F6 — Termodinâmica · R esolução das atividades complementares F ísica F6 — Termodinâmica...

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Resolução das atividades complementares Física F6 — Termodinâmica p. 46 2 1 Após fecharmos a porta de um freezer, observamos que se torna difícil abri-la imediatamente, o que nos leva a esperar algum tempo para repetir essa operação. Explique por que isso ocorre. 2 O gás contido num recipiente de aerossol não é inflamável, mas, mesmo assim, esses recipientes trazem a recomendação de que não podem ser levados ao fogo. Por que é feita essa recomendação? Corel Stock Photo 3 (Fatec-SP) Um gás está colocado num cilindro tampado com um êmbolo móvel. Sob pressão de 1 atm e temperatura de 27 °C, esse gás ocupa um volume de 200 mL. O gás sofre uma transformação isobárica que aumenta seu volume para 300 mL. Sua pressão e temperatura nessas condições serão: a) 1 atm e 177 °C c) 1 atm e 54 °C e) 2 atm e 127 °C b) 1 atm e 72 °C d) 2 atm e 27 °C Resolução: É que o aumento da pressão interna do gás, causado pelo forte aquecimento (transformação isométrica), pode provocar o rompimento do recipiente. Resposta pessoal. Resolução: Se a transformação é isobárica, a pressão permanece constante. Assim: p 2 5 p 1 5 1 atm. Usando-se a equação geral dos gases, temos: pV T pV T T T K T 1 1 1 2 2 2 2 2 2 200 300 300 450 450 27 5 5 5 5 2 3 177 2 T 5 °C
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    24-Jul-2018
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  • Resoluo das atividades complementaresFsicaF6 Termodinmica p. 46

    2

    1 Aps fecharmos a porta de um freezer, observamos que se torna difcil abri-la imediatamente, o que nos leva a esperar algum tempo para repetir essa operao. Explique por que isso ocorre.

    2 O gs contido num recipiente de aerossol no inflamvel, mas, mesmo assim, esses recipientes trazem a recomendao de que no podem ser levados ao fogo. Por que feita essa recomendao?

    Cor

    el S

    tock

    Pho

    to

    3 (Fatec-SP) Um gs est colocado num cilindro tampado com um mbolo mvel. Sob presso de 1 atm e temperatura de 27 C, esse gs ocupa um volume de 200 mL. O gs sofre uma transformao isobrica que aumenta seu volume para 300 mL.Sua presso e temperatura nessas condies sero:a) 1 atm e 177 C c) 1 atm e 54 C e) 2 atm e 127 Cb) 1 atm e 72 C d) 2 atm e 27 C

    Resoluo: que o aumento da presso interna do gs, causado pelo forte aquecimento (transformao isomtrica), pode provocar o rompimento do recipiente.

    Resposta pessoal.

    Resoluo:Se a transformao isobrica, a presso permanece constante. Assim: p2 5 p1 5 1 atm.Usando-se a equao geral dos gases, temos:p VT

    p VT T

    T K T

    1 1

    1

    2 2

    2 2

    2 2

    200300

    300

    450 450 27

    5 5

    5 5 2

    331772T 5 C

  • 4 (Acafe-SC) Um gs ideal sofre uma transformao isobrica de tal forma que seu volume aumenta 20%. A alternativa verdadeira que contm a variao da temperatura do gs nessa transformao :a) 87 C a 27 C c) 100 C a 120 C e) 120 C a 100 Cb) 27 C a 87 C d) 80 C a 100 C

    5 (UERJ) Um equilibrista se apresenta sobre uma bola, calibrada para ter uma presso de 2,0 atm a uma temperatura de 300 K. Aps a apresentao, essa temperatura se elevou para 306 K. Considere desprezvel a variao no volume da bola. Calcule a presso interna final da bola.

    6 (UPE-PE) Num sistema de oxigenao de aqurio de peixes ornamentais, pode-se observar que as bolhas de ar, produzidas pela bomba no fundo da caixa de vidro, iniciam-se com volume reduzido e chegam superfcie com volume maior. De igual forma, uma bolha de ar repousa no fundo de um lado, temperatura de 4,0 C. Num dado momento, ela comea a subir, alcana a superfcie externa que est a uma temperatura de 27,0 C e o seu volume dobra.(Considere g 5 10,0 m/s2, mgua 5 1,0 10

    3 kg/m3, patm 5 1,0 atm 5 1,0 105 N/m2 e o ar como um gs ideal.)

    Qual a profundidade do lago?a) 10,2 m c) 8,5 m e) 15,0 mb) 5,5 m d) 18,3 m

    Resoluo:V 5 20% de V0 V 5 1,2 V0Sendo a transformao isobrica:VT

    VT

    VT

    T

    K e T

    0

    0

    0

    0

    300

    5 5 5

    5 1 5

    1,2 VT

    1,2 T

    T 27 273

    00

    0 55 1 5

    5 5 5

    87 2731,2 T 1,2 360 K0

    360300

    KT TDas alternativas fornecidas, a nica cujos valores admitem a relao acima a c, pois:VT

    VT

    VT

    T

    K e T

    0

    0

    0

    0

    300

    5 5 5

    5 1 5

    1,2 VT

    1,2 T

    T 27 273

    00

    0 55 1 5

    5 5 5

    87 2731,2 T 1,2 360 K0

    360300

    KT T

    Resoluo:Sendo V 5 V0, pela equao dos gases perfeitos, temos:pVT

    p VT

    p p5 5 50 00

    306

    2,0300

    2,04 atm

    Resoluo:Dados: V2 5 2 V1; p0 5 1 atm 5 1,0 10

    5 N/m2,T K

    VT

    p V1

    1

    1

    2 2

    273 277 2735 1 5 5 1 5

    5

    4,0 , T 27,0 300 K

    p2

    1

    TTp V V

    p N2

    1 1 1

    15

    1 2

    10

    277 300

    p 1,85 atm

    1,85

    15

    5

    5 //m2

    A presso no fundo da caixa dada por:p p p p p gh1 0 1 1 0

    5 5 310 10 1 105 1 5 1m 5 1 1,85 1,0 ,0 5

    10 hh 8,5 m

    2,04 atm

  • 7 O diagrama da figura mostra as transformaes sofridas por certa massa de gs ideal. Qual a temperatura, em graus Celsius, desse gs no estado C?

    L

    8 (Mack-SP) Uma certa massa de gs perfeito, que tem volume de 4,0 litros temperatura de 27 C, sofre uma transformao na qual sua presso diminui de 20% e sua temperatura absoluta aumenta de 10%. O novo volume do gs ser de:a) 22 litros c) 12 litros e) 5,5 litrosb) 18 litros d) 8,5 litros

    9 (Vunesp-SP) Um gs ideal, inicialmente temperatura de 320 K e ocupando um volume de 22,4 , sofre expanso em uma transformao a presso constante. Considerando que a massa do gs permaneceu inalterada e a temperatura final foi de 480 K, calcule:a) a variao do volume do gs. b) o coeficiente de dilatao volumtrica do gs no incio da transformao.

    Resoluo:A massa de gs passa do estado B para o estado C por meio de uma transformao isomtrica:P VT

    P VT T

    T

    B B

    B

    C C

    C C

    C

    5 5

    5 5

    1300

    2

    600 K 327 C

    Resoluo:Para um gs perfeito, tem-se:

    p VT

    p VT

    i i

    i

    f f

    f

    5

    Do enunciado: TK

    L

    i 5

    5 5

    5

    300 KT 1,1 aumento de 10%)V

    f

    i

    300 3304

    (

    VVp p

    f

    f i

    5

    5

    ?0,8 (diminuio de 20%)

    Fazendo-se as devidas substituies: p p V

    Vi i f f

    5

    54

    3303000,8

    5,5 L

    Resoluo:a) Como a presso permaneceu constante, da Lei de Charles e do clculo da variao de volume DV, vem:

    VT

    VT

    51 D

    95

    1 DD 5

    V 22,4320

    22,4 V480

    V 11,2 L

    b) Do clculo da dilatao volumtrica, temos: D 5 D 5 2 5

    2 2V T 11,2 22,4 (480 3,12V K 320 10 3 1)

    DV 5 11,2 L 5 3,12 1023 K21

    327 C

  • 10 (EEM-SP) Um recipiente cilndrico de base circular com rea S 5 25,0 cm2 dividido em duas cmaras A e B por uma tampa de peso P 5 20,0 N, capaz de se deslocar sem atrito. Ele colocado verticalmente, como mostra a figura, com a cmara A para cima. Na cmara A faz-se vcuo e na cmara B coloca-se uma certa quantidade de gs, admitido ideal, temperatura T 5 300 K. Nessas condies, a tampa est altura h 5 50,0 cm.Determine a altura a que subir a tampa se o gs for aquecido temperatura T 5 350 K.

    11 Um recipiente, que no se dilata e que contm um gs ideal nas CNTP, possui um orifcio de 2 cm2 de rea que mantido fechado por um slido de 0,4 kg, apoiado sobre ele.Aquecendo esse gs, determine a menor temperatura que provocar vazamento.(Dados: presso atmosfrica 5 1 10 Pa; g 5 10 m/s2.)

    12 Pesquise sobre o cientista John Dalton e determine a equao de Clapeyron para uma mistura de gases. Como ficaria a presso total dessa mistura?

    p. 50

    Resoluo:

    a) A presso suportada pelo gs B dada por: p FS

    p PS

    p p5 5 5 5 2025

    0,80 N/cm2

    A transformao proposta isobrica, logo:

    p VT

    p VT

    VT

    VT

    ShT

    1 1

    1

    2 2

    2

    1

    1

    2 2 5030

    5 59

    59

    ShT

    2511 00 350

    225

    2558,3 cm

    hh >

    h2 > 58,3 cm

    327,6 K ou 54,6 CResoluo:Para que no haja vazamento, a fora exercida pelo gs sobre o slido deve ser menor ou igual soma das intensidades da fora peso do slido e da fora exercida pela atmosfera sobre o slido. Assim:

    F F

    P A P A

    P

    gs atm

    gs

    gs

    1

    1

    12

    P

    P

    0,4atm

    2 10 104 110 2 10

    10

    5 4

    5

    2

    P Pgs a1,2

    Durante o aquecimento do gs, a transformao isomtrica, portanto:PT

    PT T

    Tmxmx mx

    mx0

    0

    5 510 105 5 5 273

    1,2 327,6 KK

    ou T 54,6 Cmx 5

    Fgs

    Fatmosferap

    GS

    A m5 5 22 cm2 2 10 4 2

    Resposta pessoal.

  • 13 Um mol de gs ideal, inicialmente num estado A, ocupa o volume de 5,6 litros. Aps sofrer uma transformao isotrmica, levado ao estado B. Sabendo que em B o gs est nas CNTP (condies normais de temperatura e presso), determine a presso do gs no estado A.

    14 (Mack-SP) O recipiente em que se encontra confinada uma massa de 100 g de CO2 (dixido de carbono) tem volume de 10 litros. A presso exercida por esse gs temperatura de 35 C :Dados:

    Elementoqumico

    Nmero atmico (Z)

    Nmero de massa (A)

    C 6 12

    O 8 16

    R 5 0,082 atm L/mol K

    a) 0,65 atm c) 5,74 atm e) 11,48 atmb) 1,30 atm d) 9,02 atm

    Resoluo:No estado B, o gs se encontra nas CNTP. Logo, pB 5 1 atm e VB 5 22,4 L. Sendo a transformao isotrmica, n 5 1 mol e VA 5 5,6 L:p V p V p pA A B B A A5 5 5 5,6 1 22,4 4 atm

    A presso no estado A de 4 atm.

    Resoluo:Sendo a massa molar do CO2 44 g, tem-se: 1 mol 44 g n 100 g

    Assim, o nmero de mols da amostra de 10044

    .

    Considerando-se que o CO2 comporta-se como um gs ideal:

    pV nRT p p5 5 5 10 10044

    3080,082 5,74 atm

  • 16 (Furg-RS) Que tipo de transformao o gs est sofrendo?a) Transformao isovolumtricab) Expanso isobricac) Compresso isobricad) Compresso isotrmicae) Nada se pode dizer com os dados disponveis.

    17 (UFF-RJ) At meados do sculo XVII, a concepo de vcuo, como uma regio desprovida de matria, era inaceitvel. Contudo, experincias relacionadas medida da presso atmosfrica possibilitaram uma nova concepo, considerando o vcuo como uma regio onde a presso bem inferior de sua vizinhana. Atualmente, pode-se obter vcuo, em laboratrios, com o recurso tecnolgico das bombas de vcuo.Considere que se tenha obtido vcuo presso de, aproximadamente, 1,00 10210 atm temperatura de 300 K. Utilizando o modelo de gs perfeito, determine o nmero de molculas por cm3 existentes nesse vcuo.(Dados: nmero de Avogadro 5 6,02 1023 molculas/mol; constante universal dos gases 5 8,31 J/mol K; 1 atm 5 1,01 105 N/m2.)

    (Furg-RS) O diagrama pV da figura ao lado se refere s questes 15 e 16.O sistema constitui-se de oxignio (O2), cuja massa molecular 32 g/mol. Ele est sofrendo transformao no sentido indicado pela seta. Considere que o oxignio se comporta como gs ideal (gs perfeito).(Dado: R 5 0,082 atm litro/mol K 5 8,31 joule/mol K.)

    15 (Furg-RS) No diagrama da figura, se a temperatura do gs no estado A 200 K, que massa de oxignio est sofrendo transformao?a) 2 g d) 32 gb) 8 g e) 64 gc) 16 g

    Resoluo:Desconhecendo-se VB e pB, nada se pode dizer.Alternativa e.

    Resoluo:Transformando a presso em N/m2, temos:p p5 5 2 21,00 1,01 1,01 N/m210 10 1010 5 5Como 1 cm3 5 1026 m3, vem:pV nRT n n5 5 5 2 1,01 8,31 0,040510 10 300 105 6 2213 molsPortanto:N nN N N molA5 5 5

    2 0,0405 6,02 2,410 10 1013 23 9 culas

    N 5 2,4 109 molculas

    Resoluo:

    pV mM

    RT m m5 5 5 4,1 2,0 0,082 16 g32

    200

  • 18 (Fuvest-SP) Um cilindro de oxignio hospitalar (O2), de 60 litros, contm, inicialmente, gs a uma presso de 100 atm e temperatura de 300 K. Quando utilizado para a respirao de pacientes, o gs passa por um redutor de presso, regulado para fornecer oxignio a 3 atm, nessa mesma temperatura, acoplado a um medidor de fluxo, que indica, para essas condies, o consumo de oxignio em litros/minuto.Assim, determine:a) O nmero N0 de mols de O2, presentes inicialmente no cilindro.b) O nmero n de mols de O2, consumidos em 30 minutos de uso, com o medidor de fluxo indicando

    5 litros/minuto.c) O intervalo de tempo t, em horas, de utilizao do O2, mantido o fluxo de 5 litros/minuto, at que a

    presso interna no cilindro fique reduzida a 40 atm.Note e adote: Considere o O2 como gs ideal. Suponha a temperatura constante e igual a 300 K. A constante dos gases ideais R > 8 1022 litros atm/K

    250

    18,75

    4 h

    Resoluo:a) Considerando o oxignio como um gs ideal, para a situao inicial, tem-se:

    pV N RT

    pL

    R LK

    T K

    5

    55

    5

    5

    20 2

    60

    10

    300

    100 atmV

    8 atm

    Logo: 100 250 5 5260 8 10 30002

    0N Nb) Para o oxignio consumido na respirao dos pacientes:

    p V nRT

    p

    V9 9 5

    5

    9 5 9 5

    5 2

    3 atm

    V Lmin

    L

    R

    5 30 150

    8 10

    min

    22

    2300

    150 8 10 3

    atmK

    T Kn

    5

    5 2

    L

    Logo: 3

    000 n 5 18,75c) Para o oxignio restante no cilindro:

    pV n RT

    atmV

    5 9

    55

    pL (corresponde ao volume d

    4060 oo recipiente)

    n ?

    R atm LK

    9 5

    5

    5

    28 10

    300

    2

    T K

    Logo: 40 100 5 9 9 5260 8 10 3002n n Como, inicialmente, havia 250 mols de oxignio no cilindro e, quando o gs atingiu a presso

    40 atm, restaram 100 mols, conclui-se que, para a respirao dos pacientes, foram fornecidos 150 mols de oxignio.

    Aplicando-se a equao pV 5 nRT para esses mols 150 mols, tem-se:

    pV nRT

    p atmV

    R

    T K

    5

    555

    5

    5

    2

    3

    150

    8 10

    300

    2

    ?n

    atm LK

    Logo: 3 LV V5 52150 8 10 300 1 2002 Como o medidor de fluxo indica a passagem de 5 L a cada minuto, tem-se:

    5 1

    1 200240L

    L t4 h

    5 5

    min min{ t

  • 19 (UnB-DF)

    A figura acima mostra um esquema simplificado de um rgo mecnico clssico. O funcionamento do rgo d-se da seguinte maneira: um fole retira ar do ambiente e o injeta no reservatrio 2, em que o volume V2, a presso P2 e a temperatura T2, e onde ele fica disponvel para atravessar um dos tubos pelo toque do msico em uma das teclas do instrumento. Supondo que o ar dentro do rgo seja um gs ideal e considerando que o reservatrio 3 tenha volume V3, presso P3 e temperatura T3, e que a constante universal dos gases seja R 5 0,082 L atm/mol K, julgue os itens a seguir.1. Se as vlvulas s2 e s3 estiverem fechadas e no houver vazamento de ar no sistema, ento, se V2 V3,

    correto concluir que P3 P2, mesmo que o sistema no esteja em equilbrio trmico.2. A altura h da coluna de mercrio do manmetro depende do dimetro do tubo.3. Com base no esquema ilustrado, correto concluir que a presso no reservatrio 2 maior que a presso

    atmosfrica.4. Considerando que haja 5 moles de ar no interior dos reservatrios do rgo, ento, se o volume total dos

    reservatrios for igual a 1 000 L e sua temperatura de 300 K, a presso no interior dos reservatrios ser maior que 0,12 atm.

    manmetro

    fole

    s1 s2 s3

    reservatrio 2

    reservatrio 3

    tecla

    tubo

    h

    20 (UFSM-RS) Na figura esto representados processos nos quais um sistema termodinmico passa do estado inicial i ao estado final f. O trabalho realizado pelo sistema mximo no processo:a) iaf c) icf e) iefb) ibf d) idf

    p. 51

    p. 57

    F

    FV

    V

    Resoluo:No diagrama de Clapeyron, o trabalho numericamente igual rea debaixo do grfico. A maior rea debaixo da curva iaf.Alternativa a.

    Resoluo:

    1. Falso. Aplicando a relaoPiVT

    p VT

    i

    i

    f f

    f

    5 , verificamos que se no estiverem em equilbrio trmico

    nada se pode concluir.2. Falso. Como a presso exercida pela coluna de mercrio dada por p 5 patm 1 dgh, a altura h da colu-

    na de mercrio depende da presso atmosfrica, da densidade d do ar e da acelerao g da gravidade.3. Verdadeiro. A presso no reservatrio 2 a presso exercida pelo manmetro que dada por

    p2 5 patm 1 dgh. Logo: p2 patm.4. Verdadeiro. Aplicando a equao de Clapeyron, temos: pV 5 nRT p 1 000 5 5 0,082 300 p 5 0,123 atm

  • 21 (UA-AM) Um gs ideal sofre uma transformao que o leva de um estado de equilbrio A para um novo estado B, conforme ilustrado no grfico.Podemos afirmar que:a) o gs realizou um trabalho de 5,5 kJ.b) foi realizado sobre o gs um trabalho de 5,5 kJ.c) o gs aumentou sua energia interna em 5,5 kJ.d) o gs reduziu sua energia interna em 5,5 kJ.e) o gs recebeu 5,5 kJ em forma de calor.

    22 (UFPE) Um mol de um gs ideal passa por uma transformao termodinmica indo do estado A, pertencente isoterma 1, para o estado B, pertencente isoterma 2, como indicado no diagrama p-V ao lado. Em seguida, o gs levado ao estado C, pertencente tambm isoterma 1. Calcule a variao da energia interna do gs, em joules, ocorrida quando o gs passa pela transformao completa ABC.

    23 (UFPI) Um gs passa pelo ciclo visto no diagrama pV abaixo.

    Determine o trabalho, em joules, realizado pelo gs durante esse ciclo.a) 6 c) 600 e) 60 000b) 60 d) 6 000

    p. 58

    Resoluo:Na expanso gasosa, o gs realizou trabalho.

    T TAB rea 5,5 kJ5 51

    5

    2( )8 3 10 20 102

    5 3

    Resoluo:A energia interna de um gs ideal depende apenas de sua temperatura. Como o estado inicial (A) e o final (C) tm a mesma temperatura, a variao da energia interna nula.

    zero

    Resoluo:A rea do ciclo mede numericamente o trabalho realizado pelo gs durante esse ciclo.

    T 5 5 2 2 5rea ( ) )3 1 10 23 (5 6 000 J

  • 0

    24 (UEFS-BA) O diagrama pV da figura refere-se a um gs ideal que passa por uma transformao cclica atravs de um sistema pisto-cilindro.Sendo assim, pode-se afirmar que o calor recebido pelo gs no ciclo ABCDEA, em 1021 J, igual a:a) 3 d) 6b) 4 e) 7c) 5

    25 (UFV-MG) Um gs ideal descreve os dois ciclos ABCA apresentados nas figuras 1 e 2 abaixo.

    Aps a anlise dos grficos, responda aos seguintes itens:a) Preencha o quadro abaixo utilizando a palavra sobre o ou pelo: Na figura 1 o trabalho foi realizado sistema. Na figura 2 o trabalho foi realizado sistema.b) Calcule o valor do trabalho no ciclo fechado apresentado na figura 1.c) Calcule o valor do trabalho no ciclo fechado apresentado na figura 2.

    26 Pesquise e discuta com os colegas os processos bsicos de funcionamento de uma mquina trmica e, em particular, do motor de exploso de quatro tempos de um automvel.

    p. 63

    Resoluo:Numa transformao cclica, o calor recebido pelo gs em cada ciclo calculado, em mdulo, pela rea interna do ciclo. Como 1 cm3 5 1026 m3, temos:

    T 5 5 1 1 5 2

    2 2A ( )1 2 10 2 102

    2 10 2 10 7 105 6

    5 6 1 J

    Resoluo:a) 1 O trabalho foi realizado pelo sistema. 2 O trabalho foi realizado sobre o sistema.

    b) T T5 5 2 2 2bh2

    (V (p )(trabalho negativo)2 2 V p1 1

    2)

    c) O trabalho positivo: T 5 1 2 2( ) ( )V V p p2 1 2 12

    pelosobre o

    T 5 2 2 2(V2 V p p1 2 12) ( )

    T 5 1 2 2(V2 V p p1 2 12) ( )

    Resposta pessoal.

  • 27 (UCDB-MS) Considere um sistema formado por uma massa de um gs ideal encerrada num recipiente provido de um mbolo de massa desprezvel, de forma que seu volume possa ser variado. Analise as afirmaes a seguir e assinale a proposio correta. I. Numa transformao isocrica, o trabalho realizado sobre o gs nulo. II. Quando o gs se expande isotermicamente, o trabalho por ele realizado igual ao calor que lhe fornecido. III. Expandido-se isobaricamente o gs, ele no absorve nem cede calor.a) Somente I correta. c) Somente II e III so corretas. e) Todas so incorretas.b) Somente I e II so corretas. d) Todas so corretas.

    28 (Unemat-MT) I. O calor trocado numa transformao isocrica totalmente utilizado para variar a energia interna. II. Transformao adiabtica a que se realiza com conservao da quantidade de calor do sistema. III. Em uma transformao adiabtica, quando ocorre compresso do gs, a temperatura aumenta. IV. A compresso de um gs, feita adiabaticamente, exige que se ceda calor ao gs.Diante das afirmativas acima, assinale a alternativa correta.a) Somente as afirmativas I, II e III so corretas.b) Somente as afirmativas I e II so corretas.c) Somente as afirmativas II e III so corretas.d) As afirmativas I, II, III e IV so corretas.e) Somente as afirmativas I, III e IV so corretas.

    Resoluo: I. Correta. Transformao isocrica a transformao a volume constante; portanto, o trabalho

    realizado nulo, j que T 5 p DV e DV 5 0. II. Correta. Transformao isotrmica a transformao temperatura constante; se DT 5 0, ento

    DU 5 0 e Q 5 T. III. Errada. Na transformao isobrica DU 5 Q 2 T. A transformao em que o gs no absorve

    nem cede calor chama-se adiabtica.Alternativa b.

    Resoluo: I. Correta. Isocrica DV 5 0 T 5 0, ento DU 5 Q. II. Correta. Adiabtica Q 5 0. III. Correta. Adiabtica Q 5 0, ento DU 5 2T. Na compresso

    DV , 0 e T , 0 DU 0 DT 0. IV. Errada. No h troca de calor na transformao adiabtica.Alternativa a.

  • p. 64

    29 (UFAM) Deseja-se aumentar a temperatura de um sistema, representado por um gs ideal, de T1 para T2, usando-se uma das transformaes, a b ou a c, indicadas esquematicamente no grfico p V da figura.Sobre essas transformaes, considere as seguintes afirmativas: I. A quantidade de calor fornecida ao sistema maior na transformao a c. II. A energia interna do sistema sofre igual variao nas duas transformaes. III. O sistema realiza trabalho na transformao a c. IV. A quantidade de calor fornecida ao sistema maior na transformao a b.Dentre as seguintes alternativas, a opo correta :a) Apenas II e IV so corretas. c) Apenas II e III so corretas. e) Apenas I e III so corretas.b) Apenas I e IV so corretas. d) Apenas III e IV so corretas.

    30 (UFMT) O advento da Revoluo Industrial est relacionado com o desenvolvimento cientfico ocorrido na rea da Termodinmica entre o final do sculo XVIII e incio do sculo XIX, particularmente no que diz respeito ao funcionamento das mquinas trmicas. Sobre tais mquinas, julgue os itens.0 Mquina trmica, na Fsica, um termo que designa sistemas capazes de realizar trocas de calor e de

    trabalho com o meio.1 As mquinas trmicas so caracterizadas por funcionarem em ciclos.2 Um refrigerador no pode ser considerado mquina trmica porque realiza um trabalho negativo.3 Uma caldeira industrial, o motor de um carro e o corpo humano podem ser considerados exemplos de

    mquinas trmicas.

    31 (UFRJ) A figura representa, num diagrama p V, uma expanso de um gs ideal entre dois estados de equilbrio termodinmico, A e B.A quantidade de calor cedida ao gs durante essa expanso foi 5,0 103 J.Calcule a variao de energia interna do gs nessa expanso.

    Resoluo:DU 5 Q 2 T e como DU depende exclusivamente de DT, nas duas transformaes DU o mesmo. I. Errada. a c DV 5 0 T 5 0 DU 5 Q1 a b DU 5 Q2 2 T Q2 5 DU 1 T Q2 Q1 II. Correta. III. Errada. IV. Correta.Alternativa a.

    V

    V

    VF

    Resoluo:0. Verdadeiro.1. Verdadeiro.2. Falso. O refrigerador uma mquina trmica.3. Verdadeiro.

    Resoluo:T T T5 D 5 2 5 D 5

    2p V 1,0 4,0 2,0) 2,0U

    10 10 105 2 3( JQQ J2 5 2 D 5 T U 5,0 2,0 U 3,0310 10 103 3

    3,0 103 J

  • 32 (UFSM-RS) Quando um gs ideal sofre uma expanso isotrmica:a) a energia recebida pelo gs na forma de calor igual ao trabalho realizado pelo gs na expanso.b) no troca energia na forma de calor com o meio exterior.c) no troca energia na forma de trabalho com o meio exterior.d) a energia recebida pelo gs na forma de calor igual variao da energia interna do gs.e) o trabalho realizado pelo gs igual variao da energia interna do gs.

    33 (UFBA) Um cilindro, munido de um mbolo mvel, contm um gs ideal que ocupa um volume de 3 L, temperatura T1 . O gs aquecido, lentamente, at a temperatura T2, quando passa a ocupar um volume de 3,5 L. Durante o processo, a superfcie externa do mbolo, cuja rea vale 0,5 m2, est sob a ao de presso atmosfrica constante e igual a 105 N/m2.Nessas condies, pode-se afirmar:(01) O processo isobrico.(02) A fora exercida pelo gs sobre o mbolo vale 2 105 N.(04) A energia interna do gs permanece constante durante o processo.(08) O gs realiza trabalho de 50 J sobre a vizinhana.(16) A velocidade mdia das molculas do gs a mesma no incio e no fim do processo.(32) O volume do gs, durante o processo, aumenta linearmente com a temperatura.

    Resoluo:Na expanso isotrmica: D 5

    D 5 2 5

    UU

    0Q QT T

    Alternativa a.

    Resoluo:(01) Verdadeiro. A presso se mantm constante durante todo o processo.(02) Falso. Determinando a fora exercida pelo gs:

    PFA

    F F N5 5

    5 2

    1055 10

    5 1014

    (04) Falso. A energia interna do gs funo da sua temperatura absoluta e esta assume valores diferentes no incio e fim do processo.

    (08) Verdadeiro. O trabalho realizado ser: T T5 D 5 52p V 5 ) 1 10 10 505 4( J(16) Falso. A velocidade mdia das molculas a funo da temperatura absoluta e esta varia durante

    o processo.

    (32) Verdadeiro. Pela lei geral dos gases perfeitos, temos: PVT

    P VT

    como T Ti ii

    f f

    ff i5 , temos que

    aumentar, na mesma proporo, o valor de Vf, para que o quociente permanea constante.Portanto, 01 1 08 1 32 5 41.

    Soma 5 (01 1 08 1 32) 5 41

  • 34 (UERN) No processo termodinmico de ebulio da gua, o volume de 1,0 cm3 se transforma em, aproximadamente, 1 701 cm3, quando ocorre o processo de ebulio a uma presso constante de 1,0 105 Pa. Considerando-se a densidade da gua como constante e igual a 1,0 g/cm3 e o calor de vaporizao para essa presso como 2,3 106 J/kg, pode-se afirmar:01) A vaporizao de 1 grama de gua feita com adio de 2 130,0 J de calor.02) O trabalho realizado pela gua para se transformar em vapor igual a 2 130,0 J.03) A energia que permanece retida no sistema, fazendo aumentar a energia interna, igual a 2 130,0 J.04) A energia que abandona o sistema, ao realizar o trabalho sobre as vizinhanas, quando o lquido se ex-

    pande em forma de vapor, igual a 4 430,0 J.05) A variao da energia interna do sistema que realiza transformao isobrica igual a zero.

    35 (UFPR) No sculo XVII, uma das interpretaes para a natureza do calor considerava-o um fluido pondervel que preenchia os espaos entre os tomos dos corpos quentes. Essa interpretao explicava corretamente alguns fenmenos, porm falhava em outros. Isso motivou a proposio de uma outra interpretao, que teve origem em trabalhos de Mayer, Rumford e Joule, entre outros pesquisadores. Com relao aos conceitos de temperatura, calor e trabalho atualmente aceitos pela Fsica, avalie as seguintes afirmativas: I. Temperatura e calor representam o mesmo conceito fsico. II. Calor e trabalho esto relacionados com transferncia de energia. III. A temperatura de um gs est relacionada com a energia cintica de agitao de suas molculas.Assinale a alternativa correta.a) Somente as afirmativas II e III so verdadeiras.b) Somente a afirmativa I verdadeira.c) Somente a afirmativa II verdadeira.d) Somente a afirmativa III verdadeira.e) Somente as afirmativas I e II so verdadeiras.

    Resoluo:

    d mv

    m m g kg

    Q mL Q

    5 5 5 5

    5 5

    2

    2

    11

    1 1 10

    1 10 10

    3

    3 2,3 66 35

    101 10 1 10

    5 5

    5 D 5 2

    2,3 2 300 Jp V (1 701

    J QT ) 22 25 5D 5 2 5 2 D 5

    6 11 700 102 300 170 2130

    TT

    170 JU UQ JJ

    Alternativa 03.

    Resoluo: I. Falsa. Temperatura de um corpo a medida do grau de agitao de suas molculas. Calor a

    energia trmica em trnsito devido a uma diferena de temperatura entre dois corpos. II. Verdadeira. De acordo com o Primeiro Princpio da Termodinmica, a correspondncia entre

    calor, trabalho e energia interna dada por: Q 5 T 1 DU. III. Verdadeira.Alternativa a.

  • 36 (UFPB) Num laboratrio de Fsica, um estudante realiza uma experincia que consiste em variar a presso e o volume de um gs ideal por trs processos diferentes, sendo todos eles entre os mesmos estados i e f, como mostrado nos diagramas p-V abaixo.

    Sabendo-se que T, T e T so isotermas, pode-se concluir que as variaes de energia interna (DU1, DU2 e DU3) nos trs processos esto na ordem:a) DU1 DU2 DU3 c) DU2 DU1 DU3 e) DU3 5 DU2 5 DU1b) DU3 DU2 DU1 d) DU3 DU1 DU2

    1 2 3

    p. 65

    Resoluo:Nos trs processos a temperatura inicial a mesma (T), o que tambm acontece com a temperatura final (T9).Como a variao da energia interna funo da variao de temperatura (DU 5 constante DT), pode-se dizer que nos trs processos ocorreu mesma variao de energia interna.Alternativa e.

  • 37 (Unesp-SP) Um motor a gasolina ou a lcool pode ser representado por uma mquina trmica que segue o ciclo:

    1 2: expanso isobrica (admisso do combustvel no cilindro presso atmosfrica), representada no diagrama p V;

    2 3: compresso adiabtica (fechamento da vlvula de admisso e compresso do combustvel), representada no diagrama p V;

    3 4: transformao isomtrica (exploso, absoro de calor);4 5: expanso adiabtica (realizao de trabalho pelo motor, giro do virabrequim);5 2: transformao isomtrica (exausto, fornecimento de calor ao ambiente); e2 1: compresso isobrica (expulso de gases residuais, com vlvula de exausto aberta, presso

    atmosfrica).Pede-se:a) represente o ciclo completo desse motor em um diagrama p V.b) reproduza a tabela abaixo no seu caderno de respostas e complete-a, atribuindo para cada um dos

    quatro processos o valor zero ou os sinais positivo (1) ou negativo (2) s grandezas T, Q e DU, que so, respectivamente, o trabalho realizado pelo ou sobre o motor, a quantidade de calor recebida ou fornecida pelo motor e a variao da energia interna do motor.

    Processo T Q DU

    2 3 13 4 14 5 25 2 0

    Resoluo:a)

    b) Processo T Q DU2 3 2 0 13 4 0 1 14 5 1 0 25 2 0 2 2

    4

    5

    isomtrica

    adiabticas

    isomtrica

    isobrica

    2 3: compresso T , 0; adiabtica Q 5 0.3 4: isomtrica T 5 0; aumento de temperatu-

    ra DU 0.4 5: expanso T 0; adiabtica Q 5 0; dimi-

    nuio de temperatura DU , 0.5 2: fornecimento de calor ao meio ambiente Q , 0;

    diminuio de temperatura DU , 0.

    2 00 11 0

    2 2

  • 38 Qual o gs que circula nas tubulaes dos refrigeradores? Pesquise para saber o porqu da sua utilizao.

    39 (UFPI) Analise as afirmativas seguintes e classifique-as como verdadeiras (V) ou falsas (F). I. Aumentando em 10 C a temperatura da fonte quente em uma mquina de Carnot, obtm-se um rendi-

    mento maior do que diminuindo em 10 C a temperatura da fonte fria. II. Em um sistema reversvel ideal, como a mquina de Carnot, a variao de entropia nula. III. possvel conseguir motores trmicos com rendimento superior ao do motor de Carnot. IV. Os processos naturais sempre produzem aumento na entropia do universo.Assinale a alternativa correta.a) Apenas II e IV so verdadeiras.b) Apenas I, II e III so verdadeiras.c) Apenas I e II so verdadeiras.d) Apenas II, III e IV so verdadeiras.e) Apenas III e IV so verdadeiras.

    40 (UFBA) O vapor produzido por uma caldeira temperatura de 600 K fornece para uma turbina, a cada ciclo, 800 kcal de energia. Esse vapor, depois de passar pela turbina, cede ao condensador 600 kcal, atingindo a temperatura de 293 K.Considerando que essa turbina opera em ciclos irreversveis, determine o rendimento dessa mquina trmica.

    p. 73

    Resposta pessoal.

    Resoluo:

    5 2mx 1T

    Tfria

    quente

    I. Errada. O aumento maior ao se diminuir a temperatura da fonte fria. II. Correta. III. Errada. O mximo rendimento possvel entre duas temperaturas fixas conseguido com o motor

    trmico operando no ciclo de Carnot. IV. Correta.Alternativa a.

    Resoluo:

    5 52

    52

    5 5

    TQ

    Q

    800

    0,25 ou 25%

    1

    1 QQ

    2

    1

    600800

    25%

  • 41 (Ufla-MG) Uma empresa prope construir um motor trmico projetado para operar entre dois reservatrios de calor, sendo o quente temperatura T1 5 1 600 K e o frio T2 5 400 K. O projeto prev para o motor uma potncia de 4 cv com absoro de 1 480 cal/s do reservatrio quente. (Dados: 1 cv 5 740 W e 1 cal 5 4 J.)a) Calcule o rendimento do referido motor.b) Calcule o rendimento de um motor de Carnot operando entre os mesmos reservatrios de calor. c) O motor proposto vivel teoricamente? Justifique sua resposta.

    42 (UFC-CE) A eficincia de uma mquina de Carnot que opera entre a fonte de temperatura alta (T1) e

    a fonte de temperatura baixa (T2) dada pela expresso 5 21TT

    2

    1

    , em que T1 e T2 so medidas na escala

    absoluta ou de Kelvin. Suponha que voc dispe de uma mquina dessas com uma eficincia 5 30%. Se voc dobrar o valor da temperatura da fonte quente, a eficincia da mquina passar a ser igual a:a) 40% c) 50% e) 65%b) 45% d) 60%

    43 (UFBA) O grfico representa o ciclo de Carnot nas variveis p V, para um gs ideal.Identifique as afirmativas corretas:a) A admisso de calor ocorre no trecho AB.b) A rejeio de calor ocorre no trecho DA.c) O coeficiente de rendimento do ciclo depende das temperaturas T1 e T2.d) Os trechos AB e CD representam curvas isotrmicas.e) Nos trechos adiabticos, no se aplica a equao de estado dos gases ideais.

    Resoluo:a) Do enunciado, temos: P 5 4cv 5 4(740) 5 2 960 W So retiradas 1 480 cal/s 5 5 920 J/s 5 5 920 W; portanto, o rendimento do motor ser:

    5 5 5

    PP

    til

    total

    2 9605 920

    50%

    b) Para um motor de Carnot, teramos: 5 2 5 2 51 1 40021

    TT

    1 600

    75%

    c) Sim, pois est abaixo do rendimento mximo previsto pelo ciclo de Carnot.

    50%75%

    Resoluo:

    5 2 5 2 51 121

    2

    1

    2

    1

    TT

    TT

    TT

    0,30 0,70

    Dobrando a temperatura da fonte quente, temos:

    5 2 5 2 5 2 51 0 1 (0,70)TT

    TT

    2

    1

    2

    1212

    1 12

    00,65 65%5

    Resoluo: A B: Absoro de calor; isoterma T2 C D: Rejeio de calor; isoterma T1 5 2Carnot 1

    2

    1

    TT

    As afirmativas corretas so a, c e d.

    Sim, pois est abaixo do rendimento mximo previsto pelo ciclo de Carnot.

  • 44 (UFMS) Uma mquina trmica absorve 100 cal de uma fonte quente a 400 K e libera 70 cal para a fonte fria. correto afirmar (d como resposta a soma das afirmaes corretas):(01) o trabalho realizado pela mquina foi de 30 cal.(02) o rendimento da mquina foi de 70%.(04) se a mquina operou segundo o ciclo de Carnot, a temperatura da fonte fria era de 280 K.(08) o rendimento da mquina independe do trabalho realizado.(16) o rendimento da mquina de Carnot independe das temperaturas das fontes fria e quente.

    45 (PUC-RS) Motores de potncias relativamente altas so utilizados em embarcaes martimas, locomotivas, geradores e caminhes, tendo por base o ciclo Diesel de quatro tempos. Esses motores, em geral, so alimentados com a injeo direta do combustvel em cada cilindro. O grfico abaixo, da presso em funo do volume, representa esquematicamente o ciclo Diesel, por meio de seus quatro processos: compresso adiabtica AB, expanso isobrica BC, expanso adiabtica CD e transformao isovolumtrica DA.

    Considerando o ciclo Diesel apresentado no grfico:a) no h variao de temperatura durante o processo AB.b) no h variao de temperatura durante o processo DA.c) a temperatura aumenta durante o processo AB.d) a temperatura aumenta durante o processo CD.e) a temperatura diminui durante o processo BC.

    Resoluo:(01) Correta.

    (02) Inc

    T T T5 2 5 2 5Q Q cal1 2 100 70 30

    oorreta.Q

    0,3 30%

    (04) Correta.

    5 5 5 5T1

    30100

    5 2 5 2 51 1400

    2

    1

    22

    TT

    TT 0,3 280 K

    (08) Incorreta. 5

    TQ

    Incorreta. depende somente das t1

    ( )16 eemperaturas absolutas das fontes quente e ffria.Soma 5 (01 1 04) 5 05

    soma 5 (01 1 04) 5 05

    Resoluo:Do estado A at o estado C, nos processos ABC, a temperatura aumenta, e do estado C at o estado A, nos processos CDA, a temperatura diminui.Alternativa c.

  • 0

    46 (UEM-PR) Considere uma mquina de Carnot (MTC), na qual um gs sofra expanses e compresses. A mquina opera entre a temperatura T1 da fonte quente e a temperatura T2 da fonte fria.(01) Nenhuma mquina trmica que opere entre duas dadas fontes, s temperaturas T1 e T2, pode ter maior

    rendimento que o da mquina MTC operando entre essas mesmas fontes.(02) O ciclo de Carnot consiste em duas transformaes isotrmicas, alternadas com duas transformaes

    isobricas, todas elas reversveis, sendo o ciclo tambm reversvel.(04) Quando o ciclo de Carnot percorrido no sentido horrio, o trabalho realizado positivo e medido

    numericamente pelo valor da rea limitada pelas curvas que definem o ciclo.(08) O rendimento de uma mquina de Carnot funo exclusiva das temperaturas absolutas das fontes

    quente e fria, no dependendo, portanto, da substncia (vapor ou outro fluido qualquer) utilizada.(16) Se T1 5 127 C e T2 5 27 C, o rendimento da mquina MTC ser igual a 78,74%.(32) Se T1 5 127 C, T2 5 27 C e o trabalho til fornecido pela mquina MTC 5 1 000 J, ento a quantidade

    de calor retirada da fonte quente ter sido 1 270 J.(64) Se T1 5 127 C, T2 5 27 C e o trabalho til fornecido pela mquina MTC 5 1 000 J, ento a quantidade

    de calor rejeitada para a fonte fria ser 3 000 J.

    p. 74

    Resoluo:(01) Verdadeira. A mquina de Carnot tem rendimento maior que qualquer outro tipo de mquina,

    operando entre as mesmas fontes (mesmas temperaturas).(02) Falsa. O ciclo de Carnot consta de duas transformaes adiabticas alternadas com duas trans-

    formaes isotrmicas.(04) Verdadeira.

    (08) Verdadeira. O rendimento dado por 5 21TT

    2

    1

    .

    Em que: T1 a temperatura da fonte quente. T2 a temperatura da fonte fria.

    (16) Falsa. 5 2 5 2 5 51 1 300400

    2

    1

    TT

    0,25 ou 25%

    (32) Falsa. 5 5 5TQ

    0,251

    1 000 4 0001

    1QQ J

    (64) Verdadeira. T 5 2 5 2 5Q Q Q Q1 2 2 21 000 4 000 3 000 JSoma 5 (01 1 04 1 08 1 64) 5 77

    P

    V

    A T Em que: T 0

    soma 5 (01 1 04 1 08 1 64) 5 77

  • 47 (UFRN) As mquinas trmicas transformam a energia interna de um combustvel em energia mecnica. De acordo com a 2a lei da Termodinmica, no possvel construir uma mquina trmica que transforme toda a energia interna do combustvel em trabalho, isto , uma mquina de rendimento igual a 1 ou equivalente a 100%.O cientista francs Sadi Carnot (1796-1832) provou que o rendimento mximo obtido por uma mquina

    trmica operando entre as temperaturas T1 (fonte quente) e T2 (fonte fria) dado por: 5 21TT

    2

    1.

    Com base nessas informaes, correto afirmar que o rendimento da mquina trmica no pode ser igual a 1 porque, para isso, ela deveria operara) entre duas fontes mesma temperatura, T1 5 T2, no zero absoluto.b) entre uma fonte quente e uma temperatura, T1, e uma fonte fria temperatura T2 5 0 C.c) entre duas fontes mesma temperatura, T1 5 T2, diferente do zero absoluto.d) entre uma fonte quente e uma temperatura, T1, e uma fonte fria temperatura T2 5 0 K.

    48 (UFMG) Durante um ciclo de seu funcionamento, uma geladeira recebe 50 J de energia de seu motor e libera 300 J de calor para o ambiente. Determine a quantidade de calor que retirada do interior da geladeira em cada ciclo.

    49 (Univali-SC) Uma mquina trmica opera segundo o ciclo de Carnot entre as temperaturas de 400 K e 280 K, recebendo 1 200 J de calor da fonte quente. O calor rejeitado para a fonte fria e o trabalho realizado pela mquina, em joules, so respectivamente:a) 840 e 360 c) 500 e 1 500 e) 700 e 1 300b) 1 000 e 1 000 d) 1 400 e 600

    Resoluo:Para uma mquina ter rendimento 100%, ela deveria operar entre uma fonte quente e uma fonte fria temperatura do zero absoluto (T2 5 0 K).Alternativa d.

    Resoluo:Q Q Q Q1 2 2 2505 1 5 1 5T 300 250 J

    Resoluo:

    5 2 5 2 5

    5 5 5

    1 1 280400

    2

    1

    TT

    0,3

    Q0,3

    1 2001T T T 3360 J

    Q 840 J1T 5 2 5 2 5Q Q Q2 2 2360 1 200

    250 J

  • 50 (OPF-SP) Um cilindro contm 3 litros de um gs ideal a 1 atm e 300 K. O gs inicialmente aquecido at 500 K, a presso constante. Em seguida, resfriado a volume constante at atingir 250 K. submetido, a seguir, a um resfriamento a presso constante at 150 K. Finalmente, o gs aquecido a volume constante at os 300 K. Pede-se:a) Faa um diagrama P-V, onde esteja indicado cada um dos 4 processos descritos, inclusive, apresentando

    os valores numricos de P e V nos pontos inicial e final de cada processo.b) Calcule o trabalho realizado durante o procedimento completo.c) Calcule a eficincia desse ciclo, se foi injetado no sistema 600 J de energia sob a forma de calor.d) Suponha que uma pequena quantidade de vapor de gua acrescentada, de modo que esse vapor

    condensa durante o 3o passo e evapora novamente no 4o passo do ciclo. Explique detalhadamente como (ou se) esse acrscimo de vapor de gua afeta a eficincia do ciclo. Faa as hipteses que julgar pertinentes e justifique-as. (Dado: 1 atm 5 100 kPa.)

    Resoluo:a p atm T K

    VK

    Vp at

    )

    )

    1 1

    22

    2

    1 300

    1 3500

    51

    5 5

    5 55L

    300 KL

    mm T

    V L

    atm pK

    p

    , 500 K

    500 K0,5 atm

    p

    2

    2

    33

    5

    2 1250

    5

    5

    5 5) 33 33

    0,5 atm, T

    V L

    L250 K

    L

    5 5

    5

    5 5

    250

    5

    3 3150

    34 4

    K

    VK

    V) pp 0,5 atm, T

    L

    0,5 atm

    4 45 5

    5

    5

    150

    3

    4150 300

    4

    5

    K

    V

    Kp

    K) pp atm

    p atm T K

    V55 5

    5

    11 300

    35

    5 5

    5

    ,

    L

    b Pa m J

    c

    )

    )

    T T TT

    5 5 5

    5 5

    2A 0,5 (2 )

    Q

    10 10 1005 3 3

    1100600

    16

    JJ

    5 5 16,66%

    d) A eficincia do ciclo deve ser menor, pois seria necessrio mais trabalho no processo (3) e depois ainda mais energia para vaporizar a gua em (4). Alm disso, provavelmente haveria mais perdas, pois mais calor est sendo trocado.

    10 2 3 4 5 x

    0,25

    0,50

    0,75

    1,00

    1,25P (atm)

    1

    3

    24

    T 5 100 J 5 16,66%

  • 51 (Udesc-SC) Um motor de avio consome 10 000 J de calor e realiza 3 000 J de trabalho mecnico por ciclo. O calor provm da queima do combustvel, que tem calor de combusto dado por 6,0 104 J/g. Assinale a alternativa correta que fornece, respectivamente, a eficincia trmica do motor, a quantidade de calor rejeitada em cada ciclo, a quantidade de combustvel queimada em cada ciclo e a potncia fornecida em watts, se o motor realiza 40 ciclos por segundo:a) 40%; 210 000 J; 0,20 g; 180 Wb) 25%; 7 000 J; 0,20 g; 120 kWc) 30%; 27 000 J; 0,17 g; 120 Wd) 80%; 27 000 J; 0,15 g; 130 We) 30%; 27 000 J; 0,17 g; 120 kW

    Resoluo:Clculo do rendimento:

    5 5 5 5TQ

    3 00010 000

    0,3 30%q

    Calor rejeitado em cada ciclo:Q Q Q Q Jf q f f5 2 5 2 5T 10 000 3 000 7 000Quantidade de combustvel queimado:6,0 1 g

    10 000 Jx 0,17 g

    5

    104 Jx

    Clculo da potncia fornecida:

    P Ps

    P W kW5D

    5 5 5Tt

    (3 000) J 401

    120 000 120