Download - Formato PDF

of 49/49
SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0014 CHAVES FUSÍVEIS DE DISTRIBUIÇÃO PADRONIZAÇÃO APROVAÇÃO ELABORAÇÃO VISTO DVDS RES. DTE Nº 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP MANUAL ESPECIAL 1/49 1. FINALIDADE Fixar as exigŒncias mnimas para a fabricaªo e recebimento de chaves fusveis de distribuiªo, instalaªo externa e tensªo mÆxima de operaªo atØ 38 kV. 2. ´MBITO DE APLICA˙ˆO Aplica-se aos Departamentos da Diretoria TØcnica, AgŒncias Regionais, fabricantes e fornecedores de materiais da Empresa. 3. ASPECTOS LEGAIS a) NBR 8124 - Chaves Fusveis de Distribuiªo (classe 2); b) NBR 7282 - Dispositivos Fusveis Tipo Expulsªo; c) os termos tØcnicos utilizados nesta Especificaªo estªo de acordo com as definiıes da NBR 5459 da ABNT, complementadas pelo subitem 4.1. atØ o inciso 4.2.12. desta Especificaªo. 4. CONCEITOS B`SICOS 4.1. Caractersticas ElØtricas 4.1.1. Corrente Presumida de um Circuito a corrente que circularia no circuito em que se acha inserido o dispositivo de proteªo e/ou manobra considerado, se cada um de seus plos fosse substitudo por um condutor de impedncia desprezvel.
  • date post

    16-Dec-2016
  • Category

    Documents

  • view

    228
  • download

    2

Embed Size (px)

Transcript of Download - Formato PDF

  • SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIO

    SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIO

    CDIGO TTULO FOLHA

    E-313.0014 CHAVES FUSVEIS DE DISTRIBUIO

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVDS RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    MANUAL ESPECIAL

    1/49

    1. FINALIDADE

    Fixar as exigncias mnimas para a fabricao e recebimento de chaves fusveis de distribuio,instalao externa e tenso mxima de operao at 38 kV.

    2. MBITO DE APLICAO

    Aplica-se aos Departamentos da Diretoria Tcnica, Agncias Regionais, fabricantes efornecedores de materiais da Empresa.

    3. ASPECTOS LEGAIS

    a) NBR 8124 - Chaves Fusveis de Distribuio (classe 2);

    b) NBR 7282 - Dispositivos Fusveis Tipo Expulso;

    c) os termos tcnicos utilizados nesta Especificao esto de acordo com as definies daNBR 5459 da ABNT, complementadas pelo subitem 4.1. at o inciso 4.2.12. destaEspecificao.

    4. CONCEITOS BSICOS

    4.1. Caractersticas Eltricas

    4.1.1. Corrente Presumida de um Circuito

    a corrente que circularia no circuito em que se acha inserido o dispositivo de proteo e/oumanobra considerado, se cada um de seus plos fosse substitudo por um condutor deimpedncia desprezvel.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 2/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    4.1.2. Valor de Crista da Corrente Presumida

    o valor de crista da corrente presumida durante o intervalo de tempo transitrio que segueao seu estabelecimento, por um dispositivo de proteo e/ou manobra ideal no ploconsiderado.

    4.1.3. Corrente Presumida de Interrupo de um Dispositivo Fusvel

    a corrente presumida que avaliada no instante em que se inicia o arco de um processo deinterrupo de um dispositivo fusvel.

    4.1.4. Capacidade de Interrupo de uma Chave Fusvel

    o valor da corrente presumida de interrupo simtrica que uma chave fusvel capaz deinterromper, sob uma tenso dada em condies especificadas de emprego e funcionamento.

    4.1.5. Corrente Convencional de Fuso

    o valor especificado de corrente que provoca a fuso de um elemento fusvel, dentro de umtempo especificado (tempo convencional).

    4.1.6. Corrente Convencional de no Fuso

    o valor especificado de corrente que um fusvel capaz de conduzir por um tempoespecificado (tempo convencional).

    4.1.7. Tempo de Fuso ou Tempo de Pr-arco

    o intervalo de tempo entre o instante em que a corrente atinge valor suficiente para fundir oelemento fusvel e o instante em que inicia o arco.

    4.1.8. Tempo de Arco

    o intervalo de tempo entre o instante em que se inicia e o instante da extino final do arco.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 3/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    4.1.9. Tempo de Interrupo de um Fusvel

    a soma do tempo de fuso e do tempo de arco.

    4.1.10. Integral de Joule

    a integral do quadrado da corrente num intervalo de tempo especificado.

    Notas:

    a) do ponto de vista de um circuito protegido por um dispositivo fusvel, o valor daintegral de Joule sobre o tempo de interrupo do dispositivo fusvel referido a umaenergia especfica, isto , a energia liberada em forma de calor em uma parte do circuitotendo 1 Ohm de resistncia;

    b) os valores da integral de Joule, geralmente indicados para fusveis, so a integral deJoule de pr-arco e a integral de Joule de interrupo, aplicados respectivamente aostempos de fuso (pr-arco) e de interrupo.

    4.1.11. Tempo Virtual

    a relao entre a integral de Joule e o quadrado da corrente presumida no circuito.

    Os valores dos tempos virtuais, geralmente indicados para um fusvel, so os do tempo de pr-arco e do tempo de interrupo.

    4.1.12. Tenso de Restabelecimento

    a tenso que se manifesta entre os terminais de um plo de um dispositivo de proteo e/oumanobra, em seguida interrupo da corrente, em dois intervalos de tempo sucessivos, umno qual existe uma tenso transitria, seguido de um outro em que existe somente a tenso defreqncia nominal do sistema.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 4/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    4.1.13. Tenso de Restabelecimento Transitria

    a tenso de restabelecimento entre os terminais do primeiro plo que interrompe a corrente,no intervalo de tempo em que ela apresenta caracterstica transitria significativa.

    Nota:

    A tenso transitria pode ser oscilatria, no oscilatria ou uma combinao dessas duasformas, dependendo das caractersticas do circuito ou dispositivo de proteo e/ou manobra.Ela considera a variao de tenso do neutro de um circuito polifsico.

    4.1.14. Tenso de Restabelecimento de Freqncia Nominal

    a tenso de restabelecimento depois de desaparecerem os fenmenos transitrios de tenso.

    4.1.15. Tenso de Restabelecimento Transitria Presumida

    a tenso de restabelecimento transitria que se manifesta aps a interrupo, por umdispositivo de proteo e/ou manobra ideal, da corrente presumida simtrica no ploconsiderado.

    4.1.16. Curvas Caractersticas Tempo-Corrente

    a representao grfica do tempo de operao, expresso como um tempo virtual, em funodo valor eficaz da corrente presumida simtrica, em condies de operao especificadas.

    Nota:

    As curvas caractersticas tempo-corrente, indicadas em geral para um fusvel, referem-se aostempos de pr-arco e de interrupo.

    4.2. Chave Fusvel e Seus Componentes

    4.2.1. Dispositivo Fusvel

    um dispositivo de proteo que pela fuso de uma parte, especialmente projetada edimensionada, abre o circuito no qual se acha inserido e interrompe a corrente, quando estaexcede um valor especificado durante um tempo determinado.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 5/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    4.2.2. Chave Fusvel

    um dispositivo fusvel no qual o porta-fusvel pode ser manipulado de forma a obter umadistncia de seccionamento, sem que haja separao fsica entre o porta-fusvel ou lminaseccionadora e a base.

    4.2.3. Terminal de Chave Fusvel

    a parte condutora da chave fusvel destinada a ser ligada em um condutor de um circuitoexterno.

    4.2.4. Base de uma Chave Fusvel

    uma pea fixa destinada a receber o porta-fusvel com elo fusvel ou lmina seccionadora, elig-lo ao circuito externo, compreendendo todas as partes necessrias para assegurar oisolamento.

    4.2.5. Porta-fusvel

    a parte da chave fusvel destinada a receber o elo fusvel.

    4.2.6. Fusvel

    a parte da chave fusvel que deve ser substituda aps cada operao do dispositivo fusvel eque contm o elemento fusvel.

    4.2.7. Elo Fusvel

    o fusvel de construo flexvel utilizado em uma chave fusvel para mant-la na posiofechada, quando em funcionamento e provocar sua abertura aps a fuso do elemento fusvel.

    4.2.8. Elemento Fusvel

    o componente de um fusvel que funde, quando percorrido por uma corrente que exceda umvalor especificado, durante um tempo especificado.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 6/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    4.2.9. Contato da Base

    a parte condutora de uma base ligada ao terminal e destinada a fazer uma ligao com ocontato do porta-fusvel ou da lmina seccionadora.

    4.2.10. Contato do Porta-Fusvel

    a parte condutora de um porta-fusvel destinada a fazer a ligao com o contato do fusvel ecom o contato da base.

    4.2.11. Contato do Fusvel

    a parte condutora de um fusvel destinada a fazer a ligao com o contato do porta-fusvelou com o contato da base.

    4.2.12. Distncia de Seccionamento de uma Chave Fusvel

    a distncia de isolao entre os contatos da base de uma chave fusvel, na posio aberta,com o porta-fusvel ou lmina seccionadora.

    5. DISPOSIES GERAIS

    5.1. Generalidades das Chaves Fusveis

    As partes metlicas da chave fusvel devem ter superfcies lisas, sem arestas ou irregularidadesque possam causar alta intensidade de campo eltrico.

    Os porta-fusveis e as lminas seccionadoras devem ser intercambiveis com as bases demesmas caractersticas nominais de todos os fabricantes.

    A base da chave fusvel deve ser provida de ferragem apropriada que permita sua instalao nosuporte L, conforme indicado nos desenhos do padro nos anexos desta Especificao. Deve,tambm, ser provida de gancho incorporado ao terminal superior da base, conforme subinciso5.5.2.5., permitindo a fixao da ferramenta de abertura em carga.

    A chave fusvel deve ser prpria para:

    a) montagem inclinada;

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 7/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    b) indicar sua operao por deslocamento do porta-fusvel para a posio circuito aberto;

    c) permitir instalao e remoo do porta-fusvel ou lmina seccionadora utilizando vara demanobra.

    Todos os parafusos da chave fusvel devem ter rosca mtrica conforme a NBR 9527.

    5.2. Condies de Servio da Chave Fusvel

    A chave fusvel deve ser projetada para as seguintes condies de servio:

    a) temperatura mxima ambiente de 40C com mdia diria no superior a 35C etemperatura mnima ambiente de -5C;

    b) altitude no superior a 1.000 m;

    c) presso do vento at 700 Pa;

    d) exposio direta aos raios solares e chuva.

    5.3. Identificao da Chave Fusvel

    5.3.1. Base

    A base deve ser identificada de forma legvel e indelvel, com tipos de no mnimo 2 mm dealtura, atravs de placa de ao inoxidvel, alumnio anodizado ou lato niquelado, fixada demodo permanente fora do suporte L ou atravs de gravaes no prprio corpo do isolador,com as seguintes informaes:

    a) nome e/ou marca comercial do fabricante;

    b) tipo e/ou nmero de catlogo;

    c) ms e ano de fabricao;

    d) tenso nominal em kV;

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 8/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    e) corrente nominal em A;

    f) tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico em kV.

    5.3.2. Porta-Fusvel

    O porta-fusvel deve ser identificado de forma legvel e indelvel, resistente s intempries e operao da chave, com as informaes a seguir:

    a) nome e/ou marca comercial do fabricante;

    b) tipo e/ou nmero de catlogo;

    c) tenso nominal em kV;

    d) corrente mxima ou faixa de corrente em A;

    e) capacidade de interrupo simtrica nominal em kA;

    f) ms e ano de fabricao.

    No ser permitido o uso de etiquetas para identificao do tubo.

    5.3.3. Isolador

    O isolador deve ser identificado de forma legvel e indelvel com as seguintes informaes:

    a) nome e/ou marca comercial do fabricante;

    b) ano de fabricao.

    5.3.4. Lmina Seccionadora

    A lmina deve ser identificada de forma legvel e indelvel com as seguintes informaes:

    a) nome e/ou marca comercial do fabricante;

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 9/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    b) tipo e/ou nmero de catlogo;

    c) tenso nominal da chave em que aplicada, em kV;

    d) corrente mxima ou faixa de corrente em A;

    e) ms e ano de fabricao.

    5.4. Informaes Adicionais Fornecidas pelo Fabricante

    O nmero de catlogo do fabricante deve corresponder a um desenho onde esto fixadas nomnimo, as dimenses mostradas nos desenhos do padro estabelecido por esta Especificao, odimetro interno, a espessura da parede de revestimento de fibra vulcanizada com as respectivastolerncias e os materiais utilizados na confeco do tubo porta-fusvel.

    5.5. Condies Especficas da Chave Fusvel

    5.5.1. Caractersticas Nominais

    As caractersticas eltricas das chaves fusveis constam nas tabelas dos Anexos 7.12. e 7.13.desta Especificao. A freqncia nominal de 60 Hz.

    As elevaes de temperatura permissveis, nas condies prescritas no Ensaio de Elevao deTemperatura, esto apresentadas no Anexo 7.1. desta Especificao.

    5.5.2. Caractersticas da Base

    5.5.2.1. O isolador deve conter as seguintes caractersticas:

    a) ser de porcelana vitrificada com superfcies isentas de bolhas, incluses ou outrasimperfeies conforme a NBR 5032;

    b) ter cor cinza claro, notao Munsell 5BG 7/1, no caso de chaves com base tipo C;

    c) atender as exigncias da NBR 5032 referentes porosidade e tenso aplicada de altafreqncia para isoladores;

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 10/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    d) suportar a aplicao mecnica conforme estipulado no Ensaio de ResistnciaMecnica do Isolador;

    e) ter as extremidades vedadas, se for oco, e no ter aberturas que possibilitem a entradae o acmulo de gua e/ou insetos em seu interior. A vedao deve ser permanente, nosendo aceito cortia como material de vedao;

    f) ter distncia de escoamento mnima de 280 mm para Tenso Mxima de Operao(T.M.O.) 25 kV.

    Nota:

    A critrio da Celesc podem ser aceitas chaves com isolamento polimrico desde queatendam os requisitos de qualidade previstos nas normas aplicveis, tenham sidoapresentados os ensaios de tipo e j tenham sido aprovadas em instalao piloto realizadapela Celesc.

    5.5.2.2. Os conectores terminais devem ser do tipo paralelo, de parafuso, conforme desenhos dosAnexos 7.12. e 7.13., em liga de cobre, estanhados segundo a NBR 5370, com parafusos earruelas de presso manufaturados em bronze ou ao inoxidvel.

    5.5.2.3. As chaves devem ter as reas de contato da base prateadas com no mnimo 8 micra deespessura.

    5.5.2.4. As molas que mantm a tenso mecnica entre a base e o porta-fusvel devem ser de aoinoxidvel ou material similar, desde que previamente autorizado pela Celesc.

    5.5.2.5. Os ganchos para fixao de ferramenta de abertura em carga devem ser de material noferroso e suportar uma trao mecnica de 200 daN, para verificar sua fixao prpriaferragem e possveis deformaes. A posio destes ganchos deve permitir que apsoperao com ferramenta de abertura em carga, a mesma seja retirada sem que ocorradescarga disruptiva. Devero ser usadas sees transversais circulares que,comprovadamente, adaptam-se melhor aos requisitos.

    5.5.2.6. O processo de fixao das ferragens no isolador deve ser adequado s solicitaesmecnicas decorrentes da operao da chave e interrupo da corrente de curto-circuito,devendo suportar os ensaios de operao mecnica e choque trmico, descritos nos incisos5.7.14. e 5.7.12. desta Especificao, respectivamente.

    5.5.2.7. As partes condutoras em liga de cobre devem ter porcentagem de zinco no superior a 6%.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 11/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    5.5.2.8. Os parafusos, porcas e arruelas de fixao dos contatos no isolador da base devem ser emao-bronze ou ao inoxidvel.

    5.5.2.9. As partes ferrosas, com exceo daquelas em ao inoxidvel, devem ser zincadas de acordocom a NBR 6323, porm com camada mdia mnima de zinco de 100 micra. A espessuramdia mnima para parafusos, porcas e similares dever ser 86 micra.

    5.5.2.10. Todas as superfcies zincadas que ficam em contato com partes metlicas condutoras noferrosas devem ser protegidas da ao galvnica ou eletroltica, atravs de pintura dassuperfcies em contato.

    5.5.2.11. As chaves devem ser projetadas de forma a no submeter os elos fusveis traessuperiores a 3 daN no caso de chaves com bases do tipo C.

    5.5.3. Caractersticas do Porta-Fusvel

    5.5.3.1. O tubo do porta-fusvel deve ser de fibra de vidro com revestimento interno em fibravulcanizada. Outro material pode ser aceito desde que aprovado pelas Celesc e que atendaaos requisitos das sries do ensaio de interrupo.

    5.5.3.2. O porta-fusvel deve ter cor cinza.

    5.5.3.3. O tubo do porta-fusvel deve ter as seguintes caractersticas:

    a) rigidez dieltrica transversal mnima de 6 kV/mm;

    b) tenso suportvel longitudinal (60 Hz) mnima de 1 kV/mm;

    c) absoro mxima de gua em 24 horas de 7%.

    5.5.3.4. As reas de contato de porta-fusveis devem ser prateadas com um mnimo de 8 micra deespessura.

    5.5.3.5. O olhal do porta-fusvel deve suportar trao mecnica de 200 daN.

    5.5.3.6. O dispositivo de fixao da cordoalha dos elos fusveis deve ter dimenses que permitam aacomodao adequada de todos os elos utilizveis no porta-fusvel, sem provocar danos, taiscomo esgaramento e retirada do estanho da cordoalha quando fixada.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 12/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    5.5.3.7. Os prolongadores, quando necessrios, devem estar de acordo com as recomendaes dofabricante da chave e conforme o Anexo 7.1. desta Especificao.

    5.5.4. Caractersticas da Lmina Seccionadora

    5.5.4.1. Constituda de trs partes, rigidamente fixadas entre si, todas em liga de cobre com teor dezinco no superior a 15%: lmina, contato superior e contato inferior. O contato superiordeve ser provido de olhal para operao com vara de manobra. O contato inferior deve serprovido de dispositivo adequado adaptao da vara de manobra visando a instalao ouremoo da lmina seccionadora.

    5.5.4.2. A lmina seccionadora deve ser capaz de conduzir corrente nominal de 300 A.

    5.5.4.3. O olhal da lmina seccionadora deve suportar trao mecnica de 200 daN.

    5.5.4.4. As reas de contato dos porta-fusveis e das lminas seccionadoras devem ser prateadas comum mnimo de 8 micra de espessura.

    5.6. Inspeo

    5.6.1. Generalidades e Certificao Tcnica de Ensaios do Equipamento

    5.6.1.1. Para certificao tcnica de ensaios do equipamento, devem ser realizados todos os ensaiosde tipo relacionados no inciso 5.6.2. desta Especificao. Caso o produto ofertado tenhaalguma inovao relativa ao padro existente e necessite de ensaios alm do especificado noinciso 5.6.2., o fornecedor deve comunicar Celesc e apresentar os ensaios.

    5.6.1.2. Os ensaios de recebimento devem ser executados nas instalaes do fabricante, salvo acordocontrrio entre Celesc e fabricante.

    5.6.1.3. Os certificados tcnicos de ensaios so emitidos pela Diviso de Engenharia e Normas -DVEN, conforme a Especificao E-313.0045- Certificao Tcnica de Ensaios dosEquipamentos. Estes certificados, quando solicitados, devero ser apresentadosobrigatoriamente, juntamente com a proposta do lote em que for vencedora, no original ouem fotocpia autenticada.

    5.6.1.4. A repetio de ensaios de tipo para verificao dos padres de qualidade poder sersolicitada a qualquer tempo, sempre que a Celesc julgar necessria.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 13/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    5.6.1.5. As chaves fusveis, pertencentes a lotes aceitos, que forem inutilizadas e/ou rejeitadasdurante os ensaios, devem ser substitudas pelo fabricante por unidades novas e perfeitas,sem terem sido utilizadas anteriormente, sem nus para a Celesc.

    5.6.1.6. A dispensa de execuo de qualquer ensaio e a aceitao do lote no exime o fabricante daresponsabilidade de fornecer chaves fusveis de acordo com esta Especificao.

    5.6.1.7. Qualquer alterao no projeto aprovado dever ser comunicada Celesc, e caso aplicvel,acompanhada dos ensaios de tipo.

    5.6.1.8. No recebimento, para aprovao do lote, devem ser executados todos os ensaios derecebimento previstos nesta Especificao e quando previamente acordado com ofabricante, tambm os de tipo.

    5.6.2. Ensaios de Tipo

    Os ensaios de tipo so os seguintes:

    a) inspeo geral (ver inciso 5.7.2.);

    b) verificao dimensional (ver inciso 5.7.2.);

    c) tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico (ver inciso 5.7.4.);

    d) tenso suportvel freqncia industrial a seco (ver inciso 5.7.5.);

    e) tenso suportvel freqncia industrial sob chuva (ver inciso 5.7.6.);

    f) impacto no suporte de fixao da chave (ver inciso 5.7.7.);

    g) elevao de temperatura (ver inciso 5.7.8.);

    h) medio da resistncia hmica dos contatos (ver inciso 5.7.9.);

    i) capacidade de interrupo (ver inciso 5.7.10.);

    j) anlise qumica da liga de cobre (ver inciso 5.7.11.);

    k) choques trmicos (ver inciso 5.7.12.);

    l) resistncia mecnica do isolador (ver inciso 5.7.13.);

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 14/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    m) operao mecnica (ver inciso 5.7.14.);

    n) zincagem (ver inciso 5.7.15.);

    o) absoro de gua pelo tubo do porta-fusvel (ver inciso 5.7.16.);

    p) porosidade do isolador (ver inciso 5.7.17.);

    q) poluio artificial (ver inciso 5.7.18.);

    r) verificao da rigidez dieltrica transversal do revestimento externo do tubo do porta-fusvel (ver inciso 5.7.19.);

    s) tenso suportvel longitudinal do revestimento externo do tubo do porta-fusvel (verinciso 5.7.20.);

    t) resistncia mecnica do gancho e do olhal (ver inciso 5.7.21.);

    u) verificao da espessura do prateamento (ver inciso 5.7.22.);

    v) resistncia toro dos parafusos dos conectores (ver inciso 5.7.23.);

    x) radiointerferncia (ver inciso 5.7.24.).

    Nota:

    Para lminas seccionadoras so aplicados os seguintes ensaios:

    1) Individualmente: a, b, j e a parte de s, referente a olhal;

    2) Montadas em conjuntos completos (chave de faca removvel): g, h, k, m e x.

    5.6.3. Ensaios de Rotina e de Recebimento

    So os ensaios citados nas alneas a, b, d, g, h, k, m, n, o, r, t, u do inciso 5.6.2. destaEspecificao.

    5.6.4. Critrios de Amostragem e Aceitao

    5.6.4.1. O Anexo 7.9. desta Especificao apresenta a amostragem e os critrios de aceitao para osensaios de recebimento, exceto para os ensaios de operao mecnica, elevao detemperatura, choques trmicos e verificao do prateamento, cujos critrios so descritosnos subincisos em 5.6.4.4 a 5.6.4.6. desta Especificao. Os planos de amostragem

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 15/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    indicados referem-se a regime de inspeo normal. Nos casos em que a Celesc optar poroutro regime de inspeo, sero seguidas as recomendaes da NBR 5426.

    5.6.4.2. No ensaio de zincagem deve ser ensaiada uma pea de cada chave fusvel da amostraindicada no Anexo 7.9. desta Especificao.

    5.6.4.3. Na execuo dos ensaios de tipo, o nmero de chaves fusveis e os critrios de aceitaosero estabelecidos de comum acordo entre Celesc e fabricante.

    5.6.4.4. As trs chaves que tenham apresentado o maior valor no ensaio de medio de resistnciahmica devem ser submetidas verificao da espessura do prateamento, ao ensaio deoperao mecnica e em seguida ao ensaio de elevao de temperatura.

    5.6.4.5. Devem ser submetidas ao ensaio de choque trmico trs chaves aleatoriamente escolhidasno lote sob inspeo.

    5.6.4.6. Se uma das chaves submetidas aos ensaios descritos nos subincisos 5.6.4.4. e 5.6.4.5. destaEspecificao apresentar resultados insatisfatrios, o lote deve ser rejeitado.

    5.6.5. Relatrio de Ensaios

    5.6.5.1. O relatrio de ensaios deve conter, no mnimo, as seguintes informaes:

    a) nmero da autorizao de fornecimento (A.F.);

    b) nome e/ou marca comercial do fabricante;

    c) tipo e/ou nmero de catlogo;

    d) ms e ano de fabricao;

    e) tenso e corrente nominais;

    f) tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico;

    g) capacidade de interrupo simtrica;

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 16/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    h) quantidade de chaves fusveis do lote;

    i) nmero de unidades ensaiadas;

    j) relao dos ensaios efetuados e normas aplicadas;

    k) memrias de clculo quando relevantes;

    l) todos os resultados obtidos;

    m) identificao completa do objeto ensaiado;

    n) nome do laboratrio, do responsvel e do inspetor que acompanhou o ensaio;

    o) data do ensaio.

    As informaes mencionadas anteriormente nas alneas a e h referem-se, exclusivamente, aensaios de recebimento. Para os ensaios de interrupo considerado como especialmenterelevante na identificao do objeto ensaiado o descrito no subitem 5.4. e subinciso 5.5.3.7.desta Especificao, assim como os desenhos dos elos fusveis empregados.

    5.7. Ensaios

    5.7.1. Prescries Comuns aos Ensaios de Tipo

    Todos os ensaios de tipo devero estar de acordo com as seguintes prescries:

    a) a chave fusvel deve ser nova, estar limpa e em perfeitas condies;

    b) a chave fusvel a ser ensaiada deve ser montada em condies, o mais prximo possveldas condies normais de servio, com todas as ferragens de fixao aterradas;

    c) as ligaes devem ser executadas de maneira a no reduzir as distncias de isolao;

    d) as chaves fusveis devem ser selecionadas aleatoriamente do lote sob inspeo.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 17/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    5.7.2. Inspeo Geral e Verificao Dimensional

    Antes de iniciar os demais ensaios, deve ser realizada uma inspeo geral para comprovar se achave fusvel contm todos os componentes e acessrios requeridos e verificar:

    a) caractersticas e acabamento de componentes e acessrios;

    b) acionamento mecnico da chave fusvel;

    c) caractersticas dieltricas, que devem ser comprovadas atravs dos relatrios de ensaios;

    d) certificados de ensaios referentes ao isolador da chave, alneas c e d do subinciso5.5.2.1.;

    e) dimenses que devero estar de acordo com o padro presente nos Anexos 7.12 e 7.13desta Especificao, estando o porta-fusvel provido do elo de maior corrente nominalprevisto para sua utilizao.

    Com referncia a alnea b, antes de ser efetuada a verificao, deve ser instalado no porta-fusvel um boto de elo ou dispositivo que o simule com espessura de 4 mm para bases dotipo C. A articulao inferior deve ser travada mecanicamente. Aps isto, deve-se aplicar umatrao mecnica na argola do olhal do porta fusvel ou lmina seccionadora, no plano damesma e na direo perpendicular ao eixo do porta-fusvel ou lmina seccionadora de 8 daN(sem que ocorra abertura) e acima de 8 daN at 17 daN (devendo abrir o dispositivo).

    No so admissveis traes maiores que 17 daN para a abertura da chave.

    A no conformidade de uma chave fusvel com qualquer uma destas caractersticas determinaa sua rejeio.

    5.7.3. Prescries Comuns aos Ensaios Dieltricos

    Todos os ensaios dieltricos devero estar de acordo com as seguintes prescries:

    a) para a execuo dos ensaios dieltricos devem ser atendidas as prescries contidas noinciso 5.7.1. desta Especificao;

    b) as ligaes eltricas devem ser feitas por condutores nus, ligados a cada terminal dachave fusvel em uma linha reta sensivelmente paralela ao fusvel por uma distncia

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 18/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    livre, no mnimo, igual a distncia de isolao da chave;

    c) os ensaios devem ser realizados sob condies ambiente, as mais prximas possveisdas condies padronizadas na NBR 6936 da ABNT.

    5.7.4. Tenso Suportvel Nominal de Impulso Atmosfrico

    5.7.4.1. As chaves fusveis devem ser submetidas a este ensaio que deve ser realizado com impulsosde 1,2/50 microssegundos e de acordo com a NBR 6936 e NBR 5389 da ABNT.

    5.7.4.2. O ensaio deve ser executado com 15 impulsos consecutivos de cada polaridade.

    5.7.4.3. As tenses suportveis de impulso devem ser as especificadas nos Anexos 7.12. e 7.13.desta Especificao e ser aplicadas sempre com um terminal de sada do gerador de impulsoligado a terra, de acordo com os subincisos 5.7.4.4. e 5.7.4.5. desta Especificao.

    5.7.4.4. Os valores de tenso suportvel de impulso atmosfrico entre plos e para a terra devem seraplicados entre os terminais e todas as partes metlicas aterrveis:

    a) com a chave fusvel, incluindo o fusvel e o porta-fusvel ou lmina seccionadora,completamente montado e fechado;

    b) somente na base com o porta-fusvel removido.

    5.7.4.5. Os valores de tenso suportvel de impulso atmosfrico atravs da distncia deseccionamento devem ser aplicados entre terminais da chave fusvel, com o porta-fusvel naposio aberta.

    As partes metlicas aterrveis devem ser isoladas da terra.

    5.7.4.6. As chaves fusveis devem ser consideradas aprovadas, se o nmero de descargas disruptivaspara terra ou entre terminais, nas isolaes auto-recuperantes, no exceder a duas para cadacondio de ensaio e se nenhuma descarga disruptiva ocorrer nas isolaes no auto-recuperantes.

    5.7.5. Tenso Suportvel Freqncia Industrial a Seco

    5.7.5.1. As chaves fusveis devem ser submetidas a este ensaio, durante 1 minuto, conformeprescrito nas normas NBR 5389, NBR 6936 e NBR 6939 da ABNT.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 19/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    5.7.5.2. O circuito de ensaio completo (transformador com dispositivo de regulagem de tenso) deveter uma corrente de curto-circuito de pelo menos 0,2A. admitido verificar o valor dacorrente de curto-circuito a aproximadamente um dcimo da tenso especificada.

    5.7.5.3. As tenses suportveis freqncia industrial a seco, devem ser as especificadas nosAnexos 7.12. e 7.13. desta Especificao e ser aplicadas sempre com um terminal de sadada fonte de freqncia ligado a terra, de acordo com os subincisos 5.7.5.4. e 5.7.5.5. destaEspecificao.

    5.7.5.4. Os valores de tenso suportvel freqncia industrial entre plos e para a terra devem seraplicados entre os terminais e todas as partes metlicas aterrveis:

    a) com a chave fusvel, incluindo o fusvel e o porta-fusvel, completamente montado efechado;

    b) somente na base com o porta-fusvel removido.

    5.7.5.5. Os valores de tenso suportvel freqncia industrial, atravs da distncia deseccionamento devem ser aplicados entre terminais da chave fusvel, com o porta-fusvel naposio aberta.

    As partes metlicas aterrveis devem ser isoladas da terra ou ligadas ao ponto mdio dafonte.

    5.7.5.6. A chave fusvel deve ser reprovada se ocorrerem uma ou mais descargas.

    5.7.6. Tenso Suportvel Freqncia Industrial Sob Chuva

    5.7.6.1. As chaves fusveis devem suportar este ensaio nas mesmas condies especificadas noinciso 5.7.5., submetidos a uma chuva artificial, conforme as normas NBR 5389 e NBR6936 da ABNT.

    5.7.6.2. Neste ensaio, se uma descarga disruptiva ocorrer atravs da isolao auto-recuperante, oensaio deve ser repetido e caso nenhuma descarga ocorrer a chave deve ser consideradaaprovada.

    5.7.7. Impacto no Suporte de Fixao da Chave

    A base da chave deve ser fixada num dispositivo rgido, conforme sugerido no Anexo 7.2.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 20/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    desta Especificao. Fixar um brao de alavanca de 300 mm de comprimento como extensodo suporte da chave e aplicar um esforo dinmico de 20 N.m, perpendicular extremidadelivre do brao de alavanca. A chave deve ser considerada aprovada se no ocorrer ruptura oudeformao permanente do suporte de fixao da chave.

    5.7.8. Elevao de Temperatura

    5.7.8.1. Prescrio Geral

    Para a execuo dos ensaios de elevao de temperatura, devem ser atendidas as prescriesdo inciso 5.7.1. desta Especificao.

    5.7.8.2. Amostra para Ensaio

    a) todos os componentes da chave fusvel sob ensaio devem estar de acordo com aespecificao do fabricante;

    b) o fusvel deve ser o de mais alta corrente nominal padronizada para uso na base.

    5.7.8.3. Arranjo do Equipamento

    a) o ensaio deve ser feito em um local livre de correntes de ar, exceto as geradas peloaquecimento da chave sob ensaio;

    b) a chave fusvel deve ser montada em sua posio de uso especificada e ligada aocircuito de ensaio por condutores nus com comprimento aproximado de 1 m e secode acordo com o Anexo 7.8. desta Especificao;

    c) cada condutor dever estar contido em um plano paralelo superfcie do suporte dachave, podendo ter qualquer direo neste plano;

    d) distncias normais de isolao no precisam ser consideradas;

    e) os ensaios devem ser feitos com a corrente nominal do fusvel a uma freqncia entre58 Hz e 62 Hz;

    f) cada ensaio deve ser feito durante um perodo de tempo suficiente para a temperaturaatingir um valor constante, em relao a ambiente (para fins prticos, esta condio dada como obtida quando a variao de temperatura no exceder 1 C por hora);

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 21/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    g) a elevao de temperatura das diversas partes da chave no deve exceder os valoresespecificados no Anexo 7.7. desta Especificao para uma temperatura ambiente entre10 C e 40 C (no devem ser aplicados fatores de correo para temperaturas dentrodeste intervalo).

    5.7.8.4. Medio de Temperatura

    a) todas as precaues devem ser tomadas para reduzir as variaes e os erros devidos aodesfasamento entre a temperatura das partes da chave fusvel e as variaes datemperatura do ar ambiente;

    b) as temperaturas das partes da chave, para as quais os limites esto especificados,devem ser determinadas com dispositivos tais como termopares ou elementos decontato colocados e fixados no ponto mais quente, acessvel, de modo a propiciar boaconduo de calor;

    c) como temperatura do ar ambiente, deve ser considerada a temperatura mdia do arenvolvendo a chave fusvel e/ou seus elementos e deve ser medida durante o ltimoquarto do perodo de ensaio, por meio de termopares ou termmetros, a uma distnciade aproximadamente 1 m da chave sob ensaio ( admissvel usar uma chave fusveladicional, igual e do mesmo fabricante da chave sob ensaio, uma cuba de leo ouqualquer outro meio conveniente para a determinao da temperatura ambiente).

    5.7.9. Medio da Resistncia hmica de Contato

    5.7.9.1. A medio da resistncia hmica de contato realizada no para obteno de resultadosconclusivos e sim para servir como referncia para execuo dos ensaios de operaomecnica e de elevao de temperatura, nesta ordem.

    5.7.9.2. A resistncia dos contatos da chave deve ser medida entre cada terminal da base e a partemetlica do porta-fusvel ou lmina seccionadora acessvel mais prxima aps o contato.

    5.7.9.3. Os pontos e mtodos utilizados devem permitir a repetibilidade das medies dentro de umamargem de 1,0% para a chave medida.

    5.7.9.4. O valor da resistncia deve ser mdia aritmtica de 3 medidas independentes.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 22/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    5.7.10. Capacidade de Interrupo

    5.7.10.1. Prescrio Geral

    Para a execuo dos ensaios de interrupo devem ser atendidas as prescries do inciso5.7.1. desta Especificao.

    5.7.10.2. Descrio dos Ensaios

    Os ensaios devem ser realizados de acordo com os valores especificados nos Anexos 7.10. e7.11. desta Especificao, devendo incluir 5 grupos de ensaios:

    a) grupo 1 - verificao da capacidade de interrupo nominal (1);

    b) grupo 2 - verificao da capacidade de interrupo na faixa de corrente de falta de 0,7I a 0,8 I;

    c) grupo 3 - verificao da capacidade de interrupo na faixa de corrente de falta de 0,2I a 0,3 I;

    d) grupo 4 - verificao da capacidade de interrupo correspondente ao funcionamentodo dispositivo fusvel, em circuito com corrente de falta relativamente baixa de 400 a500 A;

    e) grupos 5 - verificao da capacidade de interrupo correspondente ao funcionamentodo dispositivo fusvel, em circuito com corrente de falta relativamente baixa de 2.7 In,com o mnimo de 15 A, sendo In a corrente nominal do fusvel.

    5.7.10.3. Caractersticas do Circuito de Ensaio

    As caractersticas do circuito de ensaio so as seguintes:

    a) os ensaios de interrupo devem ser realizados com corrente alternada monofsica;

    b) os elementos do circuito usados para controlar a corrente e o fator de potncia devemestar em srie, conforme mostrado nos Anexos 7.3. e 7.4. desta Especificao;

    c) a freqncia do circuito de ensaio deve estar entre 58Hz e 62Hz;

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 23/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    d) as caractersticas do circuito de ensaio so as especificadas nos Anexos 7.10. e 7.11.desta Especificao.

    5.7.10.4. Amostra para Ensaio

    Todos os componentes da chave fusvel devem estar de acordo com a especificao dofabricante. Todos os elos fusveis de mesma corrente nominal utilizados no conjunto dosgrupos de ensaios 1 a 5, conforme Anexo 7.10. desta Especificao, devem ser de um nicotipo e fabricante.

    5.7.10.5. Para os ensaios dos grupos 1 e 2, os condutores devem ser dispostos como mostrado noAnexo 7.5. desta Especificao, de forma a reproduzir as foras eletromagnticas quepossam ocorrer em servio. Para impedir que qualquer movimento dos condutores possacausar esforos mecnicos excessivos sobre a base, os condutores devem ser fixados a umadistncia igual a altura do isolador, se a altura do isolador exceder a 0,50 m ou a umadistncia de 0,50 m, se a altura do isolador no exceder a 0,50 m.

    Arranjos alternativos de ensaios podem ser utilizados, desde que asseguradamenterepresentem as condies de uso.

    5.7.10.6. Calibrao do Circuito de Ensaio

    A calibrao do circuito deve ser realizada substituindo-se o dispositivo fusvel por umelemento (A), de impedncia desprezvel comparada com a do circuito de ensaio, comomostrado nos Anexos 7.3. e 7.4. desta Especificao. O circuito deve ser ajustado parafornecer a corrente presumida especificada. Esta deve ser verificada por um oscilgraforegistrador.

    5.7.10.7. Mtodo de Ensaio

    Para a execuo do mtodo de ensaio as seguintes providncias devero ser tomadas:

    a) o elemento A deve ser removido e substitudo pelo dispositivo fusvel ou fusvel (B)sob ensaio, conforme Anexos 7.3. 7.4. desta Especificao;

    b) a chave de fechamento (E) deve ser fechada em um instante tal que fornea ascondies especificadas no Anexo 7.10. desta Especificao;

    c) aps a operao da chave fusvel a tenso de ensaio deve ser mantida durante 0,5 s.Durante este perodo, a freqncia da fonte de tenso pode ser menor do que o valormnimo especificado.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 24/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    5.7.10.8. Interpretao dos Oscilogramas

    a) para todas as sries, a corrente de interrupo presumida deve ser o valor eficaz dacorrente simtrica, medida aproximadamente no fim do tempo de pr-arco (tempo defuso), conforme mostrado no Anexo 7.6. desta Especificao;

    b) o valor de tenso de restabelecimento de freqncia industrial obtido atravs dovalor medido entre a crista da segunda meia-onda no afetada e a linha reta traadaentre as cristas das meias-ondas anterior e posterior, conforme o Anexo 7.6. destaEspecificao;

    c) o tempo de arco medido entre o final do perodo de pr-arco e a interrupocompleta da corrente, conforme o Anexo 7.6. desta Especificao.

    5.7.10.9. Parmetros a Serem Usados para os Ensaios

    Os parmetros a serem usados nos ensaios so os especificados nos Anexos 7.10. e 7.11.desta Especificao.

    5.7.10.10. Resultados dos Ensaios de Interrupo

    Durante e aps os ensaios, os dispositivos fusveis devem atender s condies descritas nosubitem 5.8. desta Especificao, destacando-se:

    a) durante qualquer das aplicaes de curto-circuito no deve ser constatada qualquerocorrncia que possa pr em risco, nas condies tpicas de uso de chaves fusveis,operadores ou vizinhanas;

    b) aps cada interrupo, o porta-fusvel deve deslocar-se e permanecer na condio derepouso (aberta), no sendo permitido o arremesso do porta fusvel para fora dosuporte inferior da base;

    c) os tempos de arco e de fuso obtidos para cada valor de corrente dos grupos deensaios de interrupo 1 a 5 devem estar de acordo com o especificado na NBR 5359.Como referncia inicial, utilizar valores iguais aos dos elos K e T para as sries deensaios 1 a 3.

    Para a srie 4, utilizar 80 ms, para a srie 5, 150 ms.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 25/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    5.7.11. Anlise Qumica da Liga de Cobre

    Deve ser executada de acordo com a NBR 6366.

    A chave aprovada no ensaio se os resultados obtidos estiverem de acordo com o subinciso5.5.2.7. desta Especificao.

    5.7.12. Choques Trmicos

    A chave fusvel deve ser submetida seguinte seqncia de ensaios:

    a) imergir a base em gua a uma temperatura de 70C acima daquela do banho frioutilizado no semiciclo seguinte deste ensaio, devendo permanecer imersa em cada umdestes banhos por 15 min.;

    b) aps completado o tempo de imerso em gua quente, a base deve ser passadarapidamente para gua fria, onde deve permanecer pelo mesmo tempo. Este ciclo deaquecimento e resfriamento deve ser repetido trs vezes sucessivamente. O tempo detransferncia de um tanque para outro no deve exceder 15 s;

    c) aps o terceiro ciclo, a chave deve ser instalada a uma altura mnima de 4 m do solo eoperada quinze vezes com vara de manobra;

    d) submeter a chave ao ensaio de tenso suportvel de freqncia nominal a seco,conforme o inciso 5.7.5. desta Especificao.

    A chave fusvel considerada aprovada se suportar a seqncia de ensaios citada acima, semapresentar trincas nos isoladores, quaisquer alteraes nas ferragens, parafusos, contatos,molas e se no ocorrer descarga disruptiva no ensaio de tenso suportvel de freqncianominal a seco. A vedao do isolador, caso este seja oco, no deve sofrer quaisquer danos eele no deve soltar-se aps a execuo do ensaio.

    5.7.13. Resistncia Mecnica do Isolador

    O isolador deve suportar, quando apoiado nas extremidades, a aplicao de uma fora F noseu ponto mdio, calculada pela frmula:

    130F = -----

    X

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 26/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    onde:

    F = fora aplicada no ponto mdio do isolador, em daN.

    X = distncia do ponto mdio at uma das extremidades, em m (ponto de engastamento daferragem).

    A aplicao da fora deve ser de acordo com a NBR 5032/5049.

    O isolador considerado aprovado no ensaio se no apresentar trincas, fissuras ou no seromper aps aplicao de fora.

    5.7.14. Operao Mecnica

    A chave fusvel deve ser instalada de acordo com inciso 5.7.1. desta Especificao, devendo-se ter o cuidado de utilizar procedimentos que garantam as mesmas solicitaes mecnicas aolongo de todo o ensaio.

    A articulao inferior do porta-fusvel ou lmina seccionadora deve ser travadamecanicamente. Aditivamente para bases C, deve ser inserido no porta-fusvel um boto deelo fusvel ou um dispositivo que o simule com espessura de 4 mm. Com o circuitodesenergizado a chave fusvel deve:

    a) ser operada satisfatoriamente com basto, quando instalada na condio maisdesfavorvel para a manobra;

    b) suportar 50 ciclos sucessivos de operao mecnica.

    Durante a execuo do ensaio no permitido qualquer ajuste e aps este a chave fusvel considerada aprovada se no apresentar falha em nenhuma de suas partes e se atender aosrequisitos necessrios.

    5.7.15. Zincagem

    Os ensaios para determinao da espessura, verificao da aderncia e verificao dauniformidade da camada de zinco devem ser executados conforme prescrito nas NBR 7398,NBR 7399 e NBR 7400. A chave fusvel considerada aprovada no ensaio se os resultadosobtidos estiverem de acordo com o subinciso 5.5.2.9. desta Especificao.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 27/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    5.7.16. Absoro da gua pelo Tubo do Porta-Fusvel

    O ensaio deve ser executado conforme NBR 5310, para imerso por 24 h. Os resultados soconsiderados satisfatrios se forem atendidas as prescries do subinciso 5.5.3.3. destaEspecificao.

    5.7.17. Porosidade do Isolador

    O ensaio deve ser executado e seus resultados devem ser avaliados de acordo com a NBR5032 e NBR 5049.

    5.7.18. Poluio Artificial

    Os ensaios so necessrios para obter informaes sobre o componente da isolao externasob condies representativas da contaminao quando em servio. Todavia, no representamnecessariamente uma condio particular de servio.

    O ensaio consiste em quatro aplicaes da tenso Um/1,732, sob um grau de poluioespecificado, sendo Um a tenso mxima do equipamento. A chave fusvel consideradaaprovada se no ocorrer mais de uma descarga disruptiva.

    Os ensaios devem ser efetuados com a chave fusvel na posio fechada. O grau de poluioespecificado e os mtodos de ensaios esto sujeitos a acordo entre fabricante e Celesc. Estesensaios so especificados na NBR 6936.

    5.7.19. Verificao da Rigidez Dieltrica Transversal do Revestimento Externo do Tubo do Porta-Fusvel

    O ensaio deve ser realizado de acordo com NBR 5405. Os resultados so consideradossatisfatrios se forem atendidas as prescries do subinciso 5.5.3.3. desta Especificao.

    5.7.20. Tenso Suportvel Longitudinal do Revestimento Externo do Tubo do Porta-Fusvel

    O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 5405. Os resultados so consideradossatisfatrios se forem atendidas as prescries do subinciso 5.5.3.3. desta Especificao.

    5.7.21. Resistncia Mecnica do Gancho e do Olhal do Porta-Fusvel ou Lmina Seccionadora

    O gancho para fixao da ferramenta de abertura em carga deve ser submetido trao

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 28/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    mecnica especificada no subinciso 5.5.2.5. aplicada no plano do gancho, na direoperpendicular ao eixo do isolador, de modo que os esforos no sejam transmitidos aos outroscomponentes da chave fusvel, no devendo apresentar trincas ou deformaes permanentes.Tambm o olhal do porta-fusvel ou lmina seccionadora, no necessariamente montado sobreele, deve ser submetido trao mecnica de 200 daN, aplicada no plano do olhal na direoperpendicular ao eixo do porta-fusvel ou lmina religadora, no devendo apresentar trincasou deformaes permanentes.

    5.7.22. Verificao da Espessura do Prateamento

    Esta verificao deve ser feita por medio com aparelhagem apropriada. A medio dispensada caso imediatamente aps o ensaio de operao mecnica, uma camada de pratapermanea nas reas de contato.

    5.7.23. Resistncia Toro dos Parafusos dos Conectores

    Este ensaio deve ser executado de acordo com a NBR 5370 da ABNT.

    5.7.24. Radiointerferncia

    Este ensaio deve ser executado conforme prescries da NBR 7876, usando aparelhagem deensaio conforme NBR 7875 da ABNT.

    No deve ocorrer tenso de radiointerferncia de valor superior a 250 uV (300), quandousadas tenses de ensaio de 9,5, 15,4 ou 23,0 kV eficaz, para chaves com T.M.O. de 15, 24,2ou 36,2 kV, respectivamente.

    1.8. Condies Padronizadas de Uso de Desempenho com Relao Capacidade de Interrupo

    Quando a chave fusvel for usada em sistemas com tenso menor do que sua tenso nominal, acapacidade de interrupo, em kA, no menor do que a capacidade de interrupo nominal.

    No foram especificados ensaios para verificar o desempenho da chave fusvel na faixa decorrente abaixo daquela especificada nos ensaios de interrupo, conforme o inciso 5.7.10.desta Especificao, com relao a sua condio de suportar a corrente de qualquer combinaode tempo-corrente possvel sem deteriorao que o leve operao prematura ou falha.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 29/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    1.1.1. Condies Padronizadas de Uso com Relao Capacidade de Interrupo

    As chaves fusveis devem ser capazes de interromper corretamente qualquer valor da correntepresumida, nas condies prescritas no inciso 5.7.10. desta Especificao, independentementeda componente contnua, contanto que:

    a) a componente alternada no seja maior do que a capacidade de interrupo nominal emenor do que o valor especificado no Anexo 7.10. desta Especificao;

    b) a freqncia natural e o valor de crista da tenso de restabelecimento, quandoespecificados, estejam dentro dos limites especificados nos Anexos 7.10. e 7.11. destaEspecificao;

    c) a tenso de restabelecimento no seja maior que a especificada no Anexo 7.10. destaEspecificao;

    d) a freqncia esteja entre 58 Hz e 62 Hz;

    e) o fator de potncia no seja menor do que o especificado no Anexo 7.10. destaEspecificao.

    1.1.2. Condies Padronizadas de Desempenho com Relao Capacidade de Interrupo

    De acordo com as condies indicadas no inciso 5.8.1., o desempenho da chave fusvel deveatender as seguintes prescries:

    a) no devem ocorrer descargas para a terra durante a operao, quando montado deacordo com as recomendaes do fabricante;

    b) aps a operao da chave fusvel os seus componentes, exceto os previstos para seremsubstitudos aps cada operao, devem estar substancialmente nas mesmas condiesiniciais, exceto no que concerne eroso interna do tubo;

    c) aps a operao, a chave fusvel deve ser capaz de suportar a tenso de restabelecimento freqncia industrial atravs dos terminais. Quando um dispositivo fusvel de aberturaautomtica opera, devem ser mantidas as propriedades dieltricas estabelecidas nestaEspecificao;

    Em caso de dvidas, aps os ensaios de interrupo, sobre a capacidade da chave em atender

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 30/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    as condies especificadas nos incisos 5.8.1 e 5.8.2. os ensaios de elevao de temperatura edieltricos devem ser repetidos.

    Devem ser obedecidas as caractersticas de mximo tempo de fuso e de arco definidas.

    6. DISPOSIES FINAIS

    6.1. Documentos Recomendados

    Na aplicao desta Especificao necessrio consultar os seguintes documentos:

    E-313.0001 - Padronizao de Materiais da Distribuio - Especificao Celesc;

    NBR 5032 - Isoladores de Porcelana ou Vidro para Linhas Areas e Subestaes de AltaTenso - Especificao;

    NBR 5049 - Isoladores de Porcelana ou Vidro, para Linhas Areas e Subestaes de AltaTenso. Ensaios - Mtodo de Ensaio;

    NBR 5359 - Elos Fusveis de Distribuio - Especificao;

    NBR 5370 - Conectores de Cobre para Condutores Eltricos em Sistemas Eltricos de Potncia- Especificao;

    NBR 6323 - Produtos de Ao ou Ferro Fundido. Revestimento de Zinco por Imerso a Quente -Especificao;

    NBR 7398 - Produto de Ao ou Ferro Fundido. Revestimento de Zinco por Imerso a Quente.Verificao da Aderncia - Mtodo de Ensaio;

    NBR 7399 - Produto de Ao ou Ferro Fundido. Revestimento de Zinco por Imerso a Quente.Verificao da Espessura do Revestimento por Processo No Destrutivo - Mtodo de Ensaio;

    NBR 7400 - Produto de Ao ou Ferro Fundido. Revestimento de Zinco por Imerso a Quente.Verificao da Uniformidade do Revestimento - Mtodo de Ensaio;

    NBR 6366 - Liga de Cobre. Anlise Qumica - Mtodo de Ensaio;

    NBR 5389 - Tcnicas de Ensaios Eltricos de Alta Tenso - Mtodo de Ensaio;

    NBR 5405 - Materiais Isolantes Slidos. Determinao da Rigidez Dieltrica Sob FreqnciaIndustrial - Mtodo de Ensaio;

    NBR 5310 - Materiais Plsticos para Fins Eltricos. Determinao da Absoro de gua -Mtodo de Ensaio;

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 31/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    NBR 9527 - Rosca Mtrica ISO - Procedimento;

    NBR 5426 - Planos de Amostragem e Procedimento na Inspeo por Atributos - Procedimento;

    NBR 6936 - Tcnicas de Ensaios Eltricos de Alta Tenso - Procedimento;

    NBR 6939 - Coordenao de Isolamento - Procedimento;

    E-313.0002 - Estruturas para Redes Areas Urbanas - Especificao Celesc;

    E-313-0004 - Estruturas para Redes Areas Rurais - Especificao Celesc;

    NBR 5459 - Manobra e Proteo de Circuitos - Terminologia;

    ASTM D-1535 - Color by The Munsell System.

    7. ANEXOS

    7.1. Prolongador

    7.2. Dispositivo para Ensaio de Impacto no Suporte de Fixao da Chave

    7.3. Circuito para os Ensaios de Interrupo dos Grupos 1, 2 e 3

    7.4. Circuito para os Ensaios de Interrupo dos Grupos 4 e 5

    7.5. Arranjo do Dispositivo Fusvel para os Ensaios de Interrupo

    7.6. Interpretao dos Oscilogramas dos Ensaios de Interrupo

    7.7. Limites de Elevao de Temperatura Admissvel/Notas

    7.8. Seo dos Condutores de Cobre para os Ensaios de Elevao de Temperatura

    7.9. Planos de Amostragem para os Ensaios de Recebimento

    7.10. Valores de Referncia para os Ensaios de Capacidade de Interrupo/Notas

    7.11. Valores de Freqncia Natural de Oscilao da Tenso de Restabelecimento Transitria e dosMximos Valores cos do Circuito de Ensaios

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 32/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    7.12. Caractersticas Tcnicas e Dimensionais da Chave Fusvel

    7.13. Caractersticas Tcnicas e Dimensionais da Lmina Seccionadora

    7.14. Caractersticas Tcnicas e Dimensionais do Porta-Fusvel

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 33/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    7.1. Prolongador

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 34/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    7.2. Dispositivo para Ensaio de Impacto no Suporte de Fixao da Chave

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 35/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    7.3. Circuito para os Ensaios de Interrupo dos Grupos 1, 2 e 3

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 36/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    7.4. Circuito para os Ensaios de Interrupo dos Grupos 4 e 5

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 37/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    7.5. Arranjo do Dispositivo Fusvel para os Ensaios de Interrupo

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 38/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    7.6. Interpretao dos Oscilogramas dos Ensaios de Interrupo

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 39/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    7.7. Limites de Elevao de Temperatura Admissvel/Notas

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 40/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    Notas

    a) segundo a sua funo, a mesma parte pode pertencer a diversas categorias listadas nestatabela. Neste caso, os valores mximos permissveis de temperatura e de elevao detemperatura a serem considerados so os menores entre as categorias correspondentes;

    b) quando partes de contato tm revestimentos diferentes, as temperaturas e as elevaes detemperatura permissveis devem ser aquelas da parte que tm o menor valor permitidonesta tabela;

    c) a qualidade do revestimento dos contatos deve ser tal que uma camada de material derevestimento permanea na rea de contato aps os seguintes ensaios:

    - ensaio de interrupo;

    - ensaio de resistncia mecnica

    Caso contrrio, os contatos devem ser considerados nus;

    d) quando as partes de conexo tm diferentes revestimentos, as temperaturas e elevaes detemperatura permissveis devem ser aquelas da parte que tem o maior valor permitidonesta tabela;

    e) os valores de temperatura e de elevao de temperatura so vlidos ainda que o condutorconectado aos terminais seja nu;

    f) a temperatura no deve alcanar um valor que comprometa as propriedades fsicas domaterial;

    g) as classes de material isolante so as da Norma NBR 7034;

    h) na determinao das temperaturas dos materiais isolantes deve ser considerado quediversas partes dos elos fusveis tm contato direto ou com seus tubinhos protetores oucom as partes internas do porta-fusvel. Onde aplicvel considera-se como temperatura domaterial isolante aquela da parte condutora vizinha. A ttulo de referncia, materiais comofibra vulcanizada (classe A), laminados base de papel impregnados com resina fenlica(classe E), laminados de fibra de vidro (classe B) so utilizados respectivamente norevestimento interno do porta-fusvel, no tubo protetor do elo fusvel ou no tubo do porta-fusvel;

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 41/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    i) as temperaturas das partes condutoras no devem atingir valores que alterem aspropriedades elsticas ou eltricas do material;

    j) se forem utilizados outros materiais tais como nquel, cdmio, etc., as propriedades destesmateriais devem ser levadas em considerao.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 42/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    7.8. Seo dos Condutores de Cobre para os Ensaios de Elevao de Temperatura

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 43/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    7.9. Planos de Amostragem para os Ensaios de Recebimento

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 44/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    7.10. Valores de Referncia para os Ensaios de Capacidade de Interrupo/Notas

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 45/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    Notas

    a) se o tempo de interrupo for apreciavelmente maior que 2 s, o ensaio deve ser feito comuma corrente que fornea um tempo de interrupo de aproximadamente 2 s.

    b) se esses valores forem menores do que os do grupo 5, os ensaios do grupo 5 no sonecessrios.

    c) em condies normais de servio esperado que os valores de freqncia natural e dofator de amplitude no excedam os valores especificados nos Anexos 7.10. e 7.11. destaEspecificao. Porm os valores da freqncia natural e do fator de amplitude podemexceder os da tabela, como por exemplo, no caso de dispositivos fusveis prximos detransformadores com potncia elevada quando no existir a condio de paralelismo.Nestes casos o fabricante deve ser consultado.

    d) o grupo de ensaios 3 no necessita ser realizado quando a chave fusvel tiver capacidadede interrupo simtrica menor ou igual a 2800 Aef.

    e) o nmero total de bases utilizado deve ser indicado no relatrio de ensaios.

    f) o elo de mnima corrente nominal do tipo 6K para porta-fusveis de 50 a 100 A e 140 Kpara porta-fusveis de 200 A.

    g) para chaves fusveis de distribuio com capacidade de interrupo at 1400 A, o elo demnima corrente nominal do tipo 2H.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 46/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    7.11. Valores de Freqncia Natural de Oscilao da Tenso de Restabelecimento Transitria e dosMximos Valores cos() do Circuito de Ensaios

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 47/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    7.12. Caractersticas Tcnicas e Dimensionais da Chave Fusvel

    BASE PORTA FUSVEL TENSO SUPORTVELNOMINAL (kV)Capacidade de Interrupo ImpulsoAtmosfrico

    Freq. Industrialsob ChuvaTenso

    Nominal daRede (kV)

    CorrenteNominal

    (A)

    CorrenteNominal

    (A) Simtrica Assimtricaa terra e

    entreplos

    entrecontatosabertos

    a terrae entreplos

    entrecontatosabertos

    CdigoCELESC

    13,8/24,2 300 100 4500 6300 125 140 34 38 775313,8/24,2 300 200 4500 6300 125 140 34 38 23762

    34,5 300 100 3500 5000 150 165 50 55 7740

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 48/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    7.13. Caractersticas Tcnicas e Dimensionais do Porta-Fusvel

    Capacidade de InterrupoTensoNominal daRede (kV)

    CorrenteNominal

    (A)

    Tenso SuportvelNominal de Impulso

    Atmosfrico (kV) Simtrica Assimtrica

    DimensoL (mm)

    CdigoCELESC

    13,8* 100 110 7100 10000 285 2 780013,8* 200 110 7100 10000 285 2 780524,2 100 150 4500 6300 375 2 780124,2 200 150 4500 6300 375 2 2376134,5 100 170 3500 5000 375 2 16179

    * Os porta-fsiveis com dimensional para a tenso nominal de 13,8 kV, quando adquiridos,sero para instalao em chaves do padro antigo, j em uso na rede. Para novas instalaes emanuteno das chaves-fusveis do novo padro, devem ser utilizados os cartuchos de 24,2 kVpadronizados.

  • CDIGO: E-313.0014 FL. 49/49

    PADRONIZAO APROVAO ELABORAO VISTODVOG RES. DTE N 584/2007 - 18/10/2007 DVEN DPEP

    7.14. Caractersticas Tcnicas e Dimensionais da Lmina Seccionadora

    361.

    00

    2.0

    ( 25

    ,8 /

    38 k

    V )

    ( 15

    kV

    )2

    .00

    271.

    00

    0.5056.00

    75.00( Min.)

    0.50

    12.5

    0

    L

    A

    A

    Contato Prateado

    Contato Prateado

    300( A )

    NOMINALCORRENTE

    375.0 2.0285.0 2.0

    L25.8 / 38.0

    15.0OPERACAO (kV)

    TENSAO MAXIMA DE

    1.0038.00

    CDIGO

    1947519474

    CELESC

    Cobre Eletroltico

    Nota: A lmina padronizada com tenso mxima de operao de 15 kV s deve ser adquirida parautilizao nas chaves fusveis, do padro antigo, j instaladas no sistema da CELESC que possuemisolao para classe 15 kV. Atualmente o padro estabelece chaves com isolao classe 25 kV pararedes com tenso nominal de 13,8 kV.

    FINALIDADEFixar as exigncias mnimas para a fabricao e recebimento de chaves fusveis de distribuio, instalao externa e tenso mxima de operao at 38 kV.MBITO DE APLICAOAplica-se aos Departamentos da Diretoria Tcnica, Agncias Regionais, fabricantes e fornecedores de materiais da Empresa.ASPECTOS LEGAISa)NBR 8124 - Chaves Fusveis de Distribuio (classe 2);b)NBR 7282 - Dispositivos Fusveis Tipo Expulso;c)os termos tcnicos utilizados nesta Especificao esto de acordo com as definies da NBR 5459 da ABNT, complementadas pelo subitem 4.1. at o inciso 4.2.12. desta Especificao.CONCEITOS BSICOSCaractersticas EltricasCorrente Presumida de um Circuito

    a corrente que circularia no circuito em que se acha inserido o dispositivo de proteo e/ou manobra considerado, se cada um de seus plos fosse substitudo por um condutor de impedncia desprezvel.Valor de Crista da Corrente Presumida

    o valor de crista da corrente presumida durante o intervalo de tempo transitrio que segue ao seu estabelecimento, por um dispositivo de proteo e/ou manobra ideal no plo considerado.Corrente Presumida de Interrupo de um Dispositivo Fusvel

    a corrente presumida que avaliada no instante em que se inicia o arco de um processo de interrupo de um dispositivo fusvel.Capacidade de Interrupo de uma Chave Fusvel

    o valor da corrente presumida de interrupo simtrica que uma chave fusvel capaz de interromper, sob uma tenso dada em condies especificadas de emprego e funcionamento.Corrente Convencional de Fuso

    o valor especificado de corrente que provoca a fuso de um elemento fusvel, dentro de um tempo especificado (tempo convencional).Corrente Convencional de no Fuso

    o valor especificado de corrente que um fusvel capaz de conduzir por um tempo especificado (tempo convencional).Tempo de Fuso ou Tempo de Pr-arco

    o intervalo de tempo entre o instante em que a corrente atinge valor suficiente para fundir o elemento fusvel e o instante em que inicia o arco.Tempo de Arco

    o intervalo de tempo entre o instante em que se inicia e o instante da extino final do arco.Tempo de Interrupo de um Fusvel

    a soma do tempo de fuso e do tempo de arco.Integral de Joule

    a integral do quadrado da corrente num intervalo de tempo especificado.Notas:a)do ponto de vista de um circuito protegido por um dispositivo fusvel, o valor da integral de Joule sobre o tempo de interrupo do dispositivo fusvel referido a uma energia especfica, isto , a energia liberada em forma de calor em uma parte do cb)os valores da integral de Joule, geralmente indicados para fusveis, so a integral de Joule de pr-arco e a integral de Joule de interrupo, aplicados respectivamente aos tempos de fuso (pr-arco) e de interrupo.Tempo Virtual

    a relao entre a integral de Joule e o quadrado da corrente presumida no circuito.Os valores dos tempos virtuais, geralmente indicados para um fusvel, so os do tempo de pr-arco e do tempo de interrupo.Tenso de Restabelecimento

    a tenso que se manifesta entre os terminais de um plo de um dispositivo de proteo e/ou manobra, em seguida interrupo da corrente, em dois intervalos de tempo sucessivos, um no qual existe uma tenso transitria, seguido de um outro em que existTenso de Restabelecimento Transitria

    a tenso de restabelecimento entre os terminais do primeiro plo que interrompe a corrente, no intervalo de tempo em que ela apresenta caracterstica transitria significativa.Nota:A tenso transitria pode ser oscilatria, no oscilatria ou uma combinao dessas duas formas, dependendo das caractersticas do circuito ou dispositivo de proteo e/ou manobra. Ela considera a variao de tenso do neutro de um circuito polifsico.Tenso de Restabelecimento de Freqncia Nominal

    a tenso de restabelecimento depois de desaparecerem os fenmenos transitrios de tenso.Tenso de Restabelecimento Transitria Presumida

    a tenso de restabelecimento transitria que se manifesta aps a interrupo, por um dispositivo de proteo e/ou manobra ideal, da corrente presumida simtrica no plo considerado.Curvas Caractersticas Tempo-Corrente

    a representao grfica do tempo de operao, expresso como um tempo virtual, em funo do valor eficaz da corrente presumida simtrica, em condies de operao especificadas.Nota:As curvas caractersticas tempo-corrente, indicadas em geral para um fusvel, referem-se aos tempos de pr-arco e de interrupo.Chave Fusvel e Seus ComponentesDispositivo Fusvel

    um dispositivo de proteo que pela fuso de uma parte, especialmente projetada e dimensionada, abre o circuito no qual se acha inserido e interrompe a corrente, quando esta excede um valor especificado durante um tempo determinado.Chave Fusvel

    um dispositivo fusvel no qual o porta-fusvel pode ser manipulado de forma a obter uma distncia de seccionamento, sem que haja separao fsica entre o porta-fusvel ou lmina seccionadora e a base.Terminal de Chave Fusvel

    a parte condutora da chave fusvel destinada a ser ligada em um condutor de um circuito externo.Base de uma Chave Fusvel

    uma pea fixa destinada a receber o porta-fusvel com elo fusvel ou lmina seccionadora, e lig-lo ao circuito externo, compreendendo todas as partes necessrias para assegurar o isolamento.Porta-fusvel

    a parte da chave fusvel destinada a receber o elo fusvel.Fusvel

    a parte da chave fusvel que deve ser substituda aps cada operao do dispositivo fusvel e que contm o elemento fusvel.Elo Fusvel

    o fusvel de construo flexvel utilizado em uma chave fusvel para mant-la na posio fechada, quando em funcionamento e provocar sua abertura aps a fuso do elemento fusvel.Elemento Fusvel

    o componente de um fusvel que funde, quando percorrido por uma corrente que exceda um valor especificado, durante um tempo especificado.Contato da Base

    a parte condutora de uma base ligada ao terminal e destinada a fazer uma ligao com o contato do porta-fusvel ou da lmina seccionadora.Contato do Porta-Fusvel

    a parte condutora de um porta-fusvel destinada a fazer a ligao com o contato do fusvel e com o contato da base.Contato do Fusvel

    a parte condutora de um fusvel destinada a fazer a ligao com o contato do porta-fusvel ou com o contato da base.Distncia de Seccionamento de uma Chave Fusvel

    a distncia de isolao entre os contatos da base de uma chave fusvel, na posio aberta, com o porta-fusvel ou lmina seccionadora.DISPOSIES GERAISGeneralidades das Chaves Fusveis

    As partes metlicas da chave fusvel devem ter superfcies lisas, sem arestas ou irregularidades que possam causar alta intensidade de campo eltrico.Os porta-fusveis e as lminas seccionadoras devem ser intercambiveis com as bases de mesmas caractersticas nominais de todos os fabricantes.A base da chave fusvel deve ser provida de ferragem apropriada que permita sua instalao no suporte L, conforme indicado nos desenhos do padro nos anexos desta Especificao. Deve, tambm, ser provida de gancho incorporado ao terminal superior da baseA chave fusvel deve ser prpria para:a)montagem inclinada;b)indicar sua operao por deslocamento do porta-fusvel para a posio circuito aberto;c)permitir instalao e remoo do porta-fusvel ou lmina seccionadora utilizando vara de manobra.Todos os parafusos da chave fusvel devem ter rosca mtrica conforme a NBR 9527.Condies de Servio da Chave Fusvel

    A chave fusvel deve ser projetada para as seguintes condies de servio:a)temperatura mxima ambiente de 40C com mdia diria no superior a 35C e temperatura mnima ambiente de -5C;b)altitude no superior a 1.000 m;c)presso do vento at 700 Pa;d)exposio direta aos raios solares e chuva.Identificao da Chave FusvelBase

    A base deve ser identificada de forma legvel e indelvel, com tipos de no mnimo 2 mm de altura, atravs de placa de ao inoxidvel, alumnio anodizado ou lato niquelado, fixada de modo permanente fora do suporte L ou atravs de gravaes no prprio coa)nome e/ou marca comercial do fabricante;b)tipo e/ou nmero de catlogo;c)ms e ano de fabricao;d)tenso nominal em kV;e)corrente nominal em A;f)tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico em kV.Porta-Fusvel

    O porta-fusvel deve ser identificado de forma legvel e indelvel, resistente s intempries e operao da chave, com as informaes a seguir:a)nome e/ou marca comercial do fabricante;b)tipo e/ou nmero de catlogo;c)tenso nominal em kV;d)corrente mxima ou faixa de corrente em A;e)capacidade de interrupo simtrica nominal em kA;f)ms e ano de fabricao.No ser permitido o uso de etiquetas para identificao do tubo.Isolador

    O isolador deve ser identificado de forma legvel e indelvel com as seguintes informaes:a)nome e/ou marca comercial do fabricante;b)ano de fabricao.Lmina Seccionadora

    A lmina deve ser identificada de forma legvel e indelvel com as seguintes informaes:a)nome e/ou marca comercial do fabricante;b)tipo e/ou nmero de catlogo;c)tenso nominal da chave em que aplicada, em kV;d)corrente mxima ou faixa de corrente em A;e)ms e ano de fabricao.Informaes Adicionais Fornecidas pelo Fabricante

    O nmero de catlogo do fabricante deve corresponder a um desenho onde esto fixadas no mnimo, as dimenses mostradas nos desenhos do padro estabelecido por esta Especificao, o dimetro interno, a espessura da parede de revestimento de fibra vulcanizCondies Especficas da Chave FusvelCaractersticas Nominais

    As caractersticas eltricas das chaves fusveis constam nas tabelas dos Anexos 7.12. e 7.13. desta Especificao. A freqncia nominal de 60 Hz.As elevaes de temperatura permissveis, nas condies prescritas no Ensaio de Elevao de Temperatura, esto apresentadas no Anexo 7.1. desta Especificao.Caractersticas da BaseO isolador deve conter as seguintes caractersticas:

    a)ser de porcelana vitrificada com superfcies isentas de bolhas, incluses ou outras imperfeies conforme a NBR 5032;b)ter cor cinza claro, notao Munsell 5BG 7/1, no caso de chaves com base tipo C;c)atender as exigncias da NBR 5032 referentes porosidade e tenso aplicada de alta freqncia para isoladores;d)suportar a aplicao mecnica conforme estipulado no Ensaio de Resistncia Mecnica do Isolador;e)ter as extremidades vedadas, se for oco, e no ter aberturas que possibilitem a entrada e o acmulo de gua e/ou insetos em seu interior. A vedao deve ser permanente, no sendo aceito cortia como material de vedao;f)ter distncia de escoamento mnima de 280 mm para Tenso Mxima de Operao (T.M.O.) 25 kV.Nota:A critrio da Celesc podem ser aceitas chaves com isolamento polimrico desde que atendam os requisitos de qualidade previstos nas normas aplicveis, tenham sido apresentados os ensaios de tipo e j tenham sido aprovadas em instalao piloto realizada peOs conectores terminais devem ser do tipo paralelo, de parafuso, conforme desenhos dos Anexos 7.12. e 7.13., em liga de cobre, estanhados segundo a NBR 5370, com parafusos e arruelas de presso manufaturados em bronze ou ao inoxidvel.As chaves devem ter as reas de contato da base prateadas com no mnimo 8 micra de espessura.As molas que mantm a tenso mecnica entre a base e o porta-fusvel devem ser de ao inoxidvel ou material similar, desde que previamente autorizado pela Celesc.Os ganchos para fixao de ferramenta de abertura em carga devem ser de material no ferroso e suportar uma trao mecnica de 200 daN, para verificar sua fixao prpria ferragem e possveis deformaes. A posio destes ganchos deve permitir que apsO processo de fixao das ferragens no isolador deve ser adequado s solicitaes mecnicas decorrentes da operao da chave e interrupo da corrente de curto-circuito, devendo suportar os ensaios de operao mecnica e choque trmico, descritos nos iAs partes condutoras em liga de cobre devem ter porcentagem de zinco no superior a 6%.Os parafusos, porcas e arruelas de fixao dos contatos no isolador da base devem ser em ao-bronze ou ao inoxidvel.As partes ferrosas, com exceo daquelas em ao inoxidvel, devem ser zincadas de acordo com a NBR 6323, porm com camada mdia mnima de zinco de 100 micra. A espessura mdia mnima para parafusos, porcas e similares dever ser 86 micra.Todas as superfcies zincadas que ficam em contato com partes metlicas condutoras no ferrosas devem ser protegidas da ao galvnica ou eletroltica, atravs de pintura das superfcies em contato.As chaves devem ser projetadas de forma a no submeter os elos fusveis traes superiores a 3 daN no caso de chaves com bases do tipo C.

    Caractersticas do Porta-FusvelO tubo do porta-fusvel deve ser de fibra de vidro com revestimento interno em fibra vulcanizada. Outro material pode ser aceito desde que aprovado pelas Celesc e que atenda aos requisitos das sries do ensaio de interrupo.O porta-fusvel deve ter cor cinza.O tubo do porta-fusvel deve ter as seguintes caractersticas:

    a)rigidez dieltrica transversal mnima de 6 kV/mm;b)tenso suportvel longitudinal (60 Hz) mnima de 1 kV/mm;c)absoro mxima de gua em 24 horas de 7%.As reas de contato de porta-fusveis devem ser prateadas com um mnimo de 8 micra de espessura.O olhal do porta-fusvel deve suportar trao mecnica de 200 daN.O dispositivo de fixao da cordoalha dos elos fusveis deve ter dimenses que permitam a acomodao adequada de todos os elos utilizveis no porta-fusvel, sem provocar danos, tais como esgaramento e retirada do estanho da cordoalha quando fixada.Os prolongadores, quando necessrios, devem estar de acordo com as recomendaes do fabricante da chave e conforme o Anexo 7.1. desta Especificao.

    Caractersticas da Lmina SeccionadoraConstituda de trs partes, rigidamente fixadas entre si, todas em liga de cobre com teor de zinco no superior a 15%: lmina, contato superior e contato inferior. O contato superior deve ser provido de olhal para operao com vara de manobra. O contatoA lmina seccionadora deve ser capaz de conduzir corrente nominal de 300 A.O olhal da lmina seccionadora deve suportar trao mecnica de 200 daN.As reas de contato dos porta-fusveis e das lminas seccionadoras devem ser prateadas com um mnimo de 8 micra de espessura.

    InspeoGeneralidades e Certificao Tcnica de Ensaios do EquipamentoPara certificao tcnica de ensaios do equipamento, devem ser realizados todos os ensaios de tipo relacionados no inciso 5.6.2. desta Especificao. Caso o produto ofertado tenha alguma inovao relativa ao padro existente e necessite de ensaios alm dOs ensaios de recebimento devem ser executados nas instalaes do fabricante, salvo acordo contrrio entre Celesc e fabricante.Os certificados tcnicos de ensaios so emitidos pela Diviso de Engenharia e Normas - DVEN, conforme a Especificao E-313.0045- Certificao Tcnica de Ensaios dos Equipamentos. Estes certificados, quando solicitados, devero ser apresentados obrigatorA repetio de ensaios de tipo para verificao dos padres de qualidade poder ser solicitada a qualquer tempo, sempre que a Celesc julgar necessria.As chaves fusveis, pertencentes a lotes aceitos, que forem inutilizadas e/ou rejeitadas durante os ensaios, devem ser substitudas pelo fabricante por unidades novas e perfeitas, sem terem sido utilizadas anteriormente, sem nus para a Celesc.A dispensa de execuo de qualquer ensaio e a aceitao do lote no exime o fabricante da responsabilidade de fornecer chaves fusveis de acordo com esta Especificao.Qualquer alterao no projeto aprovado dever ser comunicada Celesc, e caso aplicvel, acompanhada dos ensaios de tipo.No recebimento, para aprovao do lote, devem ser executados todos os ensaios de recebimento previstos nesta Especificao e quando previamente acordado com o fabricante, tambm os de tipo.

    Ensaios de Tipo

    Os ensaios de tipo so os seguintes:a)inspeo geral (ver inciso 5.7.2.);b)verificao dimensional (ver inciso 5.7.2.);c)tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico (ver inciso 5.7.4.);d)tenso suportvel freqncia industrial a seco (ver inciso 5.7.5.);e)tenso suportvel freqncia industrial sob chuva (ver inciso 5.7.6.);f)impacto no suporte de fixao da chave (ver inciso 5.7.7.);g)elevao de temperatura (ver inciso 5.7.8.);h)medio da resistncia hmica dos contatos (ver inciso 5.7.9.);i)capacidade de interrupo (ver inciso 5.7.10.);j)anlise qumica da liga de cobre (ver inciso 5.7.11.);k)choques trmicos (ver inciso 5.7.12.);l)resistncia mecnica do isolador (ver inciso 5.7.13.);m)operao mecnica (ver inciso 5.7.14.);n)zincagem (ver inciso 5.7.15.);o)absoro de gua pelo tubo do porta-fusvel (ver inciso 5.7.16.);p)porosidade do isolador (ver inciso 5.7.17.);q)poluio artificial (ver inciso 5.7.18.);r)verificao da rigidez dieltrica transversal do revestimento externo do tubo do porta-fusvel (ver inciso 5.7.19.);s)tenso suportvel longitudinal do revestimento externo do tubo do porta-fusvel (ver inciso 5.7.20.);t)resistncia mecnica do gancho e do olhal (ver inciso 5.7.21.);u)verificao da espessura do prateamento (ver inciso 5.7.22.);v)resistncia toro dos parafusos dos conectores (ver inciso 5.7.23.);x)radiointerferncia (ver inciso 5.7.24.).Nota:Para lminas seccionadoras so aplicados os seguintes ensaios:1) Individualmente: a, b, j e a parte de s, referente a olhal;2) Montadas em conjuntos completos (chave de faca removvel): g, h, k, m e x.Ensaios de Rotina e de Recebimento

    So os ensaios citados nas alneas a, b, d, g, h, k, m, n, o, r, t, u do inciso 5.6.2. desta Especificao.Critrios de Amostragem e AceitaoO Anexo 7.9. desta Especificao apresenta a amostragem e os critrios de aceitao para os ensaios de recebimento, exceto para os ensaios de operao mecnica, elevao de temperatura, choques trmicos e verificao do prateamento, cujos critrios so dNo ensaio de zincagem deve ser ensaiada uma pea de cada chave fusvel da amostra indicada no Anexo 7.9. desta Especificao.Na execuo dos ensaios de tipo, o nmero de chaves fusveis e os critrios de aceitao sero estabelecidos de comum acordo entre Celesc e fabricante.As trs chaves que tenham apresentado o maior valor no ensaio de medio de resistncia hmica devem ser submetidas verificao da espessura do prateamento, ao ensaio de operao mecnica e em seguida ao ensaio de elevao de temperatura.Devem ser submetidas ao ensaio de choque trmico trs chaves aleatoriamente escolhidas no lote sob inspeo.Se uma das chaves submetidas aos ensaios descritos nos subincisos 5.6.4.4. e 5.6.4.5. desta Especificao apresentar resultados insatisfatrios, o lote deve ser rejeitado.

    Relatrio de EnsaiosO relatrio de ensaios deve conter, no mnimo, as seguintes informaes:

    a)nmero da autorizao de fornecimento (A.F.);b)nome e/ou marca comercial do fabricante;c)tipo e/ou nmero de catlogo;d)ms e ano de fabricao;e)tenso e corrente nominais;f)tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico;g)capacidade de interrupo simtrica;h)quantidade de chaves fusveis do lote;i)nmero de unidades ensaiadas;j)relao dos ensaios efetuados e normas aplicadas;k)memrias de clculo quando relevantes;l)todos os resultados obtidos;m)identificao completa do objeto ensaiado;n)nome do laboratrio, do responsvel e do inspetor que acompanhou o ensaio;o)data do ensaio.As informaes mencionadas anteriormente nas alneas a e h referem-se, exclusivamente, a ensaios de recebimento. Para os ensaios de interrupo considerado como especialmente relevante na identificao do objeto ensaiado o descrito no subitem 5.4. e suEnsaiosPrescries Comuns aos Ensaios de Tipo

    Todos os ensaios de tipo devero estar de acordo com as seguintes prescries:a)a chave fusvel deve ser nova, estar limpa e em perfeitas condies;b)a chave fusvel a ser ensaiada deve ser montada em condies, o mais prximo possvel das condies normais de servio, com todas as ferragens de fixao aterradas;c)as ligaes devem ser executadas de maneira a no reduzir as distncias de isolao;d)as chaves fusveis devem ser selecionadas aleatoriamente do lote sob inspeo.Inspeo Geral e Verificao Dimensional

    Antes de iniciar os demais ensaios, deve ser realizada uma inspeo geral para comprovar se a chave fusvel contm todos os componentes e acessrios requeridos e verificar:a)caractersticas e acabamento de componentes e acessrios;b)acionamento mecnico da chave fusvel;c)caractersticas dieltricas, que devem ser comprovadas atravs dos relatrios de ensaios;d)certificados de ensaios referentes ao isolador da chave, alneas c e d do subinciso 5.5.2.1.;e)dimenses que devero estar de acordo com o padro presente nos Anexos 7.12 e 7.13 desta Especificao, estando o porta-fusvel provido do elo de maior corrente nominal previsto para sua utilizao.Com referncia a alnea b, antes de ser efetuada a verificao, deve ser instalado no porta-fusvel um boto de elo ou dispositivo que o simule com espessura de 4 mm para bases do tipo C. A articulao inferior deve ser travada mecanicamente. Aps isto,No so admissveis traes maiores que 17 daN para a abertura da chave.A no conformidade de uma chave fusvel com qualquer uma destas caractersticas determina a sua rejeio.Prescries Comuns aos Ensaios Dieltricos

    Todos os ensaios dieltricos devero estar de acordo com as seguintes prescries:a)para a execuo dos ensaios dieltricos devem ser atendidas as prescries contidas no inciso 5.7.1. desta Especificao;b)as ligaes eltricas devem ser feitas por condutores nus, ligados a cada terminal da chave fusvel em uma linha reta sensivelmente paralela ao fusvel por uma distncia livre, no mnimo, igual a distncia de isolao da chave;c)os ensaios devem ser realizados sob condies ambiente, as mais prximas possveis das condies padronizadas na NBR 6936 da ABNT.Tenso Suportvel Nominal de Impulso AtmosfricoAs chaves fusveis devem ser submetidas a este ensaio que deve ser realizado com impulsos de 1,2/50 microssegundos e de acordo com a NBR 6936 e NBR 5389 da ABNT.O ensaio deve ser executado com 15 impulsos consecutivos de cada polaridade.As tenses suportveis de impulso devem ser as especificadas nos Anexos 7.12. e 7.13. desta Especificao e ser aplicadas sempre com um terminal de sada do gerador de impulso ligado a terra, de acordo com os subincisos 5.7.4.4. e 5.7.4.5. desta EspecifiOs valores de tenso suportvel de impulso atmosfrico entre plos e para a terra devem ser aplicados entre os terminais e todas as partes metlicas aterrveis:

    a)com a chave fusvel, incluindo o fusvel e o porta-fusvel ou lmina seccionadora, completamente montado e fechado;b)somente na base com o porta-fusvel removido.Os valores de tenso suportvel de impulso atmosfrico atravs da distncia de seccionamento devem ser aplicados entre terminais da chave fusvel, com o porta-fusvel na posio aberta.

    As partes metlicas aterrveis devem ser isoladas da terra.As chaves fusveis devem ser consideradas aprovadas, se o nmero de descargas disruptivas para terra ou entre terminais, nas isolaes auto-recuperantes, no exceder a duas para cada condio de ensaio e se nenhuma descarga disruptiva ocorrer nas isola

    Tenso Suportvel Freqncia Industrial a SecoAs chaves fusveis devem ser submetidas a este ensaio, durante 1 minuto, conforme prescrito nas normas NBR 5389, NBR 6936 e NBR 6939 da ABNT.O circuito de ensaio completo (transformador com dispositivo de regulagem de tenso) deve ter uma corrente de curto-circuito de pelo menos 0,2A. admitido verificar o valor da corrente de curto-circuito a aproximadamente um dcimo da tenso especificadaAs tenses suportveis freqncia industrial a seco, devem ser as especificadas nos Anexos 7.12. e 7.13. desta Especificao e ser aplicadas sempre com um terminal de sada da fonte de freqncia ligado a terra, de acordo com os subincisos 5.7.5.4. e 5Os valores de tenso suportvel freqncia industrial entre plos e para a terra devem ser aplicados entre os terminais e todas as partes metlicas aterrveis:

    a)com a chave fusvel, incluindo o fusvel e o porta-fusvel, completamente montado e fechado;b)somente na base com o porta-fusvel removido.Os valores de tenso suportvel freqncia industrial, atravs da distncia de seccionamento devem ser aplicados entre terminais da chave fusvel, com o porta-fusvel na posio aberta.

    As partes metlicas aterrveis devem ser isoladas da terra ou ligadas ao ponto mdio da fonte.A chave fusvel deve ser reprovada se ocorrerem uma ou mais descargas.

    Tenso Suportvel Freqncia Industrial Sob ChuvaAs chaves fusveis devem suportar este ensaio nas mesmas condies especificadas no inciso 5.7.5., submetidos a uma chuva artificial, conforme as normas NBR 5389 e NBR 6936 da ABNT.Neste ensaio, se uma descarga disruptiva ocorrer atravs da isolao auto-recuperante, o ensaio deve ser repetido e caso nenhuma descarga ocorrer a chave deve ser considerada aprovada.

    Impacto no Suporte de Fixao da Chave

    A base da chave deve ser fixada num dispositivo rgido, conforme sugerido no Anexo 7.2. desta Especificao. Fixar um brao de alavanca de 300 mm de comprimento como extenso do suporte da chave e aplicar um esforo dinmico de 20 N.m, perpendicular exElevao de TemperaturaPrescrio Geral

    Para a execuo dos ensaios de elevao de temperatura, devem ser atendidas as prescries do inciso 5.7.1. desta Especificao.Amostra para Ensaio

    a)todos os componentes da chave fusvel sob ensaio devem estar de acordo com a especificao do fabricante;b)o fusvel deve ser o de mais alta corrente nominal padronizada para uso na base.Arranjo do Equipamento

    a)o ensaio deve ser feito em um local livre de correntes de ar, exceto as geradas pelo aquecimento da chave sob ensaio;b)a chave fusvel deve ser montada em sua posio de uso especificada e ligada ao circuito de ensaio por condutores nus com comprimento aproximado de 1 m e seco de acordo com o Anexo 7.8. desta Especificao;c)cada condutor dever estar contido em um plano paralelo superfcie do suporte da chave, podendo ter qualquer direo neste plano;d)distncias normais de isolao no precisam ser consideradas;e)os ensaios devem ser feitos com a corrente nominal do fusvel a uma freqncia entre 58 Hz e 62 Hz;f)cada ensaio deve ser feito durante um perodo de tempo suficiente para a temperatura atingir um valor constante, em relao a ambiente (para fins prticos, esta condio dada como obtida quando a variao de temperatura no exceder 1 C por hora);g)a elevao de temperatura das diversas partes da chave no deve exceder os valores especificados no Anexo 7.7. desta Especificao para uma temperatura ambiente entre 10 C e 40 C (no devem ser aplicados fatores de correo para temperaturas dentroMedio de Temperatura

    a)todas as precaues devem ser tomadas para reduzir as variaes e os erros devidos ao desfasamento entre a temperatura das partes da chave fusvel e as variaes da temperatura do ar ambiente;b)as temperaturas das partes da chave, para as quais os limites esto especificados, devem ser determinadas com dispositivos tais como termopares ou elementos de contato colocados e fixados no ponto mais quente, acessvel, de modo a propiciar boa conduc)como temperatura do ar ambiente, deve ser considerada a temperatura mdia do ar envolvendo a chave fusvel e/ou seus elementos e deve ser medida durante o ltimo quarto do perodo de ensaio, por meio de termopares ou termmetros, a uma distncia de apMedio da Resistncia hmica de ContatoA medio da resistncia hmica de contato realizada no para obteno de resultados conclusivos e sim para servir como referncia para execuo dos ensaios de operao mecnica e de elevao de temperatura, nesta ordem.A resistncia dos contatos da chave deve ser medida entre cada terminal da base e a parte metlica do porta-fusvel ou lmina seccionadora acessvel mais prxima aps o contato.Os pontos e mtodos utilizados devem permitir a repetibilidade das medies dentro de uma margem de 1,0% para a chave medida.O valor da resistncia deve ser mdia aritmtica de 3 medidas independentes.

    Capacidade de InterrupoPrescrio Geral

    Para a execuo dos ensaios de interrupo devem ser atendidas as prescries do inciso 5.7.1. desta Especificao.Descrio dos Ensaios

    Os ensaios devem ser realizados de acordo com os valores especificados nos Anexos 7.10. e