É um grande prazer tê-lo como colaborador no UNIARAXÁ. · semestral, é realizado um...

of 17/17
  • date post

    21-Jan-2019
  • Category

    Documents

  • view

    212
  • download

    0

Embed Size (px)

Transcript of É um grande prazer tê-lo como colaborador no UNIARAXÁ. · semestral, é realizado um...

2

Seja bem-vindo! um grande prazer t-lo como colaborador no UNIARAX. Estamos muito satisfeitos e temos a certeza de que este o incio de um relacionamento mutuamente benfico. Agora VOC faz parte da famlia UNIARAX! muito importante que VOC conhea a nossa Instituio, que se sinta integrado e feliz entre ns. Acreditamos que um bom ambiente de trabalho fundamental e precisamos de todos os colaboradores do UNIARAX trabalhando em equipe e com profissionalismo para conseguirmos atingir nossos objetivos. Elaboramos este manual visando a orient-lo sobre o histrico de nossa Instituio, nossas polticas e princpios, seus direitos e deveres e algumas dicas. Estamos em constante busca de pessoas vencedoras, criativas, inovadoras e humanas e no mediremos esforos para ajud-lo a ser uma delas. Desejamos-lhe sucesso e esperamos que com empenho, fora de vontade, conhecimentos e habilidades, somados ao apoio do UNIARAX, voc atinja seus objetivos profissionais e pessoais.

3

Misso do Setor de Recursos Humanos: Captao e desenvolvimento de

talentos, analisando e equilibrando a relao entre os colaboradores e a

Instituio, para gerir as polticas e processos que viabilizem o crescimento do

UNIARAX.

Reitor Prof. M.e Jos Oscar de Melo Pr-Reitor de Ensino, Pesquisa e Extenso Prof. Dr. Fabrcio Oliveira Borges Assessor de Recursos Humanos Ricardo de Oliveira Ramalho FUNDAO CULTURAL DE ARAX Presidente Fabrcio Oliveira Borges Diretor Executivo Prof. Esp. Cssio Roberto de Melo Elaborao: Prof. Esp. Wendel Rodrigo de Almeida Prof. Esp. Cssio Roberto de Melo Amanda Silva Trega Vanessa de Almeida Silva Suelene de Souza Lacerda Atualizao: Daniane B. Velasco Salazar Reviso Profa. M.a Adriene Costa de Oliveira Coimbra Diagramao: Gustavo Augusto dos Santos

4

Sumrio

2. Nossa Histria ...................................................................................................................... 5

3. Polticas de Recursos Humanos ...................................................................................... 6

4. A tica em nossa Instituio .......................................................................................... 14

5. Nosso Cdigo de Conduta .............................................................................................. 15

5

2. Nossa Histria Atento s questes regionais e atualizao necessria para o mercado de trabalho, o CENTRO UNIVERSITRIO DO PLANALTO DE ARAX UNIARAX, desde 1973, reporta-se formao de profissionais capacitados e com elevada empregabilidade. Consolidado como uma Instituio de Ensino Superior regional, o Centro Universitrio presta servios a quase 20 municpios, atendendo cerca de 3.000 alunos, distribudos nos cursos de graduao, ps-graduao e extenso. Suas aes esto sempre pautadas em postura socioambiental consciente e na oferta de ensino de qualidade, associado pesquisa como diferencial na formao profissional, o que permite aos seus alunos iniciao na carreira acadmica e, ainda, o cruzamento de novas fronteiras no processo de ensino-aprendizagem. O UNIARAX assume o compromisso com a qualidade das aes educativas em toda a sua abrangncia e complexidade, por meio da pesquisa, do ensino e da extenso. Assim, forma o ser humano completo, no apenas o tcnico ou o especialista, mas o profissional cidado. Por conseguinte, o UNIARAX vem trabalhando coletivamente para seu prprio desenvolvimento, ciente de que a sustentabilidade Institucional, antes de tudo, passa pela contribuio para a melhoria da qualidade de vida de seus colaboradores e da comunidade em geral. Nossa Linha do Tempo 1972 Instituio da Fundao Cultural de Arax, entidade sem fins lucrativos. 1973 Implantao da Faculdade de Filosofia, Cincias e Letras de Arax (FAFI), primeira unidade de ensino superior da cidade. 1980 Finalizao dos embargos do governo federal abertura de novos cursos superiores, possibilitando a conquista dos cursos de Cincias, Matemtica, Histria, Cincias Contbeis e Direito. 1999 Unio das Faculdades de Filosofia, Cincias e Letras, de Cincias Gerenciais do Alto Paranaba e a Faculdade de Direito, passando a formar as Faculdades Integradas do Alto Paranaba FIAP. 2002 As Faculdades Integradas do Alto Paranaba galgam mais um degrau e se transformam em Centro Universitrio, com o nome Centro Universitrio do Planalto de Arax UNIARAX. Foi empossada a primeira Reitoria da Instituio. Imediatamente foram implementados diversos programas de ps-graduao lato sensu, com oferta de diversos cursos, ano a ano. 2004 Construo do Centro Olmpico e conjuntos arquitetnicos para abrigarem o Centro de Atendimento aos Alunos e sediar a Fundao Cultural de Arax. 2007 Inaugurao da Clnica de Fisioterapia, com mais de 1.500 m2. 2008 Inaugurao do Tribunal do Jri. 2009 Migrao para o Sistema Federal de Educao (MEC). 2010 - Recredenciamento do Centro Universitrio no sistema federal de ensino. Inaugurao do bloco da Reitoria com seis salas. 2011 A Fundao Cultural de Arax, Mantenedora do UNIARAX, foi reconhecida como entidade civil com personalidade jurdica de direito privado. Reforma do Estatuto da Fundao Cultural de Arax. 2012- Implantao do Curso de Engenharia Civil. 2013- Reestruturao da infraestrutura fsica visando a segurana institucional, fechando todo o campus com a construo de muros e guaritas. Implantao do sistema acadmico. Comemorao dos 40 anos da Instituio. 2014- Interligao dos Estacionamentos. Implantao do Curso de Esttica. 2015- Implantao do curso de Arquitetura e Urbanismo. Inaugurao do Conjunto IV. 2016- Implantao do curso de Engenharia Mecnica. Manuteno na infraestrutura de toda a Instituio.

6

3. Polticas de Recursos Humanos

As Polticas de Recursos Humanos do CENTRO UNIVERSITRIO DO PLANALTO DE ARAX - UNIARAX tem como objetivo proporcionar um ambiente de trabalho harmonioso, onde os colaboradores sintam prazer em trabalhar e encontrem reconhecimento e segurana, de modo que possam se desenvolver. O UNIARAX viabiliza o aprimoramento na rea de atuao do colaborador, com o programa Desenvolvendo os profissionais do UNIARAX e tambm incentivando a formao e a atualizao continuada, por meio de um programa de Bolsas de Estudos e pela Universidade Corporativa UNI+ que disponibiliza diversos cursos para aperfeioamento e capacitao.

Alm das aes internas para docentes, tcnicos administrativos e estagirios, as quais as habilidades, competncia e conhecimentos so repassados aos participantes em cursos, palestras e seminrios, a Instituio tambm propicia o intercmbio de conhecimento por meio de visitas tcnicas.

Para elaborao do Programa Desenvolvendo os profissionais do UNIARAX, em seu plano semestral, realizado um levantamento de necessidades de desenvolvimento (treinamento e capacitao) voltado tanto para docentes quanto para tcnicos-administrativos, por meio de entrevistas com gestores das reas acadmicas e administrativas e de relatrios de pesquisa. Outros elementos de subsdio esto nos formulrios de avaliao de desempenho e nos resultados da pesquisa do clima Institucional.

Dessa forma, os Programas de Capacitao do UNIARAX abrange diversas aes:

a. Integrao de novos docentes, tcnico-administrativos, estudantes monitores e estagirios; b. Campanhas educativas e de conscientizao que envolvem, alm dos colaboradores,

estudantes e pessoas da comunidade externa; c. Cursos de promoo de melhorias da qualidade de vida; d. Cursos de extenso e aperfeioamento profissional; e. Participaes em congressos, seminrios e workshops, visitas tcnicas, entre outros; f. Programa de Incentivo de bolsas para Mestrado e Doutorado. Nossos Benefcios

a) Assistncia Mdica: A Instituio possui os planos de sade com a operadora Unimed

e Prontomed (coparticipao). Possumos tambm a Clnica de Fisioterapia do

UNIARAX com vrios servios oferecidos (Tratamento de Hidroterapia; Neurologia;

Cardiologia e Respiratria; Ortopedia (Reumatologia, Traumatologia); Pediatria e, os

projetos que so: Reeducao Postural; Reabilitao pulmonar aqutica; Crianas com

Sndrome de Down; Crianas para desenvolvimento neuropsicomotor e Lombalgia) sem

nenhum nus para os funcionrios; e, para parentes de 1 grau cobrada a metade do

valor estabelecido para os servios prestados. Contamos com uma estrutura de

Primeiros Socorros (est disposio um kit de Primeiros Socorros nos seguintes

setores da IES: ICS, ICEH, RH e Financeiro), alm dos Exames Peridicos.

b) Assistncia Odontolgica: Plano OdontoPrev.

c) Adicional por tempo de servio: adicional de 5% a cada 5 anos de tempo de servio,

sendo que o limite para professores (SINPRO) de 25 anos e, para os auxiliares de

administrao escolar (SAAE) de 35 anos.

d) Adiantamento salarial: fornecido todo dia 15 de cada ms, no percentual de at 40%

sobre seu salrio (informaes no Setor de Departamento de Pessoal).

e) Vale Transporte: fornecido a todos os colaboradores que possuem interesse e

atendem aos requisitos.

f) Auxlio Educao: A Instituio fornece um benefcio a partir de 50% (em bolsa de

estudos) para todos os seus funcionrios e 40% para os dependentes de primeiro grau,

7

para qualquer curso de graduao e ps-graduao oferecido na IES. A IES possui

tambm um Programa de Bolsas de Estudos para Mestrado e Doutorado, conforme

critrios estabelecidos em portaria. desenvolvido paralelamente um Programa

intitulado Desenvolvendo os profissionais do UNIARAX, que oferece cursos e

palestras de capacitao e qualificao dos colaboradores e seus familiares, a

programao disponibilizada semestralmente.

g) Remunerao e Carreira: Por meio do plano de cargos e salrios de Docentes e

Tcnicos Administrativos so apresentadas as tabelas salariais (atualizadas

anualmente) e os critrios para a avaliao de desempenho, visualizando sua ascenso

profissional.

h) Emprstimo Pessoal Consignado: os emprstimos so concedidos pelo Banco

Bradesco e Santander, os descontos so feitos em folha (h necessidade de

autorizao do departamento de pessoal).

i) Demais Benefcios do UNIARAX: Celebrao das datas comemorativas, Ginstica

Laboral, Clube UNIARAX (Academia, Campo de Futebol, Piscina e Ginsio de Dana,

com aulas de vrias modalidades), Coordenao de Apoio e Desenvolvimento Humano

- CADH (orientao e apoio aos aspectos profissionais e pessoais) e Acervo

Bibliogrfico, contendo aproximadamente 54.000 livros.

j) Parcerias e Convnios mantidos pela Instituio: o Uniarax mantm parcerias e

convnios com diferentes estabelecimentos que oferecem diversos benefcios a voc e

sua famlia. Para conferir as empresas parceiras entre em contato com o Setor de

Recursos Humanos pelo e-mail [email protected]

Seus Direitos

a) Frias: aps 12 meses de trabalho, o colaborador ter direito s frias, que devero ser concedidas, a critrio da Instituio, nos 11 meses subsequentes ao perodo aquisitivo. Aps doze meses de servios prestados, VOC ter direito a gozar um perodo de frias. Ser programado o ms em comum acordo com seu gestor ou de acordo com calendrio anual. No seu perodo de frias, VOC recebe um adicional correspondente a um percentual de 1/3 do seu salrio.

b) Licena Maternidade: a licena-maternidade um direito de todas as mulheres que trabalham no Brasil e que contribuem para a Previdncia Social (INSS). O valor da licena-maternidade igual renda mensal, referente remunerao integral da funcionria no ms de afastamento e, em caso de salrio varivel, igual mdia dos 6 (seis) ltimos meses de trabalho, apurada conforme a lei salarial ou dissdio da categoria (art.393 da CLT). O afastamento de no mnimo quatro meses ou 120 dias corridos, a partir do parto ou por definio mdica, 28 dias antes e 91 dias aps o parto -- que vale para todas as mulheres. A comprovao ser por atestado mdico, se posterior ao parto, a prova ser a Certido de Nascimento.

c) Salrio famlia: benefcio pago aos segurados empregados, exceto os domsticos, e

aos trabalhadores avulsos para auxiliar no sustento dos filhos de at 14 anos de idade ou invlidos de qualquer idade. (Observao: So equiparados aos filhos os enteados e os tutelados, estes desde que no possuam bens suficientes para o prprio sustento, devendo a dependncia econmica de ambos ser comprovada). O pagamento do salrio-famlia ser devido a partir da data da apresentao da certido de nascimento do filho ou da documentao relativa ao equiparado, estando condicionado apresentao anual de atestado de vacinao obrigatria at 6 anos de idade e de comprovao semestral de frequncia escolar do filho ou equiparado, a partir de 7 anos de idade. Valor do benefcio: De acordo com a Portaria Interministerial MPS/MF n 08, de 01 de janeiro de 2017, valor do salrio-famlia ser de R$ 44,09, por filho de at 14 anos incompletos ou invlido, para quem ganhar at R$ 859,88. Para o trabalhador que receber de R$ 859,89 at R$ 1.292,43, o valor do salrio-famlia por filho de at 14 anos de idade ou invlido de qualquer idade ser de R$ 31,07 (tabela atualizada anualmente).

http://www.guiatrabalhista.com.br/guia/salario_familia.htmhttp://www.guiatrabalhista.com.br/guia/salario_familia.htm

8

d) Vale transporte: Ser fornecido o vale transporte e este ter um desconto de at 6%

limitado ao valor total do vale transporte.

e) Atestado Mdico: atestados mdicos acima de 3 dias: - Em caso de afastamento por mais de 3 dias, devero ser feitos exames peridicos para funcionrios e professores. O funcionrio dever comparecer MEO (Clnica Mdica do Trabalho) no 1 dia de afastamento, para avaliao. Este procedimento possibilitar um acompanhamento prximo, visto que o mdico do trabalho far a validao do atestado. Somente sero aceitos atestados de mdicos particulares, acompanhados do ASO (Atestado e Sade Ocupacional) da MEO.

Excees: Em casos de internao, doenas infecto-contagiosas ou qualquer situao grave que impea a pessoa de comparecer MEO, este ASO dispensvel.

Afastamentos pelo INSS:

Mediante apresentao de atestado mdico, os primeiros 15 dias de afastamento so de responsabilidade da empresa.

Caso o funcionrio necessite de um maior tempo de afastamento (superior a 15 dias), ele dever solicitar ao mdico um novo atestado e enviar ao Departamento Pessoal, num prazo de 24 horas antes de completar os 15 dias de afastamento, para que o Departamento possa dar entrada no requerimento do auxlio doena no INSS.

Nesse caso o funcionrio s poder retornar ao trabalho mediante atestado de sade, fornecido pelo perito do INSS (Instituto Nacional de Servio Social) e pelo mdico do trabalho da empresa.

- No caso de afastamento pelo INSS, o funcionrio deve comparecer MEO 1 dia antes de sua alta/retorno, para avaliao. No dia em que retornar ao trabalho dever comparecer, primeiramente, ao Departamento Pessoal, apresentando o ASO de liberao.

Exames peridicos:

Conforme Artigo 168 da CLT, inciso III, que prev a periodicidade dos exames mdicos:

Todo trabalhador regido pela CLT, sendo facultativo ao empregado domstico, deve submeter-se aos exames mdicos ocupacionais, sendo obrigatrios na admisso, na demisso; e, periodicamente, no curso do vnculo empregatcio. Os custos dos exames so da responsabilidade do empregador.

A finalidade dos exames ocupacionais para o empregador resulta na reduo do absentesmo motivado por doenas; reduo de acidentes potencialmente graves; garante empregados mais adequados funo, com melhor desempenho, alm das implicaes legais.

Para os empregados, a garantia de condies de sade para o desempenho da funo minimiza a chance de arbitrariedades em caso de doena ou acidente.

As condies e procedimentos devero ser realizados de acordo com as disposies contidas na NR 7.

Admissional - dever ser realizado antes que o trabalhador assuma suas atividades.

Peridico - dever ser realizado de acordo com os intervalos anuais.

http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htmhttp://www.guiatrabalhista.com.br/guia/empregado_domestico.htmhttp://www.guiatrabalhista.com.br/guia/admissao.htmhttp://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/vinculoempregaticio.htmhttp://www.guiatrabalhista.com.br/legislacao/nr/nr7.htm

9

De mudana de funo - dever ser realizado por mudana de funo a e qualquer alterao de atividade, posto de trabalho ou de setor que implique a exposio do trabalhador a risco diferente daquele a que estava exposto antes da mudana.

Demissional - o exame mdico demissional, ser obrigatoriamente realizado at a data da homologao.

f) Registro de ponto:

Cabe ao funcionrio:

a) Efetuar o registro de ponto diariamente, em sua entrada e sada da jornada e intervalos.

b) Atentar-se aos horrios estabelecidos de sua jornada de trabalho, cumprindo-os

adequadamente como acordado.

c) Evitar irregularidades como atrasos, sadas antecipadas e faltas ao trabalho, que so passveis

de penalidade disciplinar.

d) Tanto o atraso quanto a sada antecipada no desobrigam o colaborador do registro do ponto.

e) Solicitar antecipadamente autorizao ao gestor, em caso de necessidade de alterao em

sua jornada de trabalho, mesmo que parcial.

f) A Instituio s autoriza a realizao de horas extras para casos excepcionais, no podendo exceder 2 horas dirias, dever ter uma autorizao prvia do gestor, o qual justificar detalhadamente esta necessidade e prestar contas aos rgos de administrao superior.

g) Prezar pela guarda dos comprovantes de registros emitidos pelo relgio de ponto.

h) Comunicar ao gestor ou Setor de Departamento Pessoal qualquer irregularidade no relgio ou registro de ponto.

Informaes Gerais do Ponto

a) Caso o funcionrio tenha se esquecido de registrar o ponto, deve continuar a marcao das demais entradas e sadas normalmente, mas NO deve retornar ao relgio para registrar o lanamento esquecido ou mesmo duplic-lo no prximo lanamento.

b) Entre duas jornadas de trabalho completas deve haver um intervalo mnimo de 11 (onze)

horas. (Artigo 66 da CLT).

c) O intervalo para repouso e alimentao deve ser:

I. De 15 (quinze) minutos para colaboradores com jornada diria de trabalho at 06 (seis) horas dirias, devidamente registrado;

II. No mnimo de 01 (uma) hora e mximo de 02 (duas) horas para colaboradores com jornada de trabalho de 08 (oito) horas dirias, devidamente registrado.

III. De 01 (uma) hora para colaboradores que cumpram o regime de 12 (doze) horas de trabalho por 36 (trinta e seis) horas de descanso.

10

ORIENTAES SOBRE O REGISTRO DE PONTO MANUAL

O Registro de Ponto Manual deve ser preenchido, conforme os horrios realizados prontamente. Por exemplo, sua entrada s 8h e a chegada foi s 8h5min, deve ser registrado o horrio de 8h5min e no 8h, e assim para a sada e intervalos, caso houver.

At o dia 05 do ms subsequente, o registro de ponto dever ser entregue ao Departamento Pessoal, impreterivelmente, devidamente preenchido.

Dessa forma, o registro manual deve ser de forma natural, conforme os horrios precisos de entrada, sada e intervalos.

g) Ausncias legais e Faltas justificadas: No ser considerada falta injustificada aos

servios, a ausncia do Colaborador nos seguintes casos: I. Seis dias teis em caso de falecimento de cnjuge, companheiro(a), pais e filhos,

contados a partir da data do evento; II. Nove dias corridos em virtude de casamento, contados a partir da data do evento; III. Um dia, em cada 6 meses de trabalho, para acompanhamento de filho ou

dependente menor de 6 anos, devidamente comprovada; IV. Cinco dias corridos em caso de nascimento de filho, no decorrer da primeira

semana; V. Um dia, em cada 12 meses de trabalho, em caso de doao voluntria de sangue,

devidamente comprovada. VI. At dois dias consecutivos ou no, para regularizao de situao eleitoral; VII. No perodo de tempo em que tiver que cumprir as exigncias do servio militar; VIII. Por afastamento decorrente de maternidade ou aborto no criminoso, desde que

observados os respectivos requisitos legais; IX. Por motivo de acidentes de trabalho ou de incapacidade que cause auxlio-doena

pelo INSS, a no ser que o benefcio perdure por mais de 6 meses, mesmo que descontnuos;

X. Durante a suspenso preventiva para responder a inqurito administrativo ou de priso preventiva, quando for impronunciado ou absolvido.

XI. Nos dias em que no tenha havido servio, exceto se o Colaborador deixou de trabalhar por mais de 30 dias recebendo salrio.

Recessos vedado Instituio Privada de Ensino exigir trabalho do Auxiliar de

Administrao Escolar, exceto se acordada a compensao de horrio:

I. aos domingos; II. nos feriados nacionais, estaduais e municipais, comemorados de acordo com as

determinaes legais; III. nas seguintes datas: segunda, tera e quartas-feiras da semana de Carnaval; quarta,

quinta e sextas-feiras e sbado da Semana Santa, bem como na data comemorativa do Dia do Professor;

IV. nos dias 24 e 31 de dezembro.

No se aplica ainda o disposto nesta Clusula aos servios de vigilncia ou segurana, para os quais devem ser observadas as disposies legais e normas aplicveis, bem como rodzio alternado da folga entre os trabalhadores, no respectivo setor, no que se refere aos mencionados dias;

A Instituio Privada de Ensino poder considerar recesso nos dias teis, intercalados com feriados e fins de semana, com compensao prvia desde que acordada entre as partes ou constante do banco de horas.

11

Seus Deveres e Responsabilidades

Normas de conduta, quando observadas individualmente, beneficiam a todos. Portanto, este item servir mais como um lembrete para voc.

a) Sigilo: Os assuntos e informaes pertinentes ao seu trabalho e ao CENTRO UNIVERSITRIO DO PLANALTO DE ARAX UNIARAX no devem ser divulgados a pessoas ou entidades externas. Cuide para que os papis e arquivos eletrnicos de seu trabalho fiquem bem guardados e no retirados do local e nem divulgados sem a permisso de seu superior imediato.

b) Preservao dos materiais e equipamentos: Cuide bem de tudo o que a Instituio lhe confiar, como mquinas, ferramentas, computadores, mveis, armrios, telefones e materiais de trabalho. Acione a rea responsvel sempre que notar algum defeito nos equipamentos, instrumentos ou instalaes. Lembre-se que de sua responsabilidade guardar seus equipamentos, instrumentos e ferramentas, bem como deslig-los, quando for o caso, antes de sair de seu local de trabalho. No permitida a entrada ou a sada de colaboradores do CENTRO UNIVERSITRIO DO PLANALTO DE ARAX UNIARAX com qualquer tipo de equipamento ou material, sem autorizao prvia.

c) Atendimento ao cliente: de sua responsabilidade, ao ser acionado por um cliente, atend-lo bem, ainda que seja no caminho do assunto para outro setor responsvel.

d) Uso adequado dos recursos da Instituio: Os recursos da Instituio esto dimensionados para atender s suas necessidades operacionais, agilizar sistemas de informao, integrar os colaboradores, reduzir custos e melhorar a eficincia dos processos. Portanto, utilize-os de forma racional, moderada e com bom senso.

e) Telefone: as linhas telefnicas devem estar sempre disposio dos clientes e da Instituio, pois grande parte dos servios processada por telefone. Sendo assim, utilize-as para assuntos pessoais com moderao e bom senso. Para o bom uso do telefone, siga as instrues:

Atenda ao primeiro toque, com gentileza e presteza;

Diga o nome da Instituio e o seu, seguido de adequao;

No confie na memria. Tenha sempre mo papel e caneta;

No deixe esperando quem o chamou. Se necessrio, anote o nome e o telefone para posterior retorno;

Fale somente o necessrio. Seja claro, breve e objetivo;

Faa ou transfira voc mesmo as ligaes;

Encerre a conversa cordialmente;

Planeje sempre o que voc vai tratar antes de fazer uma ligao telefnica;

Sempre que possvel, evite ligar para celulares porque a tarifa maior. f) Tecnologia da Informao: No permitido arquivar material particular nos servidores.

Nas estaes de trabalho do CENTRO UNIVERSITRIO DO PLANALTO DE ARAX UNIARAX permitido arquivar material particular desde que contribua para a formao profissional dos colaboradores. Os servios de e-mail e de internet devem ser usados com bom senso para no sobrecarregar os servidores. Portanto, no permitido enviar e-mails nem baixar arquivos particulares cujos contedos sejam; jogos, vdeos, msica, imagens e fotos; enviar e-mails particulares para muitos destinatrios, nem tampouco acessar sites de bate-papo, jogos com cenas obscenas ou semelhantes.

g) Documentao e Atualizao de Dados: Ao ser admitido no CENTRO UNIVERSITRIO DO PLANALTO DE ARAX - UNIARAX, vrias informaes so registradas no seu pronturio. Qualquer alterao nessas informaes de endereo, estado civil, nascimento de filhos e concluso de cursos, dever ser comunicada ao Departamento de Recursos Humanos e ao Departamento de Pessoal. Esteja atento atualizao de sua carteira de trabalho, pois ele reflete sua vida e poder lhe ser til a qualquer momento. Como lembrete, segue a documentao necessria para admisso:

1 Foto 3X4 recente;

Carteira de Trabalho para registro;

Cpia - Cdula de Identidade RG;

Cpia - Carto de Pessoa Fsica CPF;

Cpia - Carto do PIS ou Carto Cidado;

Cpia - Certido de Casamento se for o caso;

12

Cpia - Certido de Nascimento dos Filhos at 14 anos.

Cpia - Carteira de Vacinao dos Filhos menores de 6 anos;

Cpia - Ttulo de Eleitor;

Cpia - Certificado de Reservista;

Cpia - CNH - se for o caso;

Cpia - Comprovante de escolaridade (histrico certificado ou declarao de matricula escolar)

Cpia - Comprovante de Endereo (Rua, N, Bairro, CEP, etc.);

Comprovante de INSS, (caso for registrado em outro emprego);

Declarao que comprove dependentes para fins de Imposto de Renda.

Exame Mdico Admissional- MEO 3662-1454. (ligar e agendar)

Informaes Bancrias (Banco BRADESCO); h) Apresentao Pessoal: A imagem do colaborador reflete a imagem da Instituio e vice-

versa. fundamental que voc a preserve, usando roupas adequadas ao seu ambiente de trabalho e cuidado com sua aparncia e higiene pessoal.

i) Comrcio: No permitida a venda de roupas, doces, joias, cosmticos ou qualquer outro produto ou servio e tambm a promoo de emprstimo de dinheiro dentro da Instituio.

j) Conservao do ambiente: j que voc preserva sua prpria aparncia, nada mais do que natural do que preservar o seu local de trabalho e as demais dependncias da Instituio, mantendoos limpos, no jogando papis ou outro tipo de material no cho. Vamos conservar tambm os jardins e as plantas. Por isso apresentamos o Projeto Cuidar, que dar a voc informaes essenciais para que possa trabalhar e viver num ambiente onde todos podem conservar e cuidar.

k) Projeto Cuidar - Objetivos: Racionalizao de recursos materiais Reduo do desperdcio de energia e gua Reciclagem de lixo Conservao de mveis e equipamentos

l) Canal de Comunicao: O CENTRO UNIVERSITRIO DO PLANALTO DE ARAX - UNIARAX pretende atingir seus objetivos, mantendo boas relaes de trabalho com seus colaboradores, por meio de compreenso, cooperao, harmonia e respeito em todos os nveis, sempre considerando os direitos e os deveres de cada parte.

O UNIARAX assegura a cada colaborador o direito de solicitar ou sugerir solues para problemas ou mal-entendidos, a fim de melhorar as condies de trabalho e relaes sociais na Instituio.

O CENTRO UNIVERSITRIO DO PLANALTO DE ARAX - UNIARAX tem como filosofia de negcio a criao de valor para todos os parceiros com os quais atua em suas atividades econmicas: clientes, colaboradores, fornecedores, investidores e sociedade em geral. Faz parte dessa filosofia o cumprimento, pelo CENTRO UNIVERSITRIO DO PLANALTO DE ARAX UNIARAX, das leis e regulamentos aplicveis ao negcio; dos acordos e das polticas e procedimentos oficiais da Instituio. Assim sendo, toda vez que o CENTRO UNIVERSITRIO DO PLANALTO DE ARAX UNIARAX, implementar alguma deciso, seu intuito ser sempre o de cumprir as leis, normas, regulamentos, acordos; bem como, aplicar suas polticas e procedimentos, que tratam de forma transparente o seu relacionamento com os colaboradores. Dentro deste princpio, caso um colaborador tenha dvida, em relao a alguma deciso que o afete, esperado que seja solicitado um esclarecimento junto ao DRH.

13

Outros Direitos comuns a todos os Colaboradores

I. Utilizar-se dos critrios estabelecidos, dos recursos da Instituio, entendendo-se como recursos todos os servios e benefcios proporcionados por ela, ou por meio das entidades por ela criadas ou outros que porventura venham a ser criados;

II. Utilizar-se do Setor de Recursos Humanos da Instituio para orientao e esclarecimentos de problemas decorrentes ou no do trabalho;

III. Utilizar-se de servios de refeio fornecidos ou indicados pela Instituio; IV. Requisitar vale transporte para sua ida e vinda ao trabalho; para utilizao efetiva em

despesas de deslocamento residncia-trabalho e vice-versa. O empregador participar dos gastos de deslocamento do trabalhador com a ajuda de custo equivalente parcela que exceder a 6% (seis por cento) do seu salrio bsico limitado ao valor do vale transporte. (LEI N. 7.418, DE 16 DE DEZEMBRO DE 1985).

V. Esclarecer dvidas junto ao Setor Pessoal, referentes a pagamentos, marcao de ponto, faltas, licenas, abonos e outros.

Outros Deveres comuns a todos os Colaboradores

I. Respeitar e cumprir as ordens dos superiores hierrquicos, tanto nas questes de servio como disciplinares;

II. Realizar trabalhos que lhe forem determinados, desempenhando-os com zelo, boa vontade e pontualidade;

III. Respeitar os companheiros de trabalho, tratando-os com cortesia e procedendo com honestidade e boa conduta;

IV. Acatar a determinao de exames mdicos e psicolgicos peridicos a critrio da Instituio;

V. Acatar a determinao de revista pessoal ou de veculo quando da entrada ou sada da Instituio por parte dos vigilantes e porteiros;

VI. Observar rigorosamente o horrio de trabalho; VII. Vestir-se com discrio e de maneira adequada ao local de trabalho. Ambiente de

trabalho no lugar de chamar a ateno sobre si mesmo (a); VIII. Respeitar os princpios de higiene, zelando pela limpeza e conservao dos locais e uso

coletivo como refeitrios, vestirios, banheiros e instalaes sanitrias; IX. Zelar pelo patrimnio da Instituio; X. Trazer sempre em seu poder o crach de identificao, fornecido pela Instituio e

apresent-lo sempre que lhe for solicitado; XI. No caso de demisso devolver ao Setor Pessoal o crach de identificao e tudo o que

for da Instituio e estiver sob sua responsabilidade; XII. Comunicar ao superior hierrquico, no mais curto prazo, o no comparecimento ao

trabalho, qualquer que seja o motivo; XIII. Comunicar ao Setor Pessoal todas as alteraes ligadas a sua pessoa, no que se refere

a estado civil, mudana de endereo, dependentes (nascimento ou bito) e outras informaes para os devidos fins legais e de controle interno;

XIV. Comunicar chefia, ao representante da CIPA ou ao fiscal de Segurana, qualquer condio perigosa, observada no local de trabalho.

Outras Prticas no permitidas aos Colaboradores. expressamente proibido a todo colaborador:

I. Marcar o carto de ponto para o colega; II. proibido fumar nas reas da Instituio, sejam elas internas ou externas, cobertas ou

fechadas. Cartazes afixados em locais proibidos indicaro tal proibio. III. Insultar mesmo que a ttulo de brincadeira, companheiros de servio ou quaisquer

pessoas que se encontrem no recinto de trabalho; IV. Promover arruaas, agredir ou ameaar de agresso; V. Ler e visualizar sites imorais, praticar atos ou gestos obscenos ou usar palavras de baixo

calo, quando em servio; VI. Tratar de assuntos particulares durante o trabalho, prejudicando a produtividade;

14

VII. Fazer qualquer trabalho para si ou para terceiros, servindo-se de mquinas ou equipamentos ou, ainda, de material da Instituio, dentro ou fora do expediente de trabalho, a no ser com expressa autorizao da chefia;

VIII. Sair do setor de trabalho e permanecer fora, alm dos intervalos normais de refeio e descanso;

IX. Sair da Instituio com objetos a ela pertencentes, mesmo que de boa f, salvo autorizao;

X. Emprestar o crach de identificao para outra pessoa ou fazer indevido seu uso; XI. Trazer pessoas estranhas para a Instituio, sem autorizao da chefia; XII. Trazer bebidas alcolicas para Instituio, ingeri-las durante o servio ou apresentar-se

alcoolizado durante o horrio de trabalho; XIII. Usar ou dirigir veculo da Instituio, sem autorizao e sem habilitao. XIV. Utilizar-se da funo para obteno de vantagens ou para receber, sob qualquer forma

ou pretexto, presentes ou dinheiro de pessoas que tenham ou pretendam ter relaes com a Instituio;

XV. Falsificar em proveito prprio ou de terceiros, documentos ou produtos da Instituio; XVI. Efetuar emprstimos de dinheiro a colegas, cobrando lhes juros;

XVII. Receber indevidamente o salrio famlia, aps o falecimento do filho ou ter mesmo ultrapassado a idade limite.

4. A tica em nossa Instituio Ser tico nada mais do que agir direito, proceder bem, sem prejudicar os outros. tambm agir de acordo com os valores morais de uma determinada sociedade.

Qualquer deciso tica tem por trs um conjunto de valores fundamentais. Entre eles:

I. Ser honesto em qualquer situao. II. Ter coragem para assumir decises; mesmo que seja preciso ir contra a opinio da

maioria. Principalmente, assumir o que fez e no prejudicar os outros; III. Ser tolerante flexvel: muitas ideias aparentemente absurdas podem ser a soluo para

um problema. Mas, para descobrir isso preciso ouvir as pessoas ou avaliar a situao sem julg-las antes;

IV. Ser ntegro em qualquer situao. Isto significa agir de acordo com os seus princpios, mesmo nos momentos mais crticos; Integridade fazer o certo mesmo que ningum esteja vigiando (Jim Stovall)

V. Ser educado; educao tem a ver com um processo contnuo de aprendizagem e crescimento pessoal, envolvendo os aspectos fsicos, intelectuais e morais. As pessoas educadas tratam os outros bem, com polidez;

VI. Ser humilde: s assim a gente consegue ouvir o que os outros tm a dizer e reconhecer que o sucesso individual resultado do trabalho da equipe;

VII. Ser fiel. Fidelidade uma genuna preocupao com o prprio futuro e com o futuro dos outros, inclusive da Instituio.

VIII. Ser prudente. Prudncia implica escolher no somente grandes desafios, mas os melhores caminhos para super-los. Estar atento no s ao que acontece, mas ao que pode acontecer;

IX. Observao dos meios e fins: A pessoa tica est preocupada em fazer as coisas da melhor maneira possvel. Preocupam-se com os mtodos, os processos, as estratgicas, a escolha dos meios; no tico, o mal menor; sendo mal, ainda que pequeno, tambm perverso.

X. Respeitar o ambiente de trabalho, trazendo ideias e sugestes ao invs de apenas crticas, bem como, falar mal dos colegas de trabalho, das polticas e normas estabelecidas.

Algumas estratgias para saber que est sendo tico:

I. Saiba exatamente quais so os seus limites ticos; II. No faa nada que no possa assumir em pblico;

15

III. Avalie detalhadamente os valores da sua Instituio. Verifique se eles combinam com os seus;

IV. Trabalhe sempre com base em fatos. No julgue, baseando- se em suposies; V. Avalie os riscos de cada deciso que tomar. Mea cuidadosamente as

consequncias do seu ato em relao a todos os envolvidos; VI. No desgaste a imagem de clientes. Tenha discrio ao prestar informaes sobre

os clientes; VII. Atenda os clientes da melhor maneira possvel, no importa qual seja a sua funo; VIII. Seja comprometido com a organizao que voc trabalha. No desgaste a imagem

da Instituio. Deficincias internas no devem ser levadas para o cliente externo; IX. As informaes sobre os concorrentes da organizao devem ser estratgicas; X. Seja objetivo: As informaes prestadas devem se restringir exclusivamente quelas

necessrias ao esclarecimento e entendimento do cliente, seja ele externo ou interno;

XI. Todas as promessas com relao a atendimento e prazos, inclusive as mais informais, devem ser rigorosamente cumpridas;

XII. Saiba ouvir. aconselhvel ouvir mais do que falar, especialmente em se tratando de reclamaes e consultas de clientes;

XIII. Evite rivalidade: competio ou rivalidade so perniciosas aos interesses das organizaes. necessrio cultivar boas relaes dentro e fora das equipes;

XIV. Evite clientelismos, privilgios e deixar vazar informaes. Tambm tico assegurar-se de que as informaes foram claras, completas, transparentes e bem recebidas pelo outro;

XV. No compartilhar informaes do seu holerite, ou realizar comparaes com o de outras pessoas, pois trata-se um documento individual e pessoal.

XVI. Cuidado com as brincadeiras, elas podem ter a funo de aliviar a tenso do grupo em determinado momento; em outros, poder estar levando um grupo a fugir de uma tarefa;

XVII. Nunca se esquea de que ningum negocia com a Instituio, mas com as pessoas das Instituies;

XVIII. Agir eticamente dentro (ou fora) da organizao sempre foi e ser uma deciso pessoal. Lembre-se, porm, de que esse costuma ser um caminho sem volta. Para o bem ou para o mal.

5. Nosso Cdigo de Conduta Os princpios que norteiam a administrao da Instituio, as regras e procedimentos de conduta e as diretrizes na conduo do processo pedaggico constituem um corpo de normas, um Cdigo de Conduta, resumido neste documento que tm sido e devero ser obedecidos: 01. Obedincia aos Preceitos Legais ou Regulamentares A prtica de atos, operaes, negcios ou transaes em nome da Instituio deve ser precedida de verificao sobre a sua conformidade com as leis e regulamentos que forem praticados ou destinarem-se a produzir efeitos. Na hiptese de dvida dever ser solicitada opinio legal ao Departamento competente. 02. Conflito de Interesses Os Colaboradores devero evitar situaes em que o interesse pessoal possa, direta ou indiretamente, entrar em conflito com os interesses da Instituio. O conflito surge quando a posio de suas responsabilidades lhe possibilite oportunidade para proveito pessoal, alm da remunerao normal percebida. Tambm surge quando os interesses pessoais do funcionrio no so consistentes com os da Instituio, criam alternativas, fazendo prevalecer, em certas situaes, o fator pessoal acima do interesse que deve estar em primeiro plano. Os Colaboradores no devero investir ou relacionar-se comercialmente com entidades com as quais a Instituio possa vir a ter possvel conflito de interesses e nem qualquer interesse financeiro em entidades que possam vir a ser fornecedoras, caso ocupem posies que possam influir nas decises de negcios entre entidades.

16

03. Presentes Os Colaboradores esto proibidos de solicitar presentes, gratificaes ou qualquer outro benefcio pessoal ou favor de qualquer espcie de clientes e fornecedores, efetivos e em potencial. Por presentes entendem-se no somente mercadorias e produtos, mas tambm servios pessoais e similares. No devero tambm aceitar presentes, exceto gentilezas de valor simblico e que no os induzam a ter especial considerao com a pessoa ou Instituio favorecedora. 04. Entretenimento Os Colaboradores no devero proporcionar nem encorajar oportunidades para entretenimento pessoal a quem quer que seja, podendo, entretanto, formular ou aceitar convites no solicitados, dentro de limites razoveis, que no constranjam nem forcem retribuies. 05. Relaes com Corpo Discente O corpo docente h de se comportar adequadamente frente ao corpo discente, laborando de modo a respeitar a sua dignidade pessoal como ser humano e os seus direitos inalienveis compatveis com a urbanidade, solidariedade, harmonia, liberdade e sociabilidade. 06. Relaes com Colaboradores e representantes de rgos pblicos Os Colaboradores que, no desempenho de suas funes, mantm relacionamento com rgos pblicos, Instituies estatais, autarquias, Instituies de economia mista e outras de que participem o Poder Pblico, tero a responsabilidade e a obrigao de manter o bom nome da Uniarax e seu bom relacionamento com os Colaboradores de tais entidades. vedado a todos os colaboradores fazer qualquer pagamento direto ou indireto a quem quer seja, com o fim de obter vantagem ilegtima ou de forma a induzir que instrues ou normas sejam promulgadas, revogadas ou violadas. 07. Atividades e Contribuies Polticas A Instituio no exercer qualquer atividade poltica, podendo, entretanto, por meio de seus escales mais altos de administrao, vir a pblico, quando julgar conveniente, para tomar posio em questes que sejam relevantes aos interesses. No haver qualquer restrio a atividade poltico-partidria dos colaboradores, mas estes devero sempre agir em carter pessoal, deixando claro que no esto agindo em nome da Instituio, para apoiar, direta ou indiretamente, qualquer candidato ou partido poltico. 08. Contabilidade e Demonstraes Financeiras A escriturao ser mantida em registros permanentes, em obedincia aos preceitos das leis comerciais, fiscais e societrias e aos princpios de contabilidade geralmente aceitos. Os colaboradores esto proibidos de usar, autorizar ou consentir o uso de uma contabilidade externa aos livros, contabilidade secreta, contas bancrias no registradas, livros falsificados ou auxiliares ou qualquer outro recurso destinado a distorcer registros ou relatrios, sobre seus verdadeiros resultados operacionais e condies financeiras. 09. Utilizao de agentes ou outras pessoas, sem vnculo empregatcio. Agentes ou outras pessoas, fsicas ou jurdicas, no podero ser usadas para o fim de burlar leis, regulamentos ou normas de condutas adotadas pela Instituio, no lugar desta e para benefcio desta. 10. Responsabilidade Social

17

A Instituio estar presente no exerccio de suas atividades a responsabilidade social que lhe compete, procurando ser til comunidade e criando condies favorveis que beneficiem o desenvolvimento integral de seus Colaboradores, valorizando-os como pessoas humanas. 11. No discriminao A Instituio no discriminar pessoas, alunos ou fornecedores em funo da raa, cor, sexo, nacionalidade ou religio, tendo em alto apreo os direitos humanos. 12. Atitude pessoal dos Colaboradores A Instituio espera de seus Colaboradores, no plano funcional, o cuidado e a diligncia que todo o homem ativo e probo costuma empregar na administrao de seus prprios negcios e, na vida particular, uma conduta honesta, digna e conforme com os padres ticos da sociedade. 13. Atualizao A Instituio revisar periodicamente as normas aqui impressas e far os acrscimos e modificaes apropriados. As partes interessadas sero plenamente informadas das alteraes ocorridas.