos comentrios que eu ouvi. Mas o que mais me chamou a ateno foram os pequenos problemas relatados pelos moradores, os pequenos obstculos do coti-diano que costumam tirar o nosso humor. As queixas variavam de acordo com a localidade. Numa rua, os moradores reclama-vam das caambas de entulho, em outra a queixa era sobre o abandono das caladas, mais adiante os moradores reclama-vam da iluminao deficiente e em outro ponto foi citada at a sujeira causada pelos resduos deixados por ces, muitas ve-zes, com a conivncia dos donos. Teve ainda uma reclamao dos moradores sobre a utilizao de uma praa como rea de lazer no fim de semana, e uma outra, sobre o barulho causado pelos clientes de um bar durante a madrugada.Nosso bairro cresceu. E os problemas aqui relatados so os mes-mos de outros bairros grandes da cidade. So problemas co-muns que afligem a todos que vivem nas reas urbanas do pas. A diferena que em So Paulo, a diviso administrativa per-mite que haja bairros, to importantes quanto o nosso, em que h sempre uma subprefeitura por perto. Esse canal de comuni-cao com o poder pblico est ali do lado de quem mora em Pinheiros, nos Jardins ou na Lapa. A proximidade da adminis-trao pblica com os moradores permite a soluo rpida dos pequenos problemas. Fica mais fcil o contato quando o pr-dio pblico est no seu caminho, quando no precisamos fazer grandes deslocamentos. Afinal, ir at o Campo Limpo para re-clamar das fezes do cachorro e da falta de educao dos seus donos, convenhamos, exigir demais do cidado.

    Paulo Amaral

    morador do Morumbi e jornalista da Rede Globo de Televiso, onde edita o jornal Hoje.

    PensataQuais so as suas prioridades para o Morumbi? Caros amigos, me propus um desafio ms passado. Deveria preparar uma lista das aes prioritrias para o nosso bairro. Queria eleger os problemas que deve-riam ser atacados de imediato para tornar o Morumbi um bairro cada vez melhor. Para cumprir a tarefa, percorri vrias ruas do bairro. Atravessei pequenos e grandes centros comerciais, andei por ruas estrei-tas e amplas avenidas, estive em reas exclusivas de casas e em ruas s de prdios. Em todos os luga-res que visitei procurei ouvir o que era prioritrio para os moradores e tentei reunir o maior nmero possvel de reclamaes para montar a lista de prioridades.

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  • Rosa Richter pedagoga; presidente da Associao Cultural e de Cidadania do Panamby; presidente da AMO Jardim Sul; conselheira e diretora de vrias entidades na rea de Desenvolvimento social. [email protected]

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    Pela segurana no Morumbi

    Caro leitor, A violncia urbana dos ltimos tempos tomou propores absurdas, insuportveis e in-sustentveis para os moradores do Morumbi!A Constituio Federal, no art.144, diz que Segurana Pblica direito e responsabili-dade de todos. E foi com esse esprito que o Movimento SOS Morumbi fez sua mani-festao no dia 28/08/2011, que gerou um abaixo-assinado com 10 mil assinaturas.Desde ento, estamos tentando agendar com o governador do Estado, Sr. Geraldo Alckmin, uma audincia para entregarmos as assinaturas em mos. At a presente data (30/09/2011) NO CONSEGUIMOS esse agendamento.Esse movimento, alm de muito importante, mostra que a sociedade civil est se or-ganizando e est atuante em seus propsitos e necessidades! o nico meio para rei-vindicarmos nossos direitos e assim sermos respeitados, ouvidos e atendidos. a melhor forma de exercermos nossa cidadania.Espero que o movimento continue e cresa para transformarmos o Morumbi em um lugar melhor, seguro, com qualidade de vida e, quem sabe, torn-lo um modelo pa-ra So Paulo.Queremos que todas as secretarias do Estado e Prefeitura levem em conta os ltimos dados de 2010 do IBGE, que mostram que a Vila Andrade teve o maior aumento po-pulacional da cidade de So Paulo com 73%. Pelos dados estatsticos fica claro que a forma imediata de termos resultados o trabalho de todas as secretarias do Estado e Prefeitura de So Paulo em conjunto e que as mesmas tracem um grande Plano de Ao com intervenes importantes no Morumbi.Essas grandes intervenes sero fundamentais para o desenvolvimento ordena-do, tais como:Aumento de efetivos na segurana, melhorias e novas instalaes na iluminao, me-lhorar a rede de saneamento, urbanizao de todas as comunidades carentes das sub-prefeituras de Campo Limpo e Butant, permanente manuteno de todas as reas verdes, sinalizao, melhoria no sistema virio etc.Aguardamos ainda nos prximos dias o agendamento de nossa audincia com o Governador para completarmos mais essa etapa do Movimento.

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    ... uma garotinha chamada Manu. Quando ainda era bem pequena,

    ela no se cansava de ler as dezenas de livros trazidos para casa

    pela av, Lourdes. Prazerosos e instigantes, em cada um dos livros,

    alm das histrias que at hoje encantam milhares de crianas,

    como Cinderela, O Menino Maluquinho e Branca de Neve e os Sete

    Anes, a menina tambm se encantava com as cores, os desenhos,

    os bales recheados de dilogos mgicos... Tudo era de encher os

    olhos e ela ficava ali, horas e horas debruada em cima das inmeras

    pginas; o que fez com que o interesse contnuo pela leitura (hbito

    que no abandonou at hoje), despertasse o desejo pela profisso

    que escolheu para trabalhar a vida inteira...!

    Era uma vez...

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  • Especial educao

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    Quem nunca leu um livro e se imaginou no lugar de um determinado personagem? Ou ento, se comoveu com o final

    de uma histria? Ou ainda, soltou

    a imaginao e criou novas vozes,

    lugares, falas... Alm de melhorar o

    nosso desenvolvimento pessoal e

    profissional, os livros nos emocio-

    nam, aumentam nosso vocabulrio,

    melhoram o nosso senso crtico,

    escrita... Alguns at causam mudan-

    as significativas nas nossas vidas.

    No h como negar: quem l desde

    cedo est muito mais preparado

    para os estudos, para o trabalho

    e para a vida. A leitura, quando

    inserida no mundo de uma crian-

    a, se torna o principal caminho

    para o seu desenvolvimento, j que

    melhora a capacidade de comu-

    nicao e o vocabulrio, alm de

    todos os benefcios que traz para

    a imaginao, cultura, lazer, infor-

    mao, raciocnio, emocional...

    Melhor momento para comearmos

    a exercitar esse gostoso hbito,

    na infncia que aprendemos a dar

    valor a tudo o que um bom livro tem,

    e de l que trazemos as nossas

    maiores e mais valiosas heranas.

    Nas escolas, grandes influenciado-

    ras desse processo, professores e

    diretores se empenham cada vez

    mais em fazer com que os pequenos

    adquiram o hbito e tomem gosto

    pelos livros. Na escola, os livros

    devem estar ao alcance das crian-

    as para que elas possam manipu-

    l-los, decidir suas escolhas e sentir

    essa proximidade desde cedo. Eles

    devem ser oferecidos de forma que

    elas no fiquem desestimuladas ou

    desinteressadas, pelo contrrio, iro

    querer conhecer as novidades e o

    que eles tm a oferecer. Os livros

    devem ser apropriados s faixas

    etrias das crianas, sendo interes-

    sante que os professores, atravs

    de dinmicas adequadas, sempre

    apresentem novas possibilidades

    e trabalhem com elas como fonte

    de pesquisas para os contedos

    que so desenvolvidos diariamen-

    te, diz Bruna Costa, orientadora

    educacional da Escola Equilbrio.

    Segundo a profissional, a criana

    precisa despertar em si o interesse

    pelo livro e pela leitura, e sentir pra-

    zer nessa ao. Quando pequena,

    ainda antes de se formar como leito-

    ra, quem far esse papel de estimu-

    lador e incentivador o adulto pais

    ou professores. Sendo assim, cabe

    a essa mediao a impresso que

    ser formada: o gosto ou desgosto

    pelos ttulos. O contador, aquele

    que apresenta a histria criana,

    deve ter conhecimento do contedo

    como um todo, contar usando ento-

    naes de voz diferentes e muito

    envolvimento, mostrar paixo por tal

    leitura, narrando como se vivesse a

    trama. Uma boa leitura infantil, alm

    desses preceitos, deve contar com

    uma escolha adequada da obra,

    de acordo com a idade e a fase de

    desenvolvimento em que o peque-

    no se encontra; e da linguagem uti-

    lizada, que deve ser acessvel.

    LUGAR DE LIVRO NO

    NA ESTANTE!

    Para que um livro no fique parado,

    acumulando poeira, preciso que,

    em primeiro lugar, ele esteja acess-

    vel (seja no carro, consultrio, quar-

    to, banheiro, sala, jardim ou cozinha).

    No Colgio taca, por exemplo, as

    crianas do Ensino Fundamental

    podem manusear os livros que

    quiserem. Para isso existe, no

    horrio das aulas, um tempo

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    exclusivo para a ida da turma

    biblioteca. Os alunos olham e

    retiram o que querem com prazo

    de devoluo de duas semanas e,

    posteriormente, na classe, alguns

    so convidados a comentar a

    sua leitura, conta Vera Bueno,

    assessora pedaggica do Ensino

    Fundamental 1 no Colgio taca. De

    acordo com ela, o hbito de os alu-

    nos compartilharem a leitura entre

    os coleguinhas tem se mostrado

    bastante estimulante para o grupo.

    Coordenadora pedaggica do

    Ensino Fundamental 2, tambm

    no Colgio taca, a profissional

    Lina Mendes fala sobre o projeto

    Ler Legal, que tem o objetivo

    de estimular a leitura e a produ-

    o de crticas de obras escolhi-

    das pelas crianas. As aulas de

    Literatura comeam no 6 ano

    do EF2 e o professor no apenas

    acompanha a leitura de determi-

    nado livro, como tambm orien-

    ta e incentiva a leitura de outras

    obras relacionadas (de mesmo

    gnero, tema, autor etc.). J no

    8 e 9 anos, os alunos tambm

    participam do projeto e, a cada

    ms, eles escolhem uma nova obra

    para ser lida, resenhada e publica-

    da em um painel que consulta-

    do por outros alunos na hora de

    escolher o livro do ms seguinte.

    Vera tambm revela que, alm do

    horrio da biblioteca, o professor

    tem sempre um livro para ler em clas-

    se, junto com os alunos; e que essa

    leitura feita por captulos, de modo

    a deix-los sempre na expectativa

    da sequncia da histria narrada.

    No h meta estabelecida para

    a leitura, mas os alunos do 6 e 7

    anos do EF leem um livro por ms

    letivo na disciplina de Literatura

    e um livro por bimestre na disci-

    plina Estudos fricos. J no 8

    e 9 anos, eles leem pelo