Federação em Ação - Out-Nov 2011

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Uma publicação Bimestral da FCDL-MG

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  • 1Federao em Ao - out/nov de 2011

    emAOFEDERAOA revista do movimento lojista mineiro out/nov 2011 n 30 www.fcdlmg.com.br

    Federao das Cmaras de Dirigentes Lojistas de Minas Gerais

    Venha ver antes o

    que todo mundo

    vai saber depois.

  • 2 Federao em Ao - out/nov de 2011

    PRESIDENTE

    JOS CSAR DA COSTA

    1 VICE-PRESIDENTE

    VANDIR DOMINGOS DA SILVA

    1 VICE-PRESIDENTE ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO

    MARCO ANTNIO DE OLIVEIRA

    2 VICE-PRESIDENTE ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO

    FRANCISCO JOS DE MELO

    VICE-PRESIDENTE DA REGIO DA ZONA DA MATA

    ANTNIO CHALA SADE

    VICE-PRESIDENTE DA REGIO DO TRINGULO

    CELSO VILELA GUIMARES

    VICE-PRESIDENTE DA REGIO DO RIO DOCE

    FLVIO GONALVES LEAL

    VICE-PRESIDENTE DA REGIO CENTRO-OESTE

    LUIZ VICENTE DA COSTA

    VICE-PRESIDENTE DA REGIO NOROESTE DE MINAS

    MARCOS ANTNIO LUIZ

    VICE-PRESIDENTE DA REGIO SUL DE MINAS

    NILSON ANDRADE

    VICE-PRESIDENTE DO ALTO PARANABA

    PEDRO PAULO FONSECA DE FREITAS

    VICE-PRESIDENTE DA REGIO CENTRAL

    ROBERTO ALFEU PENA GOMES

    VICE-PRESIDENTE DAS REGIES DO JEQUITINHONHA E MUCURI

    ROSILDA GONALVES SANTOS

    VICE-PRESIDENTE DA REGIO NORTE DE MINAS

    WANDI MILTON RIBEIRO

    CONSELHEIROS FISCAIS:

    JOO BATISTA DE ASSIS PEREIRA

    JOS DE OLIVEIRA BARBOZA

    MAURCIO HENRIQUE MARTINS

    VANESSA MARIA LOBATO MACIEL

    DIRETORIA ESPECIAL:

    DIRETOR DE COMUNICAO INSTITUCIONAL

    FLVIO FERREIRA

    DIRETORA DE MISSES INTERNACIONAIS

    DARLENE MARIA DE CARVALHO MOURA

    DIRETOR DE EXPANSO DE CDLS

    JOS ALVES DE AGUIAR

    DIRETORA DO CONSELHO DO SEBRAE-MG

    MAURA DE FTIMA MENDONA SANTOS

    COORDENADOR CDLS JOVEM DE MINAS GERAIS

    GEOVANNE GUALBERTO TELES

    Diretoria Trinio 2011 / 2013

  • 3Federao em Ao - out/nov de 2011

    Amigos do movimento lojista,

    Findou-se mais uma Conveno Nacional, com o tema Associati-

    vismo: Nossa Fortaleza, no estado de Cear que recebeu mais de

    cinco mil convencionais e demonstraram, de forma excepcional, a

    fora do movimento lojista nacional.

    Com este envolvente tema e uma excelente organizao, For-

    taleza recebeu empresrios de todo Brasil. A palavra sucesso

    singela para expressar o extraordinrio resultado deste, que

    sem dvida alguma, foi o maior evento do movimento lojista

    nacional.

    Minas Gerais mais uma vez demonstrou a unio do movimento

    lojista estadual em uma caravana de mais de quinhentos partici-

    pantes, vibrantes como sempre.

    Motivo de orgulho e satisfao para os mineiros foi vivenciar,

    mais uma vez, o sucesso de uma iniciativa que partiu desta Fede-

    rao. Trata-se do evento Mulher Empreendedora, realizado pela

    primeira vez na 20 Conveno Estadual, na cidade de Uberlndia

    que se consolidou no calendrio das convenes nacionais.

    Parabns a todos os convencionais. Parabns aos organizadores

    pelo caloroso acolhimento. Na oportunidade, externamos nos-

    so agradecimento ao amigo, Francisco Honrio Pinheiro Alves,

    presidente da FCDL/CE e ao nosso grande lder Roque Pelizzaro,

    presidente da CNDL. Nosso sentimento de gratido a Deus e ao

    povo Cearense pelos maravilhosos momentos de descontrao,

    conhecimento e unio vividos na terra do sol.

    Mensagem do Presidente

    Jos Csar da CostaPresidente da FCDL-MG

  • 4 Federao em Ao - out/nov de 2011

    E mais uma Conveno Nacional chega ao fim. Nesta edio apresentamos um

    breve resumo de tudo que aconteceu em Fortaleza/CE, entre os dias 11 e 14 de

    setembro. Conhecido e respeitado como o maior evento do movimento lojista

    nacional, a conveno mais que um evento de capacitao, o momento de

    trocar informaes e demonstrar a unio do movimento lojista brasileiro.

    Minas Gerais mais uma vez fez bonito, com mais de 500 participantes. No

    conseguimos levar o prmio de maior delegao estadual, mas trouxemos para

    casa o trofu de maior delegao jovem. E por falar nos jovens, o grupo da CDL

    da capital realizou a segunda edio do No Morra no Trnsito, campanha de

    conscientizao sobre os perigos de beber e dirigir.

    Outro destaque foi a realizao do E-COM, em continuidade ao Projeto 2014,

    este evento tem o compromisso de alertar os empresrios varejistas das neces-

    sidades de adequao comercial para receber a copa do mundo.

    Fechamos com flashs da conveno e o giro pelas CDLs, vale a pena conferir!

    Boa leitura.

    Comunicao FCDL-MG

    A revista Federao em Ao uma publicao da Federao das

    Cmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de Minas Gerais.

    Av. Silviano Brando, 25, Sagrada Famlia BH - MG - Cep: 30190-000

    Fone: (31) 2532-3300 / (31) 2532-3328

    E-mail: [email protected]

    Site: www.fcdlmg.com.br

    Superintendncia:

    Carlos vila

    Coordenadora de Comunicao:

    Mariana Couto

    Jornalista Responsvel:

    Fernanda Lopes - MT 14463/MG

    Projeto grfico e diagramao:

    Pedro Chagas

    Estagiria de Comunicaco:

    Thas Barbosa

    Fotos: Arquivo FCDL-MG e internet

    Tiragem: 3.000

    Editorial

    Expediente

  • 5Federao em Ao - out/nov de 2011

    EditorialSum

    rio

    Geral E-COM 2011

    Mov. Lojista 52 Conveno Nacional do Comrcio Lojista

    Mov. Lojista Jantar da delegao mineira

    Mov. Lojista SPC e SERASA parceria entre dois gigantes

    Assessoria Contbil Registro Eletrnico de Ponto

    Geral Congresso no Uruguai

    Flash Conveno Nacional

    Giro pelo movimento lojista

    06 12 19 22 32 44 46 48

  • 6 Federao em Ao - out/nov de 2011

    No dia 10 de outubro, Belo Horizonte

    recebeu o E-COM, o I Seminrio Nacio-

    nal de Comrcio Eletrnico, Negcios

    na Web e Novos Meios de Pagamento.

    Ele deu continuidade ao Projeto 2014,

    o seminrio precursor

    da discusso de temas

    pertinentes infraestru-

    tura das cidades-sedes

    da Copa do Mundo. O de

    2011 ocorreu no hotel

    Ouro Minas e contem-

    plou o comrcio eletr-

    nico, tanto seus disposi-

    tivos e tecnologia como

    segurana e capacitao

    do empresariado brasi-

    leiro.

    O presidente da

    FCDL-MG, Jos Csar

    da Costa, abriu o

    evento dando boas

    vindas e destacando

    a importncia do evento: As

    vendas pela Internet aumentaram

    26% em relao ao ltimo ano. Os

    consumidores esto mais confiantes

    e dispostos a efetuar suas compras

    on-line. Pesquisas apontam que o

    ticket mdio das compras so de

    R$ 300,00 e as mercadorias mais

    compradas so os eletrodomsticos.

    Se h uma mudana cultural iminente

    por parte dos clientes, o empresrio

    deve seguir e adequar-se demanda

    e ao novo perfil de compra e venda.

    Por isso ele deve se preocupar em

    explorar esta modalidade e o primeiro

    passo aprender e saber trabalhar

    com eficcia e, primordialmente,

    segurana, afirmou.

    Em seguida o coordenador geral do

    E-COM Marcelo Castro alertou em seu

    discurso mudanas comportamentais.

    Como exemplo, ele disse que o jornal

    no formato tradicional acabou, no

    entanto, o rdio, que as pessoas

    achavam que iria sucumbir

    tecnologia, ao contrrio, conseguiu

    se reformular, est presente nos

    celulares e na Internet. A tendncia

    Belo Horizonte foi a dcima primeira cidade visitada pelo seminrio

    E-COM 2011Geral

    Marcelo Castro e Jos Csar

  • 7Federao em Ao - out/nov de 2011

    1 Seminrio Nacional de Comrcio Eletrnico,Negcios na Web e Novos Meios de Pagamentos

    de as ideias, instrumentos e aparelhos

    se modernizarem e evolurem

    semestralmente e no com grandes

    intervalos como os vistos at agora.

    Tanto que os nossos smartphones

    de hoje, em 2014, estaro obsoletos

    e sero lixo eletrnico. A nossa

    evoluo chegou ao touch screen,

    dentro em breve comandaremos

    nossos aparelhos pela voz, pontuou.

    Ele ainda aponta para uma mudana

    em relao s cobranas, o mercado

    tem formatado uma nova unidade de

    valor e micro sociedades esto sendo

    formadas, o patrocnio ser a vertente

    ascendente do momento.

    O palestrante mais aguardado, o es-

    pecialista em comrcio eletrnico e

    negcios digitais, Jack London, discor-

    reu sobre Steve Jobs, o idealizador da

    Apple, que faleceu no incio de outu-

    bro. Jobs acreditou em suas ideias

    e criou uma das maiores marcas de

    todos os tempos, reconhecida mun-

    dialmente. Eu h 15 anos criei a Book-

    -net, que vendia livros pela Web, hoje

    ela pertence a outros empresrios e

    possui outro nome: Submarino. Esta

    a tendncia, voc cria a marca, agrega

    valor a ela e, posteriormente, a vende

    e cria outra e novos servios, confi-

    denciou London.

    Hoje as marcas transcendem os espa-

    os fsicos e seus criadores. A Coca-

    -Cola um produto famoso e consu-

    mido em todas as partes do mundo.

    H cerca de seis anos ela passou a

    vender 12 produ-

    tos. A Google mi-

    grou da Internet

    para os celulares

    e criou a tecno-

    logia Android,

    presente tambm

    nos tablets, que

    tem apenas a

    Apple como con-

    corrente. Alm da

    expanso e ade-

    quao da tecno-

    logia em nossas

    vidas, convive-

    mos com as em-

    presas que saem

    de seus focos

    especializados e

    atuam em vrias

    reas da tecnolo-

    gia como a Google. E esta a grande

    jogada, atingir um maior nmero de

    clientes com produtos que no sejam

    apenas seus, afirmou London.

    Alm dos especialistas, os patrocina-

    dores tambm falaram aos participan-

    tes sobre novas demandas, formas de

    pagamentos, segurana e promoes.

    Jack London

  • 8 Federao em Ao - out/nov de 2011

    O Presidente da CNDL, Roque Pellizza-

    ro Jr grande usurio de tecnologias

    digitais, disse sobre o megaevento:

    o Comrcio Eletrnico, o uso de no-

    vas tecnologias e meios eletrnicos

    de pagamento/recebimento, so ine-

    vitveis na vida do comrcio e do va-

    rejo, temos que dominar rapidamente

    estas tecnologias, inovar na forma de

    fazermos negcios e aproveitar todas

    as oportunidades disponveis. Ele

    e o Seminrio de Comrcio Eletrnico

    uma das formas e iniciativas que

    a CNDL, Federaes e as CDLs esto

    utilizando para fazer chegar a estas

    mudanas, que so culturais e tam-

    bm psicolgicas. Mudar exige des-

    conforto, mas sabemos que somente

    assim existe a sobrevivncia dos ne-

    gcios e dos profissionais, finalizou

    Pellizzaro.

    ressaltou que da mesma forma que

    nos adaptamos s eleies na ur-

    nas eletrnicas, em fazer e entregar

    a declarao do Imposto de Renda

    pela Internet e de utilizarmos o sis-

    tema bancrio com cartes de crdi-

    to, usaremos o comrcio eletrnico.

    Este novo jeito de fazer varejo vai

    entrar em nossa vida, naturalmente.

    Trabalhamos para prover informao

    e conhecimento para a Nao Lojista

  • 9Federao em Ao - out/nov de 2011

    - Formatar um site prtico e objetivo, de fcil nave-

    gao. Disponibilizar uma ferramenta de busca efi-

    caz e em local estratgico;

    - Trabalhar para obter e assegurar a confiana dos

    clientes;

    - Cumprir e honrar formas de pagamento e prazo de

    entrega;

    - Fazer pesquisa de satisfao regularmente;

    - Planejar e administrar estoque e logstica;

    - Investir em capacitao de equipes e em tecnolo-

    gia;

    - Ousar e encarar que o comrcio eletrnico uma

    adaptao mundial em expanso;

    - Constatar que h outra espcie de ser humano

    atualmente: o HOMO WEB, ento, tornar-se o WEB

    EMPRESRIO.

    Dicas para ser bem sucedido no comrcio eletrnico:

  • 10 Federao em Ao - out/nov de 2011

    CARLOS EDUARDO VENTURELLI MOSCONI (PSDB)

    Naturalidade: So Paulo - SP

    Contato: [email protected]

    mdico e foi deputado federal por quatro mandatos. Est em seu segundo mandato consecutivo

    como deputado estadual.

    CSSIO ANTONIO FERREIRA SOARES (PRTB)

    Vice-Lder Bloco Transparncia e Resultado

    Naturalidade: Passos - MG

    Contato: [email protected]

    Entre 2007 e 2010, integrou o Governo Acio Neves como subsecretrio de Estado da Defesa

    Social, na rea de Inovao e Logstica, e como chefe de gabinete da mesma secretaria.

    CELINHO DO SINTROCELL (PC DO B)

    Naturalidade: Timteo - MG

    Contato: [email protected]

    Escriturrio. presidente licenciado do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodovirios

    de Coronel Fabriciano (Sinttrocel), secretrio-geral da Federao dos Trabalhadores em Transpor-

    tes de Minas Gerais (Fettrominas).

    CLIO DE CSSIO MOREIRA (PSDB)

    Naturalidade: Belo Horizonte - MG

    Contato: [email protected]

    Empresrio e estudante de Direito. Assumiu em 2011 seu terceiro mandato consecutivo. Na 16

    Legislatura, foi presidente da Comisso Especial para o Estudo da Ateno Pessoa com Trans-

    torno Mental, Deficincia Mental ou Autismo.

    Poltica

    Em continuidade a matria publicada na ltima edio do Federao em Ao, apresentamos

  • 11Federao em Ao - out/nov de 2011

    DALMO ROBERTO RIBEIRO SILVA (PSDB)

    Vice-Lder Governo

    Naturalidade: Ouro Fino - MG

    Contato: [email protected]

    Advogado e professor. Na 16 Legislatura (2007-2011), presidiu a Comisso de Constituio e Jus-

    tia e a Comisso Especial sobre a Arbitragem. Foi membro da Comisso de Educao, Cincia e

    Tecnologia, alm de relator da Comisso Especial das Serras da Calada e da Moeda

    DEIR MOREIRA MARRA (PR)

    Vice-Lder Governo

    Naturalidade: Patrocnio - MG

    Contato: [email protected]

    Empresrio e advogado. No primeiro binio da 16 Legislatura (2007-2011), foi presidente da

    Comisso de Educao, Cincia, Tecnologia e Informtica de 15/2/2007 a 20/12/2008. No segundo

    binio, foi vice-presidente da mesma comisso

    DLIO DE JESUS MALHEIROS (PV)

    Naturalidade: Itamarandiba - MG

    Contato: [email protected]

    Advogado. Foi presidente da Comisso de Defesa do Consumidor e do Contribuinte, no primeiro

    binio da 16 Legislatura. No segundo binio, foi vice-presidente da mesma comisso e presidiu

    ainda a Comisso de Administrao Pblica.

    DELVITO ALVES DA SILVA FILHO (PTB)

    Naturalidade: Morada Nova de Minas - MG

    Contato: [email protected]

    Advogado. Na 16 Legislatura, foi vice-lder do Governo e membro efetivo das comisses de

    Constituio e Justia e de Direitos Humanos Foi ainda membro suplente das comisses de

    Defesa do Consumidor e do Contribuinte e de Administrao Pblica.

    mais alguns deputados estaduais. Faa valer seu voto, sempre que necessrio contate-os.

  • 12 Federao em Ao - out/nov de 2011

    52 Conveno Nacional rene cinco mil pessoas

    A Conveno Nacional do Comrcio Lojista, maior evento varejista do

    pas, completou sua 52 edio entre os dias 11 e 14 de setembro de

    2011, em Fortaleza/CE. O tema deste ano, Associativismo: nossa Forta-

    leza reuniu cerca de cinco mil participantes, evento fruto, da parceria

    entre a Confederao Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a Federao

    das CDLs do Cear e a Cmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza.

    A solenidade de abertura ocorreu na noite de domingo, 11/09, com

    as presenas ilustres do governador do Cear, Cid Gomes e da prefei-

    ta Luizianne Lins. O presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, en-

    trou no salo ao lado da bandeira da CNDL, seguido pelo presidente

    da FCDL/CE, Francisco Honrio Pinheiro Alves, juntamente com o pre-

    sidente da CDL Fortaleza, Pio Rodrigues, seguidos pelos demais presi-

    dentes das Federaes do Brasil, dentre eles o presidente da FCDL-MG,

    Jos Csar da Costa (foto). Para completar a noite, todos assistiram

    apresentao do Ballet Edisca e participaram de um coquetel.

    O temrio tcnico foi aberto na segunda-feira, 12/09, pelo poltico Ciro

    Gomes, com o tema Conjuntura Econmica Brasileira: Anlise e Perspec-

    tivas. Durante pouco mais de uma hora, o palestrante fez um balano

    da atual conjuntura e analisou as perspectivas do pas para os prximos

    anos. A segunda palestra do dia foi com Sandro Magaldi, Vendas 3.0:

    Um Novo Mundo dos Negcios pelas Ideias. Em seguida, palestrou a

    advogada Patrcia Peck, sobre a Sociedade Digital: Oportunidade e Ame-

    aas da Era Digital no seu Negcio.

    Durante a tarde, as mulheres que desde a Conveno Nacional realizada

    em Minas Gerais, em 2008, passaram a ter um espao especialmente

    dedicado a elas, ouviram a palestrante Rita Rostirolla. Ela deu dicas para

    a mulher comandar os negcios sem perder o charme e a feminilidade,

    ensinando truques de seduo para as participantes.

    Na noite da segunda-feira, realizou-se o tradicional jantar das delega-

    es. Evento em que cada Federao rene sua delegao para um

    momento de confraternizao. Minas Gerais, maior federao do Brasil,

    contou com mais de 500 participantes em seu jantar, onde o presiden-

    Fortaleza/CE foi palco do evento

    Movimento Lojista

  • 13Federao em Ao - out/nov de 2011

    te da CNDL, Roque Pellizzaro Jr. foi recepcionado. Fao

    questo de prestigiar este jantar e esta delegao, Minas

    a maior federao do Brasil, alm de ser um povo caris-

    mtico e hospitaleiro, sempre muito prazeroso confra-

    ternizarmos, afirmou Pellizzaro.

    A tera-feira, 13/09, iniciou com a palestra do publicitrio

    mais premiado do Brasil, Washington Olivetto. Ele defen-

    deu que a simplicidade das ideias a chave do sucesso

    e estimulou o trabalho em equipe. Csar Souza minis-

    trou sobre o que um lder cinco estrelas deve saber, ele

    embasou sua palestra em valores como estrutura para o

    comportamento e guia da liderana.

    Dando continuidade, a famlia Schrmann apresentou-se

    e fez uma analogia entre as dificuldades da vida no mar

    e os desafios constantes do mundo dos negcios, discu-

    tindo os princpios comuns s duas reas. J a CDL Jovem

    promoveu um talk show com o apresentador Serginho

    Groisman, para discutir sobre a Copa do Mundo 2014,

    suas oportunidades e desafios.

    O ltimo dia apresentou uma das mais esperadas pa-

    lestras, Daniel Godri, que emocionou a todos com Co-

    laboradores brilhantes, lderes fascinantes: Trabalho em

    equipe. O especialista ensinou que preciso sair da zona

    de conforto no trabalho e principalmente necessrio

    alinhar mente e corao para ter um resultado brilhan-

    te. O melhor exemplo de trabalho em equipe dado pelo

    palestrante o realizado pelas abelhas na colmeia. So

    mais de 30 mil integrantes vivendo em harmonia.

    Estande da FCDL-MG na conveno

    A FCDL-MG manteve um estande na 52 Conveno Nacio-

    nal para recepcionar, assessorar e apoiar cada integrante

    de sua delegao. Neste espao, todos os empresrios do

    varejo mineiro tiveram a oportunidade de interagir e trocar

    experincias sobre os temas abordados nas palestras.

    Presena mineira

    A federao mineira reconhecida por sempre tentar levar

    a maior delegao estadual, j tendo recebido inmeras

    vezes premiao por isto, este ano foi congratulada com

    o trofu de maior delegao jovem (leia mais na pgina

    35), o que reafirma o compromisso dos cedelistas com esta

    importante misso. O presidente da FCDL-MG, Jos Csar da

    Costa, agradeceu aos mineiros e j se comprometeu a ser

    novamente em 2012 a mais expressiva delegao (leia na

    pgina 19).

  • 14 Federao em Ao - out/nov de 2011

    Ciro Gomes

    Convocado para abrir o temrio tcnico da 52 Conveno Nacional, o

    poltico cearense, Ciro Gomes, palestrou por mais que uma hora sobre

    Conjuntura Econmica Brasileira: Anlise e Perspectivas. Ao fazer um

    balano do atual cenrio brasileiro, ele analisou as possibilidades e

    traou previses para os prximos anos. O poltico afirmou: Juro

    gasto corrente, mais de 12% do PIB empatado em juros. Outro pro-

    blema vivenciado a desigualdade de renda, o Nordeste brasileiro e o

    Norte no so sedes; por que uma indstria vai se instalar aqui? Para

    aumentar o custo? Precisamos de uma politica global. Dono de um

    vasto currculo poltico e administrativo, Ciro Gomes autor de livros

    como No Pas dos Conflitos (1994); O Prximo Passo Uma Alterna-

    tiva Prtica ao Neoliberalismo (1995), e em parceria com o professor

    Mangabeira Unger; Um Desafio Chamado Brasil (2002).

    Sandro Magaldi apresentou formas de gerenciar

    cotidianamente um negcio como essenciais para a

    melhora no desempenho com a sua palestra. Ele destacou

    que h uma preocupao geral e consentida em direcionar

    energia e focar nas metas e nmeros, porm ele destacou

    que to importante quanto isso como se chegar a isso,

    levando-se em conta como se contrata e treina os

    funcionrios e como os clientes so tratados. Temos que

    migrar o foco no cliente para o foco do cliente, afirmou.

    A advogada e especialista em Direito Digital, Patrcia Peck,

    encerrou o primeiro dia de palestras. Em sua fala, ressaltou

    que imprescindvel para qualquer tipo de negcio a inte-

    grao ao mundo digital. No entanto, alerta que para aden-

    trar nesta esfera necessrio ter conscincia dos mecanis-

    mos de utilizao das ferramentas comunicacionais e dos

    termos de utilizao, sempre em alerta para as questes

    jurdicas que podem estar embutidas em cada atividade re-

    alizada, seja ela comercial, ou institucional.

    Sandro Magaldi Patrcia Peck

    Conjuntura Econmica Brasileira: Anlise e Perspectivas

    Vendas 3.0: Um Novo Mundo dos Negcios

    Movidos Pelas IdeiasSociedade Digital: Oportunidades e Ameaas da

    Era Digital no Negcio

  • 15Federao em Ao - out/nov de 2011

    Washigton Olivetto

    Washington Olivetto foi o primeiro a palestrar no segundo dia da Con-

    veno Nacional sob o ttulo: O que inspira na palestra de Washington

    Olivetto? , o publicitrio trouxe diversas campanhas comerciais que

    fizeram o diferencial. Tudo tem que ser brilhante o tempo inteiro,

    pontuou.

    Quanto produo de propaganda, o publicitrio lembrou que as ideias

    mais simples so as que mais fazem sucesso. Uma das caractersti-

    cas principais para uma boa campanha apenas uma ideia, mas no

    qualquer ideia e sim uma simples ideia, finalizou. Eleito o publicitrio

    do sculo, Olivetto, recebeu 46 prmios no Festival de Cannes, e o

    criador do garoto Bombril, no ar desde 1978, campanha mais longa da

    histria segundo o Guiness Book.

    Csar Souza enfatizou que o comportamento de qualquer

    ser humano orientado por valores e os elencou: tica,

    integridade, transparncia, respeito. Ele tambm orientou

    sobre a importncia de procurar alinhar estes valores ao da

    cultura empresarial, assim como estimular a sua consolida-

    o, adquirir outros e excluir os que so desnecessrios ou

    irrelevantes.

    Fazendo uma analogia entre as dificuldades da vida no mar

    e os desafios constantes do mundo dos negcios, Navegan-

    do com o sucesso discutiu os princpios comuns s duas

    reas enquanto narrou as experincias que a famlia Schr-

    mann viveu ao conhecer povos e culturas to diversas.

    Csar Souza Famlia Schrmann

    O que inspira na palestra de Washington Olivetto?

    Inspirar pelos valores e surpreender pelos resul-

    tados: O que um lder cinco estrelas deve saberNavegando com o sucesso

  • 16 Federao em Ao - out/nov de 2011

    Daniel Godri

    Daniel Godri discutiu o assunto: Colaboradores brilhantes, lderes fas-

    cinantes: trabalho em equipe - Juntos somos muito melhores que so-

    zinhos. Ele destacou a importncia de sair da zona de conforto no

    trabalho e a necessidade de aliar a mente com o corao para ser um

    colaborador brilhante e um lder realmente fascinante.

    Ele comparou a falta de auto-estima do brasileiro com o norte-ame-

    ricano: Os norte-americanos so ousados. Pensam grande, por isso

    precisamos aprender com eles, diz. Para ele, o brasileiro maior que

    o norte-americano. Godri explica que chefia no quer dizer liderana.

    preciso aliar a mente com o corao para ser um colaborador brilhan-

    te e um lder fascinante. Um bom relacionamento entre funcionrios,

    chefes e clientes promove a fidelizao da marca e diminui as demis-

    ses nas empresas por problemas de convivncia.

    Clemente Nbrega

    Clemente Nbrega, consultor de empresas, palestrou na 52 Conveno

    Lojista com a palestra Inovao dinheiro novo no seu negcio: Como

    inovar em sua empresa e no seu negcio? ele enfatizou a importncia

    de inovaes como fator de diferenciao no mercado.

    Por meio de anos trabalhando com consultoria e mantendo uma coluna

    na poca Negcios, Nbrega defendeu a ideia de que inovao siste-

    mtica inovao como disciplina. Da mesma forma como engenharia,

    medicina, direito so. Ento ele explicou seu mtodo o INNOVATRIX,

    desenvolvido pela sua empresa, em que a premissa que as solues

    tm que ser descobertas e implantadas pelas pessoas das empresas.

    Colaboradores brilhantes, lderes fascinantes: trabalho em equipe - Juntos somos muito melhores que sozinhos

    Inovao dinheiro novo no seu negcio: Como inovar em sua empresa e no seu negcio?

  • 17Federao em Ao - out/nov de 2011

    Terra de Gigantes

    O Painel Terra de Gigantes foi comandado

    pela jornalista Cristiana Lobo, com a par-

    ticipao dos empresrios cearenses Fran-

    cisco Deusmar de Queirs (Pague Menos),

    Aline Telles (Grupo Ypioca) e o presidente

    da Confederao Nacional de Dirigentes

    Lojistas Roque Pellizzaro Jr. O tema debati-

    do foi O Segredo do Sucesso: Como empre-

    ender no Brasil nos dias de hoje?

    A proposta foi discutir sobre diferentes perspectivas o cenrio empreendedor brasileiro e ponderar sobre as potencialidades e

    peculiaridades dos empresrios de micro e pequeno porte. Apesar de no possuir um histrico satisfatrio, pois h um grande

    nmero de empresas que fecham as portas antes de completarem dois anos de vida, os convidados afirmaram que os ndices

    se mostram otimistas por parte do consumidor e tambm dos empresrios. Dados do SEBRAE-SP confirmam esta ideia: A par-

    ticipao das micro e pequenas empresas na economia brasileira e na gerao de empregos outra prova disso. A instituio

    ainda afirma que o Brasil possui 5,1 milhes de empreendimentos, das quais 98% so micro e pequenas empresas (MPEs).

    Os pequenos negcios, formais ou informais, respondem por mais de dois teros dos postos de trabalho no setor privado.

    Sustentabilidade foi outro enfoque do painel. Esta nova responsabilidade por parte dos consumidores ao comprar e dos em-

    presrios ao oferecer novas alternativas na hora de empreender, tem sido diferencial no pas, apontaram os participantes. Eles

    ainda afirmaram que essa vertente to importante quanto tonar-se empreendedor por oportunidade, pois a sustentabilidade

    tem crescido e feito parte efetiva do cenrio econmico mundial.

    5 Seminrio Jurdico Nacional

    Otimismo, sustentabilidade e oportunidade marcam o

    cenrio econmico.

    Rogria Paula B.R Gieremek, gerente jur-

    dica da Serasa Experian bateu um papo

    com os assessores jurdicos das CDLs e

    Federaes do Brasil, para esclarecer as

    dvidas a respeito do Cadastro Positivo e

    da nova parceria SPC / Serasa. O Cadastro

    Positivo foi regulamentado recentemente,

    antes o pas no tinha nenhum cadastro

    de bons pagadores, apenas listas com in-

    formaes referentes inadimplncia e

    falta de pagamentos dos consumidores.

  • 18 Federao em Ao - out/nov de 2011

    Mulher Empreendedora e Talk Show da CDL Jovem

    Dois grupos em vertiginoso crescimento no movimento

    lojista nacional: CDL Jovem e Mulheres empresrias, em-

    preendedoras e dirigentes lojistas. Para os mais novos, a

    programao reservou um talk show com o apresentador

    Serginho Groisman que mediou o debate sobre Copa X Co-

    mrcio: Oportunidades e Desafios. Uma oportunidade para

    os jovens empresrios discutirem a realidade de seu estado,

    de sua cidade e ouvir de seus colegas, tornando mais fcil

    criar propostas e sugerir melhorias. No dia anterior, a CDL

    Jovem Nacional se reuniu com seus presidente para tro-

    carem impresses e experincias sobre o atual cenrio do

    movimento lojista nacional, em seu segmento.

    Enquanto o espao reservado s mulheres que prestigia-

    ram o evento, ocorreu o 4 Encontro Nacional da Mulher

    Empreendedora, que contou com a participao macia das

    empresrias e esposas de dirigentes lojistas.

  • 19Federao em Ao - out/nov de 2011

    Jantar das Delegaes

    No dia 12 de setembro os participantes da 52 Conveno

    Nacional se reuniram no tradicional Jantar das Delegaes,

    em uma noite em que os anfitries do evento e autoridades

    locais, geralmente visitam cada uma delas, para dar boas-

    -vindas e tambm confraternizarem. Unio e descontrao

    marcaram esta edio. Agradeo a todos os mineiros que

    hoje aqui esto, representando, no apenas a nossa classe,

    mas nosso estado, disse o presidente da FCDL-MG, Jos

    Csar da Costa.

    Ele ainda ressaltou o crescimento da comitiva mineira, que

    muitas vezes j foi premiada por ser a maior delegao,

    parabenizou empresrios e dirigentes lojistas pela atuao

    em cada cidade e regio mineira, de origem e, enalteceu a

    trajetria da federao em quase quatro anos de gesto, o

    apoio da diretoria e das CDLs mineiras. Costa ainda obser-

    vou que h uma crescente conscientizao, por parte dos

    empresrios mineiros em participar deste tipo de evento.

    Delegao mineira recepciona Roque Pellizzaro e o Presidente da FCDL-CE Honrio Pinheiro

  • 20 Federao em Ao - out/nov de 2011

    CDLs mineiras no Jantar das Delegaes

  • 21Federao em Ao - out/nov de 2011

    Encerramento da 52 Conveno Nacional

    A Conveno encerrou suas atividades em Fortaleza, ao final

    de quatro dias com delegaes de todo o pas participan-

    do de palestras, encontros, painis e da feira de negcios.

    Considerado o mais importante evento voltado para o setor

    lojista do ano, foi realizada de 11 a 14 de novembro de 2011

    em Fortaleza superando todas as expectativas.

    O balano oficial do evento contabilizou cerca de seis mil

    participantes, superando a expectativa inicial de cinco mil;

    injeo de R$ 15 milhes na economia de Fortaleza, sendo

    R$ 10 milhes somente no trade tursticos; mais de 800 em-

    pregos diretos somente na organizao da feira e dois mil

    empregos indiretos; mobilizao de 19 hotis diretamente

    pelo evento com ocupao de pelo menos 2.500 leitos, ten-

    do alcanado 85% de ocupao contra 80,3% do mesmo pe-

    rodo do ano anterior; 40 nibus realizando o translado dos

    participantes entre o hotel e o Complexo Coliseu Dunas (lo-

    cal do evento); e consumo de trs toneladas de alimentos.

    Na ltima noite do evento, houve um jantar de confrater-

    nizao com a participao do cantor cearense Raimundo

    Fagner. Tradicionalmente, nesse perodo, so entregues as

    premiaes do evento. Este ano, a CDL Jovem de Minas Ge-

    rais ganhou como a maior com 26 integrantes.

    Mais uma vez o presidente da FCDL-MG, Jos Csar da Cos-

    ta agradeceu aos integrantes da caravana mineira pelo en-

    volvimento, alegria e unio compartilhadas durante toda a

    conveno.

  • 22 Federao em Ao - out/nov de 2011

    J no ano passado, o Ser-vio de Proteo ao Cr-dito (SPC) e a multinacio-nal Serasa Experian (Serasa),

    rivais em armazenamento e

    disposio de informaes

    cadastrais, avaliaram unir a

    base de banco de dados, ou

    de alguma forma tornarem-

    -se parceiros. Enquanto o SPC

    o maior da Amrica Latina,

    o Serasa sempre atuou em

    grandes centros com agncias

    financeiras.

    Em setembro, os dois decidiram pela parceria, resultan-

    do na maior entidade de banco de dados de empresas

    e consumidores do pas, com cerca de 150 milhes de

    CPFs, dois mil lojistas e 400 mil CNPJs. Esta juno tem

    o intuito de criar uma frente forte, para enfrentar poss-

    veis concorrncias no segmento e preservar o movimento

    lojista nacional, explicou o presidente da FCDL-MG, Jos

    Csar da Costa, ele ainda atenta para os perfis das duas

    instituies: O SPC e o Serasa possuem perfis comple-

    mentares, pois o primeiro possui dados de consumidores

    e lojistas e o outro, sempre dominou a parte de pessoas

    jurdicas.

    O presidente da Confederao Nacional de Dirigentes

    SPC e Serasa:

    Movimento Lojista

    22 Federao em Ao - out/nov de 2011

  • 23Federao em Ao - out/nov de 2011

    Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Jr anunciou que com o

    novo formato as informaes contidas nos dois sistemas

    sero acessadas com mais informaes e maior detalha-

    mento. A partir desta empreitada, o SPC potencializa

    sua funo de ferramenta para que o comerciante reali-

    ze suas operaes de crdito com maior segurana, mas

    para isso o alinhamento est em processo, ainda teremos

    que definir questes funcionais e operacionais, afirmou

    Pellizzaro, ao destacar o benefcio desta ao: Uniremos

    informaes de grandes centros a uma rede de mais de

    1,5 mil municpios com milhares de consumidores e lo-

    jistas.

    O que muda e o que continua

    SPC e Serasa j so parceiros desde 2008, ento, portanto

    houve maior facilidade em as entidades continuarem a

    compartilhar dados a fim de facilitar as consultas, mesmo

    com as bases de informaes ainda sendo independentes

    com seus arquivos de armazenamento autnomos. Logo,

    o SPC resguardar seu direito de ser uma entidade clas-

    sista, representante dos lojistas.

    Preservamos e fortalecemos a marca SPC e agora com

    um banco de dados ainda mais completo. Mantivemos

    nossa liberdade e autonomia para criarmos produtos e

    ampliar nosso portfolio, preservando nossos valores, te-

    remos, para as CDLs um banco de dados com maior valor

    agregado e com o mesmo custo. H tambm benefcios

    para empresas e consumidores, pois ser mais gil a for-

    ma de recuperar-se o crdito e de liber-lo para negocia-

    es, explicou o presidente da FCDL-MG, Jos Csar da

    Costa.

    Por permanecer em seu ncleo e essncia, a manuteno

    e repasse continuaro da mesma forma que antes, no se

    alteram em nada. Quanto a negociar os produtos, um do

    outro e os impactos dessa mudana ainda tm sido discu-

    tidas e avaliados pela diretoria do SPC Brasil e CNDL, para

    serem bem esclarecidas s CDLs e, consequentemente

    aos lojistas. Confira na prxima pgina um breve relato

    do presidente da CNDL a respeito desta parceria.

    parceria de dois gigantes

    Federao em Ao - out/nov de 2011 23

  • 24 Federao em Ao - out/nov de 2011

    servados, por outro lado, vamos oferecer aos nos-

    sos associados um produto de maior qualidade:

    Banco de dados mais completa do mercado;

    Ampliao do portflio para produtos de Pessoa

    Jurdica;

    Acesso aos dois bancos de dados em uma s

    consulta;

    Melhor custo x benefcio;

    Mais facilidade para o consumidor recuperar o

    crdito.

    A preocupao em melhorar os servios que ofe-

    recemos essencial para nos mantermos como o

    maior bureau de crdito brasileiro, e com presen-

    a nacional. S a busca incessante pela melhoria

    permitir que as empresas continuem vendo nas

    entidades de classe um representante isento e

    fundamental para represent-las.

    Tudo isso refora o nosso propsito de promover

    a economia nacional e a gerao de empregos; in-

    centivar a longevidade das entidades e empresas;

    a incluso das classes C, D e E no mercado de

    consumo; manter o rendimento nas entidades e

    fortalecer o associativismo.

    Contamos com todas as entidades espalhadas pelo

    Brasil para assegurar o sucesso do nosso trabalho,

    e fazer desse momento uma oportunidade de for-

    talecer as nossas atividades comerciais. A CNDL e

    o SPC Brasil vo reforar a capacitao comercial e

    se comprometem a dar todo o apoio necessrio,

    como sempre se empenharam em fazer.

    Coloco-me a disposio para qualquer dvida.

    SPC Brasil e Entidades cada vez mais fortes!

    Roque Pellizzaro Junior

    Presidente da CNDL, Confederao Nacional de

    Dirigentes Lojistas.

    Caro leitor,

    H dois meses, conclumos um grande passo dado em nome

    do progresso das Entidades e do Associativismo.

    Aps um perodo de intensa negociao, a CNDL e o SPC Brasil

    optaram por aumentar a parceria que j mantnhamos com a

    Serasa Experian, desde 2008.

    Nos ltimos anos o nosso mercado vem sofrendo grandes

    mudanas, e com a deciso da ACSP de deixar de operar

    no mercado de informao de crdito e constituir empresa

    concorrente (Boa Vista Servios), tivemos necessidade reativa

    de firmar uma parceria, a fim de assegurar a continuidade do

    nosso modelo de negcio.

    Essa ampliao no ir interferir nas operaes do SPC Brasil

    e das entidades. A base de dados e o repasse continuam pre-

    24 Federao em Ao - out/nov de 2011

  • 25Federao em Ao - out/nov de 2011

  • 26 Federao em Ao - out/nov de 2011

    A NRFA Feira RETAILS BIG SHOW, mais conhecida como

    NRF ou Big Show, o maior evento de tecnologia e

    solues para o varejo do mundo, apresentando in-

    teresses que cobrem todos os aspectos do varejo,

    desde tecnologia e estratgias de venda, de posicio-

    namento de marca inovao de design.

    - Visitas tcnicas com consultor da Confederao Nacional de Dirigentes Lojistas;- Reunies exclusivas da delegao brasileira;

    - Oportunidade de conhecer as novas tendncias para o varejo mundial.

    A NRF composta de exposio de produtos e tecnologias de ltima gerao, seminrios, f-

    runs de debates, apresentao de cases de empresas mundialmente conhecidas. Desde 2008,

    a feira traz tambm o pavilho inteiramente dedicado Loja de Conceito Verde (interativo,

    com solues e criaes verdes nas lojas) e o Conceito Loja (as mais novas estratgias e

    solues de marketing in-store, conectando-se com seus consumidores de forma nica).

    Participe voc tambm do maior evento de varejo do mundo. Viaje com a FCDL-MG, confira algumas das vantagens:

  • 27Federao em Ao - out/nov de 2011

    INSCRIESE-mail: [email protected] Telefone: (31) 2532-3300 w w w . f c d l m g . c o m . b r

    FCDL-MG

    Confira alguns direitores da FCDL-MG que j garantiram sua vaga:

  • 28 Federao em Ao - out/nov de 2011

    Redes sociais e Transmisso on-line

    As redes sociais e seu vertiginoso cresci-

    mento j so temas bastante debatidos e

    presentes no cotidiano dos profissionais

    de comunicao, mas constantemente no-

    vas ferramentas surgem para nos auxiliar

    ainda mais neste trabalho.

    Smartphones e tablets so exemplos de

    ferramentas que esto cada dia mais

    completas, agindo como facilitadoras da

    notcia em tempo real. Durante a 52 Con-

    veno Nacional do Comrcio Lojista, os

    assessores de comunicao participaram

    de um bate-papo com o jornalista Fbio

    Malini, especialista em jornalismo digital,

    que apresentou mais uma novidade, a

    transmisso on-line.

    Na realidade a transmisso on-line no

    uma novidade, mas a forma simples e

    rpida apresentada pelo colega que sur-

    preendeu aos participantes. Em alguns

    segundos, um vdeo gravado no celular

    enviado para um site de streaming que j

    publica o vdeo nas redes sociais, agilizan-

    do assim o nosso trabalho.

    Mas importante considerar que para um

    bom desempenho necessrio algum in-

    vestimento, um modelo de celular que te-

    nha fcil acesso as redes sociais e internet

    3G, de preferncia com acesso ilimitado,

    s assim voc poder ter um resultado

    satisfatrio.

    No blog do jornalista um tutorial completo

    de como fazer a transmisso on-line, alm

    de outras dicas para o jornalismo na rede,

    confira: www.fabiomalini.com

  • 29Federao em Ao - out/nov de 2011

    O mundoque criamos

    Palestrante FCDL-MG

    PachecoProfessor

    [email protected]

    Fui criado com princpios morais co-

    muns. Mes, pais, professores, avs,

    tios, vizinhos eram autoridades pre-

    sumidas, dignas de respeito e con-

    siderao.

    Tnhamos medo apenas do escuro, de

    sapos, de filmes de terror. Hoje me

    deu uma tristeza infinita por tudo

    que perdemos. Por tudo que meus

    netos um dia temero. Pelo medo

    no olhar de crianas, jovens, velhos

    e adultos.

    Matar os pais, os avs, violentar

    crianas, sequestrar, roubar, enganar,

    passar a perna, tudo virou banalida-

    de de notcias policiais, esquecidas

    aps o primeiro intervalo comercial.

    Regalias em presdios matria vo-

    tada em reunies. Direitos humanos

    para criminosos, deveres ilimitados

    para cidados honestos. O que acon-

    teceu conosco? Professores surra-

    dos em salas de aula, comerciantes

    ameaados por traficantes, grades

    em nossas janelas e portas. Crianas

    morrendo de fome! Que valores so

    esses? Carros que valem mais que

    abrao.

    O que vai querer em troca desse

    abrao, meu filho? Mais vale um te-

    lo do que um papo. Mais vale um

    baseado do que um sorvete. Mais

    valem dois vintns do que um gosto.

    Que lares so esses? Jovens ausen-

    tes, pais ausentes. Droga presente. E

    o presente? Uma droga!

    Quando foi que olhei nos olhos de

    quem me pede roupa, comida, cala-

    do sem sentir medo? Quando foi que

    me fechei? Quero de volta a minha

    dignidade, a minha paz. Quero de

    volta a lei e a ordem. Quero liberda-

    de com segurana!

    Quero a honestidade como motivo de

    orgulho. Quero a vergonha, a solida-

    riedade. Quero a retido de carter,

    a cara limpa e o olho no olho. Quero

    a esperana, a alegria. Quero calar a

    boca de quem diz: a nvel de, en-

    quanto pessoa. Abaixo o TER, viva

    o SER!

    E viva o retorno da verdadeira vida,

    simples como uma gota de chuva,

    leve como a brisa da manh! E defi-

    nitivamente comum, como eu. Vamos

    voltar a ser gente? Utopia? No. Se

    voc e eu fizermos nossa parte e

    contaminarmos mais pessoas, e es-

    sas pessoas contaminarem mais pes-

    soas?!

  • 30 Federao em Ao - out/nov de 2011

    Acesso ao crdito e superendividamento

    As polticas de estmulo ao consumo in-

    crementadas pelo acesso facilitado ao

    crdito, pela estabilidade econmica ob-

    tida pelas transformaes scio-polticas

    e econmicas no pas, permitiram a uma

    nova classe a possibilidade de adquirir os

    mais variados bens de consumo.

    O consumo se sustenta em dois alicerces

    bsicos: a satisfao das necessidades e a

    realizao dos desejos pessoais. Assim, o

    acesso facilitado ao crdito permite que as

    necessidades bsicas sejam supridas e os

    desejos individuais sejam satisfeitos.

    Nesse contexto, a atual sociedade de con-

    sumo, adquire alm dos tradicionais bens

    de consumo, veculos, pacotes tursticos e

    at cirurgias plsticas em parcelas a per-

    der de vista.

    Essa cultura de parcelamento impulsio-

    nada pela falsa crena de que poss-

    vel comprar o que couber no oramento,

    desde que a parcela seja vivel, acaba

    por criar um mau hbito no consumidor,

    muitas vezes impedindo uma anlise cri-

    teriosa dos juros embutidos nos parcela-

    mentos, conduzindo a uma falta de plane-

    jamento financeiro, sem antever situaes

    que possam causar o inadimplemento do

    consumidor.

    Sem dvida, a falta de planejamento fi-

    nanceiro uma das maiores causas do

    inadimplemento, mas no a nica: a per-

    da de emprego, problemas de sade, rup-

    turas familiares, acabam por potencializar

    os problemas da falta de planejamento,

    gerando muitas vezes o no cumprimen-

    to das obrigaes e o superendividamen-

    to. Some-se a isso a falta de informao

    e educao para o consumo, em um pas

    que passou a ltima dcada sob estabili-

    dade financeira, impulsionando o acesso

    ao crdito.

    O fenmeno do superendividamento re-

    crudesce merecendo ateno de toda a

    sociedade. preciso contextualiz-lo no

    mercado de consumo brasileiro, diante da

    estabilidade econmica, do estmulo cons-

    tante ao consumo, no acesso facilitado

    ao crdito e, sobretudo, no perfil do novo

    consumidor.

    Com a recente aprovao da Lei

    12.414/2011, que criou o cadastro positi-

    vo possvel que a sociedade tencione a

    mudar os hbitos de consumo, porquan-

    to ser possvel avaliar o histrico de

    adimplemento do consumidor e outros

    dados cadastrais, juntamente com as in-

    formaes de inadimplemento do consu-

    midor, estas, disciplinadas pelo CDC (Lei

    8.078/90), cujas mudanas e adequaes

    foram construdas nesses vinte anos.

    A relao interdependente do fornecedor,

    consumidor e banco de dados, possibilita

    o incremento da sociedade de consumo,

    do acesso a bens e servios, porm pre-

    ciso que essa relao triangular se estru-

    ture de forma criteriosa, com o uso correto

    do crdito, dentro da realidade econmica

    e social do consumidor, de acordo com

    seu perfil social e financeiro. Sem dvi-

    da, o uso racional do crdito parece ser

    o maior desafio da sociedade de consumo

    brasileira.

  • 31Federao em Ao - out/nov de 2011

    Perguntas & Respostas

    1 - O LOJISTA OBRIGADO A EFETUAR A TROCA PARA A PESSOA QUE GANHOU UM PRESENTE DA LOJA?

    R.: A simples troca do produto no obrigatria, pois no o caso da aplicao do direito de arre-

    pendimento que somente poder ser exercido quando a contratao ocorrer fora do estabelecimento

    comercial. Exemplos de compras feitas pela internet, televiso, telefone, catlogo ou anncio de jornal

    (artigo 49 do CDC). Nestes casos, o prazo para desistncia da compra de 7 dias, a contar do recebi-

    mento do produto.

    Porm, como boa poltica de relacionamento com o consumidor e visando a cordialidade e fidelidade

    com o cliente, quando a compra feita no prprio estabelecimento ficar a critrio da loja efetuar ou

    no a troca do produto, no podendo o consumidor exigi-la. Em muitos casos, as lojas afixam uma

    etiqueta na mercadoria datando o dia da compra e estabelecendo o prazo de troca do produto, neste

    caso, haver a obrigatoriedade da loja em cumprir essa norma, mais benfica ao cliente.

    A troca imediata somente ser feita quando se detecta vcio ou defeito aparente no produto, e desde

    que no tenha sido causado pelo prprio consumidor.

    Porm, se a mercadoria apresentar defeito de fabricao, em um primeiro momento a responsabilidade

    do fabricante para corrigir o defeito apresentado. E do comerciante em indicar corretamente o fabri-

    cante do produto, para que o consumidor possa exigir do fabricante a reparao desse defeito. Caso

    o comerciante no indique o fabricante, recair sobre o mesmo a responsabilidade pela reparao do

    defeito do produto.

    A garantia legal para bens no durveis de 30 dias, prazo para reclamao do consumidor. No caso de

    bens durveis o prazo de garantia e para reclamao do consumidor de 90 dias. No caso de defeito

    oculto (vcio), o prazo comea a contar da data em que o consumidor perceber o defeito, uma vez que

    no estava aparente, podendo o consumidor exigir que o defeito seja corrigido.

    A Lei 8.078/90 Cdigo de Defesa do Consumidor prev a troca da mercadoria somente pelo vcio ou

    defeito da mesma, como est elencado em seus Artigos 18 a 20.

    2 - A PESSOA ESCOLHEU UM PRODUTO PARA TROCA E O PREO DESSE PRODUTO SAIU PRAZO, OU SEJA, O

    PREO DA ETIQUETA. ISTO CORRETO?

    R.: Se o produto escolhido na troca tem valor maior, este valor que dever ser cobrado na troca.

    Duas questes: uma refere-se troca do produto, o que j foi permitido pelo lojista, outra refere-se ao

    preo do produto trocado, se o produto a ser trocado possui preo maior, logicamente essa diferena

    tem que ser cobrada do consumidor, pois trata-se de outro produto, com preo distinto do produto

    originalmente comprado.

    3 - DE ACORDO COM O CDC OS RECM CASADOS TEM DIREITO A ESSA TROCA DE PRODUTOS? QUAL O CRI-

    TRIO?

    R.: De acordo com o CDC, a poltica de troca igual para todos os consumidores, independente de

    serem recm casados, idosos, gestantes, etc. A lei presume a igualdade de tratamento aos consumido-

    res, dentro da poltica da empresa, devendo os prazos estabelecidos no CDC serem respeitados pelos

    fornecedores de produtos ou servios.

  • 32 Federao em Ao - out/nov de 2011

    Conforme portaria n 1510 de 21 de agos-

    to de 2009 e alterao dada pela portaria

    1987 de 18 de agosto de 2010, a partir de

    1 de mao de 2011, todas empresas com

    mais de 10 funcionrios, que no optarem

    pelo registro manual ou mecnico do pon-

    to, devem adotar o regime de marcao

    eletrnica com o registro feito atravs de

    impresso de comprovante para o fun-

    cionrio das marcaes de entrada, sada

    para o almoo, retorno e sada. Com a

    portaria 373 publicada no Dirio Oficial

    da Unio de 28 de fevereiro de 2011 esse

    prazo foi prorrogado para 1 de setembro

    de 2011 e abriu-se uma brecha na legis-

    lao para que as empresas que em seu

    acordo ou conveno coletiva de trabalho,

    contenha previso de uso alternativo de

    marcao eletrnica de pontos, no mais

    precisando observar os dizeres da portaria

    1510 de 21/08/2009.

    Esta obrigatoriedade vem atormentando as

    empresas que tero que investir em equi-

    pamentos para o cumprimento da norma,

    sem falar no custo mensal com bobinas de

    papel e dificuldades em manter o controle

    da entrada e sada do funcionrio que ter

    que aguardar a impresso de seu compro-

    vante para dar lugar ao prximo funcio-

    nrio que aguarda ansiosamente sua vez

    para registrar sua sada ou entrada na em-

    presa. Imagine uma empresa que possui

    trs turnos com um efetivo de cerca de

    quinhentos funcionrios por turno, essa

    ter que estruturar sua portaria de forma

    que no provoque uma grande fila na en-

    trada e sada de seus funcionrios. Uma

    coisa voc passar um crach ou o dedo

    em um leitor biomtrico para registrar o

    ponto, outra voc fazer isso e esperar

    a impresso de seu comprovante, com

    certeza o tempo gasto para a tarefa ser

    maior com a impresso do papel. Entre

    todos os contratempos causados pela nor-

    ma, o custo de sua implantao fica com

    o empregador, custo este que no baixo.

    Com a portaria 373 de 28/02/2011, os em-

    pregadores que utilizam o ponto eletrni-

    co conseguem enxergar uma possibilidade

    de fugir dessa imposio, basta que seu

    sindicato, ou ela mesma celebre um acor-

    do ou conveno coletiva de trabalho com

    o sindicato dos empregados, autorizando

    a utilizao de ponto eletrnico alternati-

    vo, desde que este siga algumas imposi-

    es mais brandas descritas nessa porta-

    ria tais como:

    No pode haver restries a marcao

    do ponto;

    No pode haver a marcao automtica

    do ponto;

    No permitida a exigncia de autoriza-

    o prvia para marcao de sobrejornada;

    O sistema no poder permitir a altera-

    o ou excluso de marcaes.

    Para as empresas que no tiverem o acor-

    do ou conveno coletiva autorizando a

    utilizao do controle eletrnico da jorna-

    da de trabalho alternativo, essas tiveram

    o prazo para implantao e adaptao da

    nova forma de controle de acordo com a

    portaria 1510 de 21/08/2009 prorrogado

    para 1 de setembro de 2011, caso con-

    trrio tero que retornar a marcao de

    ponto mecnica ou manual.

    Registro Eletrnico de Ponto (REP)

  • 33Federao em Ao - out/nov de 2011

    Carto de Crdito II

    Hoje vou falar sobre as vantagens e

    desvantagens do uso dos cartes.

    Vantagens:

    1. Facilidade para pagar: muito fcil

    e rpido de pagar com o carto.

    2. Possibilidade de escolher um dia

    para efetuar o pagamento: o melhor

    dia do vencimento do carto de cr-

    dito sempre o dia mais prximo do

    recebimento do salrio.

    3. Programas de incentivo como Mi-

    lhagem, Bnus, Segurana: alguns

    cartes possibilitam a voc acumular

    pontos e bnus que podem ser tro-

    cados por benefcios como prmios,

    milhagens.

    4. Status de ter carto de crdito: isso

    muito importante para alguns. Ter o

    status de abrir a carteira e encontrar

    uma coleo de cartes.

    5. Centralizao de contas: algumas

    pessoas me dizem que gostam de

    usar o carto, pois podem sabem

    onde esto gastando.

    Desvantagens:

    1. Fcil gastar dinheiro: se voc leva

    R$ 100,00 em dinheiro ao supermer-

    cado, pode gastar somente R$ 100,00.

    Se leva o carto de crdito a compra,

    na maioria das vezes, fica maior.

    2. Dificulta o controle dos gastos: gas-

    ta-se e coloca-se o comprovante no

    bolso, na bolsa, na gaveta ou mesmo

    joga-se fora. Quando a fatura chega o

    valor assusta. Confira sua fatura pelo

    menos uma vez por semana na inter-

    net ou no caixa eletrnico.

    3. Taxa de juros sobre atraso de 10 a

    17%: quem no paga no vencimento

    sofre com uma das mais altas taxas

    de juros do mercado. Obs.: deve-se

    pagar o valor total da fatura do carto

    no vencimento.

    4. Custo muito alto para quem usa

    pouco: se possuir muitos cartes o

    custo com anuidades vai pesar. Cui-

    dado! Mesmo com os cartes de lojas

    que no cobram anuidade, muitas

    vezes criam seguros, taxas de no

    utilizao, etc. e acabam cobrando

    alguma coisa.

    Agora a pergunta final:

    necessrio ter mais de um carto

    de crdito? Vejo que quanto mais se

    tem, mais se gasta. Portanto, muito

    cuidado.

    Sucesso e viva em paz com seu dinheiro.

    Palestrante FCDL-MG

  • 34 Federao em Ao - out/nov de 2011

    FOPEMIMPE Entenda o Frum

    A FCDL-MG em agosto deste ano pas-

    sou a integrar o FOPEMIMPE - Frum

    Permanente Mineiro das Microempre-

    sas e Empresas de Pequeno Porte,

    um espao institudo por meio do

    Decreto n 44.853, de 02 de julho de

    2008, previsto na Lei Geral, para atuar

    como canal de discusso de assuntos

    pertinentes e de destaque no setor

    empresarial e fomentador de propos-

    tas e solues na rea. E para auxiliar

    no desenvolvimento do trabalho des-

    te frum, o presidente da FCDL-MG,

    Jos Csar da Costa, cedeu uma sala e

    toda infraestrutura da entidade para

    o FOPEMIMPE, contribuindo de forma

    efetiva para o apoio as MPEs defendi-

    das pelo frum.

    Um aspecto a ser ressaltado pelo

    frum a ideia de pensar e agir

    embasado na sustentabilidade e

    responsabilidade socioambiental: a

    empregabilidade, reduo da mor-

    talidade das MPEs, regularizao e

    formalizao das empresas, desen-

    volvimento sustentvel e incluso

    social. Alm de buscar parcerias para

    melhorar o quadro empresarial do

    estado, o FOPEMIMPE procura dis-

    seminar informaes e tem tambm

    como intuito, permitir acesso s in-

    meras formas de gesto e tecnologias

    modernas por meio de trabalhos en-

    volvendo workshops, debates, ple-

    nrias e apresentaes multimdia,

    alm de articular e promover, em

    conjunto com rgos dos governos

    estadual e municipais e as entida-

    des de apoio e de representao das

    MPEs, a regulamentao necessria

    ao cumprimento de todos os aspec-

    tos da Lei Complementar n 123, de

    14 de dezembro de 2006. Essa par-

    ceria mais uma vitria para o mo-

    vimento lojista mineiro. Saiba mais:

    http://fopemimpe.blogspot.com/

    BD-004-11M - adRev 21x13.indd 1 4/5/11 11:01 AM

    FOPEMIMPE

  • 35Federao em Ao - out/nov de 2011

    Nacional com cerca de cinco mil par-

    ticipantes e desfrutaram de debates

    sobre assuntos que auxiliam o desen-

    volvimento do comrcio varejista e do

    empreendedorismo no estado.

    Na foto, delegao da capital, que le-

    vou o trofu com a participao de 26

    jovens empresrios.

    Minas leva prmio de maior delegao jovemMovimento lojista cada vez mais forte no estado

    BD-004-11M - adRev 21x13.indd 1 4/5/11 11:01 AM

    No Morra no Trnsito

    No encerramento da 52 Conveno

    Nacional de Dirigentes Lojistas (11 a

    14 de setembro), em Fortaleza, Minas

    recebeu um prmio de maior delega-

    o, desta vez ele foi direcionado ao

    grupo jovem formado pelo CDL Jovem.

    Estamos contentes com este reco-

    nhecimento, pois somos atuantes e

    participamos da Conveno Nacional

    todos os anos, com uma expressiva

    comitiva, afirmou Geovanne Teles,

    coordenador estadual da CDL Jovem.

    Para os jovens, foi destinado um es-

    pao para que eles participassem de

    um talk show com o apresentador

    Serginho Groisman. Eles comparti-

    lharam as atividades da Conveno

    sobre os riscos da irresponsabilidade

    no trnsito, os dados apontam que

    59% de vtimas fatais so consequ-

    ncia da combinao explosiva entre

    ingesto de lcool e direo. Nossa

    campanha formatada para sensibili-

    zar as pessoas, principalmente, deste

    risco, explicou o coordenador da CDL

    Jovem estadual, Geovanne Teles. A

    campanha nasceu em Belo Horizon-

    te, mas tornou-se nacional, sendo

    desenvolvida por outras CDLs Jovem

    do Brasil.

    Na Semana Nacional do Trnsito, o

    Centro de Desenvolvimento Lojista

    Jovem de Belo Horizonte, MG, (CDL

    Jovem) realizou no dia 02 de outubro

    a partir das 10h, na Praa do Papa, a

    campanha No Morra no Trnsito. J

    em sua segunda edio, ela foi cria-

    da para conscientizar a populao,

    em especial os

    jovens, sobre a

    direo respon-

    svel.

    Por meio da

    conscientiza-

    o e educao

    consegu imos

    envolver e aler-

    tar os jovens

    CDL Jovem promove segunda edio da campanha

    CDL Jovem

    Federao em Ao - out/nov de 2011 35

  • 36 Federao em Ao - out/nov de 2011

    CRITRIOS DE JULGAMENTOA mulher brasileira uma das que mais em-preende no mundo. Prova disto que, por

    aqui, cerca de 10 milhes delas esto frente

    das empresas. Para homenagear as empreen-

    dedoras que se destacam no comando de em-

    presas de pequeno porte, o Sebrae promove o

    Prmio Sebrae Mulher de Negcios. Aberto

    s empreendedoras que queiram relatar suas

    histrias de superao e sucesso, as inscri-

    es podem ser feitas - at o prximo dia 5 de

    dezembro no site www.mulherdenegocios.

    sebrae.com.br

    As candidatas concorrem nas categorias Pe-

    quenos Negcios (proprietrias de micro e

    pequenas empresas) e Negcios Coletivos

    (mulheres membros de grupos de produo

    formal, como cooperativas e associaes).

    Elas devero preencher um formulrio relatan-

    do sua trajetria nos negcios. As mais bem

    pontuadas recebero a visita de um avaliador.

    As ganhadoras da etapa estadual concorrero

    a trofu, certificado, selo da premiao e um

    curso de gesto. Elas ainda iro disputar a

    etapa nacional e concorrero a uma viagem

    internacional. O Prmio Mulher de Negcios

    promovido pelo Sebrae, em parceria com a Se-

    cretaria Especial de Polticas para as Mulheres

    (SPM), Federao das Associaes de Mulhe-

    res de Negcios e Profissionais do Brasil (BPW)

    e Fundao Nacional da Qualidade (FNQ).

    Prmio Sebrae Mulher de Negcios

    Sebrae-MG

    Fonte: Assessoria Sebrae-MG

    36 Federao em Ao - out/nov de 2011

  • 37Federao em Ao - out/nov de 2011

    1 Superao de discriminao a mulher;

    2 Viso de futuro;

    3 - Ideias inovadoras e adaptao s novas tendncias;

    4 Atuaes democrticas, transparente, inspiradora e

    motivadora;

    5 Participao ativa nos negcios, perseverana e supe-

    rao dos desafios;

    6 Ambiente participativo e agradvel para quem traba-

    lha no seu negcio;

    7 Estabelecimento de relacionamentos duradouros

    com os clientes;

    8 Preocupao com preservao do meio ambiente

    e da cultura de sua regio;

    9 Estabelecimento de parcerias para o desenvol-

    vimento das atividades;

    10 Lies aprendidas (por meio de experimen-

    taes, erros cometidos, compartilhamento de

    informaes);

    11 Crescimento dos resultados obtidos;

    12 Contribuio para o desenvolvimento

    de outras empreendedoras.

    CRITRIOS DE JULGAMENTO

    Inscreva-se pelo site:

    www.mulherdenegocios.sebrae.com.br

    Federao em Ao - out/nov de 2011 37

  • 38 Federao em Ao - out/nov de 2011

    Simple

    s Naci

    onal

    C P M F - I O F

    Reforma Tributria

    As vitrias do Movimento Lojista Brasileiro sempre foram frutos de uma intensa mobilizao e da forte unio que caracteriza o associativismo. Atualmente temos duas gran-des questes que atingem no somente os empresrios, mas a

    todos os cidados. Uma a pretendida recriao da CPMF que a

    sociedade j havia sepultado, outra a urgncia na aprovao das

    mudanas no Simples Nacional. No podemos ficar calados e muito

    menos imobilizados neste momento. Assim, como medida prtica,

    em atendimento s solicitaes que recebemos de diversos setores

    representativos e da prpria populao, a Confederao Nacional

    de Dirigentes Lojistas est disponibilizando dois abaixo assinados

    como forma de posicionamento claro a estes dois temas que tem

    impactos na vida econmica do pas. Os abaixo assinados podem

    ser acessados no site da CNDL: www.cndl.org.br

    O Brasil precisa de uma Reforma Tributria com Justia Fiscal

    para melhorar a qualidade e a distribuio

    da carga tributria entre os contribuintes sem

    a criao de novos tributos. Nossa atual carga

    tributria, inclusive sobre a folha de pagamento

    inibe o crescimento econmico. A recriao da CPMF

    representar aumento do Custo Brasil afetando o capital

    de giro das empresas, em especial das MPEs, investimentos e

    gerao de emprego.

    J o Simples Nacional responsvel pelo fortalecimento e manu-

    teno das MPEs, expanso do emprego, massa salarial, fortaleci-

    mento da economia interna para enfrentamento das crises inter-

    nacionais e ampliao da arrecadao de impostos. No entanto,

    o Simples Nacional esta diante de uma sria ameaa

    em funo da expanso indiscriminada da utilizao da

    substituio tributria e antecipao do ICMS para produtos

    de baixa relevncia tributria, mas que muito afetam as MPEs

    e consumidores. Por tudo isto o Movimento Lojista se posicio-

    na a favor do disciplinamento da substituio e antecipao do

    ICMS nas operaes que envolvam as MPEs conforme proposta

    de empresrios e da Frente Parlamentar da MPE apresentada ao

    Conselho Nacional de Poltica Fazendria (CONFAZ).

    Mudanas em favor do varejo e da Sociedade. Assine embaixo.

    Nossa mobilizao, com apoio dos abaixo assina-

    dos, tornar mais forte nossa voz que se far ouvir

    no meio governamental e no Congresso Nacional, a

    fim de que possamos ver concretizadas as mudan-

    as necessrias para o Brasil continuar crescendo

    com renda, emprego, justia social e competitivi-

    dade. Assine embaixo destas propostas. A mudan-

    a est em nossas mos e a CNDL quer mais uma

    vez os lojistas, junto com a sociedade, unidos e

    em sintonia, para que consigamos atingir os nos-

    sos objetivos e realizar as transformaes neces-

    srias em favor da coletividade.

    Roque Pellizzaro

    Presidente da CNDL

    CNDL

    Fonte: Assessoria CNDL

  • 39Federao em Ao - out/nov de 2011

    Lixo digital

    H pouco tempo da Copa do Mundo

    de 2014 os dispositivos eletrnicos

    avanam e se modernizam ainda

    mais. Computadores, TVs e celulares

    ficam ultrapassados em menos anos

    e com isso, montanhas de lixo so

    formadas, prejudicando a sade hu-

    mana e o meio ambiente. Lidar com

    esta realidade tornou-se um proble-

    ma srio.

    O Greenpeace estima que 20 a 50 mi-

    lhes de toneladas de lixo eletrnico

    sejam geradas todo ano. Se todos os

    computadores, telefones celulares e

    demais dispositivos eletrnicos des-

    cartados fossem colocados em vages

    contineres de um trem, daria para

    dar a volta ao mundo. O e-lixo repre-

    senta 5% do lixo mundial, acredita-se.

    Isso quase equivale ao percentual das

    embalagens plsticas.

    Reciclagem txica

    do lixo eletrnico

    O e-lixo, no entanto, muito mais

    perigoso que os plsticos. Compu-

    tadores e aparelhos de TV contm

    substncias txicas, como chumbo,

    mercrio, arsnico, cdmio ou berlio,

    que so usadas em condutores, bate-

    rias ou microchips.

    Nos Estados Unidos, mais de 70%

    dos computadores usados e 80% dos

    aparelhos de TV acabam nos aterros

    sanitrios, relata a organizao Sili-

    con Valley Toxics Coalition. Portan-

    to, essas toxinas penetram no cho,

    tero dois anos para disponibilizarem

    coletores onde os consumidores po-

    dero depositar seu lixo eletrnico.

    O material recolhido ser encaminha-

    do aos fabricantes e importadores

    que, por sua vez, sero responsveis

    pela reciclagem, ou, quando no for

    possvel, pelo descarte definitivo em

    aterros sanitrios licenciados.

    Diversas empresas do ramo j esto

    se adequando ou j incorporaram o

    descarte responsvel em suas aes.

    Claro, Dell, HP, Motorola, Nokia, Sony

    Ericsson, TIM e Vivo so exemplos

    que recebem de seus clientes os pro-

    dutos inutilizados.

    envenenando o lenol fretico e o

    solo.

    Teoricamente, reciclar esses apare-

    lhos em vez de descart-los recupe-

    raria quantias considerveis de ouro,

    prata ou outros metais com valor de

    revenda. Na prtica, porm, reciclar

    nos pases desenvolvidos sai caro e

    est sujeito a rigorosas regulamenta-

    es ambientais e de sade.

    Fabricantes

    Segundo a nova resoluo do Conse-

    lho Nacional do Meio Ambiente (Cona-

    ma), que entrou em vigor em outubro

    de 2008, estabelecimentos de venda

    de produtos como pilhas e baterias

    Veja como lidar com ele

    Sustentabilidade

  • 40 Federao em Ao - out/nov de 2011

    Recuperao de Crdito

    No perodo de fim de ano muitas pes-

    soas procuram recuperar seu crdito,

    o 13 salrio um dos fatores que

    auxiliam nessa ao. Portanto as CDLs

    podem incentivar os lojistas a divul-

    garem formas de conciliarem as dvi-

    das com seus clientes.

    O SPC Brasil explica para os consu-

    midores como agir para deixar de

    ser inadimplente, as informaes a

    seguir podem servir de pauta para

    esclarecer os consumidores de sua

    cidade:

    Atendimento

    Caso no seja possvel identificar jun-

    to ao lojista qual empresa realizou

    registro de negativao de seu nome,

    o consumidor dever dirigir-se a uma

    Entidade (Cmara de Dirigentes Lo-

    jistas - CDL ou Associao Comercial)

    portando seu CPF original e solicitar a

    consulta. Nessa consulta constaro as

    ocorrncias: se a pendncia no SPC,

    com cheque lojista ou no Cadastro de

    Cheques sem Fundo (CCF) do Banco

    Central.

    Quitando a dvida

    Com um extrato em mos, o consu-

    midor dever dirigir-se ao estabele-

    cimento que est em dbito e pagar

    a conta no local ou no banco que o

    comerciante indicar. Aps o paga-

    mento, o estabelecimento comercial

    ir acessar o sistema do SPC Brasil

    e efetuar a baixa do registro naquele

    documento. Dependendo do sistema

    Campanhas podem esclarecer consumidores

    a fim de que o consumidor recorra a

    essa empresa para quitar sua dvida

    e regularizar o seu crdito.

    Recupere seu Crdito

    As configuraes tecnolgicas do SPC

    Brasil, que cruzam informaes de

    crdito de todo o pas, so modernas

    e geis, possibilitando ao consumidor

    em dbito ter seu nome fora do ban-

    co de dados e, portanto, sem restri-

    o para compras a crdito em, no

    mximo, 72 horas, aps saldar suas

    dvidas.

    O tempo depender do sistema de co-

    municao utilizado pelo lojista que

    fez o registro e a Entidade qual

    associado, pois por meio delas que

    ocorrem as consultas ao SPC Brasil.

    Fonte: Assessoria SPC Brasil

    de comunicao utilizado, o prazo de

    reabilitao do crdito do consumidor

    pode ser imediato, em 24 horas ou no

    mximo 72 horas.

    Aviso de Notificao

    Antes da incluso do registro de d-

    bito no banco de dados do SPC Brasil,

    o consumidor que contraiu a dvida

    notificado previamente, de acordo

    com o disposto no Artigo 43, pargra-

    fo 2, do Cdigo de Defesa do Con-

    sumidor (Lei n. 8.078/90) , ou seja,

    remetido um comunicado avisando

    que a informao da dvida ser in-

    cluda no banco de dados do SPC.

    A notificao tambm informa o

    nome do estabelecimento comercial

    que comandou a incluso do registro,

    Economia

    40 Federao em Ao - out/nov de 2011

  • 41Federao em Ao - out/nov de 2011

    Mulher no mercado de trabalho

    Dentro da CDL as coisas acontecem de forma

    dinmica, refletindo a maneira de pensar, or-

    ganizar, agir e sentir as desafiantes situaes

    dirias independente da complexidade das

    mesmas.

    O sucesso e pujana do sexo feminino no

    mundo dos negcios advm de uma fora ex-

    cepcional criada por Deus, muitas vezes ex-

    pressa nas aes da mulher, o que a faz ocu-

    par com maestria as atividades que assume.

    Tenho orgulho em ser mulher e conseguir as-

    sumir todas essas funes, parabenizo aqui a

    todas as mulheres empreendedoras do nosso

    pas e em especial as lderes do movimento

    lojista, que suam a camisa com muito charme

    e bom humor.

    Desde sempre a mulher tem ocupado papel

    de destaque em suas atuaes como me,

    esposa e administradora do lar.

    Porm, atualmente uma metamorfose est

    acontecendo no mercado de trabalho, causa-

    da pelo aumento expressivo da participao

    feminina.

    Como empresria no Brasil as mulheres man-

    tm posio de destaque acima da mdia

    mundial, e o fato que esto cada vez mais

    presentes na condio de empreendedoras,

    atuando com mais relevncia econmica, so-

    cial, poltica e cultural.

    Enfrentam as condies de empreendedora,

    me, esposa mostrando sua fora e intuio,

    apesar de todo o esforo que lhe causa este

    acumulo de funes.

    Artigo do Presidente

  • 42 Federao em Ao - out/nov de 2011

    CDL participa do desenvolvimento de Uberaba e regio

    de, so disponibilizados espaos confortveis

    para eventos. Alm disso, o Ceteco (Centro

    de Educao Tecnolgica do Comrcio de Ube-

    raba) um empreendimento da CDL Uberaba

    voltado para a formao e capacitao de lo-

    jistas e funcionrios do comrcio.

    A entidade incentiva e mobiliza a cidade e o

    setor comercial, na realizao de campanhas

    promocionais, dentre elas, Natal, Dia das

    Mes, Dia dos Pais, Dia dos Namorados e Dia

    das Crianas.

    A Cmara de Dirigentes Lojistas de Uberaba

    foi criada em 10 de junho de 1980. Est fo-

    cada no associado para proporcionar servi-

    os como: SPC, jurdico, cobrana gratuita,

    comercial: convnios sade (UNIMED, RN e

    UNIODONTO), garantia de cheque, videoteca e

    biblioteca. Um gil Banco de Currculos arma-

    zena cerca de 2.000 documentos catalogados,

    sendo servio gratuito aos seus associados.

    Na ampla e moderna sede da CDL UBERA-

    BA, aberta a seus associados e comunida-

    CDLs Mineiras

  • 43Federao em Ao - out/nov de 2011

    dade, mostrando-se representativa nas ques-

    tes econmicas, polticas e sociais. Ao longo

    desses anos, a nossa entidade atua de forma

    incansvel para desenvolver o comrcio local

    que j se destaca pela diversidade que atrai

    consumidores de muitas outras cidades, co-

    menta o presidente Flvio Ferreira

    At agora so nove diretorias lideradas na

    seqncia pelos presidentes: Ronaldo Batis-

    ta Machado (in memorian), Janurio Marques

    de Oliveira, Lucio Scalon, Arnaldo Santos Anjo,

    Daniel Fabre, Mario Vilmair Silvestre Pereira,

    Antonio Alberto Stacciarini (in memorian),

    Fakher Fakhouri e, atualmente, Flvio Ferreira.

    Fonte: Assessoria CDL Uberaba

    Um grande marco da CDL a realizao, anu-

    al, no segundo semestre, do evento Mrito

    Lojista, quando reconhece o trabalho realiza-

    do por lojistas associados. Agora, em outubro,

    abriu suas portas para receber o evento Meu

    Primeiro Negcio, realizado pelo Sebrae Minas

    e que beneficiou mais de 4 mil pessoas.

    A CDL Uberaba foi novamente reconhecida

    pelo Poder Pblico, com a cesso de rea

    de 25 mil metros quadrados, para implantar

    o CDL Hall, um novo conceito de centro de

    eventos e convenes, para colocar Uberaba

    no circuito dos grandes eventos de negcios,

    projetado para receber 4 mil pessoas.

    Desde sua fundao, a CDL Uberaba parti-

    cipa de vrios momentos da histria da ci-

  • 44 Federao em Ao - out/nov de 2011

    XXI Congreso del Comercio Detallista de las Amricas

    Presidente da FCDL-MG participa de comitiva

    O presidente da FCDL-MG, Jos

    Csar da Costa, participou ao

    lado de 30 empresrios bra-

    sileiros do XXI Congreso del

    Comercio Detallista de las

    Amricas. Entre os dias 27

    e 30 de outubro em Monte-

    video, Uruguai, reunindo as

    principais lideranas lojistas

    do continente para analisar as

    tendncias, inovaes e trans-

    formaes do varejo.

    O presidente do Uruguai, Jos

    Pepe Mujica, em seu discurso

    de abertura, agradeceu a pre-

    sena dos 15 pases participantes (Argentina,

    Chile, Guatemala, Paraguai, Costa Rica, Brasil,

    Uruguai, Repblica Dominicana, Porto Rico,

    Estados Unidos, Mxico, Bolvia, Panam). O

    Ministro da Economia, Fernando Lorezo, apre-

    sentou as perspectivas do pas e comentou

    O relacionamento com lderes do

    varejo de outros pases extrema-

    mente proveitoso para o aprimo-

    ramento do nosso trabalho. Trocar

    experincias com outros pases nos permite

    avaliar como estamos conduzindo o varejo no

    Brasil, alm de nos ajudar a vislumbrar novas

    oportunidades.

    Jos Csar da Costa

    Presidente da FCDL-MG

    Geral

  • 45Federao em Ao - out/nov de 2011

    do impacto da crise do EUA para o pas, des-

    tacando as aes do varejo Uruguaiano.

    Com um formato diferenciado, esta reunio

    concede para cada pas participante 15 mi-

    nutos para apresentar o varejo. O presidente

    da Confederao Nacional de Dirigentes Lojis-

    tas (CNDL), Roque Pellizzaro Jr, representou o

    Brasil. Sua apresentao ocorreu no dia 28 de

    outubro e em seu discurso destacou que o

    comrcio brasileiro uma das molas propul-

    soras da economia no pas. Ele tambm ex-

    plicou o funcionamento das Cmaras de Diri-

    gentes Lojistas e o seu tamanho. A histria do

    SPC Brasil, maior bir de crdito da Amrica

    Latina, tambm foi enfoque do seu discurso.

    O Brasil est crescendo de forma sustentvel

    e a maneira como enfrentamos a crise mun-

    dial de 2009 exemplo para outros pases,

    no crescemos, mas tambm no retramos,

    nossa economia continuou estvel, comen-

    tou o Presidente da CNDL, Roque Pelizzaro Jr.

    Desta reunio um documento criado con-

    tendo avaliaes e recomendaes para lide-

    ranas setoriais, cada pas participante recebe

    uma cpia deste documento para anlise e

    implementao das recomendaes definidas.

    Roque Pellizzaro e Jos Csar

    Jos Csar e Fernando Lorenzo (Ministro da Economia do Uruguai)

    Presidente do Uruguai, Jos Pepe Mujica cumprimenta Jos Csar da Costa

  • 46 Federao em Ao - out/nov de 2011

    52 ConvenoNacionalFl

    ash

  • 47Federao em Ao - out/nov de 2011

  • 48 Federao em Ao - out/nov de 2011

    Presidente da CDL Uberlndia recebe comenda Augusto Csar

    O empresrio, Celso Vilela recebeu no dia 31 de agosto, na C-

    mara Municipal de Uberlndia, a Comenda Augusto Csar, maior

    honraria entregue pelo municpio s pessoas que, de alguma

    maneira, contribuem com o desenvolvimento da cidade. Alm de

    empresrios, tambm foram contempladas autoridades polticas

    e civis (fsicas ou jurdicas), no plenrio Homero Santos.

    CNDL realiza Assembleia Geral Ordinria em Braslia

    A CNDL recebeu no dia 04 de setembro, representantes de todos

    os estados para participar da Assembleia Geral Ordinria. Du-

    rante o dia foram apresentados relatrios e procedimentos da

    Diretoria Administrativa e Financeira da CNDL, alm de balano

    contbil de 2010, acompanhado de parecer fiscal do exerccio

    financeiro de 2010 e a previso oramentria para o ano de 2012.

    CDL Barbacena recebe Polcia Militar

    Na noite de 28 de setembro, a Cmara de Dirigentes Lojistas de Bar-

    bacena (CDL) recebeu em sua sede para uma palestra o comandante

    do 9 Batalho de Polcia Militar, Tenente Coronel PM Jesus Milagres,

    o Capito PM Charley Ramos Vidal e o Tenente PM Flvio Tafuri Ma-

    toso. A palestra para empresrios e convidados foi sobre a nova

    poltica da Policia Militar para melhorar a segurana da populao.

    Mrito Lojista em Uberaba

    A CDL Uberaba entregou no dia 1 de Setembro, no Centro de Even-

    tos da ABCZ, o Mrito Lojista 2011, com o objetivo de reconhecer

    as aes e investimentos das empresas de varejo que fazem com

    que Uberaba seja referncia regional nos setores comercial e da

    prestao de servios. Cerca de 1 mil pessoas aplaudiram, de forma

    calorosa, um a um, os oito homenageados da noite.

    Giro pelo movimento lojista

  • 49Federao em Ao - out/nov de 2011

    CDL Divinpolis: uma grande fora para a construo do SENAC

    No dia 27 de setembro, Divinpolis recebeu a visita do Senhor Lzaro Luiz Gon-

    zaga, Presidente do SENAC, SEBRAE e Federao do Comrcio de Bens, Servios

    e Turismo do Estado de Minas Gerais. Nesta data foi aprovada construo

    da sede da Escola Profissionalizante do SENAC, no bairro Belvedere. O movi-

    mento em prol desta construo, iniciou com a diretoria da CDL Divinpolis

    em visita ao Senhor Lzaro em Belo Horizonte.

    Saldo positivo nas vendas em Juiz de Fora

    Em relao semana das crianas de 2010, lojistas do segmento

    infantil afirmam que as vendas no comrcio de Juiz de Fora foram

    positivas, apesar de acreditarem que a greve dos bancrios tenha

    contribudo para a insegurana financeira dos consumidores. O pre-

    sidente da CDL/JF, Vandir Domingos da Silva, afirma que o ms de ou-

    tubro vem atingir um crescimento de 5% em relao ao ano passado.

    17 Festa do comercirio

    A CDL Montes Claros realizar no prximo dia 19 de novembro,

    no automvel clube, a partir das 22h o concurso garota comerci-

    ria 2011. Mais informaes: (38) 3690-1900.

    CDL Jovem Itabira lana campanha solidria Natal mais Feliz

    No dia 15 de outubro, a CDL Jovem de Itabira realizou, na Avenida

    Joo Pinheiro, centro da cidade, uma carreata para o lanamento

    da campanha solidria Natal mais Feliz. O objetivo arrecadar

    dois mil brinquedos nos 100 comrcios participantes da campa-

    nha.

  • 50 Federao em Ao - out/nov de 2011

    Semana Nacional de Conciliao do TJMG em Ponte Nova

    De 28 de novembro a 2 de dezembro, o Tribunal de Justia de Minas

    Gerais (TJMG) realizar no Estado a 6 edio da Semana Nacional da

    Conciliao. As empresas que desejam efetuar aes de cobrana po-

    dem procurar o Juizado Especial da Comarca de Ponte Nova, na avenida

    Caetano Marinho, no Centro Histrico. As audincias sero realizadas de

    8h as 16h. Cada empresa poder atermar at 10 aes por dia.

    Natal encantado para todos

    A CDL Timteo lana sua campanha de natal em parceria com

    a prefeitura do municpio e demais entidades privadas. Vale

    compras, caminhes de prmios carro e moto fazem parte da

    premiao.

    Presidente FCDL-MG participa de caf com governador do estado

    Em 31 de outubro, o presidente da FCDL-MG participou de um caf com o pre-

    sidente da FIEMG, Olavo Machado, lderes polticos e o governador Anastasia.

    Na pauta aes para auxiliar no desenvolvimento do estado, garantindo mais

    investimentos para Minas.

    CDL Nova Ponte

    Para fechar o ms das crianas com chave de ouro, a CDL Ponte Nova

    e o Instituto Marragol Futebol Show realizaram no dia 29/10 pela ma-

    nh o Projeto Ruas de Lazer 2011. Com o tema: Resgatando Brin-

    quedos e Brincadeiras Antigas, as crianas tiveram sua disposio

    diversas atraes, dentre elas pula-pula, oficinas interativas e teatro.

  • 51Federao em Ao - out/nov de 2011

  • 52 Federao em Ao - out/nov de 2011