Espiritismo - Reforma Íntima

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    26-May-2015
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    Spiritual

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Mocidade Espírita - Irmão Tomé Aula dada pelos jovens!

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  • 1. Reforma ntima

2. O que a Reforma ntima? A Reforma ntima um processo continuo de autoconhecimento, de conhecimento da nossa intimidade espiritual, modelando-nos progressivamente na vivncia evanglica, em todos os sentidos da nossa existncia. a transformao do homem velho, carregado de tendncias e erros seculares, no homem novo, atuante na implantao dos ensinamentos do Divino Mestre, dentro e fora de si. "Qual o meio prtico mais eficaz para se melhorar nesta vida e resistir ao arrebatamento do mal ? CONHECE-TE A TI MESMO O Livro dos Espritos Questo 919 3. Kardec: Qual o meio para conhecer-te a ti mesmo ? Santo Agostinho: Fazei o que eu fazia quando vivi na Terra: ao fim de cada dia interrogava a minha conscincia, passava em revista o que havia feito e me perguntava a mim mesmo se no tinha faltado ao cumprimento de algum dever, e se ningum teria motivo para se queixar de mim. Foi assim que cheguei a me conhecer e ver o que em mim necessitava de reforma 4. Por que a Reforma ntima? Porque o meio de nos libertarmos das imperfeies e de fazermos objetivamente o trabalho de burilamento dentro de ns, conduzindo-nos comestivelmente com as aspiraes que nos levam ao aprimoramento do nosso esprito. *Burilamento: aperfeioamento, aprimoramento. 5. Onde fazer a Reforma ntima? Primeiramente dentro de ns mesmos, cujas transformaes se refletiro depois em todos os campos de nossa existncia, no nosso relacionamento com familiares, colegas de trabalho, amigos e inimigas e, ainda, nos meios em que colaborarmos desinteressadamente com servios ao prximo. Quando fazer a Reforma ntima? O momento agora e j ; no h mais o que esperar. O tempo passa e todos os minutos so preciosos para as conquistas que precisamos fazer no nosso ntimo. 6. Sexualidade e Reforma ntima 02) Em que Consiste a sexualidade para a reforma ntima? 7. Todo instrumento que recebemos na oportunidade encarnatria para o nosso crescimento espiritual. E esse significa aprimoramento no campo ntimo. A energia sexual instrumento de progresso, dando-nos, atravs da experincia afetiva, recursos para o aprendizado de inmeras virtudes, fundamentais para a conquista da capacidade e exerccio do amor. A criatura que aprende a posicionar-se no campo da sexualidade de forma moral e afetiva, certamente encontra-se num patamar evolutivo bem mais alto do que a maioria das criaturas que transitam pelo orbe terrestre. 8. Afetividade 01) O que constitui a afetividade? Ela pertence ao esprito? 9. A afetividade, dentro da nossa possibilidade de entendimento, constitui-se uma das expresses da sexualidade. Seria sua expresso no campo psquico, no ficando restrita ao jogo das relaes entre casais. Estaria presente em todas as manifestaes das relaes dos espritos, sendo responsvel pela construo da famlia e de todas as instituies sociais. Como qualquer recurso recebido do Criador, Dom Divino ofertado criatura para que se transforme em manancial de bnos na vida. 10. 02) Qual a diferena entre afetividade e sexualidade? 11. Como j dissemos na questo anterior, a afetividade seria uma forma de expresso da sexualidade. Dentro dessa percepo, quando a sexualidade encontra-se voltada para o relacionamento do casal, apenas com objetivos de trocas no mbito fsico, ela seria a conhecida sexualidade, que, embora fundamental para o aprendizado do esprito, limitada e, se mantida apenas nesse ngulo, acabar tornando-se enfadonha. As pessoas envolvidas se separaro, buscando outras relaes. Quando o relacionamento do casal no se resume ao genital ou quando so relacionamentos em outros nveis de ateno, a expresso da sexualidade a afetividade, que, segundo nosso modo de ver, teria sua maior expressividade na amizade. Esse tipo de relacionamento agrega os espritos, amplia as possibilidades individuais e sedimenta sentimentos para a eternidade. *Enfadonha: Montona, tedioso, maante. 12. Tentaes Afetivas Esta sede insacivel de prazer renovado, leva-te ao desequilbrio. Essa busca irrefrevel de afeto que te plenifique, conduz-te ao abismo da loucura. Tal ansiedade por encontrar quem te compreenda e apoie, oferecendo-te segurana integral, empurra-te para os precipcios dos vcios dissolventes. A pressa de encontrar quem esteja disposto a doar-te ternura, afasta os coraes que pretendem ajudar-te, porque em faixa afetiva diferente eles se te afeioam em esprito, enquanto vibras outra forma de necessidade. A insatisfao, face ao muito que desfrutas, gera em ti distrbio lamentvel de comportamento, que ameaa a tua vida. O que falta, a qualquer pessoa, resultado do seu mau uso em oportunidade transata. Carncia de hoje, foi desperdcio de ontem. Ningum h, que se encontre, na Terra, completo e realizado. Na rea da afetividade, a cada momento defrontamos amores eternos que depois se convertem em pesadelos de dio e crime. Muitas promessas "para toda a vida", s vezes, duram uma emoo desgastante e frustradoras. Sorrisos e abraos, jbilos infindos de um momento, tornam-se, sem motivo aparente, carantonhas de rancor, agresses violentas e amarguras sem nome. Tudo, no mundo corporal, transitrio, forma de aprendizagem para vivncias duradouras, posteriormente. [...] JOANNA DE NGELIS Psicografia de Divaldo Franco. Do livro: Vigilncia.