Estrutura e Mapeamento de Processos

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mapeamento de processos

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  • UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARAN

    Ketrin Renata Serednicki Bochio

    ESTRUTURA E MAPEAMENTO DE PROCESSOS EM UM

    AMBULATRIO DE ESPECIALIDADES DO SUS

    CURITIBA

    2012

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    Ketrin Renata Serednicki Bochio

    ESTRUTURA E MAPEAMENTO DE PROCESSOS EM UM

    AMBULATRIO DE ESPECIALIDADES DO SUS

    Monografia do Curso de Auditoria e Gesto em Sade da Faculdade de Cincias Biolgicas e da Sade da Universidade Tuiuti do Paran como requisito parcial para obteno do ttulo em Especialista.

    Orientadora: Prof.Izabel Gondro de Camargo

    CURITIBA

    2012

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    TERMO DE APROVAO

    Ketrin Renata Serednicki Bochio

    ESTRUTURA E MAPEAMENTO DE PROCESSOS EM UM

    AMBULATRIO DE ESPECIALIDADES DO SUS

    Curitiba, 27 de abril de 2012

    Curso de Auditoria e Gesto em Sade

    Faculdade de Cincias Biolgicas e da Sade da Universidade Tuiuti do

    Paran.

    _____________________________________ Orientadora: Prof.Izabel Gondro de Camargo

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    SUMRIO

    1. INTRODUO ............................................................................................................................................... 5

    1.1 OBJETIVO GERAL ............................................................................................................................................ 7

    1.2 OBJETIVOS ESPECFICOS ................................................................................................................................ 7

    2. REVISO DE LITERATURA ............................................................................................................................ 8

    2.1 CONCEITO DE QUALIDADE ............................................................................................................................. 9

    2.2 QUALIDADE EM SADE................................................................................................................................ 10

    2.3 CONCEITOS DE PROCESSOS ......................................................................................................................... 12

    2.4 PROCESSOS NA GESTO DE SADE ............................................................................................................. 13

    2.5 MAPEAMENTO DE PROCESSOS ................................................................................................................... 15

    2.5.1 CRITRIOS PARA MAPEAMENTO DE PROCESSOS .................................................................................................. 16

    2.5.2 DEZ PASSOS PARA MAPEAR OS PROCESSOS ......................................................................................................... 16

    2.5.3 FERRAMENTAS PARA MAPEAMENTO DE PROCESSOS .............................................................................................. 18

    2.6 INDICADORES DE DESEMPENHO........................................................................................................................... 20

    2.6.1 CARACTERSTICAS DE IDENTIFICADORES DE DESEMPENHO ...................................................................................... 21

    2.6.2 INDICADORES DE DESEMPENHO DO AMBULATRIO ............................................................................................... 22

    3. METODOLOGIA ...........................................................................................................................................23

    3.1 FINALIDADE DO AMBULATRIO ................................................................................................................. 23

    3.2 ESPAO FSICO ............................................................................................................................................ 24

    3.3 RECURSOS DE MATERIAIS ........................................................................................................................... 24

    3.4 RECURSOS HUMANOS ................................................................................................................................ 25

    4. ESTRUTURA DE PROCESSOS .......................................................................................................................25

    4.1 ESTRUTURA DO DOCUMENTO .................................................................................................................... 25

    4.2 ESTRUTURA DO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRO ......................................................................................... 27

    4.3 CONTEDOS DO MANUAL DE NORMAS E ROTINAS DA ENFERMAGEM ......................................................................... 27

    5. CONCLUSO ................................................................................................................................................29

    6. REFERNCIAS ..............................................................................................................................................30

    7. ANEXOS ......................................................................................................................................................32

    ANEXO 1 MODELO DA ESTRUTURA DO POP ........................................................................................................... 32

    ANEXO 2- FLUXOGRAMA DE ENTRADA E SADAS DE PACIENTES ...................................................................................... 33

    ANEXO 3 FLUXOGRAMA DE ATENDIMENTO DOS ALUNOS DE MEDICINA ......................................................................... 34

    ANEXO 4 - FLUXOGRAMA DE ATENDIMENTO DOS MDICOS E GENERALISTAS .................................................................... 35

    ANEXO 5 FLUXOGRAMA DO ATENIDMENTO DOS TCNICOS DE ENFERMAGEM ................................................................. 36

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    1. INTRODUO Segundo a Organizao Mundial de Sade, ambulatrio um centro

    encarregado de fomentar sade e prevenir as enfermidades, servido de vnculo

    entre hospital, servios sanitrios locais e comunidade.

    Essa conceituao insere o ambulatrio como elemento de alto valor no

    conjunto de equipamentos mdico-assistenciais disposio de uma comunidade.

    fcil perceber que um ambulatrio bem planejado inserido em um plano global de

    assistncia, poder aliviar de modo substancial a sobrecarga que pesa

    habitualmente sobre os hospitais (CAMPOS, 1994).

    Para atender nossos clientes e construir um servio com qualidade, alm de

    planejar toda a estrutura fsica, materiais, medicamentos, equipamentos, recursos

    humanos, foram necessrias a construo de processos e fluxos, pois toda

    organizao um sistema. Ou seja, funciona como um conjunto de processos. A

    identificao e o mapeamento destes processos permitem um planejamento

    adequado das atividades, a definio de responsabilidades e o uso adequado dos

    recursos disponveis.

    Mapear, os processos de uma organizao so muito mais do que um

    simples retrato da lgica de entradas e sadas entre pessoas, cargos,

    departamentos, gerncias ou reas, um exerccio de reflexo e debates cujo

    objetivo retratar fielmente, atravs de fluxogramas ou qualquer outra ferramenta

    visual existente, como ocorrem os trmites internos, quais so os seus pontos

    fracos, onde est incongruncia pontuais como ocorrem os fluxos de informaes

    (em meio eletrnico e fsico), quais so as responsabilidades por cada etapa, e,

    principalmente, quais so as entregas efetivas que constituem os produtos dos

    clientes internos das organizaes (GASTAL, 1997).

    O que motivou a presente pesquisa foi necessidade de estruturar um

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    ambulatrio de especialidades, com objetivos acadmicos, inserido em um Hospital

    Universitrio em Curitiba. Ao ser contratada para montar este servio, procurei vrios

    artigos e percebi que havia uma carncia muito grande na literatura sobre a

    construo e estruturao de ambulatrios de especialidades, pois h vrios artigos

    e matrias sobre ambulatrios cirrgicos.

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    1.1 OBJETIVO GERAL

    Demonstrar a importncia da construo de processos e fluxos para obter

    qualidade no atendimento de um ambulatrio em Curitiba

    1.2 OBJETIVOS ESPECFICOS

    Conhecer a elaborao dos processos;

    Entender a importncia de se estabelecer fluxos;

    Relacionar qualidade com processos.

  • 8

    2. REVISO DE LITERATURA A Organizao Mundial de Sade define ambulatrio como um centro

    encarregado de fornecer a sade e prevenir as enfermidades, servindo de vnculo

    entre Hospital, servios sanitrios locais e a comunidade (CAMPOS, 1994).

    Em 1946 a 1964 o perodo desenvolvimentista. A influncia dos americanos

    durante a guerra levou o Brasil a adotar o mesmo modelo de ateno sade deles.

    O grande hospital concentra o atendimento de uma regio e coloca em segundo

    plano a rede de postos de sade, consultrios e ambulatrios, que tem custo mais

    baixo. A estrutura e o funcionamento dos grandes hospitais atende s necessidades

    crescentes de uma florescente indstria farmacutica e de equipamentos mdicos.

    (CAMPOS, 1994).

    Aps a criao da Petrobrs, foi anunciada a criao do Ministrio da Sade.

    Na dcada de 50, as aes de sade pblica predominam sobre a assistncia

    mdica individual. (MARTINS, 2004).

    A partir do processo de Reforma Sanitria. Dados da pesquisa sobre

    assistncia mdico-sanitria demonstraram que o nmero de servios sem

    internao no Brasil, de 5.805 estabelecimentos, em 1976, passou para 41.200 em

    2005.