FISIOLOGIA CARDIOVASCULAR - .– Arquitetura muscular e tecido conectivo FISIOLOGIA DA CONTRAÇÃO.

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FISIOLOGIA CARDIOVASCULAR

Marcos Barrouin Melo, MScCURSO DE EMERGNCIAS

EV UFBA2008

INTRODUO

Funo Manter o aporte de oxignio para os tecidos e remover

destes o dixido de carbono e outros restos de metabolismo

Nutrientes Regulao de temperatura

Bomba contrtil Bombeamento e suco de sangue

INTRODUO

Volume sangneo Circulao pulmonar Pequena Circulao Circulao corporal Grande Circulao

Distribuio regional Necessidades especiais Sistemas regulatrios diferenciados

Neural Humoral

INTRODUO

REGULAO NEURO-HUMORAL

X

nTS

nA

CVLM

X

IX

RVLM

++

+

+

+

IML

SNS

+

+

SNP_

APC

Ncleo do trato solitrio

Baroceptores

Baroceptores do seio carotdeo

Baroceptores do arco artico

Parassimptico Simptico

Corao(contratilidade)

Arterolas(vasoconstrio)

Veias(vasoconstrio)

+ +

+_

++ +_

REGULAO NEURO-HUMORAL

CoraoFC

_

REGULAO NEURO-HUMORAL

REGULAO NEURO-HUMORAL

Regulao humoral Sistema renina-angiotensina-aldosterona Aminas vasoativas Balano de atividade de substncias constritoras e

dilatadoras dependncia do requerimento tecidual Estados patolgicos

REGULAO NEURO-HUMORAL

MasMas

FISIOLOGIA DA CONTRAO

Protenas contrteis: Actina Miosina Tropomiosina Troponina

Converso de energia qumica (metabolismo) em energia mecnica

Converso de energia depende de 2 fatores Comprimento do sarcmero em repouso Condio qumica das protenas antes e durante o

processo contrtil Sarcmeros arranjados em srie ou paralelo

Musculatura estriada involuntria Atividade sincicial Arquitetura muscular e tecido conectivo

FISIOLOGIA DA CONTRAO

FISIOLOGIA DA CONTRAO

Mitocndrias muito numerosas 25 a 30% do miocrdio Fosforilao oxidativa/produo de ATP

Discos intercalares (Gap junctions ou junes comunicantes representam, vias de baixa resistncia passagem do estmulo eltrico) Conexinas (Conexons) hemicanais: propriedades de

conduo diferentes

FISIOLOGIA DA CONTRAO

Tbulos T (Sistema Tubular Transverso) Invaginaes do sarcolema para o interior das fibras

Transmisso do PA para o interior da fibra Depsito de Ca+2

Sistema Tubular Longitudinal (L) Retculo sarcoplasmtico variao [Ca+2 ] Estocagem, liberao e captao de ons Ca+2 durante

acoplamento

FISIOLOGIA DA CONTRAO

FISIOLOGIA DA CONTRAO

Fontes de Ca+2 para acoplamento excitao-contrao Influxo de Ca+2 extracelular durante sstole Liberao de seus locais de ligao Liberao dos locais de estocagem (RS)

Difuso do Ca+2 para as miofibrilas e interao com protenas contrteis

Aps a sstole, o RS remove o Ca+2 (necessria para o relaxamento)

FISIOLOGIA DA CONTRAO

Acoplamento excitao-contrao

Estimulao da clula

miocrdica

Condutncia ao Na+

Influxo de Na+ -despolarizao

Condutncia ao Ca+2

Liberao de Ca+2 a partir

do RS

Ca+2 liga-se Troponina C (aderida

Tropomiosina)

Tropomiosina posiciona-se

entre Actina e Miosina

Formao de pontes

cruzadas

Encurtamento do sarcmero

Canais tipo L

FISIOLOGIA DA CONTRAO

Serca2a

FISIOLOGIA DA CONTRAO

FISIOLOGIA DA CONTRAO

Liberao de clcio, clcio-induzida Remoo da inibio que o complexo troponina-

tropomiosina exerce sobre interao actina-miosina

Remoo do clcio citoslico pela Serca2a (88%), pela troca Na/Ca (5%) e bomba de clcio do sarcolema (1%)

Ativao da PKA fosforila Fosfolambam inibindo sua atividade de inibir a Serca 2

FISIOLOGIA DA CONTRAO

FISIOLOGIA DA CONTRAO

FISIOLOGIA DA CONTRAO

FISIOLOGIA DA CONTRAO

FISIOLOGIA DA CONTRAO

Metabolismo aerbio com disponibilizao constante de ligaes fosfato de alta energia

ATP necessrio para interao fsico-qumica actina/miosina

Grande contedo de mioglobina favorece a difuso do oxignio na fibra

FISIOLOGIA DA CONTRAO

Agonista beta adrenrgico*

Alterao protenas G

Ativao adenil-ciclase

Protena-quinase A

Fosforilao canais tipo L do sarcolema/esti

mula metabolismo dos micitos

Entrada de Clcio

induzindo mais liberao

Formao de pontes

cruzadas

Encurtamento do sarcmero

AMP-cclico

*Ex: isoproterenol

FISIOLOGIA DA CONTRAO

Digoxina Efeito parassimpticomimtico inotropismo (contratilidade)

nveis de catecolaminas no miocrdio Inibio Na+K+ ATPase

Na+ K+ intracelular Trocador sdio-clcio

Vasoconstrio em alguns leitos vasculares e vasodilatao em outros

FISIOLOGIA DA CONTRAO

PROPRIEDADES DAS CLULAS CARDACAS

Automatismo Despolarizao espontnea para gerar PA

Inotropismo Capacidade contrtil

Dromotropismo Conduo eltrica por suas fibras

Batmotropismo Excitabilidade capacidade de responder a estmulos -

refratariedade

Capacidade de manter trabalho espontneo Capacidade de trabalhar como sinccio (ou tudo

ou nada) Mecanismos de arritmias Preveno de tetania - Porque?

PROPRIEDADES DAS CLULAS CARDACAS

Inervao cardaca

PROPRIEDADES DAS CLULAS CARDACAS

Inervao Parasimptica (vago): NSA, NAV e algumas fibras do msculo atrial Estimulao: diminui velocidade de conduo AV e FC

(acetilcolina)

Inervao Simptica: NSA, NAV, fibras atriais e supre de maneira intensa os ventrculos Estimulao: aumenta FC e fora de contrao

(noradrenalina)

PROPRIEDADES DAS CLULAS CARDACAS

Noradrenalina

Aumenta AMPc

Abertura canais

[Ca] intracelular

automaticidade e contrao

Acetilcolina

Bloqueia AMPc

Dificulta abertura canais

Despol. lenta atrasada

AutomaticidadeEstimula canais K

PROPRIEDADES DAS CLULAS CARDACAS

CICLO CARDACO

CICLO CARDACO

Presso atrial Onda a - ? Onda c - ? Onda v - ?

Vlvulas fechadas Fases isovolumtricas

CICLO CARDACO

AB contrao isovolumtrica

BC ejeo rpida

CD ejeo reduzida

DE relaxamento isovolumtrico

EF enchimento rpido

FA enchimento lento

CICLO CARDACO

Presso

Volume VE

DESEMPENHO VENTRICULAR

Bomba (corao) Gradiente de presso necessrio para propelir a coluna

de sangue de forma contnua

Reservatrio venoso Capacitncia regula quantidade de sangue que chega

ao corao

Resistncia arterial (arterolas) Impedncia ejeo (Ps C)

DESEMPENHO VENTRICULAR

DC=FC x VS* * VS= VDF-VSF

FC depende basicamente do automatismo e mecanismos neuroendcrinos

VDF retorno venoso e distensibilidade (complacncia) do VE

VSF presso diastlica (resistncia ao esvaziamento) e estado funcional (contratilidade)

Efeito Bowditch (ou Treppe ou escada) FC inotropia inabilidade da bomba Na+K+ ATPase

de manter influxo de sdio em altas taxas levando a acmulo de Cai

Como o DC=FCxVE, se dobramos a FC dobra-se o DC Limite fisiolgico

Efeito ANREP ps-carga estado inotrpico mecanismo

intrnseco de inotropia compensando o do VSF e a do DC

DESEMPENHO VENTRICULAR

DESEMPENHO VENTRICULAR

Fatores principais que determinam o desempenho ventricular Pr-carga (Frank-Starling) Ps-carga Estado inotrpico Freqncia cardaca

Pr-carga Enchimento diastlico do ventriculo Comprimento da fibra determinado pela presso e

volume diastlicos finais pr-carga resulta em volume de ejeo

DESEMPENHO VENTRICULAR

DESEMPENHO VENTRICULAR

Ps-carga Presso artica sistlica (VE) Presso pulmonar sistlica (VD)

Determinam a tenso desenvolvida pela parede ventricular

presso artica volume de ejeo

DESEMPENHO VENTRICULAR

Estado inotrpico Determinado pelo sistema nervoso simptico Alteraes no encurtamento da fibra

DESEMPENHO VENTRICULAR

DESEMPENHO VENTRICULAR

DESEMPENHO VENTRICULAR

OBRIGADO