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GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DA CULTURA FUNDAÇÃO CULTURAL DO ESTADO DA BAHIA RELATÓRIO DE ATIVIDADES FUNDAÇÃO CULTURAL DO ESTADO DA BAHIA - 2012
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    RELATRIO DE ATIVIDADES

    FUNDAO CULTURAL DO ESTADO DA BAHIA - 2012

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    RELATRIO FUNCEB - 2012

    PROGRAMA 137 - COPA 2014

    AO ORAMENTRIA: 5853 - REFORMA E AMPLIAO DO COMPLEXO TEATRO CASTRO ALVES

    1. NOVO TEATRO CASTRO ALVES:

    Em 2012, o TCA deu continuidade s aes previstas para a execuo do Projeto Novo TCA, que visa

    requalificao de todos os seus espaos, bem como a ampliao do complexo cultural, que contar com o

    Centro de Referncia em Engenharia do Espetculo, uma Sala Sinfnica, uma sala de cinema e um novo

    estacionamento, dentre outras intervenes. As principais aes realizadas durante o ano foram: Projeto

    Executivo: O Estdio Amrica, escritor arquitetnico vencedor do concurso realizado em 2009/2010, entregou

    o projeto arquitetnico executivo, alm dos projetos complementares de estrutura, contenes, acstica,

    hidrulica, eltrica, condicionamento de ar, entre outros. Criao e montagem da Unidade de Gesto do

    Projeto (UGP): o TCA, em dilogo com a Governadoria, Secult e Funceb, props a criao de um grupo de

    trabalho que ir cuidar das questes gerenciais e tcnicas para que a obra se concretize. A UGP contar

    com a participao de representantes de diversas instncias governamentais, que vo trabalhar juntando

    esforos e experincias nas reas tcnicas de arquitetura e engenharia. Bem como conhecimentos em

    processos de aquisio e contabilidade pblica, licitao, comunicao e anlise jurdica. Captao de

    recursos: o planejamento financeiro do projeto inclui a participao do Governo Federal, atravs do Ministrio

    da Cultura, do Governo do Estado da Bahia e patrocnio e apoio de empresas pblicas e privadas. A primeira

    a confirmar o patrocnio foi o Grupo Neoenergia/Coelba. No entanto, outras 6 grandes empresas j

    manifestaram interesse em se tornar patrocinadoras.

    PROGRAMA 138 - ECONOMIA CRIATIVA

    AO ORAMENTRIA: 6007 - CAPACITAO E QUALIFICAO TCNICA E ARTSTICA TCA

    1. CENTRO TCNICO DO TCA

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    O Centro Tcnico do Teatro Castro Alves promoveu desde o incio do ano uma srie de oficinas gratuitas

    com o intuito de capacitar e qualificar profissionais e reas tcnicas especficas que atingiram um pblico de

    150 participantes. A Desenho tcnico aplicado cenografia, ministrada para duas turmas pela designer

    industrial e cengrafa Lorena Peixoto, aconteceu em abril e maio, destinada a cenotcnicos, cengrafos,

    aderecistas e contra-regras, com o objetivo de qualificar e capacitar tcnicos que j atuam no mercado da

    Engenharia do Espetculo na Bahia. Os temas abordados foram o uso de instrumentos de desenho

    geomtrico, estudo e construo dos entes geomtricos, estudo e construo das formas e slidos

    geomtricos, estudo dos ngulos, leitura e confeco de plantas arquitetnicas, sistemas de representao

    biodimensional. Atravs do Centro Tcnico, o TCA ofereceu outra oficina gratuita: Oficina de Informtica

    Aplicada aos Projetos de Cenografia, ministrada por Marcos Nues, arquiteto, cengrafo e professor da

    Faculdade de Arquitetura da UFBA. O foco das aulas foi o desenvolvimento de projetos de cenografia com

    auxlio de desenho informatizado, atravs da simulao tridimensional de ambientes e objetos utilizando

    modelagem 3D. A Oficina Sonorizao e udio em Linguagem Digital, ministrada por Carlos Santos, msico

    terapeuta, multi-instrumentista, tcnico de sonorizao ao vivo e tcnico de capacitao e mixagem de udio

    em estdio, teve como foco o ensino sobre equipamento de sonorizao ao vivo e a introduo ao udio

    digital. O cengrafo mineiro Raul Belm Machado, responsvel pelo projeto pera Carmen, ministrou a

    Oficina de Introduo Cenotcnica na rea de engenharia teatral. A oficina buscou atingir profissionais e

    estudantes das reas de cenografia, cenotecnia, aderearia, artes plsticas, desing, decorao, arquitetura e

    reas afins. Teve como metodologia a diviso em duas etapas: Mdulo I dedicado s teorias de criao da

    cenografia e determinao de estruturas cnicas. Mdulo II voltado para acabamentos estticos, pintura,

    texturizao e envelhecimento de objetos cenogrficos. A Oficina de Modelagem para Costura Cnica foi

    ministrada pela costureira cnica Dora Moreira. O foco da oficina foi qualificar profissionais da costura para a

    atividade de modelagem e, com isso, treinar profissionais para suprir as necessidades do mercado do teatro

    baiano. Os temas abordados foram especificidades da costura para o espetculo, tcnicas de confeco de

    moldes para vesturio, estudo dos diferentes tipos de tecido e aviamentos disponveis no mercado e noes

    bsicas de alfaiataria. O pblico alvo foi profissional ou estudante da rea de costura. A Tcnicas de

    Tingimento em Tecido e Tratamento de Figurinos foi ministrada pela figurinista Diana Moreira e contou com

    a colaborao do figurinista convidado, Luis Santana. Teve como foco ensinar atravs de diversas tcnicas,

    as maneiras de tratamento de roupas e adereos cnicos de vesturio, envelhecimento, texturizao e

    tingimento, criao de cartela de cores e a relao entre a cor e luz. Alm das aes de qualificao, o

    Centro Tcnico continuou oferecendo apoio comunidade artstica do estado com os servios de confeco

    de cenrios e figurinos para grupos de teatro, dana e quadrilhas, como os espetculos O Olho de Deus do

    diretor Marcio Meirelles; O Sumio da Santa, de Fernando Guerreiro; Amor Barato de Fbio Esprito

    Santo, contemplado dentro do edital TCA.Ncleo; Ou Isso, nova montagem do BTCA; A mulher de Roxo,

    Requim por um sorriso entre outros, alm das Quadrilhas Asa Branca, Capelinha e ABC; e exposies em

    cartaz no foyer do TCA e dos festivais VivaDana, Fhuba, Filte e FIAC. No total, at 15 de outubro foram

    apoiados para a confeco de cenrios e figurinos: 21 espetculos, trs quadrilhas, quatro festivais, quatro

    exposies. Foi mantido o servio do acervo do guarda roupas, com mais de seis mil peas de figurino e

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    adereos disponveis para emprstimos ou aluguel. Totalizando 1177 emprstimos e 241 aluguis de

    figurinos e adereos. O Armazm Cenogrfico apoiou 27 espetculos, e 11 festivais e instituies com a

    guarda de seus materiais de cenrio, alm dos emprstimos cedidos a classe artstica.

    ATIVIDADES DE CAPACITAO E QUALIFICAO TCNICA E ARTSTICA, BAHIA 2012

    Eventos N de Atividades Pblico Recursos Aplicados

    (R$ 1.000,00)

    Oficinas do Centro

    Tcnico

    6 150 11,79

    Totais 6 150 11,79

    Fonte: SECULT/FUNCEB/TCA Nota: Programa: 139, Compromisso: 001

    AO ORAMENTRIA: 4690 - ATRAO DE PRODUES AUDIOVISUAIS NACIONAIS E

    INTERNACIONAIS - BAHIA FILM COMISSION

    1. BAHIA FILM COMISSION - SEMINRIO:

    Participao da Bahia Film Commission no 5 Encontro da Abrafic (Aliana Brasileira de Film Commissions)

    Instituda atravs do Decreto n 12.129, de 20 de maio de 2010, a Bahia Film Commission (BFC) uma

    comisso que conta com a participao de diversas secretarias do Governo e tem como objetivo apoiar as

    atividades filmogrficas no Estado da Bahia, atravs de aes diversas que incluem, entre outras: apoio ao

    trabalho de produtores audiovisuais, brasileiros e estrangeiros; apoio tcnico e logstico a empresas e

    produtores cinematogrficos baianos; aes de promoo comercial de locao cinematogrfica; criao de

    stios infraestruturados para o desenvolvimento da indstria cinematogrfica; e a proposio de aes e

    mecanismos de integrao entre os agentes, rgos e entidades do setor audiovisual, observando as

    diretrizes da poltica pblica de audiovisual. A Dimas, na condio de Secretaria Executiva da BFC, participou

    do 5 Encontro da Aliana Brasileira de Film Commissions (Abrafic), com o intuito de fortalecer o intercmbio

    com outros estados, bem como proporcionar maior visibilidade Bahia como cenrios para a realizao de

    obras audiovisuais. Promovido pela Abrafic e Governo do Estado do Rio Grande do Sul, o evento ocorreu

    nos dias 1 e 2 de junho de 2012, na cidade de Bento Gonalves-RS. O objetivo foi promover a troca de

    experincias de gesto, a promoo do conceito de Film Commission no Brasil e a prospeco de novos

    escritrios de negcios no pas. A programao incluiu a reunio anual da ABRAFIC, o 5 Seminrio de

    Servios e Locaes Brasil (com apresentao de cases das Film Commissions brasileiras), o 1 Seminrio

    de Servios e Locaes do Rio Grande do Sul e a reunio preparatria para o 3 Encontro Latino Americano

    de Film Commissions, que ocorreu em julho de 2012, em Montevidu, no Uruguai.

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    2. SERVIO DE FOTOGRAFIA CATLOGO BAHIA EM IMAGENS Contratao de fotgrafo

    especializado em locaes para produo audiovisual, para o fornecime nto de fotografias que vieram

    a ser inseridas na publicao, destinada a apresentar a produtores nacionais e estrangeiros os diversos

    cenrios, bem como a infra-estrutura de apoio produo audiovisual que o estado da Bahia dispe.

    AO ORAMENTRIA: 1948 FOMENTO DIFUSO ARTSTICA E INTERCMBIO NACIONAL E

    INTERNACIONAL DESCENTRALIZAO SECULT

    1. BEL BORBA AQUI IN SALVADOR - Fornecimento de passagens areas para o artista plstico Bel Borba

    e a produtora Mery Monteiro, que representaram o filme Bel Borba Aqui in Salvador em sua Avant

    Premiere, realizada na cidade de San Jose, Estados Unidos, durante o Festival de Cinema Ciniquest, no ms

    de maro. Ao retratar elementos da vida de um dos mais atuantes e representativos artistas plsticos baianos

    da atualidade, a obra no apenas contribui para a difuso da produo audiovisual baiana, mas tambm

    atravs do seu contedo oferece ao pblico de elementos que tangenciam outras linguagens artsticas, a

    exemplo das artes visuais, alm de aspectos ligados cultura baiana, como histria, arquitetura, msica e

    religiosidade.

    AO ORAMENTRIA: 6282 - CAPACITAO E QUALIFICAO TCNICA E ARTSTICA A CARGO

    DA FUNCEB

    1. SALES REGIONAIS - FORMAO:

    Realizao de cursos de qualificao em Artes Visuais em parceria com o Centro de Formao em Artes

    (FUNCEB) como parte integrante da programao dos Sales de Artes Visuais da Bahia - 2012. A execuo

    desta ao decorrncia de dilogo com os artistas visuais das cidades de Irec, Jequi e Juazeiro, por

    ocasio de encontros para a divulgao do edital dos Sales de Artes Visuais da Bahia 2012. Nestes

    encontros foi percebida a necessidade de aes de formao, principalmente oficinas de atualizao para

    artistas atuantes em relao produo de arte contempornea. Foram propostos, ento, o Curso de

    Qualificao em Histria da Arte com a artista visual e educadora Ieda Oliveira e o Curso de Qualificao em

    Processos Criativos com o artista visual e educador Caetano Dias, dois profissionais com amplo

    conhecimento e reconhecida atuao na rea de artes visuais contempornea, somando tambm, larga

    experincia como docentes. Ieda Oliveira uma artista contempornea com projeo fora da Bahia,

    premiada e realizou diversas exposies no Brasil e no exterior, em Taiwan, Hamburgo e Berlim,

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    participando, ainda, de residncia artstica fora do pas. Caetano Dias um dos artistas contemporneos

    baianos com maior projeo fora da Bahia, tendo sido muitas vezes premiado e realizado diversas

    exposies no Brasil e no exterior.

    Os cursos foram ministrados atravs de aulas expositivas com uso de PowerPoint, apresentao de vdeos,

    consultas livros da rea, anlise da produo contempornea de artistas nacionais e internacionais, leituras

    de portfolios dos artistas inscritos e, em algumas cidades, construo de obras coletivas e experimentos

    artsticos em grupo. Cada oficina ministrada, em cada cidade, teve carga horria de 15h, totalizando 45

    horas-aula de cada oficina. Os cursos aconteceram nas cidades onde foram realizados os Sales 2012,

    Irec, Jequi e Juazeiro, nos seguintes perodos:

    Processos Criativos Prof. Caetano Dias Irec de 03 a 06 de setembro de 2012, Jequi de 10 a 14

    setembro de 2012, Juazeiro de 15 a 19 de outubro de 2012.

    Historia da Arte Profa. Ieda Oliveira Irec: de 13 a 17 de agosto de 2012 Jequi: de 27 a 31 de agosto

    de 2012 Juazeiro: de 1 a 5 de outubro de 2012.

    Os resultados obtidos foram satisfatrios, gerando timo retorno dos participantes quanto qualidade do

    contedo dado e excelncia dos ministrantes. Recebemos registros escritos dos artistas participantes sobre a

    importncia da realizao do curso para o desenvolvimento artstico de cada um deles. No ano de 2011, foi

    ministrada a oficina de Processos Criativos Contemporneos tambm com excelentes resultados e em 2012

    visou-se dar continuidade a esta ao de formao. Apesar de atendermos solicitao de artistas das

    cidades envolvidas e divulgarmos amplamente a realizao dos cursos, tivemos menos participantes do que

    o esperado, no total atendemos 58 pessoas. Ocorreu uma defasagem entre pblico inscrito e pessoas que

    efetivamente participaram com freqncia regular ao curso.

    2. OFICINAS LITERRIAS ESCRITAS EM TRNSITO:

    O projeto Escritas em trnsito composto de oficinas de escrita literria, dadas por renomados autores de

    todo o Brasil, para estimular jovens escritores bem como interessados a desenvolverem ou qualificarem seus

    trabalhos. Nesse sentido, o projeto visa responder s nossas polticas de formao e fomento no mbito da

    literatura, bem como possibilita aos profissionais das letras, na Bahia, o aprofundamento e o dilogo com

    outros artistas da palavra, alm do acesso diversidade literria, uma vez que sero oferecidas oficinas de

    poetas e ficcionistas oriundos de vrias linhagens e estilos, todos reconhecidos e relevantes no Brasil,

    premiados e legitimados por uma crtica qualificada. A fim de permitir que todos pudessem compartilhar suas

    produes, as oficinas do projeto contaram com no mximo 20 inscritos, nmero considerado o mximo ideal

    pela maioria dos responsveis pelas oficinas a fim de no comprometer o trabalho em grupo. Em 2012 o

    projeto prev a realizao de 05 oficinas, com mais 04 programadas para ocorrer no ano de 2013 nos meses

    de Janeiro, Fevereiro e Maro.

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    A oficina Poesia S.A., ministrada pelo poeta pernambucano Fabiano Calixto, ocorreu dos dias 12 a 14 de

    Novembro na Biblioteca Publica do Estado da Bahia das 14 s 18hs. No curso, o poeta pde compartilhar

    com os participantes sua compreenso a respeito da produo potica, alm de retomar alguns conceitos da

    tradio literria visando trazer uma olhar mais amplo a respeito da histria da produo potica

    contempornea. A partir disso, o poeta sugeriu diversas tarefas de composio a serem feitas dentro e fora

    da oficina que terminaram por revelar trabalhos bastante interessantes estimulados pelos exerccios

    propostos pelo poeta. Dentre essas uma que consistia na produo de um texto utilizando algumas palavras

    pouco usuais propostas pelo poeta dentro de uma construo pr-determinada e com mtrica. Durante o dia

    12 de Novembro estiveram presentes 11 pessoas, durante o dia 13 de Novembro estiveram presentes 12

    pessoas e durante o dia 14 de Novembro estiveram presentes 12 pessoas.

    A oficina Realidade Expandida com o escritor Luiz Bras ocorreu durante os dias 20, 21 e 22 de Novembro na

    Biblioteca Publica do Estado da Bahia das 09 s 13hs. No curso, o escritor compartilhou com os participantes

    sua experincia de mais de vinte anos com a fico e props algumas dinmicas que incentivassem a

    produo dentro e fora da sala. Desse modo, o escritor apresentou como principal tcnica o estmulo atravs

    da observao de alguns curtas metragens de animao, a partir dos quais os participantes deveriam

    produzir algum texto narrativo ou potico. Do mesmo modo, o escritor apresentou um texto voltado

    discusso a respeito das noes tradicionalmente construdas do que seria um conto e props que os alunos

    dialogassem a respeito. Durante o dia 20 de Novembro estiveram presentes 17 pessoas, no dia 21 de

    Novembro estiveram presentes 13 pessoas e no dia 22 de Novembro estiveram presentes 13 pessoas.

    A oficina Palavra Falante: o jogo da poesia, ministrada pelo poeta, performador, artista visual e msico

    Ricardo Aleixo ocorreu durante os dias 26, 27 e 28 de Novembro no Conselho Estadual de Cultura da Bahia

    das 09 s 13 horas. No curso, o escritor optou por trabalhar menos com a escrita e mais com as

    possibilidades rtmicas, performticas e poticas do corpo de cada um dos participantes. Atravs disso, o

    poeta buscou trazer uma nova concepo da construo potica e sua relao com o corpo no momento em

    que as palavras so expressas pelo poeta, algo que foi construdo com dinmicas focadas na vocalizao de

    nomes em voz alta, com repeties individuais e em grupo, alm de dilogos entre os participantes focados

    nica e exclusivamente na inteno dos sons, e no das palavras. Durante o dia 26 de Novembro estiveram

    presentes 15 pessoas, no dia 27 de Novembro estiveram presentes 16 pessoas e no dia 28 de Novembro

    estiveram presentes 13 pessoas.

    A oficina de narrativas curtas: conto e crnica, ministrada pelo escritor Fabrcio Corsaletti, ocorreu durante os

    dias 10, 11 e 12 de Dezembro de 2012 na Biblioteca Pblica do Estado das 14 s 18 horas. No curso, o

    oficineiro optou por trabalhar com a leitura de apostilas com a seleo de textos de autores j consagrados

    na produo dos gneros abordados: conto e crnica, procurando observar o modo como cada um deles se

    utilizou de determinado recurso narrativo para compor seus textos. Na primeira aula, Fabrcio Corsaletti optou

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    por dar uma viso generalizada das narrativas curtas utilizando como exemplo trechos de algumas obras. Na

    segunda aula o foco foi a crnica, com a leitura de diversos textos do gnero e a produo em sala de uma

    crnica. Na ltima aula, foram feitas leituras de diversos contos seguidas da leitura da produo dos

    oficinandos. Durante o dia 10 estiveram presentes 14 pessoas, publico que se repetiu no dia 11 e 12.

    A oficina O que fazemos quando fazemos poesia?, teve como oficineiro o poeta e editor Carlito Azevedo e

    ocorreu nos dias 17, 18 e 19 de Dezembro de 2012 na Biblioteca Pblica do Estado da Bahia das 14 s 18

    horas. No curso, o poeta optou por apresentar aos oficinandos diversos poetas de diferentes gneros a fim

    de ampliar o repertrio dos participantes. Na primeira aula, o foco esteve nas produes trazidas por Carlito

    Azevedo que, na segunda aula, abriu espao para que a produo dos oficinandos fosse lida e discutida em

    sala, situao que se repetiu na terceira e ultima aula. medida que as leituras se faziam o oficineiro

    compartilhou suas opinies e sua viso de editor, algo que se converteu em uma oportunidade bastante

    salutar para todos. Durante o dia 17, 18 e 19 o pblico manteve-se constante com a presena de 15 pessoas

    em cada um dos dias.

    Para o projeto todo, englobando nove oficinas, foi previsto oramento na ordem de R$44914,00 (quarenta e

    quatro mil novecentos e quatorze reais), dos quais foram gastos at o momento R$14564,00 (quatorze mil e

    quinhentos e sessenta e quatro reais).

    Os impactos do projeto como um todo ainda no podem ser percebidos, uma vez que o objetivo ajudar na

    formao e no estimulo de jovens escritores baianos e a ideia que os resultados oriundos do contato com

    os renomados escritores convidados para ministrar as oficinas se reflitam numa melhor qualitativa e

    quantitativa das produes de parte da classe literria baiana que participou das oficinas. Por outro lado,

    possvel perceber, j no retorno de alguns dos oficinandos e oficineiros o entusiasmo com a iniciativa do

    projeto, haja vista que diversos dos escritores convidados, apesar de possuir uma carreira extensa e

    premiada, nunca estiveram na Bahia para desenvolver trabalhos dessa natureza. Por parte dos participantes,

    tem sido notria a felicitao pela oportunidade de estar em contato com esses escritores de modo to direto

    e prximo.

    3. CURSO DE QUALIFICAO EM CIRCO, ARTES VISUAIS, TEATRO E DANA - PARCERIA

    FUNARTE:

    3.1. CIRCO

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    O evento foi realizado pelo Ncleo de Artes Circenses da FUNCEB em parceria com Coordenao de Circo

    da Fundao Nacional das Artes - FUNARTE (Ministrio da Cultura - Governo Federal) e Escola Nacional de

    Circo, no perodo de 01 de setembro a 05 de outubro. Foram quatro oficinas, sendo elas: Acrobacia Area

    em Tecido - ministrada pela artista circense, Aline Amado, no Teatro Cidade do Saber em Camaari; Lira e

    Trapzio, ministrada pela artista circense Millena Gouvea, no Circo Maravilha no bairro de So Gonalo;

    Tranca e Icrios, ministrada pela artista Roberta Justen, no Espao Xisto no centro de Salvador e por ltimo

    a de Acrobacias, ministrada pelo artista circense Antnio Marcos, tambm no Circo Maravilha. Ao todo foram

    68 pessoas que obtiveram uma formao e/ou qualificao nas tcnicas circenses mencionadas, com uma

    carga horria total de 80 horas.

    A partir da realizao destas oficinas foi possvel perceber a demanda por formao e/ou qualificao nesta

    rea e quanto importante ampliar as ofertas na capital e interior do Estado. Por outro lado necessrio

    aparelhar os equipamentos culturais do Estado (Centros de Cultura, CFA e outros) para receber estas

    oficinas, uma vez que necessrio ter aparelhos especficos e segurana na execuo dos mesmos.

    3.2. ARTES VISUAIS

    A realizao da oficina de Fotografia Vernacular e Fotopintura foi resultado de parceria proposta pela

    FUNARTE, dentro do programa intitulado "Desafios Contemporneos". Este programa parte de consulta ao

    pblico interessado, que se manifesta sobre qual curso deseja seguir na rea de Artes Visuais. A

    Coordenao de Artes Visuais, seguindo orientao da FUNARTE, realizou uma consulta pblica propondo o

    oferecimento de duas oficinas: Oficina de pintura e desenho contemporneos, ministrada pela artista plstica

    Suzana Queiroga, do Rio de Janeiro e Fotografia Vernacular a ser ministrada pelo Prof. TitusRiedl. A

    consulta pblica foi realizada via internet e a maioria optou pela realizao da oficina do Prof. Titus, que tem

    larga experincia como curador de exposies e pesquisador de Histria da Arte, com foco nos estudos de

    cultura popular e das artes visuais. A oficina dirigiu-se a fotgrafos, artistas visuais e pesquisadores da

    imagem. A procura pelo curso foi muito grande, foram recebidas 101 inscries para o preenchimento de 20

    vagas. A escolha dos participantes da oficina levou em conta a ordem de inscrio e a demonstrao,

    atravs de apresentao de resumo de currculo, de que o candidato pertencia ao pblico alvo da mesma.

    A oficina foi realizada no Centro de Formao em Artes Solar So Dmaso, no perodo de 24 a 28 de

    setembro, com carga horria de 40h. Durante a oficina, o Prof. TitusRiedl discorreu sobre a fotografia

    vernacular, apresentando tcnicas antigas, tradicionais e populares, a exemplo da fotografia Lambe-Lambe,

    Monculos, Lonas Pintadas e Fotopintura. Seguindo o carter de intercmbio da proposta, os participantes

    mostraram fotografias do tema trabalhado e falaram de suas experincias fotogrficas. Foram desenvolvidas

    reflexes sobre arte contempornea na fotografia cotidiana, acompanhadas de projees de slides, filmes e

    indicaes de bibliografia. A experincia foi registrada fotograficamente e no final da oficina realizou-se um

    trabalho prtico, com a confeco de vrias lonas pintadas que serviram de base para fotografias, as lonas

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    foram doadas para o Centro de Formao em Artes. Participaram efetivamente da oficina 19 pessoas, das

    quais 17 cumpriram carga horria necessria para receber o certificado.

    Os objetivos da oficina foram plenamente atingidos, ampliando o conhecimento sobre a fotografia vernacular.

    A proposta de intercmbio de conhecimento concretizou-se no relato dos participantes sobre sua

    experincias com o tema e com troca de contatos entre os participantes e o professor. Quanto s

    dificuldades encontradas ressaltamos a questo do local de realizao da oficina, que precisa ser melhor

    qualificado em relao acstica, uma vez que o som de outras atividade desenvolvidas no local interfere

    nas aulas expositivas.

    3.3. TEATRO

    3.3.1. ESTRATGIAS DE ILUMINAO PARA A CENA

    A Fundao Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), em parceria com a Fundao Nacional de Artes

    (Funarte), ofereceu para a comunidade teatral da cidade de Euclides da Cunha a oficina Estratgias de

    Iluminao para a Cena, ministrada pelo diretor, dramaturgo e iluminador Joo Sanches, no Auditrio da

    Universidade do Estado da Bahia (UNEB), entre os dias 23 e 27 de outubro de 2012. A oficina foi uma ao

    da Coordenao de Teatro da FUNCEB com o objetivo de capacitar os profissionais da linguagem na rea de

    iluminao. A inscrio foi gratuita e realizada atravs do formulrio disponvel no site da FUNCEB.

    A oficina Estratgias de Iluminao para a Cena apresentou noes bsicas de iluminao voltadas para a

    criao artstica da luz cnica. Foram abordadas as funes tcnicas e artsticas da luz; a trajetria histrica

    da iluminao no fazer teatral; os principais equipamentos de luz e suas diferentes formas de utilizao; as

    noes de posicionamento, angulao e afinao; o sistema bsico de iluminao em Teatros; os termos

    tcnicos mais utilizados no ambiente profissional; e tambm algumas referncias e conselhos para a criao

    de uma luz cnica extrados da experincia profissional do professor.

    A oficina ainda realizou um experimento tcnico-artstico no qual cada aluno pde criar uma luz para iluminar

    uma cena/imagem montada pela turma. O resultado foi registrado pelos prprios alunos em uma srie

    fotografias que revelam um pouco do aprendizado e da sensibilidade despertada pela oficina nos alunos.

    Nmero de Inscries 30

    Nmero de Vagas - 20

    Selecionados - 30

    3.3.2. DRAMATURGIA E PROCESSO

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    A Fundao Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), em parceria com a Fundao Nacional de Artes

    (Funarte), realizaram a a oficina Dramaturgia e Processo, que foi conduzida pelo diretor, roteirista,

    dramaturgo e compositor Joo Falco. As aulas aconteceram no Centro de Formao em Artes da FUNCEB

    (CFA), nos dias 12 e 13 de novembro, das 10 s 19 horas. As foram gratuitas e feitas atravs do formulrio

    disponvel no site da FUNCEB.

    A atividade estava inicialmente prevista para atender a uma turma de 25 alunos. Devido grande demanda

    de interessados (262 inscritos), o nmero de vagas foi ampliado em 65%. Para definir os selecionados, foi

    feita anlise dos currculos apresentados na inscrio, levando em conta a experincia dos candidatos na

    rea da dramaturgia visto esta se tratar de uma oficina de qualificao, voltada ao aperfeioamento de

    artistas j iniciados.

    Trabalhando processos criativos em exerccios de dramaturgia, os alunos tiveram contato com o repertrio

    de conhecimentos e experincias do artista ministrante: Joo Falco escreve, compe e dirige para teatro,

    televiso e cinema e um dos diretores e dramaturgos mais presentes e premiados no cenrio nacional.

    Na experincia no teatro, podem-se citar A Dona da Histria, que escreveu, dirigiu e musicou especialmente

    para Marieta Severo e Andra Beltro, e que depois virou filme de Daniel Filho, cujo roteiro foi tambm

    assinado por Falco. Outros trabalhos englobam a direo do espetculo Quem Tem Medo de Virginia Wolff,

    com Marco Nanini, Marieta Severo, Slvia Buarque e Fbio Assuno; texto e direo do musical Cambaio,

    numa parceria com Chico Buarque, Edu Lobo e Adriana Falco; e adaptao e direo do espetculo O

    Pequeno Prncipe, com Luana Piovani.

    A oficina Dramaturgia e Processo faz parte do programa da Coordenao de Teatro da FUNCEB e se

    apresenta como o primeiro curso desta linguagem a ser realizado no Centro de Formao em Artes da

    instituio.

    Nmero de Inscries 262

    Nmero de Vagas -20

    Selecionados - 40

    3.4. DANA

    A Coordenao de Dana tem como um de seus objetivos a realizao de atividades de formao, buscando

    ampliar os espaos de qualificao dos profissionais deste campo. Neste sentido a Diretoria das Artes da

    FUNCEB tomou conhecimento de uma ao da Fundao Nacional de Artes Funarte que prev o

    pagamento de cachs para que oficineiros realizem atividades de formao em todo o territrio nacional

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    bastando que os Estados ou municpios pronunciassem seu interesse nessas atividades e assumissem os

    custos com passagem, hospedagem e alimentao.

    A parceria estabelecida entre FUNCEB e FUNART resultou na realizao de oficinas gratuitas de Iluminao

    para Dana e de Confeco de Figurinos para Dana nos meses de outubro e novembro de 2012. A

    FUNCEB responsabilizou-se em assumir os custos com passagem, hospedagem e alimentao para os

    colaboradores enquanto a FUNART responsabilizou-se em arcar com o pagamento do cach dos mesmos,

    no valor de R$ 3.000,00.

    As oficinas de Iluminao para Dana foram ministradas por Anderson Rodrigo Santos Borges no perodo

    de 08 a 12 de outubro, no Centro de Cultura Joo Gilberto, na cidade de Juazeiro e no perodo de 15 a 19 de

    outubro, no Centro de Cultura de Porto Seguro, em Porto Seguro. As oficinas tiveram uma durao de 20

    (vinte) horas e poderiam atender a um pblico de 20 pessoas cada, dentre artistas amadores e profissionais

    da regio.

    Anderson Rodrigo Santos Borges diretor, coregrafo, produtor e iluminador. Iniciou os estudos em arte em

    1998 no projeto viver com arte, integrou o corpo de baile da orquestra popular da Bahia, formado pelo

    curso tcnico em dana pela escola de dana da FUNCEB, participou como bailarino de intercmbios pela

    Frana. Atualmente diretor do projeto Sexta Cnica, diretor e coregrafo da tomos Cia de dana, um

    dos idealizadores do projeto Tabuleiro da Dana e AbriU Dana na Bahia e, trabalhou como iluminador em

    mais de 20 espetculos.

    As oficinas de Iluminao para Dana tiveram como contedo programtico a abordagem da funcionalidade e

    contextualizao de iluminao cnica. Foram apresentados os conceitos bsicos da construo/criao e

    compreenso tcnica na operao e desenvolvimento de iluminao para espetculos de dana, analisando

    estruturas e recursos necessrios para esses profissionais, abordando tambm parmetros e questes

    referente a segurana no trabalho e concepo de planos de luz. Na cidade de Juazeiro, a oficina contou

    com 7 (sete) participantes e em Porto Seguro com 12 (doze).

    As oficinas de Confeco de Figurino para a Dana ministrada por Carlos de Carvalho Incio aconteceram

    no perodo de 12 a 16 de novembro, no Centro de Cultura Joo Gilberto, na cidade de Juazeiro; e no perodo

    de 19 a 23 de novembro, no Centro de Cultura de Porto Seguro, em Porto Seguro. As oficinas tambm

    tiveram uma durao de 20 (vinte) horas e poderiam atender a um pblico de 20 pessoas cada, dentre

    artistas amadores e profissionais da regio.

    Carlos de Carvalho Incio, Rino Carvalho, bacharel em artes cnicas direo teatral pela Universidade

    Federal da Bahia, possui habilitao profissional como ator pela fundao das artes/ So Paulo, tcnico

    txtil e cursou marcenaria pela Escola Conde Jos/ So Paulo. Rino Carvalho tem mais que 50 trabalhos

    como diretor teatral, assistente de direo, figurinista e maquiador, alm de ter bastante experincia como

    oficineiro. Atualmente integra a administrao do Teatro Gamboa Nova, Salvador/Bahia.

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    As oficinas de Confeco de Figurino para Dana aconteceram com costureiras, artess, bailarinos, atores,

    performers, artista plstico, quadrilheiros e pessoas que no desenvolviam trabalhos artsticos, mas se

    interessavam em figurino e moda. A oficina foi iniciada com a apresentao de cada participante e o seu

    envolvimento artstico na rea de figurino, seguindo para a introduo da criao de um figurino, desde o

    primeiro contato com o criador ou contratante, perpassando pela discusso da criao, a pesquisa, a

    inspirao, a importncia de conhecer a obra atravs dos ensaios,textos ou msica, at a proposta

    desenhada e o seu argumento para a dramaturgia do figurino apresentado e o entrosamento com as outras

    reas tcnicas que compe o espetculo em toda a sua imagtica e esttica: maquiagem, iluminao e

    cenrio. Na cidade de Juazeiro, a oficina contou com12 (doze) participantes e em Porto Seguro com 13

    (treze).

    Durante os primeiros dias de oficina foram treinadas tcnicas para se desenhar o croqui no corpo do modelo

    feminino e masculino para inserir a indumentria e nos dias seguintes cada participante desenvolveu um

    figurino a partir de um texto, uma frase, um poema, uma msica, uma coreografia ou uma idia. Trabalhando

    sempre com discusses em grupo, foi possvel alcanar um resultado criativo e dinmico do entendimento do

    fazer artstico, dentro dos limites de cada participante e o seu envolvimento na sua rea cnica.

    A compra das passagens areas para os oficineiros se deu pela FUNCEB atravs da empresa Propagtur,

    empresa licitada para realizao deste servio.

    Para a hospedagem dos colaboradores fez-se necessrio a solicitao de dispensa de licitao de uma

    agencia de turismo. Tal processo foi aberto pela Coordenao de Teatro e acompanhado de DIRART e pelas

    Coordenaes de Teatro e Dana.

    5. PROGRAMA DE INCENTIVO CRTICA DE ARTES 2012

    O Programa de Incentivo Crtica de Artes uma iniciativa que se insere na poltica de democratizao do

    acesso cultura e estmulo formao artstica dos criadores, tcnicos, produtores e pesquisadores da rea.

    Seu objetivo promover a produo qualificada de crticas de artes atravs de aes estruturantes que

    envolvem a formao, produo, criao, circulao e difuso do exerccio da anlise crtica. Em 2012, a

    FUNCEB reformulou e ampliou o programa e suas aes integrantes com a realizao da 2 edio do II

    Seminrio Baiano de Crtica de Artes e da Oficina de Qualificao em Crtica, alm do lanamento da Srie

    Crtica das Artes. Assim, pretende, processualmente, renovar e manter a produo de crticas artsticas no

    estado, devolvendo-lhe a devida relevncia e visibilidade, possibilitando um maior acesso do grande pblico

    informao qualificada e uma reviso do olhar esttico sobre as artes.

    5.1. SEMINRIO DE CRTICA DAS ARTES

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    O II Seminrio Baiano de Crtica de Artes ocorreu nos dias 29 e 30 de outubro de 2012, no Espao Xisto

    Bahia. Aberto gratuitamente ao pblico, que foi de cerca de 80 pessoas por dia, o evento foi transmitido ao

    vivo atravs do Portal do IRDEB, com apoio da Diretoria de Audiovisual (DIMAS) da FUNCEB, obtendo

    aproximadamente 5.000 visualizaes, permitindo o acesso de pessoas do interior do estado e de todo o

    pas, alm dos interessados que no puderam estar presentes. No primeiro dia o Seminrio teve como

    convidadas Helena Katz, professora e crtica de dana e Ivana Bentes, ensasta, professora, pesquisadora e

    curadora, tratando do tema Mquina de ps-produo. J no segundo dia, estiveram presentes Carlos

    Calado, jornalista, crtico musical e editor, e Wagner Schwartz, performer, coregrafo e linguista, para falar

    sobre O negcio da cultura. Nas duas datas, a mediao foi feita por Marcelo Rezende, jornalista, editor,

    crtico e curador. Ao fim dos dois dias de Seminrio o pblico pde participar tirando dvidas e debatendo o

    tema com os convidados.

    5.2. OFICINA DE QUALIFICAO EM CRTICA

    A atividade foi direcionada a pessoas interessadas em qualificar suas habilidades na produo da crtica. A

    oficina teve a coordenao pedaggica do professor Luiz Cludio Cajaba, da Universidade Federal da Bahia

    (UFBA), que tambm atuou como orientador da oficina junto Cyntia Nogueira, da Universidade Federal do

    Recncavo (UFRB), Luiz Fernando Ramos, da Universidade de So Paulo (USP), e do jornalista e

    crtico Marcelo Rezende. As inscries foram gratuitas e na data de encerramento j contava com mais de

    200 inscritos para as 30 vagas oferecidas. A seleo contemplou as diversas reas, considerando o

    envolvimento prvio dos inscritos com as artes e o campo da crtica. Tendo em vista a repercusso da

    inscrio, todo o material utilizado na Oficina ser disponibilizado por e-mail aos no selecionados.

    A Oficina foi conduzida em formato semipresencial, aliando encontros presenciais, com a disponibilizao de

    materiais online e indicao de atividades extraclasse. As atividades ocorreram no perodo entre 12 de

    novembro e 8 de dezembro, sendo os encontros presenciais s sextas e sbados, divididas em dois

    mdulos: Mdulo I Ensino Terico e Prtico de Anlise e Produo de Crtica de Artes e Mdulo II

    Orientaes para Criao e Desenvolvimento de Projetos Editoriais de Peridicos de Crticas de Artes,

    tento como objetivo resultar em desdobramentos que contribuam para a sustentabilidade da crtica na Bahia.

    Como resultado deste ltimo mdulo, os alunos da oficina junto Diretoria das Artes da FUNCEB esto em

    processo de discusso para a criao de um peridico de contedo crtico, com previso de lanamento em

    janeiro.

    5.3. ENCONTROS PRESENCIAIS OFICINA DE QUALIFICAO EM CRTICA

    MDULO DATA LOCAL ORIENTADOR

    Mdulo I Ensino 16 e 17/11 Escola de Teatro da UFBA Luis Cludio

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    Terico e Prtico de

    Anlise e Produo de

    Crtica de Artes

    Cajaba

    23 e 24/11 Sala Alexandre Robatto -

    DIMAS Cyntia Nogueira

    30/11 e

    01/12

    Sala Multiuso da DIMAS Luiz Fernando

    Ramos Centro de Formao em Artes

    Escola de Dana

    Mdulo II - Orientaes

    para Criao e

    Desenvolvimento de

    Projetos Editoriais de

    Peridicos de Crticas

    de Artes

    07 e 08/12 Sala Multiuso da Dimas Marcelo

    Rezende

    Fonte: FUNCEB, 2012.

    5.4. SRIE CRTICA DAS ARTES

    Srie de publicaes com temticas diversas dentro do universo da crtica de artes, no intuito de promover a

    difuso de contedo sobre o tema, resgatando produes de profissionais notrios no campo, divulgando

    novos trabalhos, assim como disponibilizando materiais didticos e/ou analticos da crtica cultural.

    Integrando a srie foi lanado este ano o livro Leituras Possveis nas Frestas do Cotidiano, publicao que

    rene as crticas premiadas no Concurso Estadual de Estmulo a Crtica de Artes 2011. O livro

    organizado por Milena Britto, Coordenadora de Literatura da FUNCEB, e conta ainda com artigos de Antonio

    Marcos, Carlos Bonfim e Rachel Esteves Lima, autores convidados e que participaram do processo seletivo

    do referido concurso, alm de textos institucionais. O lanamento do livro aconteceu no sbado, dia 08/12, na

    Galeria Pierre Verger situada na DIMAS, e encerrou a Oficina de Qualificao em Crtica. O evento contou

    com um pblico de aproximadamente 50 pessoas, entre elas os premiados no referido concurso, alunos da

    Oficina de Qualificao em Crtica e demais interessados.

    Para o prximo ano est previsto o lanamento da verso impressa do Panorama do Cinema Baiano, escrito

    pelo crtico de cinema e pesquisador de notria especializao no campo audiovisual, Andr Setaro,

    originalmente publicada pela FUNCEB no ano de 1976 e que foi revisado e re-lanado em meio digital este

    ano pela DIMAS. O Panorama traa uma linha histrica sobre o desenvolvimento do cinema na Bahia,

    enfocando aspectos ligados produo, exibio e crtica. Para 2013 esto previstos ainda o lanamento de

    uma coletnea dos textos Crticos de Clodoaldo Lobo, jornalista e reconhecido crtico teatral baiano,

    organizada por Nadja Magalhes Miranda, alm de uma publicao acerca da segunda edio do Programa

    de Incentivo Crtica de Artes, com textos dos principais profissionais envolvidos nesse nesta edio.

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    6. OFICINAS DE FORMAO CIRCO - 1 ETAPA E 2 ETAPA:

    Os Circos Itinerantes, aqui denominados de Circo Tradicional, necessitavam de qualificao e os grupos,

    companhias ou artistas independentes, denominados de Novo Circo, necessitavam da vivncia da

    itinerncia. Desta forma, o edital de Oficina de Qualificao nos Circos buscou suprir parte destas

    deficincias proporcionando aos grupos, circos e artistas envolvidos, novas formas de fomentar e/ou produzir

    a arte circense no Estado. Foi realizada uma seleo pblica no site da FUNCEB, com inscries e cadastros

    on line, tanto dos circos itinerantes, quanto dos artistas e grupos independentes. O cadastro dos circos no

    site da FUNCEB, tambm serviu para atualizar as informaes e dados de alguns circos que foram

    mapeados no projeto Mapeamento e Memria dos Circos na Bahia. Foram selecionados trs circos

    itinerantes, dos seis inscritos, que atenderam aos seguintes critrios:

    Estar localizado em um dos 417 municpios que compem o estado da Bahia, incluindo vilarejos ou

    zonas rurais;

    Ter interesse e disponibilidade de receber os artistas em seu circo, durante o perodo de 15 dias;

    Disponibilizar e envolver artistas e tcnicos do circo neste projeto;

    Participar de toda e qualquer oficina, oferecida pela FUNCEB neste perodo, para a melhoria do

    circo.

    Disponibilizar informaes necessrias realizao do projeto;

    No estar inadimplente com receita Federal, Estadual ou Municipal, se for o caso.

    Quanto aos artistas e grupos independentes, ou seja, da tendncia do Novo Circo, foram selecionados 07

    artistas dos 25 inscritos, compondo uma equipe que percorreu os circos itinerantes, tendo as seguintes

    modalidades: 01 diretor(a) de espetculo, 01 produtor(a), 02 especialista em tcnicas areas e de solo e 01

    palhao. No houveram inscritos na categoria de Tcnico em Segurana, por isso no houve a contratao

    nesta modalidade. Os critrios de seleo obedeceram os seguintes itens:

    Analise curricular, comprovando a experincia na rea a que concorre;

    Tempo de experincia;

    Interesse e disponibilidade de contratao durante todo o perodo de execuo do projeto;

    Idade mnima de 18 anos;

    Prvia proposta de realizao de oficinas nos circos selecionados, a depender do caso.

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    Em cada circo visitado por esta equipe foram qualificados em mdia 10 artistas que compem o elenco dos

    espetculos. Como as qualificaes dizem respeito a toda a atividade circense (itinerncia, busca de apoios

    e patrocnios, inscrio em editais, qualidade tcnica do espetculo e outros), acreditamos que nos prximos

    editais da SECULT/BA e FUNCEB teremos mais proponentes dos circos itinerantes, alm de ter em longo

    prazo espetculos mais criativos e qualificados no interior do Estado.

    7. O CENTRO DE FORMAO EM ARTES E A ESCOLA DE DANA, vinculados Fundao Cultural do

    Estado da Bahia, so espaos pblicos de ensino das artes, responsveis pela formao e qualificao

    tcnica e artstica. O Centro de Formao, criado a partir da Reforma Administrativa do Poder Executivo

    Estadual resultante da Lei n 12.212 em maio de 2011, integra a unidade da Escola de Dana da FUNCEB,

    ampliando ento aes de formao e qualificao tambm para outras linguagens artsticas. A Escola de

    Dana, criada em 1984, campo de iniciao, formao tcnica e qualificao artstica em dana para

    crianas, jovens e adultos, em especial alunos da rede pblica de ensino. tambm responsvel por aes

    de estmulo e apoio cultural a artistas e grupos da comunidade de Salvador. Localizados no Pelourinho,

    promovem cursos, oficinas, projetos, aes artstico-educativas e mostras artsticas nas diversas linguagens

    para diversos pblicos, com aes diretamente ligadas ao pblico jovem.

    A expertise construda ao longo dos quase 30 anos da Escola de Dana foi um referencial importante para o

    encaminhamento artstico e pedaggico do CFA, que tem porte especial de unidade escolar, constituindo-se

    como um dos espaos prioritrios da FUNCEB/SECULT a democratizar e garantir o acesso educao para

    a arte e a cultura, atravs da ampliao de espaos e oportunidades formativas, atendendo crianas, jovens

    e adultos.

    A Escola de Dana da FUNCEB, conveniada desde dezembro de 2011, Secretaria da Educao da Bahia

    (SEC), tem seus princpios pedaggicos alinhados poltica de Educao Profissional desenvolvida pela

    Superintendncia da Educao Profissional (SUPROF) e os referenciais tericos conceituais adotados para o

    ensino das artes acompanha avanos e pesquisas da contemporaneidade. A prioridade da educao e

    qualificao artstica profissional faz aproximar e dialogar as reas da educao, em arte e cultura, com

    questes relativas ao trabalho, entendendo assim como metas, o acesso, a participao produtiva e a

    gerao de renda na sociedade, onde se inclui o mercado profissional.

    Alm disso, o CFA atravs de Cursos Preparatrios para crianas e adolescentes, investe na iniciao

    artstica, na perspectiva de uma educao integral e cidad, com aes que acontecem no s na Escola de

    dana, sede Pelourinho, como tambm em centros sociais e culturais da Bahia. Aos jovens e adultos a

    iniciao em dana trabalhada atravs de Cursos Livres, onde so oferecidas diversas opes de dana.

    Entre elas, esto Cursos Preparatrios para Crianas, nas reas de dana e msica, e oficinas artsticas

    associadas aos Sales de Artes Visuais da Bahia, nos municpios de Irec, Jequi e Juazeiro.

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    TABELA EIXOS DE EDUCAO DO CFA

    EIXOS EDUCACIONAIS

    LOCAL DE REALIZAO

    1. EDUCAO PROFISSIONAL

    1.1 Curso Tcnico Nvel Mdio em Dana

    1.2 Cursos de Formao Inicial e Continuada (FIC),

    Qualificao Profissional

    Escola de Dana da FUNCEB, no Centro Histrico

    de Salvador

    Escola de Dana, Centro de Formao em Artes,

    ambos no CHS, e Centros de Cultura do interior.

    2. FORMAO INICIAL

    2.1 - Cursos Preparatrios - Iniciao dana para

    crianas e adolescentes

    2.1. 2 - Ncleo de Dana da FUNCEB - Iniciao

    dana para crianas Centro Social Urbano do

    Nordeste de Amaralina

    2.1. 3 - Cursos de Iniciao Msica na casa da

    Msica

    2.1. 4 - Cursos de Iniciao Msica em parceria com

    o Instituto Fatumbi no Alto das Pombas

    2.2 - Cursos Livres de Dana, para jovens e adultos

    Escola de Dana e Centro de Formao em Artes

    Centro Social Urbano do Nordeste de Amaralina

    Casa da Msica em Itapo

    Instituto Fatumbi e Associao de Mulheres do Alto

    das Pombas

    Escola de Dana FUNCEB e Centro de Formao

    em Artes, ambos no CHS

    7. EDUCAO PROFISSIONAL

    7.1. CURSO TCNICO NVEL MDIO EM DANA

    O curso objetiva desenvolver as habilidades bsicas e especficas em dana de jovens e adultos que tenham

    concludo o nvel mdio (2 grau) da educao formal, com vistas formao profissional no campo da

    dana. O Curso Profissional Tcnico em Dana inclui-se no Eixo de Educao Profissional como curso

    subsequente ao ensino mdio, com durao de dois anos e meio, no intuito de ampliao de conhecidos

    bsicos e especficos na rea, potencializando o processo de profissionalizao.

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    Desde 2009, o Curso Tcnico de Dana, norteado por um novo currculo e consequentemente no um novo

    projeto pedaggico aprovado pela SUPROF_Secretaria de Educao do Estado da Bahia. Mudanas de

    paradigmas contriburam para um maior dilogo com teorias e prticas da educao e da dana, alinhados a

    avanos dessas reas de conhecimento, obtidos nesta ltima dcada. Entre alteraes feitas, destacamos a

    reviso da matriz curricular com a insero de novos componentes curriculares, como: Estudos da Dana

    Afro-Brasileira; Estudos da Capoeira; Estudos em Dana Contempornea; Dana e Interfaces Artsticas e

    Tecnolgicas e Introduo s Polticas Pblicas e Gesto Cultural. Tambm foram includos processos e

    etapas de Estgios Orientados, fortalecendo os laos entre a Escola e a sociedade/o mercado de trabalho.

    Os estgios so oferecidos atravs da parceria entre a Escola de Dana e artistas, grupos e companhias da

    cidade de Salvador, ONGs, projetos sociais e com o Programa Mais Educao, uma ao do Governo

    Federal de estmulo ao desenvolvimento de atividades extracurriculares atravs da atuao de

    multiplicadores em colgios estaduais. Estas disciplinas possibilitaram um avano na formao artstica e

    cidad, trabalhando diretamente com questes da cultura, experincias de produo e criao artstica e o

    entendimento de participao produtiva e criativa dos jovens na sociedade.

    A ampliao das competncias do curso proporciona uma formao conectada com os espaos e

    oportunidades da dana no campo da cultura e da educao, o que resulta na diversificao da prtica

    profissional do aluno. Assim a porta de sada do Curso Tcnico em Dana tem possibilitado atuao

    enquanto intrprete-criadores em grupos profissionais, a participao como proponentes e coregrafos de

    projetos pessoais ou coletivos, na linha de grupos independentes, e como multiplicadores e agentes nas

    reas artstico-culturais e scio-educativas, s vezes como protagonistas, outras como produtores em

    projetos de arte/dana e cidadania. Estes avanos repercutem em aes concretas, nas quais a dana

    inscreve-se como construtor de novas articulaes entre a arte e outras reas do conhecimento, com vista

    incluso social e poltica na perspectiva da gerao de renda.

    A procura pelos cursos da Escola tem aumentado a cada ano, neste ano, no Curso Tcnico Nvel Mdio

    foram 197 candidatos inscritos, pleiteando uma vaga das 60 oferecidas. Destaque para o interesse de jovens,

    que j concluram o Curso Superior, algumas em processo de Mestrado ao ingressar na FUNCEB. Outro

    aspecto a se considerar o aumento de jovens oriundos de outros pases e de cidades do interior do estado

    da Bahia. Neste sentido fica a indicao da necessidade de termos uma residncia artstica para estudantes

    localizada no Centro Histrico.

    7.2. CURSOS DE FORMAO INICIAL E CONTINUADA (FIC) - QUALIFICAO PROFISSIONAL

    O CFA assumiu como ao prioritria em 2011 a implantao dos cursos de formao inicial e continuada -

    qualificao de profissionais das artes, com o objetivo atender a uma demanda da classe artstica do Estado,

    que vem sendo apontada deste a Primeira Conferncia Estadual de Cultura. Esta ao a muito vinha sendo

    desenvolvida como cursos de extenso, de curta durao, sem um programa que os acompanhasse e

    avaliasse. Hoje, os cursos de qualificao oferecidos pelo CFA e pela Escola de Dana se inserem na

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    modalidade da Educao Profissional Tcnica, na perspectiva da qualificao profissional proposta pelo

    Ministrio da Educao como Formao Inicial e Continuada do Trabalhador prevista no art. 39 da Lei

    Federal N 9.394/96, normatizada pelo Decreto 5.154/04, resoluo CNE/CEB n 1/2004. A QUALIFICAO

    PROFISSIONAL TB PRIRIDADE NA FUNCEB E SECULT.

    Esta modalidade de Educao Profissional vem sendo gradativamente, adotada pela Escola de Dana desde

    2008, entendendo-a como capaz de oferecer cursos com formatos e especificidades que se coadunem com

    aspectos do mundo do trabalho contemporneo. preciso se estar atento dinmica dos jovens

    profissionais, em busca de alternativas de ingresso no mercado, e que muitas vezes, no conseguem

    permanecer e concluir cursos de qualificao de longa durao, levando-os a desistirem de participar de

    processos importantes de atualizao. Sob este aspecto, os FIC`s propostos como modalidade de educao

    profissional, podem ser uma estratgia por caracterizarem-se como cursos mais curtos, com itinerrios

    diversificados e articulados, organizados por disciplinas que abordam contedos para uma formao bsica e

    outros conhecimentos especficos, trabalhados com uma metodologia interdisciplinar, estimulando a

    complementariedade de informaes.

    A Escola de Dana tem acompanhado e avaliado, nestes quatro anos, o processo de implantao desta nova

    modalidade de curso e aponta resultados relevantes a serem observados: o profissional que atua no

    mercado, em geral como intrprete, ou como empreendedores, em contextos das suas comunidades, ao

    participar de uma dessas iniciativas formativas, na maioria das vezes so contaminados com novas

    informaes, com processos de pesquisa, de investigao e de produo partilhada ou at mesmo pela

    convivncia no ambiente escolar. Identificamos ainda a Escola, como campo propcio para o contato com

    outras oportunidades de participao em novas propostas de trabalho, o que faz nascerem novas

    possibilidades, fazendo relaes e contatos com pessoas e fatos.

    Vale salientar, um ponto que merece ateno, em ambas as modalidades de Curso de Educao Profissional

    _ tanto o Tcnico Nvel Mdio quanto o de Qualificao. A dificuldade do jovem em manter-se no curso at a

    sua concluso imensa, devido falta de recurso para garantir o transporte dirio e em alguns casos, at a

    necessidade de prover uma quantia mnima, que possibilite sua autonomia financeira junto famlia, que

    quase na totalidade vem de bairros populares de periferias e tem baixa condio econmica. Sem grandes

    anlises vejo que polticas que se insiram nas aes afirmativas do governo federal, voltadas para as

    universidades pblicas poderiam contribuir para minorar esta situao.

    Aponto o PRONATEC _ Programa Nacional de Educao Tcnica, apresentado pelo MEC, como instrumento

    oportuno no s para a difuso e ampliao de jovens a processos de qualificao profissional, repercutindo

    em maiores condies de ingresso no mercado de trabalho, oferecendo condies mais favorveis a

    participao, manuteno e concluso dos cursos por seu pblico.

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    7.3. DESCRIO DE CURSOS DE QUALIFICAO ARTSTICA- PROFISSIONAL DESENVOLVIDOS

    PELO CFA, EM 2012:

    7.3.1. CURSOS DE QUALIFICAO EM DANA

    Os Cursos de Qualificao em Dana, realizados na Escola de Dana, tm o intuito oferecer um espao de

    prtica artstica e atualizao de jovens e adultos, bailarinos e multiplicadores de dana, de modo a contribuir

    para o aperfeioamento de suas prticas. Os cursos foram implantados nas modalidades abaixo destacadas:

    7.3.2. MDULO DE DISCIPLINAS DE MATRIZES POPULARES E AFRICANAS:

    1. Dramaturgia da Dana dos Orixs _ Prof. Augusto Omol

    2. Dana Afro-Brasileira _ Prof. Roquidlia Santos

    3. Tcnica Silvestre _ Vera Passos

    7.3.3. MDULO DE BALLET CLSSICO AVANADO _ Ana Karla Sampaio

    7.3.4. CURSOS DE QUALIFICAO EM MSICA

    Como parte de um programa de formao em msica, neste segundo semestre de 2012 foram implantados

    dois Ncleos de Qualificao em Msica:

    No Ncleo de Formao Musical com Enfoque na Msica da Bahia, o aprendizado voltado para

    a prtica e o pensamento em msica, cujo contedo tem um forte recorte da msica ancestral da

    Bahia em acordo com tecnologias contemporneas. O curso voltado para jovens msicos, de 13 a

    23 anos, que compuseram turmas de Guitarra e Violo, Baixo, Saxofone, Flauta, Trombone,

    Trompete, Bateria, Percusso e Canto. Coordenado pelo maestro Letieres Leite, frente do trabalho

    de dez outros professores, atendeu a 52 alunos, entre egresso do projeto piloto executado no ano

    passado e novos alunos, oriundos de projetos musicais e ONGs de Salvador, para qualific-los no

    seu fazer artstico enquanto msicos.

    No Ncleo Moderno de Msica, tcnicas musicais para composio, criao de arranjos musicais e

    orquestrao para Msica Erudita e Popular so os mdulos principais. Os cursos so direcionados

    para msicos instrumentistas, compositores e educadores da rea musical, adultos de todas as

    idades, em turmas de Instrumentao, Orquestrao e Arranjo, Harmonia e Curso Preparatrio para

    o Vestibular de Msica. Sob a coordenao do maestro Bira Marques, o curso contribui para que

    jovens msicos e profissionais da rea enriqueam seus conhecimentos, aprimorem sua atuao

    profissional e obtenham melhores condies de insero no mercado de trabalho e na sociedade.

    No caso especfico da oferta de cursos de qualificao profissional para artistas da rea musical advm da

    demanda posta pela Lei Federal 11.769, aprovada em 2011, que garante a obrigatoriedade do ensino de

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    msica nas escolas pblicas, o que amplia as oportunidades formais de emprego e renda para professores

    capacitados no setor.

    7.3.5. CURSOS DE QUALIFICAO EM ARTES VISUAIS

    O Centro de Formao em Artes e a Coordenao de Artes Visuais realizaram em setembro a (3.1) Oficina

    de Fotografia Vernacular&Fotopintura, ministrado por Titus Riedl, com 40 horas em parceria com a

    Fundao Nacional de Artes (Funarte), vinculada ao Ministrio da Cultura (MinC). O curso possibilitou a

    vivncia criativa em torno de formas diferentes de lidar com a fotografia atravs de tcnicas tradicionais e

    populares como fotografia lambe-lambe, fotografia de monculos, lonas pintadas, fotografia votiva e,

    sobretudo, fotopintura.

    No perodo de setembro a novembro, durante os Sales de Artes Visuais da Bahia 2012, nas cidades de

    Irec, Juazeiro e Jequi, foram realizados 02 cursos com foco na Arte Moderna e Contempornea. O (3.2)

    Curso sobre Histria da Arte utilizou uma metodologia voltada para uma abordagem compreensiva do

    processo criativo e seu desenvolvimento a partir do sculo XX. Ministrado por Ida Oliveira, o curso optou por

    aulas expositivas e dialogadas, com apresentaes e mostra de vdeos e catlogos. O outro (3.3) Curso,

    sobre Processos Criativos Contemporneos apresentou um panorama da produo criativa nacional e

    internacional atual, com a utilizao de fotos e vdeos, ministrado por Caetano Dias.

    7.3.6. CURSO DE QUALIFICAO EM TEATRO

    Em novembro de 2012, foi realizada no CFA, a (4.1) Oficina Dramaturgia e Processo ministrada por Joo

    Falco, uma ao em parceria com a Coordenao de Teatro da FUNCEB. Trabalhando processos criativos

    em exerccios de dramaturgia, os alunos tiveram contato com o repertrio de conhecimentos e experincias

    do artista, Joo Falco, que escreve, compe e dirige para teatro, televiso e cinema e um dos diretores e

    dramaturgos mais presentes e premiados no cenrio nacional.

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    CURSO FORMAO INICIAL E CONTINUADA Qualificao Artstica em Salvador

    DANA

    Matrizes Africanas: 1. Dramaturgia dos Orixs Augusto Omolu

    90

    2. Tcnica Silvestre Vera Passos

    3. Dana Afro-brasileira Roquidlia Santos

    4. Ballet Clssico Avanado Ana Karla Motta

    MSICA 1. Ncleo com nfase na Msica Baiana Letieres Leite

    180 2. Ncleo com nfase na Msica Popular Bira Marques

    ARTES VISUAIS Fotografia Vernacular&Fotopintura Titus Riedel 19

    TEATRO Dramaturgia e Processo Joo Falco 40

    TOTAL DE ALUNOS 329

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    7.3.7. CURSOS DE QUALIFICAO EM ARTES NO INTERIOR DO ESTADO

    O Centro de Formao em Artes da FUNCEB em parceria com a Diretoria de Espaos

    Culturais da SECULT realizou nos meses de outubro e novembro de 2012, Cursos de

    Qualificao em Artes_ Dana, Teatro, Msica e Literatura, simultaneamente em 12 cidades do

    interior, onde esto localizados os centros culturais, sob a gesto da Secretaria de Cultura,

    abrangendo assim 11 territrios de Identidade da Bahia. O objetivo do projeto foi promover a

    qualificao e atualizao dos artistas e multiplicadores do interior do Estado que atuam nas

    seguintes linguagens: teatro, dana, msica e literatura.

    Contando com a experincia obtida e sistematizada, desde 2008 pela Escola de Dana da

    FUNCEB, atravs de cursos de qualificao em dana, em cidades do interior do Estado, a

    criao do Centro de Formao em Artes possibilita a ampliao e replicao desta ao

    formativa para outras linguagens. Os cursos so gratuitos, e tem contribudo para o

    fortalecimento e aprimoramento tcnico-artstico dos indivduos, artistas e multiplicadores, de

    grupos artsticos e de projetos scio-culturais do interior do Estado. Com carga horria de 60h

    os cursos foram divididos didaticamente em 03 mdulos de 20 horas, desenvolvidos na sua

    maioria nos finais de semana, para facilitar a participao e presena do pblico interessado.

    Os cursos foram desenvolvidos em 12 cidades, assim distribudas por linguagem: Valena,

    Itabuna, Feira de Santana, Mutupe e Guanambi (Teatro); Alagoinhas, Porto Seguro, Santo

    Amaro e Lauro de Freitas (Dana); Juazeiro e Jequi (Msica); Vitria da Conquista

    (Literatura), nos perodos de 18 a 21 de outubro (1 mdulo), 25 a 28 de outubro (2 mdulo), e

    de 08 a 11 de novembro (3 mdulo).

    Os cursos de qualificao desenvolvidos nestas 12 cidades do interior contemplaram 277

    pessoas, entre artistas e multiplicadores que participaram de trs mdulos de formao

    totalizando uma carga horria de 60 horas. No primeiro mdulo, que marca o inicio do curso,

    props uma metodologia que contou com a participao e conduo de coordenadores da

    FUNCEB e do Centro de Formao em Artes, acompanhado dos professores, que conduziram

    o processo inicial de escuta e diagnstico das demandas e interesses dos grupos e pessoas

    participantes. Tal diagnstico serviu de base para direcionar o planejamento dos mdulos

    seguintes. Ao trmino de cada mdulo, no retorno a Salvador, havia reunies de escuta e

    devoluo, com a presena da prxima equipe a viajar, o que facilitou o processo de

    construo e re-construo da proposta ao mesmo tempo em que era executada.

    O projeto contribuiu para o fortalecimento dos grupos artsticos e suas potencialidades, assim

    como favoreceu a relao entre os artistas e os espaos culturais sob a gesto da SECULT,

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    propiciando um novo olhar sobre os equipamentos, manifestados em momentos coletivos de reflexo crtica sobre os espaos e formas de ocupao. Vale

    destacar o papel dos articuladores locais. Aqueles que atuavam politicamente na linguagem, participando dos encontros setoriais, puderam fazer um trabalho

    de mobilizao bem mais eficaz que outros.

    Neste sentido, foi possvel constatar mais uma vez a importncia do fazer artstico atrelado atuao cidad. Em dana, alm do olhar crtico, tambm se

    observou o elevado nmero de artistas que atuam em aes de multiplicao. A grande maioria demandava por contedos que articulassem teoria e prtica.

    O que serviu para re-afirmar um dos princpios bsicos dos cursos de qualificao, que a compreenso de que a tcnica o fazer artstico respaldado,

    amparado em referncias tericas.

    Diante da resposta positiva da sociedade civil, sobretudo o pblico de artistas do interior, com relao aos cursos de qualif icao, sugere-se como meta para

    2013, a incluso dos cursos no calendrio anual do CFA e da Escola de Dana, com realizaes semestrais, de modo a tornar a formao numa ao

    permanente, de carter estruturante para os artista e grupos. Sugere-se ainda a implantao de Ncleos de Formao em todos os Centros de Cultura do

    interior e capital.

    (FIC) QUALIFICAO ARTSTICA - Centros de Cultura do Interior (11 Territrios de Identidade)

    DANA Alagoinhas, Lauro de Freitas, Porto Seguro, Santo Amaro (4) 122

    277 LITERATURA Vitria da Conquista (1) 18

    MSICA Jequi e Juazeiro (2) 33

    TEATRO Feira de Santana, Guanambi, Itabuna, Mutupe, Valena (5) 104

    TOTAL 277

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    7.4. CURSOS DE FORMAO INICIAL

    7.4.1. CURSO PREPARATRIO DE INICIAO DANA PARA CRIANAS E ADOLESCENTES

    Desde 1984, o Curso Preparatrio viabiliza o acesso de crianas e adolescentes entre 5 e 17 anos

    formao inicial e continuada em dana. So oferecidos cursos de Ballet Clssico, Tcnicas de Dana

    Moderna e Contemporneas, Danas Populares e de Matrizes Africanas, Atividades Brincantes e

    Capoeira. Na perspectiva de uma educao integral, o Preparatrio em Dana pode ser considerado

    como ao complementar escola formal de Ensino Bsico, desenvolvendo-se paralelamente a esta

    por um perodo de at doze anos.

    A Escola de Dana, por estar dentro de uma esfera administrativa pblica estadual, d acesso a

    pblicos de baixa renda, que dificilmente teriam condies financeiras para obter uma educao em

    dana. O Curso Preparatrio uma porta de entrada para crianas e adolescentes, de quaisquer

    classes sociais, receberem uma formao em dana, desenvolverem atravs dela suas potencialidades

    criativas e expressivas e participarem de um processo constante.

    O currculo do curso estrutura-se por meio de um percurso formativo seriado em nveis, que se

    organizam a partir do reconhecimento do perfil dos alunos, em especial idade e fase evolutiva que

    se encontram. A cada fase so acrescidos gradualmente carga horria e contedos de maior

    complexidade, possibilitando que a formao inicial amplie-se para uma formao continuada em

    dana que conduza o adolescente concluinte ao Curso de Educao Profissional oferecido pela prpria

    Escola de Dana da FUNCEB, aos Cursos Superiores ou atividades de profissionalizao e

    participao no campo da dana e da cultura.

    7.5. NCLEO DE DANA DA FUNCEB - NORDESTE DE AMARALINA

    No incio de 2007, a Escola de Dana da FUNCEB, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento

    Social e Combate Pobreza, consolidou um Ncleo de Dana na comunidade do Nordeste de

    Amaralina. A iniciativa visa consolidao das oficinas de Ballet Clssico realizadas no Centro Social

    Urbano (CSU) do bairro. Os cursos de iniciao dana so destinados para crianas a partir de sete

    anos. J as turmas de formao continuada so formadas por jovens que desejam uma qualificao

    profissional em dana. As aulas seguem os princpios, prticas e mtodos do projeto artstico-

    pedaggico dos Cursos Preparatrios da Escola de Dana. Alm de Ballet Clssico, foram includas

    outras modalidades, como prticas das Danas Populares e Dana Afro-Brasileira, alm de atividades

    complementares e transversais. A implantao deste Ncleo provocou o exerccio do dilogo e da

    complementariedade entre competncias especficas, garantindo uma gesto pblica compartilhada

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    como forma de melhor compreenso de demandas, vulnerabilidades e potencialidades da infncia e

    juventude em uma comunidade de risco social.

    7.6. CURSOS LIVRES DE DANA - INICIAO DANA PARA JOVENS E ADULTOS

    Os cursos livres so semestrais, de curta ou mdia durao e abertos comunidade interessada em

    geral. O pblico majoritariamente formado por pessoas interessadas na prtica de dana em

    modalidades diversificadas, incluindo danarinos e coregrafos de grupos independentes e

    comunitrios.

    A diversidade a palavra chave dos Cursos Livres. Voltados a um pblico interessado no fazer da

    dana com perfis diferenciados em idades, gnero, origem e classes econmicas sociais,

    experincias de vida. Foram oferecidos em 2012 cursos nas modalidades das Danas Afros, Danas

    Brasileiras, Dana Moderna, Bal Clssico, Dana de Salo, Break, Street Jazz, Dana

    Contempornea, Dana do Ventre, Pilates, Alongamento e Capoeira. Como resultados a Escola de

    Dana atingiu sua meta de atender a um pblico diverso no s para com seu objetivo em fazer

    dana, mas com suas informaes culturais/identitrias que agregaram em mais informaes para a

    escola.

    Novas iniciativas em termo de formao foram propostas a partir de cursos complementares como:

    cenografia, tcnica bsica de iluminao, percusso e elementos do teatro, despertando o interesse

    para outras competncias que dialogam e complementam o fazer artstico. Como desdobramento a

    estes cursos de tcnicas do espetculo, a coordenao dos Cursos Livres e equipe de artistas

    residentes da Escola de Dana, propuseram o retorno ao Projeto Sexta Cnica, que em suas

    realizaes atendeu cerca de 350 artistas e espectadores.

    O produto de todo este aprendizado mtuo foi apresentado atravs da Mostra Didtica que teve como

    tema Centenrio, que com o objetivo de contemplar toda esta diversidade, levou ao palco principal do

    Teatro Castro Alves 230 estudantes que interpretaram suas realizaes pautadas em personalidades e

    fatos que fizeram parte da histria da humanidade. Foram 18 coreografias que tiveram como

    referencias para suas montagens os elementos das Matrizes Africanas, da Dana Moderna, do Bal

    Clssico, da Dana do Ventre, Dana Contempornea, Street Jazz, mas acima de tudo construdas a

    partir das informaes trazidas da histria de cada estudante.

    Corpos diversos com diversas informaes foram provocados a rever e conceituar a Dana a partir das

    suas necessidades e do seu real significado. A elevao da auto-estima foi o carro chefe dos cursos

    livres que alm de atingir a meta de preparao tcnica profissional, cumpriu o seu papel social.

    Uma linha de formao inicial com oficinas de Pilates e iniciao ao teatro destinada a mes e

    funcionrios pblicos que trabalham preferencialmente no Centro Histrico, visando qualidade de

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    vida atravs do cuidado com o corpo. Tais aes ampliam a funo educacional da Escola,

    transformando-a em um espao de referncia para o pblico de Dana.

    7.7. CURSOS DE INICIAO AS ARTES NO ALTO DAS POMBAS

    O Centro de Formao em Artes e a Escola de Dana em parceria com o Instituto Fatumbi e a

    Associao de Mulheres do Alto das Pombas realizaram neste ano cursos de iniciao a dana,

    msica e artes visuais direcionados a crianas, jovens e pessoas da terceira idade moradores da

    comunidade. Tais cursos fizeram parte das aes de enfrentamento e preveno violncia, no

    Programa Pacto pela Vida. Para 2013 est previsto nas metas do Pacto, a implantao do Ncleo do

    Centro de Formao em Artes e da Escola de Dana no Alto das Pombas.

    7.8. CURSOS DE INICIAO MSICA

    Foram desenvolvidos cursos de Flauta Doce e Canto Coral, direcionados a jovens e adultos moradores

    da comunidade e adjacncias, na Casa da Msica em Itapo, espao cultural dirigido pela DEC

    SECULT.

    INICIAO ARTSTICA

    Cursos Preparatrios para crianas e adolescentes:

    Ncleo Pelourinho

    Ncleo Nordeste de Amaralina

    538

    112

    1.093

    Cursos Livres para jovens e adultos da comunidade em geral

    Famlias de alunos

    Funcionrios pblicos do Pelourinho

    315

    50

    78

    TABELA GERAL DOS CURSOS DO CENTRO DE FORMAO EM ARTES DA FUNCEB 2012

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    EDUCAO PROFISSIONAL

    CURSO TCNICO NVEL MDIO EM DANA 120

    CURSO FORMAO INICIAL E CONTINUADA - Qualificao Artstica em Salvador

    606

    DANA

    Matrizes Africanas: 1. Dramaturgia dos Orixs Augusto Omol

    90

    329

    2. Tcnica Silvestre Vera Passos

    3. Dana Afro-brasileira Roquidlia Santos

    4. Ballet Clssico avanado Ana Karla Motta

    MSICA 1. Ncleo com nfase na Msica Baiana Letieres Leite

    180 2. Ncleo com nfase na Msica Popular Bira Marques

    Artes Visuais Fotografia Vernacular&Fotopintura Titus Riedel 19

    Teatro Dramaturgia e Processo Joo Falco 40

    (FIC) QUALIFICAO ARTSTICA - Centros de Cultura do Interior (11 Territrios de Identidade)

    DANA Alagoinhas, Lauro de Freitas, Porto Seguro, Santo Amaro (4) 122

    277 Literatura Vitria da Conquista (1) 18

    Msica Jequi e Juazeiro (2) 33

    Teatro Feira de Santana, Guanambi, Itabuna, Mutupe, Valena (5) 104

    INICIAO ARTSTICA

    Cursos Preparatrios para crianas e adolescentes:

    Ncleo Pelourinho

    Ncleo Nordeste de Amaralina

    538

    112

    1.093

    1.093

    Cursos Livres para jovens e adultos da comunidade em geral

    Famlia de alunos

    315

    50

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    Funcionrios pblicos do Pelourinho 78

    TOTAL 1.819

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    7.9. AES ARTSTICO-PEDAGGICAS

    Durante o ano foram realizadas inmeras aes artsticas pedaggicas envolvendo o corpo discente e docente do

    curso, com o intuito de ampliar o fazer artstico e o exerccio da cidadania. As atividades, projetos e parcerias

    estabelecidas com eventos e produes culturais que acontecem no Estado, favoreceram a participao de alunos

    em oficinas de dana, apreciaes de espetculos, mostras artstico-pedaggicas, o que contribuiu para o

    fortalecimento dos mesmos e a construo de conhecimento, assim como proporcionou uma melhor relao de

    comunicao e interao da Escola de Dana com a comunidade. Estas aes sero descritas a seguir.

    7.9.1.PARTICIPAO EM WORKSHOPS E OFICINAS

    Durante o ano foram realizados investimentos na formao complementar dos alunos da Escola. O objetivo foi

    possibilitar o acesso a outras referncias de arte, dana e educao, alm daquelas j disponibilizadas nos currculos

    dos cursos. Estas iniciativas favoreceram o intercmbio dos alunos com artistas, pesquisadores e educadores da

    cidade ou de outras localidades.

    Destacamos as parcerias com o Festival Internacional Vivadana que proporcionou aos alunos experincias atravs

    de 10 oficinas em dana, com uma mdia de 30 alunos por oficina, alm de convites oferecidos para cinco

    espetculos do Festival. Firmamos tambm parceria com SESC-SENAC Pelourinho na Mostra SESC de Arte com

    participao de alunos em 3 oficinas e convites para os 6 espetculos.No I Encontro de Culturas Negras, foram 4

    oficinas de dana e a participao artstica de alunos do Curso Profissional.

    7.9.2. APRECIAO ESTTICA E FORMAO DE PLATIA

    A apreciao esttica e a formao de platia para dana tambm esto no foco das aes artstico-educativas da

    Escola. O principal intuito a criao de situaes em que os alunos possam se familiarizar com distintas

    configuraes de dana, de modo a ampliar o referencial esttico e qualificar o olhar crtico. Alm disso, possibilita

    uma maior frequncia em espetculos de dana visando formao de platias.

    Em 2012, a Escola de Dana fez parcerias com produes artsticas que disponibilizaram convites para espetculos

    assistidos por alunos, professores e funcionrios. Destacam-se as parcerias com o BTCA, Festival Vivadana, Mostra

    SESC de Arte, Cia de Ballet de Cuba, Cia de Ballet da Espanha, I Encontro de Culturas Negras.

    7.9.3. PROJETO SEXTA EM MOVIMENTO

    O Projeto Sexta em Movimento uma atividade artstico-pedaggica criada h mais de dez anos pela Escola de

    Dana que ocorre s sexta-feiras. O Sexta em Movimento organiza-se como um conjunto de atividades

    diferenciadas, cuja mobilidade capaz de oferecer acesso a informaes de dana, com diversidade de contedo e

    de formato. Tem funo de colaborar com a estrutura curricular, responder a demandas especficas do corpo

    discente e construir trnsitos possveis de informao no contexto da formao profissional dos alunos. Sua

    programao aberta comunidade.

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    Investiu-se num entendimento de dana como produo de conhecimento, seja para os prprios alunos e

    professores, seja para os visitantes e convidados, os quais produzem informao de fora para dentro da escola e de

    dentro para fora.

    O projeto foi reformulado nos ltimos anos, buscando potencializar sua relao com o currculo do Curso de

    Educao Profissional Tcnico de Nvel Mdio em Dana com artistas, agentes de transformao social e cultural,

    alm de representantes de outras instituies. Deste modo, o Sexta em Movimento afirma-se como um espao de

    dilogo e troca, que proporciona uma formao complementar para os alunos. Neste ano foram 14 encontros com

    mdia de 35 alunos participando em cada sexta.

    7.9.4. PROJETO MEMRIA SERTANIA

    O Projeto Memria prope a atualizao de referncias artsticas que marcaram a histria da dana na Bahia, com

    base na compreenso de memria enquanto algo dinmico, que se modifica no contato com pessoas e ambientes.

    Em 2012 o Projeto Memria homenageia Luiz Gonzaga com a remontagem do espetculo Sertania, da coregrafa

    Lia Robatto, que tem a prpria como diretora. Esta ao conta com o apoio de Professores do BTCA e Escola de

    Dana, que participaram como bailarinos da primeira montagem da coreografia. O projeto resultado de uma

    parceria entre o BTCA e a Escola de Dana, e tem a participao de 25 alunos da Escola, o que possibilita a

    experincia profissional dos jovens bailarinos como interpretes

    PROGRAMA 139 - DESENVOLVIMENTO CULTURAL

    AO ORAMENTRIA: 2216 - REALIZAO DE EVENTOS MUSICAIS OSBA

    1. ORQUESTRA SINFNICA DA BAHIA

    A OSBA comemora seus 30 anos em 2012 com uma programao especial e diversificada. Entre as aes de

    difuso, formao, intercmbio e memria que vm sendo feitas na celebrao deste marco est o Concurso OSBA

    30 anos Residncia Artstica, que aconteceu em agosto. O concurso contratou, em setembro, msicos

    profissionais de orquestra para fazer residncia artstica na OSBA pelo perodo de seis meses com o intuito de

    promover intercmbio cultural, troca de experincias e aprendizado, contribuindo para a qualificao do corpo

    artstico e a dinamizao da produo contempornea em msica na Bahia. As vagas foram preenchidas por famlias

    de instrumentos: cordas (spalla, concertino, contrabaixo, harpa, viola, violino e violoncelo), madeiras

    (clarineta/clarone, fagote, obo e obo/corne ingls) e metais (trombone e trompa). Atravs das Sries da Temporada

    Anual de Concertos e do Projeto Cameratas, sob a direo do Maestro Carlos Prazeres, vem realizando

    apresentaes semanais, com o objetivo de criar vnculo com a sociedade baiana. Dando continuidade em

    participaes das sries de concertos que foram batizadas com nomes de personalidades baianas marcantes, a

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    OSBA se apresentou na Srie Manuel Incio e na Srie Jorge Amado em agosto, ms do aniversrio do escritor em

    que celebraria seu centenrio. Em virtude dos festejos, a OSBA preparou um concerto especial que incluiu um

    programa de peas brasileiras, dentre elas a estreia mundial de Viagem de Gabriela, criada pelo msico e

    compositor paulista Andr Mehmeri. O concerto teve a regncia de Carlos Prazeres e a participao da soprano

    Carla Cottini e dos atores Caco Monteiro e Nataly Cabanas, como narradores. Mais trs composies integraram

    concerto: Maracatu (Dana do Chico Rei e da Rainha Ginga), do maestro e compositor Francisco Mignore,

    Brasiliana n 3, de Radams Gnattali e O Gato Malhado, de Csar Grande-Peixe.

    Em novembro pela Srie Jorge Amado, a OSBA apresentou-se ao lado da soprano cariosa, Rosana Lamosa,

    destacando as peas consagradas do maestro e compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos, Bachianas n2 (O

    Trenzinho do Caipira) e Bachianas n5 Cano do Amor e Melodia Sentimental (Extrado da Floresta do

    Amazonas). Realizou tambm um concerto comemorativo aos 40 anos de carreira internacional do pianista brasileiro

    Arnaldo Cohen, que foi o grande solista da noite, com um programa inteiramente dedicado ao compositor alemo

    Ludwig van Beethoven. Ainda pela Srie Jorge Amado, sob a regncia do maestro Isaac Karabtchevsky, o mais

    renomado e conhecido regente do pas, se apresentou no final de novembro, com repertrio erudito do compositor

    austraco Wolfgang Mozart. Pela Srie Manuel Incio da Costa, em novembro, a OSBA apresentou msica barroca

    na Igreja de So Francisco, no Terreiro de Jesus. Em dezembro a Orquestra recebeu como convidado o solista,

    regente e premiado violinista italiano Emmanuele Baldini, spalla da Orquestra Sinfnica do Estado de So Paulo, na

    Catedral Baslica, no Centro Histrico de Salvador. O programa trouxe como destaque a estreia mundial da obra

    Srie Brasil 2012 n6 Concerto para Violino e Cordas, do compositor e pianista Dimitri Cervo. Em dezembro

    participou do concerto Sertania e para encerramento da participao de dezembro, a OSBA se apresentou no TCA

    com o evento Concerto de Natal Um Natal na Rssia, sob a regncia de Carlos Prazeres.

    Seminrio.OSBA

    Como parte integrante das aes comemorativas dos 30 anos da Orquestra Sinfnica da Bahia, foi realizado, nos

    dias 11 e 12 de dezembro de 2012, na Sala do Coro do TCA, o Seminrio.OSBA, um convite reflexo em torno da

    atuao das orquestras no cenrio brasileiro, seus desafios e perspectivas. Entre os palestrantes estiveram Luiz

    Antonio de Assis Brasil (Secretrio de Cultura do Rio Grande do Sul), Claudia Toni (Consultora de Msica da

    Fundao Padre Anchieta e membro do Conselho Diretor da International Society for the Performing Arts - ISPA) e

    Jorge Vermelho (Diretor Artstico do Bal Teatro Castro Alves). Alm de representantes de oito orquestras brasileiras:

    Carlos Prazeres (Diretor Artstico e Regente Titular da OSBA), Ricardo Levisky (Superintendente Executivo da

    Orquestra Sinfnica Brasileira - RJ); Matheus Simes (Gestor de Projetos e Novas Mdias da Orquestra Petrobrs

    Sinfnica RJ); Diomar Silveira (Diretor presidente do Instituto Cultural Filarmnica gestor da Orquestra Filarmnica

    de Minas Gerais - MG); Fausto Arruda (Superintendente da Fundao Orquestra Sinfnica do Estado de So Paulo -

    SP); Afonso Galvo (Diretor de Projetos e Relaes Institucionais da Orquestra Sinfnica do Teatro Nacional

    Cludio Santoro DF); Mara Morn (Diretora artstica do Complexo Cultural Teatro Guara representando Orquestra

    Sinfnica do Paran PR); Rogrio Zaghi (Coordenador de Projetos Educacionais da Fundao OSESP) e Elisa

    Cunha (Coordenadora Pedaggica da Orquestra Sinfnica de Porto Alegre RS). As palestras e painis foram

    destinados a msicos, gestores pblicos, estudantes, professores e pesquisadores da rea cultural e interessados

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    em geral. Em dois dias de evento, alm dos msicos da Orquestra Sinfnica da Bahia, o Seminrio recebeu mais de

    50 inscritos.

    Com vistas formao de novas plateia, a Orquestra realiza o Projeto Cameratas e os concertos Didticos da

    OSBA. Apresentou-se tambm ao lado da Orkestra Rumpilezz. Gravou pela primeira vez uma trilha sonora para o

    longa-metragem em animao Ritos de Passagem, com duas peas sinfnicas: Veredas e Ritos. Em

    comemorao aos 463 anos de Salvador apresentou-se com o pianista Jean Louis Steuermann. Esteve presente em

    projetos do Teatro, como o Domingo no TCA e Srie TCA, em que se apresentou com a pianista Valentina Lisitsa.

    Atuou na pera Carmen, tocou com a Banda Base da JAM no MAM, realizou concertos didticos, levou seu

    repertrio para a cidade baiana de Cachoeira e participou de uma turn com Gilberto Gil apresentando-se em Recife,

    So Paulo e Braslia.

    EVENTOS MUSICIAS PARA DIFUNDIR A MSICA DE CONCERTO E A PRTICA ORQUESTRAL, BAHIA 2012

    Eventos N de

    Apresentaes

    Pblico Recursos Aplicados

    (R$ 1.000,00)

    OSBA em outras

    apresentaes

    21 33.620 33.60

    Srie Manuel Incio

    da Costa.

    8 1.625 142,45

    Srie Jorge Amado 10 5.227 412,08

    *Concertos Especiais 3 1.106 195,02

    Concertos Didticos 3 1.326 25,85

    OSBA na Srie TCA 1 673 36,00

    Implementao das

    Atividades da OSBA

    22,71

    OSBA no Domingo

    no TCA -Sertania

    1

    Totais 47 43.577 867,71

    * Lanado o nmero total de apresentaes dos Concertos Especiais e da OSBA no Domingo no TCA, faltando o pblico do Concerto de Natal do dia 21/12 e da Participao da OSBA no Domingo no TCA

    Fonte: SECULT/FUNCEB/TCA Nota: Programa: 139, Compromisso: 008

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    2. CAMERATAS DA OSBA

    Os grupos do Projeto Cameratas da OSBA, Duo Barroco, Quadro Solar, Opus Lumen e Cia de Trombones da Bahia,

    tem como objetivo a formao de plateia para a msica de concerto e, para isso promove apresentaes gratuitas h

    mais de 20 anos em locais alternativos de Salvador e Regio Metropolitana, tais como escolas, igrejas, bibliotecas

    pblicas, hospitais, centros sociais, conventos, teatros, asilos, associaes comunitrias e museus.

    REALIZAO DE EVENTOS DE CUNHO ARTSTICO E DIDTICOS PARA FORMAO DE PLATEIA, BAHIA 2012

    Eventos N de

    Apresentaes

    Pblico Recursos Aplicados

    (R$ 1.000,00)

    Domingo no TCA 10 15.992 125,96

    Cameratas da OSBA 88 8.284

    Totais 98 24.276 125,96

    Fonte: SECULT