Dossie UFO Brasil

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    A Vossa Excelncia: Dra. Dilma Rousseff, Ministra de Estado da Casa Civil, Praa dos Trs Poderes, Palcio do Planalto, 4 Andar, 70150-900 Braslia (DF).

    Com cpias para as autoridades da Comisso de Averiguao e Anlise de Informaes Sigilosas, criada pela Lei 11.111/2005:

    General-de-Exrcito Jorge Armando Felix, Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurana Insti-tucional da Presidncia da Repblica. Dr. Tarso Genro, Ministro de Estado da Justia. Dr. Nelson Jobim, Ministro de Estado da Defesa. Embaixador Celso Amorim, Ministro de Estado das Relaes Exteriores. Dr. Jos Antonio Dias Toffoli, Advogado-Geral da Unio. Dr. Paulo de Tarso Vannuchi, Secretrio Especial dos Direitos Humanos da Presidncia da Repblica.

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    Prezados senhores:

    1. Reunidas as empresas legalmente constitudas, com razes sociais de-

    nominadas de Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores

    (CBPDV), CNPJ 07.006.291/0001-74, com sede na Rua Antonio Dias A-

    dorno 72, Bairro Vilas Boas, Campo Grande (MS), telefone (67) 3341-

    8231; Entidade Brasileira de Estudos Extraterrestres (EBE-ET), CNPJ

    03.345.738/0001-89, com sede no Setor de Habitaes Individuais Norte

    (SHIN), Quadra 10, Conjunto 02, Casa 03, Braslia (DF), telefone (61)

    3368-3857; Instituto Nacional de Investigao de Fenmenos Aero-

    espaciais (INFA), CNPJ 000.878.259/0001-30, com sede na Rua Antonio

    Marcondes 70, So Paulo (SP), telefone (11) 2272-1441; Ncleo de Pes-

    quisas Ufolgicas (NPU), CNPJ 79.547.881/0001-15, com sede na Rua

    Mariano Torres 792, Centro, Curitiba (PR), telefone (41) 3324-0805;

    Centro de Pesquisas Ufolgicas (CPU), sem CNPJ, com sede na Rua

    Franklin Tvora 70, Fortaleza (CE), telefone (85) 3231-0805; aqui repre-

    sentadas por seus respectivos responsveis legais, o diretor do CBPDV e

    editor da Revista UFO Ademar Jos Gevaerd, CPF 442.581.949-72, resi-

    dente Rua Santana 244, Campo Grande (MS); o presidente da EBE-ET e

    conselheiro especial da Revista UFO Roberto Affonso Beck, CPF

    010.267.631-34, residente no mesmo endereo da referida entidade; o

    vice-presidente da EBE-ET e conselheiro especial da Revista UFO Fer-

    nando de Arago Ramalho, CPF 292.910.971-87, residente na Quadra

    10, Conjunto H, Casa 03, Sobradinho (DF); o presidente do INFA e co-

    editor da Revista UFO Claudeir Covo, CPF 402.109.448-20, residente no

    mesmo endereo da referida entidade; o presidente do NPU e co-editor

    da Revista UFO Rafael Cury, CPF 598.939.749-68, residente Rua Joo

    Schleder Sobrinho 820, Curitiba (PR); o presidente do CPU e co-editor da

    Revista UFO Reginaldo de Athayde, CPF 002.732.363-34, residente no

    mesmo endereo da referida entidade; o escritor, pesquisador indepen-

    dente e tambm co-editor da Revista UFO Marco Antonio Petit de Cas-

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    tro, CPF 932.381.187-49, residente na Rua Pacheco Leo 150, Bloco 02,

    Apto. 303, Rio de Janeiro (RJ); os quais, reunidos, compem a direo da

    Comisso Brasileira de Uflogos (CBU) vm, respeitosamente, infor-

    mar e requerer o que se segue.

    DOS PRECEITOS CONCEITUAIS E REGIMENTAIS

    2. Todas as entidades supra elencadas tm entre suas funes principais, re-

    gistradas em seus estatutos, o estudo e a divulgao do fenmeno dos ob-

    jetos voadores no identificados OVNIs ou UFOs, em ingls assim como

    as interaes decorrentes desse fenmeno em qualquer rea do conheci-

    mento. Tal estudo denominado taxonomicamente por dicionrios da ln-

    gua portuguesa como Ovnilogia ou Ufologia. Visando uma apropriada

    vernaculizao, adotaremos doravante os termos UFO ou UFOs, Fenme-

    no UFO e Ufologia, bem como palavras correlatas, em razo de serem es-

    tes convencionalmente adotados no estudo que tem sua origem nos Esta-

    dos Unidos, a partir do incio da segunda metade do sculo XX.

    3. As referidas entidades, aqui representadas por seus presidentes e demais

    integrantes, supra qualificados, junto de outras associaes ufolgicas bra-

    sileiras constitudas para os mesmos fins, tm como escopo, alm da prti-

    ca da Ufologia, a clareza de informaes prestadas sociedade a respeito

    do tema. Elas e seus membros reiteram a veracidade dos fatos que vm a-

    firmando desde as primeiras concluses de suas pesquisas, e fazem ques-

    to de se submeterem a quaisquer questionamentos advindos dessa egr-

    gia Casa Civil. Tal postura necessria e tem o intuito de dirimir dvidas

    relativas nossa conduta, ao tema em pauta e s afirmaes prestadas em

    seqncia, visando o esclarecimento de funcionrios e autoridades do Go-

    verno constitudas para os fins que prope este requerimento.

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    4. Os representantes legais e demais integrantes destas mesmas entidades,

    que firmam o presente documento, so tambm membros do Centro Brasi-

    leiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), mantenedor da mais com-

    pleta e antiga publicao sobre Ufologia do mundo, a nica no Brasil, a Re-

    vista UFO, da qual todos fazem parte. Atravs desta entidade e publicao, e

    tambm como cidados brasileiros amparados pela Constituio Federal,

    lanaram, em fevereiro de 2004, uma campanha intitulada UFOs, Liberda-

    de de Informao J, visando a manifestao do Governo Brasileiro sobre a

    posse e a divulgao de documentao oficial referente Ufologia, bem co-

    mo a criao de uma comisso civil-militar para estudo da disciplina, tendo

    em vista os fatos relatados a seguir. Este grupo de uflogos aqui reunidos

    compe hoje a direo da denominada Comisso Brasileira de Uflogos

    (CBU), criada em 1997 e reformulada em 2004. Somos os responsveis pelo

    corpo principal deste requerimento e pela gesto da campanha em tela.

    DAS INFORMAES E FATOS

    5. do conhecimento especfico de determinados nichos acadmicos, de mi-

    lhares de grupos ufolgicos espalhados pelo planeta, de rgos governa-

    mentais em diversos pases e de autoridades polticas, cientficas e milita-

    res que o Fenmeno UFO uma realidade incontestvel no mundo inteiro.

    fsico, visvel, genuno, manifesto atravs de constantes visitas de

    veculos aeroespaciais Terra, sendo alguns com tripulao, quando

    demonstram, atravs das suas atividades e performances, comportamento

    inteligente, de tecnologia superior que se conhece em nosso planeta.

    6. Efeitos dos mais variados perfis foram observados em minerais, vegetais e

    animais, aps a ao de UFOs e seus tripulantes. Seres humanos foram e so

    afetados por tais aes. Quando das atividades desses agentes e suas intera-

    es com a presena humana, aes indiferentes, benficas e, em menor

    nmero, malficas, se focadas a partir de determinados pontos de vis-

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    ta, fazem parte de um vasto histrico do estudo do Fenmeno UFO. Es-

    tudo que desenvolvido de maneira criteriosa e destemida h 60 anos por

    renomados cientistas uflogos. Tudo isso pode ser constatado atravs de ex-

    tensa bibliografia em lngua portuguesa e estrangeira, incontveis sites ins-

    talados na internet, obras literrias, ensaios e debates de elevado contedo

    cientfico, desenvolvidos por pesquisadores graduados das mais diversas

    disciplinas, em centenas de encontros e congressos abordando o tema.

    7. Nestes termos, a Ufologia, aps tantos anos de estudo srio sobre seu obje-

    to foco, conclui, por meio de deduo lgica e factual, que o Fenmeno

    UFO j teve sua origem suficientemente identificada como sendo a-

    lheia aos limites de nosso planeta. Como em todo trabalho sistemtico,

    tal concluso adveio de inmeros registros contidos em radarizaes, fo-

    tografias, filmes e relatos de testemunhas idneas, dentro e fora da atmos-

    fera terrestre. As provas so contundentes quando envolvem contatos di-

    retos com os tripulantes dos UFOs, tambm chamados de ufonautas, assim

    como os materiais coletados e analisados aps acidentes envolvendo ae-

    ronaves no conhecidas, inclusive com captura de criaturas fora de qual-

    quer classificao zoomorfolgica terrestre.

    8. Procedimentos metodolgicos para coleta de dados envolvendo material

    biolgico e combinaes qumicas de elevada pureza, totalmente estra-

    nhos aos conhecimentos vigentes, fazem parte da Ufologia militar e civil,

    institucional e independente, praticadas Brasil afora. O estudo desenvol-

    vido por algumas instituies j chegou a tal ponto, que determinados

    rgos responsveis pelo levantamento, coleta e catalogao do material

    so detentores de vasto arsenal, infelizmente em sua maioria ainda

    mantido sob sigilo, cujo valor informativo e cientfico inestimvel,

    suficiente para comprovar definitivamente a natureza inteligente e

    extraterrestre das naves e das bioformas que nos visitam. Os dados

    tambm so suficientes para provar que esses agentes so os efetivos

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    causadores do Fenmeno UFO, ainda no entendido por esta mesma ci-

    ncia que busca por respostas e desconhece a existncia de tais provas. A

    casustica levantada aponta que, por vezes, tais bioformas, enquanto en-

    tidades inteligentes, apresentam-se com aspecto humanide, composto

    por matria densa ou sutil, em relao ao conceito tridimensional da ma-

    tria. Outras vezes, esses seres apresentam-se com aspecto animalesco

    ou robtico, e que denotam claramente, na maioria absoluta em que tais

    fatos ocorrem, suas origens evolutivas no terrestres. Materializaes e

    desaparecimentos desses agentes e dos prprios UFOs, bem como os

    movimentos inconcebveis dos seus meios de transporte dentro da nossa

    fsi